O computador de casa esta prestes a dar o berro, pelo que temos de usar um antigo do trabalho, com teclado internacional.
Ficam avisados que os proximos posts serao sem acentos, nem c de cedilha, nem til.
(no teclado do computador actual do trabalho, que tambem e internacional, consigo fazer os acentos com uma combinacao de Alt e numeros, mas nesta nao consigo, nao sei porque...)
sexta-feira, 6 de julho de 2012
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Andante
Pois que quase dois meses depois de dar os seus primeiros passos, a nossa mais nova, finalmente, resolveu cortar amarras e lançar-se ao mundo pelo seu próprio pé.
Cada um com o seu ritmo e blá blá blá, mas eu já estava farta de lavar joelhos!
Bolas que estes meus filhos gatinham até à exaustão!
O mais velho já gatinhava em Junho, deu os primeiros passos em Dezembro e começou a andar 1 mês depois. Na altura eu estava já grávida, e com sinceridade, já não o podia ver a a arrastar-se em grande velocidade pelo chão de todo o lado.
Achava que essa minha irritação se devia à grande barriga que já carregava na altura, pois sejamos sinceros que andar dobrada o tempo todo nessa fase não é nada agradável.
Esta, em Dezembro começou a gatinhar, e até ao último domingo esse era o seu modo de locomoção.
7 meses a rastejar, bolas, bolas. Com 13 meses deu os seus primeiros passos, mas só agora, quase com 15 é que de facto começou a andar.
Cada dia dava mais um passo, até que no domingo ficou com os avós durante um bocadinho e quando chegámos o avô comentou que ela não tinha gatinhado mais.
E assim foi, nessa noite já andou por todo o lado, e assim tem sido desde então.
Finalmente! Tenho de o dizer! Mesmo sem gravidez já não podia com o pega, levanta, colo, gatinha, foge, mãos no chão, joelhos sujos, em casa, na rua, no café, e ela sempre a rastejar por todo o lado.
Mais uma fase que passou, menos um bocadinho de bebé cá em casa.
Temos miúda caminhante!
Cada um com o seu ritmo e blá blá blá, mas eu já estava farta de lavar joelhos!
Bolas que estes meus filhos gatinham até à exaustão!
O mais velho já gatinhava em Junho, deu os primeiros passos em Dezembro e começou a andar 1 mês depois. Na altura eu estava já grávida, e com sinceridade, já não o podia ver a a arrastar-se em grande velocidade pelo chão de todo o lado.
Achava que essa minha irritação se devia à grande barriga que já carregava na altura, pois sejamos sinceros que andar dobrada o tempo todo nessa fase não é nada agradável.
Esta, em Dezembro começou a gatinhar, e até ao último domingo esse era o seu modo de locomoção.
7 meses a rastejar, bolas, bolas. Com 13 meses deu os seus primeiros passos, mas só agora, quase com 15 é que de facto começou a andar.
Cada dia dava mais um passo, até que no domingo ficou com os avós durante um bocadinho e quando chegámos o avô comentou que ela não tinha gatinhado mais.
E assim foi, nessa noite já andou por todo o lado, e assim tem sido desde então.
Finalmente! Tenho de o dizer! Mesmo sem gravidez já não podia com o pega, levanta, colo, gatinha, foge, mãos no chão, joelhos sujos, em casa, na rua, no café, e ela sempre a rastejar por todo o lado.
Mais uma fase que passou, menos um bocadinho de bebé cá em casa.
Temos miúda caminhante!
Cena fixe
Acordam os dois da sesta cá em casa, e começam a rir um com o outro, um do outro, sei lá.
Ele diz um disparate, e ela ri a bandeiras despregadas.
Ela entoa uma canção, depois cantam os dois, e depois riem, riem, riem - e eu cá de fora vou às lágrimas com tanta gargalhada, com esta cumplicidade.
E é por isto, entre outras coisas, que mesmo que tivesse outro quarto disponível (que não tenho), os deixava a dormir no mesmo quarto pelo menos durante os primeiros anos.
E ainda está para vir a altura em que os deitamos ao mesmo tempo e eles ficam na conversa, a aparvalhar, com ataques de riso, e fazer-nos ir lá à porta dizer "Meninos, pouco barulho! Toca a dormir! Não quero ouvir nem mais um piu!" (adorava esta do piu, bastava ouvir para redobrar o ataque de riso).
Mesmo fixe ter um irmão7irmã com quem dividir o quarto que alinha na parvalheira ao acordar/antes de dormir.
Ele diz um disparate, e ela ri a bandeiras despregadas.
Ela entoa uma canção, depois cantam os dois, e depois riem, riem, riem - e eu cá de fora vou às lágrimas com tanta gargalhada, com esta cumplicidade.
E é por isto, entre outras coisas, que mesmo que tivesse outro quarto disponível (que não tenho), os deixava a dormir no mesmo quarto pelo menos durante os primeiros anos.
E ainda está para vir a altura em que os deitamos ao mesmo tempo e eles ficam na conversa, a aparvalhar, com ataques de riso, e fazer-nos ir lá à porta dizer "Meninos, pouco barulho! Toca a dormir! Não quero ouvir nem mais um piu!" (adorava esta do piu, bastava ouvir para redobrar o ataque de riso).
Mesmo fixe ter um irmão7irmã com quem dividir o quarto que alinha na parvalheira ao acordar/antes de dormir.
domingo, 1 de julho de 2012
Aderi à moda...
... dos carrinhos das compras para a praia.
Estou fã.
No ano passado a minha cunhada topou um grupo de amigas mães todas com este tipo de carrinho de compras na praia, e ficou a ideia. Depois disso comecei a reparar e são várias as mães que se encontram por aí com esta solução.
Este ano ela encontrou uns bem giros no continente,e eu não demorei muito a ir buscar o meu (lindo de morrer, cor-de-rosa choque com bolas brancas).
Permite guardar tudo num mesmo saco, não magoa os ombros nem as mãos e ficamos com uma mão livre para dar colo/dar a mão a uma das crias.A s rodas são grandes, e rolam muito bem na areia..
Toalhas, mudas de roupa, fraldas, lancheira, bolsa dos cremes, até o guarda-sol vai lá dentro.
Ponto negativo: ao ser um saco "na vertical", por vezes acontece termos de tirar tudo para chegar a algo que esteja no fundo.
Saldo mais do que positivo. Recomendo.
(imagem sacada da net)
Estou fã.
No ano passado a minha cunhada topou um grupo de amigas mães todas com este tipo de carrinho de compras na praia, e ficou a ideia. Depois disso comecei a reparar e são várias as mães que se encontram por aí com esta solução.
Este ano ela encontrou uns bem giros no continente,e eu não demorei muito a ir buscar o meu (lindo de morrer, cor-de-rosa choque com bolas brancas).
Permite guardar tudo num mesmo saco, não magoa os ombros nem as mãos e ficamos com uma mão livre para dar colo/dar a mão a uma das crias.A s rodas são grandes, e rolam muito bem na areia..
Toalhas, mudas de roupa, fraldas, lancheira, bolsa dos cremes, até o guarda-sol vai lá dentro.
Ponto negativo: ao ser um saco "na vertical", por vezes acontece termos de tirar tudo para chegar a algo que esteja no fundo.
Saldo mais do que positivo. Recomendo.
(imagem sacada da net)
sábado, 30 de junho de 2012
Adoro o Verão
Hoje o dia foi de praia, sardinhada, sesta, mais praia e depois arraial com bifanas, sangria e até bailarico.
E eu só pergunto como, mas como, é que há pessoas que preferem o Inverno?
E eu só pergunto como, mas como, é que há pessoas que preferem o Inverno?
sexta-feira, 29 de junho de 2012
quinta-feira, 28 de junho de 2012
O post do dia
Sobre o Euro 2012, claro.
No início do campeonato comentei que algo se quebrara cá dentro com a derrota do Euro 2004. Que depois disso não tinha voltado a acreditar na selecção da mesma maneira, com aquela fé.
Ontem, sou sincera, voltei a acreditar.
Que íamos ganhar o Euro 2012? Não.
Mas que iríamos à final, sem dúvida.
Ca ganda balde de água fria... isso é que foi.
O futebol não é tudo, que não é, mas bolas, mexe com a nossa vida de uma forma única.
Une as pessoas. Faz mexer a economia. Promove os encontros.
Cá em casa, que somos de diferentes cores clubísticas, estes momentos da selecção ainda ganham mais sabor - por fim, ambos a torcer pela mesma equipa caramba! E o que eu gosto de podermos gritar GOLOOOO em uníssono!
Mas pronto, em 2014 é que vai ser!
(sim, eu acredito!)
No início do campeonato comentei que algo se quebrara cá dentro com a derrota do Euro 2004. Que depois disso não tinha voltado a acreditar na selecção da mesma maneira, com aquela fé.
Ontem, sou sincera, voltei a acreditar.
Que íamos ganhar o Euro 2012? Não.
Mas que iríamos à final, sem dúvida.
Ca ganda balde de água fria... isso é que foi.
O futebol não é tudo, que não é, mas bolas, mexe com a nossa vida de uma forma única.
Une as pessoas. Faz mexer a economia. Promove os encontros.
Cá em casa, que somos de diferentes cores clubísticas, estes momentos da selecção ainda ganham mais sabor - por fim, ambos a torcer pela mesma equipa caramba! E o que eu gosto de podermos gritar GOLOOOO em uníssono!
Mas pronto, em 2014 é que vai ser!
(sim, eu acredito!)
Não sei mesmo o que isto quer dizer...
... mas o Tê encontrou hoje uma moeda de 100 pesetas à porta do nosso prédio.
terça-feira, 26 de junho de 2012
No, thanks
Recebi hoje o catalogo de inverno de uma conhecida marca de roupa.
Vai ficar fechadinho ate Outubro, no minimo.
Vai ficar fechadinho ate Outubro, no minimo.
domingo, 24 de junho de 2012
Esta não me lembro de acontecer
Não pudemos ir à praia hoje porque... não cabíamos.
Juro.
Chegámos à Parede: maré cheia e areia cheia também.
Ainda perguntámos ao nadador-salvador mas a maré ainda ia encher mais, pelo que ficar na pequena língua de areia entre os pés das pessoas e o mar estava fora de questão. A areia também parecia continuar a encher. Olhámos, procurámos e nada, nem um espacinho livre para o nosso guarda sol.
Em Carcavelos, nem chegámos a estacionar - o Tê foi lá espreitar e disse que estava igual - um longo areal cheio até mais não.
Fomos para o parque.
Estendi-me na manta, respirei fundo, e esteve-se muito bem.
Na Holanda substituí o prazer da praia (onde fomos 3 ou 4 vezes) pelo prazer de estar deitada no parque a olhar para a copa das árvores a mexer com o vento.
Não é a mesma coisa, mas foi um óptimo fim de domingo.
Juro.
Chegámos à Parede: maré cheia e areia cheia também.
Ainda perguntámos ao nadador-salvador mas a maré ainda ia encher mais, pelo que ficar na pequena língua de areia entre os pés das pessoas e o mar estava fora de questão. A areia também parecia continuar a encher. Olhámos, procurámos e nada, nem um espacinho livre para o nosso guarda sol.
Em Carcavelos, nem chegámos a estacionar - o Tê foi lá espreitar e disse que estava igual - um longo areal cheio até mais não.
Fomos para o parque.
Estendi-me na manta, respirei fundo, e esteve-se muito bem.
Na Holanda substituí o prazer da praia (onde fomos 3 ou 4 vezes) pelo prazer de estar deitada no parque a olhar para a copa das árvores a mexer com o vento.
Não é a mesma coisa, mas foi um óptimo fim de domingo.
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Cadeira junior
Há um tempo fiz aqui um post sobre o facto de se irem desvanecendo as marcas de quem tem 2 bebés em casa: a passagem dela para o quarto que agora é dos dois, a arrumação do parque, e também o facto de termos arrumado uma das cadeiras da papa (das que se penduram na mesa, ficou só a grande que tem tabuleiro à frente).
Nessa altura passámos a mais nova para a cadeira da papa grande e ele passou a jantar à mesa.
Não resultou muito bem.
Tentámos colocar alguma coisa na cadeira para ficar mais alto, acaba sempre por escorregar. Tentámos que ele ficasse de joelhos, mas às vezes com o cansaço acabava por se sentar e ficar com a mesa à altura do queixo.
Da última vez que fomos ao Ikea trouxemos uma cadeira destas - não é cadeirinha de bebé, é uma cadeira normal, apenas mais alta.
Estamos fãs.
O rapaz fica sentado à mesa direito, não sai com tanta facilidade (apesar de conseguir subir e descer sozinho) e até parece que come melhor, na posição certa, de costas direitas.
Ele também gostou bastante, e sente-se muito bem lá.
A cadeira não é super barata, mas é bem feita, sólida, e não se vira quando ele sobe e desce sozinho.
Não sei quanto tempo vai durar para ele, mas tendo em conta que depois ainda serve à irmã, foi um bom investimento.
Nessa altura passámos a mais nova para a cadeira da papa grande e ele passou a jantar à mesa.
Não resultou muito bem.
Tentámos colocar alguma coisa na cadeira para ficar mais alto, acaba sempre por escorregar. Tentámos que ele ficasse de joelhos, mas às vezes com o cansaço acabava por se sentar e ficar com a mesa à altura do queixo.
Da última vez que fomos ao Ikea trouxemos uma cadeira destas - não é cadeirinha de bebé, é uma cadeira normal, apenas mais alta.
Estamos fãs.
O rapaz fica sentado à mesa direito, não sai com tanta facilidade (apesar de conseguir subir e descer sozinho) e até parece que come melhor, na posição certa, de costas direitas.
Ele também gostou bastante, e sente-se muito bem lá.
A cadeira não é super barata, mas é bem feita, sólida, e não se vira quando ele sobe e desce sozinho.
Não sei quanto tempo vai durar para ele, mas tendo em conta que depois ainda serve à irmã, foi um bom investimento.
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Orgulho
O meu mais velho sabe cantar o hino (quase todo).
A mais nova também dá uns acordes, e dança o hino na perfeição.
Temos tugas!
A mais nova também dá uns acordes, e dança o hino na perfeição.
Temos tugas!
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Good girl
Hoje passei duas vezes (2!) em frente ao Santini e não comi nenhum gelado.
Ponto para mim.
Ponto para mim.
Depois das férias...
... e com este tempo... só me falta a campanha do Regresso às Aulas do Continente.
Que deprimente.
Que deprimente.
segunda-feira, 18 de junho de 2012
sábado, 16 de junho de 2012
O declínio
Percebemos que já não vamos para novas (mesmo!) quando recebemos, no meio de todos os e-mails, uma publicidade a cuecas de incontinência (aka fraldas para adultos).
Com direito a envio de amostra grátis e tudo.
É o princípio do fim. A partir de aqui será sempre a descer.
Quanto tempo tempo até ao envio gratuito de uma pomada para as cruzes ou para fixar a placa?
Com direito a envio de amostra grátis e tudo.
É o princípio do fim. A partir de aqui será sempre a descer.
Quanto tempo tempo até ao envio gratuito de uma pomada para as cruzes ou para fixar a placa?
JA
Acabo de ver um programa de culinária do José Avilez.
Gostei bastante.
Boa dinâmica, boa comunicação, com truques de cozinha (daqueles que dão jeito saber e podemos usar no dia a dia), e os pratos* pareceram-me bastante bem.
A ver se percebo quando dá, porque não é sempre que eu gosto de programas de culinária portugueses (e isto, dito por mim, é profundamente irónico, e eu um dia explico porquê).
(lascas de bacalhau confitado com migas de alheira, broa e grelos e salada de fruta caramelizada)
Gostei bastante.
Boa dinâmica, boa comunicação, com truques de cozinha (daqueles que dão jeito saber e podemos usar no dia a dia), e os pratos* pareceram-me bastante bem.
A ver se percebo quando dá, porque não é sempre que eu gosto de programas de culinária portugueses (e isto, dito por mim, é profundamente irónico, e eu um dia explico porquê).
(lascas de bacalhau confitado com migas de alheira, broa e grelos e salada de fruta caramelizada)
Pais de 2
Fomos a um arraial aqui perto, com alguns amigos.
Passámos o tempo, claro, atrás dos miúdos. O mais velho quis levar a bicicleta (a sua nova paixão), a mais nova cheia de sono, toma lá isto, veste o casaco, corre atrás, passa a miúda que eu quero comer caldo verde, toma lá o rapaz que quer fazer xixi, etc.
Encontrei uma querida amiga, ex-colega de escola que é também cunhada da minha irmã, sentada à mesa com o marido e uns amigos, pratos de caracóis e imperiais em cima da mesa, no maior relax.
Ora, esta minha amiga tem, nem mais nem menos, do que 4 filhos (de 9, 7, 5 e 1 ano).
Perguntei por eles, se teriam ficado com os avós, uma vez que os via ali tão relaxados.
Que não, respondeu ela, os miúdos andam por aí.
O truque? Uns tomam conta dos outros.
E lá andavam os 4, cada um para seu lado e a mais nova na cadeirinha de mão em mão, e eles limitam-se a controlar de vez em quando e a fazer a chamada.
De facto, se não for assim, os pais não fazem mesmo mais nada.
Eu e o Tê temos muito que aprender. Nestas coisas da parentalidade ainda somos mesmo tenrinhos.
Passámos o tempo, claro, atrás dos miúdos. O mais velho quis levar a bicicleta (a sua nova paixão), a mais nova cheia de sono, toma lá isto, veste o casaco, corre atrás, passa a miúda que eu quero comer caldo verde, toma lá o rapaz que quer fazer xixi, etc.
Encontrei uma querida amiga, ex-colega de escola que é também cunhada da minha irmã, sentada à mesa com o marido e uns amigos, pratos de caracóis e imperiais em cima da mesa, no maior relax.
Ora, esta minha amiga tem, nem mais nem menos, do que 4 filhos (de 9, 7, 5 e 1 ano).
Perguntei por eles, se teriam ficado com os avós, uma vez que os via ali tão relaxados.
Que não, respondeu ela, os miúdos andam por aí.
O truque? Uns tomam conta dos outros.
E lá andavam os 4, cada um para seu lado e a mais nova na cadeirinha de mão em mão, e eles limitam-se a controlar de vez em quando e a fazer a chamada.
De facto, se não for assim, os pais não fazem mesmo mais nada.
Eu e o Tê temos muito que aprender. Nestas coisas da parentalidade ainda somos mesmo tenrinhos.
Mega piquenique
Fomos ao famoso Mega Pic Nic no Terreiro do Paço.
Que grande flop.
Achava que além de ver os animais, íamos poder fazer as compras da semana directamente aos produtores. Não.
Havia uma data de "hortas" improvisadas, mas só para olhar. Nada para comprar.
Vimos animais, sim senhora, e o mais velho gostou.
Mas nem sequer havia um sítio de jeito para fazer, de facto, um piquenique (ou então nós não vimos).
Não percebo de que modo é que ajudamos a produção nacional com este tipo de evento.
A não repetir.
Que grande flop.
Achava que além de ver os animais, íamos poder fazer as compras da semana directamente aos produtores. Não.
Havia uma data de "hortas" improvisadas, mas só para olhar. Nada para comprar.
Vimos animais, sim senhora, e o mais velho gostou.
Mas nem sequer havia um sítio de jeito para fazer, de facto, um piquenique (ou então nós não vimos).
Não percebo de que modo é que ajudamos a produção nacional com este tipo de evento.
A não repetir.
sexta-feira, 15 de junho de 2012
quinta-feira, 14 de junho de 2012
O 1º do ano
Mergulho.
Sempre especial.
Na praia da Parede, claro, a minha praia do coração.
E como hoje choveu de manhã, a praia estava vazia, linda, parecia que estava mesmo à nossa espera.
As crianças brincaram à vontade sem perigo de se perderem, eu caminhei (para trás e para a frente que a praia é pequena, já se sabe), estive estendida na toalha, fizemos castelos (nestes primeiros dias eles nem precisam de brinquedos, a areia é diversão suficiente), e abrimos oficialmente a nossa época balnear.
Do melhor.
Adoro praia. Mesmo.
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Museu do Brinquedo
Fomos os 4.
Mais parecia o museu da tortura, tanto brinquedo e eles sem poder tocar em nada.
A ela passou-lhe tudo ao lado, claro, mas ele esteve sempre a pedir para abrir as vitrinas para brincar com o que lá havia.
Eu por mim, tinha aberto.
Tantas coisas giras, giras :)
Mais parecia o museu da tortura, tanto brinquedo e eles sem poder tocar em nada.
A ela passou-lhe tudo ao lado, claro, mas ele esteve sempre a pedir para abrir as vitrinas para brincar com o que lá havia.
Eu por mim, tinha aberto.
Tantas coisas giras, giras :)
Filho único
Ontem ele adormeceu à tarde antes dela, deixando-a sozinha com o pai e a mãe só para ela. Adorou, toda ela eram risinhos, abracinhos, brincadeiras ora com um ora com outro, feliz com a exclusividade de tempo de ambos para ela.
Hoje fomos a uma festarola com parque de diversões, jantar e andar de carrossel, e decidimos deixa-la com os avós, já que não ia andar de carrossel nem aproveitar seja o que for, além de que está frio e vento de noite. Ele ficou feliz (se bem que lhe fez confusão deixar a irmã, e pediu-lhe um Hi 5 antes de ir embora - achei um piadão), mas portou-se super bem, andou pela feira de mão dada com os dois, esteve sentado à mesa à conversa connosco, feliz com a atenção toda para ele.
Já tinha visto que a Cocó tem o hábito de fazer o dia do filho único - um dia por mês em que vão almoçar e/ou fazer um programa apenas com 1 dos filhos.
Parece-me uma boa ideia, a adoptar daqui a uns tempos.
(e o fácil que é andar de um lado para outro só com 1 filho eh eh eh - super fácil! - mas só nos apercebemos disso quando temos mais, já se sabe...)
Hoje fomos a uma festarola com parque de diversões, jantar e andar de carrossel, e decidimos deixa-la com os avós, já que não ia andar de carrossel nem aproveitar seja o que for, além de que está frio e vento de noite. Ele ficou feliz (se bem que lhe fez confusão deixar a irmã, e pediu-lhe um Hi 5 antes de ir embora - achei um piadão), mas portou-se super bem, andou pela feira de mão dada com os dois, esteve sentado à mesa à conversa connosco, feliz com a atenção toda para ele.
Já tinha visto que a Cocó tem o hábito de fazer o dia do filho único - um dia por mês em que vão almoçar e/ou fazer um programa apenas com 1 dos filhos.
Parece-me uma boa ideia, a adoptar daqui a uns tempos.
(e o fácil que é andar de um lado para outro só com 1 filho eh eh eh - super fácil! - mas só nos apercebemos disso quando temos mais, já se sabe...)
terça-feira, 12 de junho de 2012
Primeiro foi no correio de casa...
... e agora também no e-mail: é quase só publicidade.
Entre sites de descontos, marcas de roupa online, programas culturais de diversos locais, ofertas de emprego e propostas de cursos tenho a caixa cheia todo o santo dia, e poucos são os e-mails escritos de facto, por pessoas.
O e-mail escrito pessoalmente, como a carta escrita à mão, está a cair em desuso.
Entre sites de descontos, marcas de roupa online, programas culturais de diversos locais, ofertas de emprego e propostas de cursos tenho a caixa cheia todo o santo dia, e poucos são os e-mails escritos de facto, por pessoas.
O e-mail escrito pessoalmente, como a carta escrita à mão, está a cair em desuso.
segunda-feira, 11 de junho de 2012
O orçamento das férias...
... ficou hoje no Ikea.
Andamos sempre a adiar, a adiar, mas não podemos continuar a viver como se amanhã fossemos mudar de casa outra vez.
Assim: o quarto das crianças já tem arrumação para brinquedos e livros, trouxemos também as cortinas para o nosso quarto e para a sala (não gostei de nenhumas para o quarto deles que eram as mais importantes, mas pronto), almofadas para a sala que não gritam umas com as outras (ainda tínhamos as da Holanda que não tinham nada a ver com o resto da sala - nada a ver mesmo!), e claro aquelas pequenas coisas a que nunca se resiste - velas, guardanapos, um banquinho para eles, and so on.
E em menos de nada se gasta uma pequena fortuna.
Menos mal que moramos a 5 minutos da praia, e fazer férias em casa não é de todo um sacrifício.
Andamos sempre a adiar, a adiar, mas não podemos continuar a viver como se amanhã fossemos mudar de casa outra vez.
Assim: o quarto das crianças já tem arrumação para brinquedos e livros, trouxemos também as cortinas para o nosso quarto e para a sala (não gostei de nenhumas para o quarto deles que eram as mais importantes, mas pronto), almofadas para a sala que não gritam umas com as outras (ainda tínhamos as da Holanda que não tinham nada a ver com o resto da sala - nada a ver mesmo!), e claro aquelas pequenas coisas a que nunca se resiste - velas, guardanapos, um banquinho para eles, and so on.
E em menos de nada se gasta uma pequena fortuna.
Menos mal que moramos a 5 minutos da praia, e fazer férias em casa não é de todo um sacrifício.
domingo, 10 de junho de 2012
Não estranhem a ausência...
... porque estou de férias esta semana.
Há lá coisa melhor que esta época do ano?
Os dias compridos, o tempo a aquecer, as primeiras idas à praia, os santos populares, as sardinhas... e férias, claro!
Que nem ginjas!
Há lá coisa melhor que esta época do ano?
Os dias compridos, o tempo a aquecer, as primeiras idas à praia, os santos populares, as sardinhas... e férias, claro!
Que nem ginjas!
quinta-feira, 7 de junho de 2012
terça-feira, 5 de junho de 2012
De mal a pior
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Típico meu
Fui comprar uns sapatos, comprei 2 fatos de banho.
Os sapatos ficaram para quando for comprar fruta, ou livros, quem sabe.
Os sapatos ficaram para quando for comprar fruta, ou livros, quem sabe.
domingo, 3 de junho de 2012
Rock in casa
Acho uma cena muito fixe a Sic (Radical e Mulher) passar os concertos do Rock in Rio em directo.
Não tenho especial afeição por nenhuma das bandas que lá foi/vai e por isso não paguei bilhete para ir, mas gostei de ir vendo os concertos nestes dias.
(post escrito ao som dos Xutos)
Não tenho especial afeição por nenhuma das bandas que lá foi/vai e por isso não paguei bilhete para ir, mas gostei de ir vendo os concertos nestes dias.
(post escrito ao som dos Xutos)
Telefone esperto
O presente que o Tê me ofereceu "de surpresa" foi um telemóvel novo, aka smartphone.
Não foi surpresa porque o meu telemóvel antigo - um Nokia Xpress Music que era fantástico não fosse o facto de ter perdido 3 teclas ao fim de 1 mês e partido o ecrã pouco depois. Foram 2 anos a ver fotos e mms divididas ao meio, mas pronto. O pior foi que já tinha morrido e ressuscitado várias vezes, e com a aproximação do meu aniversário, foi a dica perfeita.
A surpresa deveu-se ao facto de, com a operação na semana anterior aos meus anos, fiquei mesmo convencida que não iria ter presente no dia. O Tê ligou-me antes de sair do escritório todo desconsolado de não ter nada para mim, e eu disse para ele me trazer flores.
Quando chegou vinha com as flores e um embrulho na mão (sem publicidade) e disse que na florista lhe tinham perguntado se queria levar um brinde surpresa por mais 1 euro. Eu acreditei, claro, tal era a descontracção dele, e cheia de curiosidade de ver qual era o brinde... quando abri é que vi que era o meu telemóvel novo, todo giro, que afinal chegava a tempo dos meus anos.
Um fofuxo, o meu Tê...
Por isso agora sou aquela croma que demora horas a escrever uma sms, que perdeu uma data de contactos na passagem de um telemóvel a outro, que anda a tentar perceber como funciona o alarme ou a câmara.
Mas estou muito contente, tiro fotos todas cromas, tenho 1001 aplicações, arrasto os icons de trás para a frente e até consigo fazer (e receber) chamadas!
Eu, tecnológica!
Não foi surpresa porque o meu telemóvel antigo - um Nokia Xpress Music que era fantástico não fosse o facto de ter perdido 3 teclas ao fim de 1 mês e partido o ecrã pouco depois. Foram 2 anos a ver fotos e mms divididas ao meio, mas pronto. O pior foi que já tinha morrido e ressuscitado várias vezes, e com a aproximação do meu aniversário, foi a dica perfeita.
A surpresa deveu-se ao facto de, com a operação na semana anterior aos meus anos, fiquei mesmo convencida que não iria ter presente no dia. O Tê ligou-me antes de sair do escritório todo desconsolado de não ter nada para mim, e eu disse para ele me trazer flores.
Quando chegou vinha com as flores e um embrulho na mão (sem publicidade) e disse que na florista lhe tinham perguntado se queria levar um brinde surpresa por mais 1 euro. Eu acreditei, claro, tal era a descontracção dele, e cheia de curiosidade de ver qual era o brinde... quando abri é que vi que era o meu telemóvel novo, todo giro, que afinal chegava a tempo dos meus anos.
Um fofuxo, o meu Tê...
Por isso agora sou aquela croma que demora horas a escrever uma sms, que perdeu uma data de contactos na passagem de um telemóvel a outro, que anda a tentar perceber como funciona o alarme ou a câmara.
Mas estou muito contente, tiro fotos todas cromas, tenho 1001 aplicações, arrasto os icons de trás para a frente e até consigo fazer (e receber) chamadas!
Eu, tecnológica!
sexta-feira, 1 de junho de 2012
34 anos e 24 horas mais coisa, menos coisa
Foi um bom dia de anos, nada de especial, mas sempre a melhorar.
Pela 2ª vez na vida passei-o a trabalhar (a 1ª foi aos 32, nada mau), pelo que o passei sozinha, sendo que este ano com tantos colegas novos ninguém sequer sabia que eu fazia anos (mas eu fiz questão de dizer a alguns, se não até se torna estranho).
Depois o dia foi melhorando a partir das 16h30.
Fui buscar as crias e a progenitora, que me tinha feito um jantar especial - as mães servem para isso mesmo disse ela, já fico a saber - viemos para casa brincar e preparar as coisas, chegou o Tê com o sobrinho para se juntar à brincadeira. Fizemos piqueniques no quarto, na varanda e também em cima da minha cama.
Juntou-se o resto da família, pai, sogros, cunhados, irmã e companhia, recebi presentes, tive um presente surpresa do Tê (quem nos conhece sabe que somos o casal menos surpresa que pode haver, mas foi muito giro, dp faço post), acho que jantámos todos muito bem (sendo que eu mesma cozinhei um total de 0 coisas para este jantar), houve bolo de chocolate, morangos e gelado de frutos vermelhos, houve criançada a correr e a brincar pela casa toda até caírem de podres...
E eu acabei a noite depois de todos irem embora, a beber o resto da garrafa de espumante, na espreguiçadeira da varanda, a sentir o fresco da noite a chegar depois da caloraça que se fez sentir todo o dia.
Do melhor.
Enterrei a Idade de Cristo, entrei na Idade da Sabedoria*.
Venha ela!
*Nome dado, sem querer, pela Tella, quando completou 34 anos.
** Nota para a Mary de 2013: deixa-te de tretas e passa mas é a usar 2 velas, cada uma com um número, em vez de 1 vela por cada ano como tens feito questão de fazer até aqui. É que já começa a ser uma questão de segurança, tanta vela em cima do bolo.
quarta-feira, 30 de maio de 2012
34 anos e 1 hora
E este dia de anos já começou de maneira diferente.
Além de estar com a maior borbulha de todos os tempos (enfim, nem vou tecer comentários), comecei o dia dos meus anos a enviar uma sms a dar os parabéns ao meu querido sobrinho gémeo, que faz hoje 1 ano.
E aqui fica a promessa de repetir esta sms de parabéns à meia-noite para o resto da vida, no dia dos nossos anos, boa?
(de resto não se passou mais nada de especial neste meu dia de anos, mas também ainda é só 1h da manhã)
Além de estar com a maior borbulha de todos os tempos (enfim, nem vou tecer comentários), comecei o dia dos meus anos a enviar uma sms a dar os parabéns ao meu querido sobrinho gémeo, que faz hoje 1 ano.
E aqui fica a promessa de repetir esta sms de parabéns à meia-noite para o resto da vida, no dia dos nossos anos, boa?
(de resto não se passou mais nada de especial neste meu dia de anos, mas também ainda é só 1h da manhã)
E na véspera de fazer 34 anos
(34??? eu? 34? Ui!)
Seria de esperar que a minha preocupação dermatológica fosse dedicada às rugas e/ou pés de galinha e coisas que tais, que preocupam as pessoas com 34 (34?) anos.
Mas não.
Aos 34, como aos 17, a minha preocupação são as borbulhas.
O acne juvenil (e quase adulto também, está visto) em toda a sua pujança.
Vou estar muito gira no dia dos meus anos.
Espero que o dom da maquilhagem perfeita se apodere de mim amanhã, ou não vai haver fotos para ninguém.
Ai hormonas, hormonas, haja paciência...
Seria de esperar que a minha preocupação dermatológica fosse dedicada às rugas e/ou pés de galinha e coisas que tais, que preocupam as pessoas com 34 (34?) anos.
Mas não.
Aos 34, como aos 17, a minha preocupação são as borbulhas.
O acne juvenil (e quase adulto também, está visto) em toda a sua pujança.
Vou estar muito gira no dia dos meus anos.
Espero que o dom da maquilhagem perfeita se apodere de mim amanhã, ou não vai haver fotos para ninguém.
Ai hormonas, hormonas, haja paciência...
terça-feira, 29 de maio de 2012
Saudades
Dos meus filhos, que estão nos avós há dias, até o Tê se recuperar completamente.
No princípio, juro, é na boa, sou super cool, super moderna, prá frentex como se dizia nos 80's.
Mas depois da 1ª noite, please, já estou mais para lá do que para cá, a hiperventilar de saudades.
Ainda quando sou eu a ir passear ainda vá, mas agora assim, a casa vazia... not good.
Eles? Na boa.
Eu? De rastooooos.
Isto depois passa, certo?
Eu não vou ser daquelas mães irritantes que andam atrás dos filhos adolescentes, pois não?
É que já me estou a ver... (que vergonha...)
No princípio, juro, é na boa, sou super cool, super moderna, prá frentex como se dizia nos 80's.
Mas depois da 1ª noite, please, já estou mais para lá do que para cá, a hiperventilar de saudades.
Ainda quando sou eu a ir passear ainda vá, mas agora assim, a casa vazia... not good.
Eles? Na boa.
Eu? De rastooooos.
Isto depois passa, certo?
Eu não vou ser daquelas mães irritantes que andam atrás dos filhos adolescentes, pois não?
É que já me estou a ver... (que vergonha...)
domingo, 27 de maio de 2012
Emigração
Apanhámos o fim de uma reportagem na TVI24 sobre a emigração para a Suíça, em que aparecia um emigrante acabado de chegar, com 60 euros no bolso e a falar apenas português.
Aquele momento, em que pisa o solo do novo país, de mala na mão, a pensar "e agora?".
Impossível não nos lembrarmos na nossa própria chegada à Holanda, numa situação completamente (mesmo!) diferente, mas ainda assim com uma sensação muito semelhante à chegada.
E com toda a sinceridade vos digo que se não tivéssemos voltado em 2008, provavelmente não o faríamos mais.
Como as coisas estão por cá, tenho quase a certeza que não nos íamos meter nessa aventura tão cedo.
Aquele momento, em que pisa o solo do novo país, de mala na mão, a pensar "e agora?".
Impossível não nos lembrarmos na nossa própria chegada à Holanda, numa situação completamente (mesmo!) diferente, mas ainda assim com uma sensação muito semelhante à chegada.
E com toda a sinceridade vos digo que se não tivéssemos voltado em 2008, provavelmente não o faríamos mais.
Como as coisas estão por cá, tenho quase a certeza que não nos íamos meter nessa aventura tão cedo.
Da roupa emprestada
Acho que já aqui referi que 90% da roupa dos meus filhos é emprestada (vantagens de ter uma família grande, e também bons amigos, que sabem que eu aceito).
Na 2ª feira passada estive a arrumar a roupa do mais velho.
Demorei aí 1 hora a retirar tudo das gavetas e armário, escolher o que é de inverno, saco para emprestar ao sobrinho para um lado, caixa com roupa para 2013 para outro, e a tirar o que é de verão da caixa correspondente. Pelo meio ainda tive um episódio com a mais nova, que decidiu tirar tudo o que eu tinha arrumado do armário, mas no total foi 1 hora dedicada a isto.
Ontem, uma vez que o Tê ainda está em recuperação e as crianças ficaram nos avós, aventurei-me a tratar das coisas da mais nova.
Demorei 3 horas (três!) sem interrupções.
Quando já tinha quase terminado fui à arrecadação levar a caixa da roupa de inverno dele e deparo-me com uma caixa INTEIRA com roupa de verão para ela, de que me tinha esquecido!
De facto, não há quem resista a roupa da menina!
A juntar aos presentes recebidos no 1º aniversário, a rapariga está vestida para o verão inteiro, assim haja sol e bom tempo para tanto vestido. Tirando uma outra peça básica (leggings, casacos curtinhos, t-shirts ou bodies lisos), não preciso de me preocupar com mais nada.
E há coisas lindas, dos 1970's aos 2000, vestidas inúmeras vezes pelas meninas da família. E há, claro, coisas que eu nunca compraria, que não me dizem nada, que estão bastante usadas, que têm riscos de caneta que não saíram na máquina, e que ela vai vestir na mesma, porque é mesmo assim.
Mas fiquei a deitar roupa pelos olhos, e a meio da empreitada - sacos para dar, sacos para devolver, caixas para guardar - só me apetecia desistir.
Ter roupa emprestada é, sem dúvida a melhor coisa (é uma fatia menos no nosso orçamento, pelo menos até eles terem 15 anos e um estilo próprio - ainda assim, se seguirem o estilo de algum primo também poderão herdar coisas nessa altura!), mas exige também dedicação, esforço, capacidade de arrumação (que me falta, oh se falta!) e tempo, meus senhores, bastante tempo.
Pormenor com piada: ontem na minha busca pela foto de perfil fui dar de caras com algumas fotos de 2008, onde aparece a minha afilhada com 1 ano, e uma data de roupas que eu tinha acabado de pôr a lavar!
Na 2ª feira passada estive a arrumar a roupa do mais velho.
Demorei aí 1 hora a retirar tudo das gavetas e armário, escolher o que é de inverno, saco para emprestar ao sobrinho para um lado, caixa com roupa para 2013 para outro, e a tirar o que é de verão da caixa correspondente. Pelo meio ainda tive um episódio com a mais nova, que decidiu tirar tudo o que eu tinha arrumado do armário, mas no total foi 1 hora dedicada a isto.
Ontem, uma vez que o Tê ainda está em recuperação e as crianças ficaram nos avós, aventurei-me a tratar das coisas da mais nova.
Demorei 3 horas (três!) sem interrupções.
Quando já tinha quase terminado fui à arrecadação levar a caixa da roupa de inverno dele e deparo-me com uma caixa INTEIRA com roupa de verão para ela, de que me tinha esquecido!
De facto, não há quem resista a roupa da menina!
A juntar aos presentes recebidos no 1º aniversário, a rapariga está vestida para o verão inteiro, assim haja sol e bom tempo para tanto vestido. Tirando uma outra peça básica (leggings, casacos curtinhos, t-shirts ou bodies lisos), não preciso de me preocupar com mais nada.
E há coisas lindas, dos 1970's aos 2000, vestidas inúmeras vezes pelas meninas da família. E há, claro, coisas que eu nunca compraria, que não me dizem nada, que estão bastante usadas, que têm riscos de caneta que não saíram na máquina, e que ela vai vestir na mesma, porque é mesmo assim.
Mas fiquei a deitar roupa pelos olhos, e a meio da empreitada - sacos para dar, sacos para devolver, caixas para guardar - só me apetecia desistir.
Ter roupa emprestada é, sem dúvida a melhor coisa (é uma fatia menos no nosso orçamento, pelo menos até eles terem 15 anos e um estilo próprio - ainda assim, se seguirem o estilo de algum primo também poderão herdar coisas nessa altura!), mas exige também dedicação, esforço, capacidade de arrumação (que me falta, oh se falta!) e tempo, meus senhores, bastante tempo.
Pormenor com piada: ontem na minha busca pela foto de perfil fui dar de caras com algumas fotos de 2008, onde aparece a minha afilhada com 1 ano, e uma data de roupas que eu tinha acabado de pôr a lavar!
sábado, 26 de maio de 2012
Mary QA
Por questões de privacidade e manutenção do anonimato, a Mary do Quase Adultos é agora a Mary QA.
Mas sou eu na mesma, não se preocupem.
(em busca pela minha fotografia de perfil - tenho uma enorme resistência a mudar fotos de perfil de seja o que for, não me perguntem porquê - liguei o disco externo com as fotos da Holanda, de 2006 e 2007, e tive de percorrer várias pastas porque apesar de saber exactamente onde e quando a tirei, não estava no sítio certo. Meus senhores, bem podia ter posto aqui uma foto de frente da Mary dessa altura, que juro que ninguém me iria reconhecer na mesma...)
Mas sou eu na mesma, não se preocupem.
(em busca pela minha fotografia de perfil - tenho uma enorme resistência a mudar fotos de perfil de seja o que for, não me perguntem porquê - liguei o disco externo com as fotos da Holanda, de 2006 e 2007, e tive de percorrer várias pastas porque apesar de saber exactamente onde e quando a tirei, não estava no sítio certo. Meus senhores, bem podia ter posto aqui uma foto de frente da Mary dessa altura, que juro que ninguém me iria reconhecer na mesma...)
O pilar
Apesar de ser uma cirurgia do mais simples que há, com um risco mínimo de complicações, aquele momento em que vemos o amor da nossa vida a ir para a sala de operações, a dizer piadolas com o médico e a anestesista, é por demais enervante.
E aqueles momentos depois da operação, mesmo depois de saber que correu bem, mas antes de o ver como deve ser, também se dispensavam.
Posso viver mais 100 anos que não esqueço o momento em que o vi, o meu melhor amigo, pai dos meus filhos, pilar central onde baseio a estrutura da minha vida, deitado no recobro, todo ele tubos e monitores, sem dar acordo de si.
Sim, estava tudo bem, sim, eu sabia que não era nada de mais, mas aquela imagem de total vulnerabilidade ficou-me gravada.
Apanhei o verdadeiro cagaço, e só descansei quando o ouvi dizer coisas com nexo.
Não é por mais nada, só que nós temos combinado ver os netos a crescer juntos, e cheira-me que sozinha não tem metade da graça.
E aqueles momentos depois da operação, mesmo depois de saber que correu bem, mas antes de o ver como deve ser, também se dispensavam.
Posso viver mais 100 anos que não esqueço o momento em que o vi, o meu melhor amigo, pai dos meus filhos, pilar central onde baseio a estrutura da minha vida, deitado no recobro, todo ele tubos e monitores, sem dar acordo de si.
Sim, estava tudo bem, sim, eu sabia que não era nada de mais, mas aquela imagem de total vulnerabilidade ficou-me gravada.
Apanhei o verdadeiro cagaço, e só descansei quando o ouvi dizer coisas com nexo.
Não é por mais nada, só que nós temos combinado ver os netos a crescer juntos, e cheira-me que sozinha não tem metade da graça.
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Vesícula
A do Tê foi à vida.
A operação foi ontem, e correu tudo bem, como esperado.
Hoje já está em casa, a fazer a vida mais ou menos normal.
Só podemos dizer coisas boas da Clínica CUF Cascais, nota 20 em tudo.
(tendo em conta que a minha experiência em hospitais se resume apenas à MAC, eu estava de boca aberta com tanta calma, tantas boas condições, tanta simpatia, sem gente a berrar, sem pessoas a entrar e sair sem se perceber quem são nem onde vão, materiais novos em folha, um mega quarto com vista e casa-de-banho privada, um verdadeiro luxo - digo isto sem tirar mérito à minha querida MAC, que espero que esteja pronta para me receber se eu tiver mais filhos - adiante).
Hoje já estamos todos juntos, de regresso a casa, como deve ser.
Adeus e um queijo, sra.Vesícula, que não vai deixar saudades!
A operação foi ontem, e correu tudo bem, como esperado.
Hoje já está em casa, a fazer a vida mais ou menos normal.
Só podemos dizer coisas boas da Clínica CUF Cascais, nota 20 em tudo.
(tendo em conta que a minha experiência em hospitais se resume apenas à MAC, eu estava de boca aberta com tanta calma, tantas boas condições, tanta simpatia, sem gente a berrar, sem pessoas a entrar e sair sem se perceber quem são nem onde vão, materiais novos em folha, um mega quarto com vista e casa-de-banho privada, um verdadeiro luxo - digo isto sem tirar mérito à minha querida MAC, que espero que esteja pronta para me receber se eu tiver mais filhos - adiante).
Hoje já estamos todos juntos, de regresso a casa, como deve ser.
Adeus e um queijo, sra.Vesícula, que não vai deixar saudades!
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Vinha aqui sentar-me a escrever um post...
... deu-me o frio.
Fui buscar um casaco.
Pelo caminho passei a sopa, fiz pão e iogurtes - só então me sentei ao computador.
Mãe que é mãe levanta-se para fazer 1 coisa e faz 10.
É ou não é?
Fui buscar um casaco.
Pelo caminho passei a sopa, fiz pão e iogurtes - só então me sentei ao computador.
Mãe que é mãe levanta-se para fazer 1 coisa e faz 10.
É ou não é?
Dizer bem
Do Centro de Saúde, local que é alvo das maiores críticas por cá, mas também merece elogios quando as coisas correm bem.
A nossa médica de família reformou-se, pelo que integrámos há uns tempos a infindável lista de utentes sem médico.
Esta semana quando lá fui com a mais nova para as vacinas descobri que abriu uma nova unidade para onde fomos transferidos, com instalaçoes novas e mais médicos, e que nos foi atribuído um novo médico de família.
Gostei do espaço, do atendimento, e da enfermeira que deu as vacinas.
Falta conhecer a nova médica, mas fiquei com uma boa impressão de tudo, o que é raro. E bom.
A nossa médica de família reformou-se, pelo que integrámos há uns tempos a infindável lista de utentes sem médico.
Esta semana quando lá fui com a mais nova para as vacinas descobri que abriu uma nova unidade para onde fomos transferidos, com instalaçoes novas e mais médicos, e que nos foi atribuído um novo médico de família.
Gostei do espaço, do atendimento, e da enfermeira que deu as vacinas.
Falta conhecer a nova médica, mas fiquei com uma boa impressão de tudo, o que é raro. E bom.
segunda-feira, 21 de maio de 2012
A genética é uma cena estranha
Vejo as fotos do meu sobrinho mais velho no FB, e só me vem à memória as fotos antigas do meu pai, nos anos 60.
O meu pai não teve filhos homens, mas duvido que tivesse algum tão parecido com ele como este neto.
O meu pai não teve filhos homens, mas duvido que tivesse algum tão parecido com ele como este neto.
O sósia
Este sábado, no batizado da filha do Naish (comentador assíduo aqui do QA), estava um sósia do meu filho.
Mal entrei na igreja topei-o logo, pois chamaram-me a atenção os caracóis exactamente iguais no formato e na cor, aos do meu rapaz.
Em conversa com os pais durante o lanche percebemos que têm o mesmo nome.
E a mesma idade, com apenas15 dias de diferença.
E para cúmulo, estavam quase vestidos de igual.
O pai do outro andou à séria a correr atrás do meu filho, e só percebeu quando ele se virou de frente.
Tive de prestar muita atenção na hora de ir embora, não fosse vir para casa com o Henrique errado.
Mal entrei na igreja topei-o logo, pois chamaram-me a atenção os caracóis exactamente iguais no formato e na cor, aos do meu rapaz.
Em conversa com os pais durante o lanche percebemos que têm o mesmo nome.
E a mesma idade, com apenas15 dias de diferença.
E para cúmulo, estavam quase vestidos de igual.
O pai do outro andou à séria a correr atrás do meu filho, e só percebeu quando ele se virou de frente.
Tive de prestar muita atenção na hora de ir embora, não fosse vir para casa com o Henrique errado.
O sono
É incrível como acordam bem dispostos depois de 12 (ele) ou 13 (ela) horas de sono.
A manhã flui, sem birras, gritos e choros.
E o mundo até parece melhor.
A manhã flui, sem birras, gritos e choros.
E o mundo até parece melhor.
sexta-feira, 18 de maio de 2012
O desfralde
Ah pois é, que isto não é um babyblog (ou pelo menos eu tento que não seja) mas ele há temas que são incontornáveis.
E se desgracei os meus leitores com pormenores detalhados sobre os meus partos, também não posso perder a oportunidade de conspurcar ainda mais este meu blog com esse maravilhoso tema que envolve muito cocó e xixi que é o desfralde.
Mas é com orgulho que posso afirmar que temos oficialmente rapaz desfraldado cá em casa.
Ufa ufa.
Ao contrario do aconselhado começámos em pleno inverno, em Janeiro.
A razão principal foi ele já estar mais que preparado, e também porque na escola já tinham começado o processo nos meninos da idade dele e seria mais fácil que ele o fizesse em conjunto com os amigos.
Não foi fácil, nem rápido.
E porquê?
Porque o rapaz fazia tudo o que tinha a fazer no sítio certo, mas continuava a fazer nas cuecas - o que é perfeitamente normal - mas pura e simplesmente não se importava nada com isso.
Era vê-lo brincar animadamente, até que percebíamos um rasto pelo chão, ou um cheiro pestilento, e ele ali na boa. Ou seja, não só não avisava que ia fazer, como nem avisava que já tinha feito!
Resultado: tínhamos de andar sempre atrás dele para ir ao wc, e no intervalo verificar se não tinha feito.
Na semana das férias - como por magia, ou talvez não - fez-se o click, e ele começou (finalmente!) a pedir para ir à casa-de-banho.
Será que éramos nós que andávamos tão em cima que nem lhe dávamos oportunidade de vir ter connosco?
Não sabemos.
Sei que tivemos alguns truques na manga, uns funcionaram outros nem por isso, que passo a partilhar, para quem estiver a viver esta fase:
Foi um processo algo longo, que claro, está longe de concluído (ainda há e haverá acidentes, claro), mas que já está bastante avançado.
Temos agora 1 ano para o completar com o desfralde nocturno, que deverá coincidir com o desfralde da miúda.
Aí mais uns dois anitos no total e estaremos livres de fraldas.
(estou a contar os dias!)
E se desgracei os meus leitores com pormenores detalhados sobre os meus partos, também não posso perder a oportunidade de conspurcar ainda mais este meu blog com esse maravilhoso tema que envolve muito cocó e xixi que é o desfralde.
Mas é com orgulho que posso afirmar que temos oficialmente rapaz desfraldado cá em casa.
Ufa ufa.
Ao contrario do aconselhado começámos em pleno inverno, em Janeiro.
A razão principal foi ele já estar mais que preparado, e também porque na escola já tinham começado o processo nos meninos da idade dele e seria mais fácil que ele o fizesse em conjunto com os amigos.
Não foi fácil, nem rápido.
E porquê?
Porque o rapaz fazia tudo o que tinha a fazer no sítio certo, mas continuava a fazer nas cuecas - o que é perfeitamente normal - mas pura e simplesmente não se importava nada com isso.
Era vê-lo brincar animadamente, até que percebíamos um rasto pelo chão, ou um cheiro pestilento, e ele ali na boa. Ou seja, não só não avisava que ia fazer, como nem avisava que já tinha feito!
Resultado: tínhamos de andar sempre atrás dele para ir ao wc, e no intervalo verificar se não tinha feito.
Na semana das férias - como por magia, ou talvez não - fez-se o click, e ele começou (finalmente!) a pedir para ir à casa-de-banho.
Será que éramos nós que andávamos tão em cima que nem lhe dávamos oportunidade de vir ter connosco?
Não sabemos.
Sei que tivemos alguns truques na manga, uns funcionaram outros nem por isso, que passo a partilhar, para quem estiver a viver esta fase:
- cuecas novas, com bonecos. Comprámos umas do Mickey, e a tia deu-lhe umas muito giras com um boneco para cada dia da semana. Ele gosta sempre de ver qual é o boneco do dia. Na escola tinham dito para comprar cuecas simples e baratas porque se estragam muito, mas eu acho que os bonecos fazem falta.
- fraldas de treino - usámos no início, mas ele assumiu que eram fraldas. Desapareceram por uns tempos. Voltaram a aparecer com o nome de "cuecas do construtor (boneco que aparece) que servem para apanhar as pinguinhas que saem por fora quando se faz xixi". Resultou. Ele deixou de as ver como fraldas e nós estávamos mais descansados. Nas férias andou com elas na rua, e talvez devido à nossa descontracção por saber que ele estava de fralda-cueca, começou a pedir para fazer xixi.
- truque da minha irmã para o meu sobrinho: de cada vez que faz qualquer coisa no penico, recebe um smartie - funcionou até certo ponto, pois era uma espécie de chantagem quando não queria interromper a brincadeira para ir à casa de banho, mas ele não começou a pedir para ir por causa do smartie. Quando demos por ela já ia com 2 ou 3 caixas de smarties, e continuava a fazer nas cuecas, e o que é importante , sem se incomodar minimamente com isso.
- truque do autocolante: quando fui à Holanda comprei no Hema (claro!) uns autocolantes de animais para colar no calendário.Ao fim do dia, se as cuecas estiverem secas, pode colar o autocolante. Depois de muitos autocolantes, vai receber o que ele mais quer: uma bicicleta. Adora! De manhã pede para colar o autocolante, e fala nele durante o dia, fica na excitação na hora de colar. E é com orgulho que esta semana, pela 1ª vez, temos 7 dias com autocolante (yeahhh!)
- comprámos um penico, que ele usou no princípio por se sentir mais seguro, depois rapidamente passou para o redutor - que tem a vantagem de ele não conseguir sair sozinho, não se vira quando se levanta, e a mais nova que gatinha não tem acesso ao que não deve
- ter sido no Inverno não dificultou, acho eu, porque como quase não choveu, a roupa secou sempre, e como as calças são compridas, nunca chegou a molhar os sapatos.
- o Tê muitas vezes desesperou e achou que ele se calhar não estava preparado, mas uma vez iniciado o processo, não se pode parar
- acho sinceramente que não foi por acaso que foi na semana em que está 24h com os pais que ele deu o passo à frente. Por um lado, achou piada a fazer xixi na árvore, no castelo, na rua. Por outro, nós não andávamos tão em cima dele (porque ele estava com a fralda-cueca e por isso não estávamos preocupados). Por último, é connosco que ele tem mais à vontade, e não sei se não será vantajoso começar esta aventura numa altura de férias com os pais.
Foi um processo algo longo, que claro, está longe de concluído (ainda há e haverá acidentes, claro), mas que já está bastante avançado.
Temos agora 1 ano para o completar com o desfralde nocturno, que deverá coincidir com o desfralde da miúda.
Aí mais uns dois anitos no total e estaremos livres de fraldas.
(estou a contar os dias!)
O meu sistema imunitário, outrora inabalável, já não é o mesmo
E estas variações de temperatura giras giras que fazem com que haja aí umas duas ou três estações do ano por dia, mais os pólens a pairar pelo ar (e a malta a ir ao parque com a criançada ao final da tarde), quase que me derrubam de vez.
Esta semana estive com o nariz feito num 8, os olhos a chorar, uma dor de cabeça de cair para o lado. Houve um dia em que usei 5 pacotes de lenços - o que perfaz a módica quantia de 50 ou mais assoadelas, fiquei com uma dor nos músculos da cara que nem me aguentava.
Estou numa de aerossóis, soro, anti-alérgicos e coisas que tais.
Viva a Primavera!
Viva!
Esta semana estive com o nariz feito num 8, os olhos a chorar, uma dor de cabeça de cair para o lado. Houve um dia em que usei 5 pacotes de lenços - o que perfaz a módica quantia de 50 ou mais assoadelas, fiquei com uma dor nos músculos da cara que nem me aguentava.
Estou numa de aerossóis, soro, anti-alérgicos e coisas que tais.
Viva a Primavera!
Viva!
quinta-feira, 17 de maio de 2012
O contrário também acontece
Hoje foi feriado na Holanda e não cá.
Por isso eu não trabalhei, e a maior parte de vocês sim.
Mas o meu feriado é mais exótico que os vossos, porque é estrangeiro.
(não fiquem com inveja porque, eu tive um dia bom, sim que tive, mas estou com uma carraspana - mistura de alergia com constipação e dor de garganta - que mal me aguento)
Por isso eu não trabalhei, e a maior parte de vocês sim.
Mas o meu feriado é mais exótico que os vossos, porque é estrangeiro.
(não fiquem com inveja porque, eu tive um dia bom, sim que tive, mas estou com uma carraspana - mistura de alergia com constipação e dor de garganta - que mal me aguento)
terça-feira, 15 de maio de 2012
Pronto, eu admito...
... gosto mesmo é de andar com o rapaz de roupa interior na praia.
Hoje a cena repetiu-se.
Uma caminhada com a cunhada rapidamente se tornou numa "ida" à praia.
O rapaz tinha vomitado à vinda da escola, pelo que estava com roupa emprestada do primo (e insistiu em vestir a t-shirt das riscas azuis, quando os únicos calções eram às riscas encarnadas, mas adiante). Ou seja, ainda nem tínhamos saído de casa já eu rezava para não encontrar ninguém conhecido.
Chegados à praia de Oeiras lá encontrámos uma sombra (se bem que desta vez levei chapéu e água, oh pra mim tão organizada!), mas ele não descansou enquanto não ficou mesmo de cuecas na areia.
A mais nova, tal como o primo, estava de t-shirt e calções desta vez - e manteve a indumentária. Menos mal.
Vou meter um fato de banho no carro para quando tropeçar na praia outra vez, mas acho sinceramente que o rapaz já lhe tomou o gosto.
Hoje a cena repetiu-se.
Uma caminhada com a cunhada rapidamente se tornou numa "ida" à praia.
O rapaz tinha vomitado à vinda da escola, pelo que estava com roupa emprestada do primo (e insistiu em vestir a t-shirt das riscas azuis, quando os únicos calções eram às riscas encarnadas, mas adiante). Ou seja, ainda nem tínhamos saído de casa já eu rezava para não encontrar ninguém conhecido.
Chegados à praia de Oeiras lá encontrámos uma sombra (se bem que desta vez levei chapéu e água, oh pra mim tão organizada!), mas ele não descansou enquanto não ficou mesmo de cuecas na areia.
A mais nova, tal como o primo, estava de t-shirt e calções desta vez - e manteve a indumentária. Menos mal.
Vou meter um fato de banho no carro para quando tropeçar na praia outra vez, mas acho sinceramente que o rapaz já lhe tomou o gosto.
A Família
Ontem, a meio das compras no Continente, realizei quando pegava num cacho de bananas, que já somos uma família.
Um cacho de bananas não chega, pego noutro.
A panela da sopa já só dura 3 dias, tenho de passar a comprar os legumes a dobrar para que chegue para todos.
Somos uma família.
Mais um e somos família numerosa.
Já não somos aquele casal com um bebé, e já quase não somos aquele casal com dois bebés.
Cada vez mais, uma família.
Feliz Dia da Família!
Um cacho de bananas não chega, pego noutro.
A panela da sopa já só dura 3 dias, tenho de passar a comprar os legumes a dobrar para que chegue para todos.
Somos uma família.
Mais um e somos família numerosa.
Já não somos aquele casal com um bebé, e já quase não somos aquele casal com dois bebés.
Cada vez mais, uma família.
Feliz Dia da Família!
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Começou há coisa de 2 semanas...
... e tem-se repetido 1 vez por dia.
Alguém pergunta:
"São gémeos?"
Quanto tempo irá durar esta fase?
Alguém pergunta:
"São gémeos?"
Quanto tempo irá durar esta fase?
Feira do Livro
Fomos ontem.
Tuga que é tuga vai no último dia.
Achava que só me tinha escapado no ano passado, mas acho que afinal a última vez que lá fui foi mesmo em 2009, com o mais velho na barriga. Na altura comprei a bíblia do Braselton, e mais uma quantidade de livros que li nas férias.
Desta vez queria comprar um único livro para mim, de que ouvi (e li) falar (escrever) muito bem: O filho de mil homens, de Valter Hugo Mãe.
Sorte das sortes, o autor estava presente para uma sessão de autógrafos - fomos no dia e hora certas, está visto.
Acabei por trazer também outro livro dele - o nosso reino - com direito a desconto muito jeitoso, e vim para casa com os dois volumes com dedicatória especial, diferente em cada um.
Fiquei feliz.
Fora isso, só livros infantis.
Eu ainda sou do tempo em que perdia a cabeça com enciclopédias de História e livros de arte, mas assim se vê como a vida evolui.
É nisso e na crise: dois livros para mim e três para os mais novos, e mais nada.
O mais velho adorou o programa, e escolheu trazer o livro do Carteiro Paulo (personagem que ele não conhecia, mas agarrou-se ao livro e nem hesitou). A mais nova não se queixou e aguentou-se na cadeira todo o tempo sem histerias.
Saldo mais que positivo.
Para o ano, lá estaremos.
Tuga que é tuga vai no último dia.
Achava que só me tinha escapado no ano passado, mas acho que afinal a última vez que lá fui foi mesmo em 2009, com o mais velho na barriga. Na altura comprei a bíblia do Braselton, e mais uma quantidade de livros que li nas férias.
Desta vez queria comprar um único livro para mim, de que ouvi (e li) falar (escrever) muito bem: O filho de mil homens, de Valter Hugo Mãe.
Sorte das sortes, o autor estava presente para uma sessão de autógrafos - fomos no dia e hora certas, está visto.
Acabei por trazer também outro livro dele - o nosso reino - com direito a desconto muito jeitoso, e vim para casa com os dois volumes com dedicatória especial, diferente em cada um.
Fiquei feliz.
Fora isso, só livros infantis.
Eu ainda sou do tempo em que perdia a cabeça com enciclopédias de História e livros de arte, mas assim se vê como a vida evolui.
É nisso e na crise: dois livros para mim e três para os mais novos, e mais nada.
O mais velho adorou o programa, e escolheu trazer o livro do Carteiro Paulo (personagem que ele não conhecia, mas agarrou-se ao livro e nem hesitou). A mais nova não se queixou e aguentou-se na cadeira todo o tempo sem histerias.
Saldo mais que positivo.
Para o ano, lá estaremos.
domingo, 13 de maio de 2012
The Boss
É o que o meu mais velho se julga.
Põe o primo (4 meses mais novo) de castigo.
Pega num bloco e lápis e passa multas à irmã.
Se não me ponho a pau, qualquer dia vou dentro.
Põe o primo (4 meses mais novo) de castigo.
Pega num bloco e lápis e passa multas à irmã.
Se não me ponho a pau, qualquer dia vou dentro.
Ui
Tantos dias sem posts.
Um apanhado: andei a derreter com o calor, apanhei um escaldão, a minha filha teve um dia inteiro de birra, passeei no paredão, fomos ao parque, tive dois jantares de amigos, deitei-me tarde.
Tive muitas ideias de posts brilhantes, mas nada que valesse tanto a pena escrever como este.
Foi isto.
Um apanhado: andei a derreter com o calor, apanhei um escaldão, a minha filha teve um dia inteiro de birra, passeei no paredão, fomos ao parque, tive dois jantares de amigos, deitei-me tarde.
Tive muitas ideias de posts brilhantes, mas nada que valesse tanto a pena escrever como este.
Foi isto.
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Assim não brinco
Eu sei que é detestável queixar do tempo, além de muito pouco original, mas eu não me conformo com o desaparecimento da minha estação do ano preferida - a Primavera.
Eu ainda sou do tempo em que em Maio se podia ir para o paredão passear ao final do dia com uma temperatura agradável.
Agora não.
Na 2ª uma chuvada que não se pode, hoje 40 graus à sombra.
Resolvi aproveitar o sol de Maio, que nunca se sabe quanto dura, e ir dar uma volta ao paredão com as crias e a progenitora (a minha).
Épico.
18h e um calooooor que nem se podia. Eu apanhada completamente de surpresa - lá está, sabia que vinha bom tempo nestes 5 dias, não sabia que vinha era um verão tropical.
Os miúdos vestidos normalmente, a mais nova com collants e tudo, eu de calças de ganga e ténis, a minha mãe (também desprevenida) de manga comprida, todos a derreter.
Chegados ao paredão claro que o mais velho quis foi ir para areia brincar.
Chegados ao areal era só mães e crianças com o kit completo: chapéu, calções de banho e t-shirt, água para beber, lanchinhos, baldes e pás e artefactos de todo o tipo.
Os meus, nada.
Lá descalcei e despi os collants da miúda, tirei-lhe a t-shirt e ficou de body de manga curta e saia - tentei por a t-shirt na cabeça a fazer de chapéu, qual quê, nem 2 segundos aguentou.
A ele arregacei as mangas, tirei os ténis e as meias, e depois acabei por tirar as calças também - e ele descobriu uma tampa de um balde e ficou todo contente a fazer castelos e a cantar os parabéns em cuecas.
E eu ali fiquei, a derreter, a tentar fazer-lhes sombra para que não lhes derreta a mioleira, a dizer mal da minha vida, mas porque é que eu não decidi ficar na minha varanda que pelo menos é mais fresca!
Acabámos por vir embora todos com um belo par de rosetas nas bochechas e eu com uma falta de energia que nem vos conto...
Na hora de vir embora é que a temperatura baixou, e ficou minimamente suportável.
Primavera, volta que estás perdoada. A sério.
Esta coisa de passar da gola alta ao bikini na mesma semana não é para mim.
Eu ainda sou do tempo em que em Maio se podia ir para o paredão passear ao final do dia com uma temperatura agradável.
Agora não.
Na 2ª uma chuvada que não se pode, hoje 40 graus à sombra.
Resolvi aproveitar o sol de Maio, que nunca se sabe quanto dura, e ir dar uma volta ao paredão com as crias e a progenitora (a minha).
Épico.
18h e um calooooor que nem se podia. Eu apanhada completamente de surpresa - lá está, sabia que vinha bom tempo nestes 5 dias, não sabia que vinha era um verão tropical.
Os miúdos vestidos normalmente, a mais nova com collants e tudo, eu de calças de ganga e ténis, a minha mãe (também desprevenida) de manga comprida, todos a derreter.
Chegados ao paredão claro que o mais velho quis foi ir para areia brincar.
Chegados ao areal era só mães e crianças com o kit completo: chapéu, calções de banho e t-shirt, água para beber, lanchinhos, baldes e pás e artefactos de todo o tipo.
Os meus, nada.
Lá descalcei e despi os collants da miúda, tirei-lhe a t-shirt e ficou de body de manga curta e saia - tentei por a t-shirt na cabeça a fazer de chapéu, qual quê, nem 2 segundos aguentou.
A ele arregacei as mangas, tirei os ténis e as meias, e depois acabei por tirar as calças também - e ele descobriu uma tampa de um balde e ficou todo contente a fazer castelos e a cantar os parabéns em cuecas.
E eu ali fiquei, a derreter, a tentar fazer-lhes sombra para que não lhes derreta a mioleira, a dizer mal da minha vida, mas porque é que eu não decidi ficar na minha varanda que pelo menos é mais fresca!
Acabámos por vir embora todos com um belo par de rosetas nas bochechas e eu com uma falta de energia que nem vos conto...
Na hora de vir embora é que a temperatura baixou, e ficou minimamente suportável.
Primavera, volta que estás perdoada. A sério.
Esta coisa de passar da gola alta ao bikini na mesma semana não é para mim.
terça-feira, 8 de maio de 2012
Pensamento do momento, às 00h54
Se não estiver sentada no sofá aí entre as 22h e as 23h, passa-se a hora crítica da soneira e desperto completamente.
A small step for men
De registar que a mais nova cá de casa deu ontem os seus primeiros, e tímidos, passos.
(Foi logo abalroada pelo irmão, para não se armar em esperta.)
Daqui a nada deixamos de ter seres rastejantes cá em casa.
(Foi logo abalroada pelo irmão, para não se armar em esperta.)
Daqui a nada deixamos de ter seres rastejantes cá em casa.
Baby steps II
Desde sábado que a pequena cá de casa se mudou para o quarto do irmão, agora quarto dos dois.
Já o podia ter feito antes, é certo, mas por questões logísticas só foi possível agora.
Ainda assim, mudar de quarto é um passo importante da vida de uma pessoa, no seu caminho para a maioridade e independência.
Os pais cá de casa, desde que foram pais, tiveram o quarto só para os dois apenas por 3 meses.
Para os dois é um eufemismo, porque coincidiram com os últimos 3 meses de gravidez, pelo que éramos praticamente 3.
Estamos muito contentes por ter o nosso quarto de volta.
Mais um pouco e vamos conquistando o resto da casa também.
Já o podia ter feito antes, é certo, mas por questões logísticas só foi possível agora.
Ainda assim, mudar de quarto é um passo importante da vida de uma pessoa, no seu caminho para a maioridade e independência.
Os pais cá de casa, desde que foram pais, tiveram o quarto só para os dois apenas por 3 meses.
Para os dois é um eufemismo, porque coincidiram com os últimos 3 meses de gravidez, pelo que éramos praticamente 3.
Estamos muito contentes por ter o nosso quarto de volta.
Mais um pouco e vamos conquistando o resto da casa também.
segunda-feira, 7 de maio de 2012
sexta-feira, 4 de maio de 2012
De regresso
Das férias com castelos, vacas, comida da boa, vinho do bom, alguma chuva, muito vento, e ainda tempo para visitar a família.
As nossas primeiras férias a 4.
Do melhor.
As nossas primeiras férias a 4.
Do melhor.
segunda-feira, 30 de abril de 2012
sexta-feira, 27 de abril de 2012
O post que eu ia escrever mas encontrei já escrito
Este.
Pura verdade. Estava tudo a correr tão bem até aos anos da minha filha. Depois a Páscoa. Depois a viagem à Holanda.
E de excepção em excepção, está tão difícil entrar na linha outra vez.
Raio do plano, que nos foge como areia entre os dedos.
Quando chega aquela altura em que eu só como coisas saudáveis e me deixa de apetecer comer coisas boas (aka porcarias)?
Alguém me sabe dizer?
Pura verdade. Estava tudo a correr tão bem até aos anos da minha filha. Depois a Páscoa. Depois a viagem à Holanda.
E de excepção em excepção, está tão difícil entrar na linha outra vez.
Raio do plano, que nos foge como areia entre os dedos.
Quando chega aquela altura em que eu só como coisas saudáveis e me deixa de apetecer comer coisas boas (aka porcarias)?
Alguém me sabe dizer?
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Neste dia 25 de Abril...
... deixo-vos com uma música que nos últimos tempos tem andado na minha cabeça com frequência, e por isso marca esta fase da minha vida com a idade de Cristo.
Baby steps
Aos poucos, muito lentamente, os traços de termos dois bebés a viver nesta casa vão-se atenuando.
O parque já foi fechado e arrumado, desde o dia em que ela fez 1 ano.
Já só temos uma cadeira da papa na cozinha (ela passou para a dele, ele para a mesa "dos grandes").
Só há fraldas de um tamanho cá em casa - ela passa agora a usar o tamanho maior, que é o tamanho dele, que já só usa fralda para dormir.
Esta semana fiz, pela primeira vez, uma única panela de sopa, igual para todos.
Passo a passo, estão a ficar uns crescidos.
O parque já foi fechado e arrumado, desde o dia em que ela fez 1 ano.
Já só temos uma cadeira da papa na cozinha (ela passou para a dele, ele para a mesa "dos grandes").
Só há fraldas de um tamanho cá em casa - ela passa agora a usar o tamanho maior, que é o tamanho dele, que já só usa fralda para dormir.
Esta semana fiz, pela primeira vez, uma única panela de sopa, igual para todos.
Passo a passo, estão a ficar uns crescidos.
Este tem etiqueta:
Baby Girl Santos,
Baby Santos,
Vida de mãe e pai
terça-feira, 24 de abril de 2012
In the end, it all comes down to this
Sei que alguma coisa hei de estar a fazer bem quando ouço o mais velho dizer para o pai:
"A mãe gosta de eu."
"A mãe gosta de eu."
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Regresso a Amsterdam
Foi a primeira vez, e quem sabe a única em muito tempo, que fiquei tantos dias (5) longe da minha descendência.
Tal como previsto, nos dias anteriores quase morri com a perspectiva da separação.
Mais valia arrancarem-me o coração à colherada, que me teria custado menos.
Como o avião era cedo, dormiram nos avós logo na noite anterior (onde ficaram aliás toda a semana, só com os avós nessa noite, com o pai também nas que se seguiram), e eu fiz questão de os adormecer e de sair apenas e só depois de estarem ferrados.
Custou-me como só eu sei. Saí de lá de rastos.
Mas ao fechar a porta de casa pensei "se tem mesmo de ser, então ao menos vou aproveitar".
Não podia dizer que não ia, e ficar a morrer de amor não me levava a lado nenhum.
E depois, quem é a mãe que não deseja secretamente uma semana sem ter de pensar em jantares, dar banhos, tratar de roupas, com o tempo só para si?
Sei lá eu quando volto a ter uma oportunidade destas!
As últimas 3 vezes que fui a Amsterdam - Abril de 2009, Junho 2010, Outubro 2010 - estava ou grávida ou com um bebé nos braços - ou seja desde Setembro de 2008 que eu não ia lá sem ser no papel de mãe.
Foi, sem dúvida, o verdadeiro regresso da Mary-de-Amsterdam.
Com tudo o que tenho direito, para o bem e para o mal.
Para o bem: andei de bicicleta naquela cidade linda de morrer, saí do trabalho e fiz o que me apeteceu, jantei com amigos, tomei cervejas a por a conversa em dia, bebi café com outros amigos, fiz compras, fui às minhas lojas preferidas, bebi capuccinos da máquina do escritório, conheci os meus colegas novos, fiquei na conversa até altas horas da noite, li um livro e várias revistas, fiz o que me apeteceu (sim, outra vez).
Para o mal: andei de bicicleta contra o vento e à chuva (e só quem o fez antes de ir trabalhar sabe ao que me refiro), apanhei um frio do caraças com graus negativos e tudo, tive de trabalhar num escritório como toda a gente e não no conforto da minha casinha, apanhei comboios que invariavelmente se atrasam, assumi todos os meus comportamentos alimentares de quando lá vivi que inclui beber 5 ou 6 capuccinos (sendo que a máquina de café da altura era uma Senseo (acho) - paz à sua alma - e agora é uma Nespresso - viva o upgrade! - o que me fez andar acelerada todo o tempo), comer sandwiches e sumos do Albert Hein e outras coisas saudáveis tipo batatas fritas, chocolates e tudo o mais, que eu não engordei 8 kilos nos 2 anos que lá vivi por causa da água da torneira da Holanda.
E sim, claro que tive muitas saudades (chegava quase a doer mesmo), mas sim, também me soube muito bem.
Pela primeira vez (e quem sabe a única em muito tempo) pude regressar à vida despreocupada de solteira, a quando o tempo era o que eu fazia com ele, a quando não tinha ninguém à minha espera nem a precisar de mim.
Foi sem dúvida um salto no tempo, o verdadeiro regresso ao passado.
E foi mesmo giro.
Mas o melhor de tudo foi ver duas cabeças com cabelos aos caracóis à minha espera no aeroporto, e ver a alegria deles por me ter de regresso.
Impagável.
Quem quer ser a Mary-de-2007 quando pode ser a Mary-de-2012?
Tal como previsto, nos dias anteriores quase morri com a perspectiva da separação.
Mais valia arrancarem-me o coração à colherada, que me teria custado menos.
Como o avião era cedo, dormiram nos avós logo na noite anterior (onde ficaram aliás toda a semana, só com os avós nessa noite, com o pai também nas que se seguiram), e eu fiz questão de os adormecer e de sair apenas e só depois de estarem ferrados.
Custou-me como só eu sei. Saí de lá de rastos.
Mas ao fechar a porta de casa pensei "se tem mesmo de ser, então ao menos vou aproveitar".
Não podia dizer que não ia, e ficar a morrer de amor não me levava a lado nenhum.
E depois, quem é a mãe que não deseja secretamente uma semana sem ter de pensar em jantares, dar banhos, tratar de roupas, com o tempo só para si?
Sei lá eu quando volto a ter uma oportunidade destas!
As últimas 3 vezes que fui a Amsterdam - Abril de 2009, Junho 2010, Outubro 2010 - estava ou grávida ou com um bebé nos braços - ou seja desde Setembro de 2008 que eu não ia lá sem ser no papel de mãe.
Foi, sem dúvida, o verdadeiro regresso da Mary-de-Amsterdam.
Com tudo o que tenho direito, para o bem e para o mal.
Para o bem: andei de bicicleta naquela cidade linda de morrer, saí do trabalho e fiz o que me apeteceu, jantei com amigos, tomei cervejas a por a conversa em dia, bebi café com outros amigos, fiz compras, fui às minhas lojas preferidas, bebi capuccinos da máquina do escritório, conheci os meus colegas novos, fiquei na conversa até altas horas da noite, li um livro e várias revistas, fiz o que me apeteceu (sim, outra vez).
Para o mal: andei de bicicleta contra o vento e à chuva (e só quem o fez antes de ir trabalhar sabe ao que me refiro), apanhei um frio do caraças com graus negativos e tudo, tive de trabalhar num escritório como toda a gente e não no conforto da minha casinha, apanhei comboios que invariavelmente se atrasam, assumi todos os meus comportamentos alimentares de quando lá vivi que inclui beber 5 ou 6 capuccinos (sendo que a máquina de café da altura era uma Senseo (acho) - paz à sua alma - e agora é uma Nespresso - viva o upgrade! - o que me fez andar acelerada todo o tempo), comer sandwiches e sumos do Albert Hein e outras coisas saudáveis tipo batatas fritas, chocolates e tudo o mais, que eu não engordei 8 kilos nos 2 anos que lá vivi por causa da água da torneira da Holanda.
E sim, claro que tive muitas saudades (chegava quase a doer mesmo), mas sim, também me soube muito bem.
Pela primeira vez (e quem sabe a única em muito tempo) pude regressar à vida despreocupada de solteira, a quando o tempo era o que eu fazia com ele, a quando não tinha ninguém à minha espera nem a precisar de mim.
Foi sem dúvida um salto no tempo, o verdadeiro regresso ao passado.
E foi mesmo giro.
Mas o melhor de tudo foi ver duas cabeças com cabelos aos caracóis à minha espera no aeroporto, e ver a alegria deles por me ter de regresso.
Impagável.
Quem quer ser a Mary-de-2007 quando pode ser a Mary-de-2012?
sábado, 21 de abril de 2012
De regresso
... de uma viagem que começou por ser no espaço, mas que acabou por ser no tempo também.
Mais notícias em breve.
Mais notícias em breve.
domingo, 15 de abril de 2012
Pausa
Podem pôr este blog em pausa durante 1 semana, que em principio não haverá actualizações.
Na próxima semana retomamos a emissão, como habitualmente.
Doei!
Na próxima semana retomamos a emissão, como habitualmente.
Doei!
sexta-feira, 13 de abril de 2012
A galinha que há em mim...
... está a ficar impossível de aturar.
Só de pensar que daqui a 2 dias vai ficar 5 dias sem os seus pintos, até se arrepia, a estúpida.
Fica literalmente com pele de galinha.
Prevejo um domingo complicado para esta galinha, coitada.
Só de pensar que daqui a 2 dias vai ficar 5 dias sem os seus pintos, até se arrepia, a estúpida.
Fica literalmente com pele de galinha.
Prevejo um domingo complicado para esta galinha, coitada.
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Biggest Looser 2012 report
No fim-de-semana da Páscoa teve lugar a 1ª pesagem intermédia do meu "grupo da dieta".
Os resultados foram inspiradores.
Esta que vos escreve perdeu dois kilinhos nestes 3 meses, muito suadinhos, raquíticos quase, mas pronto.
Em termos de perda, fui a que perdeu menos (apesar de ser das que precisa mais!), mas houve quem ficasse abaixo de mim da tabela: um elemento com 0 kilos perdidos (ah ah ah sorry, não podia perder a oportunidade de enxovalhar) e ainda um que não fez a coisa por menos e ganhou 4 kilos! (é o maior, já ganhou!)
Para mim: 2 down, 8 more to go.
Já me juntei a outro grupo da dieta (este só de mulheres, em que partilhamos o plano alimentar diário com direito a dicas e a refilar quando as outras fazem asneira, e eu tenho visto resultados), e sei aquilo que me falta para dar o salto em frente, uma vez que em termos de alimentação até está a correr bastante bem - o belo do exercício físico.
Não basta ter ido correr, tenho mesmo de continuar a correr.
Já só faltam 3 meses para a próxima pesagem.
We can do this!
Os resultados foram inspiradores.
Esta que vos escreve perdeu dois kilinhos nestes 3 meses, muito suadinhos, raquíticos quase, mas pronto.
Em termos de perda, fui a que perdeu menos (apesar de ser das que precisa mais!), mas houve quem ficasse abaixo de mim da tabela: um elemento com 0 kilos perdidos (ah ah ah sorry, não podia perder a oportunidade de enxovalhar) e ainda um que não fez a coisa por menos e ganhou 4 kilos! (é o maior, já ganhou!)
Para mim: 2 down, 8 more to go.
Já me juntei a outro grupo da dieta (este só de mulheres, em que partilhamos o plano alimentar diário com direito a dicas e a refilar quando as outras fazem asneira, e eu tenho visto resultados), e sei aquilo que me falta para dar o salto em frente, uma vez que em termos de alimentação até está a correr bastante bem - o belo do exercício físico.
Não basta ter ido correr, tenho mesmo de continuar a correr.
Já só faltam 3 meses para a próxima pesagem.
We can do this!
segunda-feira, 9 de abril de 2012
De hoje a 1 semana
Estarei aqui.
O tempo passa, a vida muda, mas acabo sempre por regressar "a casa".
E desta vez, para variar, vou sozinha mesmo, sem filhos no carrinho nem na barriga - vai ser o verdadeiro regresso da Mary-de-Amsterdam (do tempo em que não tinha banhos para dar, nem sopas para fazer depois do trabalho).
Apetece-me muito, claro.
Mas estou que nem posso porque vou ficar, pela 1ª vez na vida, 5 dias (CINCO!) sem ver as minhas crias. Até me dói só de pensar.
Mas não há nada a fazer, tenho mesmo de ir.
A galinha que há em mim terá de cacarejar em holandês
O tempo passa, a vida muda, mas acabo sempre por regressar "a casa".
E desta vez, para variar, vou sozinha mesmo, sem filhos no carrinho nem na barriga - vai ser o verdadeiro regresso da Mary-de-Amsterdam (do tempo em que não tinha banhos para dar, nem sopas para fazer depois do trabalho).
Apetece-me muito, claro.
Mas estou que nem posso porque vou ficar, pela 1ª vez na vida, 5 dias (CINCO!) sem ver as minhas crias. Até me dói só de pensar.
Mas não há nada a fazer, tenho mesmo de ir.
A galinha que há em mim terá de cacarejar em holandês
Domingo de Páscoa - dia de experiência alimentar...
... da minha filha.
Ontem provou pela 1ª vez:
- chocolate - ovo kinder
- cocó - o seu próprio
Em minha defesa, não fui eu que lhe dei nenhuma das coisas.
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Concordo plenamente
A minha cunhada explicou ao meu sobrinho onde ele estava quando era muito pequenino.
Quando lhe pergunta, ele responde orgulhoso: na barriga da mãe!
Estavamos nesta conversa, e ela explicou-lhe também que o primo veio da barriga da tia (eu).
Onde estava o primo quando era muito pequenino?
Na barriga da tia!
Palmas!
E a prima, onde estava a prima quando era pequenina??
Silencio.
A minha cunhada deu a dica: então... estava também na barriga da tia!
Responde ele prontamente: não! Na barriga do tio!
Tem ou não tem lógica?
2 anos acabados de fazer e um profundo sentido de justiça.
Quando lhe pergunta, ele responde orgulhoso: na barriga da mãe!
Estavamos nesta conversa, e ela explicou-lhe também que o primo veio da barriga da tia (eu).
Onde estava o primo quando era muito pequenino?
Na barriga da tia!
Palmas!
E a prima, onde estava a prima quando era pequenina??
Silencio.
A minha cunhada deu a dica: então... estava também na barriga da tia!
Responde ele prontamente: não! Na barriga do tio!
Tem ou não tem lógica?
2 anos acabados de fazer e um profundo sentido de justiça.
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Livros ou O Fim das Mudanças
Finalmente tenho todos os meus livros reunidos sob o mesmo tecto, espalhados há 6 anos atrás por diversas casas de familiares guarda-livros - nomeadamente os meus pais, a minha irmã e os pais do Te (que ficaram com a maior parte)
4 anos depois do nosso regresso da Holanda, trouxemos os meus últimos livros que tinham ficado na minha antiga estante em casa dos pais do Te (a estante ficou, para albergar brinquedos).
Andávamos a adiar e adiar, com uma preguicite aguda que só visto, e depois de já termos trazido tudo de casa dos meus pais (que se mudaram também entretanto) e de casa da minha irmã (que ficou com uma estante mais pequena), foi a vez de trazer os últimos exemplares para casa.
No fim-de-semana fomos comprar 2 estantes ao Ikea (não tenho móveis de outra loja), numa cena tipicamente nossa.
Fomos directos às estantes mais baratas, que tinhamos visto no site - já aqui referi que ninguém compra móveis mais rápido do que nós - mas quando chegámos a casa, uma tinha defeito e à outra faltava uma peça. Ainda tentámos montar uma (com a peça que faltava da outra), mas não conseguimos acertar com a parte de trás, que não entrava na calha como nos desenhos.
Tivemos um ataque de nervos com aquela porcaria, que era sempre a mesma coisa, vamos sempre pelo mais barato e depois dá nisto.
Toda a razão.
Se as estantes são para durar, mais vale investir numa coisa melhor.
Dia seguinte, de novo rumo ao Ikea, para trocar as ditas.
Resolvemos gastar um pouco de tempo a analisar todas as hipóteses, em vez de fazer o que fazemos sempre de agarrar no 1o que aparece e fugir dali para fora. Munidos de lápis e fita métrica vimos todas as estantes, uma a uma.
Comparámos, medimos, imaginámos diferentes cenários.
Acabámos por trazer na mesma as mais baratas (iguais às do dia anterior), com fé que tinha sido um azar, e que desta vez íamos conseguir montar tudo, sem tábuas lascadas, peças em falta ou partes de trás que não encaixam.
E assim foi.
Quanto aos livros, passa-se um fenómeno estranho.
Quando a mãe do Te os tirou da estante, onde estavam todos encafuadinhos, parece que se multiplicaram por 10.
Numa simples estante com 8 quadrados cabiam caixas e caixas de livros, que ocuparam o corredor, o chão do quarto e ainda a entrada de casa.
Trouxemos tudo para nossa casa, e mal conseguíamos andar no corredor, com caixas de livros por todos os lados (e muitos livros e dossiers à solta).
Pensámos que nunca iriam caber nas estantes que comprámos e que teriamos de usar algumas prateleiras que temos livres na sala.
Quando os comecei a colocar nas estantes parece que acaba o efeito do fermento, e encolhem outra vez como a Alice no País das Maravilhas.
Couberam todos, e ainda sobraram 2 prateleiras.
E pronto, agora sim, todos os meus objectos estão em minha casa, e a mudança - 1 ano e meio depois de iniciada - ficou assim, finalmente, concluida.
6 anos depois da nossa partida podemos dizer que fechámos de vez este ciclo.
4 anos depois do nosso regresso da Holanda, trouxemos os meus últimos livros que tinham ficado na minha antiga estante em casa dos pais do Te (a estante ficou, para albergar brinquedos).
Andávamos a adiar e adiar, com uma preguicite aguda que só visto, e depois de já termos trazido tudo de casa dos meus pais (que se mudaram também entretanto) e de casa da minha irmã (que ficou com uma estante mais pequena), foi a vez de trazer os últimos exemplares para casa.
No fim-de-semana fomos comprar 2 estantes ao Ikea (não tenho móveis de outra loja), numa cena tipicamente nossa.
Fomos directos às estantes mais baratas, que tinhamos visto no site - já aqui referi que ninguém compra móveis mais rápido do que nós - mas quando chegámos a casa, uma tinha defeito e à outra faltava uma peça. Ainda tentámos montar uma (com a peça que faltava da outra), mas não conseguimos acertar com a parte de trás, que não entrava na calha como nos desenhos.
Tivemos um ataque de nervos com aquela porcaria, que era sempre a mesma coisa, vamos sempre pelo mais barato e depois dá nisto.
Toda a razão.
Se as estantes são para durar, mais vale investir numa coisa melhor.
Dia seguinte, de novo rumo ao Ikea, para trocar as ditas.
Resolvemos gastar um pouco de tempo a analisar todas as hipóteses, em vez de fazer o que fazemos sempre de agarrar no 1o que aparece e fugir dali para fora. Munidos de lápis e fita métrica vimos todas as estantes, uma a uma.
Comparámos, medimos, imaginámos diferentes cenários.
Acabámos por trazer na mesma as mais baratas (iguais às do dia anterior), com fé que tinha sido um azar, e que desta vez íamos conseguir montar tudo, sem tábuas lascadas, peças em falta ou partes de trás que não encaixam.
E assim foi.
Quanto aos livros, passa-se um fenómeno estranho.
Quando a mãe do Te os tirou da estante, onde estavam todos encafuadinhos, parece que se multiplicaram por 10.
Numa simples estante com 8 quadrados cabiam caixas e caixas de livros, que ocuparam o corredor, o chão do quarto e ainda a entrada de casa.
Trouxemos tudo para nossa casa, e mal conseguíamos andar no corredor, com caixas de livros por todos os lados (e muitos livros e dossiers à solta).
Pensámos que nunca iriam caber nas estantes que comprámos e que teriamos de usar algumas prateleiras que temos livres na sala.
Quando os comecei a colocar nas estantes parece que acaba o efeito do fermento, e encolhem outra vez como a Alice no País das Maravilhas.
Couberam todos, e ainda sobraram 2 prateleiras.
E pronto, agora sim, todos os meus objectos estão em minha casa, e a mudança - 1 ano e meio depois de iniciada - ficou assim, finalmente, concluida.
6 anos depois da nossa partida podemos dizer que fechámos de vez este ciclo.
domingo, 1 de abril de 2012
Marginal sem carros
Hoje foi dia de caminhada/tricicloada na marginal sem carros.
Já soube desta iniciativa várias vezes, mas nunca tinha ido.
Adorei.
Para já, aquela sensação estranha de estar a andar, e a ver o mais velho a andar de triciclo, em plena marginal.
Havia várias iniciativas a decorrer, aulas de ginástica, disponibilizavam biciletas e trotinetes, água e fruta para todos.
Apesar disso, e de haver bastante gente a andar, correr, de bicicleta ou patins, foi possível desfrutar do silencio e caminhar a ouvir o mar, sem o barulho dos carros.
Impagável.
Viemos de lá com uma grande vontade de restaurar as nossas bicicletas e arranjar umas cadeirinhas para pôr os babies atrás.
(isto se eu me conseguir aventurar a andar com cadeirinha e criança atrás, que é coisa que nunca fiz).
Um programa de domingo de manhã a repetir, sem dúvida.
Já soube desta iniciativa várias vezes, mas nunca tinha ido.
Adorei.
Para já, aquela sensação estranha de estar a andar, e a ver o mais velho a andar de triciclo, em plena marginal.
Havia várias iniciativas a decorrer, aulas de ginástica, disponibilizavam biciletas e trotinetes, água e fruta para todos.
Apesar disso, e de haver bastante gente a andar, correr, de bicicleta ou patins, foi possível desfrutar do silencio e caminhar a ouvir o mar, sem o barulho dos carros.
Impagável.
Viemos de lá com uma grande vontade de restaurar as nossas bicicletas e arranjar umas cadeirinhas para pôr os babies atrás.
(isto se eu me conseguir aventurar a andar com cadeirinha e criança atrás, que é coisa que nunca fiz).
Um programa de domingo de manhã a repetir, sem dúvida.
sexta-feira, 30 de março de 2012
Era mais um Março aqui para a mesa do canto, sff...
... que este já quase acabou, e eu nem o vi passar...
quinta-feira, 29 de março de 2012
Run to the hills
Pois é, caros leitores, esta que vos escreve, como boa bloguista, e recém-mãe-com-pouco-tempo-pouco-dinheiro-para-gastar-e-uns-kilinhos-ou-melhor-kilões-para-perder (vai assim tudo junto porque é um estado que marca esta fase da vida), resolvi, tal como já previa aqui, render-me à moda da corrida (assumindo que ainda está na moda ir correr, que em termos de moda ando sempre atrasada).
Na 2a feira, enchi-me de coragem, calcei os meus ténis (não, não vou deixar aqui a foto dos ténis de corrida xpto, porque são os velhos ténis do ginásio normalíssimos, bem como a roupa de corrida, que são calças de fato-de-treino e t-shirt velha, já bem me basta o esforço de tentar estar gira e fashion o resto do tempo), fiz um mini-aquecimento ali na sala, e depois dos dois a dormir, ala para a rua dar voltas ao quarteirão.
Ai.
Que coisa mais sem graça, senhores.
Eu sei que não levei música, mas ainda assim... a correr feita ursa para lado nenhum... enfim... não posso dizer que tenha adorado.
Não sei porque adoraria, porque eu detesto correr, sempre detestei, mas bolas, uma pessoa evolui em tantos sentidos, porque não haveria eu de começar a gostar de correr? (e deixar de gostar de chocolate também, já agora).
Dei um total de 2 voltas ao quarteirão (em minha defesa, eu moro no cimo de um monte, pelo que a volta inclui uma descida e uma subida) num total de, ora deixa cá ver... aí uns 7 minutos a correr! E fiquei esfalfada, oh se fiquei!
Demorei mais tempo a tomar um duche e vestir o pijama do que de facto, a correr.
Mas gostei da sensação, devo dizer.
Gostei de ser capaz de o fazer, sozinha, depois de um dia de trabalho e essas coisas todas, gostei de regressar a casa cansada e a transpirar (e ainda fiz uns abdominais na sala), gostei muito da sensação de dever cumprido, de poder fazer exercício sem gastar 1 tostão, sem ter sequer de pegar no carro, e sem gastar muito tempo (que irá aumentando progressivamente, espero eu).
Dizem-me que se insistir hei-de me habituar, e a verdade é que eu conheço muitas pessoas que sempre detestaram correr e agora o fazem diariamente, participam em maratonas e tudo.
Por todas as vantagens que traz, vou mesmo tentar insistir nesta prática sempre que puder (ontem e anteontem não consegui ir) e tentar fazer sempre melhor que a vez anterior.
A vontade de o fazer, no entanto, é que é pouca, ou nenhuma...
Resta-me esperar que, num passe de mágica, o meu corpo decida que correr é a melhor coisa do mundo, e que não pode viver sem uma corrida diária.
A Naide Gomes que se cuide!
Na 2a feira, enchi-me de coragem, calcei os meus ténis (não, não vou deixar aqui a foto dos ténis de corrida xpto, porque são os velhos ténis do ginásio normalíssimos, bem como a roupa de corrida, que são calças de fato-de-treino e t-shirt velha, já bem me basta o esforço de tentar estar gira e fashion o resto do tempo), fiz um mini-aquecimento ali na sala, e depois dos dois a dormir, ala para a rua dar voltas ao quarteirão.
Ai.
Que coisa mais sem graça, senhores.
Eu sei que não levei música, mas ainda assim... a correr feita ursa para lado nenhum... enfim... não posso dizer que tenha adorado.
Não sei porque adoraria, porque eu detesto correr, sempre detestei, mas bolas, uma pessoa evolui em tantos sentidos, porque não haveria eu de começar a gostar de correr? (e deixar de gostar de chocolate também, já agora).
Dei um total de 2 voltas ao quarteirão (em minha defesa, eu moro no cimo de um monte, pelo que a volta inclui uma descida e uma subida) num total de, ora deixa cá ver... aí uns 7 minutos a correr! E fiquei esfalfada, oh se fiquei!
Demorei mais tempo a tomar um duche e vestir o pijama do que de facto, a correr.
Mas gostei da sensação, devo dizer.
Gostei de ser capaz de o fazer, sozinha, depois de um dia de trabalho e essas coisas todas, gostei de regressar a casa cansada e a transpirar (e ainda fiz uns abdominais na sala), gostei muito da sensação de dever cumprido, de poder fazer exercício sem gastar 1 tostão, sem ter sequer de pegar no carro, e sem gastar muito tempo (que irá aumentando progressivamente, espero eu).
Dizem-me que se insistir hei-de me habituar, e a verdade é que eu conheço muitas pessoas que sempre detestaram correr e agora o fazem diariamente, participam em maratonas e tudo.
Por todas as vantagens que traz, vou mesmo tentar insistir nesta prática sempre que puder (ontem e anteontem não consegui ir) e tentar fazer sempre melhor que a vez anterior.
A vontade de o fazer, no entanto, é que é pouca, ou nenhuma...
Resta-me esperar que, num passe de mágica, o meu corpo decida que correr é a melhor coisa do mundo, e que não pode viver sem uma corrida diária.
A Naide Gomes que se cuide!
terça-feira, 27 de março de 2012
Irmãos
Fixe fixe, é ver a relação deles a crescer e a ficar com muita piada.
Vão no carro os dois atrás (ou à frente, depende da perspectiva) e fazem parvoíces, riem, imitam-se um ao outro.
Fazem festa quando se vêem de manhã, fazem festinhas nos caracóis um do outro quando bebem o biberon na nossa cama.
Tomam banho os dois e fazem uma algazarra.
Amigos, companheiros, cúmplices (e inimigos e rivais também, claro).
Mesmo fixe, esta ideia da Natureza de nos dar 2 filhos com tão pouca diferença.
Vão no carro os dois atrás (ou à frente, depende da perspectiva) e fazem parvoíces, riem, imitam-se um ao outro.
Fazem festa quando se vêem de manhã, fazem festinhas nos caracóis um do outro quando bebem o biberon na nossa cama.
Tomam banho os dois e fazem uma algazarra.
Amigos, companheiros, cúmplices (e inimigos e rivais também, claro).
Mesmo fixe, esta ideia da Natureza de nos dar 2 filhos com tão pouca diferença.
Hora
O fim-de-semana foi tão bem aproveitadinho que nem dei pela falta da hora a menos que teve.
Acho sempre uma roubalheira ter menos 1 hora de fim-de-semana (apesar da devolução no fim de Outubro), mas depois há a compensação de ter fins de dia que são de facto fins de dia e não noites antecipadas para as 18h.
Gosto.
Acho sempre uma roubalheira ter menos 1 hora de fim-de-semana (apesar da devolução no fim de Outubro), mas depois há a compensação de ter fins de dia que são de facto fins de dia e não noites antecipadas para as 18h.
Gosto.
domingo, 25 de março de 2012
Mais magra
Hoje numa reunião de família várias tias me disseram que estou mais magra (pulinhos de alegria!)... e que se nota especialmente na cara.
Na cara?
Eu quero ficar mais magra é na pança e no rabiosque, a cara pode ficar como está, que está muito bem!
Mas pronto.
Tendo em conta que mudei os meus hábitos alimentares (fazer dieta é demodé) há três meses, e que desde então perdi um total de... ora deixa cá ver... zero (leram bem ZERO!) gramas, tenho de me contentar de estar a perder gordura em algum lado, nem que seja nas bochechas...
Na cara?
Eu quero ficar mais magra é na pança e no rabiosque, a cara pode ficar como está, que está muito bem!
Mas pronto.
Tendo em conta que mudei os meus hábitos alimentares (fazer dieta é demodé) há três meses, e que desde então perdi um total de... ora deixa cá ver... zero (leram bem ZERO!) gramas, tenho de me contentar de estar a perder gordura em algum lado, nem que seja nas bochechas...
sábado, 24 de março de 2012
O mundo ao contrário
A cadeira do carro do meu mais velho vai virada para trás.
Para ele, vai virada para a frente. Nós é que vamos atrás, a conduzir.
Quando paramos o carro diz que quer ir brincar para trás, para o volante.
Às vezes quando o quero sentar na sua cadeira, faz birra que não quer ir ali, quer ir atrás.
E eu respondo "os meninos têm de ir sempre à frente!".
Para ele, vai virada para a frente. Nós é que vamos atrás, a conduzir.
Quando paramos o carro diz que quer ir brincar para trás, para o volante.
Às vezes quando o quero sentar na sua cadeira, faz birra que não quer ir ali, quer ir atrás.
E eu respondo "os meninos têm de ir sempre à frente!".
sexta-feira, 23 de março de 2012
Não são os filhos que me fazem velha II
Mas sim ter este sobrinho, que resolveu dedicar-se a uma vida mais saudável de há uns meses para cá e pediu para participar neste grupo, a dar-me na cabeça pelas asneiras que vou fazendo, e a completar com conselhos de nutrição.
Relembro que, quando ele nasceu, já eu andava provavelmente em dieta, e que até há bem pouco tempo havia birras de cada vez que ele tinha de comer a sopa.
Ah e tal que não devias ter comido isto aqui, e que tens de parar com aquilo e o outro.
Toma lá tia*, que é para aprenderes!
(* não, ele não me trata por tia, ainda bem que tive essa brilhante ideia de o pôr a tratar-me pelo nome quando começou a falar - assim podemos ter estas conversas e outras, e quem nos vir nem desconfia que ele é meu sobrinho! Bem jogado, Mary de 1996!)
Relembro que, quando ele nasceu, já eu andava provavelmente em dieta, e que até há bem pouco tempo havia birras de cada vez que ele tinha de comer a sopa.
Ah e tal que não devias ter comido isto aqui, e que tens de parar com aquilo e o outro.
Toma lá tia*, que é para aprenderes!
(* não, ele não me trata por tia, ainda bem que tive essa brilhante ideia de o pôr a tratar-me pelo nome quando começou a falar - assim podemos ter estas conversas e outras, e quem nos vir nem desconfia que ele é meu sobrinho! Bem jogado, Mary de 1996!)
terça-feira, 20 de março de 2012
Álcool - espero que este post não tenha nada a ver com o anterior
Só para partilhar que já comprei mais garrafas de vinho desde que deixei de amamentar (há 1 mês) do que na minha vida toda!
Digo isto, mas eu nunca fui de comprar vinho.
Agora, pelos vistos, sim.
Tinto alentejano, a acompanhar um jantar em boa companhia.
De um modo geral, estava sem poder beber quase desde Janeiro de 2009.
Tive ali uma curta janela de oportunidade (que eu não sabia que ia ser curta) em 2010, que aproveitei o melhor que consegui - guardo na memória com saudade e nostalgia a fantástica sangria de espumante do casamento do P. (comentador assíduo aqui do blog) - mas quando dei por ela, engravidei outra vez e só agora pude voltar à vida normal, à ocasional bebida em ocasiões especiais (que têm sido muitas eh eh eh).
Tinha saudades.
Poder beber tem algo de libertador, tenho de admitir.
E no meio de toda esta crise, deixo-vos com uma célebre frase do meu avô:
"Haja saúde... e dinheiro para vinho!"
Nem mais.
Digo isto, mas eu nunca fui de comprar vinho.
Agora, pelos vistos, sim.
Tinto alentejano, a acompanhar um jantar em boa companhia.
De um modo geral, estava sem poder beber quase desde Janeiro de 2009.
Tive ali uma curta janela de oportunidade (que eu não sabia que ia ser curta) em 2010, que aproveitei o melhor que consegui - guardo na memória com saudade e nostalgia a fantástica sangria de espumante do casamento do P. (comentador assíduo aqui do blog) - mas quando dei por ela, engravidei outra vez e só agora pude voltar à vida normal, à ocasional bebida em ocasiões especiais (que têm sido muitas eh eh eh).
Tinha saudades.
Poder beber tem algo de libertador, tenho de admitir.
E no meio de toda esta crise, deixo-vos com uma célebre frase do meu avô:
"Haja saúde... e dinheiro para vinho!"
Nem mais.
A crise dos 33
Diz que a idade de Cristo vem acompanhada de uma crise de identidade.
Confirmo.
Já tinha ouvido falar, sem ligar nenhuma, claro, e passei os primeiros meses dos 33, de bem com a vida, feliz e contente a curtir o verão de licença de maternidade.
Pois que de repente, sem nada o fazer prever, há um olhar para mim de fora para dentro, e de dentro para dentro também, parece que nada está bem, ou que pelo menos, poderia estar melhor.
No meu caso, é uma crise de identidade ao nível profissional.
Já fiz contas à minha vidinha e sei que não me posso esticar, mas anda para aqui uma revolução a tentar instalar-se que vamos ver no que vai dar.
Ele há dias em que acordo e sinto-me capaz de tudo (de deixar o emprego que não gosto, de me dedicar só ao que gosto, de fazer outras coisas que me apetecem também) e há dias em não me sinto capaz de coisa nenhuma, que carrego o peso do mundo nos ombros e não consigo nem respirar.
Entre uma coisa e a outra, alguma coisa irá surgir com certeza.
O quê?
Ainda não sei...
Confirmo.
Já tinha ouvido falar, sem ligar nenhuma, claro, e passei os primeiros meses dos 33, de bem com a vida, feliz e contente a curtir o verão de licença de maternidade.
Pois que de repente, sem nada o fazer prever, há um olhar para mim de fora para dentro, e de dentro para dentro também, parece que nada está bem, ou que pelo menos, poderia estar melhor.
No meu caso, é uma crise de identidade ao nível profissional.
Já fiz contas à minha vidinha e sei que não me posso esticar, mas anda para aqui uma revolução a tentar instalar-se que vamos ver no que vai dar.
Ele há dias em que acordo e sinto-me capaz de tudo (de deixar o emprego que não gosto, de me dedicar só ao que gosto, de fazer outras coisas que me apetecem também) e há dias em não me sinto capaz de coisa nenhuma, que carrego o peso do mundo nos ombros e não consigo nem respirar.
Entre uma coisa e a outra, alguma coisa irá surgir com certeza.
O quê?
Ainda não sei...
domingo, 18 de março de 2012
É coisa que nunca tive, nem quero vir a ter...
Ouvido hoje no paredão, por um senhor que engraçou com o mais velho que andava aos saltos, surpreendido quando percebeu que afinal havia outra na outra cadeirinha:
"Os senhores deviam arranjar uma televisão. (pausa) Para o quarto."
"Os senhores deviam arranjar uma televisão. (pausa) Para o quarto."
quarta-feira, 14 de março de 2012
Gripe II
Já passou.
Agora é apenas uma constipação que me dá cabo dos nervos, mas pronto.
Eu a achar que me tinha safado este ano, mas afinal não...
Agora é apenas uma constipação que me dá cabo dos nervos, mas pronto.
Eu a achar que me tinha safado este ano, mas afinal não...
segunda-feira, 12 de março de 2012
sexta-feira, 9 de março de 2012
Não são os filhos que me fazem velha...
... mas sim ter um sobrinho (que nasceu já eu era quase adulta) de 1.90m que está igual ao James Dean.
Blusão de cabedal e tudo.
Giro como tudo, o raio do miúdo.
Blusão de cabedal e tudo.
Giro como tudo, o raio do miúdo.
quinta-feira, 8 de março de 2012
Depois do pão...
... os iogurtes.
Estou a ficar fã de tudo o que é home made.
Roubei a iogurteira dos 70's da mãe à mana do meio, e estou deliciada a reviver o paladar dos melhores iogurtes do mundo.
Adoro.
(quanto à máquina de fazer pão - aka MFP - também adoro, estou super fã e uso-a quase todos os dias. O pão fica 1000 vezes melhor e só compro pão para ter no congelador para alguma emergencia.)
Estou a ficar fã de tudo o que é home made.
Roubei a iogurteira dos 70's da mãe à mana do meio, e estou deliciada a reviver o paladar dos melhores iogurtes do mundo.
Adoro.
(quanto à máquina de fazer pão - aka MFP - também adoro, estou super fã e uso-a quase todos os dias. O pão fica 1000 vezes melhor e só compro pão para ter no congelador para alguma emergencia.)
quarta-feira, 7 de março de 2012
Porque é que este blog não muda de nome
Porque a sua autora, apesar de aparentemente ser uma pessoa adulta - conduz, trabalha, tem filhos e empréstimos para pagar - continua a ter borbulhas de adolescente.
Adulto que é adulto tem rugas e preocupa-se com pés de galinha.
Quase adulto que é quase adulto tem as características acima descritas, mas apresenta também acne juvenil ao melhor estilo.
Daquele que as pessoas ficam a olhar para a borbulha quando se fala com elas.
Giro.
Adulto que é adulto tem rugas e preocupa-se com pés de galinha.
Quase adulto que é quase adulto tem as características acima descritas, mas apresenta também acne juvenil ao melhor estilo.
Daquele que as pessoas ficam a olhar para a borbulha quando se fala com elas.
Giro.
terça-feira, 6 de março de 2012
segunda-feira, 5 de março de 2012
10 anos sem fumo
Completei ontem 10 anos sem fumar.
Como já disse aqui, não posso nunca dizer que estou curada, mas bolas, para mim é um motivo de orgulho ter vencido esta batalha.
Para quem está a deixar de fumar, aqui deixo o meu aplauso, a minha vénia, os maiores votos de sucesso.
Não se deixem vencer que estão no caminho certo.
É um caminho difícil, mas não é, de todo, impossível.
Procurem ajuda,sigam as minhas dicas, mas façam o que fizerem, não peguem num cigarro.
E não se deixem influenciar pelos vossos amigos fumadores, que nem sempre são bons conselheiros...
Lembrem-se que um dia vão acordar e perceber que já não pensam em fumar o dia todo.
Fumar faz mal, é feio, é caro, pode matar-vos a vocês e aos que vos rodeiam, e além do mais está fora de moda (pelo menos eu acho).
Para quem fuma e não está a deixar: estão à espera de quê?
10 anos.
Parabéns para mim :)
Como já disse aqui, não posso nunca dizer que estou curada, mas bolas, para mim é um motivo de orgulho ter vencido esta batalha.
Para quem está a deixar de fumar, aqui deixo o meu aplauso, a minha vénia, os maiores votos de sucesso.
Não se deixem vencer que estão no caminho certo.
É um caminho difícil, mas não é, de todo, impossível.
Procurem ajuda,sigam as minhas dicas, mas façam o que fizerem, não peguem num cigarro.
E não se deixem influenciar pelos vossos amigos fumadores, que nem sempre são bons conselheiros...
Lembrem-se que um dia vão acordar e perceber que já não pensam em fumar o dia todo.
Fumar faz mal, é feio, é caro, pode matar-vos a vocês e aos que vos rodeiam, e além do mais está fora de moda (pelo menos eu acho).
Para quem fuma e não está a deixar: estão à espera de quê?
10 anos.
Parabéns para mim :)
sexta-feira, 2 de março de 2012
Vertigem
Chegou-me este vídeo por e-mail, não resisto a partilhar.
Tenho vertigens desde que me conheço, e fiquei com suores frios só de o ver - aquela última parte então, ia tendo um ataque cardíaco, com franqueza!
É que haviam de ser meus filhos - um puxão de orelhas e um tabefe bem dado e nem se fala mais nisto.
(façam clique no nome do vídeo e depois aumentem a imagem)
I Believe I can Fly ( flight of the frenchies ). Free segment from sebastien montaz-rosset on Vimeo.
Tenho vertigens desde que me conheço, e fiquei com suores frios só de o ver - aquela última parte então, ia tendo um ataque cardíaco, com franqueza!
É que haviam de ser meus filhos - um puxão de orelhas e um tabefe bem dado e nem se fala mais nisto.
(façam clique no nome do vídeo e depois aumentem a imagem)
I Believe I can Fly ( flight of the frenchies ). Free segment from sebastien montaz-rosset on Vimeo.
Memória
Não me posso queixar, não foi das coisas mais afetadas por este fenómeno chamado maternidade que me atingiu como um raio e quase me derrubou.
É verdade que conheço casos muito piores, mas já pude contar mais com ela, e muitas vezes tenho de pôr todo o tipo de informação como lembrete no telemóvel, para não me esquecer.
E são inúmeras as saídas de casa sem a mochila, sem o próprio telemóvel, sem a lancheira, sem alguma coisa essencial.
Por isso mesmo fico surpreendida quando me acontece como hoje - e tem acontecido com frequência.
O cliente liga e eu, pelo nome penso "já falei com este cliente", procuro no sistema e vai-se a ver e falei sim... em 2008 ou 2009.
Com tanta coisa importante na vida, porque raio a minha memória perde as suas preciosas capacidades com informação que não interessa para nada?
Fica o mistério.
É verdade que conheço casos muito piores, mas já pude contar mais com ela, e muitas vezes tenho de pôr todo o tipo de informação como lembrete no telemóvel, para não me esquecer.
E são inúmeras as saídas de casa sem a mochila, sem o próprio telemóvel, sem a lancheira, sem alguma coisa essencial.
Por isso mesmo fico surpreendida quando me acontece como hoje - e tem acontecido com frequência.
O cliente liga e eu, pelo nome penso "já falei com este cliente", procuro no sistema e vai-se a ver e falei sim... em 2008 ou 2009.
Com tanta coisa importante na vida, porque raio a minha memória perde as suas preciosas capacidades com informação que não interessa para nada?
Fica o mistério.
Dente
... e aos 10 meses e 3 semanas apareceu, finalmente, o 1º dente à minha mais nova.
É um record absoluto ou conhecem algum bebé que tenha tido o 1º dente mais tarde??
É um record absoluto ou conhecem algum bebé que tenha tido o 1º dente mais tarde??
quinta-feira, 1 de março de 2012
Cortinas
15 meses depois de nos mudarmos esta casa recebe o seu primeiro par de cortinas.
No escritório, que é onde fazem mais falta.
Talvez daqui a 15 anos estejam as cortinas todas penduradas.
(o espírito cigano do ah-e-tal-e-qualquer-dia-mudamos-outra-vez teima em não nos abandonar)
No escritório, que é onde fazem mais falta.
Talvez daqui a 15 anos estejam as cortinas todas penduradas.
(o espírito cigano do ah-e-tal-e-qualquer-dia-mudamos-outra-vez teima em não nos abandonar)
Subscrever:
Mensagens (Atom)




