quarta-feira, 27 de abril de 2016

De regresso...

... E ainda com uma grande ressaca de Disney. Foi mesmo inesquecível! (e cansativo, mas no bom sentido)
A repetir.

terça-feira, 19 de abril de 2016

E no próximo fim-de-semana...





...estaremos aqui.
Depois de anos a falar no assunto, e até de fazermos um mealheiro para o efeito, achámos que estava na altura de visitar a Disney de Paris. Com a criançada, bem entendido.
Não posso dizer que assim de repente fosse o meu destino de eleição, logo eu que não acho graça nenhuma a desfiles de máscaras, montanhas russas nem casas do terror... mas acho graça a ver os meus filhos felizes e eles estão que nem podem de contentes!
Vamos em família, e vai ser com certeza uma experiência inesquecível para as 3 gerações.
E o meu mais velho já anda a fazer contas a quantos anos faltam para lá voltar outra vez...

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Cenas fixes

Ver o meu mais velho a ler o seu primeiro "tio Patinhas". De repente é todo um novo mundo que se abre. Cada livro é uma descoberta.
Espero que assim se mantenha. Quem gosta de ler nunca está sozinho.

E esta chuva, senhores?

Credo!

quarta-feira, 13 de abril de 2016

5 anos

Pois que sim, parece que foi ontem que escrevi este post (ou anteontem, vá) mas a minha menina já fez 5 anos.

5 anos é um marco, e eu tinha muita curiosidade em saber como ela iria reagir.
Isto porque 5 anos foi a idade que eu não quis fazer. Eu queria muito ter ficado com 4 anos, e na véspera dos meus 5 anos a minha mãe apanhou-me a chorar (ainda na cama de grades, clássico de 3ª filha...) porque não queria fazer anos. Não conheço mais nenhuma criança que não queira fazer anos, mas a verdade é que este momento marca a minha primeira crise existencial.
E marca também um momento em que tomei consciência de mim mesma enquanto pessoa. Eu lembro-me perfeitamente de mim com 5 anos, e vê-la assim tão crescida é giro, mas não deixa de ser estranho também.
Os meus medos foram infundados. A minha filha há-de ter crises existenciais com certeza, mas só mais tarde. Estava que não se aguentava de felicidade e excitação por fazer anos, por ser a rainha do dia, por receber presentes. Foi à escola de manhã e levou bolo, almoçou com os avós e prima, passou a tarde comigo e no fim tivemos um lanchinho cá em casa para os avós e padrinhos.
Estava tão contente que todos os dias me diz que queria que fosse 6 de Abril outra vez.
Tão bom que a minha "mini-me" não seja assim tão parecida comigo.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Fim de semana de primos

Quase se adivinhou um flop, mas acabou por ser um grande sucesso, tanto para nós como para a geração dos nossos filhos.
Para eles houve horas de brincadeiras no jardim, correrias, jogos de tabuleiro e brinquedos antigos.
Para nós horas e horas à mesa a enfardar leitão, chanfana, algumas garrafas de vinho e doces regionais.
Os nossos avós estão, com certeza, orgulhosos.
O meu fígado é que não (mas não se queixou muito).
A repetir.

segunda-feira, 4 de abril de 2016

E o que se seguiu...

... foi mesmo o outro aquecedor.

O timming não é mau de todo porque já estamos na Primavera, mas com esta chuva toda fiquei mesmo sem ajuda para secar a roupa.

domingo, 3 de abril de 2016

Unhas de gel

A tal festa dos 18 anos pedia o dress code tipo Casa dos Segredos.
Levei roupa minha, mas investi na maquilhagem e acessórios.
Comprei unhas postiças, tipo unhas de gel, daquelas quadradas cheias de brilhantes. Vejo imensa gente com aquilo normalmente, e se já não percebia como é possível, agora ainda menos.
Foram as 5 horas mais estranhas das minhas mãos. Subir os collants foi coisa para demorar 10 minutos cada perna. Objectos pequenos que me caíam ao chão, pois por lá ficavam que qualquer tentativa de os apanhar saía furada.
Comer, beber, ir ao wc, conduzir... Tudo foi um desafio. Só me sentia com 5 pás nas pontas dos dedos.
A não repetir.

Ser Peter Pan

É ir a uma festa de 18 anos e achar que não pareço (de todo!) 20 anos mais velha que aquela malta toda.

terça-feira, 29 de março de 2016

Cenas fixes

Consigo distinguir os palácios onde trabalho pelo cheiro.
Cada um é diferente dos outros, e eu sinto-me tão bem lá que gosto de todos (apesar de ser cheiro a mofo, a humidade e a coisas antigas, adoro!).

segunda-feira, 28 de março de 2016

Este filho não é meu

Obrigado a deitar-se sem ter sono, mandei-o contar carneiros para adormecer.
Quando dei por ela estava a fazer contas mentalmente.
Em vez de apenas contar os carneiros que passam a vedação, vai que o rapaz os agrupa, adiciona e subtrai até se cansar.

(e eu não faço ideia se as contas estão certas. Detesto matemática!!!)

Ponto de situação

A Páscoa passou e com ela quase que termina o mês de Março, o mês com mais trabalho, menos folgas, mais fins-de-semana a trabalhar, e reuniões para projectos que se avizinham. Ainda faltam 3 dias de trabalho duro, num projecto novo mas com tudo para correr bem.
Abril adivinha-se com menos trabalho mas com programas em todos os fins-de-semana.
Só festas de anos assim de repente ocorrem-me 7, algumas de números redondos (18, 40 e 80 anos!) outras de idades menos redondas mas igualmente importantes.
Vai haver fim de semana de primos, e até uma viagem ao estrangeiro (que não é à Holanda! Uau!).
Atentai que logo vos ponho a par de tudo.
E sem fotos para não ficarem com inveja.
Quem é amiga, hã?

quinta-feira, 24 de março de 2016

Ser Peter Pan...

... é ver uma oferta de "estágios jovens" num Museu interessante e pensar que se calhar ainda me posso candidatar.

37 anos não é jovem?
O meu pai acha que sim. E o senhor que vende pipocas à porta do palácio trata-me sempre por "menina".

Sabes que é Páscoa quando...

... levas para o almoço dois ovos cozidos que vinham no folar.

segunda-feira, 21 de março de 2016

Trabalhar em zonas turísticas é...

... tomar café ao balcão ao lado do homem-estátua de bronze.

domingo, 20 de março de 2016

Serei só eu...

... a achar que a Primavera começa mas é dia 21 de Março, e mai nada?

quinta-feira, 17 de março de 2016

O rei vai nu

Hoje estavam a fazer filmagens no palácio onde trabalho.
Fizemos as visitas entre luzes e câmaras, vimos montarem mesas com cartas escritas à pena e copos de licor, passaram por nós várias pessoas vestidas à época - s. XVIII.
Às tantas à porta passa um actor de camisa, cuecas, sapatos e meias, e touca na cabeça (para depois pôr uma cabeleira).
Quando achamos que já vimos tudo...
Este rei ia literalmente, nu...

quarta-feira, 16 de março de 2016

Á-ona-á-ona-dê

Ando a ensinar-lhes aqueles jogos de mãos, mas já não me lembro de muitas músicas nem "coreografias".

Se tu visses o que eu vi - dó-mi-nó...

Eh pó e taitai-ê.... eh pó e taitai-ê.....

Quem me ajuda com mais??

É tão giro vê-los a fazer, todos entusiasmados e diferentes, claro.
Ele, todo competitivo, a querer fazer sempre mais rápido e cheio de força.
Ela, toda ritmo, e dança e graciosidade.

Também percebemos que ele já sabe o que são números pares e ímpares (no 1º ano? fico de boca aberta!), pelo que também se joga ao Par ao Ímpar.
E aos poucos começam a ter brincadeiras que não acabam com um a chorar. (ou que demoram um pouco mais a lá chegar, vá...)

As coisas cá de casa

Sabem aquela teoria de que os aparelhos electrónicos se avariam todos ao mesmo tempo em casa?
Confirma-se.

Desde Outubro já tivemos de arranjar/substituir/deitar fora os seguintes aparelhos:
Máquina de café Dolce Gusto
Máquina de café Nespresso
Torradeira
Candeeiro do quarto das crianças
Aquecedor
Máquina da roupa
Máquina do pão (minha)
Máquina do pão (da sogra)
Máquina do pão (da minha mãe)
Frigorífico

Já olhamos para as coisas cá de casa a pensar no que se vai seguir...

domingo, 13 de março de 2016

Trabalhar em turismo

É trabalhar quando os outros descansam. É ficar em stress com os verdadeiros domingueiros no caminho para o trabalho. É espreitar o Facebook e Instagram ao longo do dia e apanhar com os brunchs dos outros, com as ideias de receitas preguiçosas dos outros, com os passeios dos outros, com os fins de semana fora dos outros. É ver os outros a aproveitar o primeiro fim de semana de primavera. É trabalhar nos sítios onde os outros aproveitam esse mesmo fim de semana.
É suspirar um bocado com tudo isto.
E pensar que o sacrifício vale a pena.

(e já estamos em época alta outra vez...)