quarta-feira, 24 de abril de 2013

E ainda outra cena fixe (a 3a do dia uau!)

Ter um blog com a etiqueta Cenas Fixes, para poder ler todos os posts de cenas fixes de uma vez quando o dia nos está a correr mal.

Serve tanto para mim como para vós, caros leitores.
Não tem nada que agradecer.

Outra cena fixe

Almoçar e jantar na varanda.
Adoro.
E este ano ainda sabe melhor, depois da chuvada que apanhámos durante todo o inverno.

Usar a varanda é um bocado como os morangos ou as cerejas, só se consegue durante um curto período de tempo no ano.
Daqui a pouco vai estar calor demais às 12h quando tenho a minha hora de almoço, e fica uma ventosga que não se pode à noite, típica do verão.

Adoro o verão e a praia e tudo e tudo, mas adoro a primavera também, os piqueniques no parque, os passeios no paredão, as refeiçoes na varanda, tudo sem demasiado calor.
Muito fixe, mesmo.

Cenas fixes

Estar na cozinha a fazer sopa e ouvir a minha mãe e a minha filha a rir à gargalhada na sala.
Não faço ideia porquê ou de quê.

Mas foi fixe ouvi-las às duas a rir, rir, rir da mesma coisa.




terça-feira, 23 de abril de 2013

Ainda a propósito do Dia do Livro...

... queria partilhar convosco que a minha filha é a verdadeira amante de livros.
Literalmente.
Tem sempre de dormir com uns quantos livros na cama.

Começou com uma coleçao de mini-livros que recebeu na Páscoa, pois que tenho de lhos dar quando já está na cama, e agora tem também de ficar com o livro que eu ler nessa noite.

Por vezes folheia-os antes de dormir.
Outras fica apenas agarrada a eles até adormecer.

Lá diz o povo que quem tem um livro nunca está sozinho.
Eu sempre disse que ela era adepta de co-sleeping...

A propósito do Dia do Livro

Nesta fase da vida passo muito menos tempo a ler (por prazer) do que gostaria, mas ainda assim, tenho feito um esforço por avançar nem que seja 1 ou 2 páginas por dia.

Este sábado fui a um workshop no Museu Berardo para pais e educadores sobre histórias e livros infantis. Foi muito giro, e é de facto inegável a importância destes momentos de leitura com a criançada.
No domingo foi a vez de os levar a uma actividade (realizada pelas formadoras do workshop do dia anterior) sobre o livro O Lanche do Senhor Verde, também no Museu Berardo. Eles gostaram imenso. Foi a primeira actividade cultural deles, e participaram qb - ele super tímido no início mas depois mais colaborante, ela lá foi fazendo algumas coisas comigo mas sempre sem sentir que a estamos a forçar se não saltava logo um Nããããooo! agudo, valha-nos que o primo também foi e foi o rei da festa, foi buscar chaves, experimentou chapéus e entrou para o jardim secreto sem vergonha ou medo nenhum.
No CCB estava a decorrer os Dias da Musica, pelo que tanto num dia como noutro tivemos direito a assistir a alguns concertos ao ar livre, e eles, claro, deliraram.
Música, arte e literatura, foi um banho de cultura!

Desejo que todos os amantes da leitura (e não só de leitura de blog) que tenham tempo para ler um bocadinho que seja de um bom livro hoje!
Feliz Dia do Livro!

sexta-feira, 19 de abril de 2013

A melhor pediatra de sempre

A dos meus filhos.
Sempre que me vê, sempre, diz que estou muito mais magra.

Desta vez quando se despediu até disse "Veja lá se não desaparece até à próxima consulta!"

Melhor pediatra de sempre.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

O mistério

Por vezes recebo convites de amizade no FB de pessoas que de certeza não me pediram amizade.
Sabem aquela amiga dos primos, cuja irmã é amiga da nossa irmã, que nós sabemos perfeitamente quem é mas nem sequer falamos se virmos na rua, e que é toda cheia de amigos?
Não me parece nada que me tenha convidado a mim para ser amiga dela!
E já não é o primeiro caso que me aparece.
Será por eu ter um nome banal e não aparecer na foto?
Ou será o Sr. FB a fazer-se de engraçado e a mandar estes pedidos de amizade??
Eu sou muito exclusiva com as minhas amizades facebookianas, não queria nada que andassem a fazer pedidos de amizade em meu nome...

Mistério...

Aqueles mistérios insondáveis, que inquietam gerações

"Oh mãe o Mickey é um rato, e o Donald é um pato, mas... o Pateta é o quê??"


(para todos os efeitos eu disse que é um cão)

Sobre o stress da maternidade

Já aqui referi algures que para mim, 2 coisas que a maternidade me trouxe e que me apanharam na curva foram o ter de gerir o medo e a culpa.
Medo de os perder, e culpa por tudo e mais alguma coisa, culpa a espreitar em cada esquina, culpa em cada uma das minhas decisoes.
Ando agora cá em casa numa empreitada de imprimir fotografias e colocar em álbuns - é um objectivo para 2013 - e ontem resolvi pegar nos álbuns que já tinha e dar uma vista de olhos - da primeira gravidez e do primeiro ano do mais velho.
Além da grande diferença de eu estar muito mais gira na primeira gravidez (que foi no verão) do que na segunda (tipo 10 a 0), aquilo que mais me chamou a atenção ao recordar aqueles primeiros meses foi o estado de stress em que eu me encontrava - e se calhar nunca tinha realizado isto até ontem.
Olhando para as imagens nem se nota, mas eu até quase senti a pulsação a aumentar só de folhear o álbum.
Era tudo e mais alguma coisa, umas coisas causadas pelas outras, num emaranhado de ovos e galinhas que ninguém sabe como começou.
Era ele que não comia, que chorava todo o tempo, que não dormia. Era eu que não dormia, senhores, e não é por acaso que a privação do sono é uma tortura. Depois eu na minha cabeça tinha a imagem da mãe-cool (que ainda tento ser, claro), daquelas que não deixa de fazer nada por causa do baby - eu queria fazer a minha vida normal, mas com o baby atrás. Erro.
Depois era o tempo - choveu tanto nesse inverno, houve tantas e tantas tempestades a meio da noite que eu presenciei do princípio ao fim. Não podia sair de casa, não havia cá passeios para ninguém, e eu a atrofiar cada vez mais. Porque não ia a um centro comercial? Por causa da epidemia de gripe A, que condicionou a vida de toda a gente naquele ano, pelo que nem pensar em ir para sítios cheios de gente.
E nas fotos aparecem inúmeros eventos de amigos e família, e por trás dos meus sorrisos está uma mãe à beira de um ataque de nervos. Será que alguém reparou?
Nestes eventos ele estava sempre SEMPRE a chorar, depois calava-se um minuto e as pessoas, claro, queriam pegar ao colo, e ele, claro, voltava a chorar. Depois eram as outras crianças que queriam ver/mexer/pegar no bebé e eu só via micróbios do infantário e ai meu rico filho que vai sair daqui cheio de doenças. Depois era a hora de dar de mamar, e valha-me os deuses que era o verdadeiro filme, nunca comia nada de jeito, e eu ainda mais enervada ficava.  Eu queria um bebé que ficasse a dormir nestes eventos, e tinha exactamente o oposto - não desfrutava eu, não desfrutava ele, era um stress. Depois, claro, com um baby que chora chovem os bitaites, o faz isto, faz aquilo, dá-mo cá, toma lá. E era o barulho, as pessoas, as crianças às voltas e ele a chorar, chorar, chorar, e eu já numa espiral próxima de dar o tilt final.
Mas para mim deixar de ir não era opção, ora logo eu, que sempre critiquei os pais que abandonam os amigos quando nasce um bebé.
Parecia que queria evitar o inevitável, queria que o meu bebé não mudasse a minha vida por completo, queria continuar a ser a Mary de sempre, o que é, além de parvo, impossível de concretizar.

Pudesse eu voltar atrás e faria muita coisa diferente.
Sei que muito daquele choro-não-come-não dorme se deveu também ao meu stress, mas na altura sinceramente não me apercebi.
E acho que ainda assim nunca me tinha apercebido disso, até ontem.

Resta saber o que vou sentir daqui a uns anos quando vir as fotografias do álbum deste ano...

terça-feira, 16 de abril de 2013

Abriu oficialmente a época!

Isto agora são 2 meses sempre a bombar (e depois 10 a aguar por eles outra vez!).
Não bastava os pais, os filhos também já entram na onda. Eu tentei evitar que comessem, pois não sendo biológicos são das frutas que pior fazem, mas eles não me ligam nenhuma.
Morangólicos assumidíssimos.

E a dieta até parece mais fácil assim :)

(devo fazer um post destes todos os anos de certeza, mas é que é coisa de que gosto mesmo, mesmo, mesmo muito)

Ui, tantos dias sem posts

... mais um bocadinho e pensavam que me tinha ido embora.
Mas não.
Estamos com problemas no portátil cá de casa (com 5 anos resolveu emancipar-se e fazer o que quer quando bem lhe apetece - liga-se, desliga-se, carrega, descarrega - eu bem tento aplicar as técnicas da parentalidade positiva e tal mas não está a resultar, acho que só vai lá à paulada mesmo, o raio do bicho. Enfim) e esta que vos escreve não sabe fazer posts no telemóvel.

Desde o último post muita coisa aconteceu, e nem tudo foi bom, mas também houve coisas boas, sim senhora que houve.
Houve um almoço no jardim que se tornou jantar, houve festa de anos, houve passeio ao pé do mar, houve piquenique no parque e bastante sol.
E isso é o mais importante.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Diz que é a partir de amanhã, bem estamos a precisar...

(sim, eu sei, esta música já apareceu umas 45 vezes aqui no blog, mas de vez em quando preciso mesmo de regressar a ela, e acreditar que o sol vai chegar. E quem tem um blog com mais de 5 anos e nunca repetiu uma música que atire a 1ª pedra)

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Desafio Sem queixume - report

Correu bastante bem, e fiquei orgulhosa de mim.
Choveu que se fartou e eu estou com gripe, mas ainda assim não me queixei.
E senti-me bem com isso.
Por isso, o desafio continua.

'Bora lá?

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Troca de papéis (ou ver-me ao espelho)

Hoje, depois de um dia tramado com a mais nova (chatinha, chatinha) sempre agarrada a mim todo o tempo (nem consegui ir ao wc sozinha, um abuso) em que me fartei de gritar e refilar com ela com tanta melguice (até fico com remorsos depois, mas ela às vezes tira-me do sério), estive a brincar com os dois aos pais e às mães. Eles eram os pais e eu a filha, claro.
Resolvi encarnar a personagem e fazer birra e pedir colo, colo, colo a ver o que ela me dizia. Estava a ver que ela me ia ralhar e gritar, claro, mas não.
De cada vez que eu dizia "colo!" ela dava-me um mega abraço e dizia, a fazer-me festinhas na cara:
"Calma, filha, calma, calma!"

(ahahahahahah o que eu me ri, senhores. Adorei!)

Já dele, ouvi o seguinte:
Eu: pai, quero colo, colo coloooo
Ele: Não! Tu agora ficas a brincar que o pai e a mãe querem jantar sossegados!

(toma e embrulha!)


Sem queixume

Acabo de aceitar um desafio-relampago da Mum's the Boss no FB:
24h sem me queixar de nada (nem do tempo).

Vai ser difíciiiiiiil!
Quem alinha??

(eu pelo sim pelo não vou-me mas é deitar já para não estragar!)

domingo, 7 de abril de 2013

2 anos ontem

2 anos de mimo, de abraços e beijinhos, de festinhas, de caracóis sempre em movimento, de mau feitio, de sentido de humor, de ciúmes, de manipulação, de partilha, de companhia, de meiguice, de curiosidade, de amor, de muita, muita graça.
Há 2 atrás entrou um mundo cor-de-rosa cá em casa.
2 anos a tornar a nossa vida mais completa.

Parabéns, filha!

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Olha a de hoje


'Bora lá então?

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Chá inspirador

Para ver se ajudo este corpinho a desintoxicar dos excessos da Páscoa (e das festas de anos, e do Carnaval, das jantaradas de amigos, dos simples fins-de-semana, enfim) comprei um chá Detox (marca Yogi Tea).
É caro mas é bom, e cada saqueta tem uma mensagem fofinha. Aqui ficam as de ontem e hoje.

Se não fico mais limpa, que fique mais inspirada pelo menos.

Negação

Chove mas eu estendo a roupa lá fora na mesma.
Também já arrumei os blusões de penas com capuz deles (estamos em Abril, please!).
Eu mesma já ando com o meu casaco mais leve, não me interessa.
Mais um bocado e começo a almoçar na varanda e a combinar piqueniques no parque, que no ano passado por esta altura eram um programa frequente.
Faça chuva ou faça sol.
A ver se o S.Pedro se actualiza que eu sinceramente já não tenho pachorra para tanta chuva.
Mai nada.

terça-feira, 2 de abril de 2013

New look

Quero muito cortar o cabelo, mas não sei que corte fazer, porque o desgraçado tem crescido tão lentamente que nunca mais chega a um tamanho de jeito para fazer alguma coisa com graça.
No entretanto, está nem carne nem peixe, sem corte, todo espigado e frisado (porque não pára de chover).

Num rasgo de criatividade, e chateada com o meu próprio cabelo, vai que resolvi cortar a franja da minha filha.

As mulheres às vezes são mesmo cruéis umas com as outras.

Valha-me que a miúda - que em minha defesa andava com uma mega franja nos olhos, que só ia lá de gancho ou fita, coisa que ela atura apenas umas 3 ou 4 horas por dia, e eu já estava nervosa de a ver com os cabelos sempre nos olhos - é gira que se farta, e tem um cabelo giro que farta que aguenta tudo.
Nota mental para referência futura: cabelo encaracolado encolhe (e muito) depois de seco.

Hoje foi dia de Amour

Gostei muito. Mesmo. Mas é preciso ter estômago, e estar no momento certo para ver este filme. Não é, mesmo, para qualquer um.

3 dias fora

Que souberam a muito pouco.
Foi uma overdose de kilometros, de comida, de boa companhia.

Agora regressamos à realidade com uma grande ressaca (os pais), uma grande dose de mimo (a mais nova) e febre e dores de garganta (o mais velho).
Valha-nos que pelo menos está dia até mais tarde, para animar os fins de dia.

Quanto tempo para o verão mesmo? Ou vá, para a primavera propriamente dita?

sexta-feira, 29 de março de 2013

Maldita criatividade


... de quem teve a infeliz ideia de criar as divinais amêndoas de chocolate.
Que vício, senhores, que torturaaaaa!
É o doce perfeito, não se consegue parar de comer!


Hoje foi dia de Django

Não sei se já alguma vez referi que adoro o Tarantino. Mesmo.

Ideias e planos

Não se deixem enganar pelo aspecto monótono da minha vida.
Eu estou sempre - sempre - com ideias de mudanças, e planos de tudo e mais alguma coisa, muitos deles em paralelo.

Uns não saem da minha cabeça, outros passam para o papel e outros para a vida real mesmo.
Resta saber quais.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Fotos antigas

Ando numa empreitada de imprimir as fotografias "antigas" de 2011, de quando a mais nova nasceu (para depois não me acusar de mais esta injustiça de o mais velho ter álbum e ela não).
Aflige-me ver o quão bebé ele era quando ela nasceu.
Tão, mas tão pequenino.

Anda uma pessoa a escrever posts...

... para além de desaparecerem, conseguir recuperar apenas parte deles (a última gravada).
Muito irritante.

terça-feira, 26 de março de 2013

Post dos dias que correm - versão reduzida do post original que foi engolido pelo Blogger e desapareceu

  • Têm sido dias em que não tenho passado por aqui, não que tenham sido muito mais ocupados que o costume, mas apenas porque não calhou
  • na semana passada trabalhei 5 dias, como toda a gente - respect por todas as mães que o fazem todo o ano, porque eu sem os meus dias livres desorganizei-me completamente
  • esta semana resolvi que o mais velho tirava férias, para fazer um break do dia-a-dia da escola. Está todo contente. Não que não goste da escola, mas gosta de ficar com os avós e primos também, sem aquele compromisso da escola.
  • na semana passada fizemos oficialmente contas a quantas andamos com os cortes que levámos. Medo.
  • há obras no prédio e estamos com a casa cheia daquele pó branco e fininho e isto põe-me nervosa. Quer dizer, tenho o efeito negativo das obras, e depois a minha casa fica na mesma?
  • por falar nisso, quero re-decorar a minha sala. Já não posso com a paleta de castanho-laranja-vermelho, e quero algo completamente diferente. Sorte a minha que tirando 1 estante (peça-chave em toda a decoração) tudo o resto se adapta perfeitamente àquilo que quero fazer, pelo que basta alterar a tal estante (que é coisa para dar um trabalhão, mas pronto), pintar as paredes, substituir as cortinas e mudar a capa do sofá e estará feito. A ver vamos se é um projecto que sai da lista do "A Fazer"
  • na mesma linha, ainda mais urgente, mas mais trabalhoso, vai ser mudar o hall/corredor, que nunca ficou como queríamos, mas na altura estávamos a pagar 2 casas e tivemos pressa de mudar... e 2 anos passados, o provisório parece definitivo, mas eu não gosto nada. Também aqui já sei o que quero fazer, vamos ver como corre
  • tenho andado desmotivada para a minha dieta. Durante a semana a coisa corre bem, mas ao fim de semana descarrilo um bocado - ele é um jantar de amigas no nepalês, ele é um brunch com outras amigas no sítio da moda em Lx, um jantar de dia do pai cá em casa e pronto, lá se vão as calorias perdidas/não consumidas nos outros dias. Resultado: a 2 semanas dos anos da minha filha estou a léguas de cumprir o que me propus (-5 kg). Há 1 ano atrás lembro-me de conseguir fazer dieta muito bem nesta altura do ano, mas acho que este mau tempo também não ajuda. Enfim, há que continuar. Penso que tenho de insistir mais no exercício físico, e deixar os eventos sociais à mesa por uns tempos - encontros sim, mas fora das horas de refeição.

sábado, 23 de março de 2013

Hoje vimos este filme

Tempos houve em que eu via todos os filmes nomeados para os Óscares nas principais categorias, inclusivé Melhor Filme Estrangeiro - mesmo que depois nem ficasse para ver a cerimónia em directo, coisa que só aconteceu uma vez, aliás. Depois o tempo passa, e é uma festa conseguir ver sequer o Melhor Filme. Temos este cá em casa há que tempos, e tentámos vê-lo 1765439 vezes. Hoje finalmente conseguimos. E gostámos.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Afinal, sim, é Primavera!

Quando fui à janela confirmar se estava bem fechada, tal era o frio que sentia depois de escrever o post anterior, dei de caras com esta maravilha - as minhas túlipas, cujos bolbos trouxe da Holanda em Outubro e que plantei com os meus rebentos em Dezembro, já nasceram!
Com esta chuva nem me preocupei em ir à varanda regar, pelo que foi uma total surpresa! Não faço ideia há quanto tempo nasceram, mas eu vi-as hoje pela 1ª vez e isso é que é importante!
Se isto não é o destino a mandar-me parar de queixar pelo post anterior, não sei o que será...

Ainda bem que o calendário diz que hoje começa a Primavera

... porque a avaliar pela ventosga que se sente, mais as nuvens negras e o frio do caraças que tenho, eu nunca diria.

segunda-feira, 18 de março de 2013

Aquele estranho momento...

... em que chegas à conclusão que o professor de step (desde Setembro) é amigo de infância do teu marido.

Pois que sim, que cheguei à conclusão que o meu professor de step jogou hóquei e futebol vários anos na mesma equipa do Tê, lembra-se perfeitamente dele, do seu percurso desportivo, até do sítio onde estudava e morava na altura.
Uma pessoa tenta sempre estar minimamente apresentável quando conhece os amigos do marido, até para não o deixar ficar mal, mas neste caso já vamos tarde.
Do cabelo desgrenhado, t-shirts de publicidade, cara vermelha como um tomate, à descoordenação motora, ao pneu, à incapacidade de fazer mais de 3 flexões de seguida, este amigo já viu de tudo...
Com certeza ficou a achar que o Tê podia ter arranjado melhor, o que é perfeitamente verdade.
Só que o Tê nunca viu a figura que faço no ginásio, como é óbvio.
E a bem da nossa relação, vai continuar sem ver.

domingo, 17 de março de 2013

Ouvido de relance a 2 semanas da Páscoa

"Deixem Jesus comer pastilha elástica!"

Hã?


(depois olhei para a tv e percebi que era um programa desportivo, e lá me caiu a ficha...)

sexta-feira, 15 de março de 2013

The cheerleader effect

Post que tem a ver com o anterior.

Num episódio de How I met your mother o lendário Barney Stinson desenvolve a teoria do "cheerleader effect" - um grupo de amigas, apesar de serem feias individualmente, parecem giras quando estão juntas.
Seguindo a mesma linha de raciocínio, se eu tiver amigas que sejam cool, quando estamos todas juntas eu posso eventualmente parecer que sou cool também, certo?
Porque eu tenho amigas muito cool.
Que vivem em Lisboa e combinam encontrar-se ao fim do dia no Chiado para ir a concertos/inaugurações de exposições/festivais de cinema independente ou outro programa qualquer que eu obviamente só conheço através delas.
E a minha caretice de mãe-dona-de-casa-que-também-trabalha-em-casa fica disfarçada atenuada quando de vez em quando vamos jantar juntas.
How cool is that?

Quando é que me tornei tão careta...

... que vejo um dia de sol após meses (meses!) de chuva e penso:
"Vou já fazer uma máquina de roupa!"

Roupa? A sério?

quinta-feira, 14 de março de 2013

Paladar cultural


Da última vez que estive na Holanda fui jantar a casa de uma amiga italiana, que tem uma filha da idade da minha (quase 2 anos).
Enquanto cozinhava ia dando lascas de queijo parmesão à filha, que passarinhava por ali.
E comentou com outra amiga italiana: "porque será que todas as crianças adoram parmesão?"
Aquilo ficou-me no ouvido (e no gosto, que eu também piquei umas lascas do queijo que me souberam muito bem).
Chegada cá, fui comprar um pedaço de parmesão.
No outro dia dei-o a provar aos meus filhos.
A mais nova deu uma trinca, e já não quis mais.
Ele mastigou um bocado e foi cuspir para o caixote do lixo, todo enojado.

O paladar também é cultural.
Como tudo, de resto.

Sessão nostalgia no ginásio

Hoje a aula de ginástica foi um regresso ao passado.
Começou com um conjunto de espanholada, de que não sou geralmente fã, mas que me fez regressar aos tempos de Erasmus em Santiago de Compostela.
Ah, vida boa, aquela... um ano inteiro em saídas constantes, sempre com música pop/comercial espanhola - que primeiro se estranha, mas depois se entranha que é uma maravilha. Lembro-me tão bem de recebermos visitas de amigos que ficavam a olhar de lado o nosso gosto musical duvidoso - nunca em Lisboa se ouvia música desta (e ouso dizer, ainda bem). Mas que era divertido...era!
Uma das que ouvi hoje na ginástica era uma versão acelerada desta (a mesma que ouvíamos lá), que não consegui encontrar, mas dá para ficarem com uma ideia do calibre da coisa.



Não foi um ano enriquecedor em termos musicais, mas foi-o para tudo o resto. Se pudesse... repetia!

quarta-feira, 13 de março de 2013

Haja fé

Hoje já passava das 19h e ainda se via alguma luz no céu.
Sinais de mudança, para melhor, como se quer.

terça-feira, 12 de março de 2013

Correria

...do dia a dia, nem tempo dá para vir aqui.
Também não tem havido inspiração, diga-se.
Vida estranha esta, em que o tempo se consome a fazer as obrigações, e quando damos por ela não sobra nenhum para aquilo que gostamos.
Pudesse eu dormir menos de 6 horas por noite, e era mesmo aí que ia buscar o meu tempo livre.
Mas não posso. E com isto, vou-me deitar.

domingo, 10 de março de 2013

Música


O som da série-ódio do momento (aka Walking dead - que o Tê insiste em acompanhar), toca-me de tal maneira no nervo, que tenho de pôr os auriculares e ouvir música durante todo o episódio.
É coisa que faço muito, mas muito raramente - ouvir música nos auriculares.
Mas gosto. Faz-me sentir numa espécie de mundo à parte.
A repetir noutros dias.

quinta-feira, 7 de março de 2013

São o melhor do mundo, que são

Mas foram ontem dormir aos avós e soube-me tão mas tão bem.
Dormi tudo de seguida - e eu sei que muitas de vós sabem o que significa este "tudo de seguida".
E mais: na nossa cama de casal dormiram apenas... 2 pessoas.
Ora bem! É como o nome indica, se fosse cama para três ou quatro chamava-se "cama familiar" ou de "casal mais os filhos", mas não é.

E perguntam vocês, então e eles em casa dos avós, também acordam a meio da noite?
Claro que não.
Dormiram que nem anjinhos, cada um na sua cama, como deve ser.
(onde é que eu estou a errar cá em casa, hã?)

Instintos assassinos

É o que me desperta a Rosita, irmã do Ruca.

(os nervos senhores, os nervos da vozinha irritante a dizer "Rojita conxegue" e "também queiro!")

Inspira. Expira.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Cenas fixes

Os dois de galochas a pisar as poças de água na rua.

(e eu cheia de inveja. Vou comprar umas galochas para mim)

Chuva e o meu cabelo

Não combinam.

terça-feira, 5 de março de 2013

Moda canina

Nunca como este ano eu vi tanto cão vestido.
Ele é uma capinha, camisolas de lã, até uma rugby-shirt, ele há de tudo um pouco nos canídeos aqui da zona.

Ora aqui está uma oportunidade de negócio que nunca me passaria pela cabeça que tivesse sucesso.
É que eu cá odeio ver cãezinhos vestidos à pessoa.



segunda-feira, 4 de março de 2013

Decisões, decisões...

Andamos em pesquisa sobre a escola dos miúdos.
Puf. Que assunto tão sério. Tantas coisas a ter em conta, tanta coisa em que pensar.

O mais velho anda na escola, mas foi muito fácil de escolher.
Tínhamos muito pouco tempo, e foi uma escolha completamente instintiva.
E não me arrependo nada, gosto mesmo muito da escola onde ele anda (que vai só até ao pré-escolar). Não sendo a escola-perfeita, porque isso não existe, é a escola perfeita para nós.

Sou completamente a favor da escola pública.
Mas seguramente só há vagas para os meninos de 5 anos. Quando ele tiver 5 anos já ela tem 3, e está na idade de entrar na escola também...
Fui visitar a escola pública aqui da minha zona, e não senti aquela empatia que estava à espera. Não adorei um ou outro pormenor, nomeadamente em relação à alimentação.
O meu instinto não ficou nada convencido, e isto dito por mim é irónico, porque eu não costumo ligar nenhuma ao que me diz o instinto.
Mas também não costumo ter nas mãos o futuro de uma pessoa, ou melhor, duas.




domingo, 3 de março de 2013

sexta-feira, 1 de março de 2013

Por cá fecham o Inverno, e ainda bem

Trabalho secante II

Hoje é uma senhora agente que está cá na rua.
Quando cheguei estava a falar ao telemóvel.
Gaja que é gaja é multitask - consegue estar sem fazer nada a policiar a obra e a falar ao mesmo tempo.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Trabalho secante

Para aqueles que acham o seu trabalho à secretária secante, um exemplo bem mais secante.
Temos obras aqui na rua (passar cabos de fibra de não sei quê) e para que tudo corra dentro da normalidade e segurança está um agente da autoridade a policiar a obra.
E o que faz este senhor agente todo o santo dia?
Nada.
Nada de nada.
Fica ali de pé, ao frio (hoje já trouxe luvas, ontem nem isso), a olhar para o dia de ontem.
Não se pode encostar, nem sentar, nem ir ao facebook no telemóvel (que só consulta uma ou outra vez para ver as horas).
Dá três passos para lá e outros tantos para cá. De quando em vez passa um carro e ele faz sinal a dizer que pode passar (a minha rua é uma pasmaceira, não é local de passagem pelo que a hipótese de se cruzarem dois carros é remota), e não passa disto.

Eu, que até sou bastante resistente ao tédio, e sou bem capaz de ficar largos minutos sem fazer nenhum, até estava a ficar com bicho carpinteiro com tanta bezerrice.
Será que ele estava secretamente a desejar algum desacato ou acidente, só para poder tomar nota da ocorrência?

Ter uma amiga com blog é...

... receber um sms com um episódio insólito que lhe está a acontecer, e responder de volta:
"Belo post que isso vai dar..."

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Novas tecnologias

Ser do tempo das novas tecnologias é ficar curioso com o tamanho anormalmente grande de um tablet que um casal via com atenção num parque de estacionamento, e depois perceber que afinal era uma moldura.

 

Destas, Nyttja do Ikea, tamanho A3.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Dizer bem

Hoje fui às Finanças, e entre espera e atendimento não estive lá mais de 30 minutos.

Inédito.

Velhas tecnologias

Ser do tempo das velhas tecnologias é ouvir uma música dos anos 80/90 e saber identificar com precisão o segundo exacto em que a cassete acabava, e era preciso trocar de lado.



Neste caso, ao segundo 28.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Sou fã de várias páginas de "reciclagem criativa" no FB...


... e a pergunta que se coloca é: quantas coisas, senhores, se conseguem fazer com aquelas paletes de madeira da fruta?
Isso mesmo: resmas, paletes delas!

Até me admira que se continuem a construir as paletes apenas para a fruta.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Esta amiga...

... está a dar mais luta do que eu esperava.
Ele é enchimento de bobine, é linha que se parte, são pontos que ficam soltos e eu sem perceber porquê.
E dizem vocês - se calhar é da máquina, que até aparece na secção "vintage" da Singer - mas não é, que a minha irmã fez nela um biombo na semana passada e a máquina estava ali para as curvas.
É mesmo um misto de nabice e falta de conhecimento para saber lidar com estes problemas.
Agora a questão que se coloca é: terei eu a persistência necessária para ir em frente com isto?
A vontade que eu tenho de fazer coisas giras será superior aos nervos de ver a linha partir uma e outra vez?
Bom, para já posso adiantar que não escolhi uma boa semana para começar, mas vamos ver se a costureira que há em mim é mulher ou é um rato.

(agora sim, a foto corresponde ao modelo da máquina da minha mãe)

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Vou experimentar um novo hobbie

A minha mãe fez-me um briefing, e no fim emprestou-me a máquina dela (muuuuito mais gira que a da foto, toda anos 70, com flores cor-de-laranja).
Estava-me aqui entalado há que tempos, mas só agora me decidi.

Logo vos mostro os resultados.
Ou então não...

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Balanço dos desafios de 2013

  • Berra-me baixo - com muita pena, tenho tido mais dias vermelhos que verdes ultimamente. Tem havido pelo menos 1 grito por dia a um deles, quando não é mais e aos dois. Tenho de fazer um esforço maior, mas ele há coisas que sinceramente me tiram do sério: quando ele faz asneira, e quando chamamos a atenção/explicamos com calma porque não se faz/pedimos para parar ele se ri. Aquele riso parvinho, senhores, toca-me no nervo. Ela é quando não me deixa fazer as coisas, uma pessoa a querer despachar-se e ela "mãeeeee, mãeeee" a miar agarrada às minhas pernas. Inspira, expira e enfim, salta um berro. Não fico orgulhosa de mim.
  • Dieta - tem dias melhores, e dias piores. Os dias fora no Carnaval criaram aqui uma instabilidade no sistema, e esta semana houve mais alguns disparates - ele é um jantar de amigas, um lanchinho nos pais, um encontro inesperado no shopping que se transforma em jantar de amigos. É uma pena, mas a comida tem, infelizmente, um peso importante na minha vida. Influencia o meu estado de espírito, e se durante a semana em dias de trabalho é fácil andar na linha, na descontracção do fim-de-semana a coisa complica-se. Enfim, não sei se será possível atingir o meu objectivo (-5kg até ao dia 6 de Abril), mas vou continuar a tentar.
Longo caminho pela frente em ambos.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Sábado com 48h

Hoje estive:
  • 2 vezes na Quinta da Bicuda
  • em 2 parques infantis diferentes
  • em casa dos sogros (almoço)
  • em 2 shopings diferentes
  • num museu

    E o sábado assim rende....

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Ao melhor estilo daquele programa do Daniel Oliveira...

... ou daquele desafio que anda por aí por essa blogoesfera fora, diz o meu mais velho no outro dia de manhã:

"Oh mãe, eu gosto de calças de ganga, calças cinzentas e de puré".


quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Agora um post fofinho do dia dos namorados

No outro dia, na escola do meu mais velho, o pai de uma menina (que por acaso foi da minha turma no 12º ano) perguntou à filha se o meu mais velho era o seu namorado. A menina disse que sim.
A caminho de casa perguntei-lhe
"Então, rapaz, a Joana é tua namorada?"
"Não, mãe! A minha namorada é a mana. E tu. E o pai."

Oooohhhhh!

(esta fase de estar assim in love é tão, mas tão fofinha... e depois vem uma flausina qualquer e ele nunca mais nos liga nenhuma. Não sei como vou lidar com isso...)

Amor é...

... deixa-lo ver Walking Dead.

(só hoje)

Mini-férias de Carnaval por imagens

 Trancoso
 E quem diria que este ano eu ia tirar outra foto destas às minhas queridas botas maravilha, que mais uma vez estiveram à altura do acontecimento - compra do ano!


 Trancoso - muito bonito, ainda mais num dia assim (mas com um ventinho gélido)
 Guarda (um briol que não se aguentava)
 A caminho da Serra da Estrela
 Manteigas, a nevar

Nada como sair da rotina para carregar baterias.
Em contagem decrescente para a Páscoa.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Fashion leader como a sua mãe

Tem a mania de andar com as meias por fora das calças.

Hoje deixei-me de coisas e deixei-o ir assim para a escola.
Fica o aviso, para quando os vossos filhos começarem a pedir também.

Reminder

Deitar o lixo fora quando se vai de fim-de-semana.
Pelo menos enquanto há fraldas de cocó à mistura.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Fui de fim-de-semana...

...e o blog nem foi avisado.
Já está crescidinho, pode perfeitamente ficar sozinho em casa uns diazitos.
Logo vos conto como foi.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Máscara de cozinheiro DIY

Na escola pediram para os pais fazerem uma máscara de uma profissão (é o tema do ano), com materiais reciclados. (e tanto que havia a dizer sobre esta coisa de mandarem os pais fazerem coisas para a escola, mas pronto)
Inspirada neste vídeo dos Marretas (em que eles andam viciados), pus mãos à obra e fiz este avental e chapéu de cozinheiro :)
O avental foi feito segundo uma ideia da minha avó, que era das pessoas mais criativas que eu conheço, aproveitando um pano de cozinha (dobra-se os cantos, basta dar um pontinho, e passa-se fita de nastro ou outra qualquer, e está pronto- de génio!)
Depois fiz um H de feltro para ficar mais giro (ainda bem que escolhi uma letra fácil - a ver se me lembro disso se tiver mais filhos).
O chapéu aprendi com este blog, que descobri com esse grande sábio que é o Sr.Google.
Fiquei mesmo orgulhosa!
Fica muito mais giro vestido do que na mão.
Agora vamos ver se o rapaz se quer vestir ou não para o desfile na escola - disse logo de manhã que não queria ir vestido de casa, mas levou as coisas no saco, juntamente com uma colher de pau e um pacote de pipocas para comerem todos ao lanche.

 A base é cartão de caixa de cereais, que pintei de branco, e 1 folha de jornal (tem o tamanho perfeito)
Uma máscara gira e muito em conta, bem adequada aos tempos que correm.

Adenda: acabo de ver as fotos de alguns fatos que outros pais fizeram. Enfim, digamos que há gente com muito mais jeitinho para a coisa do que eu ;)

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Concursos

Acho sempre estranho quando, num concurso de talentos, os concorrentes que vão ganhando algumas eliminatórias dizem "ah e tal nunca pensei chegar até aqui".
Como?
Então inscrevem-se num concurso e não esperam ganhar?
Não percebo.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Leite

Aos poucos e poucos os traços de termos uma casa infestada de bebés vão-se atenuando, e dando lugar a uma casa de crianças pequenas, que como sabeis, é totalmente diferente.
O último traço a ser apagado foi a compra de leite em pó.
Fui aconselhada a dar leite em pó aos miúdos até aos 3 anos (isto do leite há versões para todos os gostos, e cada um segue o conselho de quem mais confia), e assim fiz com o mais velho, que entretanto, por iniciativa própria, deixou de tomar o biberon na cama de manhã.
Ora a outra, que é uma imitadora como toda e qualquer irmã mais nova, deixou de querer beber biberon também (que graça tem um biberon sozinha quando sempre o tomou em companhia?) e por isso o pequeno-almoço passou a ser à mesa como gente crescida.
Ainda tentei dar-lhe o leite em pó na caneca, mas a rapariga não se mostrou convencida.
Assim sendo, leite do pacote para toda a malta.

Saltinhos, saltinhos, menos uma despesa ao fim do mês!
E pensei eu, ora deixa cá ver o que podemos fazer com o dinheirinho do leite que vamos poupar... imaginava uma ajudazita para as férias, viagens ou jantares fora....
Mas depois recebi o recibo de ordenado de Janeiro. E pronto.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Impossível



Acho que já aqui referi que desde que fui mãe me tornei uma mariquinhas a ver filmes e séries.
Não que alguma vez tenha sido grande adepta de violência, mas se houvesse uma história bem contada, se fizesse sentido, sempre tive estômago para ver seja o que for - sangue, mortes, tiros, cenas de cortar a respiração.
Desde que fui mãe, tudo mudou.
Muito pouco tempo depois do meu filho mais velho nascer, vi um documentário com o Tê sobre o tsunami de 2004.
Foram vários testemunhos de sobreviventes, com histórias horripilantes sobre o tsunami em si e os dias que se seguiram, a procura pelos familiares, a identificação dos corpos, etc.
Houve uma história que nos fez parar de respirar, e marcou-me de tal maneira que me lembro daquele casal muitas vezes, e apesar de nunca mais ter visto o documentário, recordo com exactidão alguns pormenores da história, as palavras proferidas por eles.
Era um casal com uma filha de 5 anos, que resolveram fazer a viagem para mostrar à filha o sítio da lua-de-mel. Estavam no hotel quando veio a onda gigante a mãe estava com a filha, e diz que se agarrou a ela com todas as suas forças para escapar à água, mas que no meio na confusão não se lembra do exacto momento em que a filha de desprendeu dos seus braços (e ela agradece a Deus por isso, por ter apagado esse momento da sua memória).
Eu neste momento já estava banhada em lágrimas, agarrada ao meu bebé pequenino, sem conseguir nem imaginar o que isso deve ser. Lembro-me de olhar para o Tê e dele estar extasiado também...
Seguiram-se alguns pormenores das tentativas de encontrar a filha, e depois a confirmação da sua morte, com o pai a ter de ir reconhecer o corpo - e a mãe diz que bastou olhar para ele quando saiu da morgue para saber que era mesmo verdade.
E lembro-me perfeitamente das palavras dela "e depois... depois começou o resto da nossa vida."
Horrível.
Lembro-me muitas vezes desta família, de como se sobrevive a isto, como é que uma pessoa se levanta de manhã depois de uma coisa destas, do horror que deve ser saber que estavam ali porque quiseram ir de férias (e se tivessem optado por outro sítio? e se tivéssemos ido noutra altura?), da sensação de impotência de saber que não conseguimos proteger os nossos filhos de tudo.

Enfim, a verdade é que é um assunto que me toca de tal maneira, que não me parece nada provável que eu consiga ver o filme O Impossível.
Olho para o cartaz e já me dá um aperto no peito. É estúpido, porque quando uma história é bem contada, eu acho que a devemos ver, não sou nada da opinião que os filmes servem só para distrair e que para tragédias bem basta a vida - nada disso.
Só que não acho que tenha estômago para este filme, para esta história em particular.
A maternidade transformou-me em leoa, mas também em florzinha de estufa.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

4 is a crowd

A última vez que tinha estado em Amsterdam, no fim de Outubro, quando voltei a mais nova alapou-se à nossa cama, e por quase 3 meses lá permaneceu toda a santa noite - tínhamos de a adormecer deitados com ela na cama, e abria o verdadeiro berreiro se a tentássemos mudar de cama a meio da noite.
Entretanto, tinha melhorado, passando a adormecer e dormir a noite toda na cama dela (que regressou para o nosso quarto por questões logísticas - não os conseguimos adormecer aos dois no mesmo quarto pacificamente).
Desde que voltei de Amsterdam, em vez de 3 na cama, somos 4.
O mais velho tem acordado com pesadelos lá para as 3 ou 4h da manhã, pelo que ou vem pelo seu pé ou chama até o irmos buscar. E a outra junta-se a nós pouco depois (deve sentir/ouvir/cheirar que o irmão lá está e acaba sempre por chamar por nós).

Já aqui disse que não acho gracinha nenhuma ao conceito do co-sleeping com mais de 2?
Pois.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Ainda da Holanda

Vários momentos que passei desta última viagem:
1) Momento "fechem a porta do congelador"
À espera do tram, às 23h, com sei lá quantos graus negativos e os pés em cima da neve (se calhar o momento em que tive mais frio em toda a minha vida!).
2) Momento "welcome to Holland"
Na estação de Amsterdam Lelylaan (para quem não sabe, a minha estação quando lá morava), a tentar apanhar o comboio para Rotterdam. A máquina só aceita moedas, ou cartões holandeses, a bilheteira diz-me que não vende bilhetes (hã?). Ora se eu não tenho 26 euros em moedas, nem cartão multibanco holandês, como querem que compre o bilhete?
3) Momento insólito
Num bar minúsculo, todo em madeira, típicamente holandês e à pinha no centro de Amsterdam, música em altos berros, tudo bêbedo e a dançar em cima das mesas, e eu fechada na casa de banho (na cave) a falar ao telefone com os meus filhos e sobrinho (porque no fundo, eram 20h30h!)
4) Momento de inadaptação
Fui a Rotterdam visitar uma amiga, e depois ia ter com outros amigos a uma festa em Den Haag. Acabei por ficar a jantar em Rotterdam, entretida na conversa. Quando saio para apanhar o comboio, pronta para ir para a festarola, recebo sms a dizer que já não valia a pena ir, porque a festa tinha acabado! (eram umas 23h) Isto foi uma constante nos tempos em que lá vivemos - nunca nos conseguimos habituar aos horários holandeses...

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

O nome

Quando liguei aos meus pais a contar o nome que tínhamos escolhido para o meu mais velho, a reacção do meu pai foi "Ui, vai ser o cabo dos trabalhos quando tiver de aprender a escrever o nome!"*.
3 anos e 3 meses, acho que está no bom caminho.

(eh eh eh, estou babadíssima de o ver a desenhar letras com todo o empenho)

*pelo sim pelo não, escolhemos um nome com três letrinhas apenas para ela. Assim sendo, acho lá para os 2 anos deve estar pronta a assinar, não?

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Por lá...

... foi uma semana muito gira, como aliás tem acontecido das últimas vezes.
Estes regressos à Mary-de-Amsterdam, sem filhos, nem sopas e banhos e roupas para preparar, com tempo para tudo e para todos, sem pressa para coisa nenhuma, fazem-me bem.
A sério, é um privilégio ter estas escapatórias, poder mesmo regressar a uma vida que já tive, com as mesmas pessoas de sempre (algumas) e outras novas, mas com o mesmo espírito, os mesmos lugares, os mesmos hábitos, cheiros e sabores.
Estava um frio de rachar, no primeiro dia ia morrendo, depois lá me defendi e parecia uma cebola enchouriçada, mas preparada para enfrentar um frio verdadeiramente polar. O termómetro só chegou à temperatura positiva no domingo, a caminho do aeroporto.
Mas foi tão, mas tão giro ver a cidade coberta de neve. Ficaram a faltar os canais gelados, não que pensasse em patinar (que nem que me paguem eu arrisco a pisar o gelo) mas pelo espectáculo em si.
Tive tempo de ver outros amigos que não vi das últimas vezes, e é incrível como as vidas mudam, mas a amizade fica.
Fui sair à noite, fiz compras, jantei em casa de amigos, sentei-me no sofá com uma chávena de chá na mão e falar sobre a vida, a morte, o amor e o futuro.
E este tempo que passa devagar, longe das obrigações que são minhas e não as trocava por nada, sabe tão bem.
Que oportunidade fantástica, esta.

Aqui ficam os registos fotográficos (tirados com o telemóvel):

 O Museumplein, um dos meus sítios favoritos no mundo
 O Rikjsmuseum, um dos meus museus favoritos no mundo

 A caminho do escritório com -7. Os touchscrean não funcionam com luvas (coisa que eu não sabia)
Esta é uma piadola às inúmeras fotos de pés que abundam na blogoesfera e facebookosfera pelo verão fora - pés na praia, pés à beira da piscina, pés na espalanada a ler um livro, enfim - aqui ficam os meus pés na neve de Amsterdam. E fica o registo das melhores botas de sempre - compradas quando lá fui em Outubro - que se aguentaram à bomboca que nem gente grande.

De regresso

... e sim, quase congelei na minha querida Amsterdam coberta de neve.
Mais pormenores, e quem sabe fotos, em breve.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Brrrrr....

Atentai à 6ª feira... que gelo, senhores!
Resta saber se há avião amanhã com tanta neve. Por menos (muuuuito menos) que isto já fiquei fechada horas no avião à espera que saia.
Vamos lá ver...

Pelo sim pelo não, despeço-me com amizade, que durante uns dias não haverá posts para ler.
Sim, eu podia escrever posts de Amsterdam, mas sei que não vou ter tempo, que é como quem diz vou ocupar o meu tempo com outras coisas (tempo temos todos, meus amigos, que o dia tem 24 horas para toda a gente).
Ora então fiquem bem, e cá vos espero no meu regresso.

Em véspera de partida...

... sozinha em casa com os dois.
Estes dias são sempre tão tristes...
Por muito que saiba que depois até me divirto, e que até vai passar rápido, olho para eles e dá-me cá um aperto no coração...
Não sei se é galinhice minha, ou se todas as mães são assim, mas bolas bolas, que dava tudo para não ter de ir.
Mas tem mesmo de ser, e a ideia é mesmo as idas serem mais frequentes.
Como as coisas estão, não estou em posição de recusar, por isso...
Aguenta-te à bronca, galinha!

domingo, 20 de janeiro de 2013

34 anos e 8 meses...

... e descobri há dias o meu primeiro cabelo branco.
Acho que não me posso queixar, que a maioria dos meus amigos já tem bastantes, mesmo os que são bem mais novos que eu.
Não é isso que faz que seja menos deprimente.

Eu cá nunca tive problemas nenhuns em envelhecer. Mas também ainda nunca me tinha confrontado com tamanho sinal de envelhecimento.
Por enquanto é só 1.
99 mais e começo a escolher o tom das madeixas.

O 1º desenho animado favorito...

... da mais nova - o primeiro a ser o preferido dela, e não dele e dela por arrasto.
Viu-o a primeira dezena de vezes em casa dos tios (foi o tio que descobriu estas curtas metragens da Pixar, deliciosas!), e desde então anda a pedir a "ieca ieca" (=ovelha careca) onde quer que vá.
Vai narrando o que se vai passar a seguir com o maior entusiasmo - "tá tiste!", "já não tá tiste!" - e no fim faz o resumo para quem não percebeu: "ieca ieca, pêlo, tá tiste".
Do melhor.

sábado, 19 de janeiro de 2013

7 anos ontem

Desde que demos o salto que sem dúvida mudou as nossas vidas.
Muita coisa mudou na nossa vida desde então, mas muita coisa mudou no país também.
Quando nós fomos foi por vontade própria, por desejo de ter a experiência de viver noutro país - infelizmente hoje em dia, como há 50 anos atrás, a emigração volta a ser a única saída para tanta gente.
Quando nós fomos muita gente, quase toda, perguntava porquê, mas porque é que vão?
Hoje em dia, são tantos a querer ir, que as razões se tornam óbvias.

7 anos é pouco, mas pode ser muito tempo, e é incrível como as coisas estão tão diferentes na vida de todos nós desde então.

Paralelamente a isso, parabéns a nós, que completamos 7 anos de vida em comum!

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Era uma mãe que dividia as tarefas de casa tão bem......

... mas tão bem, que o filho mais novo no dia em que aprendeu a andar, já estava a carregar lenha.
True story.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Sonhos óbvios

1) estou de férias na ilha da Armona a conversar com a Tella
2) vou a uma entrevista com a directora de um museu
3) numa festa, a minha prima fez uma fantástica mousse de chocolate, e faz de tudo para que eu a prove (guarda-me uma taça depois de todos terem comido, e quando lhe digo que não posso comer, ela divide a taça em dois e diz que só um bocadinho não faz mal!)

Férias, um emprego na minha área, chocolate - tudo o que me faz falta!
Muitas vezes sonhamos coisas sem pés nem cabeça, e nem sabemos bem como interpretar tudo o que nos ocorreu durante o sono.
Ultimamente tenho dormido pouco e mal, e tenho sonhado imenso - por isso das três, uma:
a) ou a minha imaginação anda tão pouco fértil que os meus sonhos são do mais básico que há,
b) ou o meu subconsciente sabe que eu estou cansada, por isso manda-me as mensagens bem claras para eu não ter de perder tempo a interpretar
c) ou estes sonhos são no fundo super profundos e complexos, e eu é que não estou a captar a verdadeira mensagem por trás...

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

O caso dos Mon Cherrie


Como sabem, ou deveriam saber, esta que vos escreve está de dieta (desde 1993, mas pronto).
Antes de começar esta (que estou a levar muito a sério desde o dia 6 de janeiro - uma eternidade, portanto), abri uma caixa de Mon Cherri que recebi no Natal.
Nunca fui muito fã, mas a verdade é que não comia há anos.
Souberam-me lindamente.
A conjugação perfeita de chocolate com álcool, duas coisas que aprecio bastante, num só bombom.
Tudo de bom.
Comi 2 ao almoço, e 3 ao jantar, e fiquei a pensar que a vida é mais bela por haver gente que se dedica a inventar iguarias destas.
Não sei lá o que se passou.
Estava tudo muito bem, até que no dia seguinte, já não podia ver o raio dos Mon Cherrie à frente.
Eu não sou pessoa que enjoa facilmente, bem pelo contrário (com muita pena minha).
Ter-me-ei embebedado sem dar conta?
Tal qual como se de uma ressaca se tratasse, jurei a pés juntos que jamais voltaria a tocar num Mon Cherrie, e a verdade é que o resto da caixa permanece intacto.

Foram precisos apenas 5 bombons para apagar os Mon Cherries da minha vida, pelo menos durante uns bons tempos.
Agora, a pergunta que realmente importa fazer é: quantos Ferreros Rocher serão precisos para acontecer o mesmo?
E M&M's?
Guylian?
Todo e qualquer tipo de chocolate e bombons e coisas que tais existente no mercado?
Hummm?

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Mais uma voltinha...

... mais uma viagem, e para a semana lá vou eu (again and again) para Amsterdam.
Estive a ver o tempo, e podia ser pior.
As previsões são de máxima de 2 ou 3 graus.
Tendo em conta que para esta semana a máxima é -1, acho que não me posso queixar...
(Ai!)

domingo, 13 de janeiro de 2013

Dia de S. Receber

Foi ontem.
Não tanto no sentido da música dos Xutos, mas no sentido de receber família e amigos cá em casa.
Resolvi marcar um lanche de amigos para acabar com os restos de queijos, tostas e coca-cola que sobraram do fim do ano, e aproveitar que ainda não repus todos os brinquedos no sítio desde a festa (retirei tudo o que eram brinquedos com peças pequenas, jogos, puzzles etc, ficando apenas ao alcance deles os carrinhos, animais, bebés e legos gigantes - foi mais que suficiente para estarem entretidos, nada ficou estragado/perdido, e foi muito mais fácil de arrumar no fim).
Entretanto a cozinha dos meus sogros está em obras, pelo que o almoço de sábado foi cá em casa também.
É mais uma resolução de ano novo. Andamos sempre a adiar, a adiar, a pensar que temos de combinar qualquer coisa cá em casa, à espera de ter a casa "pronta" para começar a combinar as coisas, mas já se viu que não vale a pena, temos mais é de ter dias de S. Receber com mais frequência.
E não, não deu trabalho nenhum - a minha sogra trouxe o almoço, e ao lanche cada um trouxe uma coisa.
No final eu fiz apenas um tacho de arroz e uma tarte de sobremesa (que não dá trabalho nenhum), para almoço para 10 e lanche para 11.
A repetir.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Desafio "Berra-me baixo" - report

Muito mais fácil de seguir nos dias em que trabalho (e só nos vemos ao fim do dia e de manhã).
Muito mais difícil de seguir nos dias em que fico em casa com os dois (salta sempre 1 ou outro berro).
As manhã estão no geral muito mais tranquilas.
Eu própria estou mais tranquila também.
Coisas que me tiram do sério: quando estão com a birra, e com o mimo e miam tipo gatos (ora logo eu que detesto gatos!), quando não querem vestir uma coisa (de manhã) e tem mesmo de ser e despem o que já vesti, quando um está calmo e tranquilo no seu canto a fazer alguma coisa boa - dormir, comer a sopa, beber o leite da manhã - e o outro irritante vai lá interromper e estraga tudo - inspira e expira, que quando uma ou mais destas coisas acontecem, ou salta berro mesmo, ou salta uma mãe a contar até 100 e a morder-se por dentro (c'a nervos!).

So far so good, muitos mais dias verdes que vermelhos.
Ponto para mim (nós!).

Informações sobre este desafio aqui.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

É possível...

... gostar de um jornal em papel, e detestar o mesmo jornal em edição online (ou pelo menos a sua página do FB)?

É.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Cenas da vida moderna

Li há uns tempos uma reportagem que indicava que nos tempos que correm a nossa capacidade de concentração é reduzida - podemos e conseguimos estar atentos a várias coisas ao mesmo tempo, mas vamos perdendo a capacidade de aprofundar conhecimentos, de estarmos quietos concentrados na mesma tarefa.
Este meu serão confirma tudo.
Até os deitei cedo, mas resolvi não me dedicar a nada de tarefas domésticas peloamordasanta que toda a gente merece descanso.
Li 2 ou 3 páginas de um livro, e folheei centenas de páginas da net - blogs, email, fb, jornais - sem ler efectivamente nada de jeito.
Só me dei conta disso porque estava toda interessada num artigo sobre bagas de goji - que comecei a comer há pouco - e sinceramente nem sei o que se passou. Sei que sem dar por ela viajei para outras páginas e agora antes de desligar é que dei com o artigo aberto, meio lido, meio por ler.
Fica para amanhã, agora vou dormir.
Estou cansada de fazer tanta coisa, e vai-se a ver, não fiz coisa nenhuma.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

A prova provada de que eu sou uma fashionista muito à frente

Esta tendência que supostamente é para a próxima época: been there, done that no verão passado.
E a panca pelas riscas pretas e brancas foi tão grande que até as cortinas do quarto chegou. True story.
Ah e tal e isto vai estar na moda, e vai-se a ver, pimba, aqui a Mary parece que estava a adivinhar.
Quem diria que afinal há em mim uma fashion-leader (por oposição à fashion victim, bem entendido).
Não me subestimem, caros leitores, que eu a partir de hoje também não.

Up to date

Venha de lá o episódio 13, que o resto já cá canta.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Mais valia estar calado

A pagar o ginásio, o senhor da secretaria com a minha ficha aberta à frente (com foto), a explicar-me a factura deste mês:
"A menina paga também metade do mês de Julho, blá, blá, blá"
Depois de pagar o senhor corrige:
"Ai desculpe, eu disse menina, mas é senhora, é que pensei que a foto fosse da sua filha, mas agora vejo que não!"

A foto é a do cartão de cidadão, tirada 15 dias depois do meu mais velho nascer, há apenas 3 anos portanto. Estou com má cara, mais gordinha, mas não é a minha pior foto, de facto.
Fiquei sem saber como interpretar isto tudo, mas o senhor perdeu uma boa oportunidade de estar calado!
Eu ficava contente dele me tratar por menina, e não se falava mais nisso.
Enfim...

O fim do Natal

Há lá coisa mais deprimente que desfazer a árvore de Natal?
Fazê-la é uma animação, colocamos música, fazemos disso um momento especial e tudo e tudo, mas demontá-la...pfffff...
Eu até nem me costumo importar, porque gosto de ter a minha sala de volta, mas este ano a árvore foi recambiada para a varanda para a passagem de ano, e não voltou a entrar...
Ou seja, hoje foi dia de a arrumar, mas o espaço ocupado por ela já estava livre há 1 semana.
Boring...

(a fofa da minha filha deu um beijinho ao Menino Jesus do presépio, quando lhe disse para se despedir que só voltava a ver para o ano - que amor!)

sábado, 5 de janeiro de 2013

Para o ano há mais...

... Natal e Ano Novo, festarolas e comezainas e tudo o que temos direito.
Acho que comer nesta altura do ano faz parte, que Natal não é Natal sem bolo-rei e rabanadas, e quem não gosta de comer não merece ser feliz, como li algures um dia destes.

Amanhã (hoje) é dia 6 de Janeiro.
De aqui a exactamente 3 meses a minha filha completa 2 anos.
São 3 meses para perder 5kg que me andam aqui a chatear.
Tic-tac-tic-tac-tic-tac
A contagem decrescente começa agora.

Nem é preciso chegar ao espelho

Sabes que estás com uma mega borbulha no queixo quando, mal acordas, ouves:
"Bem, estás com uma borbulha enorme!" (marido com ar enojado)
"Oia mãe, dói-dói!" (filha de ano e meio, dedo espetado a apontar para a dita)
(bom dia para vocês também!)

Que os deuses da maquilhagem estejam comigo, hoje.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Café com uma amiga

Fui ontem tomar café com uma amiga ao final do dia, assim de improviso, combinado em cima da hora.
E perguntam vocês (quem não tem filhos) - e o que tem isso de especial?
E respondo eu (e todas as mães) - tudo!
Que fixe que foi.
Estava cada um na sua avó, a dormir a sesta, a amiga de folga, e eu percebi que saindo às 16h30 podia deixa-los com as avós mais 1 hora e aproveitar a feliz coincidência (aliás normalmente demoro é 1 hora a conseguir tirá-los das casas das avós, parece que têm mel!).
E lá fomos a um café bem engraçado que fica mesmo a meio caminho entre as nossas casas.
Foi um fim de tarde diferente da minha rotina e por isso especial, pusemos a conversa em dia entre um chá e um café, sem distracções, nem maridos e crianças por perto. 
Quando os fui buscar estavam na boa, todos contentes, nem notaram que cheguei mais tarde que o habitual.
Lá está, para eles foi apenas mais 1 hora com as avós, não lhes fez diferença.
Para mim foi 1 hora que fez toda a diferença.
A repetir.

(e salta mais uma resolução de ano novo)

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Passagem de Ano

Este ano foi cá em casa.
12 adultos e 11 crianças, numa noite de chuva sem possibilidade de usar a varanda. Temi o pior.
Principalmente pela quantidade de criançada, maioritariamente rapazes e bem energéticos, e novos demais para ficarem a noite toda agarrados às nintendos...
Mas foram receios infundados, correu tudo muito bem.
Houve confusão, claro. E castelos de legos que nunca chegaram ao fim, jantares imaginários, escondidas, correrias, bebés e carrinhos por todo o lado.
E nós, os crescidos, fizemos o Sonho Challenge, e festejámos a entrada em 2013 da Turquia, Holanda, Portugal Continental, Açores, Rio de Janeiro e já não conseguimos festejar mais nenhuma porque já eram 3h da manhã e estava tudo mais para lá do que para cá.
E dançámos todos, como se não houvesse amanhã, ao som dos maiores hits de 2012.
Os meus filhos, mais uma vez, estiveram à altura, apesar da tosse e alguma rabujice dela - brincaram, e aguentaram quase até ao fim em grande estilo, encantados por haver festa na sua casa.
Que fixe estarem mais crescidos, e permitirem aos pais desfrutar de uma festarola com os amigos.
Foi mesmo, mesmo giro!
Boa comida, boa bebida, a melhor companhia... 2013 só pode ser um bom ano, pois começou em grande!

Desafio "Berra-me baixo"

A pedido do Tê, e a bem da sanidade mental de todos, uma das minhas resoluções deste ano (trust me, a lista é longa) é mesmo deixar de gritar com a criançada para me fazer ouvir (e dar palmadas - sim, cá em casa saltam palmadas muito de vez em quando, e apesar de não ter nada contra, quero acabar também com este hábito).
Nem de propósito, hoje dei de caras com este desafio, que claro que aceitei de imediato.
Vamos lá ver como corre.

Já tinha ouvido falar do blog Mum's the boss há que tempos, mas nunca lá tinha ido. Desde a semana passada que o ando a descobrir aos bocadinhos e estou maravilhada.
Às vezes parece que os posts são escritos para mim, tal maneira respondem a questões que me coloco diariamente.
A todos os pais que têm mais dúvidas que certezas, recomendo.

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

A verdadeira resolução de ano novo - Biggest Looser 2013

Há 1 ano começou um desafio familiar do Biggest Looser 2012.
Acho que já aqui comentei que fiquei a meio do meu objectivo - que era perder 10kg, e voltar ao peso "de solteira".
Perdi 5kg, devia estar caladinha, que 5kg em 12 meses não é quase nada, que não é. Mas para mim, que sou pessoa dada à boa mesa, que sou grande amiga do sofá, foi uma grande vitória.
Foram 5kg que me permitiram vestir muitas coisas que não me serviam, outras para as quais nem olhava nas lojas porque antes não ficavam bem e agora sim, 5kg que significaram uma reconciliação com o espelho.
Principalmente estes 5kg significam um tomar consciência daquilo que como, em vez do comer sem pensar que me caracterizava antes.
5 done, 5 more to go. Que é como quem diz, venham mais 5!
Mas agora o prazo é mais curto, que não podemos andar para aqui a perder peso a passo de caracol se não nem amanhã saímos daqui.
Assim, impus a mim mesma perder os 5kg que me faltam até à minha mais nova completar 2 anos - no dia 6 de Abril.
Os hábitos alimentares cá de casa já mudaram, agora é preciso um empurrão para atingir o objectivo, para depois manter para o resto da vida.
Diz que o corpo da mãe demora 2 anos a voltar completamente ao normal.
Quando a minha filha fizer 2 anos quero estar de volta ao normal, mas ainda melhor (muito melhor!) do que quando engravidei.
Uma mãe gira e magra a ajudar a apagar as velas do bolo da filha, how cool is that?
Vamos lá ver se é desta.

E pronto...

2012 ficou a 2 posts de 2011.
Aqui fica mais uma resolução de ano novo: escrever mais de 288 posts em 2013.
Assim haja assunto, e inspiração.

Mais um ano

Mais um novo calendário, que estamos em 2013.

Feliz ano novo, malta leitora deste blog!