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sexta-feira, 18 de outubro de 2019

10 anos

E num piscar de olhos o meu primeiro bebé já fez 10 anos. Nunca nos preparamos para esta velocidade.
Há 10 anos senti aquele arrebatamento de ser mãe pela primeira vez. Foi fantástico, foi brutal, foi duro, foi exigente a um nível que eu desconhecia. E eu até tinha alguma experiência com bebés, mas sem dúvida que os bebés dos outros são sempre mais fáceis de cuidar.
10 anos depois e continua a ser fantástico e brutal, muito menos duro, igualmente exigente a níveis que desconhecemos.
Está feliz por ter finalmente dois dígitos, e eu sinto cá dentro que a infância dele está como areia por entre os dedos - mesmo quase a acabar. Vai ficar o resto da vida a recordar coisas que fizemos, algumas com pompa e circunstância, outras apenas na rotina dos dias. Haverá coisas (não sei quais) que vão vincar a sua personalidade para sempre. Assuntos que irá resolver, quem sabe no divã do psicólogo, e que somos nós os culpados seguramente.
Quando o tinha na barriga não me conseguia imaginar com um bebé. Quando nasceu não o conseguia imaginar criança e agora também pouco consigo imaginar o adolescente ou quase adulto que já está à espreita.
Mas é um puto porreiro, por isso não devemos estar a fazer tudo mal. 
Parabéns a ele, o mais competitivo dos miúdos de 10 anos que eu conheço.
Parabéns a nós caramba, que somos pais há mais de uma década! 

domingo, 23 de junho de 2019

Festa da escola

De finalistas para o mais velho, que se despede do 1º ciclo, da professora, da turma e da escola.
E saiu em beleza, com um papel importante na peça da turma, e com oportunidade para cantar esta canção (sozinho, à capela, perante uma plateia cheia de gente).
O meu menino tímido, que há tão pouco tempo chorava nas festas do infantário (e tinha de vir para o meu colo para que os outros não chorassem também), está um verdadeiro animal de palco. E não nos disse nada de nada, não demonstrou nervosismo, não o vi sequer a treinar.
É (só) um poema do Luís de Camões, com música do Zeca Afonso.
Acabei lavada em lágrimas, claro.


segunda-feira, 22 de abril de 2019

A D. Dolores que há em mim...

... esteve ao rubro este fim de semana, com o torneio de futsal do meu mais velho.
Estávamos sem saber se podia participar, porque normalmente não estamos cá na Páscoa, mas como este ano ficámos por cá, lá o deixamos participar.
Já participou noutros torneios, mas nunca nenhum tão a sério!
Quando cheguei, muito descontraída, no primeiro dia, quase tive um choque! Lista de participantes, pulseira de atleta, quadro gigante com as eliminatórias, mega equipa multimédia, fotógrafo profissional, dj e animador a dizer o nome dos jogadores e até os jogos a passar ao vivo no facebook e youtube!
A verdade é que o torneio começou e os rapazes foram ganhando, e com eles a ganhar o nosso envolvimento também aumentou proporcionalmente, e pois que a D. Dolores que há em mim esteve no auge: o meu menino deu tudo em campo, jogou super bem, marcou golos como se não houvesse amanhã, e jogo a jogo acabaram mesmo por acabar campeões!
Levámos tambores, vestimos t-shirts do clube (3 dias seguidos, ufa!) cantámos a plenos pulmões, e demos toda a força que conseguimos - no fundo demos tudo na bancada, como lhes pedimos para dar tudo em campo também.
E caramba, que bonito que foi!
Ganharam as meias finais nos penalties (que nervos!) com o nosso guarda-redes a marcar um e defender outro, levando a equipa à final.
Na final, o meu rico filho marcou dois golos num  jogo renhido contra a equipa favorita, sem se deixar intimidar e sem nunca desistir. Que orgulho!
Foram 3 dias enfiados num pavilhão, com música, barulho, a gramar atrasos e a ver inúmeros jogos de futsal de outros meninos - mas a alegria de os ver receber uma taça debaixo de uma explosão de confetti compensou tudo!
Pode não voltar a haver um momento de glória como este - este já ninguém nos tira.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Livros de meninos e livros de meninas

 Já fiz posts sobre este tema meninos/meninas várias vezes aqui no blog, sobre os presentes de anos que recebem e sobre a divisão que havia antes nos hipermercados, que era coisa que me deixava nervosa.
Não acho que rapazes e raparigas sejam iguais, e não acho que tenham de ser.
No entanto, temos mesmo de rever a mensagem que passamos às nossas filhas (e filhos), porque ser feminista neste momento é mesmo (e continua a ser) uma necessidade.
E não acho que os livros de capa azul sejam de rapaz e os de capa rosa choque sejam só para raparigas, mas a verdade é que quando queremos que eles comecem a ler, tentamos ir ao encontro daquilo que possam gostar, e parece-me normal escolher um livro em que o narrador é rapaz para os rapazes, e em que a narradora é rapariga para as raparigas.
Já aqui escrevi que os meus mais velhos andam todos entusiasmados com a leitura.
A do meio (que tem 7 quase 8) iniciou-se com o livro "Diário da Ema" (que, para quem não sabe, é o seu nome). Leu o primeiro volume há uns tempos, com muitas paragens pelo meio, claro, mas foi o seu primeiro livro "a sério". Entretanto em Janeiro nos anos da mais nova, oferecemos-lhe o segundo volume (sim, cá em casa quem faz anos oferece um pequeno presente aos irmãos).
E resolvi fazer o mesmo que faço com os vídeos de youtube que eles gostam de ver - resolvi folhear e ler um bocado para ver do que se trata.
E, meus amigos, não gostei.
O livro é todo sobre uma suposta festa de ballet que vai haver, e a Ema passa as páginas todas do livro a queixar-se de diversas coisas: que não gosta do tema que a prof escolheu, que queria um vestido esvoaçante, divaga sobre quem será a bailarina principal, e destila ódio sobre a sua rival de estimação. Acaba por (spoiler alert) se chatear com a melhor amiga porque esta desiste do ballet e vai para a ginástica rítmica. Claro que o livro acaba com tudo bem, a rapariga arrepende-se das coisas más que pensa e faz, deve ficar amiga da rival e aceita a melhor amiga como ela é, mas caramba, tantas coisas que podiam estar naquelas páginas e só está o pior: a mesquinhez, a inveja, as queixinhas, a rivalidade que não é saudável.
Fui à biblioteca e trouxe-lhe O Diário de uma Totó, e é mais do mesmo, sendo que a totó nem sequer tem amigas (e o livro não era claramente para a idade dela, a personagem anda no 6º ano). Dramas do telemóvel que não é o último modelo, dramas das meninas populares do liceu, dramas de festas para as quais ninguém a convida.
Também espreitei o Diário de um Banana, que o mais velho devora em poucas horas, e o que leio não tem nada a ver. O Banana é um banana, sim, tem um rival no liceu, sim, mas os livros passam à volta de situações cómicas e insólitas que lhe acontecem, as birras irritantes do irmão mais novo, um ataque de gaivotas quando vão de viagem, peripécias a montar a árvore de Natal. Principalmente não se nota o tom de queixinhas do narrador, aquele tom de diário privado de miúda parva a achar o mundo um lugar injusto e a dizer mal dos outros, que foi o que encontrei nos livros "de meninas" que li.
Aos rapazes damos coisas fixes e divertidas para ler, porque havemos de dar livros sobre coisas mesquinhas às raparigas?
A minha do meio é bastante dada a dramas, mas nem ela achou muita piada.
Esquecemos os livros de capa cor-de-rosa, pelo menos durante um tempo.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

O reverso da medalha do post anterior

Ah e tal é muito giro ter os miúdos a ler. É.
No entanto, quando digo que se põe a ler em todas as ocasiões e em qualquer lado, digo mesmo em todas as ocasiões e em qualquer lado.
Sentados à porta dos quartos, casa de banho ou cozinha (tapando assim a entrada), no meio do corredor (tapando a passagem, claro está), à porta do elevador, nas horas em que queremos sair de casa, usando o livro como escudo quando não querem fazer as tarefas que lhes competem.
Tão giros que são, os meus pequenos leitores.


Post para reler no futuro (próximo) em que vão ser adolescentes parvos e vão estar agarrados ao telemóvel e não aos livros. Ui.... o meu coração já chora por antecipação...

segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Filho grande (por dentro)

Passada a tempestade vemos que se passaram dois meses em que ele superou em muito as nossas expectativas.
Ultrapassou os obstáculos sozinho, aprendeu a fazer tudo com a mão esquerda em menos de nada, raramente se queixou apesar de lhe custar muito não poder jogar futsal nem futebol na escola, não participar no corta-mato da escola, não ir à festa de lasertag do seu melhor amigo.
Foi um valente, e tendo em conta que às vezes faz mega fitas com coisinhas de nada, surpreendeu-nos com a sua capacidade de se superar.
Que se adapte assim às contrariedades da vida e tem tudo para ser um vencedor.
Para continuar a ser, aliás.

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Quase regresso à normalidade

Quase dois meses depois do meu rico filho se ter armado em macaco e dado um salto maior do que a perna (ou o braço, mais concretamente), hoje foi dia de finalmente se ver livre dos ferros que ajudaram a consolidar o osso.
A pergunta mais importante para ele era saber quando podia voltar a fazer desporto, e a resposta não podia ter sido melhor: hoje mesmo!
Foi uma fractura mesmo muito feia, partiu os dois ossos do antebraço, sendo que um deles ficou completamente fora do sítio. Demorou, mas hoje começa uma nova etapa.
E de repente parece que me tiraram um peso dos ombros.
(o meu menino está inteiro outra vez, yeaahh!)

terça-feira, 23 de outubro de 2018

A festa mais fixe

Pela primeira vez (claro) tinha marcado uma festa com antecedência.
Ia ser uma festa de futebol, com torneio por equipas, quem sabe coletes da decathlon e tudo, os amigos da escola, os do futsal, os primos, e mais quem fosse.
Com o braço partido, pois que saiu o plano furado.
Fizemos então a festa mais fixe de todos os tempos. Com os três melhores amigos e um primo fizemos uma festa-pijama.
Fomos primeiro ao cinema, depois encomendámos McDonalds cá para casa, jogaram Playstation até não poder mais e acamparam na sala.
Houve conversas de asneirada, houve puns (reais ou só a gozar, não sei), houve tentativas de fazer uma directa, houve ataques de riso (tantos!), mil histórias da escola (a maioria eu nem conhecia), e houve a ideia de estarem a viver um momento mesmo muito, muito fixe.
Não dormi nada de jeito, mas adorei vê-lo tão contente, ver a relação que eles têm, o papel que ele ocupa neste grupo, e também adorei fazermos por uma vez o papel dos pais fixolas que organizam cenas fixes!
Não se vão esquecer.

9 anos

Sou mãe de um miúdo fixe que fez 9 anos.
Um miúdo que é igual aos outros em tantas e tantas coisas, mas que é único e especial em tantas outras.

E é (ainda) tão meu!


segunda-feira, 1 de outubro de 2018

O momento em que o coração de uma mãe pára

Quando vê o filho deitado no chão aos gritos de terror, com um braço virado ao contrário.
A sensação é a de que tudo pára, fica o mundo em pausa, o meu filho está a sofrer, nada mais importa.

Foi uma brincadeira de miúdos que acabou mal. Foi um salto que não correu como esperado.
Foi depois uma viagem de ambulância (uma estreia para ambos), uma noite no SO (outra estreia), duas anestesias gerais (só para ele) e um osso colocado no lugar com a ajuda de pequenos ferros.

Agora são 4 semanas a aprender a fazer tudo com a mão esquerda, e outras tantas sem poder jogar futebol nem qualquer outro desporto (isto sim, vai ser o verdadeiro desafio).

Agora é tentar esquecer o som dos seus gritos e a sua cara de pânico a ver o braço dobrado onde não devia estar.
É uma imagem que me persegue quando fecho os olhos à noite (e a ele também, que eu sei).

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Ser mãe também é ser actriz

E organizar uma festa (minimamente) divertida com 25 crianças à mistura, quando tudo falha e só te apetece enfiar dentro da cama.

Sobrevivemos todos, e eles gostaram, que é o mais importante.

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Escrever

Recebeu um bloquinho e uma caneta colorida e vi-o a escrevinhar, muito concentrado. Achei sinceramente que estava a desenhar.
Há pouco folheei o bloco e estavam várias folhas escritas, com frases completas do que lhe vai na alma, sentimentos e desejos. E sem um erro.
O meu mais velho, o meu primeiro bebé, o meu filho que me espanta pela capacidade e rapidez na matemática, também gosta de escrever!!!
Estou que nem aguento, entre o orgulho e a estranheza de como estas coisas passam pela genética.
O meu filho que tão pouco tem de parecido comigo, consegue ser tão igual a mim!

terça-feira, 18 de outubro de 2016

7 anos

Fez o meu mais velho ontem.
Há 7 anos nasceu ele como pessoa, e nós como pais.
Há 7 anos que andamos nesta aventura da parentalidade, e que bom que tem sido.
Há 7 anos, ou pouco depois dele ter nascido, já tínhamos aprendido muitas coisas:
  • que nisto de ter filhos não há certos nem errados, que ninguém tem um conhecimento profundo que possa avaliar o nosso desempenho e apontar o que fazemos mal ou bem... pois para o mal e para o bem ninguém tem um filho como o nosso
  • que as pessoas falam, falam, falam demais, mandam bitaites, emitem opiniões, falam de barriga cheia como se fossem donas da razão e metem-se onde não são chamadas
  • que no meio dessas pessoas há algumas que têm coisas importantes e dicas que devemos ouvir - temos de escolhe-las a dedo e tê-las por perto, e ignorar tudo o resto
  • que isto de ser mãe não tem nada a ver com ser tia, fazer babysitting, ter um curso de educadora ou saber imenso de bebés. E que às vezes até atrapalha.
  • que a privação do sono é lixada, que não foi usada como tortura por acaso, que nos faz sentir à beira da loucura e até cometer algumas loucuras mesmo.
  • que a noite é longa, longa, longa, mas com o nascer do dia tudo melhora.
  • que amamentar não emagrece. Tal como há pessoas que engordam só de olhar a montra dos bolos, também as há que engordam - e muito! - estando a amamentar
  • que o medo e a culpa passam a fazer parte da nossa vida, e só temos de saber lidar com isso
  • que o nosso bebé pode ser totalmente diferente do que imaginámos, e ser tudo o que sonhámos ao mesmo tempo. E ainda melhor do que alguma vez ousámos desejar!
  • que o mais simples plano - vou acabar a torrada e tomar um duche, vou lavar os dentes e dormir, vou começar a jantar - pode e vai sair furado, alterado, modificado para sempre, tantas e tantas vezes que às tantas nem vale a pena planear seja o que for
  • que é impossível imaginar como foi possível viver tanto tempo, como conseguimos de facto viver plenamente e ser felizes - muito felizes mesmo! - sem aquele nico de gente existir
Parabéns a ele, miúdo mais giro do universo!
Parabéns a nós que temos a sorte de o ter na nossa vida.

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Filho mais giro de sempre

A propósito do feriado falei-lhes da implantação da República, e do fim da monarquia em Portugal.
Diz o meu mais velho, a propósito de D. Manuel II:
"oh mãe o D. Manuel II era neto do D. Luís??"

Nerd mais querido de sua mãe!

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Não é o grande irmão que olha para nós...

... Mas sim os nossos filhos.
Mesmo quando achamos que não.

A conversa no outro dia de manhã antes da escola foi sobre um anel que uso diariamente, aliás nunca o tiro, e que era da minha mãe (que também nunca o tirou desde que o recebeu).
Ela perguntou porque é que eu o usava e se era porque me lembrava a minha mãe.
Respondi que sim.
Comentário do mais velho:
"oh mãe, eu sei como é que foi. Depois da Teté morrer tu e as tuas irmãs espalharam tudo em cima da cama. Depois uma dizia que queria ficar com uma coisa e as outras diziam que sim. E quando não sabiam, tiravam à sorte. Foi assim, não foi, mãe?"

E foi. Foi mesmo assim.
Obviamente sem bulhas, sem discordâncias, tudo pacífico entre as três e com apontamentos de humor até, como não podia deixar de ser.
E o que mais me surpreendeu é que eu diria que eles não tinham visto nada, porque estivemos sempre à porta fechada.
Mas viram, e o mais importante, retiveram aquilo que viram, e nunca mais se esqueceram.
Que se lembrem sempre, e que sigam o exemplo quando for a sua vez de dividir as coisas.
Estão sempre a olhar para nós, nunca nos esqueçamos disso.

sábado, 24 de setembro de 2016

Sobre os TPC

Já muito se disse e muito se escreveu sobre a importância dos TPC (quer a sua presença quer a sua ausência) e os efeitos que tem na infância das nossas crianças.
Também eu mesma já deixei aqui algures a minha opinião sobre o assunto - sou contra, fiquei traumatizada com a quantidade de TPC que fiz na primária (eram mesmo às carradas).
No ano passado na primeira reunião perguntei logo qual a opinião do professor. Ah e tal, que os TPC dependem da capacidade de trabalho do grupo pois durante o dia têm de ir fazendo pausas e por isso às vezes ficam coisas para fazer em casa. Suspiro.
Foi um ano de TPC praticamente todos os dia, e bem me custou (a mim) adaptar a esta realidade...
Menos mal que o rapaz lá se orientou, e despachava a coisa em 15 minutos.
Este ano mudou de professora, e ficamos logo a saber que TPC só ao fim de semana e de vez em quando à 4ª feira.
Senhores, que alívio...
Os finais de dia são aproveitados para ir ao parque, em breve começa o futsal, e só de pensar que depois de os ir buscar não tenho de estar em stress de ir para casa para ele fazer os TPC até fico mais bem disposta.
Não há pachorra senhores, uma pessoa passa o dia a trabalhar, quer é estar com tempo de qualidade com os filhos quando chega a casa, não é a fazer cópias e contas com um enquanto a outra brinca sozinha ou está a chatear e a chamar a atenção...
Abençoada professora que o irá acompanhar até ao 4º ano!

segunda-feira, 28 de março de 2016

Este filho não é meu

Obrigado a deitar-se sem ter sono, mandei-o contar carneiros para adormecer.
Quando dei por ela estava a fazer contas mentalmente.
Em vez de apenas contar os carneiros que passam a vedação, vai que o rapaz os agrupa, adiciona e subtrai até se cansar.

(e eu não faço ideia se as contas estão certas. Detesto matemática!!!)

quarta-feira, 16 de março de 2016

Á-ona-á-ona-dê

Ando a ensinar-lhes aqueles jogos de mãos, mas já não me lembro de muitas músicas nem "coreografias".

Se tu visses o que eu vi - dó-mi-nó...

Eh pó e taitai-ê.... eh pó e taitai-ê.....

Quem me ajuda com mais??

É tão giro vê-los a fazer, todos entusiasmados e diferentes, claro.
Ele, todo competitivo, a querer fazer sempre mais rápido e cheio de força.
Ela, toda ritmo, e dança e graciosidade.

Também percebemos que ele já sabe o que são números pares e ímpares (no 1º ano? fico de boca aberta!), pelo que também se joga ao Par ao Ímpar.
E aos poucos começam a ter brincadeiras que não acabam com um a chorar. (ou que demoram um pouco mais a lá chegar, vá...)

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Filosofia para crianças

"Mãe, o que é que há mais no mundo: pessoas ou grãos de areia? "

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Mais gastos

Além das calças e sapatos, o meu rapaz também tem talento para gastar material escolar.
Já perdi a conta aos lápis, borrachas e lápis de cor que já gastou (até ao fim), estragou, partiu e perdeu.
E eu já tentei todas as abordagens a ver se o material dura mais tempo, mas não tenho sorte nenhuma.
O rapaz deve achar que é filho do Onassis.