Vimos os 3 esta semana, pela primeira vez.
Gostei muito, claro.
E agora percebo porque é que a minha irmã...
a) faz questão de me passar todos os brinquedos antigos dos meus sobrinhos
b) muitos deles vêm com o nome escrito - não é uma marcação de território, mas uma questão de identidade do próprio boneco
E sim, chorei no final.
E eu nem sou de lágrima fácil, mas aquela mãozinha do Woody a dizer adeus na última cena, bolas, bolas.
domingo, 2 de setembro de 2012
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Nova rotina
Decidimos ontem começar a jantar os 4 à mesa, em família, e não as crianças primeiro e os adultos depois.
Correu bastante bem, uma vez que o mais velho come tudo sozinho (só precisa de ajuda no final), e a mais nova também vai dando uns toques.
É só uma questão de nos organizarmos para termos os jantares prontos ao mesmo tempo (quando comemos coisas diferentes).
Perdemos a oportunidade de jantar os dois, mas ganhamos tempo ao serão, que como sabeis, é um bem precioso.
Correu bastante bem, uma vez que o mais velho come tudo sozinho (só precisa de ajuda no final), e a mais nova também vai dando uns toques.
É só uma questão de nos organizarmos para termos os jantares prontos ao mesmo tempo (quando comemos coisas diferentes).
Perdemos a oportunidade de jantar os dois, mas ganhamos tempo ao serão, que como sabeis, é um bem precioso.
Novos sabores
Salada de melancia com queijo feta.
Vi há anos num programa da Nigella, e ficou-me na ideia.
Nunca fiz, claro, bem como outras tantas receitas que vejo. Adiante.
Há uns tempos, numa noite de muito calor num jantarde amigas em Lisboa, vi uma salada de melancia com queijo fresco - e, claro, tive de provar.
Depois das férias, para prolongar o sabor a verão, comprei uma melancia à qual junto o queijo feta ao jantar.
De-li-ci-o-so.
Ao contrário do queijo fresco, o sabor forte do feta contrasta na perfeição com a frescura aguada da melancia.
Não tendo nada a ver com a receita da Nigella, corto a melancia e o queijo em cubos, e tempero com azeite, muito vinagre, sal e pimenta.
Recomendo.
Vi há anos num programa da Nigella, e ficou-me na ideia.
Nunca fiz, claro, bem como outras tantas receitas que vejo. Adiante.
Há uns tempos, numa noite de muito calor num jantarde amigas em Lisboa, vi uma salada de melancia com queijo fresco - e, claro, tive de provar.
Depois das férias, para prolongar o sabor a verão, comprei uma melancia à qual junto o queijo feta ao jantar.
De-li-ci-o-so.
Ao contrário do queijo fresco, o sabor forte do feta contrasta na perfeição com a frescura aguada da melancia.
Não tendo nada a ver com a receita da Nigella, corto a melancia e o queijo em cubos, e tempero com azeite, muito vinagre, sal e pimenta.
Recomendo.
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Adenda ao post anterior
Pois que descobrimos que as tais chuchas brilham no escuro e dão um jeitão para encontrar durante as sestas.
Afinal o rapaz tem jeito para escolher coisas. Ena ena!
Assim sendo, retiro o que disse*, e vou deixa-lo participar mais nas escolhas cá de casa, e até, caso decidirmos alargar a prole, dar-lhe a oportunidade de escolher o nome do mano/a.
O rapaz até tem revelado jeito para escolher nomes dos seus animais:
Xoxó ou Totó (cão)
Canela (vaca, não sei de onde surgiu o nome porque acho que ele nem sabe o que é canela)
Rofti (cavalo - que é o cavalo do Dartacão)
Pronto, se eu vier a ter um filho com um nome parvo, ou de especiaria, ou roubado a um desenho animado, já sabem de quem foi a ideia.
*Retiro o que disse é um clássico desde que sou mãe - mudar de ideias, adaptar a estratégia, abandonar o plano, ir contra alguns princípios que sempre defendi, faz tudo parte do meu dia-a-dia. Isto merece post à parte.
Afinal o rapaz tem jeito para escolher coisas. Ena ena!
Assim sendo, retiro o que disse*, e vou deixa-lo participar mais nas escolhas cá de casa, e até, caso decidirmos alargar a prole, dar-lhe a oportunidade de escolher o nome do mano/a.
O rapaz até tem revelado jeito para escolher nomes dos seus animais:
Xoxó ou Totó (cão)
Canela (vaca, não sei de onde surgiu o nome porque acho que ele nem sabe o que é canela)
Rofti (cavalo - que é o cavalo do Dartacão)
Pronto, se eu vier a ter um filho com um nome parvo, ou de especiaria, ou roubado a um desenho animado, já sabem de quem foi a ideia.
*Retiro o que disse é um clássico desde que sou mãe - mudar de ideias, adaptar a estratégia, abandonar o plano, ir contra alguns princípios que sempre defendi, faz tudo parte do meu dia-a-dia. Isto merece post à parte.
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Escolhas
Ontem fomos os 4 ao supermercado, e estava na lista trazer chuchas para a mais nova.
O Tê pegou numas, eu confirmei que sim, o tamanho era o correcto e as cores eram giras.
Quando cheguei a casa, reparo que não aquelas as chuchas que tínhamos comprado, mas outras de outras cores (muito menos giras).
Pergunto ao Tê o que se passou, e ele respondeu que, para manter o mais velho quieto e interessado (andava à solta porque eram muitas compras e assim não cabem os dois no carrinho), o tinha chamado com a função de ser ele a escolher as chuchas da irmã.
Ora bolas, penso eu, umas chuchas tão giras e ele foi logo escolher estas, mas que ideia macaca esta de lhe dar a escolher.
E nisto vem-me à memória aquela moda dos anos 70 e 80 (ou seria anterior?) de ser o maninho mais velho a escolher o nome do bebé que ia nascer.
Estava tudo doido?
Alguma vez eu ia colocar nas mãos do meu filho, seja ele qual for, a responsabilidade de escolher o nome do irmão?
O nome pelo qual o irmão seria tratado por tooooda a vida?
É que nem o nome do cão, quanto mais de uma pessoa!
Era o que mais faltava mesmo!
Anda a rapariga com umas chuchas assim-assim por causa dele, que faria se tivesse sido uma coisa de maior relevância!
O Tê pegou numas, eu confirmei que sim, o tamanho era o correcto e as cores eram giras.
Quando cheguei a casa, reparo que não aquelas as chuchas que tínhamos comprado, mas outras de outras cores (muito menos giras).
Pergunto ao Tê o que se passou, e ele respondeu que, para manter o mais velho quieto e interessado (andava à solta porque eram muitas compras e assim não cabem os dois no carrinho), o tinha chamado com a função de ser ele a escolher as chuchas da irmã.
Ora bolas, penso eu, umas chuchas tão giras e ele foi logo escolher estas, mas que ideia macaca esta de lhe dar a escolher.
E nisto vem-me à memória aquela moda dos anos 70 e 80 (ou seria anterior?) de ser o maninho mais velho a escolher o nome do bebé que ia nascer.
Estava tudo doido?
Alguma vez eu ia colocar nas mãos do meu filho, seja ele qual for, a responsabilidade de escolher o nome do irmão?
O nome pelo qual o irmão seria tratado por tooooda a vida?
É que nem o nome do cão, quanto mais de uma pessoa!
Era o que mais faltava mesmo!
Anda a rapariga com umas chuchas assim-assim por causa dele, que faria se tivesse sido uma coisa de maior relevância!
domingo, 26 de agosto de 2012
O melhor do Verão
Os fins-de-semana com sabor a férias.
2 dias em Monchique com a famelga que valeram por muitos mais.
Piscina, mega pequeno-almoço, hotel fantástico, dormimos que foi uma maravilha, até os babies acordaram hoje eram 9h50 (coisa que não acontecia há muito, muito tempo), bebi melosa (aguardente de mel) e comi torta de amêndoa, pus a conversa em dia com as manas, mãe e sobrinhas sob um céu estrelado espetacular, e tive muita, muita pena de ter de vir embora mais cedo (ficaram todos por lá mais uns dias).
Amanhã sim, recomeça a rotina.
(ou não, que ainda há muitos fins-de-semana para aproveitar até ao fim do Verão!).
2 dias em Monchique com a famelga que valeram por muitos mais.
Piscina, mega pequeno-almoço, hotel fantástico, dormimos que foi uma maravilha, até os babies acordaram hoje eram 9h50 (coisa que não acontecia há muito, muito tempo), bebi melosa (aguardente de mel) e comi torta de amêndoa, pus a conversa em dia com as manas, mãe e sobrinhas sob um céu estrelado espetacular, e tive muita, muita pena de ter de vir embora mais cedo (ficaram todos por lá mais uns dias).
Amanhã sim, recomeça a rotina.
(ou não, que ainda há muitos fins-de-semana para aproveitar até ao fim do Verão!).
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Pés ao léu
Não se se alguma vez já aqui partilhei que eu tenho uma espécie de fobia-controlada por pés.
Detesto, odeio, não gosto mesmo nadinha de nada de pés.
(e nisto não sou a única, ao longo da vida encontrei várias pessoas que não gostam de pés, e outras que sentem repugnancia por outras partes do corpo, como o umbigo, por exemplo)
Já foi pior, muito pior, ao ponto de não conviver nada bem com os meus próprios pés, entretanto a coisa suavizou-se e agora gosto muito dos meus queridos pés e não tenho qualquer problema em andar com eles ao léu (se bem que nunca o fiz em contexto de trabalho, nunca levei sandálias quando trabalhava fora de casa, hoje talvez o fizesse, não sei).
Mas sou incapaz - IN-CA-PAZ - de tocar no pé de seja quem for, excepção feita ao amor da minha vida que aliás é a única pessoa que toca nos meus pés também - as raras situaçoes de pedicure (1 vez única quando estava tão grávida que nem me conseguia mexer) ou massagens (2 vezes na vida) não me deixaram nada confortável.
Então e os pés dos bebés, que são tão fofinhos?
De bebés sim, claro que sim, seja de que bebé for.
Pés de crianças já começo a fazer a distinção entre sobrinhos (tudo OK) e não sobrinhos, mas chegando ao turning point dos 9-10 anos, meus amigos, já só mexo nos pés dos meus queridos sobrinhos se tiver mesmo (MESMO) de ser. A ver vamos como será com os pés dos meus babies.
Não tenho nojo nem repugnancia só de ver os pés dos outros ao léu - nada disso. O maior problema é a possibilidade de esses pés quase descalços me tocarem - arghhhh.
Contextos de perigo são por exemplo a esplanada com pés de sandália todos debaixo da mesa, e claro, a praia - se estiver sentada ou deitada onde possa haver algum tipo de contacto com o pé de outrem fico imediatamente tensa até alguém mudar de posição e o perigo passar.
Lembro-me de fazer aulas de natação há uns anos atrás quase em panico com a possibilidade de levar um pontapé.
Nunca, nunquinha, provei sequer o gelado da Olá em forma de pé (mas que raio se lembra a alguém, sinceramente!).
E por muito que goste desta música, quando vi o vídeo com aqueles pés feiosos no início, nunca mais a ouvi da mesma maneira.
No inverno a coisa passa completamente despercebida, pois pé que esteja calçado não me incomoda, mas no verão começa o martírio.
Nesta altura no ano entre maio e outubro proliferam nas blogoesferas e FB desta vida fotos de pés ao léu de unhaca pintada na praia, à beira-mar, cruzados ao por-do-sol, you name it. Não há dia que não apareça uma foto nova de uns chulés em grande plano.
Nada contra, como já disse, sempre e quando o pé não me toque, eu cá fico na minha.
Mas que já apaguei uma "amiga" (conhecida) do FB cuja foto de perfil eram uns pés ao léu feios como tudo que teimavam em aparecer várias vezes no historial, lá isso não tenho como negar.
Tive mesmo de... lhe dar com os pés.
Detesto, odeio, não gosto mesmo nadinha de nada de pés.
(e nisto não sou a única, ao longo da vida encontrei várias pessoas que não gostam de pés, e outras que sentem repugnancia por outras partes do corpo, como o umbigo, por exemplo)
Já foi pior, muito pior, ao ponto de não conviver nada bem com os meus próprios pés, entretanto a coisa suavizou-se e agora gosto muito dos meus queridos pés e não tenho qualquer problema em andar com eles ao léu (se bem que nunca o fiz em contexto de trabalho, nunca levei sandálias quando trabalhava fora de casa, hoje talvez o fizesse, não sei).
Mas sou incapaz - IN-CA-PAZ - de tocar no pé de seja quem for, excepção feita ao amor da minha vida que aliás é a única pessoa que toca nos meus pés também - as raras situaçoes de pedicure (1 vez única quando estava tão grávida que nem me conseguia mexer) ou massagens (2 vezes na vida) não me deixaram nada confortável.
Então e os pés dos bebés, que são tão fofinhos?
De bebés sim, claro que sim, seja de que bebé for.
Pés de crianças já começo a fazer a distinção entre sobrinhos (tudo OK) e não sobrinhos, mas chegando ao turning point dos 9-10 anos, meus amigos, já só mexo nos pés dos meus queridos sobrinhos se tiver mesmo (MESMO) de ser. A ver vamos como será com os pés dos meus babies.
Não tenho nojo nem repugnancia só de ver os pés dos outros ao léu - nada disso. O maior problema é a possibilidade de esses pés quase descalços me tocarem - arghhhh.
Contextos de perigo são por exemplo a esplanada com pés de sandália todos debaixo da mesa, e claro, a praia - se estiver sentada ou deitada onde possa haver algum tipo de contacto com o pé de outrem fico imediatamente tensa até alguém mudar de posição e o perigo passar.
Lembro-me de fazer aulas de natação há uns anos atrás quase em panico com a possibilidade de levar um pontapé.
Nunca, nunquinha, provei sequer o gelado da Olá em forma de pé (mas que raio se lembra a alguém, sinceramente!).
E por muito que goste desta música, quando vi o vídeo com aqueles pés feiosos no início, nunca mais a ouvi da mesma maneira.
No inverno a coisa passa completamente despercebida, pois pé que esteja calçado não me incomoda, mas no verão começa o martírio.
Nesta altura no ano entre maio e outubro proliferam nas blogoesferas e FB desta vida fotos de pés ao léu de unhaca pintada na praia, à beira-mar, cruzados ao por-do-sol, you name it. Não há dia que não apareça uma foto nova de uns chulés em grande plano.
Nada contra, como já disse, sempre e quando o pé não me toque, eu cá fico na minha.
Mas que já apaguei uma "amiga" (conhecida) do FB cuja foto de perfil eram uns pés ao léu feios como tudo que teimavam em aparecer várias vezes no historial, lá isso não tenho como negar.
Tive mesmo de... lhe dar com os pés.
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Fashion week report
Fiz as malas com 4 looks (toilettes, diria a minha mãe), mais 1 que vesti na viagem.
Usei 3 ao todo.
Rodei não 4 mas 2 dos vestidos, 1 de dia e o outro de noite, lava, estende e volta a vestir.
Acessórios que levei: 0
(nao fiz de proposito, mas quando cheguei ao carro reparei que nem brincos levava)
Para o ano a mala será ainda mais pequena.
Usei 3 ao todo.
Rodei não 4 mas 2 dos vestidos, 1 de dia e o outro de noite, lava, estende e volta a vestir.
Acessórios que levei: 0
(nao fiz de proposito, mas quando cheguei ao carro reparei que nem brincos levava)
Para o ano a mala será ainda mais pequena.
Das férias
Inspirada no post da Tella, aqui fica o meu relato das férias:
Ilha-maravilha. Família. Prima. Criançada. Cumplicidade. Conquilha, peixe grelhado, saladas. Pequenos-almoços a 4 ou a 6 ou a 10. A melhor refeição do ano. Caminhada. Café nos belgas. Praia, praia, muita praia, a melhor do mundo. Mergulhos dos bons, banhos do melhor. Azul turquesa. Tenda. Sesta. Happy hour na melhor esplanada do mundo - e que happy foram aquelas hours. Copines Tella e Carolina. Amigos, criançada na brincadeira. Caipirinha e piscina. Paz. Algum stress com os horários e as sestas.
Felicidade pura de apanhar conquilhas na maré vazia, com a criançada a brincar à beira-mar ali pertinho.
Outra dimensão.
No fim, ainda houve tempo para um fim-de-semana com a minha família, numa espécie de regresso às férias da infância, com passeios, piquenique, brincadeiras no jardim, apanha de fruta e tomate e bons petiscos.
Do best.
Estou a contar os dias para poder ter umas férias assim outra vez.
Ilha-maravilha. Família. Prima. Criançada. Cumplicidade. Conquilha, peixe grelhado, saladas. Pequenos-almoços a 4 ou a 6 ou a 10. A melhor refeição do ano. Caminhada. Café nos belgas. Praia, praia, muita praia, a melhor do mundo. Mergulhos dos bons, banhos do melhor. Azul turquesa. Tenda. Sesta. Happy hour na melhor esplanada do mundo - e que happy foram aquelas hours. Copines Tella e Carolina. Amigos, criançada na brincadeira. Caipirinha e piscina. Paz. Algum stress com os horários e as sestas.
Felicidade pura de apanhar conquilhas na maré vazia, com a criançada a brincar à beira-mar ali pertinho.
Outra dimensão.
No fim, ainda houve tempo para um fim-de-semana com a minha família, numa espécie de regresso às férias da infância, com passeios, piquenique, brincadeiras no jardim, apanha de fruta e tomate e bons petiscos.
Do best.
Estou a contar os dias para poder ter umas férias assim outra vez.
De regresso
Sempre duro este regresso à realidade, se bem que este ano tenho de admitir que não é das vezes que me custou mais.
Talvez porque foram umas grandes férias, talvez por saber que o verão ainda não acabou (apesar de estar com essa sensação há uns dias), que o próximo fim-de-semana será em grande, e os que se seguem também, que ainda há muita praia para fazer este ano.
Agora se não se importam, regresso à lista infidável de e-mails não lidos.
(ai, vida triste...)
Talvez porque foram umas grandes férias, talvez por saber que o verão ainda não acabou (apesar de estar com essa sensação há uns dias), que o próximo fim-de-semana será em grande, e os que se seguem também, que ainda há muita praia para fazer este ano.
Agora se não se importam, regresso à lista infidável de e-mails não lidos.
(ai, vida triste...)
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Holidays!!!
Queridos leitores deste humilde blog, podem ir visitar outras paragens porque eu, bem como 97% dos portugueses, estou de ferias!
Estarei de volta la para 20 de Agosto.
Ate la, se quiserem comunicar mandem mail ou facam comentarios, que eu responderei logo que seja possivel.
Ate ao meu regresso!
Estarei de volta la para 20 de Agosto.
Ate la, se quiserem comunicar mandem mail ou facam comentarios, que eu responderei logo que seja possivel.
Ate ao meu regresso!
Fashion Week
Estamos de partida para uma semana de ferias num local que implica deixar o carro longe e acartar com a bagagem durante um bom bocado.
Bagagem que inclui, entre outras coisas, 2 camas de viagem para eles, maquina de cafe, compras de supermercado para os primeiros dias.
Olho para os blogs fashionistas, e as suas blogueiras mostram-nos os seus looks de ferias.
Eu tambem terei os meus looks de ferias, claro, mas serao repetidos (a casa tem maquina da roupa). Para 1 semana eu levo um total de 4 looks, que irao rodar entre eles durante os 7 dias.
Para os miudos levo roupa que serve para tudo: dormir, brincar e ir a praia, numa especie de all-in-one.
Nos tempos da adolescencia e quase-adultice era sempre eu que ganhava o premio da mala mais pequena, nas ferias com as amigas.
A minha capacidade de reduzir a bagagem vai ser agora posta a prova, e eu quero mesmo supera-la.
Ate porque seremos nos a alombar com ela, pelo que se estiver a pesar, vai haver coisas que ficam pelo caminho.
Bagagem que inclui, entre outras coisas, 2 camas de viagem para eles, maquina de cafe, compras de supermercado para os primeiros dias.
Olho para os blogs fashionistas, e as suas blogueiras mostram-nos os seus looks de ferias.
Eu tambem terei os meus looks de ferias, claro, mas serao repetidos (a casa tem maquina da roupa). Para 1 semana eu levo um total de 4 looks, que irao rodar entre eles durante os 7 dias.
Para os miudos levo roupa que serve para tudo: dormir, brincar e ir a praia, numa especie de all-in-one.
Nos tempos da adolescencia e quase-adultice era sempre eu que ganhava o premio da mala mais pequena, nas ferias com as amigas.
A minha capacidade de reduzir a bagagem vai ser agora posta a prova, e eu quero mesmo supera-la.
Ate porque seremos nos a alombar com ela, pelo que se estiver a pesar, vai haver coisas que ficam pelo caminho.
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Passa cá em casa
O mais velho tem um dvd com os dois primeiros episódios e anda viciado.
Eu, que não via o Dartacão há quase 30 anos devo dizer que não me lembrava nada dele assim.
No 1o episódio parte para Paris, e despede-se dos pais com grande drama (e o meu rapaz ficou de queixo tremido a dizer "o Dartacão quer a mãe dele..."). Pelo caminho anda a "brincar às espadas" com todos os amigos, com espadas de pau que fazem grandes galos na cabeça.
No 2o episódio o herói canino, não seguindo o conselho do pai, mete-se num duelo despropositado, apanha um valente enxerto de porrada e roubam-lhe todo o dinheiro que leva para a sua aventura. Acaba o episódio a chorar na cama, e a sonhar com a mãe.
Um dramalhão, que por tudo e mais alguma coisa me parece desaconselhado para a idade dele (pouco mais de 2 anos e meio): lágrimas, lutas, partidas, despedidas, tristezas...
Ele, habituado aos aborrecidos Noddy e Casa do Mickey, onde todos cantam e dançam sempre felizes e ensinam coisas muito educativas, está fas-ci-na-do.
Quem não gosta de uma boa trama?
Eu, que não via o Dartacão há quase 30 anos devo dizer que não me lembrava nada dele assim.
No 1o episódio parte para Paris, e despede-se dos pais com grande drama (e o meu rapaz ficou de queixo tremido a dizer "o Dartacão quer a mãe dele..."). Pelo caminho anda a "brincar às espadas" com todos os amigos, com espadas de pau que fazem grandes galos na cabeça.
No 2o episódio o herói canino, não seguindo o conselho do pai, mete-se num duelo despropositado, apanha um valente enxerto de porrada e roubam-lhe todo o dinheiro que leva para a sua aventura. Acaba o episódio a chorar na cama, e a sonhar com a mãe.
Um dramalhão, que por tudo e mais alguma coisa me parece desaconselhado para a idade dele (pouco mais de 2 anos e meio): lágrimas, lutas, partidas, despedidas, tristezas...
Ele, habituado aos aborrecidos Noddy e Casa do Mickey, onde todos cantam e dançam sempre felizes e ensinam coisas muito educativas, está fas-ci-na-do.
Quem não gosta de uma boa trama?
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
A Mary de 2020 que se preocupe com isso
Diz quem percebe do assunto que ter 2 filhos a entrar na adolescencia ao mesmo tempo não é fácil.
terça-feira, 31 de julho de 2012
Não se pode fugir ao que se é
Há gente que gosta de fazer praia saudável.
E há gente que gosta mesmo é de praia.
Foram só 2 anos, mas souberam a muitos mais.
Obriguem-me a sair da praia por volta das 12h, para depois voltar depois das 17h, e estragam-me o dia de praia. Já não é um dia de praia, mas sim um dia em que fui à praia, o que, como se sabe, não é nada a mesma coisa.
Este ano resolvemos deixar-nos de coisas, bolas, que já não são nenhuns bebézinhos de colo (que eram, efectivamente, um em 2010 e a outra em 2011) e ficamos na praia como deve ser: o dia todo.
Levamos muita sombra (temos uma mega tenda e 2 guarda-sol) de onde nao saem nas horas de calor, só tiram as t-shirts lá para as 18h, sempre de chapéu e protector 50. Levamos também comida da boa (sopa naqueles copinhos da Avent, que eles bebem de palhinha - podem adoptar a ideia, sucesso garantido), prato, fruta, água, e depois do almoço eles dormem o sono dos justos na sombra, e o pai e eu gozamos o melhor momento do dia - a melhor hora da praia (não me venham com tretas, a praia é boa é na hora do almoço, pois com calor é que se está bem caso contrário íamos todos à praia em Janeiro), com a mesma vazia (não há muita gente a essa hora), com calor para ir à água com gozo, com tempo para ler e estar estendido na toalha (coisa que com eles acordados não acontece NUNCA), ou mesmo dormir uma sesta ao pé deles.
Adoro.
Eles, que são mais morenos do que eu, mas ainda assim brancos, saem da praia como se nunca estivessem lá estado, sem marca do fato de banho, sem estarem sequer rosadinhos, o que me faz acreditar que não lhes estamos a fazer mal nenhum.
Não se pode fugir ao que se é.
Eu juro que tentei ser a pessoa que faz a praia saudável, que leva os meninos a banhos as 9h da manhã e só regressa as 6 da tarde, mas não vale a pena contrariar a nossa natureza.
Já em criança nós íamos o dia todo, com as geleiras gigantes a transbordar de comida, mais o guarda-sol, raquetes, e pranchas de windsurf e éramos quase sempre os últimos a sair da praia. Na adolescencia, com os mesmos amigos de hoje, muitas vezes saímos da praia com as pessoas já a dar o seu passeio de depois do jantar.
Agora, eu juro que tentei, mas não consigo mesmo fugir ao que sou: já cheguei à praia de manhã e saí de noite com os dois já jantados, prontos para sacudir a areia dos pés e meter na cama directamente.
Os filhos revolucionam a nossa vida, mas ele há coisas que nem eles conseguem mudar.
E há gente que gosta mesmo é de praia.
Foram só 2 anos, mas souberam a muitos mais.
Obriguem-me a sair da praia por volta das 12h, para depois voltar depois das 17h, e estragam-me o dia de praia. Já não é um dia de praia, mas sim um dia em que fui à praia, o que, como se sabe, não é nada a mesma coisa.
Este ano resolvemos deixar-nos de coisas, bolas, que já não são nenhuns bebézinhos de colo (que eram, efectivamente, um em 2010 e a outra em 2011) e ficamos na praia como deve ser: o dia todo.
Levamos muita sombra (temos uma mega tenda e 2 guarda-sol) de onde nao saem nas horas de calor, só tiram as t-shirts lá para as 18h, sempre de chapéu e protector 50. Levamos também comida da boa (sopa naqueles copinhos da Avent, que eles bebem de palhinha - podem adoptar a ideia, sucesso garantido), prato, fruta, água, e depois do almoço eles dormem o sono dos justos na sombra, e o pai e eu gozamos o melhor momento do dia - a melhor hora da praia (não me venham com tretas, a praia é boa é na hora do almoço, pois com calor é que se está bem caso contrário íamos todos à praia em Janeiro), com a mesma vazia (não há muita gente a essa hora), com calor para ir à água com gozo, com tempo para ler e estar estendido na toalha (coisa que com eles acordados não acontece NUNCA), ou mesmo dormir uma sesta ao pé deles.
Adoro.
Eles, que são mais morenos do que eu, mas ainda assim brancos, saem da praia como se nunca estivessem lá estado, sem marca do fato de banho, sem estarem sequer rosadinhos, o que me faz acreditar que não lhes estamos a fazer mal nenhum.
Não se pode fugir ao que se é.
Eu juro que tentei ser a pessoa que faz a praia saudável, que leva os meninos a banhos as 9h da manhã e só regressa as 6 da tarde, mas não vale a pena contrariar a nossa natureza.
Já em criança nós íamos o dia todo, com as geleiras gigantes a transbordar de comida, mais o guarda-sol, raquetes, e pranchas de windsurf e éramos quase sempre os últimos a sair da praia. Na adolescencia, com os mesmos amigos de hoje, muitas vezes saímos da praia com as pessoas já a dar o seu passeio de depois do jantar.
Agora, eu juro que tentei, mas não consigo mesmo fugir ao que sou: já cheguei à praia de manhã e saí de noite com os dois já jantados, prontos para sacudir a areia dos pés e meter na cama directamente.
Os filhos revolucionam a nossa vida, mas ele há coisas que nem eles conseguem mudar.
sábado, 28 de julho de 2012
O fim da felicidade dos vizinhos da frente
Ao fim de 1 ano e 8 meses temos, finalmente, cortinas no nosso quarto.
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Em 2012, como em 1900 e troca o passo...
... os atletas portugueses participam na cerimonia de abertura dos JO de blazer azul escuro.
Ate a fashionista que ha em mim (que como bem sabeis carece de fashionismo) reparou na faltinha de graca da fatiota.
Casaco azul, calcas beje, acessorios vermelhos e verdes.
Confuso meus senhores, muito confuso.
Ate a fashionista que ha em mim (que como bem sabeis carece de fashionismo) reparou na faltinha de graca da fatiota.
Casaco azul, calcas beje, acessorios vermelhos e verdes.
Confuso meus senhores, muito confuso.
Vamos estabelecer prioridades
A ver uma fotografia dos seus 2 anos, o meu mais velho comenta:
"Olha o bolo do Noddy!"
Eu - "pois era, olha e quando fizeres 3 anos qual o bolo que queres? Do Mickey? Dos carros de corrida?"
Pensa uns segundos... e faz a sua escolha:
"Um bolo de chocolate, mae!"
"Olha o bolo do Noddy!"
Eu - "pois era, olha e quando fizeres 3 anos qual o bolo que queres? Do Mickey? Dos carros de corrida?"
Pensa uns segundos... e faz a sua escolha:
"Um bolo de chocolate, mae!"
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Empregos
Tal como a maioria dos portugueses da minha geração estou inscrita num desses sites de emprego, que vai mandando as ofertas por email ou FB. Não que esteja à procura, mas é mais para saber o que vai aparecendo dentro da minha área.
Eis algumas pérolas que vou recebendo, sob o título entusiasta de "Mary QA! Temos X ofertas de emprego para si!"
A minha área é Artes/Entretenimento/Media, o que, como se percebe, serve para tudo e mais um par de botas:
Eis algumas pérolas que vou recebendo, sob o título entusiasta de "Mary QA! Temos X ofertas de emprego para si!"
A minha área é Artes/Entretenimento/Media, o que, como se percebe, serve para tudo e mais um par de botas:
- diversas ofertas para todo o tipo de dança - bailarinas de danças orientais, brasileiras ou de salão, para acompanhar cantores populares, professoras de dança do ventre, you name it
- Acrobatas (o circo também tem departamento de recursos humanos)
- Angariadores de clientes em fatos temáticos (digam lá se não parece uma coisa muito mais interessante do que estar à porta da churrascaria vestido de frango, ou a passear pelo centro comercial vestido de Leopoldina?)
- Entertainers - giving brochures (adorei esta! Distribuir panfletos foi coisa que me fartei de fazer ali para os lados do Campo Grande e na Rotunda do Relógio no meio do transito, agora para giving brochures, essa actividade cheia de glamour, nunca me chamaram ...)
- Palhaço balonista (adorei o termo balonista)
- Locutores de romeno
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Bad hair day
Sabes que vais ter um "bad hair day" quando o teu filho te diz ao acordar:
"Oh mãe, que fizeram ao teu cabelo???"
"Oh mãe, que fizeram ao teu cabelo???"
terça-feira, 24 de julho de 2012
Excuse me, where's the camping? II
No fim de semana passado repetimos a dose e fomos novamente acampar, desta vez com mais amigos a mistura.
Foi giro, giro, giro mas cansativo, muito cansativo.
Com o tempo havemos de limar as arestas e conseguir fazer da experiencia do campismo uma experiencia sem stress.
Ate la, ha gritaria, miudos a fugir, saltos nas tendas, tempo perdido a procura das coisas, coisas que nunca chegam a aparecer, outras que aparecem em toda a parte, coisas que levamos e nao usamos, outras tantas que nos fazem falta.
Como as coisas estao e com a falta de casas de amigos ou familia para passar fins de semana (ja postei uma vez sobre isto), parece-me que a moda do campismo veio para ficar, pelo que temos tudo para nos vamos tornar os reis do camping!
Vamos esperar para ver...
Foi giro, giro, giro mas cansativo, muito cansativo.
Com o tempo havemos de limar as arestas e conseguir fazer da experiencia do campismo uma experiencia sem stress.
Ate la, ha gritaria, miudos a fugir, saltos nas tendas, tempo perdido a procura das coisas, coisas que nunca chegam a aparecer, outras que aparecem em toda a parte, coisas que levamos e nao usamos, outras tantas que nos fazem falta.
Como as coisas estao e com a falta de casas de amigos ou familia para passar fins de semana (ja postei uma vez sobre isto), parece-me que a moda do campismo veio para ficar, pelo que temos tudo para nos vamos tornar os reis do camping!
Vamos esperar para ver...
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Este computador...
... sem acentos, sem som e a falhar as letras, tira-me a vontade de escrever.
E isso chateia-me, porque ate' tinha muitas coisas giras para contar...
E isso chateia-me, porque ate' tinha muitas coisas giras para contar...
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Fui ao Alive
No domingo passado, e nem postei sobre o assunto.
Fui ver (apenas) os Radiohead, que sao uma das minhas bandas favoritas.
As minhas consideracoes sobre o assunto:
Fui ver (apenas) os Radiohead, que sao uma das minhas bandas favoritas.
As minhas consideracoes sobre o assunto:
- o mundo festivaleiro nao e', lamento, a minha praia - nao que nao goste, que gosto, mas sinto-me assim um bocado outsider, tudo aquilo tem uma linguagem, um comportamento, um dress code, que eu nao acompanho.
- se a minha irma mais velha la estivesse achava que tinha viajado no tempo e estava num concerto dos seus tempos de juventude- toda a malta vestida ao melhor estilo "late 80's" - os oculos as cores, os cabelos, ate os tenis com atacadores fluorescentes. Quase que aposto que havia gente com brincos que sairam nas batatas fritas (ah ah ah quem se lembra disto?)
- nao vi quase nada alem dos Radiohead: lamentavelmente assisti a ultima musica de B Fachada, e odiei (ate' lhe achava piada, mas detestei o som, o orgao em vez da guitarra, a voz de cana rachada.)
- quanto aos Radiohead, gostei muito. Foram fieis a si proprios, tocaram algumas musicas novas, mas muitas do album anterior, que me fizeram viajar no tempo e regressar a minha casinha em Amsterdam :)
- pontos negativos: quem nao estava em cima do palco nao conseguia ver nada, e os ecrans nao ajudavam, nao acho que tenha sido "the time or the place" - seria preferivel um concerto so deles, uma vez que havia muita gente que nao conhecia nem gostou do concerto, havendo mesmo uma debandada geral ao fim das primeiras musicas
- gostei imenos de ter ido, e acho que valeu a pena, nao sei ate que ponto vale o preco dos bilhetes - para um casal fica por mais de 100 euros, o que no orcamento familiar pesa bastante (nos compramos 2 bilhetes ao preco de 1 porque no Natal o Te ganhou um vale da Fnac numas rifas dos escuteiros - bem melhor do que a tipica garrafa de whiskey!)
Trocas
Nesta casa ultimamente, andamos a trocar tudo o que compramos.
Compramos uma tenda, e fomos trocar.
Compramos um colchao de campismo, e fomos trocar.
Compramos uma mesa, e guess what, fomos trocar.
Compramos varoes para colocar cortinas na sala, e tambem os fomos trocar.
Os miudos ca de casa que se ponham a pau, se nao ainda vou a MAC troca-los por outros, antes que feche.
Compramos uma tenda, e fomos trocar.
Compramos um colchao de campismo, e fomos trocar.
Compramos uma mesa, e guess what, fomos trocar.
Compramos varoes para colocar cortinas na sala, e tambem os fomos trocar.
Os miudos ca de casa que se ponham a pau, se nao ainda vou a MAC troca-los por outros, antes que feche.
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Educar e' dificil
Acho que nao sou uma pessoa muito consumista. Ou pelo menos tento nao ser.
Detesto desperdicios, e fico triste quando compro uma coisa que depois nao uso ou gasto.
Pode parecer forretice, e se calhar ate' e' um pouco, mas a verdade e' que ter as coisas paradas em casa faz-me confusao.
Se vir uma roupa que acho que vou usar pouco, nao a compro, ponto. Mesmo que seja gira e baratinha.
Isto aplica-se a mim, a minha casa, e claro, aos meus filhos.
Em casa dos meus pais nunca faltou nada. Mas tambem nao havia em abundancia.
E sendo eu a 3a filha, a 3a menina, como devem calcular, brinquei e usei muitas coisas ja usadas. Quando queriamos uma coisa muitas vezes esperavamos meses ate a ter, nos anos ou Natal, ou como recompensa de alguma coisa.
Acho esta mentalidade muito anos 70 (entretanto abandonada pelos meus pais, que enchem os netos de presentinhos, mas pronto), e muito actual e aplicavel aos nossos dias tambem.
E quero educar os meus filhos da mesma maneira.
Detesto (DE-TES-TO - e sim, isto e' cuspir para o ar, vamos ver onde cai) criancinhas que nao dao valor a nada, que recebem 1300 coisas e depois nao ligam nenhuma, achando que as coisas caem do ceu.
Nao posso controlar o Natal, que e' um exagero, mas a familia e' grande, e so' acontece 1 vez por ano.
De resto, nao gosto de lhes comprar coisas so porque sim (falo que coisas grandes, claro, sem exageros para nenhum lado)
O meu mais velho esta' a entrar na idade de querer va'rias coisas.
Primeiro foi a bicicleta. Uma amiga disse que tinha uma para emprestar (nao herdam so' roupa!) mas ainda assim esperamos que houvesse um momento oportuno para lhe dar - e foi a recompensa por ter tirado as fraldas. Adorou.
Outra coisa que ele adora sao skates - fica vidrado nos miudos no parque, e sempre que tem oportunidade pede para andar (sentado ou de pe'). Esta' combinado receber um skate quando fizer 3 anos, ou quando deixar a chucha, o que vier primeiro.
Ontem fomos a uma loja chinesa, local onde entro muito raramente, quase nunca mesmo, a procura de umas "crocs" para ele.
Na perigosa zona dos brinquedos, havia varios skates, e ele ficou logo deslumbrado e a pedir para experimentar (curiosamente, nao pediu para comprar, se calhar achou que eram todos do senhor, nao sei). Havia de varios tamanhos, e para minha enorme surpresa, super baratinhos.
O mais pequeno, adequado a ele, era menos de 5 euros, o maior, que ele adorou, ficava por 8 e pouco.
Ora bem, este objeto de profundo desejo do meu filho, que o faria 1000 vezes feliz, estava ali ao preco de meia duzia de iogurtes.
Como conseguir educar neste contexto?
Como conseguir manter a minha posicao quando de facto, bolas, nao ha' razao nenhuma para nao lhe dar o que ele quer?
Bolas, educar e' dificil, mesmo!
Mas ninguem disse que era facil.
E nao, nao lhe comprei o skate.
Sei que o faria muito feliz, mas sei tambem que seria uma felicidade passageira, que amanha ja ele estaria a desejar outra coisa qualquer.
Sei que se calhar muitas vezes vou passar por ma', mas espero continuar seguir as minhas conviccoes.
E espero que eles um dia mais tarde percebam porque o fiz.
Detesto desperdicios, e fico triste quando compro uma coisa que depois nao uso ou gasto.
Pode parecer forretice, e se calhar ate' e' um pouco, mas a verdade e' que ter as coisas paradas em casa faz-me confusao.
Se vir uma roupa que acho que vou usar pouco, nao a compro, ponto. Mesmo que seja gira e baratinha.
Isto aplica-se a mim, a minha casa, e claro, aos meus filhos.
Em casa dos meus pais nunca faltou nada. Mas tambem nao havia em abundancia.
E sendo eu a 3a filha, a 3a menina, como devem calcular, brinquei e usei muitas coisas ja usadas. Quando queriamos uma coisa muitas vezes esperavamos meses ate a ter, nos anos ou Natal, ou como recompensa de alguma coisa.
Acho esta mentalidade muito anos 70 (entretanto abandonada pelos meus pais, que enchem os netos de presentinhos, mas pronto), e muito actual e aplicavel aos nossos dias tambem.
E quero educar os meus filhos da mesma maneira.
Detesto (DE-TES-TO - e sim, isto e' cuspir para o ar, vamos ver onde cai) criancinhas que nao dao valor a nada, que recebem 1300 coisas e depois nao ligam nenhuma, achando que as coisas caem do ceu.
Nao posso controlar o Natal, que e' um exagero, mas a familia e' grande, e so' acontece 1 vez por ano.
De resto, nao gosto de lhes comprar coisas so porque sim (falo que coisas grandes, claro, sem exageros para nenhum lado)
O meu mais velho esta' a entrar na idade de querer va'rias coisas.
Primeiro foi a bicicleta. Uma amiga disse que tinha uma para emprestar (nao herdam so' roupa!) mas ainda assim esperamos que houvesse um momento oportuno para lhe dar - e foi a recompensa por ter tirado as fraldas. Adorou.
Outra coisa que ele adora sao skates - fica vidrado nos miudos no parque, e sempre que tem oportunidade pede para andar (sentado ou de pe'). Esta' combinado receber um skate quando fizer 3 anos, ou quando deixar a chucha, o que vier primeiro.
Ontem fomos a uma loja chinesa, local onde entro muito raramente, quase nunca mesmo, a procura de umas "crocs" para ele.
Na perigosa zona dos brinquedos, havia varios skates, e ele ficou logo deslumbrado e a pedir para experimentar (curiosamente, nao pediu para comprar, se calhar achou que eram todos do senhor, nao sei). Havia de varios tamanhos, e para minha enorme surpresa, super baratinhos.
O mais pequeno, adequado a ele, era menos de 5 euros, o maior, que ele adorou, ficava por 8 e pouco.
Ora bem, este objeto de profundo desejo do meu filho, que o faria 1000 vezes feliz, estava ali ao preco de meia duzia de iogurtes.
Como conseguir educar neste contexto?
Como conseguir manter a minha posicao quando de facto, bolas, nao ha' razao nenhuma para nao lhe dar o que ele quer?
Bolas, educar e' dificil, mesmo!
Mas ninguem disse que era facil.
E nao, nao lhe comprei o skate.
Sei que o faria muito feliz, mas sei tambem que seria uma felicidade passageira, que amanha ja ele estaria a desejar outra coisa qualquer.
Sei que se calhar muitas vezes vou passar por ma', mas espero continuar seguir as minhas conviccoes.
E espero que eles um dia mais tarde percebam porque o fiz.
RAG
No outro dia em amena cavaqueira com a Duchess cheguei a conclusao brilhante que em vez de LOL, deviamos era escrever RAG (=Rir As Gargalhadas).
Por isso se a partir de hoje virem essa sigla (nao sei se alguem mais teve esta ideia, mas eu nunca vi pelo que me considero muito criativa - ah ah ah RAG), ja sabem o que significa.
Vamos ver se pega a moda.
Por isso se a partir de hoje virem essa sigla (nao sei se alguem mais teve esta ideia, mas eu nunca vi pelo que me considero muito criativa - ah ah ah RAG), ja sabem o que significa.
Vamos ver se pega a moda.
sábado, 14 de julho de 2012
2 anos e 8 meses, mais coisa menos coisa
Impressionante como consegue ser um menino muito crescido.
Impressionante como ainda e um verdadeiro baby.
Impressionante como ainda e um verdadeiro baby.
sexta-feira, 13 de julho de 2012
Futebol e Disney
Por influência do herói da nossa selecção, para o meu mais velho este é o Pato Ronalde.
O que se seguirá?
O Mickey Coentrão?
Ou o Pateta Moutinho??
O que se seguirá?
O Mickey Coentrão?
Ou o Pateta Moutinho??
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Paparazzo pessoal
Nas férias com as amigas, na adolescência e quase-adultice, muitas vezes referíamos a necessidade de termos um paparazzo pessoal.
E o que é que vem a ser isto?
Ora, era um rapaz (giro, claro, mas extremamente discreto, ou mesmo surdo e mudo) que nos acompanharia nas férias, a tirar fotografias a todos os nossos momentos (mas que nem se dava por ele).
Também podia assumir as funções de motorista (para podermos beber todas à noite e não ficar sempre 1 de fora), cozinheiro, homem das limpezas, cabide, carregador de sacos... enfim, era um escravo, basicamente.
Mas a sua função principal, era mesmo fazer aquilo que nós não conseguíamos mesmo fazer: tirar fotografias ao nosso grupo, desde fora. Os momentos hilariantes e insólitos nas viagens de carro, as chegadas aos apartamentos, as saídas à noite, os jantares, os fins de tarde na praia, tudo ficaria registado pela lente imparcial do nosso querido paparazzo.
Este fim de semana fomos acampar com os cunhados e sobrinho, e mais uma vez sentimos a falta desta personagem do nosso imaginário.
Muitas foram as fotografias que ficaram por tirar, porque estávamos sempre todos ocupados a fazer qualquer coisa: a montagem das tendas com os miúdos aos saltos, as refeições feitas na manta do piquenique, as caminhadas para a praia carregados que nem burros (miúda na mochila, miúdos às cavalitas, mais os carrinhos de compras atulhados, lancheiras, guarda-sóis/guardas-sol - não sei qual o correcto), enfim, 1001 ocasiões que ficarão na memória, mas não no ecrã, pois ninguém tinha mão livre (ou distanciamento) para nos fotografar a todos nestas situações.
Não somos - o Tê e eu - de todo, uma família foto-dependente.
Adoro fotografia, que adoro, mas infelizmente não somos pessoas de parar o que estamos a fazer para tirar foto ao momento.
Desde que somos pais, claro, tentamos (tento, o Tê pega na máquina apenas e só se eu lhe pedir) registar as fases, e claro que ainda assim tiramos milhares de fotos, mas muitas vezes acontece que as situações mais giras terminam quando empunhamos a máquina para a fotografia. E eu acho parvo estar a interromper uma brincadeira, ou uma gracinha, para ir buscar ou ligar a máquina e registar o momento.
Registo-o apenas na minha memória, que depois irá seleccionar o que vale a pena ficar e o que merece ser esquecido - e com isto, já se sabe o que acontece: esqueço-me de tudo.
Pensando nisto lembrei-me que tenho aproximadamente 10000 fotos para imprimir.
Os meus álbuns acabam com a festa do 1 ano do mais velho, mas quero tratar disso rapidamente, porque eu ainda sou do tempo em que as fotos em papel é que é.
Acho que somos uma geração de transição, do papel para o digital, e se há quem continue a imprimir fotos furiosamente e organize álbuns religiosamente, há quem já tenha assumido que nunca mais irá imprimir foto alguma (só para molduras), mas a maioria, como eu, vive na tentativa de ter os álbuns em ordem e as fotos em papel para pegar e cheirar e folhear. (sem nunca chegar a ter tudo em dia, como é óbvio). Somos uma geração no limbo, fotograficamente falando (porque eu acho que a geração abaixo já não vai sequer ter intenção de fazer álbuns em papel).
E pronto, aqui está mais uma tarefa para o nosso paparazzo pessoal: depois de tirar as fotos discretamente (não me oponho a que se ponha atrás da duna ou no meio dos arbustos para o fazer), de escolher as melhores para molduras (e pode ir comprar as ditas e furar a parede para pendurar se for o caso), fazer a selecção, ir à loja imprimir e organizar o álbum. E também me pode trazer um café enquanto eu folheio o álbum atentamente.
Não pago, mas ofereço comida (e oportunidade de dar umas boas gargalhadas com as nossas peripécias).
Alguém interessado?
E o que é que vem a ser isto?
Ora, era um rapaz (giro, claro, mas extremamente discreto, ou mesmo surdo e mudo) que nos acompanharia nas férias, a tirar fotografias a todos os nossos momentos (mas que nem se dava por ele).
Também podia assumir as funções de motorista (para podermos beber todas à noite e não ficar sempre 1 de fora), cozinheiro, homem das limpezas, cabide, carregador de sacos... enfim, era um escravo, basicamente.
Mas a sua função principal, era mesmo fazer aquilo que nós não conseguíamos mesmo fazer: tirar fotografias ao nosso grupo, desde fora. Os momentos hilariantes e insólitos nas viagens de carro, as chegadas aos apartamentos, as saídas à noite, os jantares, os fins de tarde na praia, tudo ficaria registado pela lente imparcial do nosso querido paparazzo.
Este fim de semana fomos acampar com os cunhados e sobrinho, e mais uma vez sentimos a falta desta personagem do nosso imaginário.
Muitas foram as fotografias que ficaram por tirar, porque estávamos sempre todos ocupados a fazer qualquer coisa: a montagem das tendas com os miúdos aos saltos, as refeições feitas na manta do piquenique, as caminhadas para a praia carregados que nem burros (miúda na mochila, miúdos às cavalitas, mais os carrinhos de compras atulhados, lancheiras, guarda-sóis/guardas-sol - não sei qual o correcto), enfim, 1001 ocasiões que ficarão na memória, mas não no ecrã, pois ninguém tinha mão livre (ou distanciamento) para nos fotografar a todos nestas situações.
Não somos - o Tê e eu - de todo, uma família foto-dependente.
Adoro fotografia, que adoro, mas infelizmente não somos pessoas de parar o que estamos a fazer para tirar foto ao momento.
Desde que somos pais, claro, tentamos (tento, o Tê pega na máquina apenas e só se eu lhe pedir) registar as fases, e claro que ainda assim tiramos milhares de fotos, mas muitas vezes acontece que as situações mais giras terminam quando empunhamos a máquina para a fotografia. E eu acho parvo estar a interromper uma brincadeira, ou uma gracinha, para ir buscar ou ligar a máquina e registar o momento.
Registo-o apenas na minha memória, que depois irá seleccionar o que vale a pena ficar e o que merece ser esquecido - e com isto, já se sabe o que acontece: esqueço-me de tudo.
Pensando nisto lembrei-me que tenho aproximadamente 10000 fotos para imprimir.
Os meus álbuns acabam com a festa do 1 ano do mais velho, mas quero tratar disso rapidamente, porque eu ainda sou do tempo em que as fotos em papel é que é.
Acho que somos uma geração de transição, do papel para o digital, e se há quem continue a imprimir fotos furiosamente e organize álbuns religiosamente, há quem já tenha assumido que nunca mais irá imprimir foto alguma (só para molduras), mas a maioria, como eu, vive na tentativa de ter os álbuns em ordem e as fotos em papel para pegar e cheirar e folhear. (sem nunca chegar a ter tudo em dia, como é óbvio). Somos uma geração no limbo, fotograficamente falando (porque eu acho que a geração abaixo já não vai sequer ter intenção de fazer álbuns em papel).
E pronto, aqui está mais uma tarefa para o nosso paparazzo pessoal: depois de tirar as fotos discretamente (não me oponho a que se ponha atrás da duna ou no meio dos arbustos para o fazer), de escolher as melhores para molduras (e pode ir comprar as ditas e furar a parede para pendurar se for o caso), fazer a selecção, ir à loja imprimir e organizar o álbum. E também me pode trazer um café enquanto eu folheio o álbum atentamente.
Não pago, mas ofereço comida (e oportunidade de dar umas boas gargalhadas com as nossas peripécias).
Alguém interessado?
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Morder
A mais nova agora deu-lhe para morder as coisas/pessoas quando se irrita.
O mais velho ja apanhou umas dentadas valentes.
Seria preocupante, se nao fosse apenas ridiculo.
A rapariga tem apenas 4 dentes...
O mais velho ja apanhou umas dentadas valentes.
Seria preocupante, se nao fosse apenas ridiculo.
A rapariga tem apenas 4 dentes...
terça-feira, 10 de julho de 2012
Sabes pouco, sabes
No carro, a cantar o papagaio louro (de que nao me lembro da letra mas pronto) com o mais velho, as tantas chega a parte do "leva-me esta carta para o meu namorado". E ele diz "para a minha namorada". E eu, entao, quem e a tua namorada?
Resposta pronta: a minha namorada e a mae! (assim com as palavras todas, acentos incluidos)
E claro, nao ha como nao derreter.
E daqui a nada esta a pedir-me as chaves do carro. E eu, pronto, terei de aceder, porque um dia ele foi fofo, mesmo fofo, e me disse que gosta de mim desta maneira linda de morrer.
Manipuladores, estes miudos...
Resposta pronta: a minha namorada e a mae! (assim com as palavras todas, acentos incluidos)
E claro, nao ha como nao derreter.
E daqui a nada esta a pedir-me as chaves do carro. E eu, pronto, terei de aceder, porque um dia ele foi fofo, mesmo fofo, e me disse que gosta de mim desta maneira linda de morrer.
Manipuladores, estes miudos...
domingo, 8 de julho de 2012
Excuse me, where's the camping?*
1a experiencia de campismo com os dois - check.
Correu muito bem, o melhor possivel. Fomos muito bem acompanhados, e para um sitio giro, giro.
Nao havia como correr mal.
Um novo mundo se abre, agora ninguem nos agarra!
*Private joke que dura desde 1999 no nosso grupo. Nasceu na Holanda, durante o inter rail, e mantem-se ate hoje.
Correu muito bem, o melhor possivel. Fomos muito bem acompanhados, e para um sitio giro, giro.
Nao havia como correr mal.
Um novo mundo se abre, agora ninguem nos agarra!
*Private joke que dura desde 1999 no nosso grupo. Nasceu na Holanda, durante o inter rail, e mantem-se ate hoje.
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Senhores fabricantes de fatos de banho de rapaz:
Podem parar de gastar tempo e dinheiro a aplicar bolsos nos mesmos.
Os rapazes nao levam nada no bolso, apenas serve para trazer areia da praia para casa.
Obrigada.
Os rapazes nao levam nada no bolso, apenas serve para trazer areia da praia para casa.
Obrigada.
Sem acentos
O computador de casa esta prestes a dar o berro, pelo que temos de usar um antigo do trabalho, com teclado internacional.
Ficam avisados que os proximos posts serao sem acentos, nem c de cedilha, nem til.
(no teclado do computador actual do trabalho, que tambem e internacional, consigo fazer os acentos com uma combinacao de Alt e numeros, mas nesta nao consigo, nao sei porque...)
Ficam avisados que os proximos posts serao sem acentos, nem c de cedilha, nem til.
(no teclado do computador actual do trabalho, que tambem e internacional, consigo fazer os acentos com uma combinacao de Alt e numeros, mas nesta nao consigo, nao sei porque...)
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Andante
Pois que quase dois meses depois de dar os seus primeiros passos, a nossa mais nova, finalmente, resolveu cortar amarras e lançar-se ao mundo pelo seu próprio pé.
Cada um com o seu ritmo e blá blá blá, mas eu já estava farta de lavar joelhos!
Bolas que estes meus filhos gatinham até à exaustão!
O mais velho já gatinhava em Junho, deu os primeiros passos em Dezembro e começou a andar 1 mês depois. Na altura eu estava já grávida, e com sinceridade, já não o podia ver a a arrastar-se em grande velocidade pelo chão de todo o lado.
Achava que essa minha irritação se devia à grande barriga que já carregava na altura, pois sejamos sinceros que andar dobrada o tempo todo nessa fase não é nada agradável.
Esta, em Dezembro começou a gatinhar, e até ao último domingo esse era o seu modo de locomoção.
7 meses a rastejar, bolas, bolas. Com 13 meses deu os seus primeiros passos, mas só agora, quase com 15 é que de facto começou a andar.
Cada dia dava mais um passo, até que no domingo ficou com os avós durante um bocadinho e quando chegámos o avô comentou que ela não tinha gatinhado mais.
E assim foi, nessa noite já andou por todo o lado, e assim tem sido desde então.
Finalmente! Tenho de o dizer! Mesmo sem gravidez já não podia com o pega, levanta, colo, gatinha, foge, mãos no chão, joelhos sujos, em casa, na rua, no café, e ela sempre a rastejar por todo o lado.
Mais uma fase que passou, menos um bocadinho de bebé cá em casa.
Temos miúda caminhante!
Cada um com o seu ritmo e blá blá blá, mas eu já estava farta de lavar joelhos!
Bolas que estes meus filhos gatinham até à exaustão!
O mais velho já gatinhava em Junho, deu os primeiros passos em Dezembro e começou a andar 1 mês depois. Na altura eu estava já grávida, e com sinceridade, já não o podia ver a a arrastar-se em grande velocidade pelo chão de todo o lado.
Achava que essa minha irritação se devia à grande barriga que já carregava na altura, pois sejamos sinceros que andar dobrada o tempo todo nessa fase não é nada agradável.
Esta, em Dezembro começou a gatinhar, e até ao último domingo esse era o seu modo de locomoção.
7 meses a rastejar, bolas, bolas. Com 13 meses deu os seus primeiros passos, mas só agora, quase com 15 é que de facto começou a andar.
Cada dia dava mais um passo, até que no domingo ficou com os avós durante um bocadinho e quando chegámos o avô comentou que ela não tinha gatinhado mais.
E assim foi, nessa noite já andou por todo o lado, e assim tem sido desde então.
Finalmente! Tenho de o dizer! Mesmo sem gravidez já não podia com o pega, levanta, colo, gatinha, foge, mãos no chão, joelhos sujos, em casa, na rua, no café, e ela sempre a rastejar por todo o lado.
Mais uma fase que passou, menos um bocadinho de bebé cá em casa.
Temos miúda caminhante!
Cena fixe
Acordam os dois da sesta cá em casa, e começam a rir um com o outro, um do outro, sei lá.
Ele diz um disparate, e ela ri a bandeiras despregadas.
Ela entoa uma canção, depois cantam os dois, e depois riem, riem, riem - e eu cá de fora vou às lágrimas com tanta gargalhada, com esta cumplicidade.
E é por isto, entre outras coisas, que mesmo que tivesse outro quarto disponível (que não tenho), os deixava a dormir no mesmo quarto pelo menos durante os primeiros anos.
E ainda está para vir a altura em que os deitamos ao mesmo tempo e eles ficam na conversa, a aparvalhar, com ataques de riso, e fazer-nos ir lá à porta dizer "Meninos, pouco barulho! Toca a dormir! Não quero ouvir nem mais um piu!" (adorava esta do piu, bastava ouvir para redobrar o ataque de riso).
Mesmo fixe ter um irmão7irmã com quem dividir o quarto que alinha na parvalheira ao acordar/antes de dormir.
Ele diz um disparate, e ela ri a bandeiras despregadas.
Ela entoa uma canção, depois cantam os dois, e depois riem, riem, riem - e eu cá de fora vou às lágrimas com tanta gargalhada, com esta cumplicidade.
E é por isto, entre outras coisas, que mesmo que tivesse outro quarto disponível (que não tenho), os deixava a dormir no mesmo quarto pelo menos durante os primeiros anos.
E ainda está para vir a altura em que os deitamos ao mesmo tempo e eles ficam na conversa, a aparvalhar, com ataques de riso, e fazer-nos ir lá à porta dizer "Meninos, pouco barulho! Toca a dormir! Não quero ouvir nem mais um piu!" (adorava esta do piu, bastava ouvir para redobrar o ataque de riso).
Mesmo fixe ter um irmão7irmã com quem dividir o quarto que alinha na parvalheira ao acordar/antes de dormir.
domingo, 1 de julho de 2012
Aderi à moda...
... dos carrinhos das compras para a praia.
Estou fã.
No ano passado a minha cunhada topou um grupo de amigas mães todas com este tipo de carrinho de compras na praia, e ficou a ideia. Depois disso comecei a reparar e são várias as mães que se encontram por aí com esta solução.
Este ano ela encontrou uns bem giros no continente,e eu não demorei muito a ir buscar o meu (lindo de morrer, cor-de-rosa choque com bolas brancas).
Permite guardar tudo num mesmo saco, não magoa os ombros nem as mãos e ficamos com uma mão livre para dar colo/dar a mão a uma das crias.A s rodas são grandes, e rolam muito bem na areia..
Toalhas, mudas de roupa, fraldas, lancheira, bolsa dos cremes, até o guarda-sol vai lá dentro.
Ponto negativo: ao ser um saco "na vertical", por vezes acontece termos de tirar tudo para chegar a algo que esteja no fundo.
Saldo mais do que positivo. Recomendo.
(imagem sacada da net)
Estou fã.
No ano passado a minha cunhada topou um grupo de amigas mães todas com este tipo de carrinho de compras na praia, e ficou a ideia. Depois disso comecei a reparar e são várias as mães que se encontram por aí com esta solução.
Este ano ela encontrou uns bem giros no continente,e eu não demorei muito a ir buscar o meu (lindo de morrer, cor-de-rosa choque com bolas brancas).
Permite guardar tudo num mesmo saco, não magoa os ombros nem as mãos e ficamos com uma mão livre para dar colo/dar a mão a uma das crias.A s rodas são grandes, e rolam muito bem na areia..
Toalhas, mudas de roupa, fraldas, lancheira, bolsa dos cremes, até o guarda-sol vai lá dentro.
Ponto negativo: ao ser um saco "na vertical", por vezes acontece termos de tirar tudo para chegar a algo que esteja no fundo.
Saldo mais do que positivo. Recomendo.
(imagem sacada da net)
sábado, 30 de junho de 2012
Adoro o Verão
Hoje o dia foi de praia, sardinhada, sesta, mais praia e depois arraial com bifanas, sangria e até bailarico.
E eu só pergunto como, mas como, é que há pessoas que preferem o Inverno?
E eu só pergunto como, mas como, é que há pessoas que preferem o Inverno?
sexta-feira, 29 de junho de 2012
quinta-feira, 28 de junho de 2012
O post do dia
Sobre o Euro 2012, claro.
No início do campeonato comentei que algo se quebrara cá dentro com a derrota do Euro 2004. Que depois disso não tinha voltado a acreditar na selecção da mesma maneira, com aquela fé.
Ontem, sou sincera, voltei a acreditar.
Que íamos ganhar o Euro 2012? Não.
Mas que iríamos à final, sem dúvida.
Ca ganda balde de água fria... isso é que foi.
O futebol não é tudo, que não é, mas bolas, mexe com a nossa vida de uma forma única.
Une as pessoas. Faz mexer a economia. Promove os encontros.
Cá em casa, que somos de diferentes cores clubísticas, estes momentos da selecção ainda ganham mais sabor - por fim, ambos a torcer pela mesma equipa caramba! E o que eu gosto de podermos gritar GOLOOOO em uníssono!
Mas pronto, em 2014 é que vai ser!
(sim, eu acredito!)
No início do campeonato comentei que algo se quebrara cá dentro com a derrota do Euro 2004. Que depois disso não tinha voltado a acreditar na selecção da mesma maneira, com aquela fé.
Ontem, sou sincera, voltei a acreditar.
Que íamos ganhar o Euro 2012? Não.
Mas que iríamos à final, sem dúvida.
Ca ganda balde de água fria... isso é que foi.
O futebol não é tudo, que não é, mas bolas, mexe com a nossa vida de uma forma única.
Une as pessoas. Faz mexer a economia. Promove os encontros.
Cá em casa, que somos de diferentes cores clubísticas, estes momentos da selecção ainda ganham mais sabor - por fim, ambos a torcer pela mesma equipa caramba! E o que eu gosto de podermos gritar GOLOOOO em uníssono!
Mas pronto, em 2014 é que vai ser!
(sim, eu acredito!)
Não sei mesmo o que isto quer dizer...
... mas o Tê encontrou hoje uma moeda de 100 pesetas à porta do nosso prédio.
terça-feira, 26 de junho de 2012
No, thanks
Recebi hoje o catalogo de inverno de uma conhecida marca de roupa.
Vai ficar fechadinho ate Outubro, no minimo.
Vai ficar fechadinho ate Outubro, no minimo.
domingo, 24 de junho de 2012
Esta não me lembro de acontecer
Não pudemos ir à praia hoje porque... não cabíamos.
Juro.
Chegámos à Parede: maré cheia e areia cheia também.
Ainda perguntámos ao nadador-salvador mas a maré ainda ia encher mais, pelo que ficar na pequena língua de areia entre os pés das pessoas e o mar estava fora de questão. A areia também parecia continuar a encher. Olhámos, procurámos e nada, nem um espacinho livre para o nosso guarda sol.
Em Carcavelos, nem chegámos a estacionar - o Tê foi lá espreitar e disse que estava igual - um longo areal cheio até mais não.
Fomos para o parque.
Estendi-me na manta, respirei fundo, e esteve-se muito bem.
Na Holanda substituí o prazer da praia (onde fomos 3 ou 4 vezes) pelo prazer de estar deitada no parque a olhar para a copa das árvores a mexer com o vento.
Não é a mesma coisa, mas foi um óptimo fim de domingo.
Juro.
Chegámos à Parede: maré cheia e areia cheia também.
Ainda perguntámos ao nadador-salvador mas a maré ainda ia encher mais, pelo que ficar na pequena língua de areia entre os pés das pessoas e o mar estava fora de questão. A areia também parecia continuar a encher. Olhámos, procurámos e nada, nem um espacinho livre para o nosso guarda sol.
Em Carcavelos, nem chegámos a estacionar - o Tê foi lá espreitar e disse que estava igual - um longo areal cheio até mais não.
Fomos para o parque.
Estendi-me na manta, respirei fundo, e esteve-se muito bem.
Na Holanda substituí o prazer da praia (onde fomos 3 ou 4 vezes) pelo prazer de estar deitada no parque a olhar para a copa das árvores a mexer com o vento.
Não é a mesma coisa, mas foi um óptimo fim de domingo.
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Cadeira junior
Há um tempo fiz aqui um post sobre o facto de se irem desvanecendo as marcas de quem tem 2 bebés em casa: a passagem dela para o quarto que agora é dos dois, a arrumação do parque, e também o facto de termos arrumado uma das cadeiras da papa (das que se penduram na mesa, ficou só a grande que tem tabuleiro à frente).
Nessa altura passámos a mais nova para a cadeira da papa grande e ele passou a jantar à mesa.
Não resultou muito bem.
Tentámos colocar alguma coisa na cadeira para ficar mais alto, acaba sempre por escorregar. Tentámos que ele ficasse de joelhos, mas às vezes com o cansaço acabava por se sentar e ficar com a mesa à altura do queixo.
Da última vez que fomos ao Ikea trouxemos uma cadeira destas - não é cadeirinha de bebé, é uma cadeira normal, apenas mais alta.
Estamos fãs.
O rapaz fica sentado à mesa direito, não sai com tanta facilidade (apesar de conseguir subir e descer sozinho) e até parece que come melhor, na posição certa, de costas direitas.
Ele também gostou bastante, e sente-se muito bem lá.
A cadeira não é super barata, mas é bem feita, sólida, e não se vira quando ele sobe e desce sozinho.
Não sei quanto tempo vai durar para ele, mas tendo em conta que depois ainda serve à irmã, foi um bom investimento.
Nessa altura passámos a mais nova para a cadeira da papa grande e ele passou a jantar à mesa.
Não resultou muito bem.
Tentámos colocar alguma coisa na cadeira para ficar mais alto, acaba sempre por escorregar. Tentámos que ele ficasse de joelhos, mas às vezes com o cansaço acabava por se sentar e ficar com a mesa à altura do queixo.
Da última vez que fomos ao Ikea trouxemos uma cadeira destas - não é cadeirinha de bebé, é uma cadeira normal, apenas mais alta.
Estamos fãs.
O rapaz fica sentado à mesa direito, não sai com tanta facilidade (apesar de conseguir subir e descer sozinho) e até parece que come melhor, na posição certa, de costas direitas.
Ele também gostou bastante, e sente-se muito bem lá.
A cadeira não é super barata, mas é bem feita, sólida, e não se vira quando ele sobe e desce sozinho.
Não sei quanto tempo vai durar para ele, mas tendo em conta que depois ainda serve à irmã, foi um bom investimento.
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Orgulho
O meu mais velho sabe cantar o hino (quase todo).
A mais nova também dá uns acordes, e dança o hino na perfeição.
Temos tugas!
A mais nova também dá uns acordes, e dança o hino na perfeição.
Temos tugas!
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Good girl
Hoje passei duas vezes (2!) em frente ao Santini e não comi nenhum gelado.
Ponto para mim.
Ponto para mim.
Depois das férias...
... e com este tempo... só me falta a campanha do Regresso às Aulas do Continente.
Que deprimente.
Que deprimente.
segunda-feira, 18 de junho de 2012
sábado, 16 de junho de 2012
O declínio
Percebemos que já não vamos para novas (mesmo!) quando recebemos, no meio de todos os e-mails, uma publicidade a cuecas de incontinência (aka fraldas para adultos).
Com direito a envio de amostra grátis e tudo.
É o princípio do fim. A partir de aqui será sempre a descer.
Quanto tempo tempo até ao envio gratuito de uma pomada para as cruzes ou para fixar a placa?
Com direito a envio de amostra grátis e tudo.
É o princípio do fim. A partir de aqui será sempre a descer.
Quanto tempo tempo até ao envio gratuito de uma pomada para as cruzes ou para fixar a placa?
JA
Acabo de ver um programa de culinária do José Avilez.
Gostei bastante.
Boa dinâmica, boa comunicação, com truques de cozinha (daqueles que dão jeito saber e podemos usar no dia a dia), e os pratos* pareceram-me bastante bem.
A ver se percebo quando dá, porque não é sempre que eu gosto de programas de culinária portugueses (e isto, dito por mim, é profundamente irónico, e eu um dia explico porquê).
(lascas de bacalhau confitado com migas de alheira, broa e grelos e salada de fruta caramelizada)
Gostei bastante.
Boa dinâmica, boa comunicação, com truques de cozinha (daqueles que dão jeito saber e podemos usar no dia a dia), e os pratos* pareceram-me bastante bem.
A ver se percebo quando dá, porque não é sempre que eu gosto de programas de culinária portugueses (e isto, dito por mim, é profundamente irónico, e eu um dia explico porquê).
(lascas de bacalhau confitado com migas de alheira, broa e grelos e salada de fruta caramelizada)
Pais de 2
Fomos a um arraial aqui perto, com alguns amigos.
Passámos o tempo, claro, atrás dos miúdos. O mais velho quis levar a bicicleta (a sua nova paixão), a mais nova cheia de sono, toma lá isto, veste o casaco, corre atrás, passa a miúda que eu quero comer caldo verde, toma lá o rapaz que quer fazer xixi, etc.
Encontrei uma querida amiga, ex-colega de escola que é também cunhada da minha irmã, sentada à mesa com o marido e uns amigos, pratos de caracóis e imperiais em cima da mesa, no maior relax.
Ora, esta minha amiga tem, nem mais nem menos, do que 4 filhos (de 9, 7, 5 e 1 ano).
Perguntei por eles, se teriam ficado com os avós, uma vez que os via ali tão relaxados.
Que não, respondeu ela, os miúdos andam por aí.
O truque? Uns tomam conta dos outros.
E lá andavam os 4, cada um para seu lado e a mais nova na cadeirinha de mão em mão, e eles limitam-se a controlar de vez em quando e a fazer a chamada.
De facto, se não for assim, os pais não fazem mesmo mais nada.
Eu e o Tê temos muito que aprender. Nestas coisas da parentalidade ainda somos mesmo tenrinhos.
Passámos o tempo, claro, atrás dos miúdos. O mais velho quis levar a bicicleta (a sua nova paixão), a mais nova cheia de sono, toma lá isto, veste o casaco, corre atrás, passa a miúda que eu quero comer caldo verde, toma lá o rapaz que quer fazer xixi, etc.
Encontrei uma querida amiga, ex-colega de escola que é também cunhada da minha irmã, sentada à mesa com o marido e uns amigos, pratos de caracóis e imperiais em cima da mesa, no maior relax.
Ora, esta minha amiga tem, nem mais nem menos, do que 4 filhos (de 9, 7, 5 e 1 ano).
Perguntei por eles, se teriam ficado com os avós, uma vez que os via ali tão relaxados.
Que não, respondeu ela, os miúdos andam por aí.
O truque? Uns tomam conta dos outros.
E lá andavam os 4, cada um para seu lado e a mais nova na cadeirinha de mão em mão, e eles limitam-se a controlar de vez em quando e a fazer a chamada.
De facto, se não for assim, os pais não fazem mesmo mais nada.
Eu e o Tê temos muito que aprender. Nestas coisas da parentalidade ainda somos mesmo tenrinhos.
Mega piquenique
Fomos ao famoso Mega Pic Nic no Terreiro do Paço.
Que grande flop.
Achava que além de ver os animais, íamos poder fazer as compras da semana directamente aos produtores. Não.
Havia uma data de "hortas" improvisadas, mas só para olhar. Nada para comprar.
Vimos animais, sim senhora, e o mais velho gostou.
Mas nem sequer havia um sítio de jeito para fazer, de facto, um piquenique (ou então nós não vimos).
Não percebo de que modo é que ajudamos a produção nacional com este tipo de evento.
A não repetir.
Que grande flop.
Achava que além de ver os animais, íamos poder fazer as compras da semana directamente aos produtores. Não.
Havia uma data de "hortas" improvisadas, mas só para olhar. Nada para comprar.
Vimos animais, sim senhora, e o mais velho gostou.
Mas nem sequer havia um sítio de jeito para fazer, de facto, um piquenique (ou então nós não vimos).
Não percebo de que modo é que ajudamos a produção nacional com este tipo de evento.
A não repetir.
sexta-feira, 15 de junho de 2012
quinta-feira, 14 de junho de 2012
O 1º do ano
Mergulho.
Sempre especial.
Na praia da Parede, claro, a minha praia do coração.
E como hoje choveu de manhã, a praia estava vazia, linda, parecia que estava mesmo à nossa espera.
As crianças brincaram à vontade sem perigo de se perderem, eu caminhei (para trás e para a frente que a praia é pequena, já se sabe), estive estendida na toalha, fizemos castelos (nestes primeiros dias eles nem precisam de brinquedos, a areia é diversão suficiente), e abrimos oficialmente a nossa época balnear.
Do melhor.
Adoro praia. Mesmo.
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Museu do Brinquedo
Fomos os 4.
Mais parecia o museu da tortura, tanto brinquedo e eles sem poder tocar em nada.
A ela passou-lhe tudo ao lado, claro, mas ele esteve sempre a pedir para abrir as vitrinas para brincar com o que lá havia.
Eu por mim, tinha aberto.
Tantas coisas giras, giras :)
Mais parecia o museu da tortura, tanto brinquedo e eles sem poder tocar em nada.
A ela passou-lhe tudo ao lado, claro, mas ele esteve sempre a pedir para abrir as vitrinas para brincar com o que lá havia.
Eu por mim, tinha aberto.
Tantas coisas giras, giras :)
Filho único
Ontem ele adormeceu à tarde antes dela, deixando-a sozinha com o pai e a mãe só para ela. Adorou, toda ela eram risinhos, abracinhos, brincadeiras ora com um ora com outro, feliz com a exclusividade de tempo de ambos para ela.
Hoje fomos a uma festarola com parque de diversões, jantar e andar de carrossel, e decidimos deixa-la com os avós, já que não ia andar de carrossel nem aproveitar seja o que for, além de que está frio e vento de noite. Ele ficou feliz (se bem que lhe fez confusão deixar a irmã, e pediu-lhe um Hi 5 antes de ir embora - achei um piadão), mas portou-se super bem, andou pela feira de mão dada com os dois, esteve sentado à mesa à conversa connosco, feliz com a atenção toda para ele.
Já tinha visto que a Cocó tem o hábito de fazer o dia do filho único - um dia por mês em que vão almoçar e/ou fazer um programa apenas com 1 dos filhos.
Parece-me uma boa ideia, a adoptar daqui a uns tempos.
(e o fácil que é andar de um lado para outro só com 1 filho eh eh eh - super fácil! - mas só nos apercebemos disso quando temos mais, já se sabe...)
Hoje fomos a uma festarola com parque de diversões, jantar e andar de carrossel, e decidimos deixa-la com os avós, já que não ia andar de carrossel nem aproveitar seja o que for, além de que está frio e vento de noite. Ele ficou feliz (se bem que lhe fez confusão deixar a irmã, e pediu-lhe um Hi 5 antes de ir embora - achei um piadão), mas portou-se super bem, andou pela feira de mão dada com os dois, esteve sentado à mesa à conversa connosco, feliz com a atenção toda para ele.
Já tinha visto que a Cocó tem o hábito de fazer o dia do filho único - um dia por mês em que vão almoçar e/ou fazer um programa apenas com 1 dos filhos.
Parece-me uma boa ideia, a adoptar daqui a uns tempos.
(e o fácil que é andar de um lado para outro só com 1 filho eh eh eh - super fácil! - mas só nos apercebemos disso quando temos mais, já se sabe...)
terça-feira, 12 de junho de 2012
Primeiro foi no correio de casa...
... e agora também no e-mail: é quase só publicidade.
Entre sites de descontos, marcas de roupa online, programas culturais de diversos locais, ofertas de emprego e propostas de cursos tenho a caixa cheia todo o santo dia, e poucos são os e-mails escritos de facto, por pessoas.
O e-mail escrito pessoalmente, como a carta escrita à mão, está a cair em desuso.
Entre sites de descontos, marcas de roupa online, programas culturais de diversos locais, ofertas de emprego e propostas de cursos tenho a caixa cheia todo o santo dia, e poucos são os e-mails escritos de facto, por pessoas.
O e-mail escrito pessoalmente, como a carta escrita à mão, está a cair em desuso.
segunda-feira, 11 de junho de 2012
O orçamento das férias...
... ficou hoje no Ikea.
Andamos sempre a adiar, a adiar, mas não podemos continuar a viver como se amanhã fossemos mudar de casa outra vez.
Assim: o quarto das crianças já tem arrumação para brinquedos e livros, trouxemos também as cortinas para o nosso quarto e para a sala (não gostei de nenhumas para o quarto deles que eram as mais importantes, mas pronto), almofadas para a sala que não gritam umas com as outras (ainda tínhamos as da Holanda que não tinham nada a ver com o resto da sala - nada a ver mesmo!), e claro aquelas pequenas coisas a que nunca se resiste - velas, guardanapos, um banquinho para eles, and so on.
E em menos de nada se gasta uma pequena fortuna.
Menos mal que moramos a 5 minutos da praia, e fazer férias em casa não é de todo um sacrifício.
Andamos sempre a adiar, a adiar, mas não podemos continuar a viver como se amanhã fossemos mudar de casa outra vez.
Assim: o quarto das crianças já tem arrumação para brinquedos e livros, trouxemos também as cortinas para o nosso quarto e para a sala (não gostei de nenhumas para o quarto deles que eram as mais importantes, mas pronto), almofadas para a sala que não gritam umas com as outras (ainda tínhamos as da Holanda que não tinham nada a ver com o resto da sala - nada a ver mesmo!), e claro aquelas pequenas coisas a que nunca se resiste - velas, guardanapos, um banquinho para eles, and so on.
E em menos de nada se gasta uma pequena fortuna.
Menos mal que moramos a 5 minutos da praia, e fazer férias em casa não é de todo um sacrifício.
domingo, 10 de junho de 2012
Não estranhem a ausência...
... porque estou de férias esta semana.
Há lá coisa melhor que esta época do ano?
Os dias compridos, o tempo a aquecer, as primeiras idas à praia, os santos populares, as sardinhas... e férias, claro!
Que nem ginjas!
Há lá coisa melhor que esta época do ano?
Os dias compridos, o tempo a aquecer, as primeiras idas à praia, os santos populares, as sardinhas... e férias, claro!
Que nem ginjas!
quinta-feira, 7 de junho de 2012
terça-feira, 5 de junho de 2012
De mal a pior
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Típico meu
Fui comprar uns sapatos, comprei 2 fatos de banho.
Os sapatos ficaram para quando for comprar fruta, ou livros, quem sabe.
Os sapatos ficaram para quando for comprar fruta, ou livros, quem sabe.
domingo, 3 de junho de 2012
Rock in casa
Acho uma cena muito fixe a Sic (Radical e Mulher) passar os concertos do Rock in Rio em directo.
Não tenho especial afeição por nenhuma das bandas que lá foi/vai e por isso não paguei bilhete para ir, mas gostei de ir vendo os concertos nestes dias.
(post escrito ao som dos Xutos)
Não tenho especial afeição por nenhuma das bandas que lá foi/vai e por isso não paguei bilhete para ir, mas gostei de ir vendo os concertos nestes dias.
(post escrito ao som dos Xutos)
Telefone esperto
O presente que o Tê me ofereceu "de surpresa" foi um telemóvel novo, aka smartphone.
Não foi surpresa porque o meu telemóvel antigo - um Nokia Xpress Music que era fantástico não fosse o facto de ter perdido 3 teclas ao fim de 1 mês e partido o ecrã pouco depois. Foram 2 anos a ver fotos e mms divididas ao meio, mas pronto. O pior foi que já tinha morrido e ressuscitado várias vezes, e com a aproximação do meu aniversário, foi a dica perfeita.
A surpresa deveu-se ao facto de, com a operação na semana anterior aos meus anos, fiquei mesmo convencida que não iria ter presente no dia. O Tê ligou-me antes de sair do escritório todo desconsolado de não ter nada para mim, e eu disse para ele me trazer flores.
Quando chegou vinha com as flores e um embrulho na mão (sem publicidade) e disse que na florista lhe tinham perguntado se queria levar um brinde surpresa por mais 1 euro. Eu acreditei, claro, tal era a descontracção dele, e cheia de curiosidade de ver qual era o brinde... quando abri é que vi que era o meu telemóvel novo, todo giro, que afinal chegava a tempo dos meus anos.
Um fofuxo, o meu Tê...
Por isso agora sou aquela croma que demora horas a escrever uma sms, que perdeu uma data de contactos na passagem de um telemóvel a outro, que anda a tentar perceber como funciona o alarme ou a câmara.
Mas estou muito contente, tiro fotos todas cromas, tenho 1001 aplicações, arrasto os icons de trás para a frente e até consigo fazer (e receber) chamadas!
Eu, tecnológica!
Não foi surpresa porque o meu telemóvel antigo - um Nokia Xpress Music que era fantástico não fosse o facto de ter perdido 3 teclas ao fim de 1 mês e partido o ecrã pouco depois. Foram 2 anos a ver fotos e mms divididas ao meio, mas pronto. O pior foi que já tinha morrido e ressuscitado várias vezes, e com a aproximação do meu aniversário, foi a dica perfeita.
A surpresa deveu-se ao facto de, com a operação na semana anterior aos meus anos, fiquei mesmo convencida que não iria ter presente no dia. O Tê ligou-me antes de sair do escritório todo desconsolado de não ter nada para mim, e eu disse para ele me trazer flores.
Quando chegou vinha com as flores e um embrulho na mão (sem publicidade) e disse que na florista lhe tinham perguntado se queria levar um brinde surpresa por mais 1 euro. Eu acreditei, claro, tal era a descontracção dele, e cheia de curiosidade de ver qual era o brinde... quando abri é que vi que era o meu telemóvel novo, todo giro, que afinal chegava a tempo dos meus anos.
Um fofuxo, o meu Tê...
Por isso agora sou aquela croma que demora horas a escrever uma sms, que perdeu uma data de contactos na passagem de um telemóvel a outro, que anda a tentar perceber como funciona o alarme ou a câmara.
Mas estou muito contente, tiro fotos todas cromas, tenho 1001 aplicações, arrasto os icons de trás para a frente e até consigo fazer (e receber) chamadas!
Eu, tecnológica!
sexta-feira, 1 de junho de 2012
34 anos e 24 horas mais coisa, menos coisa
Foi um bom dia de anos, nada de especial, mas sempre a melhorar.
Pela 2ª vez na vida passei-o a trabalhar (a 1ª foi aos 32, nada mau), pelo que o passei sozinha, sendo que este ano com tantos colegas novos ninguém sequer sabia que eu fazia anos (mas eu fiz questão de dizer a alguns, se não até se torna estranho).
Depois o dia foi melhorando a partir das 16h30.
Fui buscar as crias e a progenitora, que me tinha feito um jantar especial - as mães servem para isso mesmo disse ela, já fico a saber - viemos para casa brincar e preparar as coisas, chegou o Tê com o sobrinho para se juntar à brincadeira. Fizemos piqueniques no quarto, na varanda e também em cima da minha cama.
Juntou-se o resto da família, pai, sogros, cunhados, irmã e companhia, recebi presentes, tive um presente surpresa do Tê (quem nos conhece sabe que somos o casal menos surpresa que pode haver, mas foi muito giro, dp faço post), acho que jantámos todos muito bem (sendo que eu mesma cozinhei um total de 0 coisas para este jantar), houve bolo de chocolate, morangos e gelado de frutos vermelhos, houve criançada a correr e a brincar pela casa toda até caírem de podres...
E eu acabei a noite depois de todos irem embora, a beber o resto da garrafa de espumante, na espreguiçadeira da varanda, a sentir o fresco da noite a chegar depois da caloraça que se fez sentir todo o dia.
Do melhor.
Enterrei a Idade de Cristo, entrei na Idade da Sabedoria*.
Venha ela!
*Nome dado, sem querer, pela Tella, quando completou 34 anos.
** Nota para a Mary de 2013: deixa-te de tretas e passa mas é a usar 2 velas, cada uma com um número, em vez de 1 vela por cada ano como tens feito questão de fazer até aqui. É que já começa a ser uma questão de segurança, tanta vela em cima do bolo.
quarta-feira, 30 de maio de 2012
34 anos e 1 hora
E este dia de anos já começou de maneira diferente.
Além de estar com a maior borbulha de todos os tempos (enfim, nem vou tecer comentários), comecei o dia dos meus anos a enviar uma sms a dar os parabéns ao meu querido sobrinho gémeo, que faz hoje 1 ano.
E aqui fica a promessa de repetir esta sms de parabéns à meia-noite para o resto da vida, no dia dos nossos anos, boa?
(de resto não se passou mais nada de especial neste meu dia de anos, mas também ainda é só 1h da manhã)
Além de estar com a maior borbulha de todos os tempos (enfim, nem vou tecer comentários), comecei o dia dos meus anos a enviar uma sms a dar os parabéns ao meu querido sobrinho gémeo, que faz hoje 1 ano.
E aqui fica a promessa de repetir esta sms de parabéns à meia-noite para o resto da vida, no dia dos nossos anos, boa?
(de resto não se passou mais nada de especial neste meu dia de anos, mas também ainda é só 1h da manhã)
E na véspera de fazer 34 anos
(34??? eu? 34? Ui!)
Seria de esperar que a minha preocupação dermatológica fosse dedicada às rugas e/ou pés de galinha e coisas que tais, que preocupam as pessoas com 34 (34?) anos.
Mas não.
Aos 34, como aos 17, a minha preocupação são as borbulhas.
O acne juvenil (e quase adulto também, está visto) em toda a sua pujança.
Vou estar muito gira no dia dos meus anos.
Espero que o dom da maquilhagem perfeita se apodere de mim amanhã, ou não vai haver fotos para ninguém.
Ai hormonas, hormonas, haja paciência...
Seria de esperar que a minha preocupação dermatológica fosse dedicada às rugas e/ou pés de galinha e coisas que tais, que preocupam as pessoas com 34 (34?) anos.
Mas não.
Aos 34, como aos 17, a minha preocupação são as borbulhas.
O acne juvenil (e quase adulto também, está visto) em toda a sua pujança.
Vou estar muito gira no dia dos meus anos.
Espero que o dom da maquilhagem perfeita se apodere de mim amanhã, ou não vai haver fotos para ninguém.
Ai hormonas, hormonas, haja paciência...
terça-feira, 29 de maio de 2012
Saudades
Dos meus filhos, que estão nos avós há dias, até o Tê se recuperar completamente.
No princípio, juro, é na boa, sou super cool, super moderna, prá frentex como se dizia nos 80's.
Mas depois da 1ª noite, please, já estou mais para lá do que para cá, a hiperventilar de saudades.
Ainda quando sou eu a ir passear ainda vá, mas agora assim, a casa vazia... not good.
Eles? Na boa.
Eu? De rastooooos.
Isto depois passa, certo?
Eu não vou ser daquelas mães irritantes que andam atrás dos filhos adolescentes, pois não?
É que já me estou a ver... (que vergonha...)
No princípio, juro, é na boa, sou super cool, super moderna, prá frentex como se dizia nos 80's.
Mas depois da 1ª noite, please, já estou mais para lá do que para cá, a hiperventilar de saudades.
Ainda quando sou eu a ir passear ainda vá, mas agora assim, a casa vazia... not good.
Eles? Na boa.
Eu? De rastooooos.
Isto depois passa, certo?
Eu não vou ser daquelas mães irritantes que andam atrás dos filhos adolescentes, pois não?
É que já me estou a ver... (que vergonha...)
domingo, 27 de maio de 2012
Emigração
Apanhámos o fim de uma reportagem na TVI24 sobre a emigração para a Suíça, em que aparecia um emigrante acabado de chegar, com 60 euros no bolso e a falar apenas português.
Aquele momento, em que pisa o solo do novo país, de mala na mão, a pensar "e agora?".
Impossível não nos lembrarmos na nossa própria chegada à Holanda, numa situação completamente (mesmo!) diferente, mas ainda assim com uma sensação muito semelhante à chegada.
E com toda a sinceridade vos digo que se não tivéssemos voltado em 2008, provavelmente não o faríamos mais.
Como as coisas estão por cá, tenho quase a certeza que não nos íamos meter nessa aventura tão cedo.
Aquele momento, em que pisa o solo do novo país, de mala na mão, a pensar "e agora?".
Impossível não nos lembrarmos na nossa própria chegada à Holanda, numa situação completamente (mesmo!) diferente, mas ainda assim com uma sensação muito semelhante à chegada.
E com toda a sinceridade vos digo que se não tivéssemos voltado em 2008, provavelmente não o faríamos mais.
Como as coisas estão por cá, tenho quase a certeza que não nos íamos meter nessa aventura tão cedo.
Da roupa emprestada
Acho que já aqui referi que 90% da roupa dos meus filhos é emprestada (vantagens de ter uma família grande, e também bons amigos, que sabem que eu aceito).
Na 2ª feira passada estive a arrumar a roupa do mais velho.
Demorei aí 1 hora a retirar tudo das gavetas e armário, escolher o que é de inverno, saco para emprestar ao sobrinho para um lado, caixa com roupa para 2013 para outro, e a tirar o que é de verão da caixa correspondente. Pelo meio ainda tive um episódio com a mais nova, que decidiu tirar tudo o que eu tinha arrumado do armário, mas no total foi 1 hora dedicada a isto.
Ontem, uma vez que o Tê ainda está em recuperação e as crianças ficaram nos avós, aventurei-me a tratar das coisas da mais nova.
Demorei 3 horas (três!) sem interrupções.
Quando já tinha quase terminado fui à arrecadação levar a caixa da roupa de inverno dele e deparo-me com uma caixa INTEIRA com roupa de verão para ela, de que me tinha esquecido!
De facto, não há quem resista a roupa da menina!
A juntar aos presentes recebidos no 1º aniversário, a rapariga está vestida para o verão inteiro, assim haja sol e bom tempo para tanto vestido. Tirando uma outra peça básica (leggings, casacos curtinhos, t-shirts ou bodies lisos), não preciso de me preocupar com mais nada.
E há coisas lindas, dos 1970's aos 2000, vestidas inúmeras vezes pelas meninas da família. E há, claro, coisas que eu nunca compraria, que não me dizem nada, que estão bastante usadas, que têm riscos de caneta que não saíram na máquina, e que ela vai vestir na mesma, porque é mesmo assim.
Mas fiquei a deitar roupa pelos olhos, e a meio da empreitada - sacos para dar, sacos para devolver, caixas para guardar - só me apetecia desistir.
Ter roupa emprestada é, sem dúvida a melhor coisa (é uma fatia menos no nosso orçamento, pelo menos até eles terem 15 anos e um estilo próprio - ainda assim, se seguirem o estilo de algum primo também poderão herdar coisas nessa altura!), mas exige também dedicação, esforço, capacidade de arrumação (que me falta, oh se falta!) e tempo, meus senhores, bastante tempo.
Pormenor com piada: ontem na minha busca pela foto de perfil fui dar de caras com algumas fotos de 2008, onde aparece a minha afilhada com 1 ano, e uma data de roupas que eu tinha acabado de pôr a lavar!
Na 2ª feira passada estive a arrumar a roupa do mais velho.
Demorei aí 1 hora a retirar tudo das gavetas e armário, escolher o que é de inverno, saco para emprestar ao sobrinho para um lado, caixa com roupa para 2013 para outro, e a tirar o que é de verão da caixa correspondente. Pelo meio ainda tive um episódio com a mais nova, que decidiu tirar tudo o que eu tinha arrumado do armário, mas no total foi 1 hora dedicada a isto.
Ontem, uma vez que o Tê ainda está em recuperação e as crianças ficaram nos avós, aventurei-me a tratar das coisas da mais nova.
Demorei 3 horas (três!) sem interrupções.
Quando já tinha quase terminado fui à arrecadação levar a caixa da roupa de inverno dele e deparo-me com uma caixa INTEIRA com roupa de verão para ela, de que me tinha esquecido!
De facto, não há quem resista a roupa da menina!
A juntar aos presentes recebidos no 1º aniversário, a rapariga está vestida para o verão inteiro, assim haja sol e bom tempo para tanto vestido. Tirando uma outra peça básica (leggings, casacos curtinhos, t-shirts ou bodies lisos), não preciso de me preocupar com mais nada.
E há coisas lindas, dos 1970's aos 2000, vestidas inúmeras vezes pelas meninas da família. E há, claro, coisas que eu nunca compraria, que não me dizem nada, que estão bastante usadas, que têm riscos de caneta que não saíram na máquina, e que ela vai vestir na mesma, porque é mesmo assim.
Mas fiquei a deitar roupa pelos olhos, e a meio da empreitada - sacos para dar, sacos para devolver, caixas para guardar - só me apetecia desistir.
Ter roupa emprestada é, sem dúvida a melhor coisa (é uma fatia menos no nosso orçamento, pelo menos até eles terem 15 anos e um estilo próprio - ainda assim, se seguirem o estilo de algum primo também poderão herdar coisas nessa altura!), mas exige também dedicação, esforço, capacidade de arrumação (que me falta, oh se falta!) e tempo, meus senhores, bastante tempo.
Pormenor com piada: ontem na minha busca pela foto de perfil fui dar de caras com algumas fotos de 2008, onde aparece a minha afilhada com 1 ano, e uma data de roupas que eu tinha acabado de pôr a lavar!
sábado, 26 de maio de 2012
Mary QA
Por questões de privacidade e manutenção do anonimato, a Mary do Quase Adultos é agora a Mary QA.
Mas sou eu na mesma, não se preocupem.
(em busca pela minha fotografia de perfil - tenho uma enorme resistência a mudar fotos de perfil de seja o que for, não me perguntem porquê - liguei o disco externo com as fotos da Holanda, de 2006 e 2007, e tive de percorrer várias pastas porque apesar de saber exactamente onde e quando a tirei, não estava no sítio certo. Meus senhores, bem podia ter posto aqui uma foto de frente da Mary dessa altura, que juro que ninguém me iria reconhecer na mesma...)
Mas sou eu na mesma, não se preocupem.
(em busca pela minha fotografia de perfil - tenho uma enorme resistência a mudar fotos de perfil de seja o que for, não me perguntem porquê - liguei o disco externo com as fotos da Holanda, de 2006 e 2007, e tive de percorrer várias pastas porque apesar de saber exactamente onde e quando a tirei, não estava no sítio certo. Meus senhores, bem podia ter posto aqui uma foto de frente da Mary dessa altura, que juro que ninguém me iria reconhecer na mesma...)
O pilar
Apesar de ser uma cirurgia do mais simples que há, com um risco mínimo de complicações, aquele momento em que vemos o amor da nossa vida a ir para a sala de operações, a dizer piadolas com o médico e a anestesista, é por demais enervante.
E aqueles momentos depois da operação, mesmo depois de saber que correu bem, mas antes de o ver como deve ser, também se dispensavam.
Posso viver mais 100 anos que não esqueço o momento em que o vi, o meu melhor amigo, pai dos meus filhos, pilar central onde baseio a estrutura da minha vida, deitado no recobro, todo ele tubos e monitores, sem dar acordo de si.
Sim, estava tudo bem, sim, eu sabia que não era nada de mais, mas aquela imagem de total vulnerabilidade ficou-me gravada.
Apanhei o verdadeiro cagaço, e só descansei quando o ouvi dizer coisas com nexo.
Não é por mais nada, só que nós temos combinado ver os netos a crescer juntos, e cheira-me que sozinha não tem metade da graça.
E aqueles momentos depois da operação, mesmo depois de saber que correu bem, mas antes de o ver como deve ser, também se dispensavam.
Posso viver mais 100 anos que não esqueço o momento em que o vi, o meu melhor amigo, pai dos meus filhos, pilar central onde baseio a estrutura da minha vida, deitado no recobro, todo ele tubos e monitores, sem dar acordo de si.
Sim, estava tudo bem, sim, eu sabia que não era nada de mais, mas aquela imagem de total vulnerabilidade ficou-me gravada.
Apanhei o verdadeiro cagaço, e só descansei quando o ouvi dizer coisas com nexo.
Não é por mais nada, só que nós temos combinado ver os netos a crescer juntos, e cheira-me que sozinha não tem metade da graça.
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Vesícula
A do Tê foi à vida.
A operação foi ontem, e correu tudo bem, como esperado.
Hoje já está em casa, a fazer a vida mais ou menos normal.
Só podemos dizer coisas boas da Clínica CUF Cascais, nota 20 em tudo.
(tendo em conta que a minha experiência em hospitais se resume apenas à MAC, eu estava de boca aberta com tanta calma, tantas boas condições, tanta simpatia, sem gente a berrar, sem pessoas a entrar e sair sem se perceber quem são nem onde vão, materiais novos em folha, um mega quarto com vista e casa-de-banho privada, um verdadeiro luxo - digo isto sem tirar mérito à minha querida MAC, que espero que esteja pronta para me receber se eu tiver mais filhos - adiante).
Hoje já estamos todos juntos, de regresso a casa, como deve ser.
Adeus e um queijo, sra.Vesícula, que não vai deixar saudades!
A operação foi ontem, e correu tudo bem, como esperado.
Hoje já está em casa, a fazer a vida mais ou menos normal.
Só podemos dizer coisas boas da Clínica CUF Cascais, nota 20 em tudo.
(tendo em conta que a minha experiência em hospitais se resume apenas à MAC, eu estava de boca aberta com tanta calma, tantas boas condições, tanta simpatia, sem gente a berrar, sem pessoas a entrar e sair sem se perceber quem são nem onde vão, materiais novos em folha, um mega quarto com vista e casa-de-banho privada, um verdadeiro luxo - digo isto sem tirar mérito à minha querida MAC, que espero que esteja pronta para me receber se eu tiver mais filhos - adiante).
Hoje já estamos todos juntos, de regresso a casa, como deve ser.
Adeus e um queijo, sra.Vesícula, que não vai deixar saudades!
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Vinha aqui sentar-me a escrever um post...
... deu-me o frio.
Fui buscar um casaco.
Pelo caminho passei a sopa, fiz pão e iogurtes - só então me sentei ao computador.
Mãe que é mãe levanta-se para fazer 1 coisa e faz 10.
É ou não é?
Fui buscar um casaco.
Pelo caminho passei a sopa, fiz pão e iogurtes - só então me sentei ao computador.
Mãe que é mãe levanta-se para fazer 1 coisa e faz 10.
É ou não é?
Dizer bem
Do Centro de Saúde, local que é alvo das maiores críticas por cá, mas também merece elogios quando as coisas correm bem.
A nossa médica de família reformou-se, pelo que integrámos há uns tempos a infindável lista de utentes sem médico.
Esta semana quando lá fui com a mais nova para as vacinas descobri que abriu uma nova unidade para onde fomos transferidos, com instalaçoes novas e mais médicos, e que nos foi atribuído um novo médico de família.
Gostei do espaço, do atendimento, e da enfermeira que deu as vacinas.
Falta conhecer a nova médica, mas fiquei com uma boa impressão de tudo, o que é raro. E bom.
A nossa médica de família reformou-se, pelo que integrámos há uns tempos a infindável lista de utentes sem médico.
Esta semana quando lá fui com a mais nova para as vacinas descobri que abriu uma nova unidade para onde fomos transferidos, com instalaçoes novas e mais médicos, e que nos foi atribuído um novo médico de família.
Gostei do espaço, do atendimento, e da enfermeira que deu as vacinas.
Falta conhecer a nova médica, mas fiquei com uma boa impressão de tudo, o que é raro. E bom.
segunda-feira, 21 de maio de 2012
A genética é uma cena estranha
Vejo as fotos do meu sobrinho mais velho no FB, e só me vem à memória as fotos antigas do meu pai, nos anos 60.
O meu pai não teve filhos homens, mas duvido que tivesse algum tão parecido com ele como este neto.
O meu pai não teve filhos homens, mas duvido que tivesse algum tão parecido com ele como este neto.
O sósia
Este sábado, no batizado da filha do Naish (comentador assíduo aqui do QA), estava um sósia do meu filho.
Mal entrei na igreja topei-o logo, pois chamaram-me a atenção os caracóis exactamente iguais no formato e na cor, aos do meu rapaz.
Em conversa com os pais durante o lanche percebemos que têm o mesmo nome.
E a mesma idade, com apenas15 dias de diferença.
E para cúmulo, estavam quase vestidos de igual.
O pai do outro andou à séria a correr atrás do meu filho, e só percebeu quando ele se virou de frente.
Tive de prestar muita atenção na hora de ir embora, não fosse vir para casa com o Henrique errado.
Mal entrei na igreja topei-o logo, pois chamaram-me a atenção os caracóis exactamente iguais no formato e na cor, aos do meu rapaz.
Em conversa com os pais durante o lanche percebemos que têm o mesmo nome.
E a mesma idade, com apenas15 dias de diferença.
E para cúmulo, estavam quase vestidos de igual.
O pai do outro andou à séria a correr atrás do meu filho, e só percebeu quando ele se virou de frente.
Tive de prestar muita atenção na hora de ir embora, não fosse vir para casa com o Henrique errado.
O sono
É incrível como acordam bem dispostos depois de 12 (ele) ou 13 (ela) horas de sono.
A manhã flui, sem birras, gritos e choros.
E o mundo até parece melhor.
A manhã flui, sem birras, gritos e choros.
E o mundo até parece melhor.
sexta-feira, 18 de maio de 2012
O desfralde
Ah pois é, que isto não é um babyblog (ou pelo menos eu tento que não seja) mas ele há temas que são incontornáveis.
E se desgracei os meus leitores com pormenores detalhados sobre os meus partos, também não posso perder a oportunidade de conspurcar ainda mais este meu blog com esse maravilhoso tema que envolve muito cocó e xixi que é o desfralde.
Mas é com orgulho que posso afirmar que temos oficialmente rapaz desfraldado cá em casa.
Ufa ufa.
Ao contrario do aconselhado começámos em pleno inverno, em Janeiro.
A razão principal foi ele já estar mais que preparado, e também porque na escola já tinham começado o processo nos meninos da idade dele e seria mais fácil que ele o fizesse em conjunto com os amigos.
Não foi fácil, nem rápido.
E porquê?
Porque o rapaz fazia tudo o que tinha a fazer no sítio certo, mas continuava a fazer nas cuecas - o que é perfeitamente normal - mas pura e simplesmente não se importava nada com isso.
Era vê-lo brincar animadamente, até que percebíamos um rasto pelo chão, ou um cheiro pestilento, e ele ali na boa. Ou seja, não só não avisava que ia fazer, como nem avisava que já tinha feito!
Resultado: tínhamos de andar sempre atrás dele para ir ao wc, e no intervalo verificar se não tinha feito.
Na semana das férias - como por magia, ou talvez não - fez-se o click, e ele começou (finalmente!) a pedir para ir à casa-de-banho.
Será que éramos nós que andávamos tão em cima que nem lhe dávamos oportunidade de vir ter connosco?
Não sabemos.
Sei que tivemos alguns truques na manga, uns funcionaram outros nem por isso, que passo a partilhar, para quem estiver a viver esta fase:
Foi um processo algo longo, que claro, está longe de concluído (ainda há e haverá acidentes, claro), mas que já está bastante avançado.
Temos agora 1 ano para o completar com o desfralde nocturno, que deverá coincidir com o desfralde da miúda.
Aí mais uns dois anitos no total e estaremos livres de fraldas.
(estou a contar os dias!)
E se desgracei os meus leitores com pormenores detalhados sobre os meus partos, também não posso perder a oportunidade de conspurcar ainda mais este meu blog com esse maravilhoso tema que envolve muito cocó e xixi que é o desfralde.
Mas é com orgulho que posso afirmar que temos oficialmente rapaz desfraldado cá em casa.
Ufa ufa.
Ao contrario do aconselhado começámos em pleno inverno, em Janeiro.
A razão principal foi ele já estar mais que preparado, e também porque na escola já tinham começado o processo nos meninos da idade dele e seria mais fácil que ele o fizesse em conjunto com os amigos.
Não foi fácil, nem rápido.
E porquê?
Porque o rapaz fazia tudo o que tinha a fazer no sítio certo, mas continuava a fazer nas cuecas - o que é perfeitamente normal - mas pura e simplesmente não se importava nada com isso.
Era vê-lo brincar animadamente, até que percebíamos um rasto pelo chão, ou um cheiro pestilento, e ele ali na boa. Ou seja, não só não avisava que ia fazer, como nem avisava que já tinha feito!
Resultado: tínhamos de andar sempre atrás dele para ir ao wc, e no intervalo verificar se não tinha feito.
Na semana das férias - como por magia, ou talvez não - fez-se o click, e ele começou (finalmente!) a pedir para ir à casa-de-banho.
Será que éramos nós que andávamos tão em cima que nem lhe dávamos oportunidade de vir ter connosco?
Não sabemos.
Sei que tivemos alguns truques na manga, uns funcionaram outros nem por isso, que passo a partilhar, para quem estiver a viver esta fase:
- cuecas novas, com bonecos. Comprámos umas do Mickey, e a tia deu-lhe umas muito giras com um boneco para cada dia da semana. Ele gosta sempre de ver qual é o boneco do dia. Na escola tinham dito para comprar cuecas simples e baratas porque se estragam muito, mas eu acho que os bonecos fazem falta.
- fraldas de treino - usámos no início, mas ele assumiu que eram fraldas. Desapareceram por uns tempos. Voltaram a aparecer com o nome de "cuecas do construtor (boneco que aparece) que servem para apanhar as pinguinhas que saem por fora quando se faz xixi". Resultou. Ele deixou de as ver como fraldas e nós estávamos mais descansados. Nas férias andou com elas na rua, e talvez devido à nossa descontracção por saber que ele estava de fralda-cueca, começou a pedir para fazer xixi.
- truque da minha irmã para o meu sobrinho: de cada vez que faz qualquer coisa no penico, recebe um smartie - funcionou até certo ponto, pois era uma espécie de chantagem quando não queria interromper a brincadeira para ir à casa de banho, mas ele não começou a pedir para ir por causa do smartie. Quando demos por ela já ia com 2 ou 3 caixas de smarties, e continuava a fazer nas cuecas, e o que é importante , sem se incomodar minimamente com isso.
- truque do autocolante: quando fui à Holanda comprei no Hema (claro!) uns autocolantes de animais para colar no calendário.Ao fim do dia, se as cuecas estiverem secas, pode colar o autocolante. Depois de muitos autocolantes, vai receber o que ele mais quer: uma bicicleta. Adora! De manhã pede para colar o autocolante, e fala nele durante o dia, fica na excitação na hora de colar. E é com orgulho que esta semana, pela 1ª vez, temos 7 dias com autocolante (yeahhh!)
- comprámos um penico, que ele usou no princípio por se sentir mais seguro, depois rapidamente passou para o redutor - que tem a vantagem de ele não conseguir sair sozinho, não se vira quando se levanta, e a mais nova que gatinha não tem acesso ao que não deve
- ter sido no Inverno não dificultou, acho eu, porque como quase não choveu, a roupa secou sempre, e como as calças são compridas, nunca chegou a molhar os sapatos.
- o Tê muitas vezes desesperou e achou que ele se calhar não estava preparado, mas uma vez iniciado o processo, não se pode parar
- acho sinceramente que não foi por acaso que foi na semana em que está 24h com os pais que ele deu o passo à frente. Por um lado, achou piada a fazer xixi na árvore, no castelo, na rua. Por outro, nós não andávamos tão em cima dele (porque ele estava com a fralda-cueca e por isso não estávamos preocupados). Por último, é connosco que ele tem mais à vontade, e não sei se não será vantajoso começar esta aventura numa altura de férias com os pais.
Foi um processo algo longo, que claro, está longe de concluído (ainda há e haverá acidentes, claro), mas que já está bastante avançado.
Temos agora 1 ano para o completar com o desfralde nocturno, que deverá coincidir com o desfralde da miúda.
Aí mais uns dois anitos no total e estaremos livres de fraldas.
(estou a contar os dias!)
O meu sistema imunitário, outrora inabalável, já não é o mesmo
E estas variações de temperatura giras giras que fazem com que haja aí umas duas ou três estações do ano por dia, mais os pólens a pairar pelo ar (e a malta a ir ao parque com a criançada ao final da tarde), quase que me derrubam de vez.
Esta semana estive com o nariz feito num 8, os olhos a chorar, uma dor de cabeça de cair para o lado. Houve um dia em que usei 5 pacotes de lenços - o que perfaz a módica quantia de 50 ou mais assoadelas, fiquei com uma dor nos músculos da cara que nem me aguentava.
Estou numa de aerossóis, soro, anti-alérgicos e coisas que tais.
Viva a Primavera!
Viva!
Esta semana estive com o nariz feito num 8, os olhos a chorar, uma dor de cabeça de cair para o lado. Houve um dia em que usei 5 pacotes de lenços - o que perfaz a módica quantia de 50 ou mais assoadelas, fiquei com uma dor nos músculos da cara que nem me aguentava.
Estou numa de aerossóis, soro, anti-alérgicos e coisas que tais.
Viva a Primavera!
Viva!
quinta-feira, 17 de maio de 2012
O contrário também acontece
Hoje foi feriado na Holanda e não cá.
Por isso eu não trabalhei, e a maior parte de vocês sim.
Mas o meu feriado é mais exótico que os vossos, porque é estrangeiro.
(não fiquem com inveja porque, eu tive um dia bom, sim que tive, mas estou com uma carraspana - mistura de alergia com constipação e dor de garganta - que mal me aguento)
Por isso eu não trabalhei, e a maior parte de vocês sim.
Mas o meu feriado é mais exótico que os vossos, porque é estrangeiro.
(não fiquem com inveja porque, eu tive um dia bom, sim que tive, mas estou com uma carraspana - mistura de alergia com constipação e dor de garganta - que mal me aguento)
terça-feira, 15 de maio de 2012
Pronto, eu admito...
... gosto mesmo é de andar com o rapaz de roupa interior na praia.
Hoje a cena repetiu-se.
Uma caminhada com a cunhada rapidamente se tornou numa "ida" à praia.
O rapaz tinha vomitado à vinda da escola, pelo que estava com roupa emprestada do primo (e insistiu em vestir a t-shirt das riscas azuis, quando os únicos calções eram às riscas encarnadas, mas adiante). Ou seja, ainda nem tínhamos saído de casa já eu rezava para não encontrar ninguém conhecido.
Chegados à praia de Oeiras lá encontrámos uma sombra (se bem que desta vez levei chapéu e água, oh pra mim tão organizada!), mas ele não descansou enquanto não ficou mesmo de cuecas na areia.
A mais nova, tal como o primo, estava de t-shirt e calções desta vez - e manteve a indumentária. Menos mal.
Vou meter um fato de banho no carro para quando tropeçar na praia outra vez, mas acho sinceramente que o rapaz já lhe tomou o gosto.
Hoje a cena repetiu-se.
Uma caminhada com a cunhada rapidamente se tornou numa "ida" à praia.
O rapaz tinha vomitado à vinda da escola, pelo que estava com roupa emprestada do primo (e insistiu em vestir a t-shirt das riscas azuis, quando os únicos calções eram às riscas encarnadas, mas adiante). Ou seja, ainda nem tínhamos saído de casa já eu rezava para não encontrar ninguém conhecido.
Chegados à praia de Oeiras lá encontrámos uma sombra (se bem que desta vez levei chapéu e água, oh pra mim tão organizada!), mas ele não descansou enquanto não ficou mesmo de cuecas na areia.
A mais nova, tal como o primo, estava de t-shirt e calções desta vez - e manteve a indumentária. Menos mal.
Vou meter um fato de banho no carro para quando tropeçar na praia outra vez, mas acho sinceramente que o rapaz já lhe tomou o gosto.
A Família
Ontem, a meio das compras no Continente, realizei quando pegava num cacho de bananas, que já somos uma família.
Um cacho de bananas não chega, pego noutro.
A panela da sopa já só dura 3 dias, tenho de passar a comprar os legumes a dobrar para que chegue para todos.
Somos uma família.
Mais um e somos família numerosa.
Já não somos aquele casal com um bebé, e já quase não somos aquele casal com dois bebés.
Cada vez mais, uma família.
Feliz Dia da Família!
Um cacho de bananas não chega, pego noutro.
A panela da sopa já só dura 3 dias, tenho de passar a comprar os legumes a dobrar para que chegue para todos.
Somos uma família.
Mais um e somos família numerosa.
Já não somos aquele casal com um bebé, e já quase não somos aquele casal com dois bebés.
Cada vez mais, uma família.
Feliz Dia da Família!
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Começou há coisa de 2 semanas...
... e tem-se repetido 1 vez por dia.
Alguém pergunta:
"São gémeos?"
Quanto tempo irá durar esta fase?
Alguém pergunta:
"São gémeos?"
Quanto tempo irá durar esta fase?
Feira do Livro
Fomos ontem.
Tuga que é tuga vai no último dia.
Achava que só me tinha escapado no ano passado, mas acho que afinal a última vez que lá fui foi mesmo em 2009, com o mais velho na barriga. Na altura comprei a bíblia do Braselton, e mais uma quantidade de livros que li nas férias.
Desta vez queria comprar um único livro para mim, de que ouvi (e li) falar (escrever) muito bem: O filho de mil homens, de Valter Hugo Mãe.
Sorte das sortes, o autor estava presente para uma sessão de autógrafos - fomos no dia e hora certas, está visto.
Acabei por trazer também outro livro dele - o nosso reino - com direito a desconto muito jeitoso, e vim para casa com os dois volumes com dedicatória especial, diferente em cada um.
Fiquei feliz.
Fora isso, só livros infantis.
Eu ainda sou do tempo em que perdia a cabeça com enciclopédias de História e livros de arte, mas assim se vê como a vida evolui.
É nisso e na crise: dois livros para mim e três para os mais novos, e mais nada.
O mais velho adorou o programa, e escolheu trazer o livro do Carteiro Paulo (personagem que ele não conhecia, mas agarrou-se ao livro e nem hesitou). A mais nova não se queixou e aguentou-se na cadeira todo o tempo sem histerias.
Saldo mais que positivo.
Para o ano, lá estaremos.
Tuga que é tuga vai no último dia.
Achava que só me tinha escapado no ano passado, mas acho que afinal a última vez que lá fui foi mesmo em 2009, com o mais velho na barriga. Na altura comprei a bíblia do Braselton, e mais uma quantidade de livros que li nas férias.
Desta vez queria comprar um único livro para mim, de que ouvi (e li) falar (escrever) muito bem: O filho de mil homens, de Valter Hugo Mãe.
Sorte das sortes, o autor estava presente para uma sessão de autógrafos - fomos no dia e hora certas, está visto.
Acabei por trazer também outro livro dele - o nosso reino - com direito a desconto muito jeitoso, e vim para casa com os dois volumes com dedicatória especial, diferente em cada um.
Fiquei feliz.
Fora isso, só livros infantis.
Eu ainda sou do tempo em que perdia a cabeça com enciclopédias de História e livros de arte, mas assim se vê como a vida evolui.
É nisso e na crise: dois livros para mim e três para os mais novos, e mais nada.
O mais velho adorou o programa, e escolheu trazer o livro do Carteiro Paulo (personagem que ele não conhecia, mas agarrou-se ao livro e nem hesitou). A mais nova não se queixou e aguentou-se na cadeira todo o tempo sem histerias.
Saldo mais que positivo.
Para o ano, lá estaremos.
domingo, 13 de maio de 2012
The Boss
É o que o meu mais velho se julga.
Põe o primo (4 meses mais novo) de castigo.
Pega num bloco e lápis e passa multas à irmã.
Se não me ponho a pau, qualquer dia vou dentro.
Põe o primo (4 meses mais novo) de castigo.
Pega num bloco e lápis e passa multas à irmã.
Se não me ponho a pau, qualquer dia vou dentro.
Ui
Tantos dias sem posts.
Um apanhado: andei a derreter com o calor, apanhei um escaldão, a minha filha teve um dia inteiro de birra, passeei no paredão, fomos ao parque, tive dois jantares de amigos, deitei-me tarde.
Tive muitas ideias de posts brilhantes, mas nada que valesse tanto a pena escrever como este.
Foi isto.
Um apanhado: andei a derreter com o calor, apanhei um escaldão, a minha filha teve um dia inteiro de birra, passeei no paredão, fomos ao parque, tive dois jantares de amigos, deitei-me tarde.
Tive muitas ideias de posts brilhantes, mas nada que valesse tanto a pena escrever como este.
Foi isto.
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Assim não brinco
Eu sei que é detestável queixar do tempo, além de muito pouco original, mas eu não me conformo com o desaparecimento da minha estação do ano preferida - a Primavera.
Eu ainda sou do tempo em que em Maio se podia ir para o paredão passear ao final do dia com uma temperatura agradável.
Agora não.
Na 2ª uma chuvada que não se pode, hoje 40 graus à sombra.
Resolvi aproveitar o sol de Maio, que nunca se sabe quanto dura, e ir dar uma volta ao paredão com as crias e a progenitora (a minha).
Épico.
18h e um calooooor que nem se podia. Eu apanhada completamente de surpresa - lá está, sabia que vinha bom tempo nestes 5 dias, não sabia que vinha era um verão tropical.
Os miúdos vestidos normalmente, a mais nova com collants e tudo, eu de calças de ganga e ténis, a minha mãe (também desprevenida) de manga comprida, todos a derreter.
Chegados ao paredão claro que o mais velho quis foi ir para areia brincar.
Chegados ao areal era só mães e crianças com o kit completo: chapéu, calções de banho e t-shirt, água para beber, lanchinhos, baldes e pás e artefactos de todo o tipo.
Os meus, nada.
Lá descalcei e despi os collants da miúda, tirei-lhe a t-shirt e ficou de body de manga curta e saia - tentei por a t-shirt na cabeça a fazer de chapéu, qual quê, nem 2 segundos aguentou.
A ele arregacei as mangas, tirei os ténis e as meias, e depois acabei por tirar as calças também - e ele descobriu uma tampa de um balde e ficou todo contente a fazer castelos e a cantar os parabéns em cuecas.
E eu ali fiquei, a derreter, a tentar fazer-lhes sombra para que não lhes derreta a mioleira, a dizer mal da minha vida, mas porque é que eu não decidi ficar na minha varanda que pelo menos é mais fresca!
Acabámos por vir embora todos com um belo par de rosetas nas bochechas e eu com uma falta de energia que nem vos conto...
Na hora de vir embora é que a temperatura baixou, e ficou minimamente suportável.
Primavera, volta que estás perdoada. A sério.
Esta coisa de passar da gola alta ao bikini na mesma semana não é para mim.
Eu ainda sou do tempo em que em Maio se podia ir para o paredão passear ao final do dia com uma temperatura agradável.
Agora não.
Na 2ª uma chuvada que não se pode, hoje 40 graus à sombra.
Resolvi aproveitar o sol de Maio, que nunca se sabe quanto dura, e ir dar uma volta ao paredão com as crias e a progenitora (a minha).
Épico.
18h e um calooooor que nem se podia. Eu apanhada completamente de surpresa - lá está, sabia que vinha bom tempo nestes 5 dias, não sabia que vinha era um verão tropical.
Os miúdos vestidos normalmente, a mais nova com collants e tudo, eu de calças de ganga e ténis, a minha mãe (também desprevenida) de manga comprida, todos a derreter.
Chegados ao paredão claro que o mais velho quis foi ir para areia brincar.
Chegados ao areal era só mães e crianças com o kit completo: chapéu, calções de banho e t-shirt, água para beber, lanchinhos, baldes e pás e artefactos de todo o tipo.
Os meus, nada.
Lá descalcei e despi os collants da miúda, tirei-lhe a t-shirt e ficou de body de manga curta e saia - tentei por a t-shirt na cabeça a fazer de chapéu, qual quê, nem 2 segundos aguentou.
A ele arregacei as mangas, tirei os ténis e as meias, e depois acabei por tirar as calças também - e ele descobriu uma tampa de um balde e ficou todo contente a fazer castelos e a cantar os parabéns em cuecas.
E eu ali fiquei, a derreter, a tentar fazer-lhes sombra para que não lhes derreta a mioleira, a dizer mal da minha vida, mas porque é que eu não decidi ficar na minha varanda que pelo menos é mais fresca!
Acabámos por vir embora todos com um belo par de rosetas nas bochechas e eu com uma falta de energia que nem vos conto...
Na hora de vir embora é que a temperatura baixou, e ficou minimamente suportável.
Primavera, volta que estás perdoada. A sério.
Esta coisa de passar da gola alta ao bikini na mesma semana não é para mim.
terça-feira, 8 de maio de 2012
Pensamento do momento, às 00h54
Se não estiver sentada no sofá aí entre as 22h e as 23h, passa-se a hora crítica da soneira e desperto completamente.
A small step for men
De registar que a mais nova cá de casa deu ontem os seus primeiros, e tímidos, passos.
(Foi logo abalroada pelo irmão, para não se armar em esperta.)
Daqui a nada deixamos de ter seres rastejantes cá em casa.
(Foi logo abalroada pelo irmão, para não se armar em esperta.)
Daqui a nada deixamos de ter seres rastejantes cá em casa.
Baby steps II
Desde sábado que a pequena cá de casa se mudou para o quarto do irmão, agora quarto dos dois.
Já o podia ter feito antes, é certo, mas por questões logísticas só foi possível agora.
Ainda assim, mudar de quarto é um passo importante da vida de uma pessoa, no seu caminho para a maioridade e independência.
Os pais cá de casa, desde que foram pais, tiveram o quarto só para os dois apenas por 3 meses.
Para os dois é um eufemismo, porque coincidiram com os últimos 3 meses de gravidez, pelo que éramos praticamente 3.
Estamos muito contentes por ter o nosso quarto de volta.
Mais um pouco e vamos conquistando o resto da casa também.
Já o podia ter feito antes, é certo, mas por questões logísticas só foi possível agora.
Ainda assim, mudar de quarto é um passo importante da vida de uma pessoa, no seu caminho para a maioridade e independência.
Os pais cá de casa, desde que foram pais, tiveram o quarto só para os dois apenas por 3 meses.
Para os dois é um eufemismo, porque coincidiram com os últimos 3 meses de gravidez, pelo que éramos praticamente 3.
Estamos muito contentes por ter o nosso quarto de volta.
Mais um pouco e vamos conquistando o resto da casa também.
segunda-feira, 7 de maio de 2012
sexta-feira, 4 de maio de 2012
De regresso
Das férias com castelos, vacas, comida da boa, vinho do bom, alguma chuva, muito vento, e ainda tempo para visitar a família.
As nossas primeiras férias a 4.
Do melhor.
As nossas primeiras férias a 4.
Do melhor.
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