Esta semana fiz, pela primeira vez, um prato que a minha avó nos fazia em pequenos. Era um prato típico para a criançada, em dias de jantares de família.
A sensação de abrir o forno e de lhe sentir o cheiro, fez-me recuar anos e anos atrás.
Coisa estranha, esta, da memória olfativa e da capacidade de sermos recordados através dos nossos cozinhados. Naquela noite, a minha avó esteve na cozinha connosco.
Aqui fica a receita, porque sei que podem gostar.
Fica muito em conta, e faz-se com ingredientes que normalmente temos em casa, e claro, feito por mim já se sabe tem de ser super-rápida:
Pão fatiado (a minha avó também fazia com pão de leite, ficava uma delícia, eu fiz com um pão integral com sementes que não me saiu muito bem na máquina, e ficou óptimo também)
Queijo flamengo
Fiambre
Molho béchamel
Leite
Fatias de pão molhadas em leite no pyrex, camada de queijo e fiambre por cima, formam-se camadas alternadas, e no fim molho béchamel e queijo por cima e forno com ele.
Um sucesso.
domingo, 9 de março de 2014
quinta-feira, 6 de março de 2014
segunda-feira, 3 de março de 2014
Gata miadeira
É o que está a minha mais nova.
Eu não sei se é castigo por ter estado 1 semana longe, se é ressaca por ter estado com febre, só sei que a rapariga passa o dia a miar, a miar por tudo e por nada.
Se quer alguma coisa pede a miar; se não quer, mia, se o irmão a irrita, lá vem ela a miar ter comigo... puf!
Logo eu, que detesto gatos.
E os amantes de gatos dizem-me que não gosto de gatos porque nunca tive um, mas nem preciso.
Com tanta miadela daqui a nada sou eu que estou a trepar pelas cortinas...
Eu não sei se é castigo por ter estado 1 semana longe, se é ressaca por ter estado com febre, só sei que a rapariga passa o dia a miar, a miar por tudo e por nada.
Se quer alguma coisa pede a miar; se não quer, mia, se o irmão a irrita, lá vem ela a miar ter comigo... puf!
Logo eu, que detesto gatos.
E os amantes de gatos dizem-me que não gosto de gatos porque nunca tive um, mas nem preciso.
Com tanta miadela daqui a nada sou eu que estou a trepar pelas cortinas...
domingo, 2 de março de 2014
Estás claramente a precisar do verão e da praia...
... quando dás por ti a babar, mas completamente a babar, ao ver a ilha do Jake e os Piratas da Terra do Nunca.
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
Parabéns pelo FB
Acho sempre muita graça quando vejo nos posts de parabéns no FB, o comentário "Muitos parabéns! Já te ligo!"
Parece que é a dar aquela, "eu sou íntimo, não dou só parabéns por aqui, eu faço parte do círculo restrito dos que telefonam, nem sequer é sms, é telefonema mesmo. Todos os outros dão parabéns e desejam felicidades pelo FB, mas eu, eu quero que todos saibam e por isso escrevo no teu mural, já te ligo."
Parece que é a dar aquela, "eu sou íntimo, não dou só parabéns por aqui, eu faço parte do círculo restrito dos que telefonam, nem sequer é sms, é telefonema mesmo. Todos os outros dão parabéns e desejam felicidades pelo FB, mas eu, eu quero que todos saibam e por isso escrevo no teu mural, já te ligo."
Constatação carnavalesca
A máscara do Homem-Aranha (qualquer máscara, vá), é incompatível com o uso de óculos.
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
Regressos a Amsterdam - uma lição
Uma lição que aprendi, ou uma constatação daquilo que já todos sabemos - nada mais complicado do que gerir uma relação.
Tenho uma colega de trabalho, inglesa sessentona e excêntrica, gira que só ela, sempre com o cabelo curto pintado de cada vez de sua cor (verde, laranja, amarelo incluídos), os óculos exuberantes (com feitio de borboleta ou triangulares) e roupas saídas de um atelier alternativo perdido em Amsterdam.
Faz sempre uma grande festa quando me vê, e desta vez contou-me que tinha novidades: tinha-se casado em Novembro do ano passado.
Felicitei-a, e comentei que se calhar um dia também faço o mesmo.
E ela passou a explicar o porquê da decisão, uma vez que ela e o namorado (pode dizer-se namorado depois dos 60??), apesar de estarem juntos há que anos e de ela se ter mudado já há uns tempos para sua casa, nunca tinham posto essa hipótese.
Por trás da decisão estava o facto de ele ter tido um caso com outra mulher, bastante mais nova (of course...).
Foi um golpe duro de engolir.
Ela, que sempre viveu no norte da Holanda, mudou-se para o sul por causa dele, e de repente viu-se sozinha, aos 60 anos, sem saber bem para onde ir.
O facto é que ele reconsiderou, e depois de 4 semanas a viver com a "amante" percebeu o que tinha feito, e resolveu voltar para casa e pedi-la em casamento.
No entretanto, tiveram tempo de perceber o que estava mal, e a minha colega confessou que de facto não estava a cuidar da relação como deve ser, pois acabava por se dedicar aos cães (porque não têm filhos) e a tomar o namorado como garantido.
E, claramente, ele não estava garantido.
Diz que muitas amigas a criticaram por o ter aceite de volta, mas ela diz que nunca estiveram tão felizes. Desfizeram-se dos cães, e agora passam a vida de mãos dadas, a fazer programas, nem que seja ver filmes abraçados no sofá.
O que se passou com ela pode passar-se com cada um de nós.
Que mande a primeira pedra aquele que não sente que a rotina esmaga uma relação.
E sabe-se lá quantos de nós não estaremos dispostos a perdoar o imperdoável, em nome da nossa felicidade...
E eu pensei, ora bolas, uma pessoa pensa que aos 60 tem a sua vida toda feita, tudo organizadinho,e afinal ainda tem muito para viver e para aprender.
Tenho uma colega de trabalho, inglesa sessentona e excêntrica, gira que só ela, sempre com o cabelo curto pintado de cada vez de sua cor (verde, laranja, amarelo incluídos), os óculos exuberantes (com feitio de borboleta ou triangulares) e roupas saídas de um atelier alternativo perdido em Amsterdam.
Faz sempre uma grande festa quando me vê, e desta vez contou-me que tinha novidades: tinha-se casado em Novembro do ano passado.
Felicitei-a, e comentei que se calhar um dia também faço o mesmo.
E ela passou a explicar o porquê da decisão, uma vez que ela e o namorado (pode dizer-se namorado depois dos 60??), apesar de estarem juntos há que anos e de ela se ter mudado já há uns tempos para sua casa, nunca tinham posto essa hipótese.
Por trás da decisão estava o facto de ele ter tido um caso com outra mulher, bastante mais nova (of course...).
Foi um golpe duro de engolir.
Ela, que sempre viveu no norte da Holanda, mudou-se para o sul por causa dele, e de repente viu-se sozinha, aos 60 anos, sem saber bem para onde ir.
O facto é que ele reconsiderou, e depois de 4 semanas a viver com a "amante" percebeu o que tinha feito, e resolveu voltar para casa e pedi-la em casamento.
No entretanto, tiveram tempo de perceber o que estava mal, e a minha colega confessou que de facto não estava a cuidar da relação como deve ser, pois acabava por se dedicar aos cães (porque não têm filhos) e a tomar o namorado como garantido.
E, claramente, ele não estava garantido.
Diz que muitas amigas a criticaram por o ter aceite de volta, mas ela diz que nunca estiveram tão felizes. Desfizeram-se dos cães, e agora passam a vida de mãos dadas, a fazer programas, nem que seja ver filmes abraçados no sofá.
O que se passou com ela pode passar-se com cada um de nós.
Que mande a primeira pedra aquele que não sente que a rotina esmaga uma relação.
E sabe-se lá quantos de nós não estaremos dispostos a perdoar o imperdoável, em nome da nossa felicidade...
E eu pensei, ora bolas, uma pessoa pensa que aos 60 tem a sua vida toda feita, tudo organizadinho,e afinal ainda tem muito para viver e para aprender.
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Regresso a Amsterdam - uma grande diferença
Já aqui escrevi umas 18326 vezes que estou, e ando, em dieta, praí desde 1992.
E também já aqui escrevi que engordei uma caterfada de kilos enquanto vivi na Holanda - que é o maior dos contra-sensos, num país em que a comida não presta e se anda de bicicleta, mas que acontece a muita, muita gente, para não dizer a quase todos os que para lá emigram. Para mim é culpa do clima, sempre a puxar para baixo e a pedir comidinha reconfortante, uma fast-food aqui, um chocolate quente e uma tarte de maçã ali.
De qualquer modo, a verdade verdadinha é que esta que vos escreve sempre que regressava a Amsterdam assumia os comportamentos alimentares de outrora, seguindo a teoria de que a) só cá estou esta semana, b) são coisas a que normalmente não tenho acesso, c) logo retomo a dieta quando voltar a Portugal para a semana.
Para os mais distraídos ou que chegaram a este blog há pouco tempo 2014 trouxe-me, entre muitas outras coisas, trust me que a lista é longa, um novo plano alimentar. Abandonei o açúcar e o leite de vaca, e fiz outras alterações estruturais na minha maneira de comer, e principalmente, de pensar.
Sabendo que ia fazer a viagem, pensei sinceramente que quando lá chegasse fosse voltar ao passado como das outras vezes, mas desta vez antes de partir decidi que não.
Passei ao lado de todos os doces que sempre me enfeitiçaram, e apenas dei uma garfada no bolo de anos da minha amiga (que nem sequer era bom...) só para dar boa sorte. Houve oportunidade de comer stroop waffels acabadas de fazer na barraquinha do costume, havia imensos chocolates em casa e no escritório, e toda uma panóplia de novidades doces que não há por cá, mas sinceramente nem sequer me custou não lhes tocar.
Estava mesmo com a cabeça noutro registo.
Também substituí os 3 ou 4 cappuccinos que bebia sempre ao longo do dia de trabalho por canecas de chá (antes de partir até pedi a um colega para me dizer as variedades que há no escritório, para o caso de ser preciso levar). Só vos digo que eu acabava sempre o dia de trabalho cheia de dores de cabeça e cansada, atribuindo ao facto de não estar habituada a trabalhar em ambiente de escritório, e desta vez cheguei ao fim do dia fresca e fofa, a sentir-me muito melhor.
Gostava muito de vos dizer que estou curada do meu vício, que agora é que é e que nunca mais me vão ver a acabar com uma caixa de bombons em menos de nada, mas eu conheço-me melhor do que isso.
Agora que me sinto poderosa, dona de mim e capaz de tudo, lá isso sinto! E sou!
E também já aqui escrevi que engordei uma caterfada de kilos enquanto vivi na Holanda - que é o maior dos contra-sensos, num país em que a comida não presta e se anda de bicicleta, mas que acontece a muita, muita gente, para não dizer a quase todos os que para lá emigram. Para mim é culpa do clima, sempre a puxar para baixo e a pedir comidinha reconfortante, uma fast-food aqui, um chocolate quente e uma tarte de maçã ali.
De qualquer modo, a verdade verdadinha é que esta que vos escreve sempre que regressava a Amsterdam assumia os comportamentos alimentares de outrora, seguindo a teoria de que a) só cá estou esta semana, b) são coisas a que normalmente não tenho acesso, c) logo retomo a dieta quando voltar a Portugal para a semana.
Para os mais distraídos ou que chegaram a este blog há pouco tempo 2014 trouxe-me, entre muitas outras coisas, trust me que a lista é longa, um novo plano alimentar. Abandonei o açúcar e o leite de vaca, e fiz outras alterações estruturais na minha maneira de comer, e principalmente, de pensar.
Sabendo que ia fazer a viagem, pensei sinceramente que quando lá chegasse fosse voltar ao passado como das outras vezes, mas desta vez antes de partir decidi que não.
Passei ao lado de todos os doces que sempre me enfeitiçaram, e apenas dei uma garfada no bolo de anos da minha amiga (que nem sequer era bom...) só para dar boa sorte. Houve oportunidade de comer stroop waffels acabadas de fazer na barraquinha do costume, havia imensos chocolates em casa e no escritório, e toda uma panóplia de novidades doces que não há por cá, mas sinceramente nem sequer me custou não lhes tocar.
Estava mesmo com a cabeça noutro registo.
Também substituí os 3 ou 4 cappuccinos que bebia sempre ao longo do dia de trabalho por canecas de chá (antes de partir até pedi a um colega para me dizer as variedades que há no escritório, para o caso de ser preciso levar). Só vos digo que eu acabava sempre o dia de trabalho cheia de dores de cabeça e cansada, atribuindo ao facto de não estar habituada a trabalhar em ambiente de escritório, e desta vez cheguei ao fim do dia fresca e fofa, a sentir-me muito melhor.
Gostava muito de vos dizer que estou curada do meu vício, que agora é que é e que nunca mais me vão ver a acabar com uma caixa de bombons em menos de nada, mas eu conheço-me melhor do que isso.
Agora que me sinto poderosa, dona de mim e capaz de tudo, lá isso sinto! E sou!
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
De volta...
... de mais uma das minhas viagens no espaço e no tempo. Mais um regresso a casa depois do regresso à casa que já não é a minha, sem nunca deixar de o ser.
Desta vez o Te foi comigo, e passámos os primeiros 4 dias num verdadeiro flashback de memórias, ao encontro da Mary e do Te de 2007.
Fomos aos restaurantes e cafés de sempre, andámos de bicicleta por toda a cidade, corremos as capelinhas todas, passeámos no Vondel park e até à porta da nossa ex-casa nós fomos (e as cortinas ainda são as mesmas eh eh).
Fomos também aos museus que entretanto abriram, e festejámos a entrada de uma querida amiga na casa dos 40.
E o mais importante, durante 4 dias conseguimos começar e acabar uma conversa sem ser interrompidos, falar olhos nos olhos sem ser de sobre o assunto do costume (=filhos) e no fundo percebemos que já fomos muito, muito felizes ali (e sim, agora somos mais, mas é diferente).
Uma oportunidade fantástica! E quem diga que um casal não precisa nada de ter momentos só para si é porque com toda a certeza nunca experimentou!
Na 3a feira, ele regressou a Portugal e eu fiquei para 3 dias de trabalho, que bem me custaram...
A piada de ir a Amsterdam é rever os amigos, ter tempo para mim e re-visitar a cidade, coisas que até 4a feira eu já me tinha fartado de fazer, mas pronto, teve mesmo de ser.
Foi a primeira vez que fiquei 7 dias sem ver as minhas crias, normalmente fico só 5.
Já estava a ficar a bater mal com as saudades.
Agora são mais 3 ou 4 meses até me preocupar com isso outra vez.
Desta vez o Te foi comigo, e passámos os primeiros 4 dias num verdadeiro flashback de memórias, ao encontro da Mary e do Te de 2007.
Fomos aos restaurantes e cafés de sempre, andámos de bicicleta por toda a cidade, corremos as capelinhas todas, passeámos no Vondel park e até à porta da nossa ex-casa nós fomos (e as cortinas ainda são as mesmas eh eh).
Fomos também aos museus que entretanto abriram, e festejámos a entrada de uma querida amiga na casa dos 40.
E o mais importante, durante 4 dias conseguimos começar e acabar uma conversa sem ser interrompidos, falar olhos nos olhos sem ser de sobre o assunto do costume (=filhos) e no fundo percebemos que já fomos muito, muito felizes ali (e sim, agora somos mais, mas é diferente).
Uma oportunidade fantástica! E quem diga que um casal não precisa nada de ter momentos só para si é porque com toda a certeza nunca experimentou!
Na 3a feira, ele regressou a Portugal e eu fiquei para 3 dias de trabalho, que bem me custaram...
A piada de ir a Amsterdam é rever os amigos, ter tempo para mim e re-visitar a cidade, coisas que até 4a feira eu já me tinha fartado de fazer, mas pronto, teve mesmo de ser.
Foi a primeira vez que fiquei 7 dias sem ver as minhas crias, normalmente fico só 5.
Já estava a ficar a bater mal com as saudades.
Agora são mais 3 ou 4 meses até me preocupar com isso outra vez.
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Mais uma voltinha, mais uma viagem...
... e amanhã (que é hoje) lá vou eu de regresso a Amsterdam.
Mas desta vez não vou sozinha, o Tê vai comigo, e vamos passar umas mini-férias os dois em tipo sessão nostalgia. Depois ele regressa na 3ª e eu fico a trabalhar até 6ª.
E sim, hoje é dia dos namorados e eu vou jantar com o meu em Amsterdam ;)
(podem morrer de inveja, que é caso para isso)
Já sabem o que vos espera... 1 semanita a ansiar por posts novos sem os ter, que eu cá quando viajo não levo o blog comigo.
Ora se nem levo os filhos, não ia levar o blog!
Fica aqui convosco que fica muito bem - tratem-no com carinho e visitem-no de vez em quando para ele não se sentir sozinho - não vão ter nada novo para ler, mas bolas, em não sei quantos anos de blog deve haver posts interessantíssimos que vocês ainda não leram. Fica o desafio.
Até ao meu regresso!
Mas desta vez não vou sozinha, o Tê vai comigo, e vamos passar umas mini-férias os dois em tipo sessão nostalgia. Depois ele regressa na 3ª e eu fico a trabalhar até 6ª.
E sim, hoje é dia dos namorados e eu vou jantar com o meu em Amsterdam ;)
(podem morrer de inveja, que é caso para isso)
Já sabem o que vos espera... 1 semanita a ansiar por posts novos sem os ter, que eu cá quando viajo não levo o blog comigo.
Ora se nem levo os filhos, não ia levar o blog!
Fica aqui convosco que fica muito bem - tratem-no com carinho e visitem-no de vez em quando para ele não se sentir sozinho - não vão ter nada novo para ler, mas bolas, em não sei quantos anos de blog deve haver posts interessantíssimos que vocês ainda não leram. Fica o desafio.
Até ao meu regresso!
Mudanças alimentares por cá, ou pouco falta para andar a partilhar fotos do pequeno-almoço por aqui
Algumas mudanças estão a decorrer para estes lados, no que toca à alimentação.
Com a ajuda das minhas companheiras de tabela, que agora é um grupo de partilha no whatsapp, tenho vindo a tomar algumas medidas no sentido de um maior cuidado com a alimentação.
A genética foi generosa comigo em muitos aspectos, muitos mesmo, mas também me brindou com uma tendência para doenças nada agradáveis, que espero conseguir evitar através da alimentação.
Já aqui falei em algumas medidas, hoje deixo-vos mais algumas dicas.
Com a ajuda das minhas companheiras de tabela, que agora é um grupo de partilha no whatsapp, tenho vindo a tomar algumas medidas no sentido de um maior cuidado com a alimentação.
A genética foi generosa comigo em muitos aspectos, muitos mesmo, mas também me brindou com uma tendência para doenças nada agradáveis, que espero conseguir evitar através da alimentação.
Já aqui falei em algumas medidas, hoje deixo-vos mais algumas dicas.
- deixei de beber leite no dia 16 de Dezembro, e desde então substituí-o por leite de aveia ou arroz. Continuo a comer iogurtes, mas feitos por mim.
- desde dia 6 de Janeiro que não como açucar branco (e estou muito orgulhosa de mim!). Estou a re-educar o paladar para largar o vício do doce, e neste 1 mês e 12 dias mais coisa menos coisa tenho-me ficado pelo doce da granola que faço (leva 2 colheres de mel para 200gr de aveia), por um ocasional biscoito adoçado com fruta, mel ou açucar de coco (feito pela minha irmã, que anda nisto há mais de 1 ano), e consumi açucar branco, que eu saiba, em apenas 1 ocasião -numa limonada de restaurante que não estava tão amarga quanto isso. Tenho controlado a vontade de um doce com o lanche de granola, e este chocolate tira-me a vontade de comer chocolate de compra.
- as amendoas e avelãs são as minhas melhores amigas e andam sempre comigo.
- a aveia, a chia, a levedura de cerveja, a sêmea de trigo, as sementes de girassol e linhaça, são ingredientes que uso todos os dias (no pão, na sopa, no iogurte).
- as massas brancas foram substituídas pelas integrais, o arroz integral não foi bem aceite pelo resto da família mas eu continuarei a tentar, a farinha branca vai sempre acompanhada de farinha integral ou de centeio integral.
- quanto menos processado, melhor. Tudo o que puder ser feito, faço, tudo o que puder ser mais simples, simplifico.
- acabei com a manteiga magra, e com os substitutos de manteiga vegetais. Opto por manteiga de amendoim, que ainda não me pus a fazer mas esse é o caminho.
- o pequeno-almoço começa com uma mini-taça de papa de aveia (com chia e linhaça), seguido de uma caneca de chá e uma torrada com manteiga de amendoim
- como apenas 1 peça de fruta por dia, a meio da manhã (acompanhada de frutos secos). A desintoxicação de açucar indica que a fruta deve ser banida durante algumas semanas, mas eu não quis ser tão radical
- ao fim-de-semana a coisa descontrola-se um bocado, mas bolas, também precisamos de viver, certo?
Gostava de vos dizer que já perdi 10 kg, mas a verdade é que em 4 semanas perdi um total de 0 gramas. Ainda gostava mais de vos dizer que me estou pouco barimbando, que quero é estar saudável e o peso não interessa, mas estaria a mentir. Claro que quero estar saudável, mas também quero ficar magra e gira, ah pois é.
Algo me diz que estou no caminho certo. Logo vos vou pondo a par das novidades.
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
Ontem foi dia de....
(e anteontem também, que o filme tem 3 horas).
Muito bom. Gostei mesmo.
Papelão do Leonardo di Caprio.
Muito bom. Gostei mesmo.
Papelão do Leonardo di Caprio.
Novo brinquedo
Sim, sim, eu sei... ou melhor não sei quando é que me tornei tão secante para considerar isto um novo brinquedo, mas a verdade é que estou num excitex com a minha máquina nova que em vos passa!
Sempre tive uma relação de amor-ódio com a amiga bimby. Ou pelas conversas que ela despoletava.
A minha irmã foi das primeiras pessoas a ter bimby em Portugal, em 2001. Comprou-a à cunhada da minha tia, que vendeu bimbys a toda a família na altura (menos à minha mãezinha, que sempre foi muito à frente em muita coisa mas não nisto). Ora podem imaginar qual o tema de conversa entre as minhas tias todas em todo o santo encontro de família: a dita-cuja.
Ai que eu faço gelados, e eu sumo, e eu bacalhau e esparregado, mais a lasanha e o leite-creme, quando não se punham a falar numa língua estranha sobre varomas, borboletas, temperaturas, velocidades e todo o tipo de termos técnicos que não me interessavam para nada! E sempre com a mesma lenga-lenga de que podemos deixar a fazer e vamos embora e patati-patatá.
Boring.
Anos mais tarde algumas amigas compraram. E eu garanto-vos, não há nada de nada que a bimby faça que eu não soubesse já, e há anos. Juro. E sem nunca ter tocado numa!
Mas as conversas de convertidas são sempre, sempre, sempre as mesmas e a admiração pelo aparelho milonário repete-se, e eu a bocejar com com as varomas e as caipirinhas, e mais o bolo de chocolate que toda a gente faz.
Até que... recebi a minha imitação de presente de anos adiantado.
E estou fas-ci-na-da!
E em 24 horas já fiz sopas (2 diferentes), puré de batata, esparregado e strogonoff. E já tenho uma lista de coisas que vou fazer a seguir. Assim a máquina aguente a minha pedalada!
E sabem que mais? A melhor parte é mesmo... podemos deixa-la a fazer e vamos embora. Desliga sozinha, não queima nem esturra e não precisa de supervisão. Assim mesmo, tal qual me diziam há uma carrada de anos atrás - a vida pode ser mesmo irónica...
É todo um mind-set que se altera, uma nova maneira de encarar a hora de fazer o jantar. Um delírio.
Ontem dei por mim a pensar que quase, quase percebo toda a gente que me diz (e com quem eu gozei bravamente anos a fio) que vale cada cêntimo do balúrdio que custa.
Pois a minha custou 1/3 desse balúrdio, e do alto deste dia que passámos juntas, parece-me que vale mesmo o seu peso em ouro!
Se eu já fazia o meu pão, os iogurtes, os cereais de pequeno-almoço e até o chocolate, imaginem lá onde posso chegar agora!
É desta que fico a verdadeira croma!
Questão pertinente - se as fãs da bimby são bimbólicas, as fãs da yammi são o quê? Yammólicas? Eh pá estes criativos não pensam nestas coisas..
sábado, 8 de fevereiro de 2014
Como ter vários minutos de sossego com os dois em casa #2
Plástico de bolhinhas para um e para o outro.
Quem não adora?
Quem não adora?
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Como ter vários minutos de sossego com os dois em casa #1
Dar-lhes tesoura e papel para a mão.
Sala toda para limpar no fim, é certo, mas passam largos minutos sem se ouvir um piu.
E não, ainda não perceberam que as tesouras também cortam outras coisas (como cortinas, roupas ou cabelos).
Sala toda para limpar no fim, é certo, mas passam largos minutos sem se ouvir um piu.
E não, ainda não perceberam que as tesouras também cortam outras coisas (como cortinas, roupas ou cabelos).
Tê-los no sítio...
...é escrever no curriculum vitae, sem medos:
"entre os anos tal e tal dediquei-me em exclusivo aos meus filhos".
Toma e vai buscar.
"entre os anos tal e tal dediquei-me em exclusivo aos meus filhos".
Toma e vai buscar.
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
(Não) ginasticar
Tem sido o exercício físico do momento* - o não-exercício.
Entre as preparações para o Natal, o Natal, Ano Novo, frio, chuva e mau tempo, o paredão destruído, ventos ciclónicos e ondas gigantes, tenho feito 0 exercício físico. Nem sequer ando a pé.
E o meu corpo até já se está a ressentir.
Mas ao menos este ano não estou nem a pagar ginásio, nem a sentir-me culpada por estar a pagar sem lá ir.
Ponto para mim.
*mas tenho-me portado muito bem no que toca à alimentação, ok? Guardem lá as pedras para me mandarem quando vier o sol e o bom tempo, e eu continuar sem mexer uma palha.
Entre as preparações para o Natal, o Natal, Ano Novo, frio, chuva e mau tempo, o paredão destruído, ventos ciclónicos e ondas gigantes, tenho feito 0 exercício físico. Nem sequer ando a pé.
E o meu corpo até já se está a ressentir.
Mas ao menos este ano não estou nem a pagar ginásio, nem a sentir-me culpada por estar a pagar sem lá ir.
Ponto para mim.
*mas tenho-me portado muito bem no que toca à alimentação, ok? Guardem lá as pedras para me mandarem quando vier o sol e o bom tempo, e eu continuar sem mexer uma palha.
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Sinais do tempo - do meu e do atmosférico
Notas que és uma pessoa de uma certa idade quando, de repente, precisas de muito mais tempo para te arranjar antes de sair de casa, quando queres ter um ar apresentável.
Notas que és uma pessoa de uma certa idade quando tens, porque tens, de fazer um esforço por ficar apresentável, porque o teu "out of bed look" é de fugir (e sabes disso quando tens vontade de fugir quando vais ao espelho).
Notas que és uma pessoa de uma certa idade quando aqueles pequenos toques que davas em dias especiais - um pouco de base, um pouco de rimel - passam a ser rituais diários. E obrigatórios.
Por isso, ou sou eu que estou com uma certa idade, ou então é o Inverno, que me lixa o bom aspecto.
É que não há ninguém, ninguém mesmo, a quem o bronze não favoreça.
Caraças, no Verão fica tudo mais fácil.
Notas que és uma pessoa de uma certa idade quando tens, porque tens, de fazer um esforço por ficar apresentável, porque o teu "out of bed look" é de fugir (e sabes disso quando tens vontade de fugir quando vais ao espelho).
Notas que és uma pessoa de uma certa idade quando aqueles pequenos toques que davas em dias especiais - um pouco de base, um pouco de rimel - passam a ser rituais diários. E obrigatórios.
Por isso, ou sou eu que estou com uma certa idade, ou então é o Inverno, que me lixa o bom aspecto.
É que não há ninguém, ninguém mesmo, a quem o bronze não favoreça.
Caraças, no Verão fica tudo mais fácil.
sábado, 1 de fevereiro de 2014
Generation gap
Eu para o mais velho:
"Então, queres ver os Estrumpfes?"
"Quem??"
"Os Smurfs..."
"Ah, sim!"
"Então, queres ver os Estrumpfes?"
"Quem??"
"Os Smurfs..."
"Ah, sim!"
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
Só mais um post
Porque reparei que em Janeiro escrevi 30, e já agora escrevo 31 e fica 1 por cada dia do mês.
Pronto, agora já está.
Era giro que eu me mantivesse assim todo o ano, não era?
(mas não contem muito com isso)
Pronto, agora já está.
Era giro que eu me mantivesse assim todo o ano, não era?
(mas não contem muito com isso)
1 mês de 2014
2014 está a revelar-se um ano cheio, e não de coisas boas.
A sensação que tenho é que me vou lembrar deste ano por muitos e muitos anos.
Dentro do mau que está a acontecer, nem tudo é mau, e muitas coisas poderiam ser pior, mas bolas, que não está a ser nada fácil, não está.
E por ser um ano que começou mal tenho a certeza de que vai acabar em grande.
1 down, 11 more to go.
Venham eles.
A sensação que tenho é que me vou lembrar deste ano por muitos e muitos anos.
Dentro do mau que está a acontecer, nem tudo é mau, e muitas coisas poderiam ser pior, mas bolas, que não está a ser nada fácil, não está.
E por ser um ano que começou mal tenho a certeza de que vai acabar em grande.
1 down, 11 more to go.
Venham eles.
Aficionado da maçã
Vejo os meus sobrinhos e outros meninos a falarem dos tablets, para lá e para cá (ou dos tabletes mesmo), mas para o meu mais velho são sempre iPads.
Diz que quem entra no mundo da maçã não sai mais, e pelos vistos aos 4 anos já tem o seu futuro delineado.
(e não, não temos iPad nem tablet nem nada disso, mas como sabeis nem é preciso)
Diz que quem entra no mundo da maçã não sai mais, e pelos vistos aos 4 anos já tem o seu futuro delineado.
(e não, não temos iPad nem tablet nem nada disso, mas como sabeis nem é preciso)
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
Masterchef, here I go
Meus amigos, depois de me meter a fazer pão, iogurtes, granola e leite de amêndoa (além dos jantares e almoços de todos os dias, e uma ocasional sobremesa num evento festivo, bem entendido), eis se não quando esta que vos escreve não esteve com meias medidas e decidiu fazer...trtrtrtrtrtrt (som de tambores): uma tablete de chocolate com amêndoas!
Ah pois é.
E vindo de mim já se sabe que tem de ser uma receita fácil e rápida de executar.
Quem me inspirou foi esta blogger, que consulto regularmente no meu projecto minimalista (o escritório já levou uma limpeza, by the way), onde encontrei por acaso esta receita.
Fica per-fei-to.
Amargo como o rabo do gato, sim, mas perfeito.
E eu senti-me assim uma espécie de alquimista, capaz de fazer em casa uma coisa que achava que só se podia comprar feito. Que "power"!
Vem isto no seguimento de uma desintoxicação de açucar que estou a fazer.
O açucar branco (e o doce em geral) é altamente viciante, tal como o álcool e o tabaco, e eu, não sei se já perceberam, sou/era a maior "agarrada".
Desde dia 6 de Janeiro que estou "limpa" (ou quase).
Tenho vivido bem (é um record absoluto) porque a motivação é maior do que tudo, mas a verdade é que este corpinho já começava a ressacar por chocolate (outro vício), e atacar o ovomaltine dos miúdos (o único chocolate que tenho em casa) estava fora de questão.
Com este chocolate caseiro ficou o vício satisfeito sem comprometer o consumo de açucar, já que não pus nem 1 grama.
O aspecto é fabuloso, a textura fantástica, o aroma delicioso, depois de o comer é que o cérebro fica um bocado confuso, já que espera algo doce e tem algo amargo.
Mas o sabor do chocolate, do puro e verdadeiro mesmo, está lá todo.
Não fica muito barato (o óleo de côco é caro) mas é saudável, e muito fácil de fazer.
Aprovadíssimo.
Ah pois é.
E vindo de mim já se sabe que tem de ser uma receita fácil e rápida de executar.
Quem me inspirou foi esta blogger, que consulto regularmente no meu projecto minimalista (o escritório já levou uma limpeza, by the way), onde encontrei por acaso esta receita.
Fica per-fei-to.
Amargo como o rabo do gato, sim, mas perfeito.
E eu senti-me assim uma espécie de alquimista, capaz de fazer em casa uma coisa que achava que só se podia comprar feito. Que "power"!
Vem isto no seguimento de uma desintoxicação de açucar que estou a fazer.
O açucar branco (e o doce em geral) é altamente viciante, tal como o álcool e o tabaco, e eu, não sei se já perceberam, sou/era a maior "agarrada".
Desde dia 6 de Janeiro que estou "limpa" (ou quase).
Tenho vivido bem (é um record absoluto) porque a motivação é maior do que tudo, mas a verdade é que este corpinho já começava a ressacar por chocolate (outro vício), e atacar o ovomaltine dos miúdos (o único chocolate que tenho em casa) estava fora de questão.
Com este chocolate caseiro ficou o vício satisfeito sem comprometer o consumo de açucar, já que não pus nem 1 grama.
O aspecto é fabuloso, a textura fantástica, o aroma delicioso, depois de o comer é que o cérebro fica um bocado confuso, já que espera algo doce e tem algo amargo.
Mas o sabor do chocolate, do puro e verdadeiro mesmo, está lá todo.
Não fica muito barato (o óleo de côco é caro) mas é saudável, e muito fácil de fazer.
Aprovadíssimo.
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
O fim do co-sleeping - report
So far, so good, minha gente.
A rapariga deita-se, por vezes pede para ficar ali no quarto e adormece sozinha em menos de nada enquanto preparo as roupas do dia seguinte (tcharaaaan). Dorme a noite toda na sua cama, não acorda, não chora, não perde a chupeta, nada. Parece mesmo que precisava de uma mão firme para se sentir segura e dormir sozinha.
Ele de vez em quando acorda a chorar, ou por pesadelos ou com vontade de fazer xixi, e depois pede para vir para a nossa cama - aí temos de ficar ao lado da cama dele até que adormeça.
Aconteceu uma vez que ela acordou com o choro dele, e aí tivemos mesmo de ficar um bocadinho à cabeceira de ambos até adormecerem (isto às 3h ou 4h da manhã).
Sinceramente, estava à espera de muito pior.
Já lá vai mais de 1 semana e o saldo é muito, muito positivo.
Aguardemos...
A rapariga deita-se, por vezes pede para ficar ali no quarto e adormece sozinha em menos de nada enquanto preparo as roupas do dia seguinte (tcharaaaan). Dorme a noite toda na sua cama, não acorda, não chora, não perde a chupeta, nada. Parece mesmo que precisava de uma mão firme para se sentir segura e dormir sozinha.
Ele de vez em quando acorda a chorar, ou por pesadelos ou com vontade de fazer xixi, e depois pede para vir para a nossa cama - aí temos de ficar ao lado da cama dele até que adormeça.
Aconteceu uma vez que ela acordou com o choro dele, e aí tivemos mesmo de ficar um bocadinho à cabeceira de ambos até adormecerem (isto às 3h ou 4h da manhã).
Sinceramente, estava à espera de muito pior.
Já lá vai mais de 1 semana e o saldo é muito, muito positivo.
Aguardemos...
Dizer bem
Do SNS.
Últimamente tenho tido experiências bem positivas com o nosso SNS: boas infra-estruturas, pessoas muito simpáticas, bons profissionais, e um sistema que apesar de tudo, funciona bastante bem.
Sim, eu sei que há milhões de coisas a apontar, mas acho que quando as coisas correm bem temos de o dizer.
É bom ver os nossos impostos bem aplicados, para variar.
Últimamente tenho tido experiências bem positivas com o nosso SNS: boas infra-estruturas, pessoas muito simpáticas, bons profissionais, e um sistema que apesar de tudo, funciona bastante bem.
Sim, eu sei que há milhões de coisas a apontar, mas acho que quando as coisas correm bem temos de o dizer.
É bom ver os nossos impostos bem aplicados, para variar.
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
21 de Janeiro - o dia dos parabéns
Parece-me que é o dia em que conheço mais gente a fazer anos.
Começamos com a minha avó (e para mim continua sempre a ser o dia dela).
Depois, a minha prima.
Segue-se o Pedro, da Tella.
E o filho do melhor amigo do meu pai.
Uma colega da turma do meu mais velho.
No campo da blogoesfera, apesar de não conhecer pessoalmente, juntam-se os filhos desta e desta bloggers.
E ontem pouco antes da meia noite, nascia a primeira sobrinha de uma amiga.
(e agora era uma piadinha sobre o que quer que se passa 9 meses antes deste dia, mas não vou fazer)
Alguém conhece dias mais concorridos?
Começamos com a minha avó (e para mim continua sempre a ser o dia dela).
Depois, a minha prima.
Segue-se o Pedro, da Tella.
E o filho do melhor amigo do meu pai.
Uma colega da turma do meu mais velho.
No campo da blogoesfera, apesar de não conhecer pessoalmente, juntam-se os filhos desta e desta bloggers.
E ontem pouco antes da meia noite, nascia a primeira sobrinha de uma amiga.
(e agora era uma piadinha sobre o que quer que se passa 9 meses antes deste dia, mas não vou fazer)
Alguém conhece dias mais concorridos?
Cenas fixes
Estarem os dois quase do mesmo tamanho (ele é percentil 25, ela acima de 95) e por isso poder comprar roupa que dá para os dois - meias e calças de fato de treino, por exemplo.
Muito prático.
Muito prático.
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Parabéns à posteriori
Depois de termos festejado em grande (grande mesmo, com um fim-de-semana repleto de eventos) os 100 do meu avô paterno, hoje foi dia de cantar os parabéns à minha avó materna.
Fizemos um bolo por acaso, que nem é costume, mas ao comentar com eles que o Pedro da Tella fazia anos, e ao mostrar a foto do bolo (como ficou no fim, não a transbordar no forno - o que eu me ri, senhores!) claro que quiseram os dois fazer também um bolo de chocolate.
Como não tenho costume de fazer bolos, na hora de o abrir depois do jantar eles quiseram cantar os parabéns e eu sugeri então cantar à minha avó, que eles não conheceram mas que foi uma avó muito querida, que me marcou profundamente e que hoje faria 105 ou 106 anos.
Assim foi.
De hoje em diante, nova tradição cá em casa: lembrar os que cá não estão celebrando a vida que tiveram, e não o dia em que morreram.
Só não garanto bolo, porque estou de dieta (sempre).
E como quem não quer a coisa, eu faço anos a 31 de Maio.
Fizemos um bolo por acaso, que nem é costume, mas ao comentar com eles que o Pedro da Tella fazia anos, e ao mostrar a foto do bolo (como ficou no fim, não a transbordar no forno - o que eu me ri, senhores!) claro que quiseram os dois fazer também um bolo de chocolate.
Como não tenho costume de fazer bolos, na hora de o abrir depois do jantar eles quiseram cantar os parabéns e eu sugeri então cantar à minha avó, que eles não conheceram mas que foi uma avó muito querida, que me marcou profundamente e que hoje faria 105 ou 106 anos.
Assim foi.
De hoje em diante, nova tradição cá em casa: lembrar os que cá não estão celebrando a vida que tiveram, e não o dia em que morreram.
Só não garanto bolo, porque estou de dieta (sempre).
E como quem não quer a coisa, eu faço anos a 31 de Maio.
Cenas fixes
Jogar à apanhada com o mais velho e perceber que já tenho de correr a sério para o apanhar.
E de repente a brincadeira torna-se muito mais divertida para todos (menos para a mais nova, claro).
Próxima ida ao parque vou de ténis.
E de repente a brincadeira torna-se muito mais divertida para todos (menos para a mais nova, claro).
Próxima ida ao parque vou de ténis.
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Um dia escrevo um post sobre como acabar com o co-sleeping...
... que as mães fofinhas defendem, porque com certeza têm filhos fofinhos que não lhes espetam com dedos nas costelas e nas narinas, nem puxam o edredon e as empurram borda fora. Ou então têm camas king-size onde cabem todos, mas não é o meu caso.
Mas hoje não é o dia.
Só vos posso dizer que os pais cá de casa se uniram este fim-de-semana, total e completamente FARTOS de ter de dormir com as crias atreladas, e decidiram por um ponto final oficial nesta situação.
Eu ando que não posso, com ataques de ansiedade e não páro de berrar, o Tê nem pode com uma gata pelo rabo, tudo porque dormimos mal porque suas excelências se instalam na nossa cama como se fossem donos e senhores do espaço, e nós pura e simplesmente não descansamos.
Não pode ser.
Sábado ao pequeno-almoço demos o grito do Ipiranga e dissemos que ACABOU.
A partir dessa noite não há mais vir dormir para a cama dos pais.
Sábado à noite é que foram elas...
A mais nova, entre a hora de dormir e a hora de nós nos deitarmos, levantava-se uma média de 3 vezes. Aparecia na sala, sorrateira, e depois pedia para dormir na nossa cama (mesmo vazia) ou para ficar na sala connosco. Fomos inflexíveis, e levámo-la sempre de volta à sua cama. Houve cenas feias, que ouve. Houve gritos, houve espernear, houve mesmo um ataque de histeria - e ficámos a saber que o mais velho não acorda mesmo com nada, ponto para ele (e para nós por sabermos disto).
Depois de nos deitarmos ela apareceu-nos na cama várias vezes. E de todas nos levantámos (haja paciência) e a fomos levar à sua cama, e ficámos até adormecer (é mesmo preciso ter os olhos postos no objectivo). Eu ainda cheguei a fazer leitinho no biberon às 5h da manhã, como se tivesse um recém-nascido em casa. Enfim.
Domingo à noite, deu-se a transformação. Foi para a cama na sua hora, e não acordou nem uma vez.
Ele chamou-nos para fazer xixi, mas vendo a irmã na sua cama nem pediu para vir para a nossa.
Ela parecia que estava mais segura, como se a nossa mão firme fosse exactamente o que estava a precisar.
Ainda é cedo para saber, temos de esperar mais alguns dias. Mas espero mesmo que seja isso, e que o ciclo tenha terminado - se assim for, afinal nem era tão difícil. Vamos ver.
Hoje falei com a educadora e pedi para que não durma uma sesta tão grande. Está visto que a rapariga não precisa de dormir muito, e prefiro que vá para a cama mais cedo do que estar às voltas e mais voltas sem conseguir dormir.
As duas coisas hão-de surtir efeito, espero eu.
Fiquem sintonizados neste tema, que em breve dou mais novidades. Espero que boas.
Mas hoje não é o dia.
Só vos posso dizer que os pais cá de casa se uniram este fim-de-semana, total e completamente FARTOS de ter de dormir com as crias atreladas, e decidiram por um ponto final oficial nesta situação.
Eu ando que não posso, com ataques de ansiedade e não páro de berrar, o Tê nem pode com uma gata pelo rabo, tudo porque dormimos mal porque suas excelências se instalam na nossa cama como se fossem donos e senhores do espaço, e nós pura e simplesmente não descansamos.
Não pode ser.
Sábado ao pequeno-almoço demos o grito do Ipiranga e dissemos que ACABOU.
A partir dessa noite não há mais vir dormir para a cama dos pais.
Sábado à noite é que foram elas...
A mais nova, entre a hora de dormir e a hora de nós nos deitarmos, levantava-se uma média de 3 vezes. Aparecia na sala, sorrateira, e depois pedia para dormir na nossa cama (mesmo vazia) ou para ficar na sala connosco. Fomos inflexíveis, e levámo-la sempre de volta à sua cama. Houve cenas feias, que ouve. Houve gritos, houve espernear, houve mesmo um ataque de histeria - e ficámos a saber que o mais velho não acorda mesmo com nada, ponto para ele (e para nós por sabermos disto).
Depois de nos deitarmos ela apareceu-nos na cama várias vezes. E de todas nos levantámos (haja paciência) e a fomos levar à sua cama, e ficámos até adormecer (é mesmo preciso ter os olhos postos no objectivo). Eu ainda cheguei a fazer leitinho no biberon às 5h da manhã, como se tivesse um recém-nascido em casa. Enfim.
Domingo à noite, deu-se a transformação. Foi para a cama na sua hora, e não acordou nem uma vez.
Ele chamou-nos para fazer xixi, mas vendo a irmã na sua cama nem pediu para vir para a nossa.
Ela parecia que estava mais segura, como se a nossa mão firme fosse exactamente o que estava a precisar.
Ainda é cedo para saber, temos de esperar mais alguns dias. Mas espero mesmo que seja isso, e que o ciclo tenha terminado - se assim for, afinal nem era tão difícil. Vamos ver.
Hoje falei com a educadora e pedi para que não durma uma sesta tão grande. Está visto que a rapariga não precisa de dormir muito, e prefiro que vá para a cama mais cedo do que estar às voltas e mais voltas sem conseguir dormir.
As duas coisas hão-de surtir efeito, espero eu.
Fiquem sintonizados neste tema, que em breve dou mais novidades. Espero que boas.
Cá em casa é (era?) a dobrar a posição 1, 2, 3, 4, 6... todas, vá...
Pois que, basicamente é isto.
domingo, 19 de janeiro de 2014
Não sei quanto a vós...
... mas a mim parece-me que o Natal aconteceu há uma vida e meia.
Já tanta coisa aconteceu depois disso, que nem vos digo nada...
Este 2014, pela amostra que tem dado, vai ser um ano em grande. É que só pode.
Já tanta coisa aconteceu depois disso, que nem vos digo nada...
Este 2014, pela amostra que tem dado, vai ser um ano em grande. É que só pode.
sábado, 18 de janeiro de 2014
Lição de 2014
Às vezes, em certas situações, não é mau de todo prepararmo-nos para o pior, e ser surpreendidos pela positiva.
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Co-sleeping até na Bíblia (ou quase)
Conversa da mais nova hoje ao fim do dia, nem sei a propósito de quê:
"...ah e tal, e o Jesus dorme na cama da Maria..."
Digo eu "o quê?? O Menino Jesus não dorme com a mãe, dorme sozinho nas suas palhinhas deitado! Sozinho mesmo, e dorme muito bem!"
E responde o mais velho:
"Sim, mas a Maria e o José ficam sempre ali a seu lado, nunca nunca vão embora dali!"
E com esta me calei...
"...ah e tal, e o Jesus dorme na cama da Maria..."
Digo eu "o quê?? O Menino Jesus não dorme com a mãe, dorme sozinho nas suas palhinhas deitado! Sozinho mesmo, e dorme muito bem!"
E responde o mais velho:
"Sim, mas a Maria e o José ficam sempre ali a seu lado, nunca nunca vão embora dali!"
E com esta me calei...
Coisas que não se vêem todos os dias...
... a Parede coberta de branco.
(pronto não era bem coberta, mas com grandes extensões deneve granizo. Parecia Natal, pronto!)
(pronto não era bem coberta, mas com grandes extensões de
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
Um bom começo de dia
...é abrir o armário da casa-de-banho e levar com uma embalagem de 1,5l de gel de banho mesmo em cheio na cabeça.
Auch.
(sim, leram bem, 1,5l de gel de banho - estava em promoção)
Auch.
(sim, leram bem, 1,5l de gel de banho - estava em promoção)
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Estão à vontade para inventar
... um detergente de roupa com cheirinho calmante, para lavar a roupa da cama da criançada.
Eles deitam-se na cama, pousam a cabeça no lençol e automaticamente adormecem.
E ali permanecem até ser dia, sem vir para a cama dos pais, sem pesadelos, sem xixis, sem chuchas perdidas e coisas que tais.
Que tal?
Quem se chega à frente?
Eles deitam-se na cama, pousam a cabeça no lençol e automaticamente adormecem.
E ali permanecem até ser dia, sem vir para a cama dos pais, sem pesadelos, sem xixis, sem chuchas perdidas e coisas que tais.
Que tal?
Quem se chega à frente?
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Medidas saudáveis adoptadas neste início de ano
- abolimos todo e qualquer vestígio de adoçantes cá em casa, que apenas existiam nos iogurtes magros do Tê - passa a comer iogurtes normais, iguais aos dos filhos que é mais prático e tudo
- o açafrão, juntamente com a pimenta preta, são duas especiarias altamente anti-cancerígenas - arroz de açafrão sempre foi um must em casa dos meus pais, e agora é na nossa também
- acabou o almoço aquecido no tupperware no micro ondas do escritório - agora há embalagens de vidro com tampa para esse efeito
- já tinha comprado leite de aveia e de arroz (que fica maravilhoso na papa de aveia), hoje foi a vez de experimentar fazer granola caseira (maravilhosa), e de adicionar trigo sarraceno ao pão de amanhã
- após anos e anos a beber café com leite de manhã, desde há 3 semanas foi substituído por uma bela caneca de chá (e que bem que me sabe)
- os meus filhos começaram, finalmente, ao fim de anos de tentativas, a comer pão ao pequeno-almoço
Andamos armados em família-saudável, só falta irmos passear de bicicleta todos juntos a assobiar canções alegres...
(e bem pena temos, mas não temos bicicleta...)
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Aquela altura do ano
... em que vejo um aquecedor e não descanso enquanto não lhe espeto com roupa a secar em cima.
Maravilha.
Maravilha.
domingo, 12 de janeiro de 2014
A genética
Diz hoje o meu mais velho, depois de perguntar quando vai poder vestir t-shirts de manga curta outra vez:
"Eu no Verão era feliz... agora não tenho a certeza..."
(é que podiam taaanto ser minhas estas palavras!)
E quando eu o fiz ver que ah e tal o Inverno também é divertido, e que ele no Natal estava feliz, ele respondeu:
"O Natal é fixe, mas eu gosto mais do Verão e da praia."
Quantas vezes, quantas, é que eu já escrevi isto aqui no blog?
A genética é de facto, uma cena estranha.
"Eu no Verão era feliz... agora não tenho a certeza..."
(é que podiam taaanto ser minhas estas palavras!)
E quando eu o fiz ver que ah e tal o Inverno também é divertido, e que ele no Natal estava feliz, ele respondeu:
"O Natal é fixe, mas eu gosto mais do Verão e da praia."
Quantas vezes, quantas, é que eu já escrevi isto aqui no blog?
A genética é de facto, uma cena estranha.
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Pessoas que não consigo entender
As que gostam de arrumações.
Foi o que estive a fazer hoje... pleaaaaaaase... tanta coisa gira para fazer e eu a andar de trás para a frente com isto e aquilo, que secaaaaaaaaaaaaa...
E acho um piadão, porque quem gosta de fazer arrumações fica muito orgulhoso de demonstrar o seu método - "ah e tal e eu faço assim, e depois assim, e quando começo já ninguém me pára, e quando meto uma coisa na cabeça só descanso quando está feito e blá, blá, blá" - e eu tento, mas juro que tento, mas só me dá é um graaaaande vómito.
Para mim só há 2 maneiras de fazer arrumações:
Ou começo cheia de pica, e quando vou a meio já estou mais do que farta e com vontade de mandar tudo às urtigas.
Ou já começo sem pica nenhuma, e a menos de meio já estou mais do que farta e com vontade de mandar tudo às urtigas. Foi o caso de hoje.
Foi o que estive a fazer hoje... pleaaaaaaase... tanta coisa gira para fazer e eu a andar de trás para a frente com isto e aquilo, que secaaaaaaaaaaaaa...
E acho um piadão, porque quem gosta de fazer arrumações fica muito orgulhoso de demonstrar o seu método - "ah e tal e eu faço assim, e depois assim, e quando começo já ninguém me pára, e quando meto uma coisa na cabeça só descanso quando está feito e blá, blá, blá" - e eu tento, mas juro que tento, mas só me dá é um graaaaande vómito.
Para mim só há 2 maneiras de fazer arrumações:
Ou começo cheia de pica, e quando vou a meio já estou mais do que farta e com vontade de mandar tudo às urtigas.
Ou já começo sem pica nenhuma, e a menos de meio já estou mais do que farta e com vontade de mandar tudo às urtigas. Foi o caso de hoje.
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Dicas para sobreviver à nuvem negra que paira sobre a nossa cabeça
Começar a decidir datas para as férias.
Sweet.
Sweet.
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
We all need a day off
Quem nunca sentiu vontade de mandar tudo às urtigas por um dia?
De sair porta fora, não ir trabalhar, não tratar da casa, das roupas, de nada?
Ou melhor, de ignorar tudo e todos e passar o dia na cama?
Pura e simplesmente desaparecer do mapa durante 24 horas?
Foi o que fez o meu telemóvel.
Na 2a à noite, depois de uma dia complicado e a meio de uma extensa sms, o aparelho resolve dar o tilt.
Desligou-se. Nem estranhei, porque o menino tem vontade própria, e muitas vezes lhe dava para se auto-re-iniciar por sua livre iniciativa.
Só que desta vez, não se ligou.
Tentei uma, e outra,. e outra vez. Nada.
Tirei bateria umas quantas vezes. Nada.
Carreguei a bateria durante a noite. Nada
Ontem de manhã declarei o óbito.
Avisei família e amigos, o tlm estava morto. Paz à sua alma.
Claro que o telemóvel de substituição cá de casa se tinha evaporado, pelo que estive mesmo todo o dia sem telemóvel.
O Te, quando chegou a casa tentou fazer um reset total. Nada.
Outra vez. Nada.
Outra vez e... funcionou!
Ligou-se timidamente. Fez as suas actualizaçoes, fez-me perder tudo o que eram fotos, mensagens e coisas que tais, e pronto!
Está como novo.
Meu amigo, se o que querias era um dia de férias, bastava avisar, que eu dou-te uma folga ao domingo sempre que quiseres.
Mas não me voltes a fazer uma coisa destas, sob pena de eu (com a fúria) te mandar pela janela fora.
Estamos conversados.
De sair porta fora, não ir trabalhar, não tratar da casa, das roupas, de nada?
Ou melhor, de ignorar tudo e todos e passar o dia na cama?
Pura e simplesmente desaparecer do mapa durante 24 horas?
Foi o que fez o meu telemóvel.
Na 2a à noite, depois de uma dia complicado e a meio de uma extensa sms, o aparelho resolve dar o tilt.
Desligou-se. Nem estranhei, porque o menino tem vontade própria, e muitas vezes lhe dava para se auto-re-iniciar por sua livre iniciativa.
Só que desta vez, não se ligou.
Tentei uma, e outra,. e outra vez. Nada.
Tirei bateria umas quantas vezes. Nada.
Carreguei a bateria durante a noite. Nada
Ontem de manhã declarei o óbito.
Avisei família e amigos, o tlm estava morto. Paz à sua alma.
Claro que o telemóvel de substituição cá de casa se tinha evaporado, pelo que estive mesmo todo o dia sem telemóvel.
O Te, quando chegou a casa tentou fazer um reset total. Nada.
Outra vez. Nada.
Outra vez e... funcionou!
Ligou-se timidamente. Fez as suas actualizaçoes, fez-me perder tudo o que eram fotos, mensagens e coisas que tais, e pronto!
Está como novo.
Meu amigo, se o que querias era um dia de férias, bastava avisar, que eu dou-te uma folga ao domingo sempre que quiseres.
Mas não me voltes a fazer uma coisa destas, sob pena de eu (com a fúria) te mandar pela janela fora.
Estamos conversados.
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
domingo, 5 de janeiro de 2014
A pergunta que realmente importa, agora que 2013 acabou
Então afinal a não sei quantas sempre conseguiu comprar a tal mala Chanel preta, ou não?
Como é que o ano acaba sem ninguém saber isto, hã?
(é que nem me perguntem como é que me lembrei disto agora)
Como é que o ano acaba sem ninguém saber isto, hã?
(é que nem me perguntem como é que me lembrei disto agora)
As crianças, como os cães...
... têm de ser levadas a passear. Não tanto para fazer as necessidades (se bem que às vezes aconteça), mas mais para espairecer, esticar as pernas, correr de um lado para o outro.
Ao fim de 2 semanas de férias de Natal, hoje lá conseguimos ir ao parque, finalmente!
O mais velho estava que nem podia acreditar, ele era bicicleta, corrida, escorrega, caiu na lama, jogou à bola, tudo o que conseguiu.
Íamos só um bocado de manhã, porque parecia que estava prestes a chover, mas acabámos por almoçar lá e ficar a tarde toda, sempre com a sensação de que a qualquer momento ia cair uma carga de água.
Não caiu.
Espero que hoje durmam bem e se portem bem cá em casa.
Isto de aturar feras enjauladas não é pêra doce...
Ao fim de 2 semanas de férias de Natal, hoje lá conseguimos ir ao parque, finalmente!
O mais velho estava que nem podia acreditar, ele era bicicleta, corrida, escorrega, caiu na lama, jogou à bola, tudo o que conseguiu.
Íamos só um bocado de manhã, porque parecia que estava prestes a chover, mas acabámos por almoçar lá e ficar a tarde toda, sempre com a sensação de que a qualquer momento ia cair uma carga de água.
Não caiu.
Espero que hoje durmam bem e se portem bem cá em casa.
Isto de aturar feras enjauladas não é pêra doce...
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
2014 so far II
Falta de paciência, muita falta de paciência para estes lados. E nervos.
No final de 2013 adivinhou-se uma mudança que não chegou a concretizar-se por enquanto, o que me deixou muito chateada. Em princípio será uma oportunidade adiada e não perdida, mas ainda assim...
Depois, nos últimos dias do ano tive uma notícia triste, daquelas mesmo tristes, que me deixou também revoltada (além de profundamente triste) e que me fez ficar ainda com mais pena da oportunidade não se ter concretizado.
E de modos que ando nisto.
Puf
No final de 2013 adivinhou-se uma mudança que não chegou a concretizar-se por enquanto, o que me deixou muito chateada. Em princípio será uma oportunidade adiada e não perdida, mas ainda assim...
Depois, nos últimos dias do ano tive uma notícia triste, daquelas mesmo tristes, que me deixou também revoltada (além de profundamente triste) e que me fez ficar ainda com mais pena da oportunidade não se ter concretizado.
E de modos que ando nisto.
Puf
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
2014 so far
Trabalhei e não fiz nada de jeito. Não mexi uma palha quanto aos meus projectos paralelos.
Gritei com os miúdos e perdi a paciência.
Fiz uma sopa que ficou com o pior aspecto que há memória (mas não está péssima, menos mal).
Não fiz exercício, e antes de jantar fartei-me de picar aqui e ali queijinhos e tostas que ofereceram no Natal.
Hoje acordei 15 minutos antes do trabalho, vesti a primeira coisa que me apareceu e nem sequer pus o meu querido BB cream.
E pronto, 48 horas de 2014 e já consegui ignorar praticamente todas as minhas resoluções de ano novo.
Este ano promete.
Gritei com os miúdos e perdi a paciência.
Fiz uma sopa que ficou com o pior aspecto que há memória (mas não está péssima, menos mal).
Não fiz exercício, e antes de jantar fartei-me de picar aqui e ali queijinhos e tostas que ofereceram no Natal.
Hoje acordei 15 minutos antes do trabalho, vesti a primeira coisa que me apareceu e nem sequer pus o meu querido BB cream.
E pronto, 48 horas de 2014 e já consegui ignorar praticamente todas as minhas resoluções de ano novo.
Este ano promete.
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
2014
E já cá estamos!
Bom ano a todos os leitores, passados, presentes e futuros, deste fantástico blog que é o Quase Adultos!
Bom ano a todos os leitores, passados, presentes e futuros, deste fantástico blog que é o Quase Adultos!
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
2013
Mal acredito que está mesmo, mesmo no fim.
Foi um ano de contrastes, por cá, com coisas muito boas, boas, assim-assim, más e muito más.
Passei o ano em dieta, umas vezes mais outras vezes menos, sem grandes resultados, mas que me permitiu tomar consciência do que posso e não posso fazer.
Foi o ano em que voltei, finalmente, a conseguir ter tempo para ler, e consequentemente a ser outra vez eu, a fazer algo por mim e para mim - não sabia que seria assim tão importante, mas tem sido.
Foi o ano em que participei em desafios e frequentei workshops para me tornar uma mãe melhor, mais calma mas assertiva, menos gritona e impulsiva.
Foi o ano em que o meu mais velho começou a usar óculos, que provavelmente usará para sempre.
Fui 4 vezes à Holanda, e não saí do país mais vez nenhuma.
Comecei a costurar e ainda tenho muito, muito que aprender.
Apesar de achar que foi sempre pouco, recebi os amigos em casa e fiz um esforço por estar com eles em diferentes ocasiões. Reforcei as novas amizades e resgatei as mais antigas, que por força das circunstancias tinham ficado para trás.
A minha mais nova entrou para a escola, e foi uma adaptação tão suave que mais parece que sempre lá tinha andado.
Foi um ano inteiro a lutar contra o flagelo... do co-sleeping. E continuamos a acordar os 4 na mesma cama, faça eu o que fizer.
Foi o ano em que finalmente pintámos as portas cá de casa de branco, o que deu uma nova vida à casa toda com um impacto muito superior ao previsto.
Foi um ano em que comprovei que o meu instinto maternal ainda não (re)nasceu das cinzas, mas em que nasceram bebés muito importantes: o mais novo do P. (que lhe tem ensinado umas belas lições do alto dos seus quase 8 meses ih ih ih), as primeiras gémeas da família (depois de uma gravidez de alto risco), e da minha querida sobrinha-linda-fofa da tia, que deixou a família toda em suspenso durante a primeira semana de vida, para depois nos compensar do susto com os melhores sorrisos do mundo.
Foi um ano em que os meus bebés cresceram, em que o mais velho deixou de usar fraldas de noite e a mais nova deixou de dia, em que passo a passo começamos a poder fazer mais e mais coisas os 4, a ir ao cinema, aos museus e exposições, andar de bicicleta e triciclo, ir a jantares e almoços sem ter de estar sempre a ver o que andam a fazer.
Em termos profissionais foi um ano em que não saí da cepa torta, mas em que muito me mexi para que isso acontecesse - e vai com certeza acontecer em 2014.
Foi também um ano marcado por algumas coisas más que não fazem parte deste blog e por isso não aparecem aqui.
Mas o essencial do meu 2013 está dito, e isso é que merece ser recordado!
Venha de lá esse 2014, estamos prontos!
Foi um ano de contrastes, por cá, com coisas muito boas, boas, assim-assim, más e muito más.
Passei o ano em dieta, umas vezes mais outras vezes menos, sem grandes resultados, mas que me permitiu tomar consciência do que posso e não posso fazer.
Foi o ano em que voltei, finalmente, a conseguir ter tempo para ler, e consequentemente a ser outra vez eu, a fazer algo por mim e para mim - não sabia que seria assim tão importante, mas tem sido.
Foi o ano em que participei em desafios e frequentei workshops para me tornar uma mãe melhor, mais calma mas assertiva, menos gritona e impulsiva.
Foi o ano em que o meu mais velho começou a usar óculos, que provavelmente usará para sempre.
Fui 4 vezes à Holanda, e não saí do país mais vez nenhuma.
Comecei a costurar e ainda tenho muito, muito que aprender.
Apesar de achar que foi sempre pouco, recebi os amigos em casa e fiz um esforço por estar com eles em diferentes ocasiões. Reforcei as novas amizades e resgatei as mais antigas, que por força das circunstancias tinham ficado para trás.
A minha mais nova entrou para a escola, e foi uma adaptação tão suave que mais parece que sempre lá tinha andado.
Foi um ano inteiro a lutar contra o flagelo... do co-sleeping. E continuamos a acordar os 4 na mesma cama, faça eu o que fizer.
Foi o ano em que finalmente pintámos as portas cá de casa de branco, o que deu uma nova vida à casa toda com um impacto muito superior ao previsto.
Foi um ano em que comprovei que o meu instinto maternal ainda não (re)nasceu das cinzas, mas em que nasceram bebés muito importantes: o mais novo do P. (que lhe tem ensinado umas belas lições do alto dos seus quase 8 meses ih ih ih), as primeiras gémeas da família (depois de uma gravidez de alto risco), e da minha querida sobrinha-linda-fofa da tia, que deixou a família toda em suspenso durante a primeira semana de vida, para depois nos compensar do susto com os melhores sorrisos do mundo.
Foi um ano em que os meus bebés cresceram, em que o mais velho deixou de usar fraldas de noite e a mais nova deixou de dia, em que passo a passo começamos a poder fazer mais e mais coisas os 4, a ir ao cinema, aos museus e exposições, andar de bicicleta e triciclo, ir a jantares e almoços sem ter de estar sempre a ver o que andam a fazer.
Em termos profissionais foi um ano em que não saí da cepa torta, mas em que muito me mexi para que isso acontecesse - e vai com certeza acontecer em 2014.
Foi também um ano marcado por algumas coisas más que não fazem parte deste blog e por isso não aparecem aqui.
Mas o essencial do meu 2013 está dito, e isso é que merece ser recordado!
Venha de lá esse 2014, estamos prontos!
Tudo tem o seu tempo
E tudo acontece por alguma razão.
Mesmo quando não a conseguimos ver, nada acontece por acaso.
Cada vez mais tenho a certeza disso.
Mesmo quando não a conseguimos ver, nada acontece por acaso.
Cada vez mais tenho a certeza disso.
domingo, 29 de dezembro de 2013
Fotos de alguns presentes DIY
Um dos aventais que eu fiz - demoro mais a montar o estaminé do que a coser o dito, mas pronto.
A maçã de feltro cosi à mão.
Comidinhas em feltro feitas pela minha mana mais velha - lin-das-de-morrer! Ao fundo vê-se a caixinha onde vem o jogo da memória da família feito pela minha irmã do meio e sobrinha
Saco porta-bolos feito pela mana mais velha, para mim. Todo forrado e reforçado, que foi logo posto a uso nesse dia.
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
Presentes de Natal DIY
Este ano, tal como já referi aqui, ofereci vários presentes feitos por mim.
Fiquei muito orgulhosa, especialmente dos aventais que fiz para dois sobrinhos. Foram até agora a minha melhor obra com a máquina de costura e fiquei mesmo contente com o resultado.
Mas o melhor dos presentes homemade são mesmo aqueles que recebemos, e este ano a fasquia subiu e muito.
Eu recebi vários temperos, azeites, chutneys e afins, que são o melhor presente que me podem dar. Gosto muito, e uso tudo até ao fim em tempo record. Adoro.
Os meus filhos receberam brinquedos lindos de morrer: um jogo da memória com personagens da família, um jogo de tabuleiro do Rali dos Dragões, comidinhas feitas em feltro e um tapete- pista de carros em feltro também.
E o melhor é que foram feitos maioritariamente pelos meus sobrinhos, que fazem os presentes de Natal desde tenra idade.
O meu objectivo é um dia chegar ao nível deles. Eles sim, são os verdadeiros duendes.
Fiquei muito orgulhosa, especialmente dos aventais que fiz para dois sobrinhos. Foram até agora a minha melhor obra com a máquina de costura e fiquei mesmo contente com o resultado.
Mas o melhor dos presentes homemade são mesmo aqueles que recebemos, e este ano a fasquia subiu e muito.
Eu recebi vários temperos, azeites, chutneys e afins, que são o melhor presente que me podem dar. Gosto muito, e uso tudo até ao fim em tempo record. Adoro.
Os meus filhos receberam brinquedos lindos de morrer: um jogo da memória com personagens da família, um jogo de tabuleiro do Rali dos Dragões, comidinhas feitas em feltro e um tapete- pista de carros em feltro também.
E o melhor é que foram feitos maioritariamente pelos meus sobrinhos, que fazem os presentes de Natal desde tenra idade.
O meu objectivo é um dia chegar ao nível deles. Eles sim, são os verdadeiros duendes.
Natal report
Depois de uma viagem debaixo de chuva dia 23 à noite, o nosso Natal na aldeia foi mesmo um Natal dentro da casa da bisavó, porque não se conseguia mesmo andar na rua. Nós com pena deles, de não poderem ir ver as galinhas nem correr na terra como de costume, eles na maior na brincadeira todo o dia.
Assim foi a nossa véspera de Natal. De há uns anos para cá, em casa da bisavó o Natal à mesa começa logo no almoço de dia 24, para fazer render o dia. Assim em vez de termos apenas uma refeição especial, acabamos por ter duas.
À noite o Pai Natal tocou à porta, e deixou um saco enorme. Foi mágico - e trágico, que a mais nova apanhou o verdadeiro cagaço, a rapariga odeia o Pai Natal mesmo sem o ver- mas os mais velhos vibraram tanto, estavam tão contentes que só esse momento já fez o meu Natal.
No dia 25 fizemos a viagem para baixo de manhã - àquela hora faz-se muito bem, sem trânsito - e nevou, choveu, granizou e fez sol.
Almoçamos nos meus pais, e à tarde veio o Menino Jesus deixar os seus presentes. Mais um momento de pura magia, com a criançada a entrar na sala em fila por alturas, totalmente às escuras só com luz das velas e da árvore de Natal.
Diz que o Natal é das crianças, e eu confirmo. Eu nunca tive um Natal sem crianças, mas quando temos filhos o Natal ganha mesmo um sabor especial.Sim, é piroso dizer isto, mas é a verdade.
E eu fico sempre contente quando chegamos a casa no dia 25 à noite e eu sei que os meus filhos tiveram um excelente Natal, com montes de presentes, momentos únicos e primos para brincar.
Não sendo perfeito*, foi um óptimo Natal.
(*alguns primos não puderam ir ao Natal na bisavó, e por cá houve tios e primos atacados por uma gastroenterite que não desfrutaram nada deste Natal, não fosse isso tinha sido mesmo perfeito...)
Assim foi a nossa véspera de Natal. De há uns anos para cá, em casa da bisavó o Natal à mesa começa logo no almoço de dia 24, para fazer render o dia. Assim em vez de termos apenas uma refeição especial, acabamos por ter duas.
À noite o Pai Natal tocou à porta, e deixou um saco enorme. Foi mágico - e trágico, que a mais nova apanhou o verdadeiro cagaço, a rapariga odeia o Pai Natal mesmo sem o ver- mas os mais velhos vibraram tanto, estavam tão contentes que só esse momento já fez o meu Natal.
No dia 25 fizemos a viagem para baixo de manhã - àquela hora faz-se muito bem, sem trânsito - e nevou, choveu, granizou e fez sol.
Almoçamos nos meus pais, e à tarde veio o Menino Jesus deixar os seus presentes. Mais um momento de pura magia, com a criançada a entrar na sala em fila por alturas, totalmente às escuras só com luz das velas e da árvore de Natal.
Diz que o Natal é das crianças, e eu confirmo. Eu nunca tive um Natal sem crianças, mas quando temos filhos o Natal ganha mesmo um sabor especial.Sim, é piroso dizer isto, mas é a verdade.
E eu fico sempre contente quando chegamos a casa no dia 25 à noite e eu sei que os meus filhos tiveram um excelente Natal, com montes de presentes, momentos únicos e primos para brincar.
Não sendo perfeito*, foi um óptimo Natal.
(*alguns primos não puderam ir ao Natal na bisavó, e por cá houve tios e primos atacados por uma gastroenterite que não desfrutaram nada deste Natal, não fosse isso tinha sido mesmo perfeito...)
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
Bom Natal!
E é então chegado o momento de desejar um Feliz Natal a todos os leitores do Quase Adultos, por isso cá vai:
A todos os leitores do Quase Adultos, e às suas famílias, desejo um Natal fantástico, com tudo aquilo que desejam!
A todos os leitores do Quase Adultos, e às suas famílias, desejo um Natal fantástico, com tudo aquilo que desejam!
domingo, 22 de dezembro de 2013
Nós por cá... eles por lá
A criançada foi com os avós para casa da bisavó, e nós ficamos por cá porque o Tê trabalha amanhã.
Para eles há mimos, vontades feitas, campo, galinhas, primos para brincar, espaço e natureza.
Para nós há silêncio. Daquele que vale ouro, muito ouro.
Win - win.
Para eles há mimos, vontades feitas, campo, galinhas, primos para brincar, espaço e natureza.
Para nós há silêncio. Daquele que vale ouro, muito ouro.
Win - win.
sábado, 21 de dezembro de 2013
Nós por cá
... temos andado entre presentes de Natal handmade (acho que este ano bato o record), birras da mais nova, jantares de Natal, birras da mais nova, jantar de anos sem aniversariante, birras da mais nova, gastroenterites que passam de uns para outros, birras da mais nova, vómitos e diarreias, birras da mais nova, novas ideias e projectos, birras da mais nova, eu a dar em doida com as birras da mais nova e birras da mais nova.
Basicamente, tem sido isto.
Basicamente, tem sido isto.
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
O livro
Um das homenagens feitas ao patriarca da família descritas no post abaixo, foi o lançamento de um "best seller familiar", como lhe chama o meu tio editor: um livro com histórias da vida do meu avô.
Não é uma biografia, é antes um conjunto de memórias escritas a várias mãos - filhos, noras, netos, amigos, sobrinhos - cada um com a sua visão, com o seu episódio engraçado, com uma história para contar.
No conjunto ficamos com uma pequena ideia do homem extraordinário que foi.
Muito mais do que alguma vez imaginámos.
Tem sido uma montanha-russa de emoções em cada página. Já ri, já chorei, já chorei a rir.
Excelente para quem não teve a oportunidade de o conhecer melhor.
Ou para quem não o chegou a conhecer, mesmo.
Não é uma biografia, é antes um conjunto de memórias escritas a várias mãos - filhos, noras, netos, amigos, sobrinhos - cada um com a sua visão, com o seu episódio engraçado, com uma história para contar.
No conjunto ficamos com uma pequena ideia do homem extraordinário que foi.
Muito mais do que alguma vez imaginámos.
Tem sido uma montanha-russa de emoções em cada página. Já ri, já chorei, já chorei a rir.
Excelente para quem não teve a oportunidade de o conhecer melhor.
Ou para quem não o chegou a conhecer, mesmo.
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Fim de semana mítico
Este que passou.
Celebrámos o centenário do nascimento do meu avô paterno, e foi um fim de semana cheio de emoção e animação.
Houve 35 primos na mesma casa, houve conversas à lareira com pão quente até às 3 da manhã, pequeno almoço como quando eu era criança, almoçarada de primos, missa, jantarada, teatro, jogo familiar, música, bailarico (com moches e comboios), escala de banhos matinal, pontualidade britânica por parte dos 35 ocupantes da casa (o orgulho, senhores!), ida ao cemitério depositar flores, fotografia de família (mais de 60 pessoas), lançamento de um livro, almoço de leitão e chanfana e um vídeo para terminar.
Tenho a certeza absoluta que o meu avô esteve connosco, e está com certeza orgulhoso da família que construiu, da qual ele conheceu apenas uma parte.
E uma homenagem destas era mesmo o mínimo que podíamos fazer por ele.
Foi mesmo um fim de semana memorável!
Celebrámos o centenário do nascimento do meu avô paterno, e foi um fim de semana cheio de emoção e animação.
Houve 35 primos na mesma casa, houve conversas à lareira com pão quente até às 3 da manhã, pequeno almoço como quando eu era criança, almoçarada de primos, missa, jantarada, teatro, jogo familiar, música, bailarico (com moches e comboios), escala de banhos matinal, pontualidade britânica por parte dos 35 ocupantes da casa (o orgulho, senhores!), ida ao cemitério depositar flores, fotografia de família (mais de 60 pessoas), lançamento de um livro, almoço de leitão e chanfana e um vídeo para terminar.
Tenho a certeza absoluta que o meu avô esteve connosco, e está com certeza orgulhoso da família que construiu, da qual ele conheceu apenas uma parte.
E uma homenagem destas era mesmo o mínimo que podíamos fazer por ele.
Foi mesmo um fim de semana memorável!
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
O que é que se ouve aqui?
Ambos por sugestão do meu amigo-guru-musical, que acerta sempre na mouche quando lhe peço que me indique coisas novas para ouvir. (também posso ser eu que não sou imparcial e que gosto de tudo o que é sugerido por ele - é possível).
Os primeiros já conhecia, mas é o último álbum.
Os segundos nunca sequer tinha ouvido falar, mas estou rendida.
Ouçam e digam de vossa justiça.
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
O nojo
Peço ao cliente um minuto ao telefone porque preciso de confirmar uma coisa.
O senhor resolve ir à casa de banho nesse minuto.
Ouço xixi.
Ouço autoclismo.
E não, não ouço lavar as mãos, claro.
Atenção que eu não tinha posto a chamada em espera, nem sequer estava em "mute", pelo que o senhor se estivesse com atenção até me ouvia a teclar ou a respirar.
Mas pois que resolveu presentear-me com este belo espetáculo.
7 anos a trabalhar ao telefone, nunca me tinha acontecido.
Até aqui a coisa mais nojenta eram os clientes de pastilha elástica ao telefone - o som do mascar no meu ouvido é coisa para me deixar nervosa. Mesmo.
Mas o mudar a água às azeitonas em directo não lhe fica atrás.
Ele há com cada um...
O senhor resolve ir à casa de banho nesse minuto.
Ouço xixi.
Ouço autoclismo.
E não, não ouço lavar as mãos, claro.
Atenção que eu não tinha posto a chamada em espera, nem sequer estava em "mute", pelo que o senhor se estivesse com atenção até me ouvia a teclar ou a respirar.
Mas pois que resolveu presentear-me com este belo espetáculo.
7 anos a trabalhar ao telefone, nunca me tinha acontecido.
Até aqui a coisa mais nojenta eram os clientes de pastilha elástica ao telefone - o som do mascar no meu ouvido é coisa para me deixar nervosa. Mesmo.
Mas o mudar a água às azeitonas em directo não lhe fica atrás.
Ele há com cada um...
A Roda Gigante
Foto Sofia Freire
Fomos a Cascais no domingo de manhã, para andar na Roda Gigante.
Em chegados lá, o mais velho que é de todos o mais aventureiro, disse logo que não queria ir porque tinha medo (ambos verbalizam muito bem os seus medos).
A mais nova nem se fala (só há pouco começou a gostar de andar de carrossel - quando digo há pouco foi mesmo há 1 semana na Aldeia do Natal, em que da primeira vez teve de parar o carrossel para ela sair, mas depois lá começou a gostar), só de olhar para cima até lhe fazia impressão.
E eu, que morro de vertigens (MORRO DE VERTIGENS!) sorri tristemente por dentro. São mesmo meus filhos.
Andei numa dessas Rodas Gigantes uma única vez, que me lembre.
Em Santiago de Compostela, penso que nas festas de Santiago, já no final do ano de Erasmus.
Ia mo-rren-do.
As cabines penduradas, a abanar ao vento, e os amigos compreensivos a gozar o prato - a fingir que abrem a cancela, a fazer abanar ainda mais, enfim. Julguei que morria.
Ao longo da vida fui tendo vários ataques de pânico por causa das alturas - tive um histórico na Sagrada Família de Barcelona, em que cheguei ao alto e não conseguia atravessar a ponte para o outro lado (para poder descer), e outro mais recente na Quinta da Regaleira, a ver os meus filhos subir e descer as torres românticas como se nada fosse. Também tive outros ataques de pânico em sítios menos glamourosos com certeza, mas esses nem contam.
Não sei o que me deu para achar que ia mesmo andar na Roda Gigante, mas uma pessoa faz tudo pelos filhos.
Ontem no carro passámos em Cascais e veio à conversa o facto de não termos andado.
Falámos sobre o medo, e sobre o facto de por vezes não ter nenhum mal ter medo.
Fica para o ano, disse eu.
"Boa!" diz o mais velho, "para o ano quando eu tiver 5 anos e a mana tiver 3 anos, e tu tiveres, quantos?"
36 (glup)
"isso, quando eu tiver 5, a mana tiver 3 e tu tiveres 36 já não temos medo, e somos crescidos, e vamos todos."
Está combinado. (mega glup)
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Jantares de Natal
Já houve anos em que nem cheguei a ter nenhum jantar de Natal, mas agora as coisas mudaram um bocadinho.
Já tive dois encontros de Natal - um jantar/ceia e um lanche/jantar - com as respectivas trocas de presente do amigo invisível.
Tempos houve em que o plafond desses presentes rondava os 10 euros, depois passou para 5 euros, e agora estamos mesmo na base do 1 euro ou mesmo de algo feito em casa por menos que isso.
E garanto que ninguém fica a perder.
Chás biológicos trazidos da casa das avós, sabonetes bem cheirosos, bolachinhas feitas em casa, decoração de Natal feita com massa de sal, saco de farnel (costurado pela mãe), até uma raspadinha (que tem potencial para ser o melhor presente de Natal de sempre), são algumas ideias que permitem manter a tradição e transformar um encontro de amigos normal, num evento natalício.
Isso e haver bolo-rei na mesa (mesmo que ninguém lhe toque e eu o traga para o pequeno-almoço).
Já tive dois encontros de Natal - um jantar/ceia e um lanche/jantar - com as respectivas trocas de presente do amigo invisível.
Tempos houve em que o plafond desses presentes rondava os 10 euros, depois passou para 5 euros, e agora estamos mesmo na base do 1 euro ou mesmo de algo feito em casa por menos que isso.
E garanto que ninguém fica a perder.
Chás biológicos trazidos da casa das avós, sabonetes bem cheirosos, bolachinhas feitas em casa, decoração de Natal feita com massa de sal, saco de farnel (costurado pela mãe), até uma raspadinha (que tem potencial para ser o melhor presente de Natal de sempre), são algumas ideias que permitem manter a tradição e transformar um encontro de amigos normal, num evento natalício.
Isso e haver bolo-rei na mesa (mesmo que ninguém lhe toque e eu o traga para o pequeno-almoço).
Outra seca
Pensar que hoje estamos de folga, e depois acordar com o despertador do telemóvel a dizer "trabalho".
Pensar, pensar (isto as 6h40 da manhã as coisas levam o seu tempo), e depois lembrar-me que o telemóvel tem mesmo razão - troquei com um colega e sim, hoje estou a trabalhar.
Mil coisas planeadas e pensadas para fazer hoje por água abaixo, e cá estamos.
Resta a alegria de saber que nas próximas duas semanas estarei de férias.
Ho ho ho!
Pensar, pensar (isto as 6h40 da manhã as coisas levam o seu tempo), e depois lembrar-me que o telemóvel tem mesmo razão - troquei com um colega e sim, hoje estou a trabalhar.
Mil coisas planeadas e pensadas para fazer hoje por água abaixo, e cá estamos.
Resta a alegria de saber que nas próximas duas semanas estarei de férias.
Ho ho ho!
sábado, 7 de dezembro de 2013
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
Eu não aprendo
Constantemente a (tentar) fazer dieta, e constantemente a ver o Masterchef Australia (que é o melhor, caso não saibam).
Que nervooos!
Sigo o Masterchef desde 2011, e sem grandes pressões acabo sempre por ficar agarrada a todas as séries!
Raios!
Passo a noite a babar aqui na sala!
Tempos houve em que via o programa a comer bolachas Maria molhadas em leite, mas agora senhores, nem isso... (sabem quantas calorias tem uma bolacha Maria? ui, é melhor nem saberem).
E a modos que é isto.
Agora estão a servir um "afternoon tea" com scones e bolos e bolachinhas (o meu ponto fraco) e a coisa mais interessante que eu tenho na despensa é um pacote de amêndoas com pele.
Oh querida mãezinha, porque me fizeste gira e inteligente, mas não magra, hã?
Ou com pouco apetite, bolas!
Que nervooos!
Sigo o Masterchef desde 2011, e sem grandes pressões acabo sempre por ficar agarrada a todas as séries!
Raios!
Passo a noite a babar aqui na sala!
Tempos houve em que via o programa a comer bolachas Maria molhadas em leite, mas agora senhores, nem isso... (sabem quantas calorias tem uma bolacha Maria? ui, é melhor nem saberem).
E a modos que é isto.
Agora estão a servir um "afternoon tea" com scones e bolos e bolachinhas (o meu ponto fraco) e a coisa mais interessante que eu tenho na despensa é um pacote de amêndoas com pele.
Oh querida mãezinha, porque me fizeste gira e inteligente, mas não magra, hã?
Ou com pouco apetite, bolas!
Filme do fim-de-semana
Uma versão dos típicos filmes de adolescentes americanos, em giro.
Muito giro.
(e engraçado para ver com os filhos adolescentes)
Muito giro.
(e engraçado para ver com os filhos adolescentes)
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
Ainda a relação mãe/filha
Na 6ª feira a coisa correu tão mal - a rapariga desafiou os limites, porque sabia (e bem) que eu acabaria por ceder - que eu às tantas tive mesmo de ligar ao Tê para pôr água na fervura, porque sinceramente só me apetecia bater-lhe.
As birras, as exigências, o estar pouco-marimbando para o castigo, o gozar comigo na minha cara, houve de tudo.
Hoje foi dia de ir ao barbeiro para o mais velho cortar o cabelo.
Ele portou-se impecavelmente, um senhor, sentadinho na cadeira feito menino crescido.
Ela nem se portou muito mal, tirando um ou outro apontamento.
Ou pelo menos, assim pensava eu.
O Tê foi cortar o cabelo 1 hora depois, ao mesmo barbeiro. E ouviu a boquinha da menina-barbeira:
"Ah, a sua filha tem muita personalidade!"
O que todos sabemos, é o código que significa "é uma mal-criadona do pior!"
O Tê respondeu com um "sim, pois é" e ela não se fez rogada em explicar:
"Esteve aqui a esparramar-se no chão, chamou feia à mãe em frente a toda a gente, gritou que também queria cortar o cabelo e saiu aos berros porque não queria ir embora!"
E o pior, é tudo verdade.
Tornei-me oficialmente daquelas mães de crianças irritantes que nem se apercebem do que têm em casa!
Pois que uma situação que eu vi como "até nem correu muito mal" quando vista aos olhos de outra pessoa, transforma-se e fica completamente diferente.
Resta-me esperar por saber se a menina-barbeira tem filhos. Parece-me que não.
É que eu cá também era a melhor educadora de todas, até parir o primeiro...
As birras, as exigências, o estar pouco-marimbando para o castigo, o gozar comigo na minha cara, houve de tudo.
Hoje foi dia de ir ao barbeiro para o mais velho cortar o cabelo.
Ele portou-se impecavelmente, um senhor, sentadinho na cadeira feito menino crescido.
Ela nem se portou muito mal, tirando um ou outro apontamento.
Ou pelo menos, assim pensava eu.
O Tê foi cortar o cabelo 1 hora depois, ao mesmo barbeiro. E ouviu a boquinha da menina-barbeira:
"Ah, a sua filha tem muita personalidade!"
O que todos sabemos, é o código que significa "é uma mal-criadona do pior!"
O Tê respondeu com um "sim, pois é" e ela não se fez rogada em explicar:
"Esteve aqui a esparramar-se no chão, chamou feia à mãe em frente a toda a gente, gritou que também queria cortar o cabelo e saiu aos berros porque não queria ir embora!"
E o pior, é tudo verdade.
Tornei-me oficialmente daquelas mães de crianças irritantes que nem se apercebem do que têm em casa!
Pois que uma situação que eu vi como "até nem correu muito mal" quando vista aos olhos de outra pessoa, transforma-se e fica completamente diferente.
Resta-me esperar por saber se a menina-barbeira tem filhos. Parece-me que não.
É que eu cá também era a melhor educadora de todas, até parir o primeiro...
Um parque construído para o meu filho
Ou pelo menos, é o que parece.
Diz que é o melhor, ou um dos melhores parques para desportos com rodas da Europa.
Tudo o que ele adora - skates, bicicletas, trotinetes, patins, rampas, degraus, sítios para saltar, correr, subir e descer - num mesmo sítio. E com vista para o mar, ainda para mais (esta é mais para mim).
Tivemos de o arrancar de lá arrastado, com a promessa de voltarmos com os patins e a trotineta (desta vez fomos só com a bicicleta). Estava eufórico. A mais nova não se deixou ficar para trás e aprendeu a andar de triciclo in loco (é possível que ela já soubesse e nós ainda não tivessemos notado, mas pronto, ficou filmado como se fosse uma estreia).
Sem dúvida, vejo-nos a voltar muitas e muitas vezes nos próximos anos.
Diz que é o melhor, ou um dos melhores parques para desportos com rodas da Europa.
Tudo o que ele adora - skates, bicicletas, trotinetes, patins, rampas, degraus, sítios para saltar, correr, subir e descer - num mesmo sítio. E com vista para o mar, ainda para mais (esta é mais para mim).
Tivemos de o arrancar de lá arrastado, com a promessa de voltarmos com os patins e a trotineta (desta vez fomos só com a bicicleta). Estava eufórico. A mais nova não se deixou ficar para trás e aprendeu a andar de triciclo in loco (é possível que ela já soubesse e nós ainda não tivessemos notado, mas pronto, ficou filmado como se fosse uma estreia).
Sem dúvida, vejo-nos a voltar muitas e muitas vezes nos próximos anos.
Parque das Gerações, S.João do Estoril
(imagem tirada da net)
domingo, 1 de dezembro de 2013
Relação mãe/filha
A rapariga é um amor, mas tem um mau feitio do caraças.
Berra, barafusta, desafia constantemente, ferve em pouca água, e do alto dos seus dois anos e meio tira-me do sério.
Juro que não sei lidar com ela, porque eu... sou igual!
A continuar como está, nem quero pensar na adolescência.
Vamos andar às turras, isso é certinho.
Berra, barafusta, desafia constantemente, ferve em pouca água, e do alto dos seus dois anos e meio tira-me do sério.
Juro que não sei lidar com ela, porque eu... sou igual!
A continuar como está, nem quero pensar na adolescência.
Vamos andar às turras, isso é certinho.
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Um dia...
... vou-me sentar no computador e ver tudo o que tenho para ver, ler todos os posts pendentes, ler todos os artigos que acho interessantes, mais os e-mails que insistem em acumular-se, mais as fotos do pinterest e aquelas ideias giríssimas que se encontram aqui e ali.
Hoje não é o dia.
Vou-me deitar.
Hoje não é o dia.
Vou-me deitar.
A lareira
...da vizinha, é sempre melhor que a minha.
Principalmente porque a minha... não existe.
Os prédios em frente têm lareira, e nestes dias vários vizinhos a têm acendido, a avaliar pelo cheirinho que se faz sentir na rua que eu por acaso até acho agradável.
Acho? Achava!
É que depois chego a casa, e além de ter frio, tenho a roupa toda do estendal a cheirar a chouriço assado!
Anda uma pessoa a comprar amaciadores de marca para depois se vestir a cheirar a churrasco.
E com frio!
Nervos!
Principalmente porque a minha... não existe.
Os prédios em frente têm lareira, e nestes dias vários vizinhos a têm acendido, a avaliar pelo cheirinho que se faz sentir na rua que eu por acaso até acho agradável.
Acho? Achava!
É que depois chego a casa, e além de ter frio, tenho a roupa toda do estendal a cheirar a chouriço assado!
Anda uma pessoa a comprar amaciadores de marca para depois se vestir a cheirar a churrasco.
E com frio!
Nervos!
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
Mais um sobre o body milk para quem não tem tempo
Bem, até eu estou espantada com tanta dica de beleza, mas esta tenho de partilhar.
Com certeza que se lembram deste post.
Pois que hoje, com muita falta de tempo no duche de manhã (ou com outra prioridade, que foi... dormir até mais tarde), resolvi espetar com o body milk directamente no puf, junto com o gel de banho.
O efeito é praticamente o mesmo, e o tempo de aplicação reduz radicalmente, já que é só mesmo espremer o frasco para cima da esponja e já está.
Estava mesmo com muita pressa, mas este tempo deixa-me a pele realmente seca, e não queria sair do banho sem por o creme. A solução foi juntar ao gel que diz que tem 1/4 de creme hidratante uma boa dose de creme hidratante verdadeiro para dar uma ajuda.
Pele macia, garantida.
Oh Mary, mas é mesmo igual a por hidratante normal? Não minhas queridas leitoras, não é - claro que convém ir pondo creme como deve ser de vez em quando (coisa que eu não faço, mas pronto) para garantir a hidratação, mas lá que é melhor que nada, lá isso é.
Com certeza que se lembram deste post.
Pois que hoje, com muita falta de tempo no duche de manhã (ou com outra prioridade, que foi... dormir até mais tarde), resolvi espetar com o body milk directamente no puf, junto com o gel de banho.
O efeito é praticamente o mesmo, e o tempo de aplicação reduz radicalmente, já que é só mesmo espremer o frasco para cima da esponja e já está.
Estava mesmo com muita pressa, mas este tempo deixa-me a pele realmente seca, e não queria sair do banho sem por o creme. A solução foi juntar ao gel que diz que tem 1/4 de creme hidratante uma boa dose de creme hidratante verdadeiro para dar uma ajuda.
Pele macia, garantida.
Oh Mary, mas é mesmo igual a por hidratante normal? Não minhas queridas leitoras, não é - claro que convém ir pondo creme como deve ser de vez em quando (coisa que eu não faço, mas pronto) para garantir a hidratação, mas lá que é melhor que nada, lá isso é.
De nada.
Mais uma dica de beleza
Desta já ouviram falar, mas com toda a certeza que dito por mim tem outro peso.
BB cream.
Aqui há uns anos atrás, quando não havia cá destas coisas, comecei a usar o truque de misturar um pouco de base com o creme hidratante.
É esse mesmo o efeito destes BB cream - não é um creme com cor, tipo auto-bronzeador, mas sim um creme com um bocadinho de base.
Estava com medo de experimentar porque a minha pele é daquelas que só de olhar para o creme errado fica logo irritada e cheia de borbulhas, mas esta semana a minha base acabou e resolvi arriscar.
Comprei o da mesma marca e linha do meu creme habitual e estou bastante contente.
Dá um efeito cuidado, sem exageros, com ar natural, e o que é mais importante para mim nos dias que correm - rápido de aplicar, sem falhas (não mancha nem fica mal espalhado como a base)
Uma última nota, nestes dias de mais frio e vento tenho posto primeiro o creme hidratante, e depois dou-lhe com o BB por cima, porque a minha pele tem tendência a ficar muito seca com este tempo. Leva uns segundos mais a aplicar um e depois o outro, mas eu fico mais confortável do que só com o BB cream. Vamos ver se com tempo mais húmido fica diferente.
Podem experimentar, caras leitoras, à confiança.
BB cream.
Aqui há uns anos atrás, quando não havia cá destas coisas, comecei a usar o truque de misturar um pouco de base com o creme hidratante.
É esse mesmo o efeito destes BB cream - não é um creme com cor, tipo auto-bronzeador, mas sim um creme com um bocadinho de base.
Estava com medo de experimentar porque a minha pele é daquelas que só de olhar para o creme errado fica logo irritada e cheia de borbulhas, mas esta semana a minha base acabou e resolvi arriscar.
Comprei o da mesma marca e linha do meu creme habitual e estou bastante contente.
Dá um efeito cuidado, sem exageros, com ar natural, e o que é mais importante para mim nos dias que correm - rápido de aplicar, sem falhas (não mancha nem fica mal espalhado como a base)
Uma última nota, nestes dias de mais frio e vento tenho posto primeiro o creme hidratante, e depois dou-lhe com o BB por cima, porque a minha pele tem tendência a ficar muito seca com este tempo. Leva uns segundos mais a aplicar um e depois o outro, mas eu fico mais confortável do que só com o BB cream. Vamos ver se com tempo mais húmido fica diferente.
Podem experimentar, caras leitoras, à confiança.
O meu é mesmo este, mas no tom mais claro. Mas há de outras marcas aos pontapés.
domingo, 24 de novembro de 2013
Amadeo
Hoje foi dia de ir ver esta exposição.
Eu adoro o Amadeo de Souza Cardoso, e estava na expectativa desta exposição há meses, ainda antes de inaugurar. Com tanta antecedência que até já me tinha esquecido, e foi por pouco que não me escapou!
Falaram-me nela na 6ª e combinei logo irmos no domingo, antes de começar a azáfama dos encontros de Natal/festas de anos que temos no próximo mês. "Irmos" não, que desta vez fui sozinha (o Tê ficou com os miúdos no jardim) para eu poder ver as coisas como deve ser.
Gostei tanto, tanto.
É, de facto, um artista incrível, sempre a inovar, sempre pioneiro, sempre a rasgar caminhos e a reinventar-se.
Uma exposição em que parece que passam décadas desde o primeiro quadro até ao último, mas que passam pouco mais de 10 anos.
À saída estava um casal de velhotes completamente extasiados com as obras, e o senhor só dizia "mas esta exposição é imperdível, é imperdível!".
É mesmo.
Eu adoro o Amadeo de Souza Cardoso, e estava na expectativa desta exposição há meses, ainda antes de inaugurar. Com tanta antecedência que até já me tinha esquecido, e foi por pouco que não me escapou!
Falaram-me nela na 6ª e combinei logo irmos no domingo, antes de começar a azáfama dos encontros de Natal/festas de anos que temos no próximo mês. "Irmos" não, que desta vez fui sozinha (o Tê ficou com os miúdos no jardim) para eu poder ver as coisas como deve ser.
Gostei tanto, tanto.
É, de facto, um artista incrível, sempre a inovar, sempre pioneiro, sempre a rasgar caminhos e a reinventar-se.
Uma exposição em que parece que passam décadas desde o primeiro quadro até ao último, mas que passam pouco mais de 10 anos.
À saída estava um casal de velhotes completamente extasiados com as obras, e o senhor só dizia "mas esta exposição é imperdível, é imperdível!".
É mesmo.
A ressaca
Fui, em dias que já lá vão, uma adolescente e jovem adulta que saiu muito à noite.
Muito mesmo - em alturas da vida cheguei a passar dias sem ver a luz do dia, uma autêntica morcega, a sair à noite todos os dias da semana.
Saí tanto, tanto, que acho que já saí tudo. Mesmo antes de ter filhos já pouco ou nada saía à noite, porque tinha perdido a paciência.
Sou, por isso, uma pessoa com vasta experiência em gerir ressacas.
Sou? Era!
6ª à noite tive o primeiro jantar de Natal do ano, com um grupinho de amigas de quem gosto muito. Conversa para aqui, conversa para ali, ainda tive um momento de algum soninho, mas depois passou.
Olhei para o relógio e tau! eram quase 4h da manhã, e passados 5 minutos olhei outra vez e eram quase 5h! E garanto que a essa hora estávamos todas prontas para ir tomar o pequeno-almoço e continuar a festa. Há sempre assunto!
O pior foi no dia seguinte...
Com o sono veio logo um descontrolo na dieta, e pronto, basicamente andei o dia todo a arrastar-me, a comer porcarias, a dormir sestas e a bocejar.
E ainda hoje me sinto a recuperar da noitada.
Ah e tal e quase adultos e tal, mas já não vou para nova, meus amigos. Essa é que é essa.
Muito mesmo - em alturas da vida cheguei a passar dias sem ver a luz do dia, uma autêntica morcega, a sair à noite todos os dias da semana.
Saí tanto, tanto, que acho que já saí tudo. Mesmo antes de ter filhos já pouco ou nada saía à noite, porque tinha perdido a paciência.
Sou, por isso, uma pessoa com vasta experiência em gerir ressacas.
Sou? Era!
6ª à noite tive o primeiro jantar de Natal do ano, com um grupinho de amigas de quem gosto muito. Conversa para aqui, conversa para ali, ainda tive um momento de algum soninho, mas depois passou.
Olhei para o relógio e tau! eram quase 4h da manhã, e passados 5 minutos olhei outra vez e eram quase 5h! E garanto que a essa hora estávamos todas prontas para ir tomar o pequeno-almoço e continuar a festa. Há sempre assunto!
O pior foi no dia seguinte...
Com o sono veio logo um descontrolo na dieta, e pronto, basicamente andei o dia todo a arrastar-me, a comer porcarias, a dormir sestas e a bocejar.
E ainda hoje me sinto a recuperar da noitada.
Ah e tal e quase adultos e tal, mas já não vou para nova, meus amigos. Essa é que é essa.
Dia das Amigas
Foi, para mim, na passada 6ª feira.
Almocei com uma amiga de infância (não, não foi a do FB), lanchei com uma amiga da faculdade e jantei (até às 5h da manhã) com um grupinho de amigas adquiridas na idade adulta.
Bem que soube, venham mais dias destes!
Almocei com uma amiga de infância (não, não foi a do FB), lanchei com uma amiga da faculdade e jantei (até às 5h da manhã) com um grupinho de amigas adquiridas na idade adulta.
Bem que soube, venham mais dias destes!
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
O Dia do Pijama da escola
Foi hoje, porque ontem era dia de natação, e não dava para irem de pijama.
Os meninos da sala do mais velho andavam a falar numa festa pijama desde o ano passado - há um episódio do Mickey com uma festa pijama, daí que todas as sestas falavam no assunto. Estavam em alta!
Eu também estava entusiasmada, confesso, com uma manhã em que, para variar, não tenho de os vestir.
O Tê ainda veio com o ah e tal, se calhar é má onda manda-los com a roupa da cama, mas eu tirei-lhe logo a ideia - ora bolas é o único dia do ano em que podemos de facto fazer isto.
À noite vestimos pijamas lavadinhos, prontos para no dia seguinte seguirem para a escola.
Ele escolheu o dos extra-terrestres, ela o dos gatinhos, que giros que estavam!
Ah ah ah, esta doce inocência de mãe, até parece mentira, mas apanha-me sempre.
Claro que a meio da noite ele fez um pouco de xixi na cama, e o Tê substituiu-lhe as calças.
De manhã, como também seria de esperar, o mais velho não queria ir - não é muito dado a estes carnavais, tudo o que seja andar mascarado na rua não é muito para ele, e parte-me o coração que assim seja porque, mas pronto. Fui super-compreensiva e disse-lhe que não precisava de ir de pijama, mas que eu achava que ele se ia divertir imenso se fosse. Assentiu.
Só depois reparou que não tinha as calças dos extra-terrestres, mas sim a das bolas de futebol. Drama.
Todo o espetáculo que se repete todos os dias com o raio da roupa, pois que também ocorreu no dia do pijama. (e eu a bufar e a ver a minha manhã fácil a escapar-se pela janela...)
Lá se convenceu e foi com o pijama das bolas de futebol.
A mochila com as pantufas e o pijama sobressalente (dela) ficou em casa. Enfim.
Ao fim do dia quando os fui buscar ele tinha tido uma desilusão.
Comentou que a educadora não percebeu, que a festa do pijama tinha de incluir dormirem todos na escola (que é só mesmo o que falta, já passam lá a vida e querem sempre mais).
À noite confessou-me também que não havia pipocas, e que todas as festas têm de ter pipocas.
Coitadinho, estava claramente com outra expectativa. Isto de os ver desiludidos é de partir o coração...
Para compensar, fizemos uma guerra de almofadas em casa. Não me lembro da última vez que o tinha feito, mas é uma cena muito fixe.
Sábado à noite temos programa cá em casa - festa do pijama comme il faut, com tudo o que eles têm direito.
Quanto a mim, que também fui defraudada hoje, pois que me resta esperar pelo Dia do Pijama do ano que vem...
Os meninos da sala do mais velho andavam a falar numa festa pijama desde o ano passado - há um episódio do Mickey com uma festa pijama, daí que todas as sestas falavam no assunto. Estavam em alta!
Eu também estava entusiasmada, confesso, com uma manhã em que, para variar, não tenho de os vestir.
O Tê ainda veio com o ah e tal, se calhar é má onda manda-los com a roupa da cama, mas eu tirei-lhe logo a ideia - ora bolas é o único dia do ano em que podemos de facto fazer isto.
À noite vestimos pijamas lavadinhos, prontos para no dia seguinte seguirem para a escola.
Ele escolheu o dos extra-terrestres, ela o dos gatinhos, que giros que estavam!
Ah ah ah, esta doce inocência de mãe, até parece mentira, mas apanha-me sempre.
Claro que a meio da noite ele fez um pouco de xixi na cama, e o Tê substituiu-lhe as calças.
De manhã, como também seria de esperar, o mais velho não queria ir - não é muito dado a estes carnavais, tudo o que seja andar mascarado na rua não é muito para ele, e parte-me o coração que assim seja porque, mas pronto. Fui super-compreensiva e disse-lhe que não precisava de ir de pijama, mas que eu achava que ele se ia divertir imenso se fosse. Assentiu.
Só depois reparou que não tinha as calças dos extra-terrestres, mas sim a das bolas de futebol. Drama.
Todo o espetáculo que se repete todos os dias com o raio da roupa, pois que também ocorreu no dia do pijama. (e eu a bufar e a ver a minha manhã fácil a escapar-se pela janela...)
Lá se convenceu e foi com o pijama das bolas de futebol.
A mochila com as pantufas e o pijama sobressalente (dela) ficou em casa. Enfim.
Ao fim do dia quando os fui buscar ele tinha tido uma desilusão.
Comentou que a educadora não percebeu, que a festa do pijama tinha de incluir dormirem todos na escola (que é só mesmo o que falta, já passam lá a vida e querem sempre mais).
À noite confessou-me também que não havia pipocas, e que todas as festas têm de ter pipocas.
Coitadinho, estava claramente com outra expectativa. Isto de os ver desiludidos é de partir o coração...
Para compensar, fizemos uma guerra de almofadas em casa. Não me lembro da última vez que o tinha feito, mas é uma cena muito fixe.
Sábado à noite temos programa cá em casa - festa do pijama comme il faut, com tudo o que eles têm direito.
Quanto a mim, que também fui defraudada hoje, pois que me resta esperar pelo Dia do Pijama do ano que vem...
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Cena fixe
Ir busca-los à escola e ouvi-los pedir, sempre, para ficar mais um bocadinho.
Entram na escola às 8h, porque não conseguimos antes, e são dos primeiros a chegar.
Vou busca-los pouco depois das 17h, e isso seria coisa para me deixar culpada, pobres coitados ficam quase 10 horas na escola.
Pois que claramente não é suficiente.
Pedem-me se podem brincar mais um bocadinho.
OK mais 1 minuto.
Não, mais 4! Não, mais 8!
OK, mais 8 minutos...
E quando vamos a sair o mais velho pergunta
"Oh mãe, quando é que tens uma reunião e vens-nos buscar já de noite??"
Entram na escola às 8h, porque não conseguimos antes, e são dos primeiros a chegar.
Vou busca-los pouco depois das 17h, e isso seria coisa para me deixar culpada, pobres coitados ficam quase 10 horas na escola.
Pois que claramente não é suficiente.
Pedem-me se podem brincar mais um bocadinho.
OK mais 1 minuto.
Não, mais 4! Não, mais 8!
OK, mais 8 minutos...
E quando vamos a sair o mais velho pergunta
"Oh mãe, quando é que tens uma reunião e vens-nos buscar já de noite??"
Chinês high-cost
Não sei há quanto tempo não entrava numa loja chinesa. Não costumo frequentar, só mesmo em situações de emergência, e quase nunca lá comprei roupa (mas já aconteceu).
No outro dia, com alguns minutos para matar e com uma loja chinesa bem grande mesmo ali, resolvi dar uma vista de olhos.
Vejo um casaco de malha muito giro, comprido, com tranças, daqueles sem botões, em várias cores que só apetece um de cada.
Depois vejo o preço: 31 euros.
31 euros?
Então mas não era suposto estas lojas terem tudo mais barato?
Achei um roubo!
Agora até no chinês é preciso esperar pelos saldos!
No outro dia, com alguns minutos para matar e com uma loja chinesa bem grande mesmo ali, resolvi dar uma vista de olhos.
Vejo um casaco de malha muito giro, comprido, com tranças, daqueles sem botões, em várias cores que só apetece um de cada.
Depois vejo o preço: 31 euros.
31 euros?
Então mas não era suposto estas lojas terem tudo mais barato?
Achei um roubo!
Agora até no chinês é preciso esperar pelos saldos!
terça-feira, 19 de novembro de 2013
Amiga antiga
A minha melhor amiga da infância descobriu-me no FB.
É daquelas coisas estranhas pois pelo que sei ela até nem mora longe, mas a brincar a brincar não a vejo há mais de 20 anos.
Foi a minha primeira amiga na escola, e foi a minha melhor amiga dos 4 aos 9 anos de idade - uma vida, portanto - depois continuámos amigas mas não tanto, até que no 8º anos eu saí da escola e deixei de a ver por completo.
Bem, posso tê-la visto na rua ultimamente que não a reconheceria assim à primeira vista.
Fui ver as suas fotos, vejo que tem um filho, e tem bastantes fotos a sair à noite.
Imagino se hoje poderiamos ainda ser amigas, se o poderiamos ter sido ao longo de todos estes anos.
Depois leio os seus comentários às fotos em que trata as amigas por "miga", e em vez de obrigada diz "bigada", e penso...hmmmm, não me parece!
É daquelas coisas estranhas pois pelo que sei ela até nem mora longe, mas a brincar a brincar não a vejo há mais de 20 anos.
Foi a minha primeira amiga na escola, e foi a minha melhor amiga dos 4 aos 9 anos de idade - uma vida, portanto - depois continuámos amigas mas não tanto, até que no 8º anos eu saí da escola e deixei de a ver por completo.
Bem, posso tê-la visto na rua ultimamente que não a reconheceria assim à primeira vista.
Fui ver as suas fotos, vejo que tem um filho, e tem bastantes fotos a sair à noite.
Imagino se hoje poderiamos ainda ser amigas, se o poderiamos ter sido ao longo de todos estes anos.
Depois leio os seus comentários às fotos em que trata as amigas por "miga", e em vez de obrigada diz "bigada", e penso...hmmmm, não me parece!
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Dieta por imagens
Depois de meses (talvez mais de um ano) a escrever tudo o que comia numa tabela, para partilhar com 2 ou 3 amigas, eis se não quando tive a ideia de génio de em vez de escrever na tabela, começar a enviar fotos pelo whatsapp.
Quanto tempo meus amigos, quanto tempo até eu andar a partilhar aqui as fotos do meu pequeno-almoço, hein?
O tempo que demorar até eu tirar fotos de jeito, porque até agora senhores, até senti necessidade de fazer uma legenda em cada foto, para que se perceba o que é.
O café com leite e torrada do pequeno-almoço parece um anuncio do Tofina de 1983 (em mau), a omolete e courgette no forno do almoço parecia um prato de vomitado, e o bife de perú enrolado do jantar lembrava uma lombriga gigante espetada com palitos.
E não, o mal não era da comida. Ao vivo até tinha bom aspecto, mas é só dar-lhe com o flash do telemovel que o pior aparece.
A continuar assim, ainda faço um álbum de fotos para perder o apetite de vez.
Quanto tempo meus amigos, quanto tempo até eu andar a partilhar aqui as fotos do meu pequeno-almoço, hein?
O tempo que demorar até eu tirar fotos de jeito, porque até agora senhores, até senti necessidade de fazer uma legenda em cada foto, para que se perceba o que é.
O café com leite e torrada do pequeno-almoço parece um anuncio do Tofina de 1983 (em mau), a omolete e courgette no forno do almoço parecia um prato de vomitado, e o bife de perú enrolado do jantar lembrava uma lombriga gigante espetada com palitos.
E não, o mal não era da comida. Ao vivo até tinha bom aspecto, mas é só dar-lhe com o flash do telemovel que o pior aparece.
A continuar assim, ainda faço um álbum de fotos para perder o apetite de vez.
Dia de trocar as roupas
E a pergunta que se coloca é - eu não mudei para a roupa de verão tipo... anteontem?
domingo, 17 de novembro de 2013
Castigo ou consequência?
Não, não é um jogo para substituir o Verdade ou Consequência (se bem que até tem potencial), é uma dica aprendida no workshop da Magda, a que assisti na semana passada.
Já tinha ouvido teorias anti-castigo e anti-palmada, e claro, a reacção é sempre pensar que ah e tal isso funciona é com os filhos dos outros, isso com os meus não funciona de certeza (que é um bocadinho para justificar que damos a palmada mas com certeza qualquer pai faria o mesmo na mesma situação).
Ora, a diferença entre o castigo e a consequência é subtil, e no workshop até levantou algumas dúvidas.
Mas é uma diferença que pode fazer toda a diferença.
Dar uma palmada (sem magoar, obviamente) ou pôr de castigo não é nenhum drama, mas também... não funciona.
True story.
Um casal no workshop questionou a Magda a respeito da sua filha de 2 anos e meio que batia forte e feio na irmã e de seguida ia logo por-se a si mesma de castigo, sentada nos degraus. Já a minha sobrinha-afilhada com essa idade fazia asneirada e dava logo uma palmada na mão a si mesma a dizer "feia feia feia, tau tau", para ficar despachada (tinha taaaanta graça!).
Ora, estão a funcionar os castigos e as palmadas nestes casos? Não estão.
A consequência, ao contrário do castigo, é mais prática e relaciona-se directamente com a asneira/birra que estão a fazer. Em vez de os sentar no castigo ou chegar-lhes a roupa ao pêlo (adoro esta expressão) o truque será tirar/deixar de fazer qualquer coisa de que eles gostam.
O importante é que aprendam alguma coisa, que um comportamento leva a outro, que há consequências para os seus actos.
A grande diferença - a consequência, tal como o nome indica - é para levar até ao fim.
Ou seja, se dizemos "se atiras com os brinquedos para o chão ficas sem ele até saberes brincar", é mesmo para tirar caso eles o atirem ao chão outra vez. Não serve de nada dizer que se deita os brinquedos todos para o lixo, se depois não vamos mesmo cumprir.
A nossa capacidade de levar a consequência até ao fim é decisiva no sucesso da mesma. E isso é o mais difícil - quando os nervos acalmam e as coisas se recompõem, levar a nossa palavra até ao fim e aplicar a consequência. Não há cá "desta vez passa" - não pode passar! Todos sabemos disso, o pior é quando chega a altura de concretizar! A coisa complica-se quando eles têm o condão de nos olhar com ar meloso a pedir desculpa, ou quando até nos dava imenso jeito que eles ficassem quietos a ver os desenhos que tanto gostam...
Mas é assim a vida, queridos pais, educar é difícil mas também ninguém disse que iria ser fácil.
Exemplos de como apliquei a teoria cá em casa:
Andávamos há semanas (meses) a viver um drama na hora de ir dormir, até que o Tê se chateou e ameaçou que quem não adormece na sua cama sem refilar não tem presentes de Natal!
Um clássico que funcionou, claro.
O que está mal aqui? Como é óbvio, eles nunca vão ficar sem presentes de Natal, e é uma questão de tempo até eles perceberem isso. Agora "ameaçamos" com alguma coisa mais concreta, que conseguimos mesmo concretizar - caso seja preciso, não estamos a fazer bluf, e eles têm de saber isso.
Ontem tive mesmo de aplicar uma consequência cá em casa.
O mais velho tem a mania de fazer birras por causa da roupa que vai vestir - coisa que me enerva e tira do sério, mas pronto. Ontem, como sempre, embirrou que não queria calças e sim calções. Expliquei, falei calmamente, falei menos calmamente, berrei. E ele continuava no seu drama que queria calções, queria calções, queria calçõõõõeeeees. Avisei que se continuava a birra não iriamos ao parque antes do almoço (como estava combinado). Claramente não me levou a sério (lá está, está pouco habituado), e continuou na dele a despir-se no meio do corredor em berros de sofrimento. E pois que não fomos mesmo ao parque. OK, já estávamos um bocado apertados de tempo na mesma, mas isso ele não sabe - não fomos ao parque porque perdemos tempo com a birra e com o despe-veste e mai nada. Recompôs-se, mudou de assunto, fizemos as pazes antes de sair de casa. Perguntou-me se assim podíamos ir ao parque, mas eu disse-lhe, e expliquei, que não. E não fomos mesmo.
Agora vamos ver se o resultado a longo prazo também de verifica.
Que eles fazem tudo para nos enlouquecer a gente já sabe.
Eu vou só complicar-lhes um bocadinho a vida entretanto.
Já tinha ouvido teorias anti-castigo e anti-palmada, e claro, a reacção é sempre pensar que ah e tal isso funciona é com os filhos dos outros, isso com os meus não funciona de certeza (que é um bocadinho para justificar que damos a palmada mas com certeza qualquer pai faria o mesmo na mesma situação).
Ora, a diferença entre o castigo e a consequência é subtil, e no workshop até levantou algumas dúvidas.
Mas é uma diferença que pode fazer toda a diferença.
Dar uma palmada (sem magoar, obviamente) ou pôr de castigo não é nenhum drama, mas também... não funciona.
True story.
Um casal no workshop questionou a Magda a respeito da sua filha de 2 anos e meio que batia forte e feio na irmã e de seguida ia logo por-se a si mesma de castigo, sentada nos degraus. Já a minha sobrinha-afilhada com essa idade fazia asneirada e dava logo uma palmada na mão a si mesma a dizer "feia feia feia, tau tau", para ficar despachada (tinha taaaanta graça!).
Ora, estão a funcionar os castigos e as palmadas nestes casos? Não estão.
A consequência, ao contrário do castigo, é mais prática e relaciona-se directamente com a asneira/birra que estão a fazer. Em vez de os sentar no castigo ou chegar-lhes a roupa ao pêlo (adoro esta expressão) o truque será tirar/deixar de fazer qualquer coisa de que eles gostam.
O importante é que aprendam alguma coisa, que um comportamento leva a outro, que há consequências para os seus actos.
A grande diferença - a consequência, tal como o nome indica - é para levar até ao fim.
Ou seja, se dizemos "se atiras com os brinquedos para o chão ficas sem ele até saberes brincar", é mesmo para tirar caso eles o atirem ao chão outra vez. Não serve de nada dizer que se deita os brinquedos todos para o lixo, se depois não vamos mesmo cumprir.
A nossa capacidade de levar a consequência até ao fim é decisiva no sucesso da mesma. E isso é o mais difícil - quando os nervos acalmam e as coisas se recompõem, levar a nossa palavra até ao fim e aplicar a consequência. Não há cá "desta vez passa" - não pode passar! Todos sabemos disso, o pior é quando chega a altura de concretizar! A coisa complica-se quando eles têm o condão de nos olhar com ar meloso a pedir desculpa, ou quando até nos dava imenso jeito que eles ficassem quietos a ver os desenhos que tanto gostam...
Mas é assim a vida, queridos pais, educar é difícil mas também ninguém disse que iria ser fácil.
Exemplos de como apliquei a teoria cá em casa:
Andávamos há semanas (meses) a viver um drama na hora de ir dormir, até que o Tê se chateou e ameaçou que quem não adormece na sua cama sem refilar não tem presentes de Natal!
Um clássico que funcionou, claro.
O que está mal aqui? Como é óbvio, eles nunca vão ficar sem presentes de Natal, e é uma questão de tempo até eles perceberem isso. Agora "ameaçamos" com alguma coisa mais concreta, que conseguimos mesmo concretizar - caso seja preciso, não estamos a fazer bluf, e eles têm de saber isso.
Ontem tive mesmo de aplicar uma consequência cá em casa.
O mais velho tem a mania de fazer birras por causa da roupa que vai vestir - coisa que me enerva e tira do sério, mas pronto. Ontem, como sempre, embirrou que não queria calças e sim calções. Expliquei, falei calmamente, falei menos calmamente, berrei. E ele continuava no seu drama que queria calções, queria calções, queria calçõõõõeeeees. Avisei que se continuava a birra não iriamos ao parque antes do almoço (como estava combinado). Claramente não me levou a sério (lá está, está pouco habituado), e continuou na dele a despir-se no meio do corredor em berros de sofrimento. E pois que não fomos mesmo ao parque. OK, já estávamos um bocado apertados de tempo na mesma, mas isso ele não sabe - não fomos ao parque porque perdemos tempo com a birra e com o despe-veste e mai nada. Recompôs-se, mudou de assunto, fizemos as pazes antes de sair de casa. Perguntou-me se assim podíamos ir ao parque, mas eu disse-lhe, e expliquei, que não. E não fomos mesmo.
Agora vamos ver se o resultado a longo prazo também de verifica.
Que eles fazem tudo para nos enlouquecer a gente já sabe.
Eu vou só complicar-lhes um bocadinho a vida entretanto.
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
Andar em frente
Uma pessoa anda sempre a dar voltas e a tentar ser criativa para conseguir fazer tudo o que quer e tem de ser.
Depois de abandonar o ginásio e passar às caminhadas no paredão (que implicam depender dos avós para ficarem com eles) eis que tive uma ideia de génio.
Pois se moro no alto do monte, vou usar isso a meu favor, e ir buscar a criançada a pé.
São 20 minutos a descer (a acelerar) e 40 minutos a subir, com os dois na cadeirinha.
Tirando duas ruas bastante íngremes (em que nem consigo falar), e alguns buracos nos passeios, faz-se bastante bem.
É um esticão, mas é também tempo em que vamos os 3 a conversar, a comentar o que vemos, a descobrir as cores das casas, os cães que ladram ou nos ignoram, os anõezinhos de loiça nos jardins.
Eu chego a casa podre, mas feliz e com a sensação de dever cumprido.
Eles chegam tranquilos, já com o défice de mãezite equilibrado, sem aquele excitex e descompensação que caracteriza a saída da escola.
Gosto muito.
É só não chover e a rotina mantém-se.
E caraças se não fico em forma a caminhar 1 hora por dia, senhores...
Depois de abandonar o ginásio e passar às caminhadas no paredão (que implicam depender dos avós para ficarem com eles) eis que tive uma ideia de génio.
Pois se moro no alto do monte, vou usar isso a meu favor, e ir buscar a criançada a pé.
São 20 minutos a descer (a acelerar) e 40 minutos a subir, com os dois na cadeirinha.
Tirando duas ruas bastante íngremes (em que nem consigo falar), e alguns buracos nos passeios, faz-se bastante bem.
É um esticão, mas é também tempo em que vamos os 3 a conversar, a comentar o que vemos, a descobrir as cores das casas, os cães que ladram ou nos ignoram, os anõezinhos de loiça nos jardins.
Eu chego a casa podre, mas feliz e com a sensação de dever cumprido.
Eles chegam tranquilos, já com o défice de mãezite equilibrado, sem aquele excitex e descompensação que caracteriza a saída da escola.
Gosto muito.
É só não chover e a rotina mantém-se.
E caraças se não fico em forma a caminhar 1 hora por dia, senhores...
terça-feira, 12 de novembro de 2013
O dia das fotografias na escola
Foi hoje.
E ao contrário dos anos anteriores, desta vez avisaram-nos na véspera.
Ora, esta foi a primeira vez que estão os dois na escola, e eu sei que eles tiram sempre foto aos irmãos.
Escolhi a roupa a preceito. Vão os dois de igual, com uma camisola giríssima às riscas coloridas, ele de jeans, ela de calções e collants azuis.
Drama.
O mais velho fez a maior birra de manhã que não queria vestir a camisola.
Chorou, berrou, engasgou-se, chorou ainda mais.
Eu, Mary-pós-workshop-de-parentalidade-positiva, impávida a aplicar todas as regras. Não gritei, não palmadei. Apliquei as técnicas, reconhecimento, empatia, não negociar com terroristas. Ele ficou na sua (a berrar) e eu na minha. Vesti-o na mesma.
Chega a vez da miúda.
Sem drama, veste tudo na maior.
Até à hora de escolher o gancho do cabelo.
Quis um com brilhantes nada a ver com o resto mas eu nem comprei a guerra, levou o correcto na mochila para trocar na hora da foto e siga.
Ao pequeno-almoço arma-se em engraçada e vai de cuspir o leite todo por ela abaixo, sacana da miúda.
Dodots e secador de cabelo em cima.
Que canseira, senhores.
Ora bolas, são as únicas fotos profissionais que os meus filhos têm, não é normal querer que eles fiquem giros? Ou vá, apresentáveis? Ou de igual, pelo menos?
E depois vejo essas sessões nos babyblogs de moda, as meninas de laçarote repenicado, os sapatos de carneira com franjinha, os calções de cornucópias com folhinho, a camisa de gola à Camões debruada impecável e os meus, ora bolas, só com uma porcaria de uma camisola igual e é todo um filme, senhores!
Vamos lá a ver se o resultado final compensa, ou se ficaram de olhos fechados e espinafre no dente.
E ao contrário dos anos anteriores, desta vez avisaram-nos na véspera.
Ora, esta foi a primeira vez que estão os dois na escola, e eu sei que eles tiram sempre foto aos irmãos.
Escolhi a roupa a preceito. Vão os dois de igual, com uma camisola giríssima às riscas coloridas, ele de jeans, ela de calções e collants azuis.
Drama.
O mais velho fez a maior birra de manhã que não queria vestir a camisola.
Chorou, berrou, engasgou-se, chorou ainda mais.
Eu, Mary-pós-workshop-de-parentalidade-positiva, impávida a aplicar todas as regras. Não gritei, não palmadei. Apliquei as técnicas, reconhecimento, empatia, não negociar com terroristas. Ele ficou na sua (a berrar) e eu na minha. Vesti-o na mesma.
Chega a vez da miúda.
Sem drama, veste tudo na maior.
Até à hora de escolher o gancho do cabelo.
Quis um com brilhantes nada a ver com o resto mas eu nem comprei a guerra, levou o correcto na mochila para trocar na hora da foto e siga.
Ao pequeno-almoço arma-se em engraçada e vai de cuspir o leite todo por ela abaixo, sacana da miúda.
Dodots e secador de cabelo em cima.
Que canseira, senhores.
Ora bolas, são as únicas fotos profissionais que os meus filhos têm, não é normal querer que eles fiquem giros? Ou vá, apresentáveis? Ou de igual, pelo menos?
E depois vejo essas sessões nos babyblogs de moda, as meninas de laçarote repenicado, os sapatos de carneira com franjinha, os calções de cornucópias com folhinho, a camisa de gola à Camões debruada impecável e os meus, ora bolas, só com uma porcaria de uma camisola igual e é todo um filme, senhores!
Vamos lá a ver se o resultado final compensa, ou se ficaram de olhos fechados e espinafre no dente.
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Less is more - report
Então, Mary, que tal vai esse projecto de destralhamento?
No bom caminho, minha gente, no bom caminho.
Por este andar terei a minha casa devidamente minimalista lá para 2057.
Mas na boa, sem stress.
(até já tenho o meu plano de ataque e tudo, e o primeiro vai ser o escritório que é depósito de tralha até mais não, agora falta é tempo para o executar. Não tens tempo, Mary?? Tenho tempo sim senhora, ando é a ocupa-lo com outras coisas. Mas eu chego lá!)
No bom caminho, minha gente, no bom caminho.
Por este andar terei a minha casa devidamente minimalista lá para 2057.
Mas na boa, sem stress.
(até já tenho o meu plano de ataque e tudo, e o primeiro vai ser o escritório que é depósito de tralha até mais não, agora falta é tempo para o executar. Não tens tempo, Mary?? Tenho tempo sim senhora, ando é a ocupa-lo com outras coisas. Mas eu chego lá!)
Body milk para quem não tem tempo (olha, um post com dicas de beleza!)
Acho que já aqui escrevi várias vezes que acho muito curiosa a relação que cada pessoa tem com o tempo.
Diz que não há mulheres feias, o que há é mulheres preguiçosas, ou se quisermos, com falta de tempo.
Ou como eu prefiro definir, com outras prioridades.
Ora este post é para aquelas que, como eu, não têm na colocação do body milk uma prioridade.
No ano passado tinha uma coleguita no ginásio sessentona-enxuta, que uma vez no balneário estava a dar uma descasca a uma jovem trintona que tinha preguiça de por creme hidratante depois do banho. E deixou claro "vocês não pões creme, é certinho que daqui a uns anos se vão arrepender!".
Aquilo ficou-me, que eu sou pessoa que dou muito valor a conselhos de quem tem mais experiência.
Ora, no dia a dia, quem tem tempo para isso? No verão ainda vá, mas no inverno, que é quando a pele mais precisa, é para esquecer.
Já não.
Hoje a vossa amiga Mary dá uma de bloguer de beleza e partilha convosco duas dicas para ficarem com a pele hidratada sem perder muito tempo com isso.
Conheci este óleo hidratante de uma forma curiosa. Um colega meu da Holanda pediu-me, numa das minhas idas lá, que levasse 5 embalagens para a sua namorada. Tinham estado cá de férias no verão, pelos vistos a rapariga encantou-se com o óleo, e já tinha tentado encontrar por lá sem conseguir. Aproveitei a dica e levei um também para a minha amiga, em casa de quem fico sempre que lá vou. Ela gosta bastante destas coisas, e tem cremes de todo o tipo, mas calculei que este não tivesse. Da vez seguinte que lá fui, 3 ou 4 meses depois, o frasco estava quase no fim - ela também tinha gostado. Resolvi experimentar, e ficou explicado o fascínio.
É um óleo não gorduroso, deixa a pele muito macia mas sem colar, e o que é melhor, muito rápido de espalhar. Apenas aconselho a que apliquem o óleo em todo o lado primeiro, e só depois espalhem - caso contrário as mãos com óleo deixam de conseguir aplicar o spray como deve ser.
1 minuto depois estamos prontas a vestir, não demora nada.
Ponto negativo - o preço.
A segunda dica do dia é a que estou a usar neste momento.
Não sei se já viram a publicidade do novo hidratante da Nívea para o duche.
O conceito é o de um condicionador/amaciador que se aplica no duche, e depois passa-se por água.
Li algures por essa blogoesfera fora uma bloguer - já não sei quem era, peço desculpa - a comentar que tinha experimentado e gostado bastante, mas que lhe tinha parecido que o creme era igual ao body milk normal da Nivea. Vai daí a tal bloguer resolveu experimentar usar o body milk normal no mesmo sistema, e garantiu que o efeito era exactamente o mesmo.
Ora pois que eu tinha cá uma embalagem destas parada desde o verão, que o Tê comprou para os miúdos mas que era, e é, super difícil de espalhar. Ora minhas amigas, foi só levar a embalagem para o duche e aplicar antes de sair, passar por água e está a andar. Pele macia, num total de 30 segundos. Fiquei a achar que se calhar a banheira ia ficar com restos de creme, ou a toalha toda gordurosa, mas até agora nada. Pele hidratada em menos de nada, minhas amigas, e com o creme de sempre - achei uma excelente ideia, e garanto que funciona.
A Mary-enxuta de 2040 vai-me agradecer.
E vocês, leitoras sem tempo ou com outras prioridades, também.
Diz que não há mulheres feias, o que há é mulheres preguiçosas, ou se quisermos, com falta de tempo.
Ou como eu prefiro definir, com outras prioridades.
Ora este post é para aquelas que, como eu, não têm na colocação do body milk uma prioridade.
No ano passado tinha uma coleguita no ginásio sessentona-enxuta, que uma vez no balneário estava a dar uma descasca a uma jovem trintona que tinha preguiça de por creme hidratante depois do banho. E deixou claro "vocês não pões creme, é certinho que daqui a uns anos se vão arrepender!".
Aquilo ficou-me, que eu sou pessoa que dou muito valor a conselhos de quem tem mais experiência.
Ora, no dia a dia, quem tem tempo para isso? No verão ainda vá, mas no inverno, que é quando a pele mais precisa, é para esquecer.
Já não.
Hoje a vossa amiga Mary dá uma de bloguer de beleza e partilha convosco duas dicas para ficarem com a pele hidratada sem perder muito tempo com isso.
Conheci este óleo hidratante de uma forma curiosa. Um colega meu da Holanda pediu-me, numa das minhas idas lá, que levasse 5 embalagens para a sua namorada. Tinham estado cá de férias no verão, pelos vistos a rapariga encantou-se com o óleo, e já tinha tentado encontrar por lá sem conseguir. Aproveitei a dica e levei um também para a minha amiga, em casa de quem fico sempre que lá vou. Ela gosta bastante destas coisas, e tem cremes de todo o tipo, mas calculei que este não tivesse. Da vez seguinte que lá fui, 3 ou 4 meses depois, o frasco estava quase no fim - ela também tinha gostado. Resolvi experimentar, e ficou explicado o fascínio.
É um óleo não gorduroso, deixa a pele muito macia mas sem colar, e o que é melhor, muito rápido de espalhar. Apenas aconselho a que apliquem o óleo em todo o lado primeiro, e só depois espalhem - caso contrário as mãos com óleo deixam de conseguir aplicar o spray como deve ser.
1 minuto depois estamos prontas a vestir, não demora nada.
Ponto negativo - o preço.
A segunda dica do dia é a que estou a usar neste momento.
Não sei se já viram a publicidade do novo hidratante da Nívea para o duche.
O conceito é o de um condicionador/amaciador que se aplica no duche, e depois passa-se por água.
Li algures por essa blogoesfera fora uma bloguer - já não sei quem era, peço desculpa - a comentar que tinha experimentado e gostado bastante, mas que lhe tinha parecido que o creme era igual ao body milk normal da Nivea. Vai daí a tal bloguer resolveu experimentar usar o body milk normal no mesmo sistema, e garantiu que o efeito era exactamente o mesmo.
Ora pois que eu tinha cá uma embalagem destas parada desde o verão, que o Tê comprou para os miúdos mas que era, e é, super difícil de espalhar. Ora minhas amigas, foi só levar a embalagem para o duche e aplicar antes de sair, passar por água e está a andar. Pele macia, num total de 30 segundos. Fiquei a achar que se calhar a banheira ia ficar com restos de creme, ou a toalha toda gordurosa, mas até agora nada. Pele hidratada em menos de nada, minhas amigas, e com o creme de sempre - achei uma excelente ideia, e garanto que funciona.
A Mary-enxuta de 2040 vai-me agradecer.
E vocês, leitoras sem tempo ou com outras prioridades, também.
domingo, 10 de novembro de 2013
I'm the Boss (oficialmente)
Pelo menos, cá em casa.
Ontem foi dia de assistir e participar no workshop da Magda do Mum's the Boss - a Arte e a Ciência de Educar Crianças Felizes.
Gostei muito, muito mesmo.
Nestas coisas da parentalidade há sempre algum cepticismo, alguma dúvida, e eu apesar de ler o blog da Magda há algum tempo e gostar muito da sua abordagem, também tinha as minhas dúvidas em relação a algumas questões quando aplicadas à minha realidade, aos meus filhos.
Enquanto mãe acho sinceramente que não estou a fazer um péssimo papel. Acho até que os meus filhos são miúdos porreiros, e somos bastante felizes enquanto família.
Agora, também acho que tenho muito que aprender, que tenho muito que melhorar, e que por vezes no meio da correria do dia-a-dia não temos noção da importância do nosso papel na vida dos nossos filhos. De como as nossas atitudes são estruturantes para eles. De como o facto de jantarmos todos juntos à mesa, todos os dias, ano após ano, vai ser aquilo que nos une para sempre - quando quantas vezes seria mais fácil e rápido comer qualquer coisa em frente à tv e está o caso arrumado.
E são essas pequenas coisas que por vezes nos podem passar ao lado no dia-a-dia - os gritos, a ocasional palmada, a irritação e o descontrole causado pelas birras - que têm uma influência determinante na vida dos nossos filhos, na sua bagagem de afectos, no adulto em que eles se vão tornar.
Por tudo isso, decidi inscrever-me no workshop.
Vale muito a pena.
A Magda é uma excelente comunicadora, e explica as coisas de forma muito clara.
Sem fundamentalismos, sem moralismos, sem exageros.
Com exemplos práticos que cada um pode aplicar em sua casa - e isto para mim foi a melhor parte.
Vai sempre haver birras, eles vão sempre tentar levar a deles avante, cabe-nos a nós pais tomar controlo na situação - leia-se, controlarmo-nos a nós mesmos em primeiro lugar.
Cá em casa as situações mais delicadas ocorrem de manhã (nós com pressa, eles sem pressa nenhuma mas com birra de sono), ao fim do dia (todos cansados, mil coisas para fazer), e traduzem-se em birras e lutas entre os dois (brincadeiras parvas que acabam mal). Nestas situações era ver-me continuamente a berrar, ameaçar, desesperar, prometer palmadas e castigos impossíveis de concretizar.
Vim de lá com ferramentas para lidar com todas estas situações.
Pequenas mudanças muito concretas, que espero venham a dar resultados em breve.
Se vão resultar ou não, logo vos conto.
Mas pelo sim pelo não o certificado está afixado na porta do frigorífico.
São o melhor do meu mundo, que são. Mas cá em casa I'm the Boss!
Ontem foi dia de assistir e participar no workshop da Magda do Mum's the Boss - a Arte e a Ciência de Educar Crianças Felizes.
Gostei muito, muito mesmo.
Nestas coisas da parentalidade há sempre algum cepticismo, alguma dúvida, e eu apesar de ler o blog da Magda há algum tempo e gostar muito da sua abordagem, também tinha as minhas dúvidas em relação a algumas questões quando aplicadas à minha realidade, aos meus filhos.
Enquanto mãe acho sinceramente que não estou a fazer um péssimo papel. Acho até que os meus filhos são miúdos porreiros, e somos bastante felizes enquanto família.
Agora, também acho que tenho muito que aprender, que tenho muito que melhorar, e que por vezes no meio da correria do dia-a-dia não temos noção da importância do nosso papel na vida dos nossos filhos. De como as nossas atitudes são estruturantes para eles. De como o facto de jantarmos todos juntos à mesa, todos os dias, ano após ano, vai ser aquilo que nos une para sempre - quando quantas vezes seria mais fácil e rápido comer qualquer coisa em frente à tv e está o caso arrumado.
E são essas pequenas coisas que por vezes nos podem passar ao lado no dia-a-dia - os gritos, a ocasional palmada, a irritação e o descontrole causado pelas birras - que têm uma influência determinante na vida dos nossos filhos, na sua bagagem de afectos, no adulto em que eles se vão tornar.
Por tudo isso, decidi inscrever-me no workshop.
Vale muito a pena.
A Magda é uma excelente comunicadora, e explica as coisas de forma muito clara.
Sem fundamentalismos, sem moralismos, sem exageros.
Com exemplos práticos que cada um pode aplicar em sua casa - e isto para mim foi a melhor parte.
Vai sempre haver birras, eles vão sempre tentar levar a deles avante, cabe-nos a nós pais tomar controlo na situação - leia-se, controlarmo-nos a nós mesmos em primeiro lugar.
Cá em casa as situações mais delicadas ocorrem de manhã (nós com pressa, eles sem pressa nenhuma mas com birra de sono), ao fim do dia (todos cansados, mil coisas para fazer), e traduzem-se em birras e lutas entre os dois (brincadeiras parvas que acabam mal). Nestas situações era ver-me continuamente a berrar, ameaçar, desesperar, prometer palmadas e castigos impossíveis de concretizar.
Vim de lá com ferramentas para lidar com todas estas situações.
Pequenas mudanças muito concretas, que espero venham a dar resultados em breve.
Se vão resultar ou não, logo vos conto.
Mas pelo sim pelo não o certificado está afixado na porta do frigorífico.
São o melhor do meu mundo, que são. Mas cá em casa I'm the Boss!
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Bug
Passa-se algo no meu blogger que não consigo postar como deve ser (aparece-me apenas uma fatia do menu, pelo que escrevo este post vendo apenas 1 linha de cada vez). Ora bolas, logo esta semana que tinha tantos posts giríssimos para escrever...
domingo, 3 de novembro de 2013
Fim de semana de...
- jantar de improviso de amigos cá em casa - sem dúvida a repetir, atéporque como fomos buscar o jantar não deu mesmo trabalho nenhum. O que os meus filhos deliram de ter gente cá em casa. Adoram, e nós também.
- o mais velho foi à sua 1ª festa de anos, do seu melhor amigo que entretanto mudou de escola. O sítio não podia ser mais descaraterizado, um armazém com uns insufláveis e um ginásio, mas o meu filho estava tão, mas tão contente. E o amigo quando o viu veio logo a correr, ignorou o resto do grupo que estava a fazer um jogo qualquer e foram os dois saltar e correr. Adorei ver a cumplicidade deles, apesar de não se verem há que tempos, e espero que o meu mais velho consiga ir para a mesma escola para o ano que vem - será um descanso saber que tem lá este amigo à sua espera. No fundo são amigos há 3 anos e meio, o que para eles é uma vida!
- passeio na lagoa azul, com direito a aventura no meio do bosque, subidas e descidas pela lama, raizes e rochas. O mais velho sempre a abrir caminho, a querer ir mais longe, mais rápido, para o sítio mais escuro e inacessível, sempre à frente. Estamos tão tramados.
- Quinta da Regaleira, onde eu nunca tinha ido. Onde o espírito de aventura o meu mais velho se cruza com os meus maiores medos. Era vê-los subir às torres e eu a panicar cá em baixo, era correr literalmente nas grutas para evitar que ele fosse para os sítios mais escuros. Quanto mais escuro, húmido, difícil, a escorregar, íngreme e vertiginoso, pois que mais contente ele estava. Passei o tempo a tentar agarra-lo, raio do rapaz, sempre a ter de ser ele a ir à frente e a desbravar caminho. Que canseira! A mais nova, mais ao meu estilo, não se mete em aventuras. Subir às torres sim, mas na gruta escura só mesmo de mão dada ou ao colo. Mas adorámos. Foi mesmo giro.
- fim de dia na esplanada na praia - mesmo na areia - a ver os surfistas a surfar, os cães a passear, a criançada a brincar, e dar graças aos deuses por podermos ter tudo isto aqui mesmo à mão de semear, e de ter dias destes de sol e calor em pleno Novembro. Havia gente a tomar banho à séria e tudo. Maravilha.
- cá em casa estamos com um problema na hora de deitar, que não sei como vamos resolver. Gritam e berram que querem que um de nós fique com eles no quarto, ou mesmo que querem vir para a sala ou para a nossa cama. E assim, com gritos e berros, resolvidos desta vez com um leite quentinho, acabámos o nosso fim-de-semana.
- Boa semana!
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
O anúncio mais parvo do momento
Parvo, parvo, parvo, como é que esta gente faz esta figura, sinceramente...
E o pior é que quando fui em busca do vídeo encontrei igual em espanhol, com as mesmas frases, deduzo que com gente conhecida lá de nuestros hermanos. Ridículo.
(e não, não sofro de prisão de ventre)
Olha outro post sobre dormir, desta vez sobre acordar
Tenho lido por essa blogoesfera fora (como era a vida antes de haver blogoesfera? nem imagino) as inúmeras vantagens de nos levantarmos cedo (nós, mães), mais cedo que todos, seja para fazer ioga (não me parece), para fazer exercício (até tenho um plano escolhido e tudo), ou mesmo para termos tempo para tomar um duche, fazer o café e tomar o pequeno-almoço a gozar o silêncio antes de começar a revolução.
Eu tento. Eu bem que tento ser a primeira a acordar, apenas e só para poder tomar duche em paz (foi uma das coisas que mudou na nossa rotina pós-férias - eu acordar primeiro, arranjar-me, e depois tratar deles com mais calma, para estar pronta a ir para o computador quando eles saem de casa perto das 8h).
Mas não.
Cá em casa, como temos adeptos do co-sleeping (os miúdos) que se mudam para a nossa cama a meio da noite, mal eu me levanto pé ante pé para 3 minutos de sossego no duche antes de começar o dia, sou logo topada por eles. E pronto, vêm atrás de mim, querem isto e aquilo, miam e grunhem porque estão podres de sono, e lá se vai o meu "me time".
Hoje acordámos sozinhos, sem ninguém para vestir, lavar e alimentar, mas também não houve cá plano de exercícios nem pequeno-almoço a ler sentada na mesa da cozinha.
Acordámos mesmo mesmo à última, e foi uma correria para estarmos prontos a tempo.
Mas dormimos bem para caraças, e muito!
Eu tento. Eu bem que tento ser a primeira a acordar, apenas e só para poder tomar duche em paz (foi uma das coisas que mudou na nossa rotina pós-férias - eu acordar primeiro, arranjar-me, e depois tratar deles com mais calma, para estar pronta a ir para o computador quando eles saem de casa perto das 8h).
Mas não.
Cá em casa, como temos adeptos do co-sleeping (os miúdos) que se mudam para a nossa cama a meio da noite, mal eu me levanto pé ante pé para 3 minutos de sossego no duche antes de começar o dia, sou logo topada por eles. E pronto, vêm atrás de mim, querem isto e aquilo, miam e grunhem porque estão podres de sono, e lá se vai o meu "me time".
Hoje acordámos sozinhos, sem ninguém para vestir, lavar e alimentar, mas também não houve cá plano de exercícios nem pequeno-almoço a ler sentada na mesa da cozinha.
Acordámos mesmo mesmo à última, e foi uma correria para estarmos prontos a tempo.
Mas dormimos bem para caraças, e muito!
O truque
É serem eles a ir para o hotel, e eu fico na minha caminha.
Esta noite ficaram nos avós, e eu dormi como um anjo.
Pensar que eu dormia assim sempre, todos os dias, quando não tinha filhos...
Esta noite ficaram nos avós, e eu dormi como um anjo.
Pensar que eu dormia assim sempre, todos os dias, quando não tinha filhos...
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