A 1ª semana de férias já lá vai (foi em Junho) e depois disso já tive muito (e bom) trabalhinho.
Foi um verão atípico, o primeiro em que estive a trabalhar com turistas e estou para lá de cansada.
Antes de começar mesmo a relaxar ainda tenho uma entrevista na próxima 2ª feira, mas depois disso vou mesmo tentar desligar e recuperar energias.
E vós, caros leitores, já sabem o que isso significa.
Férias da Mary são férias do blog também.
Fiquem bem, e até ao meu regresso.
sexta-feira, 14 de agosto de 2015
quinta-feira, 13 de agosto de 2015
Uma grande vénia...
... a todas as mães (e pais) separados, que têm de abdicar da presença dos filhos de X em X dias.
Estou sem ver os meus há 3 dias e estou que nem posso...
Estou sem ver os meus há 3 dias e estou que nem posso...
quarta-feira, 12 de agosto de 2015
Coisas boas da vida
Um encontro de amigas que não acontecia há mais de 10 anos.
E perceber, claro, que nada mudou.
E perceber, claro, que nada mudou.
segunda-feira, 10 de agosto de 2015
Pré-férias
Ainda a trabalhar mas com os miúdos fora, a passar uns dias com os avós em casa da bisavó.
Já tenho saudades, sim senhor, mas sabe tão bem...
Já tenho saudades, sim senhor, mas sabe tão bem...
Infoexcluída
Algo te está a passar ao lado quando não percebes os anúncios da Meo com o Ricardo Araújo Pereira.
sexta-feira, 7 de agosto de 2015
Sabes que estás em Agosto
Quando trabalhas num sítio turístico e de repente apanhas fila para tudo: para ir ao wc, para tomar café, para almoçar. Até o banco de jardim onde me costumo sentar a comer estava ocupado.
Trabalhar em turismo em Agosto é toda uma experiência...
Haja paciência...
Trabalhar em turismo em Agosto é toda uma experiência...
Haja paciência...
Sessão nostalgia
E de repente... sinto saudades.
Saudades de tantas coisas.
Saudades das férias na infância, de quando os verões eram intermináveis,de quando parecia que tinhamos tempo para tudo.
Agora parece que o verão se compartimenta em semanas, e sinto que ando com os meus filhos sempre a correr.
E não gosto nada, caramba.
Saudades de tantas coisas.
Saudades das férias na infância, de quando os verões eram intermináveis,de quando parecia que tinhamos tempo para tudo.
Agora parece que o verão se compartimenta em semanas, e sinto que ando com os meus filhos sempre a correr.
E não gosto nada, caramba.
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
segunda-feira, 3 de agosto de 2015
Sabes que estás em Agosto
Não porque estás de férias, mas porque a caminho do trabalho só te cruzas com pessoas com roupa de praia e ar de quem está de férias.
sexta-feira, 31 de julho de 2015
quarta-feira, 29 de julho de 2015
Em 2015 como em 1993
Hoje cortei umas calças jeans em calções.
Tão bom ter roupa nova sem gastar um tostão.
Win win.
Tão bom ter roupa nova sem gastar um tostão.
Win win.
terça-feira, 28 de julho de 2015
6 meses hoje
E eu quase que consigo recriar momento a momento tudo o que se passou naquele dia, desde que saí de casa de manhã até que cheguei já madrugada dentro.
Um ponto de chegada na vida dela, um ponto de viragem na vida de todos nós.
6 meses é muito tempo. 6 meses foi noutra vida.
6 meses é pouco para conseguir de facto perceber a grandeza e a importância do que se passou.
E a mim ainda me custa tanto acreditar que de facto aconteceu.
Um ponto de chegada na vida dela, um ponto de viragem na vida de todos nós.
6 meses é muito tempo. 6 meses foi noutra vida.
6 meses é pouco para conseguir de facto perceber a grandeza e a importância do que se passou.
E a mim ainda me custa tanto acreditar que de facto aconteceu.
Os divórcios
Uma pessoa acha sempre que consegue encontrar "a outra metade".
Mas nem sempre é assim.
Aliás, a maioria das vezes depois de uma separação, fica ainda mais difícil voltarem a encontrar-se.
Assim sendo, e no seguimento da operação: destralhar que estou a levar a cabo estes dias, ontem deitei fora dois sacos (2!) de meias divorciadas cá em casa.
Sim, provavelmente iria encontrar o par entre um saco e o outro, e sim, provavelmente iria encontrar meias que se podiam juntar perfeitamente e formar um novo par, mas não quis nem saber.
Há anos que as tinha ali numa caixa à espera do dia em que ia ter paciência para lhes pegar.
Esse dia não chegou.
Eu sou das que acredita que o casamento é para sempre, juro que sou.
Mas vocês é que me obrigaram a isto, meias. Adeus.
Mas nem sempre é assim.
Aliás, a maioria das vezes depois de uma separação, fica ainda mais difícil voltarem a encontrar-se.
Assim sendo, e no seguimento da operação: destralhar que estou a levar a cabo estes dias, ontem deitei fora dois sacos (2!) de meias divorciadas cá em casa.
Sim, provavelmente iria encontrar o par entre um saco e o outro, e sim, provavelmente iria encontrar meias que se podiam juntar perfeitamente e formar um novo par, mas não quis nem saber.
Há anos que as tinha ali numa caixa à espera do dia em que ia ter paciência para lhes pegar.
Esse dia não chegou.
Eu sou das que acredita que o casamento é para sempre, juro que sou.
Mas vocês é que me obrigaram a isto, meias. Adeus.
segunda-feira, 27 de julho de 2015
T25
Nesta última semana substituí a Cindy pelo Shaun T e estou a fazer o programa T25.
Vantagens? É um treino diferente para cada dia da semana (há um plano a seguir), e são só 25 minutos por dia. Mas 25 minutos a doer e a dar tudo!
Desvantagens? A música, senhores... ai esta música típica de ginásio, dá-me cabo da cabeça logo de manhã, mas pronto, o que vale é que passa rápido.
Já completei a semana 1 e iniciei hoje a semana 2 e continuo viva.
Vamos ver se ao fim das 5 semanas consigo parecer-me ligeiramente com as meninas que acompanham o prof no vídeo.
Stay focused!
domingo, 26 de julho de 2015
sábado, 25 de julho de 2015
Concordo com quase tudo
O que diz este texto.
Das coisas que mais orgulho tenho, e que mais agradeço todos os dias, é de ter sido educada para a autonomia, para fazer as coisas e me desembaraçar sozinha. A minha mãe certificava-se que havia arroz na despensa e bifes no congelador antes de ir de fim-de-semana, mas não deixava tudo cozinhadinho no tupperware pronto a aquecer.
No que a mim me diz respeito, tento seguir-lhe os passos e deixa-los explorar à vontade.
E por isto fiquei tão contente quando a educadora do meu mais velho me veio pedir autorização para lhe tirar os óculos no recreio, pois ele gosta de brincar às lutas (que é diferente de anda à porrada com os amigos, obviamente) e é normal e saudável que o faça.
Leiam o texto e digam de vossa justiça.
Das coisas que mais orgulho tenho, e que mais agradeço todos os dias, é de ter sido educada para a autonomia, para fazer as coisas e me desembaraçar sozinha. A minha mãe certificava-se que havia arroz na despensa e bifes no congelador antes de ir de fim-de-semana, mas não deixava tudo cozinhadinho no tupperware pronto a aquecer.
No que a mim me diz respeito, tento seguir-lhe os passos e deixa-los explorar à vontade.
E por isto fiquei tão contente quando a educadora do meu mais velho me veio pedir autorização para lhe tirar os óculos no recreio, pois ele gosta de brincar às lutas (que é diferente de anda à porrada com os amigos, obviamente) e é normal e saudável que o faça.
Leiam o texto e digam de vossa justiça.
sexta-feira, 24 de julho de 2015
Operação: destralhar
Em arrumações desde ontem, não vos passa a quantidade de papéis que já me passaram pelas mãos nem a quantidade de vezes que já fui ao ecoponto.
Apontamentos de toda uma vida, fotocópias que nunca li nem vou ler, trabalhos em disquetes, até cábulas da frequência de Semiótica eu encontrei! (e mesmo assim só tive 12). Blocos e blocos cheios de ideias para trabalhos em diversas alturas da minha vida - e assim se vê o grande percurso que fui fazendo para chegar aqui. Não resisti a abrir a agenda de 2014, que foi um ano do caraças e apesar de ter acabado ontem fiquei de boca aberta com as coisas que aconteceram, as idas ao hospital, os tratamentos e consultas, as entrevistas de emprego que foram decisivas para mim.
No fim, a frustração de estar a perder um dia de folga metida nisto, e a motivação de ver prateleiras vazias e de sentir esta casa mais leve.
Que o dom do minimalismo se mantenha comigo.
Apontamentos de toda uma vida, fotocópias que nunca li nem vou ler, trabalhos em disquetes, até cábulas da frequência de Semiótica eu encontrei! (e mesmo assim só tive 12). Blocos e blocos cheios de ideias para trabalhos em diversas alturas da minha vida - e assim se vê o grande percurso que fui fazendo para chegar aqui. Não resisti a abrir a agenda de 2014, que foi um ano do caraças e apesar de ter acabado ontem fiquei de boca aberta com as coisas que aconteceram, as idas ao hospital, os tratamentos e consultas, as entrevistas de emprego que foram decisivas para mim.
No fim, a frustração de estar a perder um dia de folga metida nisto, e a motivação de ver prateleiras vazias e de sentir esta casa mais leve.
Que o dom do minimalismo se mantenha comigo.
quarta-feira, 22 de julho de 2015
Há lá coisa mais difícil...
... do que ter de explicar a morte a uma criança?
Ver a minha filha a chorar a morte da minha mãe é para lá de doloroso.
6 meses depois parece que lhe caiu a ficha. E só tem medo que toda a gente morra.
Ver a minha filha a chorar a morte da minha mãe é para lá de doloroso.
6 meses depois parece que lhe caiu a ficha. E só tem medo que toda a gente morra.
segunda-feira, 20 de julho de 2015
A viver o sonho - o rescaldo
Correu tudo muito bem, foi muito cansativo, mas mesmo muito giro.
E em termos profissionais foi mesmo o realizar de um sonho.
E em termos profissionais foi mesmo o realizar de um sonho.
quinta-feira, 16 de julho de 2015
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