sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Diet/gym report

Pior do que andar a fazer dieta e exercício físico há meses e não emagrecer, é andar a fazer dieta e exercício físico há meses e ver o colesterol (já de si alto) aumentar.

Foi pouco, mas bolas, era suposto baixar.

Fiquei mesmo triste (e com vontade de mandar tudo às urtigas, mas pronto - não mandei).

Ai genética, genética, que foste tão generosa para umas coisas, mas nisto, deixa-me que te diga, podias ter feito muito melhor...

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Histórias verdadeiras na 1ª pessoa

Tenho contado aos pequenos cá de casa.
Não tenho grande imaginação para histórias inventadas - não fui brindada com o talento do meu pai, que bem podia escrever uma colecção de livros infantis com as histórias que nos contava - e tenho tendência para me fartar dos livros infantis ao fim da terceira vez que os leio (como sabeis, a criançada pede a mesma história vezes sem fim).
Vai daí, conto-lhes histórias verdadeiras, episódios da minha vida que se passaram de verdade. Com um ou outro apontamento romanceado (uma pitada de sal) mas ainda assim, verdadeiras.
Já lhes contei a história de quando deixei o meu Mickey (com que eles hoje brincam) na escola, de quando um cão mordeu um pato (que sobreviveu) no jardim da Gulbenkian, de quando fui picada pelo peixe aranha quando estava na praia com os amigos.
Eles (leia-se o mais velho, a outra é-lhe igual ao litro) adoram, ficam estarrecidos a ouvir as minhas palavras. Eu conto tudo com mais entusiasmo, porque, claro, sei do que estou a falar, e há sempre uma lição a aprender em cada história.

É só pensar um bocadinho e todos temos milhares de histórias que podemos contar aos nossos filhos.
E até já tenho umas quantas para quando eles forem (bem) mais crescidos.
Vamos ver se continuam a gostar...

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Gostei muito


Muito mesmo.
Está mesmo muito bem escrito, com passagens tão deliciosas que voltei atrás a ler várias vezes o mesmo parágrafo. Fico maravilhada como certos autores encontram as palavras certas, que uma pessoa lê e pensa "bolas, é mesmo isto!"
Também gostei, e me identifico com a mensagem geral do livro.
Ri e emocionei-me.
Muito giro.

Comprei-o na Feira do Livro e tenho o meu exemplar autografado pelo autor.

Li-o em uma semana em Amsterdam. Sim, eu era rapariga para ler livros em 1 semana quando vivia por lá. Cá arrasto o mesmo livro meses a fio, por falta de tempo e de capacidade de concentração e porque mal pego no livro (ou mal começa o filme) abate-se sobre mim um sono arrasador (que tento combater a todo o custo) e os olhos fecham-se em menos de nada.
Passámos 2 horas no avião antes de partir porque havia nevoeiro em Amsterdam - e eu, que até tinha levado revistas que nem abri, dei logo um bom avanço ao livro.
O resto foi lido no comboio a caminho do escritório, e as saudades que eu tinha de ler um bom livro no comboio...

No avião, no comboio ou em casa: recomendo.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Café em tempo de crise - o reverso da medalha

Escrevi o post anterior à hora do almoço.
Ao final da tarde, o reverso da medalha.
Com os dois em casa, eu a fazer jantar, eles na sala a brincar com os legos.
Às tantas, ouço o clássico silêncio (que em linguagem de pais é sinónimo de asneira).
Era uma festa de café em pó no hall de entrada.
Sem eu dar por isso pegaram na lata, abriram à procura de bolachas* e vai de espalhar o café por todo o lado - chão, paredes, eles próprios da cabeça aos pés.
Giro.
Foram directos para a banheira. Parecia um abatanado gigante.
Os patinhos de borracha nem vão conseguir dormir hoje, com tanta cafeína.
Aí está uma coisa que não acontece com as cápsulas...


* enquanto metia as mãos na lata e tirava mãos cheias de café ele dizia "oh não! Bolachas de cocó!!!"
Pois é, chegámos à maravilhosa fase do xixi-cocó-chulé. Oh well...

Café em tempos de crise

O Tê já andava a falar nisso há uns tempos, eu é que oferecia alguma resistência.
Por coincidência dei de caras com este post, e foi a verdadeira "wake up call".

Comprámos a nossa querida Dolce Gusto em 2008 quando eu comecei a trabalhar em casa, e a cafeteira ao lume não era opção (porque estando a trabalhar facilmente me distraía).
Nestes 4 anos fomos muito felizes. O café é (era?) mais barato que a Nespresso, e compra-se em supermercados, não é preciso cá encomendas online nem lojas exclusivas. Na altura também me seduziu por ser a única em que se podia fazer capuccino, um hábito que tinha trazido da Holanda (e que acabei por perder, só o bebo quando lá vou).
Entretanto, seguiram-se os períodos de gravidez em que a máquina funcionava apenas para o Tê ao fim-de-semana, mais os primeiros meses de vida dos bebés em que eu também não bebi café.
O tempo foi passando, e cada caixa com 16 cápsulas custa agora mais de 5 euros.
Um escândalo.
No momento presente, como se pode ver nos posts anteriores, andamos a dormir pouco, e mal.
O truque para ir tendo energia ao final do dia, e também para não cair para o lado às 20h30 da noite (coisa que detesto), foi aumentar a dose de cafeína.
Eu, que nunca bebi mais de 1 ou 2 cafés por dia, tenho andado a beber 3 ou 4. E as cápsulas a desaparecer a olhos vistos.
Na semana passada acabaram as cápsulas durante um dia de trabalho, e tive de improvisar com um pacote de café que andava para aí (oferta do Ikea, muito mauzinho, mas pronto).
Quando o Tê chegou, ditou o fim das cápsulas cá em casa.
Comprámos um pacote de café moído, marca Delta, e custou 2,50 - o de marca branca será mais barato. Dá para 35 cafés.
Entretanto hoje já comprei 2 pacotes desse mesmo café em promoção por 3,99. Não é preciso ser um génio da matemática para fazer as contas.
As cápsulas ficam para os dias de festa, e para quando nos apetecer mesmo muito um expresso XPTO.
No dia-a-dia vai café normalzinho mesmo. E bem bom!

domingo, 4 de novembro de 2012

Update ao post "Animação nocturna"

Esta noite, pela primeira vez, saiu da sua cama e veio pelo seu pé ter connosco ao nosso quarto, sem gritos e sem berros.
Libertou-se do estigma do peru!
E acordou a irmã?
Não acordou, não senhora.

A irmã já tinha acordado aos berros algures entre as 2h e as 6h30 e já estava a dormir na nossa cama.
Com a chegada do 4º elemento, claro, acordou.
E assim começa um domingo, antes das 7h da manhã!
Alegria, alegria!

(a sério, mas a cena da privação do sono não era só nos primeiros meses de vida da criança???  Humm??)

"Animação nocturna"

sábado, 3 de novembro de 2012

Celulite

A minha mais nova acordou ontem com um inchaço no olho.
Fui com ela às urgências, e diz que é uma "celulite do olho" - inchaço provocado por uma infecção.

Está a tomar antibiótico.

18 meses e já a lutar contra a celulite.
Os miúdos hoje em dia são mesmo precoces.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

A tabela

Aqui fica uma poderosa arma para quem quer emagrecer, ou pelo menos ter um estilo de vida mais saudável.
Penso que já toda a gente ouviu que quando se faz dieta se deve apontar tudo o que se come.
Fui pela 1ª e única vez a uma nutricionista em 2005 e vim de lá com esse conselho.
Na altura devo ter apontado durante 1 ou 2 semanas, no meu bloco de notas que andava sempre comigo.
Ao fim de um tempo, desisti.
Aqui há um tempo (meses largos) numa jantarada de amigas (um grupo de amigas da minha cunhada com quem também saio muitas vezes e de quem gosto muito) que também queriam perder peso, surgiu a ideia de criar um documento partilhado no google em que partilhássemos o nosso plano alimentar diário.
Assim foi.
Começámos por ser 6, aos poucos umas foram desistindo e ficámos 2.
Foram meses largos de partilha de tudo o que comíamos.
Entretanto essa companheira de tabela não tem aparecido, mas uma das desistentes regressou, pelo que a tabela mantém-se activa como sempre.
Na semana passada estivemos as duas fora, esta semana estou só eu, a escrever "para o vazio" mas a manter a rotina de anotar tudo o que como.

Esta tabela tem-se revelado uma aliada muito importante, e a mim tem-me ajudado (e muito) a controlar aquilo que como.
Algumas regras de ouro:
  • escrever sempre a verdade, sem vergonha.
  • partilhar a tabela com pessoas de confiança, mas não com a melhor amiga/irmã. Não tenho problema nenhum em partilhar com a minha irmã que enfardei 3 taças de mousse, mas ao partilhar com as minhas companheiras acabo sempre por me sentir culpada (e muitas vezes não como só pela vergonha de ter de partilhar! - é esse o objectivo)
  • ler o que as outras escrevem, e puxar as orelhas das outras quando fazem asneirada
  • aceitar e acatar os puxões de orelhas que se recebem
Esta semana que estou a escrever sozinha tem sido um descalabro - juntam-se os restos dos anos do mais velho, e depois do Tê e é uma festa!
Mas tudo o que como, escrevo - o feedback não tardará.

A mim tem-me ajudado bastante, e nesse aspecto a balança não mente.
Ponto para nós!

Actualização às 10h (escrita às 22h55, mas pronto)

Já lá vai o tempo em que eu acordava no 1 de Novembro com os miúdos do "pão por Deus" a tocar à campainha.
Porquê? Já não há miúdos que pedem "pão por Deus" na tua zona??
Há sim senhora.
Eu é que já estou acordada há horas quando eles batem à porta.

Actualização às 8h

Vieram para aqui e pusemo-nos a ver os nossos vídeos do Verão.
Não sei se foi boa idea...

(que saudadeeeeeeees....)

7h35 de uma manhã de feriado

E não, não estou a trabalhar.
Mas já troquei a roupa a um, contei histórias, brinquei com os bonequinhos, pus pão a fazer e deixei-os a brincar com a pista dos carros. E escrevi este post.
Quando é que eles começam a perceber a diferença entre fim-de-semana e dias de semana, mesmo?

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Relatório do ginásio

Está a correr muito bem.
Desde dia 3 de Setembro que vou religiosamente, duas vezes por semana.
Deveriam ser mais (posso ir 3), mas fica complicado de gerir, pelo que me auto-impus as 2x e fico muito satisfeita por estar a conseguir.
Vou às 2ª e 5ª, que não sendo os dias tradicionais - toda a vida fui as 2ª e 4ª ou 3ª e 5ª - são perfeitos. 2ª para começar logo a semana a abrir, 5ª para fechar em beleza, e os 2 dias de intervalo permitem respirar, lavar as roupas do ginásio, e não dá a sensação de estar sempre lá enfiada.
E a motivação está em alta.
Antes baldava-me ao ginásio para ficar a vegetar no sofá, a ver blogs ou séries. Hoje vou ao ginásio na hora dos banhos e jantares da criançada, pelo que baldar-me nem chega a ser opção - vou embora toda contente (deixando tudo preparado, bem entendido) e é um prazer regressar a casa e estarem os dois lavadinhos, pijama vestido, a acabar de jantar.
Mais uns meses disto e fico em forma, pessoal.
Aguardem.

Animação nocturna

Diz a lenda que se colocarmos um perú dentro de uma espiral desenhada no chão, ele não consegue sair de lá, pensando que está preso.

Retirámos uma grade da cama do mais velho, para evitar que acorde a irmã quando acorda a meio da noite - sabe-se lá porquê, mas pronto - a chamar por nós.
Igual ao litro.
O rapaz fica ali aos berros na cama, até um de nós aparecer, e só muito raramente (quase nunca) conseguimos ser rápidos o suficiente para chegar lá antes da mais nova acordar.
Já lhe explicámos que pode sair da cama - porque está um crescido e blá blá blá - mostrámos o caminho para a nossa cama, deixamos as portas abertas, mas o raio do miúdo parece que faz gala em gritar e acordar toda a gente seja a que hora for.
Era tão romântica aquela imagem dos manos a dormir no mesmo quarto, e as cumplicidades e as brincadeiras e coiso e tal, não percebo porque às vezes a coisa não sai como esperamos.

domingo, 28 de outubro de 2012

De regresso

Como sempre com a sensação de que nunca de lá saí.
E desta vez com a certeza de que era bem capaz de para lá voltar.
Mas só porque não choveu, e toda a gente sabe que a vida é bela em Amsterdam quando não chove.

domingo, 21 de outubro de 2012

1 semana sem posts novos neste blog

Amanhã lá vou eu, mais uma vez, de regresso à ex-casa.
Dia 26 estou de volta.


Regressem vocês também.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

3 anos ontem

3 anos desde que saí de casa rumo ao desconhecido.
3 anos desde que a vida deu uma volta de 180 graus, ainda que eu não me tivesse apercebido imediatamente.
3 anos desde que eu, sozinha deitada numa maca num corredor de Hospital, me senti a pessoa mais feliz do mundo - ansiosa pela nova etapa que estava prestes a começar.
3 anos desde que começou o resto da minha vida.
Ou que começou a minha vida, mesmo.

Parabéns, filho!

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Senhoras frequentadoras de balneários de ginásio:

Por favor, evitem mexer nos pés/apanhar coisas do chão quando já se despiram e tiraram a cuequinha.
Se tiverem mesmo que o fazer, por favor, escolham entre 2 opções:
a) baixem-se na totalidade, dobrando os joelhos
b) façam-no virando o rabo para a parede, ou para uma zona do balneário onde não esteja ninguém.

Por favor, repito POR FAVOR, não obriguem as outras pessoas a ver o que não querem.
C'a nojo, pá!

domingo, 14 de outubro de 2012

Que os deuses me dêem paciência...

... que entrámos (em força) na idade dos porquês.

sábado, 13 de outubro de 2012

Escrever

Na semana passada fomos tirar coisas da casa antiga dos meus pais, e dei de caras com um baú no meu antigo quarto, cheio de coisas minhas.
Agendas de 1992 a 2001 (que foram todas para o lixo), blocos de notas e anotações várias e um envelope com textos escritos por mim entre 1993 e 1999, que não resisti a trazer comigo.

Hoje dei uma vista de olhos a dois ou três, e só me ocorre dizer uma coisa: ainda bem (mesmo!) que eu decidi ter um blog, caso contrário os únicos escritos meus que existiam eram da fase mais parva (mas parva mesmo muito muito parva) que uma pessoa pode ter.
Acham este blog parvo?
Trust me, ainda não viram (leram) nada!

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Post para ser lido naqueles dias em que achamos que nada nos corre bem

Estava com a mais nova a sair do parque de estacionamento, quando entra uma grávida no elevador.
Bastante gira, novinha, com aquele ar luminoso que só algumas grávidas consegue ter.
Olhou para nós e sorriu, com aquele sorriso embevecido de quem se imagina daqui a um tempo com o seu bebé no carrinho.
Sorri de volta, com aquele sorriso de mãe experiente como quem diz "nem sabes o que te espera".

Chegámos ao andar da saída, e dei-lhe passagem para sair.
Só então reparei.
A rapariga não tinha um braço.


quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Reminder para as idas ao ginásio daqui para a frente

Evitar (ou mesmo destruir) a roupa de ginásio anterior a 2009, que foi usada (e abusada) nas aulas de Pilates durante a gravidez.
É que o efeito bolsa na parte da frente da t-shirt não favorece ninguém. Muito menos a mim...
Bem basta o cabelo desgrenhado e a cara a explodir, não preciso de estragar o modelito ainda mais.

(e olhei para aquela roupa toda larga, e pensei como é que eu haveria de estar em forma, se tive uma pança que às tantas nem cabia naquela t-shirt!)

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

What a nerves!

Atendi hoje o pior cliente de sempre.
O verdadeiro anormal.
E o que mais me enerva nestas situações (que são poucas, valha-nos isso) é ter de discutir numa lingua que não é a minha!
Que nervooooos!

Quando estala o verniz, nada melhor que o fazer em bom português, chiça!

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Passados

Andam os dois, principalmente o mais velho.
Eu explico: andam viciados em... passas.

Lembro-me de na Holanda ser muito comum dar passas às crianças, como um snack. Até me lembro de haver umas caixinhas de passas com bonecos e assim.
A mim pareceu-me estranho, já que a maioria das pessoas da minha geração não gosta de passas, e eu mesma, até há bem pouco tempo, retirava as passas de tudo (bolo rei, muesli, scones...). Agora já não as tiro, mas sou incapaz de comer passas sozinhas, nem mesmo no fim do ano.
No outro dia decidi experimentar com eles, e apresentei a coisa como sendo a melhor iguaria do mundo - o mais velho é super guloso, e a outra faz tudo igual ao irmão, pelo achei que não se perdia nada e comprar um pacote de sultanas em vez de outra porcaria qualquer que eles gostam.
Amaram.
Estão a ver a reação das crianças com as gomas ou os smarties? Igual.
Ficam na maior excitação, e eu faço o meu papel tipo "vá, eu deixo mas só mais uma..." ou "quem não arruma o quarto não come passas!", para criar a mística.
E juro que ainda me surpreende vê-los sorver passa atrás de passa, completamente deliciados.

Aqui fica a ideia de um snack doce mas saudável, que se calhar muitas vezes nos passa... ao lado.

Bipolaridades

Sozinha em casa com os dois a uma 2ª feira:
Tomamos o pequeno-almoço os 3, fazemos casinhas com as almofadas do sofá e vemos o zig zag todos abraçados. Fazemos legos, e eu ouço-os a rir, a disparatar, cada vez mais cúmplices, cada vez mais amigos. E penso, foge, que previlégio. Todas as mães, todos os pais, deviam poder passar as 2ª assim, se não sempre, nem que fosse uma vez por mês. Estar com os filhos em casa, a aproveitar os brinquedos, sem as pressas e os programas do fim-de-semana.
Do melhor.

Sozinha em casa com os dois a uma 2ª feira:
Em que raio estava eu a pensar? Porque não levei o mais velho à escola, mesmo? Ele é gritos e berros (ela "tau tau, tau tau!" e ele responde "só te estou a dar tau-tau porque tu me estás a morder!"), desarrumam tudo, não brincam com nada, saltam em cima da cama quando eu quero dobrar a roupa, e não só o mais velho faz asneiras de propósito para se armar em engraçadinho para a mais nova, como a mais nova vai lá e faz a mesma asneira para eu também ralhar com ela e ficarem os dois a rir (de mim, claro está!).
De loucos.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

O madrugador

Está visto que o mais velho, além de querer ser um homem da noite (nunca duvidei, a avaliar pelo que me fez passar nos seus primeiros 6 meses de vida), é também o despertador da casa.
Normalmente aos fins de semana cá em casa, por volta das 7h30 estamos todos a pé.
Hoje, são neste momento 10h05, e eu sou a única acordada.
A avó mandou-me agora sms a dizer que o rapaz acordou eram 6h30.

(e no meio disto tudo tenho pena é da irmã, que pelos vistos gosta de dormir, mas nunca tem hipótese. Ser irmão mais novo é lixado)

De notar...

... que fiz o post anterior sem nenhuma menção ao facto de estar sem um dos pintos debaixo da asa, ou com o ninho meio vazio, e outras galinhices que tal.
Pus fita-cola no bico da galinha que há em mim, e nem a deixei começar a cacarejar.
Estou a ficar uma crescida. isto com o tempo, vai lá.

Hoje e amanhã, uma estreia absoluta

Estamos apenas com a mais nova, já que o mais velho foi à vindima com os avós.
Pela 1ª vez na vida vamos passar 2 dias só com um bebé de quase 18 meses (quando ele tinha esta idade, ela já tinha nascido).
Parece-me que vai ser canja.
Para começar são 10h da manhã e ela ainda não acordou eh eh eh

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Conversas no carro

(a caminho de um jantar em casa de uma amiga, sendo que eles jantaram em casa antes de sair)

"Boa! Estamos a sair à noite! Eu gosto muito da noite! E gosto muito de sair à noite!"

ãh?
Pensei, sinceramente, que fosse demorar mais até ouvir isto.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Figuras no ginásio

Para quem não sabe, embora ache que dê para ver na minha foto de perfil, esta que vos escreve é loura, e branca como a cal.
Para além disso, tenho o cabelo ondulado, com tendência a rebelde.
Juntem a isto uma capacidade quase infinita de ficar vermelha como um tomate quando em esforço.
 Não vos ocorre a minha figura no ginásio.
Durante a parte cardio, vou ficando cada vez mais vermelha, quase a explodir.
Depois toca de deitar no chão para abdominais e pernas e o que mais.
Quando me levanto depois dos alongamentos e olho para o espelho, tenho de me conter para não me partir a rir. Ou chorar.
Ele é suor, ele é a cara que parece que vai explodir, ele é cabelos no ar em todas as direcções, tantas vezes com o elástico sabe-se lá onde.
Épico.

E ainda há quem ache o ginásio o local ideal para o engate.
Não vejo como.

(e sim, saio de lá assim mesmo, que só tomo duche em casa - só espero nunca me cruzar com alguém conhecido...)

domingo, 30 de setembro de 2012

Wake me up when september ends



Hoje foi dia de despedir oficialmente do Verão.
Estava a fazer-me uma confusão tremenda terminar a minha época do ano favorita assim abruptamente, passando do verão para o outono sem me despedir condignamente.
Setembro é um dos meus meses preferidos do ano.
Sim, é deprimente ver o verão acabar, mas em Setembro o por-do-sol tem a luz mais incrível de todo o ano. E tem calor sem ser excessivo, e convida ao balanço, ao recomeço, de regresso a casa, ao que nos é familiar.
Este ano, infelizmente, depois de 15 de Setembro entrámos num outono "antecipado", que não permitiu aproveitar o Setembro como deve ser.
Já tivemos chuvadas, já saltaram os casacos, as calças de ganga, e eu já andei sem saber o que calçar porque me recusei a calçar botas sem me despedir do verão como deve ser.
Sem dar o meu último mergulho no mar.
Tinha visto que ia estar bom tempo este domingo, e que no próximo já começava a chover a sério, pelo que hoje foi dia de despedida. A praia estava linda, com muito pouca gente, e água quentinha e transparente. Os miúdos brincaram na areia, apanharam pedras, fizeram desenhos com paus e eu agradeci ter esta oportunidade de viver a 5 minutos da praia e poder desfrutar de um dos meus maiores prazeres quase sempre que quero.
E nadei, mergulhei e despedi-me do verão de 2012, que foi mesmo espectacular, cheio de viagens, de programas, de tempo com família e amigos.
Foi mesmo do melhor.

Fechámos este ciclo com chave de ouro.
Agora sim, venha daí o outono.


(diz que no 5 de Outubro vão estar 28 graus, mas eu cá já tenho outros planos, que se correr tudo bem, logo vos conto)

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

A 1ª ida ao cabeleireiro de mãe e filha

 A inspiração para o corte da mãe.




A inspiração para o corte da filha.



(ah ah ah... brincadeirinha....)
Imagens sacadas da net.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Meias

As cá de casa têm um índice elevado de divórcios.
Estou a pensar sériamente em leva-las a um conselheiro matrimonial.
Ou então sou eu que preciso de ir ao psicólogo porque estou a dar em doida a tentar juntar seres que obviamente não se querem ver à frente.

Sim, as meias vão para a máquina com nó, ou dentro uma da outra para não se perderem, mas não há máquina que não acabe com uma ou outra divorciada no fundo do cesto.

E que raio que já estamos em tempo de meias outra vez!
O tempo que se perde, senhores, a estender e apanhar e dobrar pares e mais pares e mais pares de meias.

Acho que vou comprar uns packs de collants para a miúda e para mim, e pelo menos reduzir em 50% a população de peúgas cá de casa.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

S. Pedro, como é?

Temos outono, mas temos mesmo a sério, ou é só a brincar?
Posso guardar de vez as coisas da praia? (ai... que dor!)
Posso por de lado os vestidos frescos da miúda (e meus) e os calções do rapaz?
Ou para a semana vem um calor de torrar e eu a ter de ir à arrecadação buscar as havaianas?

Hummm?
Só para saber. Nada contra a chuva. Super-necessária, a chuva. Nada deprimente, esta chuva.
Era mesmo só para saber.
Agradecida.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Precoce

O meu mais velho está com a mania de levar um brinquedo qualquer para a escola. Todos os dias sai de casa com qualquer coisa na mão.
A mais nova, claro, segue-lhe os passos.

Hoje quando íamos a sair já à porta, ele lembrou-se que não tinha nada e voltou atrás a buscar uma mota.
Ela foi atrás toda esperta, e aparece-me com um exemplar do Memorial do Convento debaixo do braço.

Parece-me um pouco cedo para ela, mas pronto, eu deixei.

sábado, 22 de setembro de 2012

Mais uma, da fashion victim que há em mim

A ver se me lembro que uma rapariga-vá-senhora, na casa dos 30, a andar na rua sozinha com uma mochila do Noddy às costas, não só fá-la parecer completamente fora de moda, como também profundamente ridícula.
Mochila dos filhos quando se leva os filhos, tudo bem.
Mochila dos filhos sem filhos por perto... enfim...

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

O que nos passa ao lado

E como uma primeira impressão pode estar errada, errada, errada.

Já tinha reparado numa senhora do meu ginásio, que parecia a típica ginástico-dependente.
Cinquentona enxuta, com tudo no lugar e cheia de energia, a fazer os exercícios muito melhor que eu (seguramente) e que o resto da sala.
Parecia a típica dondoca, sem mais nada que fazer se não estar ali a pôr-se bonita.
Ontem, à porta do ginásio à espera que a aula anterior termine, a professora faz conversa de circunstância e pergunta-lhe se está melhor das costas.
Que sim, que estava, que pelo menos já não tinha dores e coiso e tal.
Ah, disse a professora, mas agora tem de ter cuidado e não pode fazer esforços.
Ao que ela respondeu "sabe, é que eu tenho uma filha de 20 anos que é deficiente motora, pelo qual não fazer esforço não é de todo uma opção".

E de repente, a minha vidinha, os meus queixumezinhos, todo o meu cansaço, ficaram pequeninos, pequeninos.

E as pessoas do ginásio, desde a velhota esforçada à adolescente boazona, de repente, ficaram diferentes aos meus olhos.
O mais importante é, muitas vezes, o que nos passa ao lado.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Sobre a partilha de quarto

Que defendi aqui.
Era tudo mais giro e fofinho e engraçadinho se eles não se acordassem um ao outro.
Raios.

Mandámos arranjar o estore do quarto deles porque deixava entrar uma frincha de luz*, que o acordava a ele, e consequentemente a ela (com os berros dele).
Indiferente.
Antes do sol raiar já estão os dois enfiados na nossa cama.
Ele a ressacar sem a chucha, deve acordar lá para as 5h da manhã e pronto, toca de gritar "quero sair daquiiiiiii!!!" alto e bom som, e claro, quando lá chegamos, já está a outra de pé na sua cama também a grunhir algo parecido.

E pronto, o que fazem dois irmãos juntos na cama dos pais?
Dão pontapés, empurram-se, roubam-se o edredon mutuamente, puxam cabelos, e o pai e eu ficamos no meio (nas bordas) de uma guerra que não nos pertence, meio acordados meio a dormir, sem saber muito bem o que fazer.
E nesses momentos ocorre-me:
a) cada um no seu quarto, com isolamento acústico entre um e o outro
b) um quarto alternativo para mim e/ou o pai, para podermos sair do cenário de guerra. Ou pelo menos uma cama algures, onde caibamos (nesta casa por enquanto só há cama camas de grades além da nossa). Ou um sofá-cama, também servia perfeitamente.

Mas pronto, lá teremos de nos aguentar à bomboca com eles no mesmo quarto, com a convicção de que quando cresceram mais um bocadinho vai ser muito edificante para a relação deles e importante para o seu crescimento enquanto pessoas de bem, aprenderem a partilhar o quarto.
(buuuuuu)


* sejamos sinceros, mandámos arranjar porque o estore se partiu e teve mesmo de ser.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Sobre o Mastechef USA

Os concorrentes do Masterchef USA fazem parecer os do Masterchef Austrália uns ursinhos de peluche.

Ele é faltas de respeito, picanços variados, invejas, verdadeiros caldos entornados.
E saltam palavrões a torto e a direito.

Os australianos em comparação com estes, eram uns meninos do coro.


Dente em directo

Ontem assistimos ao nascimento de um dente em directo, na hora de jantar.
A mais nova está que nem pode, e antes de começar a comer reparei que se via a gengiva já mesmo com o formato do dente por baixo (de baixo, atrás).
Não quis comer muito, mas depois agarrou-se ao pêssego de roer...
Quando acabou... voilá! Tinha o dente de fora!

Quedas de dentes já vi inúmeras, mas nascimento assim em directo, foi a primeira vez.

Quando é que esta saga dos dentes acaba mesmo??

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Gaja é gaja

E a minha filha é gaja todos os dias.
Vejamos:

  • adora bebés, brinca com os nenucos desde sempre (os mesmos estiveram à disposição do irmão, que raramente lhes ligou). Tenta vestir e despir, dá biberon, colo e beijinhos
  • manipula o pai como se fosse um escravo - ora quer, ora não quer, ora liga, ora não liga nenhuma, e assim consegue ter o pai sempre na mão!
  • não há espelho que lhe escape
  • está com a mania de usar malas a tiracolo
  • adora (ADORA) que lhe digam que está linda (e assim conseguimos que vista muita coisa que à partida não quer vestir)
  • fala, fala, fala, fala pelos cotovelos - muita coisa dá para perceber, a maioria é lá na lingua dela, mas não se cala
  • uma das primeiras palavras que disse (depois de pai e mãe): sapato.
I rest my case.

sábado, 15 de setembro de 2012

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Porque é que as pessoas normais esperam mais do que nove meses para voltar a engravidar - em jeito de previsão

Ao fazer o post anterior lembrei-me que cá em casa, muito em breve, teremos uma criatura nos "terrible 2" e outra nos "terrible 3".
Ah ah ah ah
Vai ser giro, vai...


Nota: escrevo isto e lembro-me da Duchess, que além de um com 3 e outra com 2, terá mais um na adolescência e outro também lá perto.
Respect!

A 1 mês de fazer 3 anos

Diz que os "terrible 2" são peanuts ao pé dos "terrible 3".
Acho que confirmo.
Haja paciência.

Em negação II

Vou às compras e recuso-me a olhar sequer para a roupa de inverno, botas e afins.

Em negação

Vou à H&M e insisto em procurar roupa para o rapaz na zona de bebé (até aos 2 anos).
É sistemático, sempre que lá vou.
Só depois me ocorre "Ah! já não é aqui" e lá vou para a zona de rapazes dos 2 aos 8 anos (que tem roupas com metade da graça mas pronto).

terça-feira, 11 de setembro de 2012

London

Estava aqui atravessada há anos uma viagem para Londres, mas parece que (finalmente!) é desta!

Isto porque, pois é meus caros, nunca fui a Londres.
Sim, não é nada de extraordinário, eu sei, mas a verdade é que eu vivi muito perto de Londres, com voos muito baratos, e tudo e tudo.
Mas pronto, vida de emigrante não é fácil, e na altura em que estivemos ambos a trabalhar o Tê e eu não tínhamos fins-de-semana juntos (nem o mesmo horário, sejamos sinceros), pelo que Londres não passou de um plano de viagem para o futuro.
Pois que o futuro, meus senhores, apesar das famosas medidas de austeridade, é agora.

Para isso preciso da vossa ajuda: hotel bom, central e baratinho, alguém conhece?
Agradecida.

Vou ali praticar o meu british accent, enquanto espero pelas vossas sugestões.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Chucha report

Quando deixei de fumar, fi-lo de um dia para o outro. Num dia de Março de 2002 fumei o meu último cigarro, e desde então nunca mais toquei num.
O Tê já ficou algumas vezes sem fumar (uma das quais 2 anos, e a mais recente, 6 meses), e nunca resultou.

Vamos ver a quem sai o meu mais velho, no que toca a acabar com maus vícios.

Este fim-de-semana, "tivemos" de lhe por a chucha durante a sesta na praia.
Não foi ele que pediu, adormeceu sem ela na boa (ou nem por isso), mas a meio da sesta levantou-se meio atordoado, a choramingar sem conseguir acalmar. Optámos por lhe dar a chucha, que o fez adormecer imediatamente, e dormir mais 2 horas. Quando acordou estranhou o facto de ter a chupeta na boca, deu-me e não voltou a pedir até à noite - em que pede sempre.

Vamos lá ver se foi um deslize apenas, ou se foi mesmo uma recaída no combate ao vício.

domingo, 9 de setembro de 2012

Em mood férias

Passámos um fim-de-semana fantástico em Tróia, em excelente companhia, e em apenas 2 dias o meu corpo (e mente) desligam completamente, e acreditam mesmo que vem daí mais uma semana de férias.
Tolos.
Hoje ao final do dia estava na praia e quase que acreditava mesmo que ficava ali nos próximos dias, na boa.
Mas não.

Toca a sair da bolha, e voltar à normalidade.
Domingo à noite pode ser um momento complicado...

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Venham mais 5!

5 anos desde este dia.

Parabéns a vocês, que perdem o vosso precioso tempo a ler as minhas baboseiras, há 5 anos.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Olá, o meu nome é...

... filho mais velho da Mary, e não uso chucha há 48 horas.

(sim, está a ressacar um bocado, mas acho que estamos no bom caminho)


Let's get physical - 2nd day after

Ui senhores, que as verdadeiras dores só aparecem é mesmo 48h depois.
Estou que nem posso.
A despedir-me das crias hoje de manhã foi um tempão até conseguir pôr-me de cócoras para lhes dar um beijo, e mais outro tanto para me voltar a pôr de pé.
Ainda pensei seriamente em ir de gatas até ao escritório, no fundo do corredor.
Não fui.
Trabalho em casa, ninguém me vê, mas mantenho a dignidade!
Assim foi.
Levantei-me sabe deus como, e lá fui até à secretária, digna e muito trôpega, a queixar-me das dores de todo o músculo que tenho no corpo.
Ponto para mim.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Miss Fotogenia

Eu acho que já aqui postei sobre isso, mas a minha filha (achava eu) não deve nada à fotogenia.
Logo na maternidade há bebés com fotos lindas, mas a minha, não.
Ficava sempre com caretas, e só se via era cabelo (preto).
Quando foi batizada, com 6 meses, veio um fotógrafo profissional (por vontade própria, sem compromisso) e não é que a rapariga ficou linda em todas as fotos?
A partir daí a coisa mudou ligeiramente, ou seja, são precisas umas 10 fotos para ela ficar bem em 1.
Mas eu garanto-vos que quando a rapariga fica mal, fica mal MESMO.
Mas quando fica bem, fica MESMO bem.
Na verdade, tudo depende do fotógrafo - se for bom, consegue apanhar o que ela tem de melhor.
Nas férias, a prima do Tê que gosta de fotografia (sem nenhum curso, que eu saiba), tirou-lhe umas fotografias muito, muito giras.
O marido da Tella (quase profissional), tirou-lhe também as melhores fotos de sempre.
E não é que a rapariga tem jeito para a coisa? Podia dizer-se que estava, à séria, a namorar com a câmara!
E ele aproximava a lente (bastante mesmo!), e ela - pensando eu que ia mas é deitar-lhe a mão - linda de morrer sorria, ficava séria, sem nunca desviar o olhar.
O resultado é para lá de espetacular.
Querem ver que depois de eu ter andado a gozar com ela todo o tempo, afinal tenho uma top model em casa?

(pelo sim pelo não, vou começar a cortar na ração da rapariga, que a genética não a favorece, pobre coitada)

Mandar o barro à parede...

... a ver se pega.

Sempre uma boa política.
Agora, vamos ver no que dá.

Let's get physical - day after

Estou viva, e até me consigo mexer bastante bem.
(com dores é certo, mas lá está... no pain, no gain)
É desta pessoal, é desta que entro na linha.
Agora só páro quando vestir o 34.
Aguardem.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Let's get physical


O regresso à normalidade inclui, este ano, o regresso ao ginásio.
Pois é meus amigos, eu gostava muito de vos dizer que me fartei de ir correr (fui 2 vezes) e que fazer exercício em casa é espetacular (fiz intensamente 1 mês, depois fui deixando, até que desisti de vez), mas não posso.
Por isso, e porque o médico foi bastante claro quando me mandou fazer exercício, deixei-me de tretas e hoje fui experimentar uma aula num ginásio a sério.
Depois da experiência do viva fit soube bem voltar a um ginásio da velha guarda, sem máquinas hidráulicas, e plataformas com meninas aos saltinhos.
A aula é de ginástica.
Sim, claro que tem um nome tipo step-funk-pop up-pump it up-jump-fit-total mix mas no fundo sabemos o que dali vem: saltos e coreografias, localizada e alongamentos. Básico e simples, tal como no primeiro ginásio em que andei, em 1992.
É o que melhor funciona: horas marcadas, compromisso, motivação pelos outros (e vergonha de desistir perante o grupo) - nada de livres-trânsito, ah e tal podes vir quando quiseres (que é certinho que nunca lá ponho os pés).
E senti-me mesmo bem, e nem sequer custou assim tanto, e nem troquei os pés tantas vezes como isso (o prof até me deu os parabéns e disse que se notava que já tinha feito step antes - toma e vai buscar), pelo que a motivação está em alta.
Agora, toca a manter e insistir.
Não sei se vou atingir o peso a que me propus neste desafio, mas não sou mulher não sou nada se não estiver uma boazona mulher mais saudável no ano novo!

Algo está mal nos meus hábitos de consumo

Acabo de receber os talões de desconto do continente, para os próximos 2 meses.
Em Setembro tenho 50% de desconto em crepes de chocolate.
Em Outubro, é a vez dos profiteroles.

Está tudo louco?
Então eu estou a fazer dieta há meses, e logo agora que regresso à rotina (= à dieta rigorosa) é que me mandam estas coisas?
Será que acham a minha lista de compras tão enfadonha que resolveram dar-lhe um toque de alegria?
Será que anda alguém a usar o meu cartão para comprar sobremesas nas minhas costas? (eu garanto que não sou)
Fica o mistério.

(Próximo jantar de amigos/família, sou eu que levo a sobremesa, ok? Não me vai dar trabalho nenhum, não se preocupem).

Re-começo

Hoje.
Há algo de apaziguador no regresso à normalidade.

E de deprimente também.

domingo, 2 de setembro de 2012

127 Hours

Num registo totalmente diferente, ontem vimos este filme.
Brutal.
Eu, que sou uma pessoa pouco dada às aventuras nas alturas, ainda o rapaz mal tinha saído de casa e já eu estava com suores frios (sim, porque sabia o que ia acontecer).
O que mais me marcou:
a) a capacidade de ser "mind over body" e a vontade de viver deste rapaz não tem limites, e ter sido capaz de sobreviver faz com que seja capaz de tudo o que quiser na vida. A vontade de viver dele está acima de tudo.
b) impressionou-me as mensagens que deixou para os pais, a pedir desculpa pelos telefonemas não atendidos, pela falta de notícias. Ah e tal, que somos independentes, mas quando a coisa aperta e dá para o torto, não há nada como o colinho dos pais para reconfortar.

Maratona Toy Story

Vimos os 3 esta semana, pela primeira vez.
Gostei muito, claro.
E agora percebo porque é que a minha irmã...
a) faz questão de me passar todos os brinquedos antigos dos meus sobrinhos
b) muitos deles vêm com o nome escrito - não é uma marcação de território, mas uma questão de identidade do próprio boneco

E sim, chorei no final.
E eu nem sou de lágrima fácil, mas aquela mãozinha do Woody a dizer adeus  na última cena, bolas, bolas.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Nova rotina

Decidimos ontem começar a jantar os 4 à mesa, em família, e não as crianças primeiro e os adultos depois.
Correu bastante bem, uma vez que o mais velho come tudo sozinho (só precisa de ajuda no final), e a mais nova também vai dando uns toques.
É só uma questão de nos organizarmos para termos os jantares prontos ao mesmo tempo (quando comemos coisas diferentes).
Perdemos a oportunidade de jantar os dois, mas ganhamos tempo ao serão, que como sabeis, é um bem precioso.

Novos sabores

Salada de melancia com queijo feta.

Vi há anos num programa da Nigella, e ficou-me na ideia.
Nunca fiz, claro, bem como outras tantas receitas que vejo. Adiante.
Há uns tempos, numa noite de muito calor num jantarde amigas em Lisboa, vi uma salada de melancia com queijo fresco - e, claro, tive de provar.
Depois das férias, para prolongar o sabor a verão, comprei uma melancia à qual junto o queijo feta ao jantar.
De-li-ci-o-so.
Ao contrário do queijo fresco, o sabor forte do feta contrasta na perfeição com a frescura aguada da melancia.
Não tendo nada a ver com a receita da Nigella, corto a melancia e o queijo em cubos, e tempero com azeite, muito vinagre, sal e pimenta.
Recomendo.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Adenda ao post anterior

Pois que descobrimos que as tais chuchas brilham no escuro e dão um jeitão para encontrar durante as sestas.
Afinal o rapaz tem jeito para escolher coisas. Ena ena!
Assim sendo, retiro o que disse*, e vou deixa-lo participar mais nas escolhas cá de casa, e até, caso decidirmos alargar a prole, dar-lhe a oportunidade de escolher o nome do mano/a.

O rapaz até tem revelado jeito para escolher nomes dos seus animais:
Xoxó ou Totó (cão)
Canela (vaca, não sei de onde surgiu o nome porque acho que ele nem sabe o que é canela)
Rofti (cavalo - que é o cavalo do Dartacão)

Pronto, se eu vier a ter um filho com um nome parvo, ou de especiaria, ou roubado a um desenho animado, já sabem de quem foi a ideia.

*Retiro o que disse é um clássico desde que sou mãe - mudar de ideias, adaptar a estratégia, abandonar o plano, ir contra alguns princípios que sempre defendi, faz tudo parte do meu dia-a-dia. Isto merece post à parte.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Escolhas

Ontem fomos os 4 ao supermercado, e estava na lista trazer chuchas para a mais nova.
O Tê pegou numas, eu confirmei que sim, o tamanho era o correcto e as cores eram giras.
Quando cheguei a casa, reparo que não aquelas as chuchas que tínhamos comprado, mas outras de outras cores (muito menos giras).
Pergunto ao Tê o que se passou, e ele respondeu que, para manter o mais velho quieto e interessado (andava à solta porque eram muitas compras e assim não cabem os dois no carrinho), o tinha chamado com a função de ser ele a escolher as chuchas da irmã.
Ora bolas, penso eu, umas chuchas tão giras e ele foi logo escolher estas, mas que ideia macaca esta de lhe dar a escolher.

E nisto vem-me à memória aquela moda dos anos 70 e 80 (ou seria anterior?) de ser o maninho mais velho a escolher o nome do bebé que ia nascer.
Estava tudo doido?
Alguma vez eu ia colocar nas mãos do meu filho, seja ele qual for, a responsabilidade de escolher o nome do irmão?
O nome pelo qual o irmão seria tratado por tooooda a vida?
É que nem o nome do cão, quanto mais de uma pessoa!
Era o que mais faltava mesmo!
Anda a rapariga com umas chuchas assim-assim por causa dele, que faria se tivesse sido uma coisa de maior relevância!

domingo, 26 de agosto de 2012

O melhor do Verão

Os fins-de-semana com sabor a férias.


2 dias em Monchique com a famelga que valeram por muitos mais.
Piscina, mega pequeno-almoço, hotel fantástico, dormimos que foi uma maravilha, até os babies acordaram hoje eram 9h50 (coisa que não acontecia há muito, muito tempo), bebi melosa (aguardente de mel) e comi torta de amêndoa, pus a conversa em dia com as manas, mãe e sobrinhas sob um céu estrelado espetacular, e tive muita, muita pena de ter de vir embora mais cedo (ficaram todos por lá mais uns dias).
Amanhã sim, recomeça a rotina.
(ou não, que ainda há muitos fins-de-semana para aproveitar até ao fim do Verão!).

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Pés ao léu

Não se se alguma vez já aqui partilhei que eu tenho uma espécie de fobia-controlada por pés.
Detesto, odeio, não gosto mesmo nadinha de nada de pés.
(e nisto não sou a única, ao longo da vida encontrei várias pessoas que não gostam de pés, e outras que sentem repugnancia por outras partes do corpo, como o umbigo, por exemplo)
Já foi pior, muito pior, ao ponto de não conviver nada bem com os meus próprios pés, entretanto a coisa suavizou-se e agora gosto muito dos meus queridos pés e não tenho qualquer problema em andar com eles ao léu (se bem que nunca o fiz em contexto de trabalho, nunca levei sandálias quando trabalhava fora de casa, hoje talvez o fizesse, não sei).
Mas sou incapaz - IN-CA-PAZ - de tocar no pé de seja quem for, excepção feita ao amor da minha vida que aliás é a única pessoa que toca nos meus pés também - as raras situaçoes de pedicure (1 vez única quando estava tão grávida que nem me conseguia mexer) ou massagens (2 vezes na vida) não me deixaram nada confortável.
Então e os pés dos bebés, que são tão fofinhos?
De bebés sim, claro que sim, seja de que bebé for.
Pés de crianças já começo a fazer a distinção entre sobrinhos (tudo OK) e não sobrinhos, mas chegando ao turning point dos 9-10 anos, meus amigos, já só mexo nos pés dos meus queridos sobrinhos se tiver mesmo (MESMO) de ser. A ver vamos como será com os pés dos meus babies.
Não tenho nojo nem repugnancia só de ver os pés dos outros ao léu - nada disso. O maior problema é a possibilidade de esses pés quase descalços me tocarem - arghhhh.
Contextos de perigo são por exemplo a esplanada com pés de sandália todos debaixo da mesa, e claro, a praia - se estiver sentada ou deitada onde possa haver algum tipo de contacto com o pé de outrem fico imediatamente tensa até alguém mudar de posição e o perigo passar.
Lembro-me de fazer aulas de natação há uns anos atrás quase em panico com a possibilidade de levar um pontapé.
Nunca, nunquinha, provei sequer o gelado da Olá em forma de pé (mas que raio se lembra a alguém, sinceramente!).
E por muito que goste desta música, quando vi o vídeo com aqueles pés feiosos no início, nunca mais a ouvi da mesma maneira.
No inverno a coisa passa completamente despercebida, pois pé que esteja calçado não me incomoda, mas no verão começa o martírio.
Nesta altura no ano entre maio e outubro proliferam nas blogoesferas e FB desta vida fotos de pés ao léu de unhaca pintada na praia, à beira-mar, cruzados ao por-do-sol, you name it. Não há dia que não apareça uma foto nova de uns chulés em grande plano.
Nada contra, como já disse, sempre e quando o pé não me toque, eu cá fico na minha.
Mas que já apaguei uma "amiga" (conhecida) do FB cuja foto de perfil eram uns pés ao léu feios como tudo que teimavam em aparecer várias vezes no historial, lá isso não tenho como negar.
Tive mesmo de... lhe dar com os pés.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Fashion week report

Fiz as malas com 4 looks (toilettes, diria a minha mãe), mais 1 que vesti na viagem.
Usei 3 ao todo.
Rodei não 4 mas 2  dos vestidos, 1 de dia e o outro de noite, lava, estende e volta a vestir.

Acessórios que levei: 0
(nao fiz de proposito, mas quando cheguei ao carro reparei que nem brincos levava)


Para o ano a mala será ainda mais pequena.

Das férias

Inspirada no post da Tella, aqui fica o meu relato das férias:
Ilha-maravilha. Família. Prima. Criançada. Cumplicidade. Conquilha, peixe grelhado, saladas. Pequenos-almoços a 4 ou a 6 ou a 10. A melhor refeição do ano. Caminhada. Café nos belgas. Praia, praia, muita praia, a melhor do mundo. Mergulhos dos bons, banhos do melhor. Azul turquesa. Tenda. Sesta. Happy hour na melhor esplanada do mundo - e que happy foram aquelas hours. Copines Tella e Carolina. Amigos, criançada na brincadeira. Caipirinha e piscina. Paz. Algum stress com os horários e as sestas.
Felicidade pura de apanhar conquilhas na maré vazia, com a criançada a brincar à beira-mar ali pertinho.
Outra dimensão.

No fim, ainda houve tempo para um fim-de-semana com a minha família, numa espécie de regresso às férias da infância, com passeios, piquenique, brincadeiras no jardim, apanha de fruta e tomate e bons petiscos.
Do best.

Estou a contar os dias para poder ter umas férias assim outra vez.

De regresso

Sempre duro este regresso à realidade, se bem que este ano tenho de admitir que não é das vezes que me custou mais.
Talvez porque foram umas grandes férias, talvez por saber que o verão ainda não acabou (apesar de estar com essa sensação há uns dias), que o próximo fim-de-semana será em grande, e os que se seguem também, que ainda há muita praia para fazer este ano.

Agora se não se importam, regresso à lista infidável de e-mails não lidos.
(ai, vida triste...)

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Holidays!!!

Queridos leitores deste humilde blog, podem ir visitar outras paragens porque eu, bem como 97% dos portugueses, estou de ferias!

Estarei de volta la para 20 de Agosto.
Ate la, se quiserem comunicar mandem mail ou facam comentarios, que eu responderei logo que seja possivel.

Ate ao meu regresso!


Fashion Week

Estamos de partida para uma semana de ferias num local que implica deixar o carro longe e acartar com a bagagem durante um bom bocado.
Bagagem que inclui, entre outras coisas, 2 camas de viagem para eles, maquina de cafe, compras de supermercado para os primeiros dias.

Olho para os blogs fashionistas, e as suas blogueiras mostram-nos os seus looks de ferias.
Eu tambem terei os meus looks de ferias, claro, mas serao repetidos (a casa tem maquina da roupa). Para 1 semana eu levo um total de 4 looks, que irao rodar entre eles durante os 7 dias.
Para os miudos levo roupa que serve para tudo: dormir, brincar e ir a praia, numa especie de all-in-one.

Nos tempos da adolescencia e quase-adultice era sempre eu que ganhava o premio da mala mais pequena, nas ferias com as amigas.
A minha capacidade de reduzir a bagagem vai ser agora posta a prova, e eu quero mesmo supera-la.
Ate porque seremos nos a alombar com ela, pelo que se estiver a pesar, vai haver coisas que ficam pelo caminho.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Passa cá em casa

O mais velho tem um dvd com os dois primeiros episódios e anda viciado.
Eu, que não via o Dartacão há quase 30 anos devo dizer que não me lembrava nada dele assim.
No 1o episódio parte para Paris, e despede-se dos pais com grande drama (e o meu rapaz ficou de queixo tremido a dizer "o Dartacão quer a mãe dele..."). Pelo caminho anda a "brincar às espadas" com todos os amigos, com espadas de pau que fazem grandes galos na cabeça.
No 2o episódio o herói canino, não seguindo o conselho do pai, mete-se num duelo despropositado, apanha um valente enxerto de porrada e roubam-lhe todo o dinheiro que leva para a sua aventura. Acaba o episódio a chorar na cama, e a sonhar com a mãe.
Um dramalhão, que por tudo e mais alguma coisa me parece desaconselhado para a idade dele (pouco mais de 2 anos e meio): lágrimas, lutas, partidas, despedidas, tristezas...
Ele, habituado aos aborrecidos Noddy e Casa do Mickey, onde todos cantam e dançam sempre felizes e ensinam coisas muito educativas, está fas-ci-na-do.
Quem não gosta de uma boa trama?

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

A Mary de 2020 que se preocupe com isso

Diz quem percebe do assunto que ter 2 filhos a entrar na adolescencia ao mesmo tempo não é fácil.

1 de Agosto, dia de...





terça-feira, 31 de julho de 2012

Coisa chata esta...

... de ter sono a meio da tarde.

Não se pode fugir ao que se é

Há gente que gosta de fazer praia saudável.
E há gente que gosta mesmo é de praia.
Foram só 2 anos, mas souberam a muitos mais.
Obriguem-me a sair da praia por volta das 12h, para depois voltar depois das 17h, e estragam-me o dia de praia. Já não é um dia de praia, mas sim um dia em que fui à praia, o que, como se sabe, não é nada a mesma coisa.
Este ano resolvemos deixar-nos de coisas, bolas, que já não são nenhuns bebézinhos de colo (que eram, efectivamente, um em 2010 e a outra em 2011) e ficamos na praia como deve ser: o dia todo.
Levamos muita sombra (temos uma mega tenda e 2 guarda-sol) de onde nao saem nas horas de calor, só tiram as t-shirts lá para as 18h, sempre de chapéu e protector 50. Levamos também comida da boa (sopa naqueles copinhos da Avent, que eles bebem de palhinha - podem adoptar a ideia, sucesso garantido), prato, fruta, água, e depois do almoço eles dormem o sono dos justos na sombra, e o pai e eu gozamos o melhor momento do dia - a melhor hora da praia (não me venham com tretas, a praia é boa é na hora do almoço, pois com calor é que se está bem caso contrário íamos todos à praia em Janeiro), com a mesma vazia (não há muita gente a essa hora), com calor para ir à água com gozo, com tempo para ler e estar estendido na toalha (coisa que com eles acordados não acontece NUNCA), ou mesmo dormir uma sesta ao pé deles.
Adoro.
Eles, que são mais morenos do que eu, mas ainda assim brancos, saem da praia como se nunca estivessem lá estado, sem marca do fato de banho, sem estarem sequer rosadinhos, o que me faz acreditar que não lhes estamos a fazer mal nenhum.

Não se pode fugir ao que se é.
Eu juro que tentei ser a pessoa que faz a praia saudável, que leva os meninos a banhos as 9h da manhã e só regressa as 6 da tarde, mas não vale a pena contrariar a nossa natureza.
Já em criança nós íamos o dia todo, com as geleiras gigantes a transbordar de comida, mais o guarda-sol, raquetes, e pranchas de windsurf e éramos quase sempre os últimos a sair da praia. Na adolescencia, com os mesmos amigos de hoje,  muitas vezes saímos da praia com as pessoas já a dar o seu passeio de depois do jantar.
Agora, eu juro que tentei, mas não consigo mesmo fugir ao que sou: já cheguei à praia de manhã e saí de noite com os dois já jantados, prontos para sacudir a areia dos pés e meter na cama directamente.

Os filhos revolucionam a nossa vida, mas ele há coisas que nem eles conseguem mudar.

sábado, 28 de julho de 2012

O fim da felicidade dos vizinhos da frente

Ao fim de 1 ano e 8 meses temos, finalmente, cortinas no nosso quarto.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Em 2012, como em 1900 e troca o passo...

... os atletas portugueses participam na cerimonia de abertura dos JO de blazer azul escuro.
Ate a fashionista que ha em mim (que como bem sabeis carece de fashionismo) reparou na faltinha de graca da fatiota.
Casaco azul, calcas beje, acessorios vermelhos e verdes.
Confuso meus senhores, muito confuso.

Vamos estabelecer prioridades

A ver uma fotografia dos seus 2 anos, o meu mais velho comenta:
"Olha o bolo do Noddy!"
Eu - "pois era, olha e quando fizeres 3 anos qual o bolo que queres? Do Mickey? Dos carros de corrida?"
Pensa uns segundos... e faz a sua escolha:
"Um bolo de chocolate, mae!"

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Empregos

Tal como a maioria dos portugueses da minha geração estou inscrita num desses sites de emprego, que vai mandando as ofertas por email ou FB. Não que esteja à procura, mas é mais para saber o que vai aparecendo dentro da minha área.
Eis algumas pérolas que vou recebendo, sob o título entusiasta de "Mary QA! Temos X ofertas de emprego para si!"
A minha área é Artes/Entretenimento/Media, o que, como se percebe, serve para tudo e mais um par de botas:

  • diversas ofertas para todo o tipo de dança - bailarinas de danças orientais, brasileiras ou de salão, para acompanhar cantores populares, professoras de dança do ventre, you name it
  • Acrobatas (o circo também tem departamento de recursos humanos)
  • Angariadores de clientes em fatos temáticos (digam lá se não parece uma coisa muito mais interessante do que estar à porta da churrascaria vestido de frango, ou a passear pelo centro comercial vestido de Leopoldina?)
  • Entertainers - giving brochures (adorei esta! Distribuir panfletos foi coisa que me fartei de fazer ali para os lados do Campo Grande e na Rotunda do Relógio no meio do transito, agora para giving brochures, essa actividade cheia de glamour, nunca me chamaram ...)
  • Palhaço balonista (adorei o termo balonista)
  • Locutores de romeno
Alguém interessado?

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Acho que vou ter de ver...

Masterchef USA com o Gordon Ramsey a apresentar.
Promete...

(dia 9 de Agosto na Fox Life)

Bad hair day

Sabes que vais ter um "bad hair day" quando o teu filho te diz ao acordar:
"Oh mãe, que fizeram ao teu cabelo???"


terça-feira, 24 de julho de 2012

Excuse me, where's the camping? II

No fim de semana passado repetimos a dose e fomos novamente acampar, desta vez com mais amigos a mistura.
Foi giro, giro, giro mas cansativo, muito cansativo.
Com o tempo havemos de limar as arestas e conseguir fazer da experiencia do campismo uma experiencia sem stress.
Ate la, ha gritaria, miudos a fugir, saltos nas tendas, tempo perdido a procura das coisas, coisas que nunca chegam a aparecer, outras que aparecem em toda a parte, coisas que levamos e nao usamos, outras tantas que nos fazem falta.
Como as coisas estao e com a falta de casas de amigos ou familia para passar fins de semana (ja postei uma vez sobre isto), parece-me que a moda do campismo veio para ficar, pelo que temos tudo para nos vamos tornar os reis do camping!
Vamos esperar para ver...

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Este computador...

... sem acentos, sem som e a falhar as letras, tira-me a vontade de escrever.
E isso chateia-me, porque ate' tinha muitas coisas giras para contar...

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Fui ao Alive

No domingo passado, e nem postei sobre o assunto.
Fui ver (apenas) os Radiohead, que sao uma das minhas bandas favoritas.
As minhas consideracoes sobre o assunto:
  • o mundo festivaleiro nao e', lamento, a minha praia - nao que nao goste, que gosto, mas sinto-me assim um bocado outsider, tudo aquilo tem uma linguagem, um comportamento, um dress code, que eu nao acompanho.
  • se a minha irma mais velha la estivesse achava que tinha viajado no tempo e estava num concerto dos seus tempos de juventude- toda a malta vestida ao melhor estilo "late 80's" - os oculos as cores, os cabelos, ate os tenis com atacadores fluorescentes. Quase que aposto que havia gente com brincos que sairam nas batatas fritas (ah ah ah quem se lembra disto?)
  • nao vi quase nada alem dos Radiohead: lamentavelmente assisti a ultima musica de B Fachada,  e odiei (ate' lhe achava piada, mas detestei o som, o orgao em vez da guitarra, a voz de cana rachada.)
  • quanto aos Radiohead, gostei muito. Foram fieis a si proprios, tocaram algumas musicas novas, mas muitas do album anterior, que me fizeram viajar no tempo e regressar a minha casinha em Amsterdam :)
  • pontos negativos: quem nao estava em cima do palco nao conseguia ver nada, e os ecrans nao ajudavam, nao acho que tenha sido "the time or the place" - seria preferivel um concerto so deles, uma vez que havia muita gente que nao conhecia nem gostou do concerto, havendo mesmo uma debandada geral ao fim das primeiras musicas
  • gostei imenos de ter ido, e acho que valeu a pena, nao sei ate que ponto vale o preco dos bilhetes - para um casal fica por mais de 100 euros, o que no orcamento familiar pesa bastante (nos compramos 2 bilhetes ao preco de 1 porque no Natal o Te ganhou um vale da Fnac numas rifas dos escuteiros - bem melhor do que a tipica garrafa de whiskey!)
Nao sei se volto a repetir a experiencia, mas ja posso dizer que estive (no) Alive!

Trocas

Nesta casa ultimamente, andamos a trocar tudo o que compramos.
Compramos uma tenda, e fomos trocar.
Compramos um colchao de campismo, e fomos trocar.
Compramos uma mesa, e guess what, fomos trocar.
Compramos varoes para colocar cortinas na sala, e tambem os fomos trocar.

Os miudos ca de casa que se ponham a pau, se nao ainda vou a MAC troca-los por outros, antes que feche.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Educar e' dificil

Acho que nao sou uma pessoa muito consumista. Ou pelo menos tento nao ser.
Detesto desperdicios, e fico triste quando compro uma coisa que depois nao uso ou gasto.
Pode parecer forretice, e se calhar ate' e' um pouco, mas a verdade e' que ter as coisas paradas em casa faz-me confusao.
Se vir uma roupa que acho que vou usar pouco, nao a compro, ponto. Mesmo que seja gira e baratinha.
Isto aplica-se a mim, a minha casa, e claro, aos meus filhos.
Em casa dos meus pais nunca faltou nada. Mas tambem nao havia em abundancia.
E sendo eu a 3a filha, a 3a menina, como devem calcular, brinquei e usei muitas coisas ja usadas. Quando queriamos uma coisa muitas vezes esperavamos meses ate a ter, nos anos ou Natal, ou como recompensa de alguma coisa.
Acho esta mentalidade muito anos 70 (entretanto abandonada pelos meus pais, que enchem os netos de presentinhos, mas pronto), e muito actual e aplicavel aos nossos dias tambem.
E quero educar os meus filhos da mesma maneira.
Detesto (DE-TES-TO - e sim, isto e' cuspir para o ar, vamos ver onde cai) criancinhas que nao dao valor a nada, que recebem 1300 coisas e depois nao ligam nenhuma, achando que as coisas caem do ceu.
Nao posso controlar o Natal, que e' um exagero, mas a familia e' grande, e so' acontece 1 vez por ano.
De resto, nao gosto de lhes comprar coisas so porque sim (falo que coisas grandes, claro, sem exageros para nenhum lado)
O meu mais velho esta' a entrar na idade de querer va'rias coisas.
Primeiro foi a bicicleta. Uma amiga disse que tinha uma para emprestar (nao herdam so' roupa!) mas ainda assim esperamos que houvesse um momento oportuno para lhe dar - e foi a recompensa por ter tirado as fraldas. Adorou.
Outra coisa que ele adora sao skates - fica vidrado nos miudos no parque, e sempre que tem oportunidade pede para andar (sentado ou de pe'). Esta' combinado receber um skate quando fizer 3 anos, ou quando deixar a chucha, o que vier primeiro.
Ontem fomos a uma loja chinesa, local onde entro muito raramente, quase nunca mesmo, a procura de umas "crocs" para ele.
Na perigosa zona dos brinquedos, havia varios skates, e ele ficou logo deslumbrado e a pedir para experimentar (curiosamente, nao pediu para comprar, se calhar achou que eram todos do senhor, nao sei). Havia de varios tamanhos, e para minha enorme surpresa, super baratinhos.
O mais pequeno, adequado a ele, era menos de 5 euros, o maior, que ele adorou, ficava por 8 e pouco.
Ora bem, este objeto de profundo desejo do meu filho, que o faria 1000 vezes feliz, estava ali ao preco de meia duzia de iogurtes.
Como conseguir educar neste contexto?
Como conseguir manter a minha posicao quando de facto, bolas, nao ha' razao nenhuma para nao lhe dar o que ele quer?
Bolas, educar e' dificil, mesmo!
Mas ninguem disse que era facil.
E nao, nao lhe comprei o skate.
Sei que o faria muito feliz, mas sei tambem que seria uma felicidade passageira, que amanha ja ele estaria a desejar outra coisa qualquer.
Sei que se calhar muitas vezes vou passar por ma', mas espero continuar seguir as minhas conviccoes.
E espero que eles um dia mais tarde percebam porque o fiz.

RAG

No outro dia em amena cavaqueira com a Duchess  cheguei a conclusao brilhante que em vez de LOL, deviamos era escrever RAG (=Rir As Gargalhadas).
Por isso se a partir de hoje virem essa sigla (nao sei se alguem mais teve esta ideia, mas eu nunca vi pelo que me considero muito criativa - ah ah ah RAG), ja sabem o que significa.
Vamos ver se pega a moda.

sábado, 14 de julho de 2012

2 anos e 8 meses, mais coisa menos coisa

Impressionante como consegue ser um menino muito crescido.
Impressionante como ainda e um verdadeiro baby.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Futebol e Disney

Por influência do herói da nossa selecção, para o meu mais velho este é o Pato Ronalde.
O que se seguirá?
O Mickey Coentrão?
Ou o Pateta Moutinho??

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Paparazzo pessoal

Nas férias com as amigas, na adolescência e quase-adultice, muitas vezes referíamos a necessidade de termos um paparazzo pessoal.
E o que é que vem a ser isto?
Ora, era um rapaz (giro, claro, mas extremamente discreto, ou mesmo surdo e mudo) que nos acompanharia nas férias, a tirar fotografias a todos os nossos momentos (mas que nem se dava por ele).
Também podia assumir as funções de motorista (para podermos beber todas à noite e não ficar sempre 1 de fora), cozinheiro, homem das limpezas, cabide, carregador de sacos... enfim, era um escravo, basicamente.
Mas a sua função principal, era mesmo fazer aquilo que nós não conseguíamos mesmo fazer: tirar fotografias ao nosso grupo, desde fora. Os momentos hilariantes e insólitos nas viagens de carro, as chegadas aos apartamentos, as saídas à noite, os jantares, os fins de tarde na praia, tudo ficaria registado pela lente imparcial do nosso querido paparazzo.

Este fim de semana fomos acampar com os cunhados e sobrinho, e mais uma vez sentimos a falta desta personagem do nosso imaginário.
Muitas foram as fotografias que ficaram por tirar, porque estávamos sempre todos ocupados a fazer qualquer coisa: a montagem das tendas com os miúdos aos saltos, as refeições feitas na manta do piquenique, as caminhadas para a praia carregados que nem burros (miúda na mochila, miúdos às cavalitas, mais os carrinhos de compras atulhados, lancheiras, guarda-sóis/guardas-sol - não sei qual o correcto), enfim, 1001 ocasiões que ficarão na memória, mas não no ecrã, pois ninguém tinha mão livre (ou distanciamento) para nos fotografar a todos nestas situações.

Não somos - o Tê e eu - de todo, uma família foto-dependente.
Adoro fotografia, que adoro, mas infelizmente não somos pessoas de parar o que estamos a fazer para tirar foto ao momento.
Desde que somos pais, claro, tentamos (tento, o Tê pega na máquina apenas e só se eu lhe pedir) registar as fases, e claro que ainda assim tiramos milhares de fotos, mas muitas vezes acontece que as situações mais giras terminam quando empunhamos a máquina para a fotografia. E eu acho parvo estar a interromper uma brincadeira, ou uma gracinha, para ir buscar ou ligar a máquina e registar o momento.
Registo-o apenas na minha memória, que depois irá seleccionar o que vale a pena ficar e o que merece ser esquecido - e com isto, já se sabe o que acontece: esqueço-me de tudo.

Pensando nisto lembrei-me que tenho aproximadamente 10000 fotos para imprimir.
Os meus álbuns acabam com a festa do 1 ano do mais velho, mas quero tratar disso rapidamente, porque eu ainda sou do tempo em que as fotos em papel é que é.
Acho que somos uma geração de transição, do papel para o digital, e se há quem continue a imprimir fotos furiosamente e organize álbuns religiosamente, há quem já tenha assumido que nunca mais irá imprimir foto alguma (só para molduras), mas a maioria, como eu, vive na tentativa de ter os álbuns em ordem e as fotos em papel para pegar e cheirar e folhear. (sem nunca chegar a ter tudo em dia, como é óbvio). Somos uma geração no limbo, fotograficamente falando (porque eu acho que a geração abaixo já não vai sequer ter intenção de fazer álbuns em papel).
E pronto, aqui está mais uma tarefa para o nosso paparazzo pessoal: depois de tirar as fotos discretamente (não me oponho a que se ponha atrás da duna ou no meio dos arbustos para o fazer), de escolher as melhores para molduras (e pode ir comprar as ditas e furar a parede para pendurar se for o caso), fazer a selecção, ir à loja imprimir e organizar o álbum. E também me pode trazer um café enquanto eu folheio o álbum atentamente.
Não pago, mas ofereço comida (e oportunidade de dar umas boas gargalhadas com as nossas peripécias).
Alguém interessado?

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Morder

A mais nova agora deu-lhe para morder as coisas/pessoas quando se irrita.
O mais velho ja apanhou umas dentadas valentes.
Seria preocupante, se nao fosse apenas ridiculo.
A rapariga tem apenas 4 dentes...

Para ir entrando no espírito...

A minha favorita deste álbum.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Sabes pouco, sabes

No carro, a cantar o papagaio louro (de que nao me lembro da letra mas pronto) com o mais velho, as tantas chega a parte do "leva-me esta carta para o meu namorado". E ele diz "para a minha namorada". E eu, entao, quem e a tua namorada?
Resposta pronta: a minha namorada e a mae! (assim com as palavras todas, acentos incluidos)

E claro, nao ha como nao derreter.
E daqui a nada esta a pedir-me as chaves do carro. E eu, pronto, terei de aceder, porque um dia ele foi fofo, mesmo fofo, e me disse que gosta de mim desta maneira linda de morrer.
Manipuladores, estes miudos...

domingo, 8 de julho de 2012

Robots, podem comentar este blog

E depois nao digam que nao vem daqui.

Excuse me, where's the camping?*

1a experiencia de campismo com os dois - check.
Correu muito bem, o melhor possivel. Fomos muito bem acompanhados, e para um sitio giro, giro.
Nao havia como correr mal.

Um novo mundo se abre, agora ninguem nos agarra!

*Private joke que dura desde 1999 no nosso grupo. Nasceu na Holanda, durante o inter rail, e mantem-se ate hoje.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Senhores fabricantes de fatos de banho de rapaz:

Podem parar de gastar tempo e dinheiro a aplicar bolsos nos mesmos.
Os rapazes nao levam nada no bolso, apenas serve para trazer areia da praia para casa.
Obrigada.

Sem acentos

O computador de casa esta prestes a dar o berro, pelo que temos de usar um antigo do trabalho, com teclado internacional.
Ficam avisados que os proximos posts serao sem acentos, nem c de cedilha, nem til.

(no teclado do computador actual do trabalho, que tambem e internacional, consigo fazer os acentos com uma combinacao de Alt e numeros, mas nesta nao consigo, nao sei porque...)

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Andante

Pois que quase dois meses depois de dar os seus primeiros passos, a nossa mais nova, finalmente, resolveu cortar amarras e lançar-se ao mundo pelo seu próprio pé.
Cada um com o seu ritmo e blá blá blá, mas eu já estava farta de lavar joelhos!
Bolas que estes meus filhos gatinham até à exaustão!
O mais velho já gatinhava em Junho, deu os primeiros passos em Dezembro e começou a andar 1 mês depois. Na altura eu estava já grávida, e com sinceridade, já não o podia ver a a arrastar-se em grande velocidade pelo chão de todo o lado.
Achava que essa minha irritação se devia à grande barriga que já carregava na altura, pois sejamos sinceros que andar dobrada o tempo todo nessa fase não é nada agradável.
Esta, em Dezembro começou a gatinhar, e até ao último domingo esse era o seu modo de locomoção.
7 meses a rastejar, bolas, bolas. Com 13 meses deu os seus primeiros passos, mas só agora, quase com 15 é que de facto começou a andar.
Cada dia dava mais um passo, até que no domingo ficou com os avós durante um bocadinho e quando chegámos o avô comentou que ela não tinha gatinhado mais.
E assim foi, nessa noite já andou por todo o lado, e assim tem sido desde então.
Finalmente! Tenho de o dizer! Mesmo sem gravidez já não podia com o pega, levanta, colo, gatinha, foge, mãos no chão, joelhos sujos, em casa, na rua, no café, e ela sempre a rastejar por todo o lado.

Mais uma fase que passou, menos um bocadinho de bebé cá em casa.
Temos miúda caminhante!

Cena fixe

Acordam os dois da sesta cá em casa, e começam a rir um com o outro, um do outro, sei lá.
Ele diz um disparate, e ela ri a bandeiras despregadas.
Ela entoa uma canção, depois cantam os dois, e depois riem, riem, riem - e eu cá de fora vou às lágrimas com tanta gargalhada, com esta cumplicidade.
E é por isto, entre outras coisas, que mesmo que tivesse outro quarto disponível (que não tenho), os deixava a dormir no mesmo quarto pelo menos durante os primeiros anos.
E ainda está para vir a altura em que os deitamos ao mesmo tempo e eles ficam na conversa, a aparvalhar, com ataques de riso, e fazer-nos ir lá à porta dizer "Meninos, pouco barulho! Toca a dormir! Não quero ouvir nem mais um piu!" (adorava esta do piu, bastava ouvir para redobrar o ataque de riso).
Mesmo fixe ter um irmão7irmã com quem dividir o quarto que alinha na parvalheira ao acordar/antes de dormir.

domingo, 1 de julho de 2012

Aderi à moda...

... dos carrinhos das compras para a praia.
Estou fã.
No ano passado a minha cunhada topou um grupo de amigas mães todas com este tipo de carrinho de compras na praia, e ficou a ideia. Depois disso comecei a reparar e são várias as mães que se encontram por aí com esta solução.
Este ano ela encontrou uns bem giros no continente,e eu não demorei muito a ir buscar o meu (lindo de morrer, cor-de-rosa choque com bolas brancas).
Permite guardar tudo num mesmo saco, não magoa os ombros nem as mãos e ficamos com uma mão livre para dar colo/dar a mão a uma das crias.A s rodas são grandes, e rolam muito bem na areia..
Toalhas, mudas de roupa, fraldas, lancheira, bolsa dos cremes, até o guarda-sol vai lá dentro.
Ponto negativo: ao ser um saco "na vertical", por vezes acontece termos de tirar tudo para chegar a algo que esteja no fundo.
Saldo mais do que positivo. Recomendo.

(imagem sacada da net)