terça-feira, 29 de março de 2016
Cenas fixes
Cada um é diferente dos outros, e eu sinto-me tão bem lá que gosto de todos (apesar de ser cheiro a mofo, a humidade e a coisas antigas, adoro!).
segunda-feira, 28 de março de 2016
Este filho não é meu
Quando dei por ela estava a fazer contas mentalmente.
Em vez de apenas contar os carneiros que passam a vedação, vai que o rapaz os agrupa, adiciona e subtrai até se cansar.
(e eu não faço ideia se as contas estão certas. Detesto matemática!!!)
Ponto de situação
Abril adivinha-se com menos trabalho mas com programas em todos os fins-de-semana.
Só festas de anos assim de repente ocorrem-me 7, algumas de números redondos (18, 40 e 80 anos!) outras de idades menos redondas mas igualmente importantes.
Vai haver fim de semana de primos, e até uma viagem ao estrangeiro (que não é à Holanda! Uau!).
Atentai que logo vos ponho a par de tudo.
E sem fotos para não ficarem com inveja.
Quem é amiga, hã?
quinta-feira, 24 de março de 2016
Ser Peter Pan...
37 anos não é jovem?
O meu pai acha que sim. E o senhor que vende pipocas à porta do palácio trata-me sempre por "menina".
segunda-feira, 21 de março de 2016
domingo, 20 de março de 2016
quinta-feira, 17 de março de 2016
O rei vai nu
Fizemos as visitas entre luzes e câmaras, vimos montarem mesas com cartas escritas à pena e copos de licor, passaram por nós várias pessoas vestidas à época - s. XVIII.
Às tantas à porta passa um actor de camisa, cuecas, sapatos e meias, e touca na cabeça (para depois pôr uma cabeleira).
Quando achamos que já vimos tudo...
Este rei ia literalmente, nu...
quarta-feira, 16 de março de 2016
Á-ona-á-ona-dê
Se tu visses o que eu vi - dó-mi-nó...
Eh pó e taitai-ê.... eh pó e taitai-ê.....
Quem me ajuda com mais??
É tão giro vê-los a fazer, todos entusiasmados e diferentes, claro.
Ele, todo competitivo, a querer fazer sempre mais rápido e cheio de força.
Ela, toda ritmo, e dança e graciosidade.
Também percebemos que ele já sabe o que são números pares e ímpares (no 1º ano? fico de boca aberta!), pelo que também se joga ao Par ao Ímpar.
E aos poucos começam a ter brincadeiras que não acabam com um a chorar. (ou que demoram um pouco mais a lá chegar, vá...)
As coisas cá de casa
Confirma-se.
Desde Outubro já tivemos de arranjar/substituir/deitar fora os seguintes aparelhos:
Máquina de café Dolce Gusto
Máquina de café Nespresso
Torradeira
Candeeiro do quarto das crianças
Aquecedor
Máquina da roupa
Máquina do pão (minha)
Máquina do pão (da sogra)
Máquina do pão (da minha mãe)
Frigorífico
Já olhamos para as coisas cá de casa a pensar no que se vai seguir...
domingo, 13 de março de 2016
Trabalhar em turismo
É trabalhar quando os outros descansam. É ficar em stress com os verdadeiros domingueiros no caminho para o trabalho. É espreitar o Facebook e Instagram ao longo do dia e apanhar com os brunchs dos outros, com as ideias de receitas preguiçosas dos outros, com os passeios dos outros, com os fins de semana fora dos outros. É ver os outros a aproveitar o primeiro fim de semana de primavera. É trabalhar nos sítios onde os outros aproveitam esse mesmo fim de semana.
É suspirar um bocado com tudo isto.
E pensar que o sacrifício vale a pena.
(e já estamos em época alta outra vez...)
quarta-feira, 9 de março de 2016
Manhãs sem filhos
Tenho os miúdos a dormir em casa dos avós, pois a prima mais nova também está com varicela e assim fica tudo junto (caso contrário não tinha com quem os deixar, já que tenho muita semana com pouco trabalho, mas claro que não é o caso desta...).
Pois que assim sendo, de manhã estou armada em miúda solteira, pois o Tê sai mais cedo e eu fico com a casa só para mim.
Acordo 1 hora mais tarde.
Faço a minha ginástica com todo o vagar. Tomo duche de porta mesmo fechada, sem gritar com ninguém nem interromper. Visto-me com tranquilidade, ponho creme hidratante como manda a lei. Vou para a cozinha e tomo o pequeno-almoço sentada, faço a minha torrada e como-a eu, ainda quentinha, sozinha de uma ponta à outra. Depois ainda me dá tempo de tratar de assuntos como passar recibos no site das finanças ou enviar CV a novos sítios.
Saio de casa calma e tranquila, chego ao trabalho e não estou a bufar nem a suspirar.
É que só aquela coisa de estar pronta, pegar no casaco e de facto sair, me parece para lá de extraordinária.
São o melhor do mundo, que são, mas caraças que exigem tanto de nós, bolas.
terça-feira, 8 de março de 2016
Um dia...
Hoje ainda não é esse dia.
Obrigada a todas as mulheres que nos permitiram chegar até aqui.
Que a minha geração tenha a força necessária para fazermos a nossa parte nesta empreitada.
Feliz dia, mulheres!
domingo, 6 de março de 2016
Varicela x 2
É xarope para os dois, banho de maizena para os dois, pomada para os dois, 10 dias de molho e estaremos despachados disto para sempre.
Estou tão orgulhosa!
quarta-feira, 2 de março de 2016
A vida a preto e branco...
São as cores da minha farda, o que faz com que a maioria dos dias tenha de andar vestida nestes tons.
Havia a alternativa de me vestir e despir depois do trabalho, mas quem tem paciência para isso?
Assim, quase dia sim-dia sim (e ainda bem!) lá ando eu invariavelmente de calças pretas, botas pretas, camisola cinzenta ou preta ou camisa branca, para poder combinar com o polar e a parka na hora das visitas.
Depois há um dia em que tenho folga e fico sem saber o que vestir!
E obrigo-me a usar as outras cores todas e... já nem me sinto eu!
terça-feira, 1 de março de 2016
Em 2016 como em 1999...
E constato que muito pouco mudou.
segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016
29 de Fevereiro - onde estavas há 4 anos atrás?
Ora, ora, quem diria que o 29 de Fevereiro seria o novo 1 de Janeiro por aqui no Quase Adultos?!
Dia de balanço, portanto.
Há 4 anos estava, basicamente, descontente com as escolhas profissionais que tinha feito nos 4 anos anteriores, que no início pareceram escolhas acertadas (e seguras, e de certo modo foram ambas) mas que acabaram por criar uma crise existencial que era escusada. Às tantas já não sabia mesmo se iria conseguir sair do ciclo vicioso profissional, se ia conseguir voltar a trabalhar naquilo que gosto mesmo, se haveria alguma porta que se iria abrir finalmente.
2008 foi de facto um ano de mudanças, e 2012 foi um ano que questionei algumas delas.
E agora que já passou posso dizer-vos que me preocupei demasiado. Não que não tivesse razões para isso, que tinha, mas tanta preocupação não permitiu apreciar devidamente o que tinha na altura.
Durante algum tempo achei que 2012 tinha sido um ano assim-assim. Tinha tanta vontade de fazer outras coisas, tantos projectos e nada aconteceu.
Hoje sei que não lhe dei o devido valor.
2012 foi o último ano em que a minha mãe esteve bem, e com saúde. Em 2013 ficou doente, e já sabem o que aconteceu nos anos a seguir. Hoje olho para as nossas fotografias das 2012 e vejo-as de forma totalmente diferente. Foi um ano em que não aconteceram muitas coisas boas que eu desejava, mas também não aconteceram coisas más .
Foi um ano muito bom, portanto.
Dito isto, tenho orgulho nos meus últimos 4 anos, em toda a caminhada que fiz e que me permitiu chegar até aqui.
E respondo à Mary de 2012 que a Mary de 2016 está bem, e recomenda-se.
Se tudo se mantiver como está, arrisco dizer que a Mary de 2020 não tem do que se queixar!
Aguardemos até ao próximo 29 de Fevereiro para saber.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
E dura, e dura, e dura...
Ou para os humanos acabarem de vez com os zombies, não quero saber!
Dava para acabar de vez com esta porcaria desta série???
AAAARRRGGGHHHHH!!!!
Aquele momento...
...em que estás numa sala de espera à pinha a ler o teu livro do Ken Follet sobre a II Guerra Mundial e reparas que o senhor do lado está a deitar o olho justamente na única cena picante do livro até ao momento.
Como uso uma capa de tecido, o senhor ficou a pensar que eram as 50 sombras ou algo parecido...