quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Ser mãe é (entre outras coisas)...

... perceber qual deles deu um pum pelo cheiro.

(check)

Sabes que trabalhas numa escola quando...

... te cruzas com alguém e desejas "bom ano!"... em Setembro.

4 dias de escola

  • Já temos alerta piolhos
  • ele já estragou um boné, perdeu uma bola (foi parar ao jardim da vizinha, há esperança na recuperação), e hoje apareceu em casa sem o estojo (que acho bem seja para recuperar, com tudo novinho lá dentro!)
  • cruzam-se no refeitório à hora do almoço, não dizem adeus um ao outro mas ao menos sorriem - nos primeiros dias nem isso 
  • a tendência mantém-se: ela conta tudo, tudo, tudo, ele conta nada de nada

Constatação

Ter ambos os filhos na mesma escola é tão mais fácil.

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Impressões do 1º dia

Ele: "Mãe, já sei escrever o meu nome em letra estranha!"

Ela esteve a brincar com uma menina que conheceu no dia da apresentação (em que ela foi com o pai porque eu estava na reunião do mais velho):
"Sabes, mãe, no dia em que o pai veio cá nós éramos desconhecidas, mas agora somos amigas."

Tudo a correr sobre rodas, portanto.

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Primeiro dia de escola

Não houve choros nem birras, correu tudo muito bem.
No ano passado o acolhimento aos meninos do pré-escolar foi feito de modo mais organizado, mas ainda assim, e apesar de haver um menino a chorar baba e ranho, ela ficou muito concentrada, nem parecia muito nervosa, agarrada ao seu Little Poney e sentadinha na roda com os colegas.
Ele entrou com os amigos, foi-se sentar ao lado de um deles, não fez cara feia quando perguntei se podia tirar uma fotografia mas depois disse-me discretamente "já podes ir embora, mãe".
Com isto tudo o que mais me "preocupa" são as logísticas de lancheiras, chapéus, passagens para o ATL etc, porque se ela ainda tem algum acompanhamento, os do 1º ciclo pelo que percebi são logo responsabilizados para tomar conta das suas coisas... e eu bem vejo com os meus alunos (que são 3º e 4º ano) a quantidade de casacos, lancheiras e outras coisas que ficam na sala depois de todos saírem...
Estou para ver a quantidade de bonés e casacos que vou ter de comprar ao longo do ano...

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Um primeiro passo numa nova etapa

Hoje foi dia de reuniões na escola que passou agora a ser dos dois.
Ela sai do seu infantário para se juntar ao irmão na escola dos crescidos (onde ficarão até ao 4º ano). Vai ficar com a educadora e a sala que era do irmão, e também alguns dos colegas que eram mais novos. Facilita muito eu já conhecer as pessoas, os ritmos, aquilo em que a educadora acredita e defende. Não fui nada com a cara dela no início do ano passado, mas ao longo do ano percebi que estamos em perfeita sintonia e por isso penso que a adaptação da minha mais nova se fará de modo suave.
Ele entrou oficialmente no 1º ano e hoje foi dia de conhecer o seu professor. Gostei. Pareceu-me dinâmico, gosta de desporto, é formado também em Belas Artes (é que nem por encomenda!) e acho que para o meu mais velho é capaz de funcionar bastante bem. Ao que parece não vai mandar muitos TPC - a ver vamos.
2ª  feira entramos nesta nova fase.
Assim sendo, e como a maioria de vós que me lê também anda metido nisto de ser encarregado de educação de malta em idade escolar, um bom ano para todos!

Sobrevivemos

... à loucura, repito LOUCURA da compra do material escolar.
É que nem no Natal, foge...

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

O regresso da Heidi



Foi sem dúvida a nossa companheira este verão.
Os meus filhos não vêem muita televisão durante o ano (só ao fim-de-semana) mas nas férias, claro, as regras são quebradas e este verão foi mesmo marcado pelo regresso da Heidi.
Não sei quem teve a ideia de re-fazer estes desenhos animados, mas tiro-lhe o chapéu, pois estão muito fiéis ao original e a essência é a mesma.
Eles adoraram, tanto um como o outro, e eu acho que se deve ao facto de não ter nada a ver com os desenhos animados de hoje em dia.
Não há bons e maus, nem vestidos cor-de-rosa ou super poderes. O ambiente é o mais simples. A complexidade está mesmo nas personagens que compõem esta história.
Desde o avô ao Pedro, à família deste, a tia Dete, a família da Clara, são todos personagens tão ricas, tão humanas, que cometem erros, que são bons mas fazem maldades (por vezes com as melhores intenções), que choram a tomar decisões difíceis, que são felizes com pouco, que se transformam ao longo dos episódios.
Vi muitos episódios com eles (não resisti mesmo) e percebi de facto que eles estavam rendidos e que aquilo os faz mesmo ficar a pensar. E a mais nova comoveu-se vezes sem fim (quando a Clara começa a andar, quando a Heidi percebe que a tia não enviou as cartas ao avô), e o mais velho chegou mesmo a verbalizar "oh mãe, este episódio faz-me ficar triste" (e eu lá expliquei que temos de ver até ao fim para perceber que afinal não é assim tão triste, e que tudo tem solução).
Um desenho animado que os ajuda a perceber a vida tal como ela é, que os faz ver as coisas de maneira diferente, que os faz ficar a pensar.
E depois... é vê-los a correr de braços abertos mal encontram um bocado de relva, a fingir que estão nas montanhas.
5 estrelas.

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Generation gap

 



O meu mais velho pega num Nokia 3310 antigo que anda aí, e pergunta:
"Então e isto o que é, mãe? É um telefone antigo? E como é que funcionava? (e põe-se a carregar no ecrã...)

Shaun T is waiting for you

Acabei de fazer a minha ginástica (que acaba sempre com um vídeo de alongamentos) e como eles estavam a discutir, pus na pausa já no fim do vídeo para os ir separar, ficando o portátil aberto com a imagem do Shaun T em pausa.
Passado um bocado a minha mais nova vai à sala e diz:
"Oh mãe, ainda tens de fazer os limentos (alongamentos)!"
Respondi-lhe que não, que já tinha terminado.
Responde ela:
"Não, mãe, ainda não acabaste. Tens o senhor na sala à tua espera!"

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Operação: destralhar (cont.)

A operação continua, enquanto ainda andamos aqui ao ralenti, de regresso ao trabalho ocasional, ainda sem começar a escola.
E digo-vos que ainda só vou no escritório - que é onde se concentra a maior parte da tralha desta casa - mas que já me desfiz de muita, muita coisa.
Estou só é à espera do dia em que se começa de facto a notar alguma coisa. Até agora tiro, tiro e parece que fica tudo na mesma. Lá chegaremos.
E eu até nem moro nesta casa há muito tempo, são tralhas só com 5 anos.
Ainda assim, quase que nos engolem, credo!

domingo, 13 de setembro de 2015

Oh pá...

... e esta chuvinha ao fim-de-semana para matar de vez com as idas à praia, hã?

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

1º post natalício do ano

Sabes que tens um filho crescido quando o ouves perguntar pela 1ª vez:
"Oh mãe, o pai natal existe mesmo? Mesmo na realidade?"
(ao que eu respondi "O que é que tu achas?" ele disse "que sim" e por aí ficámos)
Sabes que tens um filho que não é assim tão crescido quando remata a conversa anterior com:
"O Menino Jesus eu sei que existe, e que vem mesmo cá a baixo dar os presentes."

E sabes que as coisas estão mesmo difíceis quando só de pensar em Natal tens vontade de vomitar.
Vou ter de arranjar uma estratégia para ter tudo pronto antes da época porque prevejo que isto não vai ser fácil, não...puf.

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

O meu companheiro de férias

 

Quando comecei o programa resolvi que faria a primeira parte nas 5 semanas que faltavam para as férias, e depois das férias logo se via.
Entretanto percebi que tinha feito mal as contas, e que só faltavam 4 semanas para as férias e por isso das duas uma: ou ficava com o programa Alpha inacabado ou tinha mesmo de fazer exercício nas férias.
Assim sendo, e optando pela 2ª hipótese, fui de portátil debaixo do braço para o Algarve, e pelo caminho convenci a minha cunhada a fazer-me companhia.
Ora se fiz ginástica na primeira semana de férias, porque não continuar? Pois que iniciei o programa Beta na companhia da minha irmã, cunhado e até os sobrinhos e o Tê! Foi um verdadeiro ginásio, que às vezes nem nos conseguíamos mexer! 
No campismo não fiz, mas foram só 3 dias, e agora estou de volta ao programa diário. Nunca tive resultados tão rápido, mas a verdade é que nunca fiz exercício com esta regularidade.
A aparência nem é tudo, porque me sinto mesmo com muito mais resistência para tudo- capaz até de nadar 1.2 km com o meu sobrinho desportista de 15 anos (oh yes I did!)!
E vai soar a  mete-nojo (eu sei que vai), mas já não me imagino a começar o dia de outra forma!
Stay focused!

O livro das férias

 


Muito bem escrito, é uma lição de História sobre o que se passou antes durante e depois da I Guerra Mundial sob várias perspectivas (que é o mais interessante).
É o primeiro de uma trilogia sobre o séc. XX.
Recomendadíssimo.


E que tal essas férias?

Ao que parece encontrámos o calendário de férias perfeito.
Tirámos uma semana em Junho, que permitiu descansar do ritmo da escola e ganhar forças para a loucura que é o trabalho de Julho e Agosto (que foi bom mas intenso e cansativo), e depois conseguimos tirar mais 3 semanas em Agosto e Setembro - não sei se o vamos conseguir fazer todos os anos, mas foi mesmo bom.
Houve praia de Algarve e da Costa Nova, houve passeios culturais (mosteiros, museus e até um barco-museu), houve muita brincadeira com os primos, desenhos até mais não, churrascadas, jantares fora, e acabámos as férias a acampar os 4 (que eles amaram!).
Eu fiz um detox de internet e só vos digo que me soube mesmo bem. E ao contrário do ano passado não aproveitei as férias para avançar em leituras de trabalho (que há sempre coisas para ler, claro...) e só li mesmo por prazer - foi a opção mais acertada.
Tudo este ano tem um sabor diferente, que tem, mas dentro do agridoce que tem sido a nossa vida, estas férias foram mais doces que agri.
A repetir para 2016.

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Sabes que abusaste...

... quando regressas das férias e te custa a apertar as calças da farda.

domingo, 6 de setembro de 2015

Xiii, é verdade...

... eu tenho um blog!
Tanto tempo sem cá vir que isto já estava a ficar com teias de aranha, credo...
Mas são assim as férias, senhores, férias é cortar com a rotina, é fazer coisas diferentes, é fazer o que não se faz durante o ano, pelo que andar de blog atrás nas férias para mim não faz sentido.
Até porque - e isso é a principal razão- não vos ia interessar saber o que ando a fazer (que no fundo, é o que toda a gente faz nas férias, não há que enganar).
Mas pronto, agora podem descansar, eu estou de volta, amanhã começo a trabalhar e voltarei a aqui com a regularidade do costume para vos pôr a par das novidades e do que andaram a perder nestas 3 semanas. Aguardem.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Férias, take 2

A 1ª semana de férias já lá vai (foi em Junho) e depois disso já tive muito (e bom) trabalhinho.
Foi um verão atípico, o primeiro em que estive a trabalhar com turistas e estou para lá de cansada.
Antes de começar mesmo a relaxar ainda tenho uma entrevista na próxima 2ª feira, mas depois disso vou mesmo tentar desligar e recuperar energias.
E vós, caros leitores, já sabem o que isso significa.
Férias da Mary são férias do blog também.
Fiquem bem, e até ao meu regresso.

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Uma grande vénia...

... a todas as mães (e pais) separados, que têm de abdicar da presença dos filhos de X em X dias.

Estou sem ver os meus há 3 dias e estou que nem posso...

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Coisas boas da vida

Um encontro de amigas que não acontecia há mais de 10 anos.

E perceber, claro, que nada mudou.

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Pré-férias

Ainda a trabalhar mas com os miúdos fora, a passar uns dias com os avós em casa da bisavó.

Já tenho saudades, sim senhor, mas sabe tão bem...

Infoexcluída

Algo te está a passar ao lado quando não percebes os anúncios da Meo com o Ricardo Araújo Pereira.

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Sabes que estás em Agosto

Quando trabalhas num sítio turístico e de repente apanhas fila para tudo: para ir ao wc, para tomar café, para almoçar. Até o banco de jardim onde me costumo sentar a comer estava ocupado.
Trabalhar em turismo em Agosto é toda uma experiência...
Haja paciência...

Sessão nostalgia

E de repente... sinto saudades.
Saudades de tantas coisas.
Saudades das férias na infância, de quando os verões eram intermináveis,de quando parecia que tinhamos tempo para tudo.
Agora parece que o verão se compartimenta em semanas, e sinto que ando com os meus filhos sempre a correr.

E não gosto nada, caramba.

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Trânsito em Agosto

Sim, e bastante.
Não, não trabalho em Lisboa, claro...

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Sabes que estás em Agosto

Não porque estás de férias, mas porque a caminho do trabalho só te cruzas com pessoas com roupa de praia e ar de quem está de férias.

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Há dias difíceis

E hoje é um deles.

Parabéns, mãe!

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Em 2015 como em 1993

Hoje cortei umas calças jeans em calções.

Tão bom ter roupa nova sem gastar um tostão.
Win win.

terça-feira, 28 de julho de 2015

6 meses hoje

E eu quase que consigo recriar momento a momento tudo o que se passou naquele dia, desde que saí de casa de manhã até que cheguei já madrugada dentro.
Um ponto de chegada na vida dela, um ponto de viragem na vida de todos nós.
6 meses é muito tempo. 6 meses foi noutra vida.
6 meses é pouco para conseguir de facto perceber a grandeza e a importância do que se passou.
E a mim ainda me custa tanto acreditar que de facto aconteceu.

Os divórcios

Uma pessoa acha sempre que consegue encontrar "a outra metade".
Mas nem sempre é assim.
Aliás, a maioria das vezes depois de uma separação, fica ainda mais difícil voltarem a encontrar-se.

Assim sendo, e no seguimento da operação: destralhar que estou a levar a cabo estes dias, ontem deitei fora dois sacos (2!) de meias divorciadas cá em casa.
Sim, provavelmente iria encontrar o par entre um saco e o outro, e sim, provavelmente iria encontrar meias que se podiam juntar perfeitamente e formar um novo par, mas não quis nem saber.
Há anos que as tinha ali numa caixa à espera do dia em que ia ter paciência para lhes pegar.
Esse dia não chegou.
Eu sou das que acredita que o casamento é para sempre, juro que sou.
Mas vocês é que me obrigaram a isto, meias. Adeus.

segunda-feira, 27 de julho de 2015

T25



Nesta última semana substituí a Cindy pelo Shaun T e estou a fazer o programa T25.
Vantagens? É um treino diferente para cada dia da semana (há um plano a seguir), e são só 25 minutos por dia. Mas 25 minutos a doer e a dar tudo!
Desvantagens? A música, senhores... ai esta música típica de ginásio, dá-me cabo da cabeça logo de manhã, mas pronto, o que vale é que passa rápido.
Já completei a semana 1 e iniciei hoje a semana 2 e continuo viva.
Vamos ver se ao fim das 5 semanas consigo parecer-me ligeiramente com as meninas que acompanham  o prof no vídeo.
Stay focused!

domingo, 26 de julho de 2015

Em 2015 como em 1982



Que inveja da vida da Heidi!

sábado, 25 de julho de 2015

Concordo com quase tudo

O que diz este texto.

Das coisas que mais orgulho tenho, e que mais agradeço todos os dias, é de ter sido educada para a autonomia, para fazer as coisas e me desembaraçar sozinha. A minha mãe certificava-se que havia arroz na despensa e bifes no congelador antes de ir de fim-de-semana, mas não deixava tudo cozinhadinho no tupperware pronto a aquecer.
No que a mim me diz respeito, tento seguir-lhe os passos e deixa-los explorar à vontade.
E por isto fiquei tão contente quando a educadora do meu mais velho me veio pedir autorização para lhe tirar os óculos no recreio, pois ele gosta de brincar às lutas (que é diferente de anda à porrada com os amigos, obviamente) e é normal e saudável que o faça.
Leiam o texto e digam de vossa justiça.

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Operação: destralhar

Em arrumações desde ontem, não vos passa a quantidade de papéis que já me passaram pelas mãos nem a quantidade de vezes que já fui ao ecoponto.
Apontamentos de toda uma vida, fotocópias que nunca li nem vou ler, trabalhos em disquetes, até cábulas da frequência de Semiótica eu encontrei! (e mesmo assim só tive 12). Blocos e blocos cheios de ideias para trabalhos em diversas alturas da minha vida - e assim se vê o grande percurso que fui fazendo para chegar aqui. Não resisti a abrir a agenda de 2014, que foi um ano do caraças e apesar de ter acabado ontem fiquei de boca aberta com as coisas que aconteceram, as idas ao hospital, os tratamentos e consultas, as entrevistas de emprego que foram decisivas para mim.

No fim, a frustração de estar a perder um dia de folga metida nisto, e a motivação de ver prateleiras vazias e de sentir esta casa mais leve.

Que o dom do minimalismo se mantenha comigo.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Há lá coisa mais difícil...

... do que ter de explicar a morte a uma criança?
Ver a minha filha a chorar a morte da minha mãe é para lá de doloroso.

6 meses depois parece que lhe caiu a ficha. E só tem medo que toda a gente morra.


segunda-feira, 20 de julho de 2015

A viver o sonho - o rescaldo

Correu tudo muito bem, foi muito cansativo, mas mesmo muito giro.
E em termos profissionais foi mesmo o realizar de um sonho.






quinta-feira, 16 de julho de 2015

Vapt vupt

E tens um filho na primária.
Ui que eu não sei se estou preparada.

domingo, 12 de julho de 2015

A viver o sonho II

Em termos profissionais estou literalmente a viver o sonho.
Bastava só alterar um ou outro pormenor e era mesmo a concretização total. Lá chegaremos. Ou então não, que isto assim já está bom demais.
Correu tudo muito bem e foi mesmo, mesmo giro.
Amanhã começa a segunda parte da saga.
Tem sido tão cansativo e intenso que não me dá tempo de cá vir...
Voltem para a semana, que eu também.

domingo, 5 de julho de 2015

A viver o sonho

E só peço que corra mesmo tudo bem.
(vai ser tão giro!)

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Ainda sobre as férias

No ano passado tinha as expectativas tão baixas em relação às nossas férias a 4 que consegui ter umas férias fantásticas, que superaram em muito as tais expectativas.
Ao serem tão boas, foi difícil baixar as expectativas para este ano. Impossível, mesmo.
Mas correu tudo muito bem.
A casa era boa, perto da praia, a água estava azul turquesa e quente. Havia conquilhas aos molhos.
Esteve calor e apanhámos os melhores dias do ano.
Foi bom, mesmo muito bom.
Mas... este ano há sempre um mas...
Este vazio cá dentro, senhores, não se preenche com mergulhos no mar nem jantares no terraço.
Por muito bem que eu esteja este ano - que estou, estou mesmo! - há sempre uma ponta de tristeza que não me abandona.
E que curiosamente se manifesta mais nos momentos felizes.

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Está tudo a correr bem, tudo a correr muito bem, até ao momento em que ao levar o mais velho a uma consulta de rotina no Hospital de Sta Maria tenho mesmo de passar em frente à porta da Oncologia.
Mesmo sem querer pensar no assunto sinto uma náusea tão grande ao passar ali.
E olho para trás e quase que nos vejo naquele parque de estacionamento, já nem sei precisar quando.
Uma vez em que ela quase nem conseguia andar e vomitou umas três vezes entre o carro e a porta da entrada. Outra vez em que já não conseguia mesmo andar e ficámos as duas no carro à espera que o meu pai trouxesse a cadeira de rodas. Aquela primeira vez em que ela saiu fresca e fofa da primeira sessão de quimioterapia.
Esfrego os olhos e volto a olhar para trás. É claro que já não estamos ali.
É claro que ela não está ali.

Não está porque a minha mãe já não tem cancro.

(não tem mesmo. Eu sei porque a vi quando ela nos deixou)

segunda-feira, 29 de junho de 2015

5 meses (ontem)

E tantas vezes (tantas) parece que nunca de facto aconteceu.

Então e essas férias?

A água estava quente.

(e a ressaca hoje? Ui...)

domingo, 21 de junho de 2015

Ora então agora são 7 dias sem posts, ok?

Aguentem-se lá que eu também mereço férias.

sexta-feira, 19 de junho de 2015

O último post sobre co-sleeping?

Não quer dizer que tenha acabado cá em casa, mas posso afirmar que reduziu drasticamente.
Descobri na net uma dica que se dizia infalível para evitar que as crianças acordem a meio da noite e venham para a cama dos pais.
Dizia o artigo (não o consigo encontrar) que eles acordam devido aos seus ritmos de sono. Entre um ciclo de sono e outro eles despertam e ao ver-se na sua cama sozinhos, ganham o hábito de se levantar e ir para a cama dos pais.
O truque está, basicamente, em quebrar esse ciclo. Como?
Eles deitam-se por volta das 21h, e ela aparecia na nossa cama por volta das 3h.
Agora, antes de eu me ir deitar (por volta das 24h) vou ao quarto e perco uns minutos a fazer-lhe festinhas, dar beijinhos, mudo-a de posição, abraço-a, tudo com suavidade mas quase quase que a acordo. Ela precisa de se aperceber que eu estou ali, muitas vezes abraça-me também ou ela mesma muda de posição. O importante é fazer ali uma "pausa" no sono que ela está a ter.
Depois deixo-a a dormir e vou embora.
E só vos digo que tem funcionado muito bem.
Não funciona sempre, é certo, mas a verdade é que o saldo é mais do que positivo. Em cada 7 noites ela tem vindo para a nossa cama 2. Ora 2 é bem melhor que 7!
Depende muito dos ritmos, e se altera alguma coisa na rotina já não funciona tão bem, mas ainda assim eu estou encantada.
Fica a dica, para quem dela precisar.



quarta-feira, 17 de junho de 2015

Shape your body

Pois cá estou eu mais uma vez por-vos a par do que vou fazendo para cuidar deste corpinho que deus (e os meus queridos pais) me deram.
Sim, é possível que uma pessoa que não goste de corrida passe a gostar de corrida (e só quem não anda na blogoesfera é que consegue ignorar esse facto, credo, que não se fala noutra coisa).
Mas também sim, é possível que uma pessoa que não gosta de corrida até tenta gostar, e não desgosta, mas depois acaba por desistir porque não é a sua praia. Pois que sim, desistir também faz parte. Deixar as coisas a meio, cagar no assunto.
E pois que ao fim de algumas corridas, em que até orgulhosamente cheguei a atingir os 6km, comecei a desmotivar-me para a coisa. É giro mas é chato, e como tudo na vida, leva tempo. Para correr como deve ser e ir aumentando os km precisamos cada vez de mais tempo, e toda a gente sabe que o tempo é escasso.
Ginásio está fora de questão. Também leva tempo e dinheiro. Pois que se tempo é dinheiro, então o ginásio é caro a dobrar.
Solução?
A minha querida amiga Cindy Crawford, que nunca me deixou ficar mal desde 1992.

E quando? Onde é que se pode ir buscar 45 minutos ou 1 hora para exercício?
De manhãzinha, que é quando começa o dia.
E pois que nos últimos tempos esta vossa amiga tem feito um esforço por se levantar às 6:30, para ir para a sala em silêncio e ginasticar antes do dia começar.
E que bem que sabe.
Tenho o meu momento. Quando eles se levantam eu já quase terminei (às vezes acabo com companhia). Durante o dia fico contente a pensar que já fiz exercício. Tenho mais energia e sinto-me melhor. E já começo a notar os resultados.
O melhor de tudo é que quando me fartar é só escolher outro vídeo no youtube, que o que não faltam é exemplos de exercícios para isto ou aquilo, a demorar mais ou menos tempo.
Próximo passo: fazer todos os dias.
É que dia sim, dia não a Mary das 6:30 dá-lhe a preguiça.
Deixo-vos com os vídeos que tenho feito alternadamente, e não digam que não vão daqui.
Shape your body
Next Chalenge

Aviso: é preciso ter cuidado ao fazer exercícios sem supervisão, estes vídeos são já bastante antigos e alguns exercícios são desadequados hoje em dia. Eu como fui tendo sempre bons professores nos ginásios sei qual a postura correcta, pois ela não refere algumas coisas importantes. Alguns exercícios não os faço. Fica a dica.

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Brincar

Como não tinha trabalho fora esta tarde fiquei com os dois e o primo cá em casa.
Tinha coisas para fazer no computador e por isso ainda sugeri por um filme, mas não tive sucesso nenhum.
Estiveram a tarde toda a brincar. A brincar a sério, sem a minha interferência.
Já foram super-heróis. Já jogaram playstation imaginária. Já foram pais e mães. Fizeram uma casinha na sala, com pufes, almofadas, mantas, fogão de brincar e comidas. Agora falam brasileiro uns com os outros (onde aprenderam? não faço ideia). Ficaram no quarto um bocado (imagino o estado...) e apareceram com elásticos em todos os dedos e brincam às portas secretas (da tal casinha).
Aparecem e desaparecem a seu bel prazer.

Que fixe ser criança.
Que fixe ser criança e ter primos da mesma idade.

Moda 2014

Retomada cá e casa esta semana: as pulseiras de elásticos.
Já andam elásticos pela casa toda, e eles (mais o primo) com elásticos enfiados em todos os dedos. Mãos e pés.

Haja paciência.
(e aspirador...)

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Pegada ecológica

Quem me acompanha por aqui sabe que deixei de consumir açúcar em Janeiro de 2014.
Claro que comi, e muito, açúcar desde então, mas posso dizer que o fiz de forma consciente, não mascarado de outra coisa - foi açúcar comido em doces de verdade.
Por acréscimo, pouco a pouco, também as compras cá de casa sofreram uma modificação.
Deixei de comprar iogurtes de sabores ou iogurtes líquidos, bolachas só Marias (para o Ti, que eles nem acham graça nenhuma), cereais, papas (durante um tempo comeram 1 Nestum por semana, agora nem isso), sumos. Basicamente, cortei com o açúcar todo que posso, ficando apenas reservado para as sobremesas em dias especiais.
Claro que eles comem todas estas coisas fora de casa, na escola, com os avós e tios, mas pelo menos onde consigo ser eu a controlar-lhes a alimentação, controlo.
Mas o tema deste post é outro.
Em 2008 colaborei com um espaço que fazia atividades com crianças, e nessa altura reciclávamos imensas coisas nas atividades: garrafas de iogurte que viravam maracas, tampinhas serviam de godés, cartões para pintar e construir brinquedos.
Agora regresso a esse mundo, como já vos mostrei no outro dia, e dou por mim a perceber que cá em casa produzimos muito pouco desse lixo. Não tenho tampinhas de iogurte, nem garrafinhas nem potes, não há caixas de cartão dos cereais e das papas que serviam para tanta coisa.
Se calhar ainda vou ter de mendigar lixo alheio!
Mais uma vantagem em desistir do açúcar: até a nossa pegada ecológica agradece.

terça-feira, 9 de junho de 2015

Passo a passo

Vamos encontrado o nosso caminho, abre-se uma porta aqui, outra mais ali, e com muito esforço e trabalhinho (e nervos!) começamos a ver luz ao fundo do túnel.
Sei que se tivesse começado mais cedo se calhar não mudava muito, porque as coisas só acontecem quando têm de acontecer, mas ainda assim muitas vezes me pergunto porque fiquei tanto tempo sentada à secretária.

(eu não sei, mas a minha conta bancária sabe!)

4 meses e tal depois...

... e ainda tenho o impulso de lhe ligar a contar uma novidade.

domingo, 7 de junho de 2015

Então e tu, Mary QA, o que andas a preparar?

Para quem me tem acompanhado nos últimos tempos sabe que tem sido uma luta esta viragem profissional para fazer aquilo que gosto. Pois que aquilo que eu mais gosto, é isto.
Pais e mães da zona da linha de Cascais, toca a inscrever que ainda há vagas!

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Não é bom sinal...

... quando ao pente dos piolhos começam a cair dentes com tanto uso que tem.

Mas os teus filhos têm muitas vezes piolhos, Mary QA??
Não, não têm, mas parece que andam rodeados de crianças que têm, pelo que volta não volta lá vem o pente ao barulho*.
Saiu-me de bela qualidade, o estúpido. Ontem**comecei toda lançada e cheguei ao fim com o pente todo desdentado. Haja paciência...

Mães com filhos em colégios chiques, digam-me que isto não é exclusivo da escola pública por favor!!! Também há piolhame nas cabeças dos vossos rebentos??

*Já houve mas não tem havido desde que lhes encho a cabeça com água de colónia todas as manhãs. na parte de trás da nuca e atrás das orelhas, todos os dias sem excepção. Vale o que vale, mas fica a dica.
** Ontem a mais nova chegou a casa a dizer que tinha de fazer o tratamento porque lhe tinham visto um bicho na cabeça ao secar o cabelo depois da natação. Estranhei, porque quando assim é costumam avisar na escola. Lá vai a Mary QA besuntar as cabeças com óleo de coco, espera 15 minutos e siga de passar o pente. Nada. A única coisa que se viam eram os dentes do próprio a cair. Tanto um como o outro estavam limpos. Hoje comentei na escola, e lá se fez o clique...uma amiga dela teve piolhos há pouco tempo, pelo que a minha rica filha deve ter achado que ter piolhos é cool. Haja paciência, mesmo!

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Ainda sobre o dia dos anos

Este ano, mais que nunca, passaram-me ao lado.
Ora, se eu sou a primeira a dizer que as mães é que merecem os parabéns e não quem faz anos, que sentido faz eu fazer anos se não tenho cá a minha mãe para lhe dar os parabéns?
Por isso este ano quase agradeci ter um sobrinho gémeo que fez 4 anos e que propiciou um encontro de famílias com muita criançada à mistura, num piquenique em Sintra só possível com esta conjugação de dia de anos duplo.
Foi um dia bom, e diferente dos anteriores, e esse era o máximo objectivo.
Para a próxima só pedimos um bocadinho menos de frio. E vento. E se der para não cair aquela humidade, era bom.

Eu sei que tenho muito que agradecer por ter tido oportunidade de festejar 36 anos com a minha mãe, mas isto agora é toda uma nova aprendizagem. Com metade da graça. Ou mesmo menos que isso, mas pronto.

domingo, 31 de maio de 2015

37

Faço hoje 37 anos, meus amigos.
E ainda não percebi como é que isso foi acontecer.
Eu? 37??
Pfffffffffffffffff

E pensar que comecei este blog antes dos 30...

quinta-feira, 28 de maio de 2015

4 meses

E pela primeira vez só me apercebi que era dia 28 já depois da hora do almoço.
Gostava muito de não ficar sempre com esta contagem aos dias 28, mas é difícil.
E que impressão que me faz a quantidade de coisas que já se passaram nestes 4 meses longe da sua presença.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Para lembrar quando houver a próxima birra no supermercado

...ou em qualquer outro sítio público.
Ao menos não foi em frente ao presidente dos Estados Unidos.
Ao menos esta birra não vai circular pela net e tornar-se viral.
Ufa...

(a notícia completa aqui)





Obama ao lado da filha da jornalista Laura Moser (Foto: Pete Souza/ Casa Branca)

Um aviso antes do verão e das férias começarem

Amigos partilhadores de fotos no FB:
Já não se aguenta as fotografias das férias partilhadas no FB. Ninguém quer ver os vossos filhos na praia, nem na piscina, as vossas selfies com os vossos amores ao pôr do sol, muito menos os pézinhos ao léu onde quer que seja (embirração antiga). Ninguém.
Ou talvez os vossos pais e irmãos, pronto. Esses se calhar gostam de ver os netinhos a saltar para a piscina e o que foi que petiscaram ao fim do dia.
Tirando eles, mais ninguém quer saber. A sério.
Foi giro cuscar as fotos de férias? Foi. Em 2010.
Já passaram 5 anos, perdeu a graça.
E não há pachorra.

Lembram-se daquele episódio dos Simpsons em que as irmãs da mãe chegam de férias e os obrigam a ver todas as fotografias?
É isso.

domingo, 24 de maio de 2015

Dois dias com 3 filhos

3 filhos é canja quando o mais velho tem 8 anos e é totalmente independente.
Só é chato na hora do pôr creme antes de ir para a praia, chiça!
A sério que estamos em 2015 e ainda não há um comprimido protector solar? A sério??

Gostar do que se faz

E estar verdadeiramente feliz com a decisão tomada é abandonar um encontro de primos e tios na praia - daqueles com 4 ou 5 guarda-sóis em círculo, miúdos por todos os lados, grandes mergulhaças e conversas à beira-mar - para ir a casa trocar de roupa (e colocar um pouco de maquilhagem, vá), vestir a farda, enfrentar uma caloraça e ir para Sintra trabalhar de sorriso na cara.

Mais um fim-de-semana de praia

E eu continuo sem perceber as pessoas que ah e tal e eu adoro o inverno, e uma lareira acesa, e um chá quentinho e uma manta no sofá a ver um filme...
Como?
A sério que não percebo.
A praia é imbatível. Repito, imbatível.
Não há castanhas assadas, nem piqueniques no parque, nem sequer Natal que se lhe compare.
Nada bate um bom dia de praia.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Não sei porque não me lembrei disto antes

O meu mais velho, no meio dos seus dramas de só querer vestir o que mais gosta, pergunta porque não pode levar os calções do equipamento do Benfica para a escola. Eu, já no desespero e por preguiça, lá lhe digo que não pode porque não estão lavados ainda.
Resposta dele:
"Oh mãe mas porque é que tu não pegas na roupa toda - mas mesmo toda - e metes toda na máquina a lavar? Porque é que só pões pouca roupa?"

(mas hoje foi de equipamento do Benfica completo para a escola. Feliz. Enfim...)

Já agora, o meu maior desafio fashionista

... decorreu este fim de semana.
Reunião de trabalho primeiro, e praia depois.
Consegui arranjar roupa adaptável a ambas as situações, só troquei as sabrinas pelas havaianas no carro.
E fui maquilhada para a praia pela primeira vez na vida.
Sou tão boa nisto da moda, senhores. Qualquer dia viro mesmo fashion blogger.

Fim de semana bom mas bom

Inclui praia, família, festa de anos no parque com amigos, jantarada de família, mais praia com a família quase toda, reunião de trabalho muito proveitosa, almoçarada de mesa cheia, jantarada de petiscos noutra mesa também cheia.
Fosse eu do Benfica e diria que foi perfeito.

domingo, 17 de maio de 2015

Família grande

É tão bom.
Pelo menos não se nota o lugar vazio na mesa.
O vazio fica só no nosso coração, porque a casa está cheia.
E é coisa que eu agradeço todos os dias.

sábado, 16 de maio de 2015

Há poucos males nesta vida...

... que um bom mergulho no mar não resolva.

Época balnear 2015 (agora sim!) oficialmente aberta!

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Em minha defesa

Tenho a confirmação de palavras cancelada nos comentários.
Não percebo porque é que os meus leitores têm de provar que não são robots.
Este blog não tem nada de interesse para robots.
Ainda se fossem robots dos que oferecem coisas à minha pessoa, mas nem esses por cá aparecem...


Mudança de estação

A mudar da roupa de inverno para a de verão, só posso dizer que o guarda roupa da minha filha rivaliza (em quantidade) com o da Sarah Jessica Parker.
Tanta roupa, senhores...

(para quem só agora aqui chega, a roupa dos meus filhos é 99% herdada dos primos/amigos/outros.)

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Dramas da vida doméstica

Este sol e calor e nós com a máquina da roupa avariada.

terça-feira, 12 de maio de 2015

1 passo em frente

... e 2 ou 3 atrás.
Não vos querendo maçar sempre com o mesmo assunto, meus amigos, isto não é nada fácil.

E a minha previsão concretiza-se: o que eu não dava para voltar atrás no tempo e regressar nem que fosse a uma das épocas mais complicadas da minha vida.

sábado, 9 de maio de 2015

E o que é que inaugurou hoje?

A minha época balnear.
Com friozinho e ventinho, e pouca vontade de ficar de fato-de-banho, mas ainda assim, sempre bom.

Holanda

Como é natural, de vez em quando vamos falando sobre a nossa vida na Holanda aos nossos filhos (e que estranho que é, parece que já passou tanto tempo... e o pior é que passou!).
No outro dia, a propósito das bicicletas, de ir de bicicleta para o trabalho e para a escola, e de cá nós não termos bicicleta, o mais velho saiu-se com "vocês deviam era ter ficado na Holanda! Eu queria era viver na Holanda e não cá!"
Nós lá explicámos que voltámos por causa da família, para que eles crescessem perto dos avós, tios e primos.
Não ficou nada convencido.
Ou muito me engano ou vai por-se na alheta e virar-nos as costas (cheias de tatuagens, já se sabe) logo que possa.
Aguardemos.

(mas lá nisto tem bem a quem sair...)

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Vacinas

Fui com o mais velho às vacinas.
O à vontade dele com a agulha, o ar de quem faz isso todos os dias, a questão que fez de querer mesmo ver a agulha a entrar no braço fez-me ter uma visão do futuro.
Ou muito me engano ou este miúdo vai-se tatuar todo, mal tenha hipótese.
Aguardemos.

Ainda sobre o post anterior

No geral a minha opinião é que vivemos numa sociedade paranóica em que todos os pais acham que lhes vão raptar os filhos.
Surgiu há dias um vídeo no FB de um senhor que faz uma experiência social de tentar levar os meninos com a ajuda de um cãozinho, num parque infantil (os pais deram autorização).
Claro que os miúdos do vídeo vão todos com ele ao fim de meia dúzia de minutos.
Quantos é que não foram e se recusaram a dar-lhe a mão? O vídeo não mostra.
E perguntam às mães quantas vezes dizem aos filhos para não falarem com estranhos e elas dizem que o fazem todos os dias - isto não é paranóico?
O vídeo na minha opinião está mal feito, não prova nada, e ainda assim já o vi partilhado em diversos murais de pais preocupados.
Acho que às tantas é demais.


terça-feira, 5 de maio de 2015

Sobre a (super)proteção

É um dilema com o qual me debato diariamente - se os estarei a proteger demasiado, se sou demasiado galinha, se pelo contrário os deixo andar demasiado à solta quando vamos ao parque, por exemplo.
O Tê acha que sou demasiado galinha, que eles já podem correr no parque longe da nossa vista, que mais dia menos dia o mais velho pode ir ali à mercearia da rua sozinho. 
Eu tento não entrar em parafuso, e leio muito sobre o assunto. Sei que faço pior em andar sempre em cima deles do que a deixa-los ganhar asas, e tento não me deixar impressionar com os 1000 vídeos que alertam as mamãs dos perigos dos predadores, como se à porta de cada escola houvesse 10 pedófilos sempre prontos a atacar.
No outro dia no parque vi uma situação que me deixou a pensar.
O parque é pequeno, perto de casa dos meus pais, onde aliás nem costuma haver outras crianças além de nós. Mas nesse dia havia.
Estavam dois miúdos ciganos, de 8 e 6 anos, uma menina de 2 anos (não tinha mais) e um casal sentado no banco do jardim.
Os miúdos ficaram a jogar à bola com o Tê e o meu mais velho, a menina andava por ali descalça a tentar meter conversa com a minha mais nova e a prima.
Achei sinceramente que os pais da menina a estavam a deixar demasiado à vontade, principalmente quando a vi no cimo de uma casinha, e eles nem se mexeram para a ajudar. E eu também não, pensando que se estavam ali os pais não era eu que ia estar a salvar a menina da queda. A verdade é que a menina não caiu, era uma despachada de primeira, descalça pela areia, pela relva, pela terra, a subir e a descer para os baloiços na maior. Ao fim de um bom bocado comecei a achar que a menina não devia ser filha daquele casal, que continuavam (como eu) impávidos e serenos, sentados no banco a curtir o sol, enquanto a menina agora andava infiltrada noutra família que também tinha uma menina pequenina e brinquedos para a sua idade, toda ela à vontade com toda a gente a mexer em tudo.
Resolvi perguntar ao miúdo cigano que estava à baliza, se a menina era sua irmã. Pois era. E perguntei se estavam sozinhos no parque. E claro que estavam, sendo que ele (que estava portanto a jogar à bola todo o tempo sem sequer olhar para a irmã) é que estava a tomar conta dela.
Eu fiquei de boca aberta.
A menina ainda usava fralda, andava ali na maior, a safar-se dos perigos todos. Durante mais de uma hora tudo podia ter acontecido, desde ela cair do baloiço, espetar um vidro no pé, perder-se no meio dos arbustos, sair disparada para a estrada, alguém pegar nela e levá-la (que é o que nos assusta mais).
E depois, não contentes com isso, os miúdos resolvem ir ter com a mãe ao café, deixando a menina sozinha no parque durante uns bons 20 minutos.
Senhores, até eu, que me considero bastante liberal, quase fiquei a hiperventilar ao ver a menina por ali, sozinha, na maior, e saber que qualquer um lhe podia pegar e levar para não sei onde.
Mas pronto, nada disso aconteceu. A mãe chegou pouco depois, agarrou nela, calçou-a e ala daqui para fora. Tudo na maior descontração.
Não posso deixar de confessar que tive um bocado de inveja da calma da senhora, que deixa os miúdos no parque e vai à sua vida, e sabe que no fim fica tudo na mesma e nada acontece.

De facto, nada aconteceu, mas e se.....?

segunda-feira, 4 de maio de 2015

A ver se a gente se entende

Kate entrou no hospital no sábado às 06:00 (hora de Lisboa) e saiu com a criança nos braços apenas 12 horas depois, apresentando-a à imprensa antes de regressar ao palácio.

A amiga Kate não sai assim da sala de partos por obra e graça do espírito santo.
Há todo um mundo (to-do-um-mun-do) de profissionais, os melhores de cada área, cuja missão é fazer com que ela apareça exatamente como está 12 horas depois de parir.
Queridas amigas, se vocês tiverem partos rápidos e sem cesariana e tiverem dinheiro para pagar também podem aparecer assim na hora de ir para casa.
Acreditem.
Não é ela que é especial de corrida.
Os responsáveis pela sua imagem é que são.

Do trabalho

Estou mais feliz e radiante que nunca com a minha decisão de trocar de trabalho. Estou mesmo, mesmo. Não sei como aguentei tanto tempo sentada à secretária, a trabalhar sem motivação nenhuma, ainda para mais fechada em casa.
Dito isto... o tempo que se perde, e os nervos que dá, trabalhar a recibos verdes, senhores...
A ginástica que é preciso, não só para que o ordenado chegue ao fim do mês (que isso nem se fala), mas para que tudo bata certo, para ter as declarações todas direitinhas, para abrir e encerrar atividade como deve ser, para pagar as continhas todas, a segurança social e o diabo a sete.

Que pa-ci-ên-ci-a!!!

domingo, 3 de maio de 2015

Dia da Mãe

O primeiro sem a minha.
O primeiro em que a mãe sou eu. Valham-me o colar de flores de feltro, o estojo com corações, o postal em forma de borboleta, e a festinha no infantário amanhã.
Valham-me eles, portanto.

terça-feira, 28 de abril de 2015

Big brother (or google) is watching you

Estou no Gmail a escrever um mail para enviar um documento.
Quando carrego no "enviar" abre-se uma janela:

"Poderá ter-se esquecido de anexar um ficheiro.
Escreveu "Segue em anexo" na sua mensagem, mas não existem ficheiros anexados. Pretende enviar mesmo assim?"

Claro que me tinha esquecido de anexar o ficheiro, e claro que me deu jeito o alerta, mas...
A sério?
A sério que temos o google a ler os nossos e-mails antes mesmo de os enviarmos?

Quanto tempo até termos uma janela a dizer "Não se chama nomes às pessoas" ou "Esqueceu-se de indicar a hora da reunião" de cada vez que queremos enviar um e-mail??

3 meses

Já? Parece que foi ontem!
Não, não parece nada que foi ontem, parece que foi noutra vida. E foi.

Eu por cá mantenho-me à espera do dia em que comece a custar menos em vez de custar cada vez mais.
É uma caminhada, é um processo, é todo um reajuste.

E vamos aguentando. Porque essa é a grande ironia, por muito que achemos que não vamos aguentar tanta dor, aguentamos sempre. (e nestas alturas só penso nas mães que perdem os filhos... nem imagino).
O ser humano aguenta muito mais do que pensa.
Aprendi isto com ela.

domingo, 26 de abril de 2015

Já agora...







... esta era a outra música da mesma cassete que eu também ouvia com a minha mãe, e que ambas gostávamos e ficávamos a ouvir no carro até acabar.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Nuvem negra

Estas últimas 2 semanas tenho tido uma nuvem negra por cima da cabeça.
Diz que faz parte, que é o processo do luto (ou da luta?), e que "com o tempo há-de passar".
A juntar a isso tenho tido os tais episódios jeitosos que incluem problemas com as finanças, uma batidela no carro, umas idas ao banco tratar  de mudanças numa conta, e até (esqueci-me de contar no outro dia) já atropelei um cão  (mas não o magoei, menos mal).
Enfim, é tudo a ajudar a mandar abaixo.
Haja paciência e energia, que é o que se precisa por aqui.

Fénix do acne

Tenho aqui uma borbulha que mais parece uma fénix.
Quando parece que desaparece, volta a renascer das cinzas e a crescer como um balão.
Valha-me que tenho anos (mais de 20!) de experiência a lidar com elas, e lá vou conseguindo disfarçar com maquilhagem.
E valha-me que nestes 20 anos de acne do forte também me fui deixando de importar com o facto de estar a falar com uma pessoa e a mesma não conseguir tirar os olhos do meu queixo.
Enfim.

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Boyhood

O meu mais velho há umas semanas atrás pediu para o deixar ficar à porta da escola (em vez de o levar à sala). Viu um colega entrar sozinho (com o irmão), e quis fazer o mesmo - é uma escola pequena, eu consigo vê-lo levar a lancheira para o ATL e depois atravessar o recreio para ir para a sala. Assim temos feito nos últimos dias.
Hoje à hora que chegámos não havia lugar para estacionar, e havia fila na rua (só passam carros de pais naquela rua, a escola dele é no meio do nada mesmo!), pelo que o deixei no passeio e ele lá foi até à escola, ficando eu dentro do carro.
Estava todo orgulhoso. Fato de treino e camisola do Benfica (ninguém é perfeito, pronto), mochila às costas (com as chuteiras do futsal), lancheira numa mão e cartas Invizimals na outra, muito compenetrado a ir pelo passeio fora até ao portão da escola.
Tão, mas tão crescido.
Feliz com a própria independência.

terça-feira, 21 de abril de 2015

O poder da música



Em 1997 a minha mãe sofreu um acidente que a obrigou a meses de fisioterapia (depois de uma cirurgia, e de meses imobilizada também). Eu estava na faculdade, tinha tempo, e por isso fiquei encarregue de a levar todos os dias à fisioterapia durante uns tempos.
Na altura tinha uma cassete dos Gun que rodava sem parar, e quando chegava esta música eu punha sempre mais alto porque ambas adorávamos. E se a música ainda não tinha acabado quando chegávamos ao destino, ficávamos no carro a acabar de a ouvir - coisa que aliás era típico dela, deixar as músicas acabar antes de desligar o carro.
Há um ano atrás voltámos à rotina do leva e traz, desta vez aos tratamentos de quimioterapia ou às sessões de acupunctura que também fez.
E uma vez, não sei onde nem quando, começa esta música a dar na rádio. Eu comecei a cantar, e ela começou também a reconhecer que conhecia a música, mas não sabia de onde...
Lá nos lembramos da tal cassete que estava no carro há 17 nos atrás, que tantas vezes ouvimos.
Hoje, à saída da escola, entre uma rotunda e a outra, comecei a ouvir os primeiros acordes e zás! volume no máximo, e toca a cantar de uma ponta à outra.
E nem precisei de olhar para o banco ao lado para saber que a minha mãe estava ali comigo.

Atulhada em burocracia

Entre finanças, seguradora e banco, ou em espera para falar com algum deles por telefone, assim tenho passado os dias quando não estou a trabalhar.

Seca.

sábado, 18 de abril de 2015

Difícil, difícil, difícil

...é viver com esta ausência.

Chiça!

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Semana boa, boa

Aquela que começa com uma carta das finanças que inclui a palavra "coima" e segue para uma batidela no carro.
E ainda é 5ª feira.

terça-feira, 14 de abril de 2015

Nota mental

A ver se me lembro de ver com alguma frequência (diariamente, vá), o boletim meteorológico.

Ontem fomos jantar a Lisboa, estava um tempo óptimo, foram ambos de calções. Quem dera a muitas noites de Junho estar assim.
Hoje, obviamente, foram novamente de calções para a escola, então ontem estava-se tão bem lá fora quase à meia noite...
Pois...

Chegada à escola com a miúda de pernoca ao léu, e parece que sou a única que não sei que davam descida de temperatura...

domingo, 12 de abril de 2015

Homem que é homem...

... não tira selfies antes, durante ou depois da corrida.
Mai nada.

(querem provar que foram correr tirem fotos à paisagem, que a figura que fazem a tirar a selfie suados antes de ir para casa é no mínimo... ridícula.)

sábado, 11 de abril de 2015

Conversas entre o meu filho e o primo da mesma idade (5 anos)

Tal qual.Sem tirar nem por.

Cortei o cabelo

O que, para quem me conhece, não é novidade.
Volta não volta, passo do cabelo abaixo dos ombros ao cabelo ao nível do queixo. Desta vez com o escadeado e a franja ainda parece mais curto.
A piada está nas reações à minha volta.
Como em ambos os trabalhos as pessoas só me conhecem desde Outubro, ou seja, com o cabelo comprido, ficam muito chocadas de me ver aparecer com um visual diferente.
Desde alunos que me dizem que pareço adolescente (que eu ouço como um elogio, não sei se era...), outros que dizem que eu não sou eu (que sou a gémea da professora), a colegas que me dizem que este cabelo me faz mais magra (hein?) e também muito mais alta!
Haverá com certeza quem não tenha gostado, mas esses não dizem nada porque não se sentem à vontade.
Win-win para mim.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

36 anos, quase 37

E comprei agora o meu primeiro creme anti-rugas.

Tudo começou num jantar de amigas, em que uma amiga muito croma de tudo o que diz respeito à beleza nos informou de que o ingrediente maravilha que deveria estar presente em todos os nossos cremes (e bases também) é o chamado ácido hialurónico (ou coisa que o valha).
Diz que é a 8ª maravilha, protege do sol, hidrata, e preenche e previne as rugas. Tudo o que se quer.
Como o meu creme (anti-acne, ou seja, de adolescente) tinha acabado, vai que fui comprar logo outro que tivesse este tal ácido. Claro que era muito mais caro, mas eu achei que valia o investimento.
Ninguém fica eternamente gira de borla, meus amigos. A partir de certa altura a mãe-natureza transforma-se em madrasta-natureza e já não quer saber de nós, temos de nos virar para a mãe-ciência para nos ajudar.
Conversa puxa conversa, fomos dar ao famoso creme do Lild - o tal que ficou em primeiro nas escolhas da Deco, à frente de grandes marcas com grandes preços também. Resolvi experimentar também e não me dei mal.
Lá está, só vamos saber se faz efeito daqui a uns 20 anos, nessa altura, se o blog ainda existir (por mim sim, só se me obrigarem é que acabo com ele) logo vos digo.

terça-feira, 7 de abril de 2015

Ainda os 4 anos

No verão passado estava a minha mais nova a brincar com a minha mãe às festas de anos, e pediu para lhe cantarmos os parabéns, a fazer de conta que fazia 5 anos.
Nessa noite eu fartei-me de chorar, por saber que a minha mãe já cá não estaria, quase seguramente, quando ela fizer 5 anos.
Não me ocorreu nunca que ela já não estivesse nos 4 anos.

4 anos

Fez ontem a minha filha.
E foi, como tudo de agora em diante, um dia de anos agridoce.
Apesar de não ter sido o dia perfeito, que não foi, foi um dia mais que perfeito.
E só podia, pela forma como começou.
Domingo de Páscoa, depois de jantar, as minhas irmãs e sobrinhas e o meu pai reunimo-nos à volta da cama dos meus pais, para mais uma vez dividir algumas coisas que ainda ficaram.
Ela e os primos mais novos vieram ter connosco, já ensonados.
Nisto entra o Tê a dizer que já era meia noite, e todos começam a cantar-lhe os parabéns.
E ali naquele mesmo quarto onde há dois meses a minha mãe nos deixou, em volta da mesma cama onde todos juntos chorámos e rezámos por ela, cantámos e festejámos os 4 anos de vida da nossa (e tão sua) princesa.
Parabéns, filha, que tens quem te adore na terra e no céu.

sábado, 4 de abril de 2015

Relação esquizofrénica

A dos meus filhos. A sério, não há como entender.
No mesmo minuto estão tranquilos, daí a nada andam à pêra, ao moche, às mordidelas, depois aos beijinhos, aos abraços, aos risos e de volta aos moches outra vez. E quando chego ao quarto para ver o que se passa já estão todos contentes a pintar o mesmo desenho em plena harmonia. Até que viro costas e começa tudo outra vez.
Até fico zonza com tanta bipolaridade.
(mas já só me meto ao barulho quando há sangue)

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Os dois com amigdalite

As crianças?
Não, os adultos, mesmo.
Ora estava eu a queixar-me de não ter ido para lado nenhum, e zás, toma lá uma amigdalite para estragar de vez o fim de semana comprido.

Senhores da farmácia (onde deixei 78 euros, tau!), também podem oferecer antibióticos e anti-inflamatórios. Faço publicidade como ninguém, como já se sabe.

Bolas para isto, pá!

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Das férias (dos outros)

Este ano, como se sabe, a minha mudança profissional implicou alguns cortes de orçamento cá em casa, e o mais óbvio é claro, são as férias e viagens. Não que fossemos malta de andar sempre a viajar, que nunca fomos, por uma razão ou outra, mas este ano ainda menos.
E depois, claro, parece que toda a gente foi passar dias a algum lado... menos nós.
Ele é viagens pela Europa (irmã), Paris e Eurodisney (amigos), neve na Suiça (amiga com o filho), Moledo (amigos), Algarve (outros amigos) até Berlim (duas amigas)!
E depois venho à blogoesfera e vejo que há hotéis que oferecem estadias em troco de publicidade e juro que não percebo porque não me escolhem a mim!!!
Eu sou tão influente, senhores da indústria hoteleira, tenho resmas de leitores fiéis que basta eu estalar os dedos e vão a correr fazer o que eu sugiro.
Fico a aguardar as vossas propostas, vá.