domingo, 30 de setembro de 2012

Wake me up when september ends



Hoje foi dia de despedir oficialmente do Verão.
Estava a fazer-me uma confusão tremenda terminar a minha época do ano favorita assim abruptamente, passando do verão para o outono sem me despedir condignamente.
Setembro é um dos meus meses preferidos do ano.
Sim, é deprimente ver o verão acabar, mas em Setembro o por-do-sol tem a luz mais incrível de todo o ano. E tem calor sem ser excessivo, e convida ao balanço, ao recomeço, de regresso a casa, ao que nos é familiar.
Este ano, infelizmente, depois de 15 de Setembro entrámos num outono "antecipado", que não permitiu aproveitar o Setembro como deve ser.
Já tivemos chuvadas, já saltaram os casacos, as calças de ganga, e eu já andei sem saber o que calçar porque me recusei a calçar botas sem me despedir do verão como deve ser.
Sem dar o meu último mergulho no mar.
Tinha visto que ia estar bom tempo este domingo, e que no próximo já começava a chover a sério, pelo que hoje foi dia de despedida. A praia estava linda, com muito pouca gente, e água quentinha e transparente. Os miúdos brincaram na areia, apanharam pedras, fizeram desenhos com paus e eu agradeci ter esta oportunidade de viver a 5 minutos da praia e poder desfrutar de um dos meus maiores prazeres quase sempre que quero.
E nadei, mergulhei e despedi-me do verão de 2012, que foi mesmo espectacular, cheio de viagens, de programas, de tempo com família e amigos.
Foi mesmo do melhor.

Fechámos este ciclo com chave de ouro.
Agora sim, venha daí o outono.


(diz que no 5 de Outubro vão estar 28 graus, mas eu cá já tenho outros planos, que se correr tudo bem, logo vos conto)

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

A 1ª ida ao cabeleireiro de mãe e filha

 A inspiração para o corte da mãe.




A inspiração para o corte da filha.



(ah ah ah... brincadeirinha....)
Imagens sacadas da net.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Meias

As cá de casa têm um índice elevado de divórcios.
Estou a pensar sériamente em leva-las a um conselheiro matrimonial.
Ou então sou eu que preciso de ir ao psicólogo porque estou a dar em doida a tentar juntar seres que obviamente não se querem ver à frente.

Sim, as meias vão para a máquina com nó, ou dentro uma da outra para não se perderem, mas não há máquina que não acabe com uma ou outra divorciada no fundo do cesto.

E que raio que já estamos em tempo de meias outra vez!
O tempo que se perde, senhores, a estender e apanhar e dobrar pares e mais pares e mais pares de meias.

Acho que vou comprar uns packs de collants para a miúda e para mim, e pelo menos reduzir em 50% a população de peúgas cá de casa.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

S. Pedro, como é?

Temos outono, mas temos mesmo a sério, ou é só a brincar?
Posso guardar de vez as coisas da praia? (ai... que dor!)
Posso por de lado os vestidos frescos da miúda (e meus) e os calções do rapaz?
Ou para a semana vem um calor de torrar e eu a ter de ir à arrecadação buscar as havaianas?

Hummm?
Só para saber. Nada contra a chuva. Super-necessária, a chuva. Nada deprimente, esta chuva.
Era mesmo só para saber.
Agradecida.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Precoce

O meu mais velho está com a mania de levar um brinquedo qualquer para a escola. Todos os dias sai de casa com qualquer coisa na mão.
A mais nova, claro, segue-lhe os passos.

Hoje quando íamos a sair já à porta, ele lembrou-se que não tinha nada e voltou atrás a buscar uma mota.
Ela foi atrás toda esperta, e aparece-me com um exemplar do Memorial do Convento debaixo do braço.

Parece-me um pouco cedo para ela, mas pronto, eu deixei.

sábado, 22 de setembro de 2012

Mais uma, da fashion victim que há em mim

A ver se me lembro que uma rapariga-vá-senhora, na casa dos 30, a andar na rua sozinha com uma mochila do Noddy às costas, não só fá-la parecer completamente fora de moda, como também profundamente ridícula.
Mochila dos filhos quando se leva os filhos, tudo bem.
Mochila dos filhos sem filhos por perto... enfim...

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

O que nos passa ao lado

E como uma primeira impressão pode estar errada, errada, errada.

Já tinha reparado numa senhora do meu ginásio, que parecia a típica ginástico-dependente.
Cinquentona enxuta, com tudo no lugar e cheia de energia, a fazer os exercícios muito melhor que eu (seguramente) e que o resto da sala.
Parecia a típica dondoca, sem mais nada que fazer se não estar ali a pôr-se bonita.
Ontem, à porta do ginásio à espera que a aula anterior termine, a professora faz conversa de circunstância e pergunta-lhe se está melhor das costas.
Que sim, que estava, que pelo menos já não tinha dores e coiso e tal.
Ah, disse a professora, mas agora tem de ter cuidado e não pode fazer esforços.
Ao que ela respondeu "sabe, é que eu tenho uma filha de 20 anos que é deficiente motora, pelo qual não fazer esforço não é de todo uma opção".

E de repente, a minha vidinha, os meus queixumezinhos, todo o meu cansaço, ficaram pequeninos, pequeninos.

E as pessoas do ginásio, desde a velhota esforçada à adolescente boazona, de repente, ficaram diferentes aos meus olhos.
O mais importante é, muitas vezes, o que nos passa ao lado.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Sobre a partilha de quarto

Que defendi aqui.
Era tudo mais giro e fofinho e engraçadinho se eles não se acordassem um ao outro.
Raios.

Mandámos arranjar o estore do quarto deles porque deixava entrar uma frincha de luz*, que o acordava a ele, e consequentemente a ela (com os berros dele).
Indiferente.
Antes do sol raiar já estão os dois enfiados na nossa cama.
Ele a ressacar sem a chucha, deve acordar lá para as 5h da manhã e pronto, toca de gritar "quero sair daquiiiiiii!!!" alto e bom som, e claro, quando lá chegamos, já está a outra de pé na sua cama também a grunhir algo parecido.

E pronto, o que fazem dois irmãos juntos na cama dos pais?
Dão pontapés, empurram-se, roubam-se o edredon mutuamente, puxam cabelos, e o pai e eu ficamos no meio (nas bordas) de uma guerra que não nos pertence, meio acordados meio a dormir, sem saber muito bem o que fazer.
E nesses momentos ocorre-me:
a) cada um no seu quarto, com isolamento acústico entre um e o outro
b) um quarto alternativo para mim e/ou o pai, para podermos sair do cenário de guerra. Ou pelo menos uma cama algures, onde caibamos (nesta casa por enquanto só há cama camas de grades além da nossa). Ou um sofá-cama, também servia perfeitamente.

Mas pronto, lá teremos de nos aguentar à bomboca com eles no mesmo quarto, com a convicção de que quando cresceram mais um bocadinho vai ser muito edificante para a relação deles e importante para o seu crescimento enquanto pessoas de bem, aprenderem a partilhar o quarto.
(buuuuuu)


* sejamos sinceros, mandámos arranjar porque o estore se partiu e teve mesmo de ser.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Sobre o Mastechef USA

Os concorrentes do Masterchef USA fazem parecer os do Masterchef Austrália uns ursinhos de peluche.

Ele é faltas de respeito, picanços variados, invejas, verdadeiros caldos entornados.
E saltam palavrões a torto e a direito.

Os australianos em comparação com estes, eram uns meninos do coro.


Dente em directo

Ontem assistimos ao nascimento de um dente em directo, na hora de jantar.
A mais nova está que nem pode, e antes de começar a comer reparei que se via a gengiva já mesmo com o formato do dente por baixo (de baixo, atrás).
Não quis comer muito, mas depois agarrou-se ao pêssego de roer...
Quando acabou... voilá! Tinha o dente de fora!

Quedas de dentes já vi inúmeras, mas nascimento assim em directo, foi a primeira vez.

Quando é que esta saga dos dentes acaba mesmo??

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Gaja é gaja

E a minha filha é gaja todos os dias.
Vejamos:

  • adora bebés, brinca com os nenucos desde sempre (os mesmos estiveram à disposição do irmão, que raramente lhes ligou). Tenta vestir e despir, dá biberon, colo e beijinhos
  • manipula o pai como se fosse um escravo - ora quer, ora não quer, ora liga, ora não liga nenhuma, e assim consegue ter o pai sempre na mão!
  • não há espelho que lhe escape
  • está com a mania de usar malas a tiracolo
  • adora (ADORA) que lhe digam que está linda (e assim conseguimos que vista muita coisa que à partida não quer vestir)
  • fala, fala, fala, fala pelos cotovelos - muita coisa dá para perceber, a maioria é lá na lingua dela, mas não se cala
  • uma das primeiras palavras que disse (depois de pai e mãe): sapato.
I rest my case.

sábado, 15 de setembro de 2012

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Porque é que as pessoas normais esperam mais do que nove meses para voltar a engravidar - em jeito de previsão

Ao fazer o post anterior lembrei-me que cá em casa, muito em breve, teremos uma criatura nos "terrible 2" e outra nos "terrible 3".
Ah ah ah ah
Vai ser giro, vai...


Nota: escrevo isto e lembro-me da Duchess, que além de um com 3 e outra com 2, terá mais um na adolescência e outro também lá perto.
Respect!

A 1 mês de fazer 3 anos

Diz que os "terrible 2" são peanuts ao pé dos "terrible 3".
Acho que confirmo.
Haja paciência.

Em negação II

Vou às compras e recuso-me a olhar sequer para a roupa de inverno, botas e afins.

Em negação

Vou à H&M e insisto em procurar roupa para o rapaz na zona de bebé (até aos 2 anos).
É sistemático, sempre que lá vou.
Só depois me ocorre "Ah! já não é aqui" e lá vou para a zona de rapazes dos 2 aos 8 anos (que tem roupas com metade da graça mas pronto).

terça-feira, 11 de setembro de 2012

London

Estava aqui atravessada há anos uma viagem para Londres, mas parece que (finalmente!) é desta!

Isto porque, pois é meus caros, nunca fui a Londres.
Sim, não é nada de extraordinário, eu sei, mas a verdade é que eu vivi muito perto de Londres, com voos muito baratos, e tudo e tudo.
Mas pronto, vida de emigrante não é fácil, e na altura em que estivemos ambos a trabalhar o Tê e eu não tínhamos fins-de-semana juntos (nem o mesmo horário, sejamos sinceros), pelo que Londres não passou de um plano de viagem para o futuro.
Pois que o futuro, meus senhores, apesar das famosas medidas de austeridade, é agora.

Para isso preciso da vossa ajuda: hotel bom, central e baratinho, alguém conhece?
Agradecida.

Vou ali praticar o meu british accent, enquanto espero pelas vossas sugestões.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Chucha report

Quando deixei de fumar, fi-lo de um dia para o outro. Num dia de Março de 2002 fumei o meu último cigarro, e desde então nunca mais toquei num.
O Tê já ficou algumas vezes sem fumar (uma das quais 2 anos, e a mais recente, 6 meses), e nunca resultou.

Vamos ver a quem sai o meu mais velho, no que toca a acabar com maus vícios.

Este fim-de-semana, "tivemos" de lhe por a chucha durante a sesta na praia.
Não foi ele que pediu, adormeceu sem ela na boa (ou nem por isso), mas a meio da sesta levantou-se meio atordoado, a choramingar sem conseguir acalmar. Optámos por lhe dar a chucha, que o fez adormecer imediatamente, e dormir mais 2 horas. Quando acordou estranhou o facto de ter a chupeta na boca, deu-me e não voltou a pedir até à noite - em que pede sempre.

Vamos lá ver se foi um deslize apenas, ou se foi mesmo uma recaída no combate ao vício.

domingo, 9 de setembro de 2012

Em mood férias

Passámos um fim-de-semana fantástico em Tróia, em excelente companhia, e em apenas 2 dias o meu corpo (e mente) desligam completamente, e acreditam mesmo que vem daí mais uma semana de férias.
Tolos.
Hoje ao final do dia estava na praia e quase que acreditava mesmo que ficava ali nos próximos dias, na boa.
Mas não.

Toca a sair da bolha, e voltar à normalidade.
Domingo à noite pode ser um momento complicado...

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Venham mais 5!

5 anos desde este dia.

Parabéns a vocês, que perdem o vosso precioso tempo a ler as minhas baboseiras, há 5 anos.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Olá, o meu nome é...

... filho mais velho da Mary, e não uso chucha há 48 horas.

(sim, está a ressacar um bocado, mas acho que estamos no bom caminho)


Let's get physical - 2nd day after

Ui senhores, que as verdadeiras dores só aparecem é mesmo 48h depois.
Estou que nem posso.
A despedir-me das crias hoje de manhã foi um tempão até conseguir pôr-me de cócoras para lhes dar um beijo, e mais outro tanto para me voltar a pôr de pé.
Ainda pensei seriamente em ir de gatas até ao escritório, no fundo do corredor.
Não fui.
Trabalho em casa, ninguém me vê, mas mantenho a dignidade!
Assim foi.
Levantei-me sabe deus como, e lá fui até à secretária, digna e muito trôpega, a queixar-me das dores de todo o músculo que tenho no corpo.
Ponto para mim.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Miss Fotogenia

Eu acho que já aqui postei sobre isso, mas a minha filha (achava eu) não deve nada à fotogenia.
Logo na maternidade há bebés com fotos lindas, mas a minha, não.
Ficava sempre com caretas, e só se via era cabelo (preto).
Quando foi batizada, com 6 meses, veio um fotógrafo profissional (por vontade própria, sem compromisso) e não é que a rapariga ficou linda em todas as fotos?
A partir daí a coisa mudou ligeiramente, ou seja, são precisas umas 10 fotos para ela ficar bem em 1.
Mas eu garanto-vos que quando a rapariga fica mal, fica mal MESMO.
Mas quando fica bem, fica MESMO bem.
Na verdade, tudo depende do fotógrafo - se for bom, consegue apanhar o que ela tem de melhor.
Nas férias, a prima do Tê que gosta de fotografia (sem nenhum curso, que eu saiba), tirou-lhe umas fotografias muito, muito giras.
O marido da Tella (quase profissional), tirou-lhe também as melhores fotos de sempre.
E não é que a rapariga tem jeito para a coisa? Podia dizer-se que estava, à séria, a namorar com a câmara!
E ele aproximava a lente (bastante mesmo!), e ela - pensando eu que ia mas é deitar-lhe a mão - linda de morrer sorria, ficava séria, sem nunca desviar o olhar.
O resultado é para lá de espetacular.
Querem ver que depois de eu ter andado a gozar com ela todo o tempo, afinal tenho uma top model em casa?

(pelo sim pelo não, vou começar a cortar na ração da rapariga, que a genética não a favorece, pobre coitada)

Mandar o barro à parede...

... a ver se pega.

Sempre uma boa política.
Agora, vamos ver no que dá.

Let's get physical - day after

Estou viva, e até me consigo mexer bastante bem.
(com dores é certo, mas lá está... no pain, no gain)
É desta pessoal, é desta que entro na linha.
Agora só páro quando vestir o 34.
Aguardem.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Let's get physical


O regresso à normalidade inclui, este ano, o regresso ao ginásio.
Pois é meus amigos, eu gostava muito de vos dizer que me fartei de ir correr (fui 2 vezes) e que fazer exercício em casa é espetacular (fiz intensamente 1 mês, depois fui deixando, até que desisti de vez), mas não posso.
Por isso, e porque o médico foi bastante claro quando me mandou fazer exercício, deixei-me de tretas e hoje fui experimentar uma aula num ginásio a sério.
Depois da experiência do viva fit soube bem voltar a um ginásio da velha guarda, sem máquinas hidráulicas, e plataformas com meninas aos saltinhos.
A aula é de ginástica.
Sim, claro que tem um nome tipo step-funk-pop up-pump it up-jump-fit-total mix mas no fundo sabemos o que dali vem: saltos e coreografias, localizada e alongamentos. Básico e simples, tal como no primeiro ginásio em que andei, em 1992.
É o que melhor funciona: horas marcadas, compromisso, motivação pelos outros (e vergonha de desistir perante o grupo) - nada de livres-trânsito, ah e tal podes vir quando quiseres (que é certinho que nunca lá ponho os pés).
E senti-me mesmo bem, e nem sequer custou assim tanto, e nem troquei os pés tantas vezes como isso (o prof até me deu os parabéns e disse que se notava que já tinha feito step antes - toma e vai buscar), pelo que a motivação está em alta.
Agora, toca a manter e insistir.
Não sei se vou atingir o peso a que me propus neste desafio, mas não sou mulher não sou nada se não estiver uma boazona mulher mais saudável no ano novo!

Algo está mal nos meus hábitos de consumo

Acabo de receber os talões de desconto do continente, para os próximos 2 meses.
Em Setembro tenho 50% de desconto em crepes de chocolate.
Em Outubro, é a vez dos profiteroles.

Está tudo louco?
Então eu estou a fazer dieta há meses, e logo agora que regresso à rotina (= à dieta rigorosa) é que me mandam estas coisas?
Será que acham a minha lista de compras tão enfadonha que resolveram dar-lhe um toque de alegria?
Será que anda alguém a usar o meu cartão para comprar sobremesas nas minhas costas? (eu garanto que não sou)
Fica o mistério.

(Próximo jantar de amigos/família, sou eu que levo a sobremesa, ok? Não me vai dar trabalho nenhum, não se preocupem).

Re-começo

Hoje.
Há algo de apaziguador no regresso à normalidade.

E de deprimente também.

domingo, 2 de setembro de 2012

127 Hours

Num registo totalmente diferente, ontem vimos este filme.
Brutal.
Eu, que sou uma pessoa pouco dada às aventuras nas alturas, ainda o rapaz mal tinha saído de casa e já eu estava com suores frios (sim, porque sabia o que ia acontecer).
O que mais me marcou:
a) a capacidade de ser "mind over body" e a vontade de viver deste rapaz não tem limites, e ter sido capaz de sobreviver faz com que seja capaz de tudo o que quiser na vida. A vontade de viver dele está acima de tudo.
b) impressionou-me as mensagens que deixou para os pais, a pedir desculpa pelos telefonemas não atendidos, pela falta de notícias. Ah e tal, que somos independentes, mas quando a coisa aperta e dá para o torto, não há nada como o colinho dos pais para reconfortar.

Maratona Toy Story

Vimos os 3 esta semana, pela primeira vez.
Gostei muito, claro.
E agora percebo porque é que a minha irmã...
a) faz questão de me passar todos os brinquedos antigos dos meus sobrinhos
b) muitos deles vêm com o nome escrito - não é uma marcação de território, mas uma questão de identidade do próprio boneco

E sim, chorei no final.
E eu nem sou de lágrima fácil, mas aquela mãozinha do Woody a dizer adeus  na última cena, bolas, bolas.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Nova rotina

Decidimos ontem começar a jantar os 4 à mesa, em família, e não as crianças primeiro e os adultos depois.
Correu bastante bem, uma vez que o mais velho come tudo sozinho (só precisa de ajuda no final), e a mais nova também vai dando uns toques.
É só uma questão de nos organizarmos para termos os jantares prontos ao mesmo tempo (quando comemos coisas diferentes).
Perdemos a oportunidade de jantar os dois, mas ganhamos tempo ao serão, que como sabeis, é um bem precioso.

Novos sabores

Salada de melancia com queijo feta.

Vi há anos num programa da Nigella, e ficou-me na ideia.
Nunca fiz, claro, bem como outras tantas receitas que vejo. Adiante.
Há uns tempos, numa noite de muito calor num jantarde amigas em Lisboa, vi uma salada de melancia com queijo fresco - e, claro, tive de provar.
Depois das férias, para prolongar o sabor a verão, comprei uma melancia à qual junto o queijo feta ao jantar.
De-li-ci-o-so.
Ao contrário do queijo fresco, o sabor forte do feta contrasta na perfeição com a frescura aguada da melancia.
Não tendo nada a ver com a receita da Nigella, corto a melancia e o queijo em cubos, e tempero com azeite, muito vinagre, sal e pimenta.
Recomendo.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Adenda ao post anterior

Pois que descobrimos que as tais chuchas brilham no escuro e dão um jeitão para encontrar durante as sestas.
Afinal o rapaz tem jeito para escolher coisas. Ena ena!
Assim sendo, retiro o que disse*, e vou deixa-lo participar mais nas escolhas cá de casa, e até, caso decidirmos alargar a prole, dar-lhe a oportunidade de escolher o nome do mano/a.

O rapaz até tem revelado jeito para escolher nomes dos seus animais:
Xoxó ou Totó (cão)
Canela (vaca, não sei de onde surgiu o nome porque acho que ele nem sabe o que é canela)
Rofti (cavalo - que é o cavalo do Dartacão)

Pronto, se eu vier a ter um filho com um nome parvo, ou de especiaria, ou roubado a um desenho animado, já sabem de quem foi a ideia.

*Retiro o que disse é um clássico desde que sou mãe - mudar de ideias, adaptar a estratégia, abandonar o plano, ir contra alguns princípios que sempre defendi, faz tudo parte do meu dia-a-dia. Isto merece post à parte.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Escolhas

Ontem fomos os 4 ao supermercado, e estava na lista trazer chuchas para a mais nova.
O Tê pegou numas, eu confirmei que sim, o tamanho era o correcto e as cores eram giras.
Quando cheguei a casa, reparo que não aquelas as chuchas que tínhamos comprado, mas outras de outras cores (muito menos giras).
Pergunto ao Tê o que se passou, e ele respondeu que, para manter o mais velho quieto e interessado (andava à solta porque eram muitas compras e assim não cabem os dois no carrinho), o tinha chamado com a função de ser ele a escolher as chuchas da irmã.
Ora bolas, penso eu, umas chuchas tão giras e ele foi logo escolher estas, mas que ideia macaca esta de lhe dar a escolher.

E nisto vem-me à memória aquela moda dos anos 70 e 80 (ou seria anterior?) de ser o maninho mais velho a escolher o nome do bebé que ia nascer.
Estava tudo doido?
Alguma vez eu ia colocar nas mãos do meu filho, seja ele qual for, a responsabilidade de escolher o nome do irmão?
O nome pelo qual o irmão seria tratado por tooooda a vida?
É que nem o nome do cão, quanto mais de uma pessoa!
Era o que mais faltava mesmo!
Anda a rapariga com umas chuchas assim-assim por causa dele, que faria se tivesse sido uma coisa de maior relevância!

domingo, 26 de agosto de 2012

O melhor do Verão

Os fins-de-semana com sabor a férias.


2 dias em Monchique com a famelga que valeram por muitos mais.
Piscina, mega pequeno-almoço, hotel fantástico, dormimos que foi uma maravilha, até os babies acordaram hoje eram 9h50 (coisa que não acontecia há muito, muito tempo), bebi melosa (aguardente de mel) e comi torta de amêndoa, pus a conversa em dia com as manas, mãe e sobrinhas sob um céu estrelado espetacular, e tive muita, muita pena de ter de vir embora mais cedo (ficaram todos por lá mais uns dias).
Amanhã sim, recomeça a rotina.
(ou não, que ainda há muitos fins-de-semana para aproveitar até ao fim do Verão!).

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Pés ao léu

Não se se alguma vez já aqui partilhei que eu tenho uma espécie de fobia-controlada por pés.
Detesto, odeio, não gosto mesmo nadinha de nada de pés.
(e nisto não sou a única, ao longo da vida encontrei várias pessoas que não gostam de pés, e outras que sentem repugnancia por outras partes do corpo, como o umbigo, por exemplo)
Já foi pior, muito pior, ao ponto de não conviver nada bem com os meus próprios pés, entretanto a coisa suavizou-se e agora gosto muito dos meus queridos pés e não tenho qualquer problema em andar com eles ao léu (se bem que nunca o fiz em contexto de trabalho, nunca levei sandálias quando trabalhava fora de casa, hoje talvez o fizesse, não sei).
Mas sou incapaz - IN-CA-PAZ - de tocar no pé de seja quem for, excepção feita ao amor da minha vida que aliás é a única pessoa que toca nos meus pés também - as raras situaçoes de pedicure (1 vez única quando estava tão grávida que nem me conseguia mexer) ou massagens (2 vezes na vida) não me deixaram nada confortável.
Então e os pés dos bebés, que são tão fofinhos?
De bebés sim, claro que sim, seja de que bebé for.
Pés de crianças já começo a fazer a distinção entre sobrinhos (tudo OK) e não sobrinhos, mas chegando ao turning point dos 9-10 anos, meus amigos, já só mexo nos pés dos meus queridos sobrinhos se tiver mesmo (MESMO) de ser. A ver vamos como será com os pés dos meus babies.
Não tenho nojo nem repugnancia só de ver os pés dos outros ao léu - nada disso. O maior problema é a possibilidade de esses pés quase descalços me tocarem - arghhhh.
Contextos de perigo são por exemplo a esplanada com pés de sandália todos debaixo da mesa, e claro, a praia - se estiver sentada ou deitada onde possa haver algum tipo de contacto com o pé de outrem fico imediatamente tensa até alguém mudar de posição e o perigo passar.
Lembro-me de fazer aulas de natação há uns anos atrás quase em panico com a possibilidade de levar um pontapé.
Nunca, nunquinha, provei sequer o gelado da Olá em forma de pé (mas que raio se lembra a alguém, sinceramente!).
E por muito que goste desta música, quando vi o vídeo com aqueles pés feiosos no início, nunca mais a ouvi da mesma maneira.
No inverno a coisa passa completamente despercebida, pois pé que esteja calçado não me incomoda, mas no verão começa o martírio.
Nesta altura no ano entre maio e outubro proliferam nas blogoesferas e FB desta vida fotos de pés ao léu de unhaca pintada na praia, à beira-mar, cruzados ao por-do-sol, you name it. Não há dia que não apareça uma foto nova de uns chulés em grande plano.
Nada contra, como já disse, sempre e quando o pé não me toque, eu cá fico na minha.
Mas que já apaguei uma "amiga" (conhecida) do FB cuja foto de perfil eram uns pés ao léu feios como tudo que teimavam em aparecer várias vezes no historial, lá isso não tenho como negar.
Tive mesmo de... lhe dar com os pés.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Fashion week report

Fiz as malas com 4 looks (toilettes, diria a minha mãe), mais 1 que vesti na viagem.
Usei 3 ao todo.
Rodei não 4 mas 2  dos vestidos, 1 de dia e o outro de noite, lava, estende e volta a vestir.

Acessórios que levei: 0
(nao fiz de proposito, mas quando cheguei ao carro reparei que nem brincos levava)


Para o ano a mala será ainda mais pequena.

Das férias

Inspirada no post da Tella, aqui fica o meu relato das férias:
Ilha-maravilha. Família. Prima. Criançada. Cumplicidade. Conquilha, peixe grelhado, saladas. Pequenos-almoços a 4 ou a 6 ou a 10. A melhor refeição do ano. Caminhada. Café nos belgas. Praia, praia, muita praia, a melhor do mundo. Mergulhos dos bons, banhos do melhor. Azul turquesa. Tenda. Sesta. Happy hour na melhor esplanada do mundo - e que happy foram aquelas hours. Copines Tella e Carolina. Amigos, criançada na brincadeira. Caipirinha e piscina. Paz. Algum stress com os horários e as sestas.
Felicidade pura de apanhar conquilhas na maré vazia, com a criançada a brincar à beira-mar ali pertinho.
Outra dimensão.

No fim, ainda houve tempo para um fim-de-semana com a minha família, numa espécie de regresso às férias da infância, com passeios, piquenique, brincadeiras no jardim, apanha de fruta e tomate e bons petiscos.
Do best.

Estou a contar os dias para poder ter umas férias assim outra vez.

De regresso

Sempre duro este regresso à realidade, se bem que este ano tenho de admitir que não é das vezes que me custou mais.
Talvez porque foram umas grandes férias, talvez por saber que o verão ainda não acabou (apesar de estar com essa sensação há uns dias), que o próximo fim-de-semana será em grande, e os que se seguem também, que ainda há muita praia para fazer este ano.

Agora se não se importam, regresso à lista infidável de e-mails não lidos.
(ai, vida triste...)

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Holidays!!!

Queridos leitores deste humilde blog, podem ir visitar outras paragens porque eu, bem como 97% dos portugueses, estou de ferias!

Estarei de volta la para 20 de Agosto.
Ate la, se quiserem comunicar mandem mail ou facam comentarios, que eu responderei logo que seja possivel.

Ate ao meu regresso!


Fashion Week

Estamos de partida para uma semana de ferias num local que implica deixar o carro longe e acartar com a bagagem durante um bom bocado.
Bagagem que inclui, entre outras coisas, 2 camas de viagem para eles, maquina de cafe, compras de supermercado para os primeiros dias.

Olho para os blogs fashionistas, e as suas blogueiras mostram-nos os seus looks de ferias.
Eu tambem terei os meus looks de ferias, claro, mas serao repetidos (a casa tem maquina da roupa). Para 1 semana eu levo um total de 4 looks, que irao rodar entre eles durante os 7 dias.
Para os miudos levo roupa que serve para tudo: dormir, brincar e ir a praia, numa especie de all-in-one.

Nos tempos da adolescencia e quase-adultice era sempre eu que ganhava o premio da mala mais pequena, nas ferias com as amigas.
A minha capacidade de reduzir a bagagem vai ser agora posta a prova, e eu quero mesmo supera-la.
Ate porque seremos nos a alombar com ela, pelo que se estiver a pesar, vai haver coisas que ficam pelo caminho.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Passa cá em casa

O mais velho tem um dvd com os dois primeiros episódios e anda viciado.
Eu, que não via o Dartacão há quase 30 anos devo dizer que não me lembrava nada dele assim.
No 1o episódio parte para Paris, e despede-se dos pais com grande drama (e o meu rapaz ficou de queixo tremido a dizer "o Dartacão quer a mãe dele..."). Pelo caminho anda a "brincar às espadas" com todos os amigos, com espadas de pau que fazem grandes galos na cabeça.
No 2o episódio o herói canino, não seguindo o conselho do pai, mete-se num duelo despropositado, apanha um valente enxerto de porrada e roubam-lhe todo o dinheiro que leva para a sua aventura. Acaba o episódio a chorar na cama, e a sonhar com a mãe.
Um dramalhão, que por tudo e mais alguma coisa me parece desaconselhado para a idade dele (pouco mais de 2 anos e meio): lágrimas, lutas, partidas, despedidas, tristezas...
Ele, habituado aos aborrecidos Noddy e Casa do Mickey, onde todos cantam e dançam sempre felizes e ensinam coisas muito educativas, está fas-ci-na-do.
Quem não gosta de uma boa trama?

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

A Mary de 2020 que se preocupe com isso

Diz quem percebe do assunto que ter 2 filhos a entrar na adolescencia ao mesmo tempo não é fácil.

1 de Agosto, dia de...





terça-feira, 31 de julho de 2012

Coisa chata esta...

... de ter sono a meio da tarde.

Não se pode fugir ao que se é

Há gente que gosta de fazer praia saudável.
E há gente que gosta mesmo é de praia.
Foram só 2 anos, mas souberam a muitos mais.
Obriguem-me a sair da praia por volta das 12h, para depois voltar depois das 17h, e estragam-me o dia de praia. Já não é um dia de praia, mas sim um dia em que fui à praia, o que, como se sabe, não é nada a mesma coisa.
Este ano resolvemos deixar-nos de coisas, bolas, que já não são nenhuns bebézinhos de colo (que eram, efectivamente, um em 2010 e a outra em 2011) e ficamos na praia como deve ser: o dia todo.
Levamos muita sombra (temos uma mega tenda e 2 guarda-sol) de onde nao saem nas horas de calor, só tiram as t-shirts lá para as 18h, sempre de chapéu e protector 50. Levamos também comida da boa (sopa naqueles copinhos da Avent, que eles bebem de palhinha - podem adoptar a ideia, sucesso garantido), prato, fruta, água, e depois do almoço eles dormem o sono dos justos na sombra, e o pai e eu gozamos o melhor momento do dia - a melhor hora da praia (não me venham com tretas, a praia é boa é na hora do almoço, pois com calor é que se está bem caso contrário íamos todos à praia em Janeiro), com a mesma vazia (não há muita gente a essa hora), com calor para ir à água com gozo, com tempo para ler e estar estendido na toalha (coisa que com eles acordados não acontece NUNCA), ou mesmo dormir uma sesta ao pé deles.
Adoro.
Eles, que são mais morenos do que eu, mas ainda assim brancos, saem da praia como se nunca estivessem lá estado, sem marca do fato de banho, sem estarem sequer rosadinhos, o que me faz acreditar que não lhes estamos a fazer mal nenhum.

Não se pode fugir ao que se é.
Eu juro que tentei ser a pessoa que faz a praia saudável, que leva os meninos a banhos as 9h da manhã e só regressa as 6 da tarde, mas não vale a pena contrariar a nossa natureza.
Já em criança nós íamos o dia todo, com as geleiras gigantes a transbordar de comida, mais o guarda-sol, raquetes, e pranchas de windsurf e éramos quase sempre os últimos a sair da praia. Na adolescencia, com os mesmos amigos de hoje,  muitas vezes saímos da praia com as pessoas já a dar o seu passeio de depois do jantar.
Agora, eu juro que tentei, mas não consigo mesmo fugir ao que sou: já cheguei à praia de manhã e saí de noite com os dois já jantados, prontos para sacudir a areia dos pés e meter na cama directamente.

Os filhos revolucionam a nossa vida, mas ele há coisas que nem eles conseguem mudar.

sábado, 28 de julho de 2012

O fim da felicidade dos vizinhos da frente

Ao fim de 1 ano e 8 meses temos, finalmente, cortinas no nosso quarto.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Em 2012, como em 1900 e troca o passo...

... os atletas portugueses participam na cerimonia de abertura dos JO de blazer azul escuro.
Ate a fashionista que ha em mim (que como bem sabeis carece de fashionismo) reparou na faltinha de graca da fatiota.
Casaco azul, calcas beje, acessorios vermelhos e verdes.
Confuso meus senhores, muito confuso.

Vamos estabelecer prioridades

A ver uma fotografia dos seus 2 anos, o meu mais velho comenta:
"Olha o bolo do Noddy!"
Eu - "pois era, olha e quando fizeres 3 anos qual o bolo que queres? Do Mickey? Dos carros de corrida?"
Pensa uns segundos... e faz a sua escolha:
"Um bolo de chocolate, mae!"

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Empregos

Tal como a maioria dos portugueses da minha geração estou inscrita num desses sites de emprego, que vai mandando as ofertas por email ou FB. Não que esteja à procura, mas é mais para saber o que vai aparecendo dentro da minha área.
Eis algumas pérolas que vou recebendo, sob o título entusiasta de "Mary QA! Temos X ofertas de emprego para si!"
A minha área é Artes/Entretenimento/Media, o que, como se percebe, serve para tudo e mais um par de botas:

  • diversas ofertas para todo o tipo de dança - bailarinas de danças orientais, brasileiras ou de salão, para acompanhar cantores populares, professoras de dança do ventre, you name it
  • Acrobatas (o circo também tem departamento de recursos humanos)
  • Angariadores de clientes em fatos temáticos (digam lá se não parece uma coisa muito mais interessante do que estar à porta da churrascaria vestido de frango, ou a passear pelo centro comercial vestido de Leopoldina?)
  • Entertainers - giving brochures (adorei esta! Distribuir panfletos foi coisa que me fartei de fazer ali para os lados do Campo Grande e na Rotunda do Relógio no meio do transito, agora para giving brochures, essa actividade cheia de glamour, nunca me chamaram ...)
  • Palhaço balonista (adorei o termo balonista)
  • Locutores de romeno
Alguém interessado?

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Acho que vou ter de ver...

Masterchef USA com o Gordon Ramsey a apresentar.
Promete...

(dia 9 de Agosto na Fox Life)

Bad hair day

Sabes que vais ter um "bad hair day" quando o teu filho te diz ao acordar:
"Oh mãe, que fizeram ao teu cabelo???"


terça-feira, 24 de julho de 2012

Excuse me, where's the camping? II

No fim de semana passado repetimos a dose e fomos novamente acampar, desta vez com mais amigos a mistura.
Foi giro, giro, giro mas cansativo, muito cansativo.
Com o tempo havemos de limar as arestas e conseguir fazer da experiencia do campismo uma experiencia sem stress.
Ate la, ha gritaria, miudos a fugir, saltos nas tendas, tempo perdido a procura das coisas, coisas que nunca chegam a aparecer, outras que aparecem em toda a parte, coisas que levamos e nao usamos, outras tantas que nos fazem falta.
Como as coisas estao e com a falta de casas de amigos ou familia para passar fins de semana (ja postei uma vez sobre isto), parece-me que a moda do campismo veio para ficar, pelo que temos tudo para nos vamos tornar os reis do camping!
Vamos esperar para ver...

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Este computador...

... sem acentos, sem som e a falhar as letras, tira-me a vontade de escrever.
E isso chateia-me, porque ate' tinha muitas coisas giras para contar...

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Fui ao Alive

No domingo passado, e nem postei sobre o assunto.
Fui ver (apenas) os Radiohead, que sao uma das minhas bandas favoritas.
As minhas consideracoes sobre o assunto:
  • o mundo festivaleiro nao e', lamento, a minha praia - nao que nao goste, que gosto, mas sinto-me assim um bocado outsider, tudo aquilo tem uma linguagem, um comportamento, um dress code, que eu nao acompanho.
  • se a minha irma mais velha la estivesse achava que tinha viajado no tempo e estava num concerto dos seus tempos de juventude- toda a malta vestida ao melhor estilo "late 80's" - os oculos as cores, os cabelos, ate os tenis com atacadores fluorescentes. Quase que aposto que havia gente com brincos que sairam nas batatas fritas (ah ah ah quem se lembra disto?)
  • nao vi quase nada alem dos Radiohead: lamentavelmente assisti a ultima musica de B Fachada,  e odiei (ate' lhe achava piada, mas detestei o som, o orgao em vez da guitarra, a voz de cana rachada.)
  • quanto aos Radiohead, gostei muito. Foram fieis a si proprios, tocaram algumas musicas novas, mas muitas do album anterior, que me fizeram viajar no tempo e regressar a minha casinha em Amsterdam :)
  • pontos negativos: quem nao estava em cima do palco nao conseguia ver nada, e os ecrans nao ajudavam, nao acho que tenha sido "the time or the place" - seria preferivel um concerto so deles, uma vez que havia muita gente que nao conhecia nem gostou do concerto, havendo mesmo uma debandada geral ao fim das primeiras musicas
  • gostei imenos de ter ido, e acho que valeu a pena, nao sei ate que ponto vale o preco dos bilhetes - para um casal fica por mais de 100 euros, o que no orcamento familiar pesa bastante (nos compramos 2 bilhetes ao preco de 1 porque no Natal o Te ganhou um vale da Fnac numas rifas dos escuteiros - bem melhor do que a tipica garrafa de whiskey!)
Nao sei se volto a repetir a experiencia, mas ja posso dizer que estive (no) Alive!

Trocas

Nesta casa ultimamente, andamos a trocar tudo o que compramos.
Compramos uma tenda, e fomos trocar.
Compramos um colchao de campismo, e fomos trocar.
Compramos uma mesa, e guess what, fomos trocar.
Compramos varoes para colocar cortinas na sala, e tambem os fomos trocar.

Os miudos ca de casa que se ponham a pau, se nao ainda vou a MAC troca-los por outros, antes que feche.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Educar e' dificil

Acho que nao sou uma pessoa muito consumista. Ou pelo menos tento nao ser.
Detesto desperdicios, e fico triste quando compro uma coisa que depois nao uso ou gasto.
Pode parecer forretice, e se calhar ate' e' um pouco, mas a verdade e' que ter as coisas paradas em casa faz-me confusao.
Se vir uma roupa que acho que vou usar pouco, nao a compro, ponto. Mesmo que seja gira e baratinha.
Isto aplica-se a mim, a minha casa, e claro, aos meus filhos.
Em casa dos meus pais nunca faltou nada. Mas tambem nao havia em abundancia.
E sendo eu a 3a filha, a 3a menina, como devem calcular, brinquei e usei muitas coisas ja usadas. Quando queriamos uma coisa muitas vezes esperavamos meses ate a ter, nos anos ou Natal, ou como recompensa de alguma coisa.
Acho esta mentalidade muito anos 70 (entretanto abandonada pelos meus pais, que enchem os netos de presentinhos, mas pronto), e muito actual e aplicavel aos nossos dias tambem.
E quero educar os meus filhos da mesma maneira.
Detesto (DE-TES-TO - e sim, isto e' cuspir para o ar, vamos ver onde cai) criancinhas que nao dao valor a nada, que recebem 1300 coisas e depois nao ligam nenhuma, achando que as coisas caem do ceu.
Nao posso controlar o Natal, que e' um exagero, mas a familia e' grande, e so' acontece 1 vez por ano.
De resto, nao gosto de lhes comprar coisas so porque sim (falo que coisas grandes, claro, sem exageros para nenhum lado)
O meu mais velho esta' a entrar na idade de querer va'rias coisas.
Primeiro foi a bicicleta. Uma amiga disse que tinha uma para emprestar (nao herdam so' roupa!) mas ainda assim esperamos que houvesse um momento oportuno para lhe dar - e foi a recompensa por ter tirado as fraldas. Adorou.
Outra coisa que ele adora sao skates - fica vidrado nos miudos no parque, e sempre que tem oportunidade pede para andar (sentado ou de pe'). Esta' combinado receber um skate quando fizer 3 anos, ou quando deixar a chucha, o que vier primeiro.
Ontem fomos a uma loja chinesa, local onde entro muito raramente, quase nunca mesmo, a procura de umas "crocs" para ele.
Na perigosa zona dos brinquedos, havia varios skates, e ele ficou logo deslumbrado e a pedir para experimentar (curiosamente, nao pediu para comprar, se calhar achou que eram todos do senhor, nao sei). Havia de varios tamanhos, e para minha enorme surpresa, super baratinhos.
O mais pequeno, adequado a ele, era menos de 5 euros, o maior, que ele adorou, ficava por 8 e pouco.
Ora bem, este objeto de profundo desejo do meu filho, que o faria 1000 vezes feliz, estava ali ao preco de meia duzia de iogurtes.
Como conseguir educar neste contexto?
Como conseguir manter a minha posicao quando de facto, bolas, nao ha' razao nenhuma para nao lhe dar o que ele quer?
Bolas, educar e' dificil, mesmo!
Mas ninguem disse que era facil.
E nao, nao lhe comprei o skate.
Sei que o faria muito feliz, mas sei tambem que seria uma felicidade passageira, que amanha ja ele estaria a desejar outra coisa qualquer.
Sei que se calhar muitas vezes vou passar por ma', mas espero continuar seguir as minhas conviccoes.
E espero que eles um dia mais tarde percebam porque o fiz.

RAG

No outro dia em amena cavaqueira com a Duchess  cheguei a conclusao brilhante que em vez de LOL, deviamos era escrever RAG (=Rir As Gargalhadas).
Por isso se a partir de hoje virem essa sigla (nao sei se alguem mais teve esta ideia, mas eu nunca vi pelo que me considero muito criativa - ah ah ah RAG), ja sabem o que significa.
Vamos ver se pega a moda.

sábado, 14 de julho de 2012

2 anos e 8 meses, mais coisa menos coisa

Impressionante como consegue ser um menino muito crescido.
Impressionante como ainda e um verdadeiro baby.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Futebol e Disney

Por influência do herói da nossa selecção, para o meu mais velho este é o Pato Ronalde.
O que se seguirá?
O Mickey Coentrão?
Ou o Pateta Moutinho??

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Paparazzo pessoal

Nas férias com as amigas, na adolescência e quase-adultice, muitas vezes referíamos a necessidade de termos um paparazzo pessoal.
E o que é que vem a ser isto?
Ora, era um rapaz (giro, claro, mas extremamente discreto, ou mesmo surdo e mudo) que nos acompanharia nas férias, a tirar fotografias a todos os nossos momentos (mas que nem se dava por ele).
Também podia assumir as funções de motorista (para podermos beber todas à noite e não ficar sempre 1 de fora), cozinheiro, homem das limpezas, cabide, carregador de sacos... enfim, era um escravo, basicamente.
Mas a sua função principal, era mesmo fazer aquilo que nós não conseguíamos mesmo fazer: tirar fotografias ao nosso grupo, desde fora. Os momentos hilariantes e insólitos nas viagens de carro, as chegadas aos apartamentos, as saídas à noite, os jantares, os fins de tarde na praia, tudo ficaria registado pela lente imparcial do nosso querido paparazzo.

Este fim de semana fomos acampar com os cunhados e sobrinho, e mais uma vez sentimos a falta desta personagem do nosso imaginário.
Muitas foram as fotografias que ficaram por tirar, porque estávamos sempre todos ocupados a fazer qualquer coisa: a montagem das tendas com os miúdos aos saltos, as refeições feitas na manta do piquenique, as caminhadas para a praia carregados que nem burros (miúda na mochila, miúdos às cavalitas, mais os carrinhos de compras atulhados, lancheiras, guarda-sóis/guardas-sol - não sei qual o correcto), enfim, 1001 ocasiões que ficarão na memória, mas não no ecrã, pois ninguém tinha mão livre (ou distanciamento) para nos fotografar a todos nestas situações.

Não somos - o Tê e eu - de todo, uma família foto-dependente.
Adoro fotografia, que adoro, mas infelizmente não somos pessoas de parar o que estamos a fazer para tirar foto ao momento.
Desde que somos pais, claro, tentamos (tento, o Tê pega na máquina apenas e só se eu lhe pedir) registar as fases, e claro que ainda assim tiramos milhares de fotos, mas muitas vezes acontece que as situações mais giras terminam quando empunhamos a máquina para a fotografia. E eu acho parvo estar a interromper uma brincadeira, ou uma gracinha, para ir buscar ou ligar a máquina e registar o momento.
Registo-o apenas na minha memória, que depois irá seleccionar o que vale a pena ficar e o que merece ser esquecido - e com isto, já se sabe o que acontece: esqueço-me de tudo.

Pensando nisto lembrei-me que tenho aproximadamente 10000 fotos para imprimir.
Os meus álbuns acabam com a festa do 1 ano do mais velho, mas quero tratar disso rapidamente, porque eu ainda sou do tempo em que as fotos em papel é que é.
Acho que somos uma geração de transição, do papel para o digital, e se há quem continue a imprimir fotos furiosamente e organize álbuns religiosamente, há quem já tenha assumido que nunca mais irá imprimir foto alguma (só para molduras), mas a maioria, como eu, vive na tentativa de ter os álbuns em ordem e as fotos em papel para pegar e cheirar e folhear. (sem nunca chegar a ter tudo em dia, como é óbvio). Somos uma geração no limbo, fotograficamente falando (porque eu acho que a geração abaixo já não vai sequer ter intenção de fazer álbuns em papel).
E pronto, aqui está mais uma tarefa para o nosso paparazzo pessoal: depois de tirar as fotos discretamente (não me oponho a que se ponha atrás da duna ou no meio dos arbustos para o fazer), de escolher as melhores para molduras (e pode ir comprar as ditas e furar a parede para pendurar se for o caso), fazer a selecção, ir à loja imprimir e organizar o álbum. E também me pode trazer um café enquanto eu folheio o álbum atentamente.
Não pago, mas ofereço comida (e oportunidade de dar umas boas gargalhadas com as nossas peripécias).
Alguém interessado?

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Morder

A mais nova agora deu-lhe para morder as coisas/pessoas quando se irrita.
O mais velho ja apanhou umas dentadas valentes.
Seria preocupante, se nao fosse apenas ridiculo.
A rapariga tem apenas 4 dentes...

Para ir entrando no espírito...

A minha favorita deste álbum.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Sabes pouco, sabes

No carro, a cantar o papagaio louro (de que nao me lembro da letra mas pronto) com o mais velho, as tantas chega a parte do "leva-me esta carta para o meu namorado". E ele diz "para a minha namorada". E eu, entao, quem e a tua namorada?
Resposta pronta: a minha namorada e a mae! (assim com as palavras todas, acentos incluidos)

E claro, nao ha como nao derreter.
E daqui a nada esta a pedir-me as chaves do carro. E eu, pronto, terei de aceder, porque um dia ele foi fofo, mesmo fofo, e me disse que gosta de mim desta maneira linda de morrer.
Manipuladores, estes miudos...

domingo, 8 de julho de 2012

Robots, podem comentar este blog

E depois nao digam que nao vem daqui.

Excuse me, where's the camping?*

1a experiencia de campismo com os dois - check.
Correu muito bem, o melhor possivel. Fomos muito bem acompanhados, e para um sitio giro, giro.
Nao havia como correr mal.

Um novo mundo se abre, agora ninguem nos agarra!

*Private joke que dura desde 1999 no nosso grupo. Nasceu na Holanda, durante o inter rail, e mantem-se ate hoje.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Senhores fabricantes de fatos de banho de rapaz:

Podem parar de gastar tempo e dinheiro a aplicar bolsos nos mesmos.
Os rapazes nao levam nada no bolso, apenas serve para trazer areia da praia para casa.
Obrigada.

Sem acentos

O computador de casa esta prestes a dar o berro, pelo que temos de usar um antigo do trabalho, com teclado internacional.
Ficam avisados que os proximos posts serao sem acentos, nem c de cedilha, nem til.

(no teclado do computador actual do trabalho, que tambem e internacional, consigo fazer os acentos com uma combinacao de Alt e numeros, mas nesta nao consigo, nao sei porque...)

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Andante

Pois que quase dois meses depois de dar os seus primeiros passos, a nossa mais nova, finalmente, resolveu cortar amarras e lançar-se ao mundo pelo seu próprio pé.
Cada um com o seu ritmo e blá blá blá, mas eu já estava farta de lavar joelhos!
Bolas que estes meus filhos gatinham até à exaustão!
O mais velho já gatinhava em Junho, deu os primeiros passos em Dezembro e começou a andar 1 mês depois. Na altura eu estava já grávida, e com sinceridade, já não o podia ver a a arrastar-se em grande velocidade pelo chão de todo o lado.
Achava que essa minha irritação se devia à grande barriga que já carregava na altura, pois sejamos sinceros que andar dobrada o tempo todo nessa fase não é nada agradável.
Esta, em Dezembro começou a gatinhar, e até ao último domingo esse era o seu modo de locomoção.
7 meses a rastejar, bolas, bolas. Com 13 meses deu os seus primeiros passos, mas só agora, quase com 15 é que de facto começou a andar.
Cada dia dava mais um passo, até que no domingo ficou com os avós durante um bocadinho e quando chegámos o avô comentou que ela não tinha gatinhado mais.
E assim foi, nessa noite já andou por todo o lado, e assim tem sido desde então.
Finalmente! Tenho de o dizer! Mesmo sem gravidez já não podia com o pega, levanta, colo, gatinha, foge, mãos no chão, joelhos sujos, em casa, na rua, no café, e ela sempre a rastejar por todo o lado.

Mais uma fase que passou, menos um bocadinho de bebé cá em casa.
Temos miúda caminhante!

Cena fixe

Acordam os dois da sesta cá em casa, e começam a rir um com o outro, um do outro, sei lá.
Ele diz um disparate, e ela ri a bandeiras despregadas.
Ela entoa uma canção, depois cantam os dois, e depois riem, riem, riem - e eu cá de fora vou às lágrimas com tanta gargalhada, com esta cumplicidade.
E é por isto, entre outras coisas, que mesmo que tivesse outro quarto disponível (que não tenho), os deixava a dormir no mesmo quarto pelo menos durante os primeiros anos.
E ainda está para vir a altura em que os deitamos ao mesmo tempo e eles ficam na conversa, a aparvalhar, com ataques de riso, e fazer-nos ir lá à porta dizer "Meninos, pouco barulho! Toca a dormir! Não quero ouvir nem mais um piu!" (adorava esta do piu, bastava ouvir para redobrar o ataque de riso).
Mesmo fixe ter um irmão7irmã com quem dividir o quarto que alinha na parvalheira ao acordar/antes de dormir.

domingo, 1 de julho de 2012

Aderi à moda...

... dos carrinhos das compras para a praia.
Estou fã.
No ano passado a minha cunhada topou um grupo de amigas mães todas com este tipo de carrinho de compras na praia, e ficou a ideia. Depois disso comecei a reparar e são várias as mães que se encontram por aí com esta solução.
Este ano ela encontrou uns bem giros no continente,e eu não demorei muito a ir buscar o meu (lindo de morrer, cor-de-rosa choque com bolas brancas).
Permite guardar tudo num mesmo saco, não magoa os ombros nem as mãos e ficamos com uma mão livre para dar colo/dar a mão a uma das crias.A s rodas são grandes, e rolam muito bem na areia..
Toalhas, mudas de roupa, fraldas, lancheira, bolsa dos cremes, até o guarda-sol vai lá dentro.
Ponto negativo: ao ser um saco "na vertical", por vezes acontece termos de tirar tudo para chegar a algo que esteja no fundo.
Saldo mais do que positivo. Recomendo.

(imagem sacada da net)

sábado, 30 de junho de 2012

Adoro o Verão

Hoje o dia foi de praia, sardinhada, sesta, mais praia e depois arraial com bifanas, sangria e até bailarico.
E eu só pergunto como, mas como, é que há pessoas que preferem o Inverno?

sexta-feira, 29 de junho de 2012

O incrível poder...

... de ver menos 1kg na balança quando nos pesamos de manhã.
Ganhei o dia.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

O post do dia

Sobre o Euro 2012, claro.
No início do campeonato comentei que algo se quebrara cá dentro com a derrota do Euro 2004. Que depois disso não tinha voltado a acreditar na selecção da mesma maneira, com aquela fé.
Ontem, sou sincera, voltei a acreditar.
Que íamos ganhar o Euro 2012? Não.
Mas que iríamos à final, sem dúvida.
Ca ganda balde de água fria... isso é que foi.
O futebol não é tudo, que não é, mas bolas, mexe com a nossa vida de uma forma única.
Une as pessoas. Faz mexer a economia. Promove os encontros.
Cá em casa, que somos de diferentes cores clubísticas, estes momentos da selecção ainda ganham mais sabor - por fim, ambos a torcer pela mesma equipa caramba! E o que eu gosto de podermos gritar GOLOOOO em uníssono!
 Mas pronto, em 2014 é que vai ser!
(sim, eu acredito!)

Não sei mesmo o que isto quer dizer...

... mas o Tê encontrou hoje uma moeda de 100 pesetas à porta do nosso prédio.

terça-feira, 26 de junho de 2012

No, thanks

Recebi hoje o catalogo de inverno de uma conhecida marca de roupa.

Vai ficar fechadinho ate Outubro, no minimo.

domingo, 24 de junho de 2012

Esta não me lembro de acontecer

Não pudemos ir à praia hoje porque... não cabíamos.
Juro.
Chegámos à Parede: maré cheia e areia cheia também.
Ainda perguntámos ao nadador-salvador mas a maré ainda ia encher mais, pelo que ficar na pequena língua de areia entre os pés das pessoas e o mar estava fora de questão. A areia também parecia continuar a encher. Olhámos, procurámos e nada, nem um espacinho livre para o nosso guarda sol.
Em Carcavelos, nem chegámos a estacionar - o Tê foi lá espreitar e disse que estava igual - um longo areal cheio até mais não.
Fomos para o parque.
Estendi-me na manta, respirei fundo, e esteve-se muito bem.

Na Holanda substituí o prazer da praia (onde fomos 3 ou 4 vezes) pelo prazer de estar deitada no parque a olhar para a copa das árvores a mexer com o vento.

Não é a mesma coisa, mas foi um óptimo fim de domingo.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Cadeira junior

Há um tempo fiz aqui um post sobre o facto de se irem desvanecendo as marcas de quem tem 2 bebés em casa: a passagem dela para o quarto que agora é dos dois, a arrumação do parque, e também o facto de termos arrumado uma das cadeiras da papa (das que se penduram na mesa, ficou só a grande que tem tabuleiro à frente).
Nessa altura passámos a mais nova para a cadeira da papa grande e ele passou a jantar à mesa.
Não resultou muito bem.
Tentámos colocar alguma coisa na cadeira para ficar mais alto, acaba sempre por escorregar. Tentámos que ele ficasse de joelhos, mas às vezes com o cansaço acabava por se sentar e ficar com a mesa à altura do queixo.
Da última vez que fomos ao Ikea trouxemos uma cadeira destas - não é cadeirinha de bebé, é uma cadeira normal, apenas mais alta.
Estamos fãs.
O rapaz fica sentado à mesa direito, não sai com tanta facilidade (apesar de conseguir subir e descer sozinho) e até parece que come melhor, na posição certa, de costas direitas.
Ele também gostou bastante, e sente-se muito bem lá.
A cadeira não é super barata, mas é bem feita, sólida, e não se vira quando ele sobe e desce sozinho.
Não sei quanto tempo vai durar para ele, mas tendo em conta que depois ainda serve à irmã, foi um bom investimento.

Bem vindo, Verão!

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Orgulho

O meu mais velho sabe cantar o hino (quase todo).
A mais nova também dá uns acordes, e dança o hino na perfeição.

Temos tugas!

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Good girl

Hoje passei duas vezes (2!) em frente ao Santini e não comi nenhum gelado.
Ponto para mim.

Depois das férias...

... e com este tempo... só me falta a campanha do Regresso às Aulas do Continente.
Que deprimente.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Fruta da época

Os morangos dão 10 a 0 às cerejas.

sábado, 16 de junho de 2012

O declínio

Percebemos que já não vamos para novas (mesmo!) quando recebemos, no meio de todos os e-mails, uma publicidade a cuecas de incontinência (aka fraldas para adultos).
Com direito a envio de amostra grátis e tudo.
É o princípio do fim. A partir de aqui será sempre a descer.
Quanto tempo tempo até ao envio gratuito de uma pomada para as cruzes ou para fixar a placa?

JA

Acabo de ver um programa de culinária do José Avilez.
Gostei bastante.
Boa dinâmica, boa comunicação, com truques de cozinha (daqueles que dão jeito saber e podemos usar no dia a dia), e os pratos* pareceram-me bastante bem.
A ver se percebo quando dá, porque não é sempre que eu gosto de programas de culinária portugueses (e isto, dito por mim, é profundamente irónico, e eu um dia explico porquê).

(lascas de bacalhau confitado com migas de alheira, broa e grelos e salada de fruta caramelizada)


Pais de 2

Fomos a um arraial aqui perto, com alguns amigos.
Passámos o tempo, claro, atrás dos miúdos. O mais velho quis levar a bicicleta (a sua nova paixão), a mais nova cheia de sono, toma lá isto, veste o casaco, corre atrás, passa a miúda que eu quero comer caldo verde, toma lá o rapaz que quer fazer xixi, etc.
Encontrei uma querida amiga, ex-colega de escola que é também cunhada da minha irmã, sentada à mesa com o marido e uns amigos, pratos de caracóis e imperiais em cima da mesa, no maior relax.
Ora, esta minha amiga tem, nem mais nem menos, do que 4 filhos (de 9, 7, 5 e 1 ano).
Perguntei por eles, se teriam ficado com os avós, uma vez que os via ali tão relaxados.
Que não, respondeu ela, os miúdos andam por aí.
O truque? Uns tomam conta dos outros.
E lá andavam os 4, cada um para seu lado e a mais nova na cadeirinha de mão em mão, e eles limitam-se a controlar de vez em quando e a fazer a chamada.
De facto, se não for assim, os pais não fazem mesmo mais nada.
Eu e o Tê temos muito que aprender. Nestas coisas da parentalidade ainda somos mesmo tenrinhos.

Mega piquenique

Fomos ao famoso Mega Pic Nic no Terreiro do Paço.
Que grande flop.
Achava que além de ver os animais, íamos poder fazer as compras da semana directamente aos produtores. Não.
Havia uma data de "hortas" improvisadas, mas só para olhar. Nada para comprar.
Vimos animais, sim senhora, e o mais velho gostou.
Mas nem sequer havia um sítio de jeito para fazer, de facto, um piquenique (ou então nós não vimos).
Não percebo de que modo é que ajudamos a produção nacional com este tipo de evento.
A não repetir.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Dia 2 de praia

Afinal precisam de brinquedos.
E a dobrar. Iguais, um para cada um.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

O 1º do ano



Mergulho.
Sempre especial.
Na praia da Parede, claro, a minha praia do coração.
E como hoje choveu de manhã, a praia estava vazia, linda, parecia que estava mesmo à nossa espera.
As crianças brincaram à vontade sem perigo de se perderem, eu caminhei (para trás e para a frente que a praia é pequena, já se sabe), estive estendida na toalha, fizemos castelos (nestes primeiros dias eles nem precisam de brinquedos, a areia é diversão suficiente), e abrimos oficialmente a nossa época balnear.
Do melhor.

Adoro praia. Mesmo.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Museu do Brinquedo

Fomos os 4.
Mais parecia o museu da tortura, tanto brinquedo e eles sem poder tocar em nada.
A ela passou-lhe tudo ao lado, claro, mas ele esteve sempre a pedir para abrir as vitrinas para brincar com o que lá havia.
Eu por mim, tinha aberto.
Tantas coisas giras, giras :)

Filho único

Ontem ele adormeceu à tarde antes dela, deixando-a sozinha com o pai e a mãe só para ela. Adorou, toda ela eram risinhos, abracinhos, brincadeiras ora com um ora com outro, feliz com a exclusividade de tempo de ambos para ela.
Hoje fomos a uma festarola com parque de diversões, jantar e andar de carrossel, e decidimos deixa-la com os avós, já que não ia andar de carrossel nem aproveitar seja o que for, além de que está frio e vento de noite. Ele ficou feliz (se bem que lhe fez confusão deixar a irmã, e pediu-lhe um Hi 5 antes de ir embora - achei um piadão), mas portou-se super bem, andou pela feira de mão dada com os dois, esteve sentado à mesa à conversa connosco, feliz com a atenção toda para ele.
Já tinha visto que a Cocó tem o hábito de fazer o dia do filho único - um dia por mês em que vão almoçar e/ou fazer um programa apenas com 1 dos filhos.
Parece-me uma boa ideia, a adoptar daqui a uns tempos.

(e o fácil que é andar de um lado para outro só com 1 filho eh eh eh - super fácil! - mas só nos apercebemos disso quando temos mais, já se sabe...)

terça-feira, 12 de junho de 2012

Primeiro foi no correio de casa...

... e agora também no e-mail: é quase só publicidade.
Entre sites de descontos, marcas de roupa online, programas culturais de diversos locais, ofertas de emprego e propostas de cursos tenho a caixa cheia todo o santo dia, e poucos são os e-mails escritos de facto, por pessoas.
O e-mail escrito pessoalmente, como a carta escrita à mão, está a cair em desuso.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

O orçamento das férias...

... ficou hoje no Ikea.
Andamos sempre a adiar, a adiar, mas não podemos continuar a viver como se amanhã fossemos mudar de casa outra vez.
Assim: o quarto das crianças já tem arrumação para brinquedos e livros, trouxemos também as cortinas para o nosso quarto e para a sala (não gostei de nenhumas para o quarto deles que eram as mais importantes, mas pronto), almofadas para a sala que não gritam umas com as outras (ainda tínhamos as da Holanda que não tinham nada a ver com o resto da sala - nada a ver mesmo!), e claro aquelas pequenas coisas a que nunca se resiste - velas, guardanapos, um banquinho para eles, and so on.
E em menos de nada se gasta uma pequena fortuna.
Menos mal que moramos a 5 minutos da praia, e fazer férias em casa não é de todo um sacrifício.

domingo, 10 de junho de 2012

Não estranhem a ausência...

... porque estou de férias esta semana.
Há lá coisa melhor que esta época do ano?
Os dias compridos, o tempo a aquecer, as primeiras idas à praia, os santos populares, as sardinhas... e férias, claro!
Que nem ginjas!

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Cabeça de Rádio


Dia 15 de Julho, lá estaremos.


terça-feira, 5 de junho de 2012

De mal a pior

Passou a fase do Noddy, e agora, apesar de andar fascinado com o Tom & Jerry e o Mickey, começou a achar graça ao Ruca.

Oh pá, o Ruca??
Nããããõoooo....
Mas que mal fiz eu??

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Típico meu

Fui comprar uns sapatos, comprei 2 fatos de banho.
Os sapatos ficaram para quando for comprar fruta, ou livros, quem sabe.


domingo, 3 de junho de 2012

Rock in casa

Acho uma cena muito fixe a Sic (Radical e Mulher) passar os concertos do Rock in Rio em directo.
Não tenho especial afeição por nenhuma das bandas que lá foi/vai e por isso não paguei bilhete para ir, mas gostei de ir vendo os concertos nestes dias.

(post escrito ao som dos Xutos)

Telefone esperto

O presente que o Tê me ofereceu "de surpresa" foi um telemóvel novo, aka smartphone.
Não foi surpresa porque o meu telemóvel antigo - um Nokia Xpress Music que era fantástico não fosse o facto de ter perdido 3 teclas ao fim de 1 mês e partido o ecrã pouco depois. Foram 2 anos a ver fotos e mms divididas ao meio, mas pronto. O pior foi que já tinha morrido e ressuscitado várias vezes, e com a aproximação do meu aniversário, foi a dica perfeita.
A surpresa deveu-se ao facto de, com a operação na semana anterior aos meus anos, fiquei mesmo convencida que não iria ter presente no dia. O Tê ligou-me antes de sair do escritório todo desconsolado de não ter nada para mim, e eu disse para ele me trazer flores.
Quando chegou vinha com as flores e um embrulho na mão (sem publicidade) e disse que na florista lhe tinham perguntado se queria levar um brinde surpresa por mais 1 euro. Eu acreditei, claro, tal era a descontracção dele, e cheia de curiosidade de ver qual era o brinde... quando abri é que vi que era o meu telemóvel novo, todo giro, que afinal chegava a tempo dos meus anos.
Um fofuxo, o meu Tê...
Por isso agora sou aquela croma que demora horas a escrever uma sms, que perdeu uma data de contactos na passagem de um telemóvel a outro, que anda a tentar perceber como funciona o alarme ou a câmara.
Mas estou muito contente, tiro fotos todas cromas, tenho 1001 aplicações, arrasto os icons de trás para a frente e até consigo fazer (e receber) chamadas!
Eu, tecnológica!

sexta-feira, 1 de junho de 2012

34 anos e 24 horas mais coisa, menos coisa


Foi um bom dia de anos, nada de especial, mas sempre a melhorar.
Pela 2ª vez na vida passei-o a trabalhar (a 1ª foi aos 32, nada mau), pelo que o passei sozinha, sendo que este ano com tantos colegas novos ninguém sequer sabia que eu fazia anos (mas eu fiz questão de dizer a alguns, se não até se torna estranho).
Depois o dia foi melhorando a partir das 16h30.
Fui buscar as crias e a progenitora, que me tinha feito um jantar especial - as mães servem para isso mesmo disse ela, já fico a saber - viemos para casa brincar e preparar as coisas, chegou o Tê com o sobrinho para se juntar à brincadeira. Fizemos piqueniques no quarto, na varanda e também em cima da minha cama.
Juntou-se o resto da família, pai, sogros, cunhados, irmã e companhia, recebi presentes, tive um presente surpresa do Tê (quem nos conhece sabe que somos o casal menos surpresa que pode haver, mas foi muito giro, dp faço post), acho que jantámos todos muito bem (sendo que eu mesma cozinhei um total de 0 coisas para este jantar), houve bolo de chocolate, morangos e gelado de frutos vermelhos, houve criançada a correr e a brincar pela casa toda até caírem de podres...
E eu acabei a noite depois de todos irem embora, a beber o resto da garrafa de espumante, na espreguiçadeira da varanda, a sentir o fresco da noite a chegar depois da caloraça que se fez sentir todo o dia.
Do melhor.

Enterrei a Idade de Cristo, entrei na Idade da Sabedoria*.
Venha ela!


*Nome dado, sem querer, pela Tella, quando completou 34 anos.
** Nota para a Mary de 2013: deixa-te de tretas e passa mas é a usar 2 velas, cada uma com um número, em vez de 1 vela por cada ano como tens feito questão de fazer até aqui. É que já começa a ser uma questão de segurança, tanta vela em cima do bolo.