terça-feira, 10 de outubro de 2017

Sacos (e sacos e sacos) de roupa

Sabes que estás atrasada no tratamento das roupas de verão quando a tua irmã já te passou uns quantos sacos de roupa, a tua amiga também, e até o primo que tem 5 filhos (com entrega ao domicílio e tudo), e a roupa dos teus filhos que não serve ainda está nas gavetas...

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Coisas que te fazem parecer mais velha

Não é usar óculos (óbvio), é usar óculos com aquelas fitas para pendurar os ditos ao pescoço.
Aquelas desportivas para óculos escuros ainda vá, mas eh pá, a fita ou corrente nos óculos de ver ao perto... fica-se mesmo logo com ar de velha.

São práticas de usar?
Calculo que sim. Mas metem logo 10 anos em cima de quem as usa.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

domingo, 1 de outubro de 2017

Sr. Sinal

Esta semana fui tirar um sinal na barriga.
Não é a primeira vez, pelo que ia bastante descontraída e a par do esquema.
Só que este não era um sinal. Era um Sr. Sinal, médio por fora mas grande por dentro, pelo que o procedimento foi quase uma cirurgia à séria, e o resultado foi um grande buraco na barriga.
(ao menos aproveitavam e faziam lipoaspiração mas nem isso).
Mas pronto, por mim até estava tudo bem, até me dizerem que não podia molhar o penso (que vai ficar por 15 dias!).
A sério que em 2017 não há pensos impermeáveis??
Como é que se toma um duche sem molhar a barriga?
E agora que ao que tudo indica vou poder voltar ao biquíni em 2018, vou ficar com uma mega cicatriz!
Oh sorte...

Post fútil ou nem por isso

Aos 8 meses regresso ao peso que tinha ao engravidar.
Longe de ser o meu peso ideal, é motivo de alegria e orgulho voltar a caber nas calças (apesar de ainda não ficarem a matar, mas já apertam, nada mau).
E não, não foi por obra e graça do espírito santo ou da natureza que é minha amiga. Foi obra de mudanças alimentares profundas que têm a ver com outros problemas mas que por acréscimo permitem também perder peso. (o truque já sabemos qual é: fechar a boca!)
Os primeiros 8kg já foram, agora é a valer.
Consiga eu meter o exercício físico na minha rotina (meu querido Shaun T que tantas saudades tenho!) e garanto que chego aos 40 em melhor forma do que estava aos 30.
Bora lá!

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Ainda a aprender a ser mãe de três

Assim foi com o primeiro e a segunda, e assim é com a terceira também.
Está tudo bem quando estamos de licença (ou não, mas isso dá outro post), a verdade verdadinha começa quando voltamos ao trabalho.
Tudo o que fazíamos antes deixa de funcionar, toda a lógica e rotina tem de se repensar e reajustar. E pelo meio deixar muita margem para o jogo de cintura que é preciso ter.
Neste momento acho que nem que não dormisse à noite eu iria ter tempo para ter tudo organizado (e tudo é só o básico porque nem sou pessoa muito organizada!).

Hoje foi o primeiro dia em que tive mesmo mesmo de sair a tempo e horas. A do meio acordou a vomitar. Pronto, instalou-se o caos. Foi o mais velho a dar o biberon à mais nova, o Tê esqueceu-se do antibiótico e teve de voltar para trás, e até houve uma vassoura que caiu pela janela (juro!), quando estávamos finalmente prontos a sair (mochila as costas de um, balde para vómito debaixo do braço da outra) ainda houve tempo para mudar um cocó na fralda antes de sair!
E chegamos todos a tempo!
No meio do caos até correu tudo bem.

O que falhou afinal? Regresso a casa para almoçar e reparo que os lanches ficaram no frigorífico...

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

O fim do verão que parecia não ter fim

Já tive muitos verões especiais na minha vida, e o de 2017 ficará na minha memória como um deles, seguramente.
O melhor de tudo não foram os dias de praia (na melhor do mundo), nem as idas à piscina nem nada disso.
O melhor de tudo foi o tempo que tive com eles.
Tirando duas semanas de trabalho intensivo, em que eles foram para o ATL (e a mais nova para a avó), o resto do tempo foi passado comigo.
Foram quase três meses quase sempre juntos.
Com tudo de bom e bonito e idílico e sufocante e desgastante e desesperante que possa ser - e ainda para mais marcado pelo facto de não podermos fazer praia à nossa vontade por causa do bebé.
Nos anos anteriores tive a sensação de que eles andaram o verão inteiro de actividade em actividade, muitas delas comigo, é certo, mas sempre com horários, com pausas de almoço, com coisas planeadas para fazer até irmos para fora daqui.
Este foi o verão de fazer o que apetece.
Tiveram tempo para tudo, até para se aborrecerem (que é tão importante!).
Preguiçaram em casa, viram televisão (coisa rara em tempos de aulas), fizeram desenhos e pintaram, brincaram de facto com a carrada de brinquedos que têm, desfrutaram do seu quarto, da varanda, trouxeram legos e casinhas para a sala. Andámos de bicicleta e de patins, fomos ao parque e à praia e à piscina, mas tudo sem fazer muitos planos.
Que bom que foi poder proporcionar-lhes estes dias, que não sei se algum dia vão valorizar, mas que eu acho que foram tão importantes.
Chegaram ao fim das férias fartos de não ter nada para fazer, e eu farta de os ter por perto!
Foram para a escola felizes e com aquela vontade de voltar à rotina, e eu feliz por eles e feliz por mim também.
Foi tão bom que até foi um fartote!

Cada vez mais há mais ofertas giras para ocupar os miúdos nas férias (e eu trabalho nessa área, sei muito bem), mas foi um privilégio termos um verão sem rotinas, como os de antigamente.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

As mães de meninas pequenas vão perceber

A minha filha do meio, que tanto tempo foi a mais nova, está tão crescida tão crescida que de todo o material para o 1º ano não escolheu NADA com o tema Frozen.
Nem nada cor de rosa, devo acrescentar.

São agora uns dois aninhos de descanso até voltar a ouvir Let it go...let it go.....
Ufa.

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

10 anos hoje

Que escrevi o primeiro post deste blog.
Não pensei no assunto na altura, mas não deixa de me surpreender que 10 anos depois este espaço continue a existir.

Tanta coisa aconteceu desde então.
Era uma quase adulta à beira dos 30, a viver em Amsterdam, a trabalhar numa multinacional americana e vivia com o namorado e um amigo.
Sou uma quase adulta à beira dos 40, vivo no Murtal, trabalho em diferentes palácios e museus e vivo com o mesmo namorado e os nossos três filhos.
Entretanto a vida foi acontecendo, muitas coisas mudaram, pessoas partiram e outras chegaram, passei por tanta coisa que nunca cheguei a partilhar, mas algumas coisas permaneceram iguais.
Entre elas este blog e a minha vontade de aqui escrever.

10 merecem uma transformação e tenho andado a pensar nisso: uma nova cara, sair do anonimato, quem sabe abrir páginas noutras redes sociais.
Fiquem por aí, como têm estado nos últimos 10 anos, que eu por cá permaneço também.

Obrigada a todos!
Será que me torno adulta nos próximos 10 anos??

segunda-feira, 31 de julho de 2017

70 anos hoje

Hoje era dia de estarmos juntos.
De almoçar fora na Adraga ou no restaurante do javali, de passear por Sintra, comer uma queijada.
De tirar uma fotografia os 5 em frente ao loureiro que havia em frente à porta da sala.
De ter os tios lá em casa à noite a beber café.
Não que adorasse fazer anos, não que gostasse de ser o centro das atenções, mas era sempre um dia diferente e especial.
Continua a ser diferente e especial, isso é certo.

Lembro-me dos 40, dos 50 e dos 60. Não pensei nunca que aos 70 o festejo fosse outro.

Parabéns, mãe!

sábado, 22 de julho de 2017

És oficialmente mãe quando...

... sozinha em casa com com os filhos te cai um varão de cortinas bem pesado em cheio em cima da cabeça, e no meio de uma dor alucinante só pensas:
"não podes desmaiar. Estás sozinha com os miúdos! "

quinta-feira, 20 de julho de 2017

6 meses hoje

Meio ano com o melhor bebé de sempre, a cereja no topo do nosso bolo, o nosso AMOR maior.
Tão bom este bebé nas nossas vidas, tão bom ver os manos enternecidos, ver nela admiração e espanto à menor gracinha deles.
Toda ela é amor puro.
Todos nós somos amor puro por ela também.

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Regressos ao trabalho

Abril 2010, o nosso primeiro bebé com 6 meses: regresso ao trabalho a partir de casa (que eu detestava), o bebé vai para a escola. Custou horrores, mas correu muito bem.

Outubro de 2011, o nosso segundo bebé com 6 meses: regresso ao trabalho a partir de casa (que eu detestava ainda mais), mas o bebé vai para as avós. Custou menos horrores, mas correu muito bem.

Julho de 2017, o nosso terceiro bebé com quase 6 meses: regresso a um trabalho que eu adoro, e o bebé fica com a avó (o melhor de dois mundos, portanto). Nada me interessa, custa na mesma!

Sobrevivemos

... ao primeiro dia de trabalho.
Ela na maior, eu menos.
E depois de uma semana a tentar introduzir o biberon, não é que só na véspera é que ela conseguiu? Incrível como parece que adivinham, e sabem, quando tem mesmo de ser.

É o melhor bebé de sempre, e por isso me custa tanto estar longe dela todo o dia.
Tantos anos sem ela e a achar que era feliz, e agora isto...
Que grande amor que me estava reservado ainda. Tão bom.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

O desmame

Há quase 6 meses chorava eu porque não a conseguia amamentar, agora choro porque tenho de deixar de o fazer.
Foi uma jornada que começou dura, custou-me horrores, mas confiei e senti que íamos chegar a bom porto, e os meses seguintes correram maravilhosamente.
Foram quase 6 meses em que ela dependeu exclusivamente de mim, dia e noite, com tudo de bom e de sufocante que isso possa ser.
Agora é aquela sensação agridoce, a liberdade de poder de facto deixa-la com o pai ou avó durante umas horas, a saudade e nostalgia que sinto do tempo em só eu lhe era suficiente.
Tão estranha esta esquizofrenia de ser mãe.

De regresso

Primeiras férias a 5: check.
Sobrevivemos sem doses excessivas de stress, conseguimos fazer tudo o que queríamos e ainda mais alguma coisa, pois com a ventania que estava na praia, quase nem lá pusemos o pé... foi mesmo isso que me ficou a faltar, mas este ano já estava à espera, que com um bebé pequeno não se pode ficar na praia todo o dia como gostamos.

Este regresso tem sido uma adaptação.
Eu regresso devagarinho ao trabalho, a mais nova inicia-se nas sopas e fruta, os mais velhos estão cada um no seu atl pela primeira vez.
Menos mal que estamos em Julho, está sol e ainda temos muito verão pela frente,.

domingo, 25 de junho de 2017

Férias detox

Pois que a partir de hoje entro de férias, e como de costume não andarei por aqui.
Aliás a ideia é mesmo fazer um detox de redes sociais virtuais, de modo a fortalecer a rede social real nestas nossas primeiras férias a 5 (sem ser na barriga).
São só duas semanas, passam num instante.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Tristeza

Tristeza é pouco para descrever o que se sente com a tragédia que o país atravessa.
Incêndios há sempre, como este foi coisa que nunca se viu.
Impressiona principalmente por haver crianças envolvidas. Famílias com filhos pequenos a passar uns dias de férias divertidos, que acabam de um modo que ninguém imaginaria.
Como viver depois disso? Como podem estas mães e avós continuar a viver depois de ver filhos e netos levados pelo fogo?
Só espero mesmo que tudo tenha acontecido rápido. Tão rápido que nem tenha dado para perceber o que estava a acontecer.
E que isto sirva para mudar alguma coisa.
Para mudar tudo, aliás.

terça-feira, 20 de junho de 2017

5 meses

Viraste a nossa vida do avesso, mas depois percebemos que o avesso é que é o lado certo.

És o melhor bebé de sempre.
Como é que vivemos tanto tempo sem ti?

E amamentar...

... com este calor, hein?

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Fiz anos...

... mas por pouco não me passavam ao lado.
Posso ficar com os 38 então, certo?

Adoro este blog

Adoro mesmo.
Tem sido uma companhia, um escape, um meio de comunicação incansável, ao longo de quase 10 anos.
No entanto, no momento presente não me é fácil cá vir. Tanta coisa para escrever mas como não estou sentada à secretária nem venho ao computador diariamente, passam os dias e o blog vai ficando em branco...
Tenho pena, e espero que seja uma fase.

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Querido mundo da Internet...

... em geral, e das mães em particular: o dicionário português já tem uma palavra para designar o oposto de "complicar" - é "simplificar".
Sim, as nossas avós (aposto) não usavam o termo "descomplicar".

De repente parece que toda a gente tem dicas para descomplicar a nossa vida.
Simplificar, senhores.
Não compliquemos.

domingo, 21 de maio de 2017

Foto de família

Aquele momento em que tiras pela primeira vez uma foto de família com o teu bebé, e no meio da confusão, na única foto decente, o bebé... não aparece!
(ficou tapado pela madrinha que se estava a desviar do cão. Sim, o cão aparece todo.)

terça-feira, 9 de maio de 2017

Mistério insondável

Fim de semana 7h: tudo acordado
Dias de semana 8h: eu a arranca-los da cama e eles "oh mãe, só mais um bocadinho!"

Tal como o piercing na sobrancelha nos anos 2000

... o chamado coque masculino em 2017 não dá estilo a quem não o tenha já.
Quem tem estilo, tem estilo, quem não tem também não vá por aí.
Por isso, caro jovem imberbe, não é por teres um carrapito no cucuruto da cabeça e uma barba mal semeada que ficas lindo de morrer.
Sou a favor de tentar diferentes abordagens e fazer o que nos dá na gana, mas ele há coisas que simplesmente não funcionam em toda a gente.






sexta-feira, 5 de maio de 2017

Quase 39 anos e 3 filhos...

É desta que já posso dizer à vontade "tenho uma novidade!" sem ouvir inevitavelmente "estás grávida?!"?
Será?

domingo, 30 de abril de 2017

Quem nunca?

Tínhamos um vale de 75€ do IKEA para gastar, e resolvemos abater na compra de um repousa pés uma vez que o nosso além de emprestado está todo estragado.
Já sabíamos o que íamos comprar mas chegando lá comecei a achar que era grande demais. Depois as cores não me convenceram...
Resolvemos desistir e acabamos por trazer uma mesa de centro de 20€ só mesmo para remediar a situação da sala enquanto não temos uma solução melhor. Pelo caminho agarramos em mais coisas soltas que dão sempre jeito. Nada de especial.
Chegamos ao fim e ainda tivemos de pagar a diferença.
Os 75€ não chegaram.

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Música

Nunca ouvi a música dos meus filhos.

Cá em casa, e no carro, os filhos é que ouvem a música dos pais.

Temos pena, mas o 25 de Abril não chegou mesmo à nossa parentalidade (mesmo!).

Sendo
assim nunca houve CD dos Caricas, das Músicas da Carochinha, da
Leopoldina, o que quer que seja. A criançada ouve o que os pais gostam e
ponto.

No infantário ouviam a Rádio Comercial, e vinham para casa a trautear músicas que eu nunca tinha ouvido.

Agora cresceram e abriram horizontes.

O
mais velho não liga muito, mas a do meio diz que quer ser cantora, e
aos poucos foi descobrindo videoclips no Youtube e até já tem uma lista
de autores favoritos: Katy Perry, Shakira, Justin Timberlake, Marron 5, Enrique Iglesias
e Bruno Mars têm sido nossos companheiros de danças na
cozinha ao fim do dia, enquanto fazemos o jantar.

Estão muito longe de ser os meus favoritos, mas pelos filhos fazemos quase tudo. Quase.



domingo, 23 de abril de 2017

Decisões decisões...

A meio da noite ouves o teu bebé, que dorme profundamente, a fazer um grande cocó na fralda.
Instala-se o dilema. O que fazer?
Mudar a fralda sob pena de o acordar?
Ignorar e esperar que acorde para mamar?

Porque é que eu acordo ao mínimo som??
Que canseira...

domingo, 2 de abril de 2017

És oficialmente suburbana quando...

... Vens ao domingo à capital e achas toda a gente muito bem vestida.

As mães de blazer e salto alto ou ténis da moda, meninas de gola e laço, meninos de camisa, famílias inteiras com t-shirt a combinar.
Não se vê disto na minha terra.

(nota: sempre fui suburbana, menina da linha aliás, a questão é que nesta fase venho mesmo muito pouco a Lisboa e quando venho é para ir a casa da minha irmã, daí a estranheza de ver esta malta na rua tão bem arranjada. Domingo de fato de treino está out, está visto)

quinta-feira, 30 de março de 2017

Cápsula

Tive esta ideia na gravidez, mas faz sentido em qualquer altura da vida de qualquer mulher, mãe ou não.
Então era assim, durante a noite metiamo-nos numa cápsula (ou não, não pensei bem no formato) mas de manhã acordavamos e estávamos com a depilação feita, unhas pintadas, sobrancelhas arranjadas, cabelo penteado se fosse o caso, pele hidratada, massagens de emagrecimento ou anti celulite ocasionalmente. Tudo aquilo que precisamos e não temos tempo para fazer.
É de génio ou não é de génio?
Quem se chega à frente?

quarta-feira, 29 de março de 2017

Cenas que me acontecem (peças soltas)

No fim do dia perceber que aquela borrada que aconteceu há horas também sujou e bem a minha camisola.
Tudo pronto para sair e bumba, mancha de leite na (unica) camisa (lavada, passada, gira, que me serve) que tenho. O relógio não pára, é colocar uma echarpe a esconder e sair. (não vale a pena tentar secar com o secador porque o leite tem gordura e por isso a mancha não vai sair).
Bebé que chora no supermercado é altamente irritante e igualmente eficaz para que nos ofereçam prioridade.
O meu bebé fez ontem pela primeira vez sete horas de sono à noite. Pena que as primeiras três tenham sido no meu colo, depois de mamar, em que adormeci meia sentada, de pescoço torto (e o Tê nem se atreve a acordar-me sob nenhuma circunstância...). Resultado, foram sete horas que no fundo me souberam a quatro.
Fui ver fotos do meu mais velho em bebé para confirmar as parecenças com esta baby 3. Confirmei todas as parecenças, mas não reconheci a miúda gira, nova e fresca que aparece nas fotos com o bebé ao colo. Só passaram 8 anos, caramba! Foram intensos mas ainda assim... Estarei assim tão diferente (e mais velha) daqui a 8 anos?? Aguardemos...

sexta-feira, 24 de março de 2017

Amamentar é...

... entre outras coisas...
Sentir que não fazemos mais nada.
Nunca chegar a acabar o que estamos a fazer.
Estar sempre na dúvida se começamos ou não determinada tarefa, porque não sabemos se vamos concluir.
É organizar todo o nosso dia em função do horário do bebé - todo, desde idas à casa de banho, comida, duche, tudo.
É sentir constantemente um tic tac tic tac na cabeça - já está na hora?

quarta-feira, 22 de março de 2017

Ou aquele outro momento em que....

... Com o bebé no colo resolves descascar um ovo cozido e descobres que... afinal o ovo não estava cozido. Estava cru.

segunda-feira, 20 de março de 2017

Aquele momento em que...

... Sentes algo estranho no soutien, vais ver e tens uma chucha metida entre as maminhas.

Uma espécie de bónus para o meu bebé.

(e há quanto tempo alo estava a chucha? Pois, sabe-se lá... O glamour da maternidade...)

sábado, 18 de março de 2017

Pergunta retórica

Quantas vezes por dia é que uma mãe de um bebé pequenino abre e fecha molas de pressão?

quarta-feira, 15 de março de 2017

Dilema

Não sei se prefiro que ela faça um intervalo de seis horas à noite (da meia noite às 6h da manha) e depois intervalos curtos durante a manhã e o resto do dia (duas horas ou menos), ou se prefiro que faça intervalos de três horas todo o dia e toda a noite também (acordando assim. às 3h da manhã).

Juro que não sei o que é pior ou melhor.
Enquanto isso, ela faz o que lhe apetece.

quinta-feira, 9 de março de 2017

Sobre o Insta (e sobre as mães em geral)

Tenho seguido várias mães no Instagram que tiveram bebés na mesma semana ou mês que a minha.
(Sim, se fossem ao meu insta há um ano atrás veriam que só seguia malta do fitness e das comidas saudáveis - agora as comidas foram à vida porque enjoei na gravidez, os do fitness foram reduzidos ao meu querido Shaun e pouco mais, e há toda uma panóplia de mamãs e marcas de roupinha fofinha que nunca compro, mas gosto de ver, pronto).
Não têm noção da quantidade de gente, portuguesas e estrangeiras, com problemas na amamentação. Era um assunto tão tabu há um tempo atrás, que parecia a coisa mais fácil do mundo (e nós a embater com a realidade e a ter de lidar com a frustração) e de repente parece que começamos a falar mais abertamente, a dizer que dói, que é difícil, tantas vezes a insistir e outras tantas a desistir. Mantendo a perspectiva e o foco na realidade, sem filtros.
Outro assunto que vi no outro dia numa mãe holandesa foi a depressão pós-parto - outro assunto tabu (de que felizmente não tenho conhecimento) mas que é tão importante debater, explicar, desmistificar.
Ontem foi o dia da mulher, e por isto e muito mais, só posso mesmo dizer: somos as maiores!
As que são mães e enfrentam isto tudo, as que não são e enfrentam a sociedade e fazer perguntas, as que não querem ser e são olhadas de lado por toda a gente!
Os homens não passam por nada disto!

Ser mulher é difícil!
Respect!

terça-feira, 7 de março de 2017

Lei de Murphy dos bebés pequeninos

Fralda nova = cocó
30 segundos sem babete = bolsado
Roupa lavada = um ou outro ou xixi por fora
Mãe com roupa de sair = todos os anteriores

Sempre uma adrenalina.

Coisas boas de ter uma família grande

Ter sempre alguém com quem falar por mensagem quando estou a dar de mamar durante a noite. Quer seja a prima querida que tem um bebé 20 dias mais velho que a minha, quer seja uma irmã que aguarda pelos filhos adolescentes que chegam a casa de madrugada, às vezes até as duas ao mesmo tempo.
E as noites não são tão solitárias assim.

quinta-feira, 2 de março de 2017

O post da praxe II - a amamentação

Haverá pessoas que passam ao lado disto tudo, mas quer o destino que esta história da amamentação seja para mim todo um filme de aventuras.
Um pequeno resumo da minha experiência enquanto mamífera:
Filho 1) nunca aprendeu a mamar desde o princípio, tive sempre muita dificuldade porque ele não pegava bem, e acabei por desistir ao fim de 4 meses de sofrimento.
Filha 2) nunca tive problemas, subida de leite super tranquila, mamou sempre bem e assim foi em exclusivo até aos 6 meses e depois até aos 11 meses.

Ora, a filha 3 não apresentou problemas em mamar, logo desde a sala de partos, pelo que eu deduzi que não iria ter problemas, certo?
Errado.
De facto ela tinha, e tem, um excelente instinto, e sabe mamar como deve ser, mas nem sempre o que parece é...
Começamos com a subida de leite que eu pensava que seria fácil, como foi da irmã. Não foi.
Depois de uma noite a mamar bastante bem, passou um dia inteiro sem mamar. E eu a desesperar.
Depois começou a ser difícil começar a pegar. Ficávamos às vezes 20, 30 minutos ou 1 hora até ela pegar e começar a mamar. Já chorava ela e chorava eu de desespero de não conseguir fazer mais nada.
Na primeira consulta percebemos que não estava a aumentar como deve ser e saí de lá com ordem para lhe dar de 2 em 2 horas. Dia e noite. Mais o tempo que ficava até pegar, como devem calcular não fazia mais nada.
Nova pesagem e mantém o pouco aumento, e começamos a falar na hipótese de um suplemento. Nada contra, mas com tanta dificuldade e numa menina que se percebe que até tem capacidade de mamar bem (só precisava de alguns ajustes) parecia-me um desperdício estar a da um biberon por dia que se calhar ia contribuir para que ela nunca voltasse a mamar como deve ser. Vim embora com ordem para manter o ritmo e descansar (eu).
Um dia depois da sesta acordo com febre e uma maminha completamente cheia, vermelha e em brasa... Diagnóstico: mastite. Horrível. E ainda não sei o que a causou (e vivo com medo que um dia regresse...)
Finalmente quando ela começa a aumentar de peso, percebemos que é à minha custa, e que o aumento dela me estava a sair do pêlo (literalmente).
E assim fui a uma consulta com uma especialista em amamentação, e foi o melhor que fiz.
Analisou a boca dela (porque há bebés que não conseguem abrir bem a boca ou tem freio na língua que os impede de pegar como deve ser), analisou a pega, e ensinou-me alguns truques para que as coisas corram melhor.
Finalmente, ao que parece, estamos agora a entrar nos eixos, ao fim de 1 mês e meio (quase) de muito sofrimento, muito cansaço, muita dúvida, muita decisão, muito medo de não tomar a decisão correcta.
Nos últimos dias já melhorei bastante, e ela também parece estar bem, a fazer intervalos maiores e a dormir um pouco mais de noite (o que me sabe que nem ginjas...). Ainda é cedo para dizer que o pior já passou, mas quero acreditar que sim.

Com isto tudo foi um primeiro mês muito desafiante, que infelizmente não deixa saudades. Apesar de saber que são fases e que tudo se resolve, a verdade é que só queria que o tempo passasse para poder começar de facto a desfrutar do meu bebé, sem esta sombra da dor e do medo associados à amamentação.
Fui apanhada na curva, não pensei passar por isto ao terceiro, ainda mais porque aparentemente tudo tinha começado tão bem...
Mas cada um traz uma lição, e não há idade nem experiência que nos poupe a ela...

A todas as mães que estão nesta fase: coragem!
Somos as maiores em conseguir de facto amamentar as nossas crias. Sabemos que compensa, mas lá que nos custa, custa!
Respect, por todas nós.

quarta-feira, 1 de março de 2017

O post da praxe I - o parto

Verdade seja dita que já estava mais do que fartinha de estar grávida. Já aqui o disse que não é de todo o meu estado preferido, acho-lhe mesmo pouca graça, apesar das coisas boas que também sei reconhecer.
Andava tão pesada e cansada que nem conseguia ir caminhar no paredão, coisa que adoro e que sei que faz mesmo bem.
Nessa semana consegui, e apesar do frio glaciar fui tanto na 4ª como na 5ª feira.
Portanto o dia começou com um passeio no paredão, seguido de uma ida ao supermercado. Vim para casa, almocei, e tomei a decisão (de que tanto me arrependi) de não dormir sesta - para não perder o sono à noite. Decisão parva. Mesmo.
Por volta das 16h e pouco fui à cozinha começar a fazer o jantar e senti uma pequena perda de água. Mesmo pequena, pelo que achei sinceramente que estava ligeiramente incontinente - coisa aliás mais do que normal como sabeis.
Liguei ao Tê e disse-lhe para vir, porque achei melhor ir ao hospital, só por descargo de consciência. Das outras vezes fui seguida no particular, e fui ter com a minha médica à MAC várias vezes a partir das 36 semanas para fazer ctg e avaliações. Ora, como desta vez fui seguida no centro de saúde, não tinha ainda feito nenhum tipo de avaliação, e achei melhor ir, só para ficar a saber se a coisa estava a evoluir ou não.
Chegados ao Hospital de Cascais, com toda a calma e tranquilidade porque afinal não tinha perdido mais nada desde então, ainda tive um filme na triagem. Pois que a senhora à minha frente se recusou a responder às perguntas do enfermeiro, e o comportamento foi de tal maneira que ele teve de chamar a polícia. Pois que a senhora insistiu que não ia embora com o polícia, e fiquei eu de pé e ela sentada no meu lugar a fazer basicamente uma birra. Acabou por sair levada pela polícia, quase algemada à séria! O enfermeiro que me fez a triagem só tremia com a situação, menos mal que naquela altura eu achava mesmo que não estava em trabalho de parto, se não não sei como iria reagir...
Fui para cima com pulseira amarela- pouco urgente - e no ctg nada se passava. Tudo tranquilo e sem contracções.
Fui então ser avaliada pela obstetra de serviço - muito querida, por sinal - e só então ela confirmou que tinha tido uma ruptura da bolsa - uma ruptura alta, daí ter sido tão pouca água.
Fui depois preencher burocracias, com toda a calma porque o parto teria de ser induzido.
Desci depois para o bloco de partos, que parece quase uma sala de baile, enorme, com todas as condições, e mandaram-me tomar um duche (cada sala tem um WC) - achei o maior luxo, e a verdade é que é muito relaxante o que acaba por ajudar o parto  evoluir.
As horas seguintes foram de "espera", com algumas contrações e a dilatação a avançar devagarinho.
Lá levei a epidural e fiquei tão KO que fui dormitando ao longo de uma hora, meio cá meio lá.
De repente e sem nada o prever a situação evoluiu rapidamente e chegou a hora de começar a fazer força. Tive muita sorte com a enfermeira-parteira que me calhou, a pessoa mais calma à face da terra, que fez do momento do parto uma experiência super tranquila e zen.
Por um lado acabou por demorar mais do que eu pensava - porque dos outros só fiz força umas vezes e eles sairam rapidamente. Esta saiu com toda a calma e serenidade, bem devagarinho (tanto que às tantas já estava a desesperar e a achar que não ia conseguir fazer mais força), mas sempre guiada pela voz calma da enfermeira, lá consegui mandar a miúda cá para fora - e fui eu que a fui buscar, eram 00h47. Não houve stress, não houve gritos, não houve confusão, não houve ninguém a carregar em cima da minha barriga. Estava a minha tia pediatra, o Tê, e duas enfermeiras, e tudo decorreu na maior paz.
Uma vez cá fora (pela primeira vez chorei mal a tive nos braços) ficou ainda bastante tempo com o cordão por cortar. Uma vez cortado foram três horas de pele com pele, só quando eu quis (e porque já eram 3h da manhã) é que nos levaram para cima. Ninguém a tirou de ao pé de mim, ninguém a vestiu, ninguém lhe fez qualquer tipo de exame. Ficamos as duas coladinhas, a aprender a mamar, a desfrutar da companhia uma da outra sem pressa, porque não havia nada no mundo mais importante do que isso. Foi mesmo muito especial.
Foi um momento completamente diferente das anteriores experiências, e tive muita sorte não só com a equipa que me calhou mas também por ser de noite, que fez com que não houvesse pressa para nada.
Fiquei a maior fã do Hospital de Cascais, não só pelas pessoas (que é o mais importante) mas também pelas condições fantásticas de ser um hospital novo, com todas as comodidades. Cinco estrelas.
Dizem que todos os partos são diferentes, e parece que é verdade, e sendo todos especiais e fantásticos (porque correram bem), este talvez tenha sido aquele em que consegui desfrutar mais.
Nem sempre o parto mais rápido é o melhor, às vezes fazer as coisas com calma também compensa.
Acho que fechei com chave de ouro este capítulo da minha vida.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Privação do sono aos 38

E agora vocês têm de imaginar aqui um post todo completo sobre este assunto, porque eu neste momento (como no resto do dia) sou incapaz.
Só quero dormiiiiiiiir.....

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Mãe do terceiro aos 38

Seria de esperar uma certa serenidade, uma segurança que só a idade e a experiência nos podem trazer.
Pena é que pelo menos nestes primeiros tempos sejam as hormonas a controlar isto tudo.
E portanto, do terceiro como do primeiro, aos 38 como aos 31 (porque não fui mãe mais cedo, mas imagino que seja igual) vou alternado dentro da bipolaridade que é no fundo sinônimo de maternidade: ela é tão querida e cheira tão bem, e devíamos ter mais bebés e vai correr tudo bem, ela não mama, está pequenina, nunca vai crescer, nunca mais vai mamar, está a correr tudo mal, não tenho tempo para os outros, porque é que ela não dorme??

Recuperarei eu a sanidade mental aos 38 quase 39?
Aguardemos.
Neste momento a resposta será claro que sim/obviamente que não.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Só uma constatação rápida...

Amamentar não é para meninas. Mesmo.
É mesmo para Mulheres com M grande.

Fossem os homens a carregar  bebé na barriga (com alterações hormonais, enjoos, peso a mais, noites sem dormir, ciática, e tudo e tudo) e a passar pelas dores do parto, e depois pela amamentação, e só me ocorre uma ideia: extinção total da espécie humana.

Os homens estão a anos-luz desta realidade. Completamente por fora.

Os posts da praxe já aí vêm...

...assim tenha eu tempo para eles.
Aguardem.

sábado, 28 de janeiro de 2017

2 anos hoje - a despedida

A minha mãe morreu faz hoje dois anos. E se parece que foi ontem, também parece que foi noutra vida.
E foi.
A minha mãe morreu no dia 28, mas para mim a verdadeira despedida ocorreu alguns dias antes, nem sei dizer quando exactamente.
Fui ter a casa dos meus pais ao fim do dia, como sempre fazia (em dias alternados com a minha irmã -numa agenda organizada com dias de antecedência, deixando os fins-de-semana para a outra irmã que vive no Alentejo).
Nesse dia o jantar estava feito, e não havia mais nada que fosse preciso fazer.
Deitei-me ao seu lado e conversámos um bocadinho sobre como tinha corrido o meu dia. Dei-lhe a mão e com custo puxou-a para si para dar um beijinho. Ali ficámos e acabamos por dormitar. De vez em quando ela abria os olhos e dizia "hummm, que bom! Que bom estares aqui!".
E foi tão bom mesmo, um último momento de colo e mimo de mãe.

Não sei dizer exactamente em que dia foi, sei que no último dia não me despedi porque estava a dormir, e no dia seguinte esteve sempre inconsciente até que finalmente partiu.
"O que se come e o que se bebe, é o que levamos desta vida" costumava ela dizer. Só que não. O que se leva, e o que fica para quem cá fica, são momentos como estes.

2 anos. 
Um vazio sem fundo.
Uma falta de colo que por muito que se tente, não se substitui.
2 anos de saudades que não passam. Não passam mesmo.

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

E às 37 semanas certinhas...

.... Nasceu a nossa Maria Teresa!
Um pouco antes do previsto, mas no dia escolhido por ela, e correu tudo maravilhosamente.
Agora gozamos os doces momentos de ter um recém nascido em casa, tentamos aproveita-la ao máximo (é tão mas tão querida!) e dar atenção aos mais velhos que estão histéricos de felicidade (e algo descompensados também).
Desde o dia 20 de Janeiro as 00.47 que o nosso mundo ficou mais rico!
Acompanhem por aqui as nossas aventuras e esta nova fase do blog.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Da tv

... quantas séries, quantas mesmo, é possível haver com o mesmo tema: policiais.
Ele é sobre detectives privados, investigação criminal, pessoas desaparecidas, casos arquivados, passadas nos anos 20, inspiradas na Agatha Christie, e a lista continua...

Depois da febre das séries sobre médicos ou advogados, estas já andam por aí há algum tempo, mas pelos vistos vieram para ficar...

Estar muito, muito grávida...

... é ir fazer uma caminhada com frio de 3 graus e vento, e ainda assim ficar com as mãos (mais) inchadas.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Frio

Andar de gorro é muito bonito, e útil, o pior é o estado em que fica o cabelo depois....
Menos mal que não estou a trabalhar...

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Cansaço (e preguiça)

É o meu estado natural nos últimos tempos.
Diz que pode ser da idade, ou do facto de já ser o 3º, a verdade é que eu culpo os kilos a mais para esta sensação de cansaço permanente.
Qualquer actividade tem de ser seguida de uma pausa.
Subir escadas é um martírio. Estar de pé também, ficar sentada idem.
Sinto-me tão, mas tão pesada (e estou... já levo mais dois kilos de avanço em relação às outras gravidezes, e ainda faltam duas semanas) que qualquer movimento me deixa de rastos.
E depois uma pessoa deixa de trabalhar e acha que vai ter imenso tempo mas surgem tantas pequenas coisas que é preciso fazer, que nem tenho tempo (aka energia) para fazer as minhas caminhadas no paredão, que tão bem me fazem (e sabem). Reuniões na escola, comprar material, consultas disto e daquilo, análises, visita guiada ao hospital, e assim se vai o tempo nestas duas semanas.
Resta saber se depois dela nascer vou andar melhor, ou se ainda vai piorar.
Vamos lá ver.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

36 semanas certinhas

E o essencial está pronto.
Nós também já estamos quase prontos.
Aguardemos.

17 anos juntos...

... quase 11 a partilhar casa,  à beira do 3o filho em comum e pela falta de espaço que temos cá em casa, o Tê e eu vamos partilhar pela primeira vez uma cómoda (só enquanto o bebé dormir no nosso quarto). E assim de repente ocorreu-me que há muitas coisas que não partilhamos, e se calhar é esse o segredo do sucesso desta relação...
Vejamos:
Nunca partilhamos a mesma mala de viagem.
Nunca partilhamos a bolsa de toilette.
Não usamos os mesmos produtos de higiene.
Neste momento nem usamos a mesma pasta de dentes.
Cada um tem o seu armário.
Cada um tinha a sua cómoda (até hoje).

Vamos ver se o casamento sobrevive.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Quantos mais filhos tens...

...menos sabes.
Só me apercebi disso quando a minha irmã engravidou do 4o filho, e se fartou de me fazer perguntas de mil pormenores que achava eu, ela saberia mais do que eu.
Depois comecei a reparar, e normalmente os bitaites e certezas absolutas vêm de quem menos filhos tem. Frases como "o meu filho faz isto porque o habituei" e coisas que tais são típicas de quem tem um ou dois no máximo.
Vejo-me agora à beira do 3o e não tem conta a quantidade de mensagens que troco com a minha prima (e comadre!) que foi mãe do segundo agora no dia 1. Ele é sobre o que se pode ou não comer, o que levar na mala da maternidade,  quais as fraldas a comprar, um sem número de perguntas. Só agradeço te-la por perto e sempre pronta a responder.
A experiência nestes casos só nos faz ter ainda mais dúvidas.

Importância de um nome

Não, não é um post sobre a escolha de nome de um filho, mas acaba também por ser.
Como sabem trabalho em sítios diferentes, para empresas diferentes, recebendo no meu mail vários mails por dia que nada tem a ver uns com os outros.
Quis o destino que três das pessoas com quem trabalho e que me enviam mails importantes e urgentes, tenham o mesmo nome: Susana.
E eu sempre a receber mails da Susana X, Susana Y e Susana Z - quando vejo o nome fico sempre com um nó na cabeça e tenho de pensar para conseguir atribuir o apelido à instituição (e daí descortinar a importância do mesmo, porque dependendo do sítio podem ser mesmo urgentes).
O mesmo se passa com o nome Rita. Duas pessoas de sítios diferentes, que por acaso têm em comum o facto de enviarem ficheiros por wetransfer com documentos ou ficheiros audio. E eu lá descarrego os ficheiros e por micro-segundos tenho de processar a informação de estar a receber isto daquela Rita (até que me cai a ficha, calma, é da outra Rita).
E-mails duplicados, ou enviados por engano, tudo me ocorre por causa da confusão de nomes.
Não gosto nada de nomes excêntricos, daqueles que uma pessoa passa a vida (inteira!) a ter de explicar, mas isto de viver no meio de pessoas com o mesmo nome não dá jeitinho nenhum...

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Manobra de marketing

Já aqui vos disse que estou com um grande barrigão, e que pelo menos há três meses que me perguntam se está quase.
Neste momento já toda eu estou grávida, mãos inchadas, cara que parece que vai explodir, e já toda a gente me olha de lado na rua, com cara de quem acha que vou parir ali mesmo.
Ora hoje entrei numa loja de roupa de bebé e a menina - com toda a certeza doutorada nesta matéria e com muita experiência a lidar com grávidas - vira-se para mim e atira esta verdadeira pérola: "então, nasce lá para Abril ou é antes?"
Até achei que não estava a falar comigo, mas era a única na loja.
Respondi que não... que está para Janeiro mesmo, mais duas semanas ou pouco mais.
E ela surpreendida (ou não): "ah! vejo-a tão elegante!"

Excelente manobra, não fosse ter sido exagerada (se tivesse dito Fevereiro ou Março eu ainda caía) e era capaz de comprar qualquer coisa só por ter sido uma querida.
Mas gostei da atitude.
Isto sim é uma boa vendedora, ao contrário das não sei quantas meninas de lojas que ao longo da vida me perguntaram se eu estava grávida quando não estava - coisa que faz com que naquele momento percam uma cliente.
É por os olhos neste profissionalismo.

5 anos e oito meses

E a miúda teve hoje o seu primeiro ataque de choro por causa do cabelo.
Um aviso, a minha miúda tem o cabelo mais giro à face da terra e há mesmo muita gente que o elogia e diz "quem me dera..." (e com razão).
Mas não é um cabelo liso, nem faz tudo o que ela quer...
No meio da histeria só dizia "eu detesto o meu cabelo, é gordo e é curto, e não vai para baixo!"
Quem não a compreende?
Não me lembro de não gostar do meu cabelo, para ser sincera, mas tenho a certeza que passei por isto a dada altura. Também sei que há muitas de nós que passam uma vida inteira sem o aceitar, a começar pela minha mãe que tinha o cabelo muito encaracolado e passou a vida (literalmente) a contraria-lo, a viver em função do que podia ou não fazer por causa do cabelo, a gerir o seu tempo de forma a poder (sempre) dar-lhe "um jeitinho" antes de sair.
Muitas vezes ouvi ao longo da vida que aceito os meus caracóis porque "são giros" ou "se o meu fosse assim eu também não esticava". Eu não acredito nisso. Acredito é que o meu cabelo seja giro porque eu o aceito e assumo tal como é - espetado, despenteado, com tendência a crescer para cima e não para baixo.
Depois de anos de cabelos lisos na moda, leio ultimamente que os caracóis estão de volta, até há movimentos nas redes sociais para todas as mulheres os assumam, se bem que não é qualquer uma que o faz...
Espero que a minha filha, com tempo, perceba que o seu cabelo, tal como ela, é único e especial, e que ela só tem de aprender a viver com ele, a tirar o melhor partido, a aceita-lo nos dias de chuva e franja frisada, a sacudi-lo  depois de um mergulho, a passar-lhe um pente antes de sair, encolher os ombros e acreditar que há dias em que não vale mesmo a pena perder tempo com ele.
É que não há nada mais cansativo que ser escrava do próprio cabelo. Acreditem.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

38 anos e meio e quase três filhos...

... e começo a ver aquilo que se poderá vir a tornar numa madeixa de cabelos brancos mesmo na zona da franja. Por enquanto ainda são poucos, mas algo me diz que em breve se vão multiplicar.

Vamos ver como reajo a este novo look.
Aguardem aí.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Porqué no te callas???

No ballet da minha filha há uns sofás jeitosos onde os pais podem esperar pelas suas bailarinas. O clube é bastante internacional, pelo que é comum ouvir vários idiomas.
Há uma mãe que se senta sempre no mesmo sitio que eu, com a filha mais velha, que aguarda pela sua aula de ballet.
A mãe é espanhola, a miúda anda no colégio inglês. Toda a santa terça e quinta  a miúda traz um livro em inglês que lê cuidadosamente em voz alta para a mãe ir corrigindo.
Concordo com tudo isto, acho excelente mãe e filha aproveitarem este tempo morto para treinar a leitura, mil vezes isso que estar agarrada a um ecrã (que é o que faz a maioria), toda a gente sabe que os espanhóis são maus a falar outras línguas pelo que não posso dizer mal de nada... Mas senhores.... Aquela vozinha irritante com sotaque espanhol a falar com entoação totalmente british uma hora inteira num tempo que gosto de aproveitar para ler ou ir à net mexe-me aqui com o nervo!!! Tento ignorar e deixar de ouvir mas não consigo!!! Começo a ficar irritada e só me apetece esganar a miúda.
Não sei se é porque tem uma voz irritante ou se é inveja de uma pirralha de 8 ou 9 que fala as mesmas linguas que eu! E com melhor sotaque em pelo menos duas delas!
Grrrrrrr

Quando a lei supera o bom senso

Sou completamente a favor da nova lei de dar prioridade obrigatória às pessoas que dela necessitem. Num mundo perfeito isso não seria necessário, o bom senso se encarregaria de tratar do assunto. Tirando um ou outro episódio, em 3 gravidezes não me posso queixar de falta de prioridade, mas já vivi num país de primeiríssimo mundo onde as grávidas se ofendem se lhes for cedido o lugar - gravidez na Holanda não é doença, e por isso até se cai no exagero ao contrário.
Desde há poucos dias que se aplica a nova lei, onde pessoas que não respeitam as prioridades podem ser multadas. Pois que em menos de 1 semana já vivi situações verdadeiramente insólitas. Estou a ver quanto tempo demora até as grávidas estarem a ser insultadas na rua, tamanho exagero que vai haver.
Situação 1 foi no supermercado. Tinha uma senhora bem velhota, mais de 80 anos de certeza à minha frente na fila, com um saco de pão e pouco mais. Foi atendida e pagou. Aproximei-me eu da caixa e o rapaz ia tendo um ataque, desfez-se em desculpas, que não tinha reparado, ai que a senhora está grávida e eu não a deixei passar à frente! Ao que lhe respondi que a senhora à minha frente também é prioritária, e que nesse caso prevalece a ordem de chegada. O rapaz quase que se pôs de joelhos a pedir desculpa, um exagero pegado, que não queria mesmo ter de pagar multa.
Hoje foi na Segurança Social. Mal entro sinto logo os olhares de lado, mas com esses posso eu bem. Deram-me uma senha prioritária, mas eu (claro) tive de ir ao wc. Quando saio já tinham chamado a minha senha, e a seguinte também - um casal com um bebé minúsculo no carrinho. Aqui podiamos entrar no esquema de "porque trazem eles o bebé para a SS?", porque se estão ali os dois provavelmente podia ter ficado um em casa com o bebé e não o expor a isso, mas pronto, acreditemos que estão os dois porque precisam mesmo de estar os dois. A senhora disse que tinha de atender a senha deles primeiro, eu disse que por mim tudo bem (até porque eu tinha mesmo acabado de chegar) mas o casal insistiu que não, que a grávida tem prioridade, e estivemos ali num impasse "são os senhores primeiro" "não, não, a senhora é que está primeiro" durante um bocado, num exagero um bocado ridículo mais uma vez...
Prefiro isto a ser ignorada na fila prioritária como acontecia antes - mas aí eu apenas perguntava delicadamente se me davam a prioridade e passava à frente como tinha direito.
Todo este alarmismo e medo da multa mal olham para uma barriga de grávida ainda vai ter consequências desagradáveis, estou mesmo a ver...

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Coisas boas de ter um blog

Já há que séculos que me perguntam se está quase, e a resposta era sempre não.
Agora começo a responder afirmativamente, sim senhora, já só falta um mês. E vai que esta resposta despoleta outra pergunta: "então e já tens tudo pronto?" E a resposta é não. Não tenho nem tudo nem nada pronto.
Aquilo que fizemos até agora foi abrir as caixas e sacos de roupa de bebé, que a avó vai lavar logo que haja bom tempo (daqui a uns dias, segundo a previsão). De resto, mais nada.
Claro que as reações são de quase histeria, ui ui! Que loucura não ter nada pronto nesta altura do campeonato! Comecei a achar que esta coisa da idade e da experiência se calhar me estava a toldar o juízo, e vai de consultar aqui o blog a ver como tinha sido das outras vezes, se tinha tudo prontinho direitinho como toda a gente (aparentemente).
Podem confirmar aqui e aqui - nada estava completamente pronto antes das 36 semanas de gravidez.
Ora eu ainda nem cheguei às 35.
Não me stressem, ok?


Disclaimer: sabe quem me lê há mais tempo que a minha experiência não se deve apenas aos meus filhos. Antes de ser mãe já era tia, e uma das minhas irmãs teve duas experiências que me deixaram esclarecida. Uma vez teve o bebé de 37 semanas, e teve de ir buscar a roupa ao estendal, porque não tinha nada pronto. Da vez seguinte tinha tudo pronto com muita antecedência, claro, e pois que o bebé nasceu às 33 semanas - a malinha da maternidade estava pronta, mas cheia de roupa que lhe estava a nadar. Resultado: não serviu de nada. Antes das 36 ou 37 semanas a mala não precisa de estar pronta - só a nossa. O importante é que haja alguém que saiba onde encontrar as coisas, e no meu caso a avó já sabe tudo o que é para lavar primeiro, as toilettes dos primeiros dias, o que vai usar com o quê. Em última análise, se tiver de andar três dias vestida com roupa da maternidade, assim andará. Não tenho nenhum problema com isso.

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Aquele momento em que...

Já estáa tão grávida que nem vês os pés, quanto mais cortar as unhas ou fazer-lhes o que quer que seja porque anyway estamos em pleno inverno e ninguém os vê, e até pensas marcar uma pedicure para tratar do assunto mas preferes faze-lo mais perto da data do parto para andares de chinelos na maternidade mais à vontade. Aquele momento dizia eu em que tens os pés nesse lindo estado de abandono e a médica te pede para te descalçares para avaliar o nível de inchaço dos mesmos.

(vergonha senhores,  vergonha)

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

E pela primeira vez desde 2011

Não estou a ver o masterchef Austrália.
O formato já não me diz nada.
Esgotou.

E às 34 quase 35 semanas...

... Começamos (a avó e eu) finalmente a tratar das coisas de bebé.
Já não falta tudo.

2017 até agora

Começou em casa dos melhores amigos, rodeada de gente que adoro, com boa comida e melhor bebida (que nem cheirei, claro).
Durante a noite mal dormi, e às 4h30 da manhã nasceu o meu afilhado, que por pouco não era o bebé do ano! 2017 a começar em grande, mesmo! Depois do almoço fui visita-lo e foi mesmo, mesmo uma grande emoção.
De manhã fomos à minha praia preferida dar o primeiro mergulho do ano - eu não mergulhei porque enfim, não me pareceu adequado, mas o Tê e os miúdos sim, e foi uma experiência mesmo gira e a repetir. Há anos e anos que combinamos este primeiro mergulho, já era uma tradição/piada porque nunca conseguíamos ir... entre a ressaca do fim do ano e o frio, mas este ano quebrámos a regra e começamos uma nova tradição. Em 2018 (ai!) lá terei de me juntar à festa, sem desculpas.
O resto do tempo foi passado à mesa, com as famílias de ambos os lados, a encher o bandulho de coisas boas como se não houvesse amanhã (nem resto do ano).
Foi um primeiro dia mesmo bom, um excelente começo para um ano em grande!

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

2016 em revista

Vejo muita gente nas redes sociais a queixar-se deste ano, e apesar de não saber exactamente porque se sentem assim, não posso deixar de achar graça sentir que ando ao contrário do mundo.
Depois de um 2014 bom para toda a gente e pior que mau para mim (esse sim, digno de ser realizado pelo Tarantino), de um 2015 melhorzito mas duro de roer, não podia pedir mais deste 2016 que foi tão bom em tantas coisas.
Em termos profissionais surgiram muitas e boas oportunidades, desde Janeiro até Dezembro. Aceitei novos desafios, juntei sítios novos ao meu CV e conheci pessoas impecáveis com quem me identifico bastante e com quem é um gosto trabalhar. Retomei a colaboração com um dos melhores museus do país, que me estava atravessado há anos;  comecei a colaborar com uma empresa de gente jovem e motivada num palácio incrível, onde trabalhar é um prazer; estive 15 dias a trabalhar num sítio de sonho (e é o meu sonho ter um sítio assim) onde as crianças podem fazer tudo o que não fazem em mais lado nenhum, experimentar, brincar, conviver, onde consegui ver como os meus filhos se portam na minha ausência o que me deixou cheia de orgulho. Já mais para o fim juntei-me a mais dois desafios que se irão desenvolver em 2017.
Sinto que cresci e amadureci profissionalmente, estou mais segura, e sei melhor aquilo que quero. E não me faltou dinheiro, que também é importante.
A meio do ano tivemos a notícia maravilhosa que vamos ser pais outra vez. E é tão bom viver tudo isto outra vez, com outra perspectiva, de maneira diferente. O momento em que dissemos aos dois que vamos ter um bebé vai ficar marcado para sempre, foi mesmo muito emotivo ver a alegria e emoção deles ao saber que o bebé que viam na ecografia está na barriga da mãe. E está tudo a correr tão bem que não me posso mesmo queixar de nada.
Também aqui sinto o peso mas também a leveza que só a idade nos proporciona. Sinto-me mais cansada, mas sei perfeitamente até onde posso e quero ir, e que tudo são fases, os enjoos passam, os inchaços também, e um dia voltarei a dormir a noite toda (nem que seja daqui a muito tempo) e terei o meu corpo na melhor forma possível outra vez.
Em 2016 viajei até à Disney pela primeira vez, numa viagem em família que foi super divertida e que nos marcou a todos para sempre. Andei de montanha russa de mão dada com o Tê, e depois noutra com toda a família, episódio que vamos recordar a rir durante toda a vida de certeza.
Tive uma semana de férias na ilha maravilha, onde só apetece regressar, e depois férias com toda a família.
O verão foi marcado pelos encontros para ver os jogos do Euro 2016, e culminaram como se sabe. Foram 20 anos a apoiar a selecção com o mesmo grupo de amigos, temos fotos de quase todos os europeus ou mundiais vestidos a rigor e finalmente sentimos o sabor da vitória! Temos um vídeo da nossa reacção nos últimos segundos do jogo da final, e fico de lágrimas nos olhos sempre que o vejo.
O meu mais velho terminou o 1º ano com notas brilhantes, e recebeu o diploma de excelência numa cerimónia com todas as escolas do agrupamento. Não ligo nenhuma às notas da escola, e não acho que sejam importantes, mas foi um enorme orgulho. A mais nova (agora do meio) também se adaptou bem à escola nova, e eu integrei a Associação de Pais e comecei a estar mais envolvida nos assuntos da escola.
Fui convidada para ser madrinha de um bebé muito especial, que está quase quase a nascer, e não podia ter ficado mais contente e honrada com o convite.
O ano termina com a venda da nossa casa da família, comprada em 1942 pelos meus avós, onde eu vivi até aos 25 anos, e que marcou toda a família e amigos que por lá passaram. Foi local de trabalho do meu avô, lá viveu e cresceu o meu pai e os seus 8 irmãos, e foi o ponto de encontro de toda a família durante todos estes anos. Quando eu era pequena já a família era enorme, e todos os domingos havia jantar com todos, mais os sogros, cunhados, primos e amigos que se juntavam sempre. Uma casa gigante em frente ao mar, que nunca estava vazia. Deixa-nos um pouco orfãos, é verdade, mas foi um processo tão demorado que todos tivemos tempo de nos despedir. Que os valores da família inaugurados pelos meus avós se mantenham, noutro sítio qualquer, é o que todos desejamos, só vamos ter é de ser criativos e arranjar uma maneira de o fazer.
Não posso deixar de referir também as mortes do mundo da música, principalmente o David Bowie que me deixou em choque e infinitamente triste, mas também o Prince e o George Michael pelo inesperado, e o Leonard Cohen de certa forma também, apesar da idade.
Foi um ano em que ninguém ficou doente, em que não fui ao hospital, e todos à minha volta têm saúde, o que só por si - acreditem - já era mais do que suficiente para ser um ano em grande.
Tudo o resto é um bónus.
2017 tem tudo para manter o nível.
Estamos prontos!

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

E quando achamos que vamos ser adolescentes para sempre...

... surgem estas verdadeiras "wake up calls" para nos lembrar que não.

Na véspera de Natal falei sobre ele às minhas sobrinhas adolescentes, de como foi um sex-symbol para todas nós nos anos 80, antes de percebermos a sua verdadeira orientação sexual já nos 90.

Ontem depois de saber a notícia da sua morte tentei explicar-lhes o que é ver os ídolos da adolescência, no fundo não assim tão mais velhos que nós, a partir deste mundo sem nota prévia. Um dia elas saberão que a Rihanna ou o Justin Bibier morreram e vão ficar impressionadas, tenho a certeza.



Até sempre, George Michael. Tanto pediste que te acordássemos antes de partir, e afinal partiste tu sem acordar ninguém...

Sabes que de quase adulta tens pouco...

... e estás mesmo crescida quando nem precisas de uma mão para enumerar os presentes de Natal que recebeste e que não são para a casa, nem para o casal, nem para a família.

É tarde?

Para vos desejar Feliz Natal?

Não, pois não?
Que este Natal seja o melhor possível, queridos leitores, é o que vos deseja esta Quase Adulta!

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Último esforço...

Antes de prosseguir para umas férias pré-parto.
E a dias de terminar dedico dois dias intensivos de formação num novo museu onde começarei a colaborar depois da licença. Vai saber bem (espero) ter um novo desafio no regresso.
Também espero que ela seja calminha e me permita ler os calhamaços que trouxe com tudo o que preciso de saber.

E só hoje me apercebi que uma licença de free lancer nunca o é inteiramente. Se das outras vezes passei meses sem ter que pensar em trabalho, agora, para o bem e para o mal já não pode ser assim...
Vamos ver como corre este equilíbrio...

E às 32 quase 33 semanas...

Pois que a gravidez ainda passa despercebida.
Ontem tive de pedir a uma senhora de um edifício que pertence à câmara se me deixava usar o WC. A senhora, muito simpática, disse logo que sim, mas avisou :
"é mesmo uma excepção, e a senhora não está grávida, mas se alguém perguntar diga que está!"
Qual não foi o seu espanto quando eu abri o casaco e lhe respondi:
"não estou grávida? Não podia era estar mais!"

E a quantidade de vezes que ao longo da vida já me perguntaram se estava grávida, claramente as pessoas gostam de inventar...

domingo, 18 de dezembro de 2016

Missão impossível

Às 32 semanas, encontrar uma roupa verdadeiramente confortável.
Vestido implica collants que apertam,  leggings tenho frio nas pernas, calças de ganga vão até ao pescoço.
Na minha rua há quem passeie o cão de pijama às 7h da manhã.
Acham que posso lançar a moda do pijama todo o dia?

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Sentada a fazer relatórios e a esboçar projectos...

... e só penso como foi possível ter passado duas gravidezes inteiras a trabalhar sentada à secretária 8 horas por dia... que desconforto, que falta de posição, que dores nas costas, que dificuldade em fazer a digestão!
E toda a gente fica muito preocupada se não fico cansada com as visitas, aposto que ninguém se preocupa com as grávidas que trabalham num escritório - acreditem que não sei o que é pior!

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Fim-de-semana livre

Coisa que não acontece desde Outubro.
Dois dias inteiros sem ter hora para acordar - já nem sei o que isso é.
Folgar à semana com miúdos em idade escolar não é a mesma coisa, essa é que é essa...

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Antes e depois III

2009 grávida do primeiro filho:
Vou ter um parto normal. Vou amamentar até aos 6 meses em exclusivo. Vou ser uma mãe prática e descomplicada e dar de mamar em todo o lado. Não vou deixar de fazer nada por causa dele, levo-o comigo para todo o lado. Ele não vai usar chucha. Vai adormecer na caminha dele. Não vou andar sempre com ele no colo. Não vou deixar de fazer programas sem ele. Vou continuar a sair com as amigas e jantar fora com o pai. É muito importante que se habitue a ir dormir a casa dos avós. Tenho muitos sobrinhos, e muito mais experiência que a maioria das mães.    Só me falta ser mãe porque de resto os bebés não têm segredos para mim.

2016 grávida do terceiro filho:
Só sei que nada sei.
Vai tudo depender de como ela for.

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Cenas fixes

Ir a uma entrevista de trabalho com o meu barrigão de 30 semanas, para um museu giro que farta, e combinarmos que a minha colaboração se inicia depois da licença.
Tanta e tanta gente que enfrenta tantos problemas laborais só por engravidar, tantas mães que perdem o emprego, eu sei que ninguém me está a oferecer um contrato nem um salário todos os meses, e que para poder receber vou ter de dar o litro, trabalhar aos fins de semana, fazer propostas, preparar projectos que muitas vezes nem saem do papel; mas ainda assim, e tendo em conta que foi a vida que escolhi (e que tenho a sorte de poder ter escolhido) que fixe que é que a minha barriga gigante não seja um impedimento para a minha realização profissional.
Nesta gravidez já vão duas entrevistas, duas novas colaborações - tecnicamente são três, mas na primeira nem eu própria sabia que estava grávida - que se adaptam ao meu estado, ao meu tempo, à minha disponibilidade.
Passei tanto tempo à espera disto. Tantas e tantas vezes que bati a portas e mais portas sem me deixarem entrar, numa altura em que se calhar até tinha sido mais fácil. Ver o meu CV valorizado independentemente que carregar o terceiro filho na barriga, é coisa que me deixa mesmo contente.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Trabalho

Percebes que trabalhas, de facto, em muitos sítios diferentes (em uns mais e outros menos, bem entendido) quando no calendário do google, entre os diferentes trabalhos, vida privada e feriados pré-definidos, não tens mais cores por onde escolher...

Músicas por que vale a pena viver

Daquelas que não ouvimos há anos e de repente nos fazem parar e pensar "caramba, que bom que isto é!"
Enjoy!

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

E em véspera do dia da restauração da independência...

...cruzo-me em Lisboa com o rei Felipe de Espanha.

domingo, 27 de novembro de 2016

Barriga grande tens tu!

Porque eu, do alto das minhas 29 semanas...
  • ainda consigo apertar o casaco da farda na perfeição
  • ainda consigo apertar a gabardine que era da minha mãe (que era bem elegante por sinal), também na perfeição
  • hoje consegui cortar as minhas próprias unhas dos pés, claro está, na perfeição!
Por isso parem lá de perguntar se está quase ou se são gémeos, porque a resposta não!
E pelos vistos nem estou assim tão grande, caramba!

sábado, 26 de novembro de 2016

Antes e agora II

Tenho uma fotografia tirada em Agosto de 2014 na porta do frigorífico.
Pensamentos que me ocorrem quando olho para ela, Antes e Agora:
Até à Primavera de 2016 - "Que gorda que eu estava nesta altura... Olha-me aqueles braços, aquele pneu, estou muito melhor agora! "
Desde o Verão de 2016 - "Oh pá, olha-me aqueles bracinhos, aquele top assentava-me tão bem, será que vou conseguir estar assim no próximo Verão?? "

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Favas contadas

Detesto números. Já aqui o disse, e enquanto os meus filhos não lêem o blog posso repetir: detesto números, detesto matemática, detesto contar, adicionar, dividir seja o que for.
Ainda assim, dentro dos números simpatizo mais com números ímpares do que pares. Parecem-me talvez mais únicos, menos certinhos, e vai daí, gosto mais.
No entanto, toda a regra tem excepção, e essa excepção ocorre quando... esta que vão escreve compra fruta.
(achavam que este post ia ser interessante? Eh eh eh não vai.)
Sou incapaz, mas mesmo incapaz de meter fruta no saco sem contar o número de peças, e sou incapaz, mas mesmo incapaz de comprar fruta em número ímpar. Não há cá 9 laranjas ou 11 maçãs. Jamais! Tudo contadinho e em número par, para dar certinho direitinho.
Tudo menos... as bananas (porquê? Não sei!).  As bananas agarro em dois cachos, um mais verde que o outro, e nem me ocorre contar.
Cenas dos próximos capítulos: quando formos 5 a comer fruta cá em casa, continuarei eu a comprar fruta em número par? Ou em multiplos de 5? Passarei agora a contar as bananas, só porque me lembrei que nunca o faço?
Mantenham-se desse lado, leitores, que logo vos conto tudinho.

Ser mãe = ser stressada

Mesmo que haja poucas razões para isso.
Os meus dois filhos mais velhos foram bebés muito sossegadinhos na barriga. Raramente se mexiam estando eu fora de casa, muito raramente se alguém me tocava na barriga para os sentir, e muito menos se eu estivesse a falar. Nasceram bebés muito diferentes, mas a verdade é que o seu comportamento na barriga era idêntico. E eu stressada uma e outra vez porque não os sentia mexer como achava que devia.
Desta vez a miúda não pára um segundo. É nas visitas, é no carro, na caixa do supermercado, sentada ou de pé lá anda ela sempre de um lado para o outro, ora mexe mais em cima ora mexe mais em baixo e de lado. Já por duas vezes dei com desconhecidos a olhar para a minha barriga porque ela tinha dado um salto valente. E pronto, se por acaso me sento ou me vou deitar e ela fica uns minutos quietinha, lá fico eu stressada porque a menina não se mexe há 5 minutos.
Que canseira!

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Sem revistas

Entro numa tabacaria pronta para comprar uma revista (coisa que não acontece há anos!) pq tinha de fazer tempo até o sapateiro abrir e ia sentar-me no café:
  • Revistas de cusquices não me interessam muito, as mais rascas só têm gente que não conheço, as de maior qualidade tinham o Trump ou a mulher na capa e eu passo - uma coisa é ver no cabeleireiro outra é comprar;
  • Revistas de moda dado o meu estado não me interessam para nada;
  • Revistas de bebés pffffff.... não trazem nada de novo;
  • Revistas de vida saudável, neste momento também não se adequam;
  • Revistas de culinária fico enjoada só de olhar para as fotos;
  • A Time Out... nem vou comentar (só se fosse para saber o que ando a perder) 
  • Revistas de viagens, digo o mesmo
  • A Visão vinha com a Cristina Ferreira na capa e é pessoa que me irrita profundamente.

Vim embora de mãos a abanar.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Antes e agora

Primavera de 2016:
  • Deito-me por volta das 24h
  • Acordo às 6h
  • Vou caminhar para o paredão, com o sol a nascer
  • Regresso a casa às 7h
  • Faço ginástica até às 7h30
  • Duche e vestir
  • Acordo-os por volta das 7h45
Outono 2016
  • Deito-me por volta das 21h30 ou 22h na loucura
  • Decido começar a tomar duche à noite, para poder dormir mais 10 minutinhos de manhã e acordar só às 7h40

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

O stress e a imposição de ter muito que fazer

Tenho aproveitado alguns momentos que tenho livres para passar na lavandaria a secar a minha roupa, coisa que veio revolucionar a minha organização cá em casa e que recomendo vivamente, como podem comprovar num post anterior.
De vez em quando acontece encontrar lá gente, e há sempre aquele intuito de "fazer conversa".
Normalmente até são senhoras mais velhas, encantadas com a novidade, e que acabam por meter conversa por causa da minha barriga.
Hoje estava eu à espera da roupa e entra uma mãe, não mais velha que eu, com um bebé pequenino no sling (nem deu para o ver, devia ser mesmo pequenino).
Eu estava sentada a ver o telemóvel e a comer uma maçã, e a mãe entrou com um grande saco e a falar "com o bebé". E enquanto falava com o bebé contava que tinha mais filhos, percebi que são 3 ao todo, ela disse os nomes e tudo, e comentou que ainda tinha mais roupa para lavar em casa. Tudo isto sem se dirigir a mim, sempre a falar com o bebé.
Deixou a sua roupa e saiu, e quando voltou estava eu a dobrar a minha, usando as mesas que lá estão para o efeito. A roupa sai seca e com muito poucos vincos, se for dobrada na hora fica impecável, não precisa de ser passada a ferro.
Hoje eram duas máquinas de roupa deles, pelo que era bastante a roupa para dobrar - apesar de no total levar uns 15 minutos.
E pronto, continuando sempre a falar com o seu bebé, esta mãe parece que sentiu necessidade de se justificar com o muito que tinha para fazer, para não ficar ali a dobrar a sua roupa também. Enquanto a máquina acabava referiu-o várias vezes, e depois enquanto atirava com a sua roupa directamente do secador para o saco repetiu várias vezes, sempre falando com o bebé, que não podiam ficar ali a dobrar, que não tinha vida para aquilo, que tinham imensa coisa que fazer.
Parecia que tinha porque tinha de se justificar perante... uma estranha que não conhece de lado nenhum e que está na lavandaria à mesma hora.
Seria suposto eu sentir-me pressionada por não ter nada para fazer? Justificar-me eu também pelo facto de estar ali a dobrar a minha roupa a meio da manhã?
Fiquei só em silêncio.
Este é apenas um exemplo, pois a sociedade está cheia de mensagens deste tipo. Parece que temos de andar sempre a mil à hora, de ter imensos novos projectos, de ter fazer imensa coisa, e principalmente temos de o dizer a toda a gente. Porquê?
Ora eu, que vivo tão bem com o meu tempo planeado à minha maneira, que aprendi tão bem a dizer não e sim quando me parece demais, e que não estou nem aí para o que pensam ou não do que digo e faço, acho isto tudo muito estranho.
Já nem falo da necessidade de ter muito que fazer, mas o facto de ter de o dizer.


Não tem mal nenhum ter muito para fazer, mas bolas, não tem mal nenhum mesmo não ter nada para fazer também.
Dobrar roupa com vagar, caminhar no paredão, ficar sentada a ver o pôr do sol, ver um programa parvo na tv, ler um livro só porque sim.
Ninguém tem nada com isso, gente.
Cada um sabe de si.

E às 27 quase 28 semanas...

... comprei a primeira roupinha para este bebé. (um body com gola, para o primeiro dia)

Acho que não sou uma mãe consumista.
De todo.

As hormonas, pá....

Sabes que chegaste oficialmente ao 3º trimestre, e que as hormonas andam novamente em revolução quando tens ataques de choro compulsivo na mesma semana, pelas seguintes razões:
  • o Trump foi eleito presidente dos EUA
  • sobes umas escadas e sentes-te incrivelmente cansada e achas que não vais aguentar mais
  • morreu o Leonard Cohen
  • achas que o teu marido está quase a chegar, mas depois ele liga e recorda-te que é dia de jogar futebol com os amigos
  • sentes um cheiro nauseabundo, tens um vómito e não estavas à espera
  • começas a pensar na amamentação e convences-te de que desta vez não vais ter leite
...tudo válidas razões para deitar uma lagrimita ou outra, ou quem sabe abrir um berreiro e deixar sair o dilúvio.

... e os homens que têm filhos sem passar por nada disto...

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Gravidez aos 38 não é...

... para meninas.
É para Mulheres crescidas e com M grande.
Bolas que estou cansada...
Já não tenho (mesmo) 20 anos!
Nem 30, vá...

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Trabalhar em turismo

Também é chegar a Novembro e respirar fundo por haver finalmente lugares de estacionamento, pouca gente nas bilheteiras, casas de banho livres quando precisamos, cafés onde realmente cabemos para beber uma bica rápida ao balcão.
No fundo é agradecer sempre a onda de turismo que nos invade, que muitas coisas boas nos traz, mas ficar aliviada quando finalmente a época alta nos dá tréguas.

Aquele momento em que...

Finalmente o calor acalma e sentes o fresco do outono a chegar, e recebes duas mensagens ao mesmo tempo: da prima grávida a celebrar contigo no fim do calor, e das amigas friorentas que planeiam acender a lareira ao chegar a casa...

domingo, 6 de novembro de 2016

Gravidez aos 38 é...

... Entre outras coisas:
Ser a única grávida no grupo de amigos, pelo que é vê-los organizar jantarada, ir sair à  noite, combinar coisas em cima da hora, e não ter pedalada para os acompanhar...
É viver muito bem com a minha decisão, e saber que daqui a dois anos lá estarei a fazer o mesmo que eles...
É ouvir muito poucas vezes "é o primeiro?" e muitas mais "mas não é o primeiro, pois não?"
É ter de ouvir comentários do género "nunca pensei que fosses ao terceiro!", "achava que já tinhas fechado a loja!" ou mesmo "quando me disseram nem acreditei, achei que não eras tu!".
É sentir que estou com mais rugas do que há uns meses atrás.
É conseguir mesmo estabelecer prioridades, e com consciência dizer que "não" quando acho que não devo ou não posso fazer uma coisa.
É de vez em quando fazer contas e pensar na idade que vou ter quando ela entrar para escola, começar a sair à noite ou tirar a carta.
É viver tudo isto com mais calma e tentar aproveitar melhor cada momento.
É no fundo, no fundo, saber que em princípio será a última vez.

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Missão cumprida

Roupa minha e dos miúdos organizada.
E pela primeira vez tenho uma caixa com o letreiro "Roupa dos 3 para 2018", com as coisas que me vão passando e ainda estão grandes.
Foi só mesmo pela piada de escrever "dos 3" porque do mais velho é mesmo só uma t-shirt. O resto é das miúdas, claro...

E finalmente estou a conseguir reduzir a quantidade de roupa (dela, lá está), pois o que me passam é tanto que nem dou vazão! E não vale a pena ter as gavetas cheias para usar só as coisas que estão em cima!
E aos poucos a coisa começa a ganhar forma - ou a ganhar espaço.
Ainda há muito por fazer. Muito mesmo.
E não, ainda nem comecei sequer a pensar em organizar as roupas de bebé...

(e com a quantidade de trabalho e o stress do Natal não estou a ver quando é que isso vai acontecer... ai...)
 

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Clássico feriado

...em que és inundada de fotos de pés na praia, passeios no parque, pequenos almoços de panquecas, bolinhos acabados de sair do forno ou sacos de Pão por Deus cheios de doces,  e tu passaste o dia a arrumar e organizar roupa, a trocar a de verão pela de inverno, a destralhar e reorganizar a casa.
E que crescida te sentes ao olhar para o guarda roupa meio vazio e encontrar finalmente um pouco de espaço para a filha que vai nascer.
Tivessem todas as semanas um feriado assim...

Horário de inverno

Quando é que eles deixam de acordar às 6h30 da manhã, mesmo?

Pensava que era só uma noite, já vamos em três!