Aqui no blog.
Sempre disse que este blog é sobre tudo e sobre nada e que está aqui à minha mercê, mas sempre evitei despejar aqui os meus problemas, porque não é para isso que serve.
No entanto, estou neste momento a passar por uma fase complicada na minha vida, e no meio de todo o meu optimismo (que eu sei que tenho) às vezes nem eu mesma sou capaz de arranjar uma parvoíce para aqui escrever.
Portanto andamos nisto, não sei se escreva se não escreva, não gosto de ficar muitos dias sem postar, mas depois chego aqui e não tenho nada para dizer.
Estamos num impasse.
Mas é uma fase. Vai passar.
Até lá podem sempre ir ao arquivo aqui ao lado. Eu diria que há por ali posts imperdíveis, mas sou suspeita...
segunda-feira, 28 de abril de 2014
domingo, 27 de abril de 2014
quarta-feira, 23 de abril de 2014
O papel, qual papel?
Papéis para inscrever o mais velho na escola.
Sendo que a morada da criança, do pai da criança, da mãe da criança, do trabalho da mãe, do encarregado de educação e do trabalho do encarregado de educação são apenas uma e a mesma morada, têm noção da quantidade de vezes que eu tive de a escrever??
(sim, os papéis vêm a duplicar e alguns a triplicar).
Puf
Sendo que a morada da criança, do pai da criança, da mãe da criança, do trabalho da mãe, do encarregado de educação e do trabalho do encarregado de educação são apenas uma e a mesma morada, têm noção da quantidade de vezes que eu tive de a escrever??
(sim, os papéis vêm a duplicar e alguns a triplicar).
Puf
segunda-feira, 21 de abril de 2014
O inédito
A Páscoa passou e amêndoas de chocolate foram... zero.
Facto inédito, que me surpreenede mais a mim que a vocês com toda a certeza.
(mas sim, comi e como muitas amêndoas ao natural, e também comi chocolate, à minha maneira).
E custou-me igualmente... zero.
(quando eu começar a ser demasiado mete-nojo com esta história do ah e tal e eu não como açucar e nem lhe sinto a falta, e começarem a sentir aquela raiva e a pensar raisparta a miúda que está para aqui armadona em boa que só lhe falta dizer ah e tal e como uma folha de alface e fico cheia, avisem, tá?)
Facto inédito, que me surpreenede mais a mim que a vocês com toda a certeza.
(mas sim, comi e como muitas amêndoas ao natural, e também comi chocolate, à minha maneira).
E custou-me igualmente... zero.
(quando eu começar a ser demasiado mete-nojo com esta história do ah e tal e eu não como açucar e nem lhe sinto a falta, e começarem a sentir aquela raiva e a pensar raisparta a miúda que está para aqui armadona em boa que só lhe falta dizer ah e tal e como uma folha de alface e fico cheia, avisem, tá?)
Cena fixe
Ter sobrinhos adolescentes sempre prontos a dar banho, vestir,entreter, ajudar a dar de comer, lavar os dentes e tudo o mais que for preciso, aos nossos filhos.
sábado, 19 de abril de 2014
Como andar de bicicleta
Em 2004 descobri o prazer de (aprender) a andar de patins.
Nesse inverno houve uma pista de gelo em Lisboa, e eu praticamente passava lá a vida, com o Tê e os seus amigos.
Ganhámos o gosto, e fomos todos comprar patins em linha logo a seguir (sendo que de todos só o Tê sabia andar, e bem, pois jogou hóquei em criança). Assim se passou a primavera e o verão, com noitadas de patins, idas ao paredão de patins, tardes de sábado a andar de patins. Pelo caminho puxei também uma amiga cuja filha tinha 1 ano e muitas vezes fomos passear a empurrar a cadeirinha de bebé pela rua fora.
Depois fomos para a Holanda, e os meus patins ficaram cá.
Os do Tê foram connosco e ainda os usou quando não tinhamos bicicleta, mas os meus ficaram fechados na mochila e guardados.
Até hoje.
Hoje foi dia de os calçar outra vez e de me aventurar novamente a deslizar por aí fora.
Que saudades...
E é mesmo como andar de bicicleta, caramba. Parecia que tinha andado ontem. Ou vá, no mês passado, mas não há 10 anos atrás.
Há 10 anos atrás eu tinha 25 anos, e foi com essa idade que aprendi a andar de patins. A cair e a levantar-me, a perder o medo e largar o corrimão. Um dia num ringue aqui perto vi um miúdo com uns 5 ou 6 anos a aprender a andar e a fazer isto tudo em menos de 10 minutos. E nesse momento disse q mim mesma que os meus filhos iriam aprender a andar de patins em crinças e não em adultos como eu...
10 anos passados, cá estou a cumprir a promessa e hoje espero que tenha sido o primeiro de muitos programas a 4 de patins.
E que bem que soube fazer um programa em família que não é só dedicado aos putos, mas em que os pais se divertem também.
Muito fixe.
Nesse inverno houve uma pista de gelo em Lisboa, e eu praticamente passava lá a vida, com o Tê e os seus amigos.
Ganhámos o gosto, e fomos todos comprar patins em linha logo a seguir (sendo que de todos só o Tê sabia andar, e bem, pois jogou hóquei em criança). Assim se passou a primavera e o verão, com noitadas de patins, idas ao paredão de patins, tardes de sábado a andar de patins. Pelo caminho puxei também uma amiga cuja filha tinha 1 ano e muitas vezes fomos passear a empurrar a cadeirinha de bebé pela rua fora.
Depois fomos para a Holanda, e os meus patins ficaram cá.
Os do Tê foram connosco e ainda os usou quando não tinhamos bicicleta, mas os meus ficaram fechados na mochila e guardados.
Até hoje.
Hoje foi dia de os calçar outra vez e de me aventurar novamente a deslizar por aí fora.
Que saudades...
E é mesmo como andar de bicicleta, caramba. Parecia que tinha andado ontem. Ou vá, no mês passado, mas não há 10 anos atrás.
Há 10 anos atrás eu tinha 25 anos, e foi com essa idade que aprendi a andar de patins. A cair e a levantar-me, a perder o medo e largar o corrimão. Um dia num ringue aqui perto vi um miúdo com uns 5 ou 6 anos a aprender a andar e a fazer isto tudo em menos de 10 minutos. E nesse momento disse q mim mesma que os meus filhos iriam aprender a andar de patins em crinças e não em adultos como eu...
10 anos passados, cá estou a cumprir a promessa e hoje espero que tenha sido o primeiro de muitos programas a 4 de patins.
E que bem que soube fazer um programa em família que não é só dedicado aos putos, mas em que os pais se divertem também.
Muito fixe.
sexta-feira, 18 de abril de 2014
RIP
O livro que estou a ler há uns dias.
Nunca tal me tinha acontecido - estar a ler um livro no momento da morte do autor.
Ganha tudo outro significado.
(E faz-me ter de pensar muito bem no que vou ler a seguir...)
Nunca tal me tinha acontecido - estar a ler um livro no momento da morte do autor.
Ganha tudo outro significado.
(E faz-me ter de pensar muito bem no que vou ler a seguir...)
terça-feira, 15 de abril de 2014
Diz que tudo começou com um guarda-chuva amarelo
Acabou a minha série de culto.
Ouvi dizer que ia haver um grupo de apoio aos que se sentem perdidos com o fim do How I met...
Eu alinho. Chuif.
Ouvi dizer que ia haver um grupo de apoio aos que se sentem perdidos com o fim do How I met...
Eu alinho. Chuif.
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Update
As agulhas (ainda) não fizeram efeito, pelo que tenho de me render a outras drogas.
Já estou por tudo, só quero respirar em paz caraças!
Já estou por tudo, só quero respirar em paz caraças!
quinta-feira, 10 de abril de 2014
Mais um dia
... rico em lições e aprendizagens.
Ele há gente com uma força do caraças, é o que vos digo.
E com um optimismo que eu nem vos digo nada.
Ele há gente com uma força do caraças, é o que vos digo.
E com um optimismo que eu nem vos digo nada.
quarta-feira, 9 de abril de 2014
De 2014
Este ano, já aqui o referi, tem sido um desafio constante.
Começou com duas péssimas notícias, umas das quais tenho vindo a digerir porque nada mais posso fazer, a outra tem dado muita luta, e ainda vai continuar a dar.
Este ano já tive de enfrentar, fazer , dizer e ouvir coisas com as quais nunca me tinha deparado. E vou mandando a bola para a frente, um dia vou digerir isto tudo, mas não vai ser agora.
Também tem sido o ano em que mais tento remar contra a maré, em que mandei mais barro à parede que nunca, que muito dele vi cair, outro vejo despegar devagarinho, outro tanto que não sei se vai pegar.
No entanto, apesar de todas estas contrariedades, tenho a certeza de que este ano vai trazer uma reviravolta, das que quero muito que aconteça. Uma ou mais.
Tenho a certeza que no fim de contas, apesar de estar a ser difícil de engolir, este ano me vai trazer coisas boas, e que eu ainda vou pensar, ora bolas, 2014 foi um grande ano sim senhor.
Os dias passam, já estamos em Abril, e nada acontece, mas caraças se este ano não vai ser dos bons.
É que tenho a certeza que sim.
Começou com duas péssimas notícias, umas das quais tenho vindo a digerir porque nada mais posso fazer, a outra tem dado muita luta, e ainda vai continuar a dar.
Este ano já tive de enfrentar, fazer , dizer e ouvir coisas com as quais nunca me tinha deparado. E vou mandando a bola para a frente, um dia vou digerir isto tudo, mas não vai ser agora.
Também tem sido o ano em que mais tento remar contra a maré, em que mandei mais barro à parede que nunca, que muito dele vi cair, outro vejo despegar devagarinho, outro tanto que não sei se vai pegar.
No entanto, apesar de todas estas contrariedades, tenho a certeza de que este ano vai trazer uma reviravolta, das que quero muito que aconteça. Uma ou mais.
Tenho a certeza que no fim de contas, apesar de estar a ser difícil de engolir, este ano me vai trazer coisas boas, e que eu ainda vou pensar, ora bolas, 2014 foi um grande ano sim senhor.
Os dias passam, já estamos em Abril, e nada acontece, mas caraças se este ano não vai ser dos bons.
É que tenho a certeza que sim.
Yo no creo en las brujas...
... mas ainda assim resolvi meter-me nas agulhas, que é como quem diz, a fazer acumpuntura.
Tenho andado, de há uns anos para cá, com uma alergia parva que chega com a Primavera e decidi que era altura de dar cabo dela sem anti-alérgicos que a) ou me deixam a dormir ou b) não fazem muito efeito.
Já fiz 2 sessões e gostei. É uma cena um bocado estranha, mas muitas coisas fazem sentido.
Pelo caminho pedi também para me dar uns shots de energia, que bem preciso.
Depois de deixar o açucar e de comer coisas estranhas, agora meto-me na medicina alternativa. Quanto tempo até deixar de comer carnuça e de fazer a depilação, hã?
Quando derem por ela, mudei-me para o bosque ou para aquelas comunidades perdidas no meio do alentejo.
Já estive mais longe.
Tenho andado, de há uns anos para cá, com uma alergia parva que chega com a Primavera e decidi que era altura de dar cabo dela sem anti-alérgicos que a) ou me deixam a dormir ou b) não fazem muito efeito.
Já fiz 2 sessões e gostei. É uma cena um bocado estranha, mas muitas coisas fazem sentido.
Pelo caminho pedi também para me dar uns shots de energia, que bem preciso.
Depois de deixar o açucar e de comer coisas estranhas, agora meto-me na medicina alternativa. Quanto tempo até deixar de comer carnuça e de fazer a depilação, hã?
Quando derem por ela, mudei-me para o bosque ou para aquelas comunidades perdidas no meio do alentejo.
Já estive mais longe.
segunda-feira, 7 de abril de 2014
O bolo da escola
Ela pediu um bolo de chocolate das princesas, e para mim seus desejos são ordens, pois claro, e toca de por as mãos na massa.
O bolo da festa cá em casa foi uma adaptação de um bolo que a minha irmã faz há anos e que é o melhor bolo de chocolate de todo o universo. Mesmo. Mas claro, sem açucar, e com farinha integral, não ficou a mesma coisa.
Para ela levar para a escolinha resolvi experimentar fazer uma receita da minha querida Yammi. Como achei que ia ficar pequeno aumentei alguns ingredientes, mas não todos porque já não tinha.
Ficou com bom aspecto.
Hoje quando cheguei perguntei se o bolo estava bom, e a educadora disse-me que ah e tal, os meninos comeram todos, mas que elas como estavam a manter a linha... mau Maria, que essas mesmas educadoras e auxiliares deram cabo do bolo de iogurte da minha sogra nos anos do mais velho, e eu vim para casa com o prato e as migalhas e nunca ninguém se mostrou importado com dietas - cheirou-me logo a esturro.
Quando o vi, percebi. Por dentro estava enqueijado, e com ar de estar bastante duro.
Isto não se pode fugir ao que se é e quem nasce lagartixa nunca chega a jacaré...
Jeitinho para bolos é coisa que nunca me assistiu.
Quanto à decoração, deixo-vos as dicas faça-você-mesmo:
Google imagens - pesquisem por Princesas Disney
Imprimir
Recortar a imagem
Colar com fita cola duas palhinhas na parte de trás do desenho
Cortar as palhinhas à medida
Et voilá.
Tempo de execução - menos do que demora a untar a forma (ou quase).
Sucesso garantido.
(e ela estava tão contente com o seu bolo-quase-em-pedra das princesas-de-papel-e-palhinhas que só visto!)
O bolo da festa cá em casa foi uma adaptação de um bolo que a minha irmã faz há anos e que é o melhor bolo de chocolate de todo o universo. Mesmo. Mas claro, sem açucar, e com farinha integral, não ficou a mesma coisa.
Para ela levar para a escolinha resolvi experimentar fazer uma receita da minha querida Yammi. Como achei que ia ficar pequeno aumentei alguns ingredientes, mas não todos porque já não tinha.
Ficou com bom aspecto.
Hoje quando cheguei perguntei se o bolo estava bom, e a educadora disse-me que ah e tal, os meninos comeram todos, mas que elas como estavam a manter a linha... mau Maria, que essas mesmas educadoras e auxiliares deram cabo do bolo de iogurte da minha sogra nos anos do mais velho, e eu vim para casa com o prato e as migalhas e nunca ninguém se mostrou importado com dietas - cheirou-me logo a esturro.
Quando o vi, percebi. Por dentro estava enqueijado, e com ar de estar bastante duro.
Isto não se pode fugir ao que se é e quem nasce lagartixa nunca chega a jacaré...
Jeitinho para bolos é coisa que nunca me assistiu.
Quanto à decoração, deixo-vos as dicas faça-você-mesmo:
Google imagens - pesquisem por Princesas Disney
Imprimir
Recortar a imagem
Colar com fita cola duas palhinhas na parte de trás do desenho
Cortar as palhinhas à medida
Et voilá.
Tempo de execução - menos do que demora a untar a forma (ou quase).
Sucesso garantido.
(e ela estava tão contente com o seu bolo-quase-em-pedra das princesas-de-papel-e-palhinhas que só visto!)
Pequeno acrescento ao post anterior
1 - fez ontem também 3 anos que a Troika entrou em Portugal, coisa de que eu só tomei conhecimento no dia seguinte. Este ano foi a primeira vez que não ouvi nenhuma notícia a respeito, no dia dos anos dela
2 - o bolinho da foto é da minha autoria (bem como a elaborada decoração), e sim, foi feito sem açucar. Com chocolate de culinária normal, mas sem adicionar o açucar. Teve opiniões divergentes, mas eu cá que estou sem açucar (ou com muito pouco) desde janeiro, achei divinal (opinião suspeita...)
2 - o bolinho da foto é da minha autoria (bem como a elaborada decoração), e sim, foi feito sem açucar. Com chocolate de culinária normal, mas sem adicionar o açucar. Teve opiniões divergentes, mas eu cá que estou sem açucar (ou com muito pouco) desde janeiro, achei divinal (opinião suspeita...)
domingo, 6 de abril de 2014
3 anos hoje
Há 3 anos nasceu a minha mai nova, minha pequena fotocópia, princesa do nosso reino.
Nasceu e veio para o meu colinho enroscar-se caladinha, nesse dia como agora, sabendo que ali é o seu lugar, o seu porto de abrigo.
E a minha vida ficou mais completa com esta menina tão minha, tão minha, que às vezes mais parece uma extensão de mim própria.
Obrigada, minha filha, por existires.
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Zumba
Ora não seria eu uma blogger actualizada se não fosse experimentar a modalidade da moda, que anda nas bocas do mundo - a tal ginástica que mais parece uma coreografia e que promete por-nos em forma a rebolar o rabiosque, abanicar as pernas e agitar os braços no ar. Pois.
Houve samba, houve dança do ventre, houve kuduro e coisas que tais. E não, não houve nenhuma canção da Tonicha, pelo que não houve catrapumba. Menos mal.
Dancei (ou tentei), pulei, saltitei que me fartei, mas não sinto que tenha feito muito exercício para ser honesta. Se calhar é suposto fazer uma aula de localizada logo a seguir.
A professora, por seu lado, não sei é da zumba ou não, mas era a verdadeira boazona.
Igual à Shakira. O que faz com que o resto de nós se sinta, enfim, bastante achincalhada.
Mas não faz mal.
O truque é mesmo não tirar os olhos dela, e jamais olhar para a nossa figura no espelho. Mesmo.
Houve samba, houve dança do ventre, houve kuduro e coisas que tais. E não, não houve nenhuma canção da Tonicha, pelo que não houve catrapumba. Menos mal.
Dancei (ou tentei), pulei, saltitei que me fartei, mas não sinto que tenha feito muito exercício para ser honesta. Se calhar é suposto fazer uma aula de localizada logo a seguir.
A professora, por seu lado, não sei é da zumba ou não, mas era a verdadeira boazona.
Igual à Shakira. O que faz com que o resto de nós se sinta, enfim, bastante achincalhada.
Mas não faz mal.
O truque é mesmo não tirar os olhos dela, e jamais olhar para a nossa figura no espelho. Mesmo.
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Mais livros
Pequeno prazer que há muito não tinha: ficar acordada até às tantas só porque queria mesmo, mesmo acabar o livro que estava a ler.
Era este:
Foi-me oferecido por é um nome que me é familiar, mais do que pela história em si.
Acabei por gostar, porque é uma espécie de romance histórico, e porque acontecem coisas à protagonista que eu, de certa forma, queria mesmo que me acontecessem a mim.
Houve ali um momento no 2º ou 3º capítulo e que quase desisti, mas decidi embarcar na história e continuar. E ainda bem.
Não sendo muito o meu género de livro, lê-se muito bem (pelo que de certa forma é o meu tipo de livro neste momento eheh!) e deixou-me com vontade de pegar nele todos os dias para saber como a coisa se desenrola até ao fim.
Antes deste li outro, com uma imagem romântica e título igualmente pouco chamativo, mas não se julga um livro pela capa:
São histórias soltas, algumas com muita piada. Bom para quem tem pouco tempo, pode ler um capítulo solto que não há problema se no dia seguinte já não se lembrar de nada.
Agora estou aqui num dilema quanto ao próximo livro a ler, tenho tantos em lista de espera...
Era este:
Foi-me oferecido por é um nome que me é familiar, mais do que pela história em si.
Acabei por gostar, porque é uma espécie de romance histórico, e porque acontecem coisas à protagonista que eu, de certa forma, queria mesmo que me acontecessem a mim.
Houve ali um momento no 2º ou 3º capítulo e que quase desisti, mas decidi embarcar na história e continuar. E ainda bem.
Não sendo muito o meu género de livro, lê-se muito bem (pelo que de certa forma é o meu tipo de livro neste momento eheh!) e deixou-me com vontade de pegar nele todos os dias para saber como a coisa se desenrola até ao fim.
Antes deste li outro, com uma imagem romântica e título igualmente pouco chamativo, mas não se julga um livro pela capa:
São histórias soltas, algumas com muita piada. Bom para quem tem pouco tempo, pode ler um capítulo solto que não há problema se no dia seguinte já não se lembrar de nada.
Agora estou aqui num dilema quanto ao próximo livro a ler, tenho tantos em lista de espera...
segunda-feira, 31 de março de 2014
Ser mãe (ou pai) é...
...(entre outras coisas) jantar bordas de pizza, e comer côdeas de torrada ao pequeno-almoço.
domingo, 30 de março de 2014
De (sobre)viver sem açucar
Sabe quem me lê que estou desde Janeiro a viver sem consumir açucar.
Já aqui referi que está a correr muito bem, vivo muito bem sem este vício que me atormenta desde os 4 ou 5 anos de idade, talvez (que é quando a malta começa a perceber que há mais comida para além do que nos dão em casa, e começa a ir a festas de anos sem os pais ih ih ih).
Também já referi, para os mais distraídos, que agora quando como algo doce tenho uma desilusão, pois só me sabe a doce, acabo por não conseguir identificar os outros sabores, e por isso deixa de ter graça. Dou por mim a olhar com ar desiludido para a montra das sobremesas e a pensar que nada daquilo me vai saber bem (o que é deveras estranho) e por isso garanto que não me custa nada que estejam todos a enfardar bolos e mousses à minha frente. É que já nem me sabe bem...
É um prazer que se perde, pois é, mas há muitos outros que ganhei e ganho todos os dias, e o saldo é sem dúvida mais do que positivo.
A última constatação é a de que aquilo que mais falta me faz não é tanto o doce ou o açucar em si, mas mais a textura de determinadas sobremesas. Principalmente o crocante - bolachas, salame, tartes - mas também a textura de mousse.
Portanto a solução é mesmo adaptar as receitas de modo a recriar as sobremesas, mas com ingredientes mais saudáveis, e sem açucar, ou mesmo fazer uma versão salgada das mesmas.
Já fiz bolachas de queijo, e substituí a massa quebrada de compra pela feita em casa (na Yammi, claro) para as tartes salgadas. O iogurte grego misturado com fruta faz uma mousse que nem vos digo nada (receita da cunhada), e ando aqui a magicar uma maneira de fazer salame de chocolate.
Tudo uma questão de textura... e de imaginação!
Já aqui referi que está a correr muito bem, vivo muito bem sem este vício que me atormenta desde os 4 ou 5 anos de idade, talvez (que é quando a malta começa a perceber que há mais comida para além do que nos dão em casa, e começa a ir a festas de anos sem os pais ih ih ih).
Também já referi, para os mais distraídos, que agora quando como algo doce tenho uma desilusão, pois só me sabe a doce, acabo por não conseguir identificar os outros sabores, e por isso deixa de ter graça. Dou por mim a olhar com ar desiludido para a montra das sobremesas e a pensar que nada daquilo me vai saber bem (o que é deveras estranho) e por isso garanto que não me custa nada que estejam todos a enfardar bolos e mousses à minha frente. É que já nem me sabe bem...
É um prazer que se perde, pois é, mas há muitos outros que ganhei e ganho todos os dias, e o saldo é sem dúvida mais do que positivo.
A última constatação é a de que aquilo que mais falta me faz não é tanto o doce ou o açucar em si, mas mais a textura de determinadas sobremesas. Principalmente o crocante - bolachas, salame, tartes - mas também a textura de mousse.
Portanto a solução é mesmo adaptar as receitas de modo a recriar as sobremesas, mas com ingredientes mais saudáveis, e sem açucar, ou mesmo fazer uma versão salgada das mesmas.
Já fiz bolachas de queijo, e substituí a massa quebrada de compra pela feita em casa (na Yammi, claro) para as tartes salgadas. O iogurte grego misturado com fruta faz uma mousse que nem vos digo nada (receita da cunhada), e ando aqui a magicar uma maneira de fazer salame de chocolate.
Tudo uma questão de textura... e de imaginação!
Ouvido cá em casa
A minha sobrinha de 7 anos a brincar com a minha mais nova.
Diz a minha mai nova, com um pequeno pónei na mão pronto para ir para uma festa qualquer onde estavam outros bonecos:
"olha, este vai de patins!"
Resposta da prima: "não, não pode ir de patins, porque é um cavalo!"
(e eu por um momento achei que ela tinha perdido a imaginação, mas não disse nada)
E ela logo a seguir acrescentou, em tom de voz daaaaahhh:
"Não pode ir de patins porque vai a voar!"
:)
Diz a minha mai nova, com um pequeno pónei na mão pronto para ir para uma festa qualquer onde estavam outros bonecos:
"olha, este vai de patins!"
Resposta da prima: "não, não pode ir de patins, porque é um cavalo!"
(e eu por um momento achei que ela tinha perdido a imaginação, mas não disse nada)
E ela logo a seguir acrescentou, em tom de voz daaaaahhh:
"Não pode ir de patins porque vai a voar!"
:)
sábado, 29 de março de 2014
Mia Wallace
Uma personagem tão interessante, com tanto potencial, que é uma pena só ter entrado num só filme.
sexta-feira, 28 de março de 2014
Descoberta recente
Penso que descobri estes London Grammar por sugestão do Sr. Youtube (que também insiste em sugerir-me a Lana del Rey que eu dispenso, mas pronto).
Ora encostem-se para trás, respirem fundo, carreguem no play e apreciem...
Ora encostem-se para trás, respirem fundo, carreguem no play e apreciem...
O melhor presente de dia da mãe
Em conversa com a mais nova sobre os presentes do Dia do Pai, que eram um marcador em forma de gravata e um cartão em forma de camisola, diz-me ela assim:
"Oh mãe, no Dia da Mãe eu vou-te fazer uma saia! Uma saia e um vestido! E depois vou-te dar... um museu!"
Melhor filha de sempre. Conhece-me tão bem :)
"Oh mãe, no Dia da Mãe eu vou-te fazer uma saia! Uma saia e um vestido! E depois vou-te dar... um museu!"
Melhor filha de sempre. Conhece-me tão bem :)
quinta-feira, 27 de março de 2014
quarta-feira, 26 de março de 2014
Para o boneco
A minha mais nova, que ainda não tem 3 anos, ontem ao fim do dia a pedir-me para brincar com ela às bonecas. Disse-lhe que sim, mas que tinha de acabar de colocar a louça na máquina (excepcionalmente, que não é tarefa minha, mas adiante).
Durante o processo foi vindo à cozinha várias vezes sempre com a mesma pergunta:
"Oh mãe, podes vir brincar?"
E eu sempre "Sim, sim, deixa-me só acabar isto".
Acabo a louça, fecho a máquina, e como esta tem estado avariada, fico uns segundos a olhar para a dita, a ver se funciona ou se vai pifar.
A rapariga entra na cozinha e repete a pergunta da praxe, ao que eu respondo mais uma vez que sim, que estou só a acabar de tratar da louça.
Resposta dela: "ah... é que estás aí a olhar para o boneco!"
Menos de 3 anos. Tão tramada, senhores, tão tra-ma-da...
Durante o processo foi vindo à cozinha várias vezes sempre com a mesma pergunta:
"Oh mãe, podes vir brincar?"
E eu sempre "Sim, sim, deixa-me só acabar isto".
Acabo a louça, fecho a máquina, e como esta tem estado avariada, fico uns segundos a olhar para a dita, a ver se funciona ou se vai pifar.
A rapariga entra na cozinha e repete a pergunta da praxe, ao que eu respondo mais uma vez que sim, que estou só a acabar de tratar da louça.
Resposta dela: "ah... é que estás aí a olhar para o boneco!"
Menos de 3 anos. Tão tramada, senhores, tão tra-ma-da...
terça-feira, 25 de março de 2014
Cena "fixe"
Ter um filho suficientemente crescido para poder ficar em casa comigo, quando fica doente (daí as aspas no "fixe"). Já sabe que tem de ficar em silêncio absoluto quando entra no escritório, e que só fala se eu lhe fizer sinal. Um amor.
E que bem que me soube ter companhia para almoçar...
Ao fim de 4 anos como mãe a trabalhar em casa, já era altura de ter uma vantagem visível nestes dias excepcionais, e dar uma trégua aos avós, que são quem fica com eles sempre que não podem ir à escola. (a mais nova, claramente, ainda não tem maturidade para isso)
Isto de trabalhar a partir de casa mas por conta de outrem, tem muito que se lhe diga...
E que bem que me soube ter companhia para almoçar...
Ao fim de 4 anos como mãe a trabalhar em casa, já era altura de ter uma vantagem visível nestes dias excepcionais, e dar uma trégua aos avós, que são quem fica com eles sempre que não podem ir à escola. (a mais nova, claramente, ainda não tem maturidade para isso)
Isto de trabalhar a partir de casa mas por conta de outrem, tem muito que se lhe diga...
Ontem (e anteontem) vimos...
Gostei.
Nunca fui muito fã do Matthew McConaughey (tive de ir ver como se escreve lol), mas desde que o vi neste filme, em que faz um papel pequeno mas excelente (muito, muito bom) que resolvi dar-lhe uma oportunidade. Faz um bom papel neste filme, dá para esquecer o actor e entrar na personagem.
Nunca fui muito fã do Matthew McConaughey (tive de ir ver como se escreve lol), mas desde que o vi neste filme, em que faz um papel pequeno mas excelente (muito, muito bom) que resolvi dar-lhe uma oportunidade. Faz um bom papel neste filme, dá para esquecer o actor e entrar na personagem.
segunda-feira, 24 de março de 2014
Meiguice
Ao fazer o registo online de uma conhecida máquina de café deparei-me com esta pérola:
Sim! Quero receber por email informação exclusiva, ofertas, e promoções irresistíveis. Prometemos ser meigos na quantidade de emails enviados
(mas mesmo assim não quero. Ele há coisas que nem com meiguice...)
Sim! Quero receber por email informação exclusiva, ofertas, e promoções irresistíveis. Prometemos ser meigos na quantidade de emails enviados
(mas mesmo assim não quero. Ele há coisas que nem com meiguice...)
domingo, 23 de março de 2014
sexta-feira, 21 de março de 2014
Primavera que é Primavera...
... começa hoje, e não a dia 20 (mas quando é que começaram estas modernices?).
É a minha estação do ano preferida, porque a partir de aqui é sempre a subir.
Que assim seja, então.
É a minha estação do ano preferida, porque a partir de aqui é sempre a subir.
Que assim seja, então.
quarta-feira, 19 de março de 2014
A medida
Durante anos e anos da minha vida, o meu pai foi a medida para todos os homens.
Achava eu que tudo o que o meu pai fazia era de homem, pelo qual, homem que fosse diferente é porque era com certeza menos homem que o meu pai (única referência masculina numa casa com 4 mulheres).
Assim sendo, acreditava eu que, à semelhança do meu pai, todos os homens...
Que os homens têm frio e ficam a dormir até tarde e até, imagine-se, apanham gripe como toda e qualquer mulher.
Que desilusão.
Achava eu que tudo o que o meu pai fazia era de homem, pelo qual, homem que fosse diferente é porque era com certeza menos homem que o meu pai (única referência masculina numa casa com 4 mulheres).
Assim sendo, acreditava eu que, à semelhança do meu pai, todos os homens...
- nunca têm frio (nunca, nunca)
- nunca têm sono, acordam cedo e deitam-se tarde
- nunca estão doentes (nunca, nunca)
- são fortes e atléticos e fazem desporto
- não gostam de banana
- não gostam de empadões e outras "comidas de bebé"
- conduzem bem de dia ou de noite
- não têm medo de nada
- vão ao supermercado
- compram roupa para a mulher e as filhas
- dizem tudo o que têm a dizer e não ficam a remoer as coisas
Que os homens têm frio e ficam a dormir até tarde e até, imagine-se, apanham gripe como toda e qualquer mulher.
Que desilusão.
terça-feira, 18 de março de 2014
18 Março Dia do Pai
Hoje foi o Dia do Pai cá em casa.
O pai tem uma reunião amanhã no Porto e não sabe a que horas vai chegar, na 5ª feira vamos ao teatro, por isso esta manhã ao pequeno-almoço ficou decidido que hoje é Dia do Pai!
Houve jantar especial, houve decoração feita por nós os 3, houve presentes escondidos para o pai encontrar com o jogo "quente e frio" e até um vídeo dedicado ao pai! E eles estavam na maior excitação, todos contentes com a festa do pai!
Amanhã vai haver festinha na escola e o pai não vai poder ir, mas não faz mal*.
O Dia do Pai cá de casa já foi hoje.
*Não faz mal porque vai um avô, e o outro vai ver se consegue ir também, pelo que não estarão sozinhos.
O pai tem uma reunião amanhã no Porto e não sabe a que horas vai chegar, na 5ª feira vamos ao teatro, por isso esta manhã ao pequeno-almoço ficou decidido que hoje é Dia do Pai!
Houve jantar especial, houve decoração feita por nós os 3, houve presentes escondidos para o pai encontrar com o jogo "quente e frio" e até um vídeo dedicado ao pai! E eles estavam na maior excitação, todos contentes com a festa do pai!
Amanhã vai haver festinha na escola e o pai não vai poder ir, mas não faz mal*.
O Dia do Pai cá de casa já foi hoje.
*Não faz mal porque vai um avô, e o outro vai ver se consegue ir também, pelo que não estarão sozinhos.
segunda-feira, 17 de março de 2014
A carraspana
Afinal, querida Mary de Setembro de 2014 e Março de 2015, o que te espera é mesmo uma carraspana das valentes.
Narinas entupidas, tosse, soro, água do mar, toda uma panóplia de medicamentos homeopátios e da farmácia mesmo, para atacar de todas as frentes. E assim estamos.
Passo umas noites fantásticas sem conseguir respirar e a acordar com a boca tipo cortiça, e uns dias maravilhosos a assoar-me a cada 5 minutos.
Bonito.
Narinas entupidas, tosse, soro, água do mar, toda uma panóplia de medicamentos homeopátios e da farmácia mesmo, para atacar de todas as frentes. E assim estamos.
Passo umas noites fantásticas sem conseguir respirar e a acordar com a boca tipo cortiça, e uns dias maravilhosos a assoar-me a cada 5 minutos.
Bonito.
sexta-feira, 14 de março de 2014
Mensagem para a Mary de Setembro de 2014 e Março de 2015
Mudança de estação = constipação.
Certinho direitinho, como 2 e 2 serem 4.
Vê lá se te prevines, se tomas vitamina C, ou pelo menos se compras lenços de papel em barda com antecedência.
E não digas que eu não te avisei.
Certinho direitinho, como 2 e 2 serem 4.
Vê lá se te prevines, se tomas vitamina C, ou pelo menos se compras lenços de papel em barda com antecedência.
E não digas que eu não te avisei.
quinta-feira, 13 de março de 2014
Aquele estranho momento...
... em que vais a blogs de comida saudável, vegan, natural, alternativa, olhas para uma receita e percebes que tens todos esses ingredientes - mesmo os mais estranhos - em casa.
quarta-feira, 12 de março de 2014
Perguntas para quem faz uma vida saudável e sem açucar. Agradeço desde já as respostas.
Dores de garganta: como fazer um remédio home made, sem mel?
Caipirinhas: pois que uma pessoa compra uma imitação da bimby, e óbvio que gostaria de experimentar fazer as famosas caipirinhas. Como é? Pode-se fazer com mel? Quais as alternativas?
Vamos lá pôr o Quase Adultos nas listas de healthy blogs, pessoal!
Caipirinhas: pois que uma pessoa compra uma imitação da bimby, e óbvio que gostaria de experimentar fazer as famosas caipirinhas. Como é? Pode-se fazer com mel? Quais as alternativas?
Vamos lá pôr o Quase Adultos nas listas de healthy blogs, pessoal!
Do passado
O estranho que é ver numa pasta de e-mails tanta coisa escrita por mim mesma, de que não me lembro nada de nada.
Links para coisas interessantíssimas, de que se não fosse eu mesma a escrever, achava que nunca lhes tinha posto os olhos em cima.
A nossa capacidade de sermos nós (presente) e sermos outros (passado) é extraordinária. E a nossa memória selectiva, tão selectiva, também.
E a surpresa de nos lermos a nós próprios, de termos trocado e-mails com pessoas que julgavamos não conhecer, sobre coisas totalmente novas, é deveras estranha.
Links para coisas interessantíssimas, de que se não fosse eu mesma a escrever, achava que nunca lhes tinha posto os olhos em cima.
A nossa capacidade de sermos nós (presente) e sermos outros (passado) é extraordinária. E a nossa memória selectiva, tão selectiva, também.
E a surpresa de nos lermos a nós próprios, de termos trocado e-mails com pessoas que julgavamos não conhecer, sobre coisas totalmente novas, é deveras estranha.
O drama
A minha máquina do pão tem uma pá meia avariada e em vez de um pão, faz só meio pão, todo encostadinho do lado da pá que funciona bem.
Meio pão, senhores! Não chega para nada!
Meio pão, senhores! Não chega para nada!
terça-feira, 11 de março de 2014
Viver sem açucar
A sensação que tenho, ao fim de 2 meses a viver sem açucar, é a seguinte:
Imaginem que não gostam de picante, ou quando a comida tem demasiado picante. O que acontece é que o prato fica estragado, porque em vez de sentir o sabor dos alimentos, uma pessoa só sente o picante.
O mesmo se passa com o açucar.
Ao fim de um tempo - para mim foi este tempo, 2 meses - o paladar desabitua-se de tal maneira que, das vezes que provei alguma coisa doce acabo por ser uma desilusão, porque nem sinto o sabor de nada, só do doce.
E doce só por doce, como o picante só por picante, não tem gracinha nenhuma.
Imaginem que não gostam de picante, ou quando a comida tem demasiado picante. O que acontece é que o prato fica estragado, porque em vez de sentir o sabor dos alimentos, uma pessoa só sente o picante.
O mesmo se passa com o açucar.
Ao fim de um tempo - para mim foi este tempo, 2 meses - o paladar desabitua-se de tal maneira que, das vezes que provei alguma coisa doce acabo por ser uma desilusão, porque nem sinto o sabor de nada, só do doce.
E doce só por doce, como o picante só por picante, não tem gracinha nenhuma.
segunda-feira, 10 de março de 2014
A Princesa afinal sou eu
Hoje nos mimos com a mais nova, disse-lhe ao ouvido uma frase fofinha que lhes costumo dizer para que saibam o quanto gosto deles.
Resposta dela:
"E tu mãe, tu és a primeira princesa do Reino."
E é assim, meus amigos, que estas pequenas criaturas nos compram o coração.
Resposta dela:
"E tu mãe, tu és a primeira princesa do Reino."
E é assim, meus amigos, que estas pequenas criaturas nos compram o coração.
domingo, 9 de março de 2014
Memória olfativa
Esta semana fiz, pela primeira vez, um prato que a minha avó nos fazia em pequenos. Era um prato típico para a criançada, em dias de jantares de família.
A sensação de abrir o forno e de lhe sentir o cheiro, fez-me recuar anos e anos atrás.
Coisa estranha, esta, da memória olfativa e da capacidade de sermos recordados através dos nossos cozinhados. Naquela noite, a minha avó esteve na cozinha connosco.
Aqui fica a receita, porque sei que podem gostar.
Fica muito em conta, e faz-se com ingredientes que normalmente temos em casa, e claro, feito por mim já se sabe tem de ser super-rápida:
Pão fatiado (a minha avó também fazia com pão de leite, ficava uma delícia, eu fiz com um pão integral com sementes que não me saiu muito bem na máquina, e ficou óptimo também)
Queijo flamengo
Fiambre
Molho béchamel
Leite
Fatias de pão molhadas em leite no pyrex, camada de queijo e fiambre por cima, formam-se camadas alternadas, e no fim molho béchamel e queijo por cima e forno com ele.
Um sucesso.
A sensação de abrir o forno e de lhe sentir o cheiro, fez-me recuar anos e anos atrás.
Coisa estranha, esta, da memória olfativa e da capacidade de sermos recordados através dos nossos cozinhados. Naquela noite, a minha avó esteve na cozinha connosco.
Aqui fica a receita, porque sei que podem gostar.
Fica muito em conta, e faz-se com ingredientes que normalmente temos em casa, e claro, feito por mim já se sabe tem de ser super-rápida:
Pão fatiado (a minha avó também fazia com pão de leite, ficava uma delícia, eu fiz com um pão integral com sementes que não me saiu muito bem na máquina, e ficou óptimo também)
Queijo flamengo
Fiambre
Molho béchamel
Leite
Fatias de pão molhadas em leite no pyrex, camada de queijo e fiambre por cima, formam-se camadas alternadas, e no fim molho béchamel e queijo por cima e forno com ele.
Um sucesso.
quinta-feira, 6 de março de 2014
segunda-feira, 3 de março de 2014
Gata miadeira
É o que está a minha mais nova.
Eu não sei se é castigo por ter estado 1 semana longe, se é ressaca por ter estado com febre, só sei que a rapariga passa o dia a miar, a miar por tudo e por nada.
Se quer alguma coisa pede a miar; se não quer, mia, se o irmão a irrita, lá vem ela a miar ter comigo... puf!
Logo eu, que detesto gatos.
E os amantes de gatos dizem-me que não gosto de gatos porque nunca tive um, mas nem preciso.
Com tanta miadela daqui a nada sou eu que estou a trepar pelas cortinas...
Eu não sei se é castigo por ter estado 1 semana longe, se é ressaca por ter estado com febre, só sei que a rapariga passa o dia a miar, a miar por tudo e por nada.
Se quer alguma coisa pede a miar; se não quer, mia, se o irmão a irrita, lá vem ela a miar ter comigo... puf!
Logo eu, que detesto gatos.
E os amantes de gatos dizem-me que não gosto de gatos porque nunca tive um, mas nem preciso.
Com tanta miadela daqui a nada sou eu que estou a trepar pelas cortinas...
domingo, 2 de março de 2014
Estás claramente a precisar do verão e da praia...
... quando dás por ti a babar, mas completamente a babar, ao ver a ilha do Jake e os Piratas da Terra do Nunca.
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
Parabéns pelo FB
Acho sempre muita graça quando vejo nos posts de parabéns no FB, o comentário "Muitos parabéns! Já te ligo!"
Parece que é a dar aquela, "eu sou íntimo, não dou só parabéns por aqui, eu faço parte do círculo restrito dos que telefonam, nem sequer é sms, é telefonema mesmo. Todos os outros dão parabéns e desejam felicidades pelo FB, mas eu, eu quero que todos saibam e por isso escrevo no teu mural, já te ligo."
Parece que é a dar aquela, "eu sou íntimo, não dou só parabéns por aqui, eu faço parte do círculo restrito dos que telefonam, nem sequer é sms, é telefonema mesmo. Todos os outros dão parabéns e desejam felicidades pelo FB, mas eu, eu quero que todos saibam e por isso escrevo no teu mural, já te ligo."
Constatação carnavalesca
A máscara do Homem-Aranha (qualquer máscara, vá), é incompatível com o uso de óculos.
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
Regressos a Amsterdam - uma lição
Uma lição que aprendi, ou uma constatação daquilo que já todos sabemos - nada mais complicado do que gerir uma relação.
Tenho uma colega de trabalho, inglesa sessentona e excêntrica, gira que só ela, sempre com o cabelo curto pintado de cada vez de sua cor (verde, laranja, amarelo incluídos), os óculos exuberantes (com feitio de borboleta ou triangulares) e roupas saídas de um atelier alternativo perdido em Amsterdam.
Faz sempre uma grande festa quando me vê, e desta vez contou-me que tinha novidades: tinha-se casado em Novembro do ano passado.
Felicitei-a, e comentei que se calhar um dia também faço o mesmo.
E ela passou a explicar o porquê da decisão, uma vez que ela e o namorado (pode dizer-se namorado depois dos 60??), apesar de estarem juntos há que anos e de ela se ter mudado já há uns tempos para sua casa, nunca tinham posto essa hipótese.
Por trás da decisão estava o facto de ele ter tido um caso com outra mulher, bastante mais nova (of course...).
Foi um golpe duro de engolir.
Ela, que sempre viveu no norte da Holanda, mudou-se para o sul por causa dele, e de repente viu-se sozinha, aos 60 anos, sem saber bem para onde ir.
O facto é que ele reconsiderou, e depois de 4 semanas a viver com a "amante" percebeu o que tinha feito, e resolveu voltar para casa e pedi-la em casamento.
No entretanto, tiveram tempo de perceber o que estava mal, e a minha colega confessou que de facto não estava a cuidar da relação como deve ser, pois acabava por se dedicar aos cães (porque não têm filhos) e a tomar o namorado como garantido.
E, claramente, ele não estava garantido.
Diz que muitas amigas a criticaram por o ter aceite de volta, mas ela diz que nunca estiveram tão felizes. Desfizeram-se dos cães, e agora passam a vida de mãos dadas, a fazer programas, nem que seja ver filmes abraçados no sofá.
O que se passou com ela pode passar-se com cada um de nós.
Que mande a primeira pedra aquele que não sente que a rotina esmaga uma relação.
E sabe-se lá quantos de nós não estaremos dispostos a perdoar o imperdoável, em nome da nossa felicidade...
E eu pensei, ora bolas, uma pessoa pensa que aos 60 tem a sua vida toda feita, tudo organizadinho,e afinal ainda tem muito para viver e para aprender.
Tenho uma colega de trabalho, inglesa sessentona e excêntrica, gira que só ela, sempre com o cabelo curto pintado de cada vez de sua cor (verde, laranja, amarelo incluídos), os óculos exuberantes (com feitio de borboleta ou triangulares) e roupas saídas de um atelier alternativo perdido em Amsterdam.
Faz sempre uma grande festa quando me vê, e desta vez contou-me que tinha novidades: tinha-se casado em Novembro do ano passado.
Felicitei-a, e comentei que se calhar um dia também faço o mesmo.
E ela passou a explicar o porquê da decisão, uma vez que ela e o namorado (pode dizer-se namorado depois dos 60??), apesar de estarem juntos há que anos e de ela se ter mudado já há uns tempos para sua casa, nunca tinham posto essa hipótese.
Por trás da decisão estava o facto de ele ter tido um caso com outra mulher, bastante mais nova (of course...).
Foi um golpe duro de engolir.
Ela, que sempre viveu no norte da Holanda, mudou-se para o sul por causa dele, e de repente viu-se sozinha, aos 60 anos, sem saber bem para onde ir.
O facto é que ele reconsiderou, e depois de 4 semanas a viver com a "amante" percebeu o que tinha feito, e resolveu voltar para casa e pedi-la em casamento.
No entretanto, tiveram tempo de perceber o que estava mal, e a minha colega confessou que de facto não estava a cuidar da relação como deve ser, pois acabava por se dedicar aos cães (porque não têm filhos) e a tomar o namorado como garantido.
E, claramente, ele não estava garantido.
Diz que muitas amigas a criticaram por o ter aceite de volta, mas ela diz que nunca estiveram tão felizes. Desfizeram-se dos cães, e agora passam a vida de mãos dadas, a fazer programas, nem que seja ver filmes abraçados no sofá.
O que se passou com ela pode passar-se com cada um de nós.
Que mande a primeira pedra aquele que não sente que a rotina esmaga uma relação.
E sabe-se lá quantos de nós não estaremos dispostos a perdoar o imperdoável, em nome da nossa felicidade...
E eu pensei, ora bolas, uma pessoa pensa que aos 60 tem a sua vida toda feita, tudo organizadinho,e afinal ainda tem muito para viver e para aprender.
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Regresso a Amsterdam - uma grande diferença
Já aqui escrevi umas 18326 vezes que estou, e ando, em dieta, praí desde 1992.
E também já aqui escrevi que engordei uma caterfada de kilos enquanto vivi na Holanda - que é o maior dos contra-sensos, num país em que a comida não presta e se anda de bicicleta, mas que acontece a muita, muita gente, para não dizer a quase todos os que para lá emigram. Para mim é culpa do clima, sempre a puxar para baixo e a pedir comidinha reconfortante, uma fast-food aqui, um chocolate quente e uma tarte de maçã ali.
De qualquer modo, a verdade verdadinha é que esta que vos escreve sempre que regressava a Amsterdam assumia os comportamentos alimentares de outrora, seguindo a teoria de que a) só cá estou esta semana, b) são coisas a que normalmente não tenho acesso, c) logo retomo a dieta quando voltar a Portugal para a semana.
Para os mais distraídos ou que chegaram a este blog há pouco tempo 2014 trouxe-me, entre muitas outras coisas, trust me que a lista é longa, um novo plano alimentar. Abandonei o açúcar e o leite de vaca, e fiz outras alterações estruturais na minha maneira de comer, e principalmente, de pensar.
Sabendo que ia fazer a viagem, pensei sinceramente que quando lá chegasse fosse voltar ao passado como das outras vezes, mas desta vez antes de partir decidi que não.
Passei ao lado de todos os doces que sempre me enfeitiçaram, e apenas dei uma garfada no bolo de anos da minha amiga (que nem sequer era bom...) só para dar boa sorte. Houve oportunidade de comer stroop waffels acabadas de fazer na barraquinha do costume, havia imensos chocolates em casa e no escritório, e toda uma panóplia de novidades doces que não há por cá, mas sinceramente nem sequer me custou não lhes tocar.
Estava mesmo com a cabeça noutro registo.
Também substituí os 3 ou 4 cappuccinos que bebia sempre ao longo do dia de trabalho por canecas de chá (antes de partir até pedi a um colega para me dizer as variedades que há no escritório, para o caso de ser preciso levar). Só vos digo que eu acabava sempre o dia de trabalho cheia de dores de cabeça e cansada, atribuindo ao facto de não estar habituada a trabalhar em ambiente de escritório, e desta vez cheguei ao fim do dia fresca e fofa, a sentir-me muito melhor.
Gostava muito de vos dizer que estou curada do meu vício, que agora é que é e que nunca mais me vão ver a acabar com uma caixa de bombons em menos de nada, mas eu conheço-me melhor do que isso.
Agora que me sinto poderosa, dona de mim e capaz de tudo, lá isso sinto! E sou!
E também já aqui escrevi que engordei uma caterfada de kilos enquanto vivi na Holanda - que é o maior dos contra-sensos, num país em que a comida não presta e se anda de bicicleta, mas que acontece a muita, muita gente, para não dizer a quase todos os que para lá emigram. Para mim é culpa do clima, sempre a puxar para baixo e a pedir comidinha reconfortante, uma fast-food aqui, um chocolate quente e uma tarte de maçã ali.
De qualquer modo, a verdade verdadinha é que esta que vos escreve sempre que regressava a Amsterdam assumia os comportamentos alimentares de outrora, seguindo a teoria de que a) só cá estou esta semana, b) são coisas a que normalmente não tenho acesso, c) logo retomo a dieta quando voltar a Portugal para a semana.
Para os mais distraídos ou que chegaram a este blog há pouco tempo 2014 trouxe-me, entre muitas outras coisas, trust me que a lista é longa, um novo plano alimentar. Abandonei o açúcar e o leite de vaca, e fiz outras alterações estruturais na minha maneira de comer, e principalmente, de pensar.
Sabendo que ia fazer a viagem, pensei sinceramente que quando lá chegasse fosse voltar ao passado como das outras vezes, mas desta vez antes de partir decidi que não.
Passei ao lado de todos os doces que sempre me enfeitiçaram, e apenas dei uma garfada no bolo de anos da minha amiga (que nem sequer era bom...) só para dar boa sorte. Houve oportunidade de comer stroop waffels acabadas de fazer na barraquinha do costume, havia imensos chocolates em casa e no escritório, e toda uma panóplia de novidades doces que não há por cá, mas sinceramente nem sequer me custou não lhes tocar.
Estava mesmo com a cabeça noutro registo.
Também substituí os 3 ou 4 cappuccinos que bebia sempre ao longo do dia de trabalho por canecas de chá (antes de partir até pedi a um colega para me dizer as variedades que há no escritório, para o caso de ser preciso levar). Só vos digo que eu acabava sempre o dia de trabalho cheia de dores de cabeça e cansada, atribuindo ao facto de não estar habituada a trabalhar em ambiente de escritório, e desta vez cheguei ao fim do dia fresca e fofa, a sentir-me muito melhor.
Gostava muito de vos dizer que estou curada do meu vício, que agora é que é e que nunca mais me vão ver a acabar com uma caixa de bombons em menos de nada, mas eu conheço-me melhor do que isso.
Agora que me sinto poderosa, dona de mim e capaz de tudo, lá isso sinto! E sou!
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
De volta...
... de mais uma das minhas viagens no espaço e no tempo. Mais um regresso a casa depois do regresso à casa que já não é a minha, sem nunca deixar de o ser.
Desta vez o Te foi comigo, e passámos os primeiros 4 dias num verdadeiro flashback de memórias, ao encontro da Mary e do Te de 2007.
Fomos aos restaurantes e cafés de sempre, andámos de bicicleta por toda a cidade, corremos as capelinhas todas, passeámos no Vondel park e até à porta da nossa ex-casa nós fomos (e as cortinas ainda são as mesmas eh eh).
Fomos também aos museus que entretanto abriram, e festejámos a entrada de uma querida amiga na casa dos 40.
E o mais importante, durante 4 dias conseguimos começar e acabar uma conversa sem ser interrompidos, falar olhos nos olhos sem ser de sobre o assunto do costume (=filhos) e no fundo percebemos que já fomos muito, muito felizes ali (e sim, agora somos mais, mas é diferente).
Uma oportunidade fantástica! E quem diga que um casal não precisa nada de ter momentos só para si é porque com toda a certeza nunca experimentou!
Na 3a feira, ele regressou a Portugal e eu fiquei para 3 dias de trabalho, que bem me custaram...
A piada de ir a Amsterdam é rever os amigos, ter tempo para mim e re-visitar a cidade, coisas que até 4a feira eu já me tinha fartado de fazer, mas pronto, teve mesmo de ser.
Foi a primeira vez que fiquei 7 dias sem ver as minhas crias, normalmente fico só 5.
Já estava a ficar a bater mal com as saudades.
Agora são mais 3 ou 4 meses até me preocupar com isso outra vez.
Desta vez o Te foi comigo, e passámos os primeiros 4 dias num verdadeiro flashback de memórias, ao encontro da Mary e do Te de 2007.
Fomos aos restaurantes e cafés de sempre, andámos de bicicleta por toda a cidade, corremos as capelinhas todas, passeámos no Vondel park e até à porta da nossa ex-casa nós fomos (e as cortinas ainda são as mesmas eh eh).
Fomos também aos museus que entretanto abriram, e festejámos a entrada de uma querida amiga na casa dos 40.
E o mais importante, durante 4 dias conseguimos começar e acabar uma conversa sem ser interrompidos, falar olhos nos olhos sem ser de sobre o assunto do costume (=filhos) e no fundo percebemos que já fomos muito, muito felizes ali (e sim, agora somos mais, mas é diferente).
Uma oportunidade fantástica! E quem diga que um casal não precisa nada de ter momentos só para si é porque com toda a certeza nunca experimentou!
Na 3a feira, ele regressou a Portugal e eu fiquei para 3 dias de trabalho, que bem me custaram...
A piada de ir a Amsterdam é rever os amigos, ter tempo para mim e re-visitar a cidade, coisas que até 4a feira eu já me tinha fartado de fazer, mas pronto, teve mesmo de ser.
Foi a primeira vez que fiquei 7 dias sem ver as minhas crias, normalmente fico só 5.
Já estava a ficar a bater mal com as saudades.
Agora são mais 3 ou 4 meses até me preocupar com isso outra vez.
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Mais uma voltinha, mais uma viagem...
... e amanhã (que é hoje) lá vou eu de regresso a Amsterdam.
Mas desta vez não vou sozinha, o Tê vai comigo, e vamos passar umas mini-férias os dois em tipo sessão nostalgia. Depois ele regressa na 3ª e eu fico a trabalhar até 6ª.
E sim, hoje é dia dos namorados e eu vou jantar com o meu em Amsterdam ;)
(podem morrer de inveja, que é caso para isso)
Já sabem o que vos espera... 1 semanita a ansiar por posts novos sem os ter, que eu cá quando viajo não levo o blog comigo.
Ora se nem levo os filhos, não ia levar o blog!
Fica aqui convosco que fica muito bem - tratem-no com carinho e visitem-no de vez em quando para ele não se sentir sozinho - não vão ter nada novo para ler, mas bolas, em não sei quantos anos de blog deve haver posts interessantíssimos que vocês ainda não leram. Fica o desafio.
Até ao meu regresso!
Mas desta vez não vou sozinha, o Tê vai comigo, e vamos passar umas mini-férias os dois em tipo sessão nostalgia. Depois ele regressa na 3ª e eu fico a trabalhar até 6ª.
E sim, hoje é dia dos namorados e eu vou jantar com o meu em Amsterdam ;)
(podem morrer de inveja, que é caso para isso)
Já sabem o que vos espera... 1 semanita a ansiar por posts novos sem os ter, que eu cá quando viajo não levo o blog comigo.
Ora se nem levo os filhos, não ia levar o blog!
Fica aqui convosco que fica muito bem - tratem-no com carinho e visitem-no de vez em quando para ele não se sentir sozinho - não vão ter nada novo para ler, mas bolas, em não sei quantos anos de blog deve haver posts interessantíssimos que vocês ainda não leram. Fica o desafio.
Até ao meu regresso!
Mudanças alimentares por cá, ou pouco falta para andar a partilhar fotos do pequeno-almoço por aqui
Algumas mudanças estão a decorrer para estes lados, no que toca à alimentação.
Com a ajuda das minhas companheiras de tabela, que agora é um grupo de partilha no whatsapp, tenho vindo a tomar algumas medidas no sentido de um maior cuidado com a alimentação.
A genética foi generosa comigo em muitos aspectos, muitos mesmo, mas também me brindou com uma tendência para doenças nada agradáveis, que espero conseguir evitar através da alimentação.
Já aqui falei em algumas medidas, hoje deixo-vos mais algumas dicas.
Com a ajuda das minhas companheiras de tabela, que agora é um grupo de partilha no whatsapp, tenho vindo a tomar algumas medidas no sentido de um maior cuidado com a alimentação.
A genética foi generosa comigo em muitos aspectos, muitos mesmo, mas também me brindou com uma tendência para doenças nada agradáveis, que espero conseguir evitar através da alimentação.
Já aqui falei em algumas medidas, hoje deixo-vos mais algumas dicas.
- deixei de beber leite no dia 16 de Dezembro, e desde então substituí-o por leite de aveia ou arroz. Continuo a comer iogurtes, mas feitos por mim.
- desde dia 6 de Janeiro que não como açucar branco (e estou muito orgulhosa de mim!). Estou a re-educar o paladar para largar o vício do doce, e neste 1 mês e 12 dias mais coisa menos coisa tenho-me ficado pelo doce da granola que faço (leva 2 colheres de mel para 200gr de aveia), por um ocasional biscoito adoçado com fruta, mel ou açucar de coco (feito pela minha irmã, que anda nisto há mais de 1 ano), e consumi açucar branco, que eu saiba, em apenas 1 ocasião -numa limonada de restaurante que não estava tão amarga quanto isso. Tenho controlado a vontade de um doce com o lanche de granola, e este chocolate tira-me a vontade de comer chocolate de compra.
- as amendoas e avelãs são as minhas melhores amigas e andam sempre comigo.
- a aveia, a chia, a levedura de cerveja, a sêmea de trigo, as sementes de girassol e linhaça, são ingredientes que uso todos os dias (no pão, na sopa, no iogurte).
- as massas brancas foram substituídas pelas integrais, o arroz integral não foi bem aceite pelo resto da família mas eu continuarei a tentar, a farinha branca vai sempre acompanhada de farinha integral ou de centeio integral.
- quanto menos processado, melhor. Tudo o que puder ser feito, faço, tudo o que puder ser mais simples, simplifico.
- acabei com a manteiga magra, e com os substitutos de manteiga vegetais. Opto por manteiga de amendoim, que ainda não me pus a fazer mas esse é o caminho.
- o pequeno-almoço começa com uma mini-taça de papa de aveia (com chia e linhaça), seguido de uma caneca de chá e uma torrada com manteiga de amendoim
- como apenas 1 peça de fruta por dia, a meio da manhã (acompanhada de frutos secos). A desintoxicação de açucar indica que a fruta deve ser banida durante algumas semanas, mas eu não quis ser tão radical
- ao fim-de-semana a coisa descontrola-se um bocado, mas bolas, também precisamos de viver, certo?
Gostava de vos dizer que já perdi 10 kg, mas a verdade é que em 4 semanas perdi um total de 0 gramas. Ainda gostava mais de vos dizer que me estou pouco barimbando, que quero é estar saudável e o peso não interessa, mas estaria a mentir. Claro que quero estar saudável, mas também quero ficar magra e gira, ah pois é.
Algo me diz que estou no caminho certo. Logo vos vou pondo a par das novidades.
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
Ontem foi dia de....
(e anteontem também, que o filme tem 3 horas).
Muito bom. Gostei mesmo.
Papelão do Leonardo di Caprio.
Muito bom. Gostei mesmo.
Papelão do Leonardo di Caprio.
Novo brinquedo
Sim, sim, eu sei... ou melhor não sei quando é que me tornei tão secante para considerar isto um novo brinquedo, mas a verdade é que estou num excitex com a minha máquina nova que em vos passa!
Sempre tive uma relação de amor-ódio com a amiga bimby. Ou pelas conversas que ela despoletava.
A minha irmã foi das primeiras pessoas a ter bimby em Portugal, em 2001. Comprou-a à cunhada da minha tia, que vendeu bimbys a toda a família na altura (menos à minha mãezinha, que sempre foi muito à frente em muita coisa mas não nisto). Ora podem imaginar qual o tema de conversa entre as minhas tias todas em todo o santo encontro de família: a dita-cuja.
Ai que eu faço gelados, e eu sumo, e eu bacalhau e esparregado, mais a lasanha e o leite-creme, quando não se punham a falar numa língua estranha sobre varomas, borboletas, temperaturas, velocidades e todo o tipo de termos técnicos que não me interessavam para nada! E sempre com a mesma lenga-lenga de que podemos deixar a fazer e vamos embora e patati-patatá.
Boring.
Anos mais tarde algumas amigas compraram. E eu garanto-vos, não há nada de nada que a bimby faça que eu não soubesse já, e há anos. Juro. E sem nunca ter tocado numa!
Mas as conversas de convertidas são sempre, sempre, sempre as mesmas e a admiração pelo aparelho milonário repete-se, e eu a bocejar com com as varomas e as caipirinhas, e mais o bolo de chocolate que toda a gente faz.
Até que... recebi a minha imitação de presente de anos adiantado.
E estou fas-ci-na-da!
E em 24 horas já fiz sopas (2 diferentes), puré de batata, esparregado e strogonoff. E já tenho uma lista de coisas que vou fazer a seguir. Assim a máquina aguente a minha pedalada!
E sabem que mais? A melhor parte é mesmo... podemos deixa-la a fazer e vamos embora. Desliga sozinha, não queima nem esturra e não precisa de supervisão. Assim mesmo, tal qual me diziam há uma carrada de anos atrás - a vida pode ser mesmo irónica...
É todo um mind-set que se altera, uma nova maneira de encarar a hora de fazer o jantar. Um delírio.
Ontem dei por mim a pensar que quase, quase percebo toda a gente que me diz (e com quem eu gozei bravamente anos a fio) que vale cada cêntimo do balúrdio que custa.
Pois a minha custou 1/3 desse balúrdio, e do alto deste dia que passámos juntas, parece-me que vale mesmo o seu peso em ouro!
Se eu já fazia o meu pão, os iogurtes, os cereais de pequeno-almoço e até o chocolate, imaginem lá onde posso chegar agora!
É desta que fico a verdadeira croma!
Questão pertinente - se as fãs da bimby são bimbólicas, as fãs da yammi são o quê? Yammólicas? Eh pá estes criativos não pensam nestas coisas..
sábado, 8 de fevereiro de 2014
Como ter vários minutos de sossego com os dois em casa #2
Plástico de bolhinhas para um e para o outro.
Quem não adora?
Quem não adora?
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Como ter vários minutos de sossego com os dois em casa #1
Dar-lhes tesoura e papel para a mão.
Sala toda para limpar no fim, é certo, mas passam largos minutos sem se ouvir um piu.
E não, ainda não perceberam que as tesouras também cortam outras coisas (como cortinas, roupas ou cabelos).
Sala toda para limpar no fim, é certo, mas passam largos minutos sem se ouvir um piu.
E não, ainda não perceberam que as tesouras também cortam outras coisas (como cortinas, roupas ou cabelos).
Tê-los no sítio...
...é escrever no curriculum vitae, sem medos:
"entre os anos tal e tal dediquei-me em exclusivo aos meus filhos".
Toma e vai buscar.
"entre os anos tal e tal dediquei-me em exclusivo aos meus filhos".
Toma e vai buscar.
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
(Não) ginasticar
Tem sido o exercício físico do momento* - o não-exercício.
Entre as preparações para o Natal, o Natal, Ano Novo, frio, chuva e mau tempo, o paredão destruído, ventos ciclónicos e ondas gigantes, tenho feito 0 exercício físico. Nem sequer ando a pé.
E o meu corpo até já se está a ressentir.
Mas ao menos este ano não estou nem a pagar ginásio, nem a sentir-me culpada por estar a pagar sem lá ir.
Ponto para mim.
*mas tenho-me portado muito bem no que toca à alimentação, ok? Guardem lá as pedras para me mandarem quando vier o sol e o bom tempo, e eu continuar sem mexer uma palha.
Entre as preparações para o Natal, o Natal, Ano Novo, frio, chuva e mau tempo, o paredão destruído, ventos ciclónicos e ondas gigantes, tenho feito 0 exercício físico. Nem sequer ando a pé.
E o meu corpo até já se está a ressentir.
Mas ao menos este ano não estou nem a pagar ginásio, nem a sentir-me culpada por estar a pagar sem lá ir.
Ponto para mim.
*mas tenho-me portado muito bem no que toca à alimentação, ok? Guardem lá as pedras para me mandarem quando vier o sol e o bom tempo, e eu continuar sem mexer uma palha.
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Sinais do tempo - do meu e do atmosférico
Notas que és uma pessoa de uma certa idade quando, de repente, precisas de muito mais tempo para te arranjar antes de sair de casa, quando queres ter um ar apresentável.
Notas que és uma pessoa de uma certa idade quando tens, porque tens, de fazer um esforço por ficar apresentável, porque o teu "out of bed look" é de fugir (e sabes disso quando tens vontade de fugir quando vais ao espelho).
Notas que és uma pessoa de uma certa idade quando aqueles pequenos toques que davas em dias especiais - um pouco de base, um pouco de rimel - passam a ser rituais diários. E obrigatórios.
Por isso, ou sou eu que estou com uma certa idade, ou então é o Inverno, que me lixa o bom aspecto.
É que não há ninguém, ninguém mesmo, a quem o bronze não favoreça.
Caraças, no Verão fica tudo mais fácil.
Notas que és uma pessoa de uma certa idade quando tens, porque tens, de fazer um esforço por ficar apresentável, porque o teu "out of bed look" é de fugir (e sabes disso quando tens vontade de fugir quando vais ao espelho).
Notas que és uma pessoa de uma certa idade quando aqueles pequenos toques que davas em dias especiais - um pouco de base, um pouco de rimel - passam a ser rituais diários. E obrigatórios.
Por isso, ou sou eu que estou com uma certa idade, ou então é o Inverno, que me lixa o bom aspecto.
É que não há ninguém, ninguém mesmo, a quem o bronze não favoreça.
Caraças, no Verão fica tudo mais fácil.
sábado, 1 de fevereiro de 2014
Generation gap
Eu para o mais velho:
"Então, queres ver os Estrumpfes?"
"Quem??"
"Os Smurfs..."
"Ah, sim!"
"Então, queres ver os Estrumpfes?"
"Quem??"
"Os Smurfs..."
"Ah, sim!"
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
Só mais um post
Porque reparei que em Janeiro escrevi 30, e já agora escrevo 31 e fica 1 por cada dia do mês.
Pronto, agora já está.
Era giro que eu me mantivesse assim todo o ano, não era?
(mas não contem muito com isso)
Pronto, agora já está.
Era giro que eu me mantivesse assim todo o ano, não era?
(mas não contem muito com isso)
1 mês de 2014
2014 está a revelar-se um ano cheio, e não de coisas boas.
A sensação que tenho é que me vou lembrar deste ano por muitos e muitos anos.
Dentro do mau que está a acontecer, nem tudo é mau, e muitas coisas poderiam ser pior, mas bolas, que não está a ser nada fácil, não está.
E por ser um ano que começou mal tenho a certeza de que vai acabar em grande.
1 down, 11 more to go.
Venham eles.
A sensação que tenho é que me vou lembrar deste ano por muitos e muitos anos.
Dentro do mau que está a acontecer, nem tudo é mau, e muitas coisas poderiam ser pior, mas bolas, que não está a ser nada fácil, não está.
E por ser um ano que começou mal tenho a certeza de que vai acabar em grande.
1 down, 11 more to go.
Venham eles.
Aficionado da maçã
Vejo os meus sobrinhos e outros meninos a falarem dos tablets, para lá e para cá (ou dos tabletes mesmo), mas para o meu mais velho são sempre iPads.
Diz que quem entra no mundo da maçã não sai mais, e pelos vistos aos 4 anos já tem o seu futuro delineado.
(e não, não temos iPad nem tablet nem nada disso, mas como sabeis nem é preciso)
Diz que quem entra no mundo da maçã não sai mais, e pelos vistos aos 4 anos já tem o seu futuro delineado.
(e não, não temos iPad nem tablet nem nada disso, mas como sabeis nem é preciso)
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
Masterchef, here I go
Meus amigos, depois de me meter a fazer pão, iogurtes, granola e leite de amêndoa (além dos jantares e almoços de todos os dias, e uma ocasional sobremesa num evento festivo, bem entendido), eis se não quando esta que vos escreve não esteve com meias medidas e decidiu fazer...trtrtrtrtrtrt (som de tambores): uma tablete de chocolate com amêndoas!
Ah pois é.
E vindo de mim já se sabe que tem de ser uma receita fácil e rápida de executar.
Quem me inspirou foi esta blogger, que consulto regularmente no meu projecto minimalista (o escritório já levou uma limpeza, by the way), onde encontrei por acaso esta receita.
Fica per-fei-to.
Amargo como o rabo do gato, sim, mas perfeito.
E eu senti-me assim uma espécie de alquimista, capaz de fazer em casa uma coisa que achava que só se podia comprar feito. Que "power"!
Vem isto no seguimento de uma desintoxicação de açucar que estou a fazer.
O açucar branco (e o doce em geral) é altamente viciante, tal como o álcool e o tabaco, e eu, não sei se já perceberam, sou/era a maior "agarrada".
Desde dia 6 de Janeiro que estou "limpa" (ou quase).
Tenho vivido bem (é um record absoluto) porque a motivação é maior do que tudo, mas a verdade é que este corpinho já começava a ressacar por chocolate (outro vício), e atacar o ovomaltine dos miúdos (o único chocolate que tenho em casa) estava fora de questão.
Com este chocolate caseiro ficou o vício satisfeito sem comprometer o consumo de açucar, já que não pus nem 1 grama.
O aspecto é fabuloso, a textura fantástica, o aroma delicioso, depois de o comer é que o cérebro fica um bocado confuso, já que espera algo doce e tem algo amargo.
Mas o sabor do chocolate, do puro e verdadeiro mesmo, está lá todo.
Não fica muito barato (o óleo de côco é caro) mas é saudável, e muito fácil de fazer.
Aprovadíssimo.
Ah pois é.
E vindo de mim já se sabe que tem de ser uma receita fácil e rápida de executar.
Quem me inspirou foi esta blogger, que consulto regularmente no meu projecto minimalista (o escritório já levou uma limpeza, by the way), onde encontrei por acaso esta receita.
Fica per-fei-to.
Amargo como o rabo do gato, sim, mas perfeito.
E eu senti-me assim uma espécie de alquimista, capaz de fazer em casa uma coisa que achava que só se podia comprar feito. Que "power"!
Vem isto no seguimento de uma desintoxicação de açucar que estou a fazer.
O açucar branco (e o doce em geral) é altamente viciante, tal como o álcool e o tabaco, e eu, não sei se já perceberam, sou/era a maior "agarrada".
Desde dia 6 de Janeiro que estou "limpa" (ou quase).
Tenho vivido bem (é um record absoluto) porque a motivação é maior do que tudo, mas a verdade é que este corpinho já começava a ressacar por chocolate (outro vício), e atacar o ovomaltine dos miúdos (o único chocolate que tenho em casa) estava fora de questão.
Com este chocolate caseiro ficou o vício satisfeito sem comprometer o consumo de açucar, já que não pus nem 1 grama.
O aspecto é fabuloso, a textura fantástica, o aroma delicioso, depois de o comer é que o cérebro fica um bocado confuso, já que espera algo doce e tem algo amargo.
Mas o sabor do chocolate, do puro e verdadeiro mesmo, está lá todo.
Não fica muito barato (o óleo de côco é caro) mas é saudável, e muito fácil de fazer.
Aprovadíssimo.
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
O fim do co-sleeping - report
So far, so good, minha gente.
A rapariga deita-se, por vezes pede para ficar ali no quarto e adormece sozinha em menos de nada enquanto preparo as roupas do dia seguinte (tcharaaaan). Dorme a noite toda na sua cama, não acorda, não chora, não perde a chupeta, nada. Parece mesmo que precisava de uma mão firme para se sentir segura e dormir sozinha.
Ele de vez em quando acorda a chorar, ou por pesadelos ou com vontade de fazer xixi, e depois pede para vir para a nossa cama - aí temos de ficar ao lado da cama dele até que adormeça.
Aconteceu uma vez que ela acordou com o choro dele, e aí tivemos mesmo de ficar um bocadinho à cabeceira de ambos até adormecerem (isto às 3h ou 4h da manhã).
Sinceramente, estava à espera de muito pior.
Já lá vai mais de 1 semana e o saldo é muito, muito positivo.
Aguardemos...
A rapariga deita-se, por vezes pede para ficar ali no quarto e adormece sozinha em menos de nada enquanto preparo as roupas do dia seguinte (tcharaaaan). Dorme a noite toda na sua cama, não acorda, não chora, não perde a chupeta, nada. Parece mesmo que precisava de uma mão firme para se sentir segura e dormir sozinha.
Ele de vez em quando acorda a chorar, ou por pesadelos ou com vontade de fazer xixi, e depois pede para vir para a nossa cama - aí temos de ficar ao lado da cama dele até que adormeça.
Aconteceu uma vez que ela acordou com o choro dele, e aí tivemos mesmo de ficar um bocadinho à cabeceira de ambos até adormecerem (isto às 3h ou 4h da manhã).
Sinceramente, estava à espera de muito pior.
Já lá vai mais de 1 semana e o saldo é muito, muito positivo.
Aguardemos...
Dizer bem
Do SNS.
Últimamente tenho tido experiências bem positivas com o nosso SNS: boas infra-estruturas, pessoas muito simpáticas, bons profissionais, e um sistema que apesar de tudo, funciona bastante bem.
Sim, eu sei que há milhões de coisas a apontar, mas acho que quando as coisas correm bem temos de o dizer.
É bom ver os nossos impostos bem aplicados, para variar.
Últimamente tenho tido experiências bem positivas com o nosso SNS: boas infra-estruturas, pessoas muito simpáticas, bons profissionais, e um sistema que apesar de tudo, funciona bastante bem.
Sim, eu sei que há milhões de coisas a apontar, mas acho que quando as coisas correm bem temos de o dizer.
É bom ver os nossos impostos bem aplicados, para variar.
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
21 de Janeiro - o dia dos parabéns
Parece-me que é o dia em que conheço mais gente a fazer anos.
Começamos com a minha avó (e para mim continua sempre a ser o dia dela).
Depois, a minha prima.
Segue-se o Pedro, da Tella.
E o filho do melhor amigo do meu pai.
Uma colega da turma do meu mais velho.
No campo da blogoesfera, apesar de não conhecer pessoalmente, juntam-se os filhos desta e desta bloggers.
E ontem pouco antes da meia noite, nascia a primeira sobrinha de uma amiga.
(e agora era uma piadinha sobre o que quer que se passa 9 meses antes deste dia, mas não vou fazer)
Alguém conhece dias mais concorridos?
Começamos com a minha avó (e para mim continua sempre a ser o dia dela).
Depois, a minha prima.
Segue-se o Pedro, da Tella.
E o filho do melhor amigo do meu pai.
Uma colega da turma do meu mais velho.
No campo da blogoesfera, apesar de não conhecer pessoalmente, juntam-se os filhos desta e desta bloggers.
E ontem pouco antes da meia noite, nascia a primeira sobrinha de uma amiga.
(e agora era uma piadinha sobre o que quer que se passa 9 meses antes deste dia, mas não vou fazer)
Alguém conhece dias mais concorridos?
Cenas fixes
Estarem os dois quase do mesmo tamanho (ele é percentil 25, ela acima de 95) e por isso poder comprar roupa que dá para os dois - meias e calças de fato de treino, por exemplo.
Muito prático.
Muito prático.
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Parabéns à posteriori
Depois de termos festejado em grande (grande mesmo, com um fim-de-semana repleto de eventos) os 100 do meu avô paterno, hoje foi dia de cantar os parabéns à minha avó materna.
Fizemos um bolo por acaso, que nem é costume, mas ao comentar com eles que o Pedro da Tella fazia anos, e ao mostrar a foto do bolo (como ficou no fim, não a transbordar no forno - o que eu me ri, senhores!) claro que quiseram os dois fazer também um bolo de chocolate.
Como não tenho costume de fazer bolos, na hora de o abrir depois do jantar eles quiseram cantar os parabéns e eu sugeri então cantar à minha avó, que eles não conheceram mas que foi uma avó muito querida, que me marcou profundamente e que hoje faria 105 ou 106 anos.
Assim foi.
De hoje em diante, nova tradição cá em casa: lembrar os que cá não estão celebrando a vida que tiveram, e não o dia em que morreram.
Só não garanto bolo, porque estou de dieta (sempre).
E como quem não quer a coisa, eu faço anos a 31 de Maio.
Fizemos um bolo por acaso, que nem é costume, mas ao comentar com eles que o Pedro da Tella fazia anos, e ao mostrar a foto do bolo (como ficou no fim, não a transbordar no forno - o que eu me ri, senhores!) claro que quiseram os dois fazer também um bolo de chocolate.
Como não tenho costume de fazer bolos, na hora de o abrir depois do jantar eles quiseram cantar os parabéns e eu sugeri então cantar à minha avó, que eles não conheceram mas que foi uma avó muito querida, que me marcou profundamente e que hoje faria 105 ou 106 anos.
Assim foi.
De hoje em diante, nova tradição cá em casa: lembrar os que cá não estão celebrando a vida que tiveram, e não o dia em que morreram.
Só não garanto bolo, porque estou de dieta (sempre).
E como quem não quer a coisa, eu faço anos a 31 de Maio.
Cenas fixes
Jogar à apanhada com o mais velho e perceber que já tenho de correr a sério para o apanhar.
E de repente a brincadeira torna-se muito mais divertida para todos (menos para a mais nova, claro).
Próxima ida ao parque vou de ténis.
E de repente a brincadeira torna-se muito mais divertida para todos (menos para a mais nova, claro).
Próxima ida ao parque vou de ténis.
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Um dia escrevo um post sobre como acabar com o co-sleeping...
... que as mães fofinhas defendem, porque com certeza têm filhos fofinhos que não lhes espetam com dedos nas costelas e nas narinas, nem puxam o edredon e as empurram borda fora. Ou então têm camas king-size onde cabem todos, mas não é o meu caso.
Mas hoje não é o dia.
Só vos posso dizer que os pais cá de casa se uniram este fim-de-semana, total e completamente FARTOS de ter de dormir com as crias atreladas, e decidiram por um ponto final oficial nesta situação.
Eu ando que não posso, com ataques de ansiedade e não páro de berrar, o Tê nem pode com uma gata pelo rabo, tudo porque dormimos mal porque suas excelências se instalam na nossa cama como se fossem donos e senhores do espaço, e nós pura e simplesmente não descansamos.
Não pode ser.
Sábado ao pequeno-almoço demos o grito do Ipiranga e dissemos que ACABOU.
A partir dessa noite não há mais vir dormir para a cama dos pais.
Sábado à noite é que foram elas...
A mais nova, entre a hora de dormir e a hora de nós nos deitarmos, levantava-se uma média de 3 vezes. Aparecia na sala, sorrateira, e depois pedia para dormir na nossa cama (mesmo vazia) ou para ficar na sala connosco. Fomos inflexíveis, e levámo-la sempre de volta à sua cama. Houve cenas feias, que ouve. Houve gritos, houve espernear, houve mesmo um ataque de histeria - e ficámos a saber que o mais velho não acorda mesmo com nada, ponto para ele (e para nós por sabermos disto).
Depois de nos deitarmos ela apareceu-nos na cama várias vezes. E de todas nos levantámos (haja paciência) e a fomos levar à sua cama, e ficámos até adormecer (é mesmo preciso ter os olhos postos no objectivo). Eu ainda cheguei a fazer leitinho no biberon às 5h da manhã, como se tivesse um recém-nascido em casa. Enfim.
Domingo à noite, deu-se a transformação. Foi para a cama na sua hora, e não acordou nem uma vez.
Ele chamou-nos para fazer xixi, mas vendo a irmã na sua cama nem pediu para vir para a nossa.
Ela parecia que estava mais segura, como se a nossa mão firme fosse exactamente o que estava a precisar.
Ainda é cedo para saber, temos de esperar mais alguns dias. Mas espero mesmo que seja isso, e que o ciclo tenha terminado - se assim for, afinal nem era tão difícil. Vamos ver.
Hoje falei com a educadora e pedi para que não durma uma sesta tão grande. Está visto que a rapariga não precisa de dormir muito, e prefiro que vá para a cama mais cedo do que estar às voltas e mais voltas sem conseguir dormir.
As duas coisas hão-de surtir efeito, espero eu.
Fiquem sintonizados neste tema, que em breve dou mais novidades. Espero que boas.
Mas hoje não é o dia.
Só vos posso dizer que os pais cá de casa se uniram este fim-de-semana, total e completamente FARTOS de ter de dormir com as crias atreladas, e decidiram por um ponto final oficial nesta situação.
Eu ando que não posso, com ataques de ansiedade e não páro de berrar, o Tê nem pode com uma gata pelo rabo, tudo porque dormimos mal porque suas excelências se instalam na nossa cama como se fossem donos e senhores do espaço, e nós pura e simplesmente não descansamos.
Não pode ser.
Sábado ao pequeno-almoço demos o grito do Ipiranga e dissemos que ACABOU.
A partir dessa noite não há mais vir dormir para a cama dos pais.
Sábado à noite é que foram elas...
A mais nova, entre a hora de dormir e a hora de nós nos deitarmos, levantava-se uma média de 3 vezes. Aparecia na sala, sorrateira, e depois pedia para dormir na nossa cama (mesmo vazia) ou para ficar na sala connosco. Fomos inflexíveis, e levámo-la sempre de volta à sua cama. Houve cenas feias, que ouve. Houve gritos, houve espernear, houve mesmo um ataque de histeria - e ficámos a saber que o mais velho não acorda mesmo com nada, ponto para ele (e para nós por sabermos disto).
Depois de nos deitarmos ela apareceu-nos na cama várias vezes. E de todas nos levantámos (haja paciência) e a fomos levar à sua cama, e ficámos até adormecer (é mesmo preciso ter os olhos postos no objectivo). Eu ainda cheguei a fazer leitinho no biberon às 5h da manhã, como se tivesse um recém-nascido em casa. Enfim.
Domingo à noite, deu-se a transformação. Foi para a cama na sua hora, e não acordou nem uma vez.
Ele chamou-nos para fazer xixi, mas vendo a irmã na sua cama nem pediu para vir para a nossa.
Ela parecia que estava mais segura, como se a nossa mão firme fosse exactamente o que estava a precisar.
Ainda é cedo para saber, temos de esperar mais alguns dias. Mas espero mesmo que seja isso, e que o ciclo tenha terminado - se assim for, afinal nem era tão difícil. Vamos ver.
Hoje falei com a educadora e pedi para que não durma uma sesta tão grande. Está visto que a rapariga não precisa de dormir muito, e prefiro que vá para a cama mais cedo do que estar às voltas e mais voltas sem conseguir dormir.
As duas coisas hão-de surtir efeito, espero eu.
Fiquem sintonizados neste tema, que em breve dou mais novidades. Espero que boas.
Cá em casa é (era?) a dobrar a posição 1, 2, 3, 4, 6... todas, vá...
Pois que, basicamente é isto.
domingo, 19 de janeiro de 2014
Não sei quanto a vós...
... mas a mim parece-me que o Natal aconteceu há uma vida e meia.
Já tanta coisa aconteceu depois disso, que nem vos digo nada...
Este 2014, pela amostra que tem dado, vai ser um ano em grande. É que só pode.
Já tanta coisa aconteceu depois disso, que nem vos digo nada...
Este 2014, pela amostra que tem dado, vai ser um ano em grande. É que só pode.
sábado, 18 de janeiro de 2014
Lição de 2014
Às vezes, em certas situações, não é mau de todo prepararmo-nos para o pior, e ser surpreendidos pela positiva.
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Co-sleeping até na Bíblia (ou quase)
Conversa da mais nova hoje ao fim do dia, nem sei a propósito de quê:
"...ah e tal, e o Jesus dorme na cama da Maria..."
Digo eu "o quê?? O Menino Jesus não dorme com a mãe, dorme sozinho nas suas palhinhas deitado! Sozinho mesmo, e dorme muito bem!"
E responde o mais velho:
"Sim, mas a Maria e o José ficam sempre ali a seu lado, nunca nunca vão embora dali!"
E com esta me calei...
"...ah e tal, e o Jesus dorme na cama da Maria..."
Digo eu "o quê?? O Menino Jesus não dorme com a mãe, dorme sozinho nas suas palhinhas deitado! Sozinho mesmo, e dorme muito bem!"
E responde o mais velho:
"Sim, mas a Maria e o José ficam sempre ali a seu lado, nunca nunca vão embora dali!"
E com esta me calei...
Coisas que não se vêem todos os dias...
... a Parede coberta de branco.
(pronto não era bem coberta, mas com grandes extensões deneve granizo. Parecia Natal, pronto!)
(pronto não era bem coberta, mas com grandes extensões de
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
Um bom começo de dia
...é abrir o armário da casa-de-banho e levar com uma embalagem de 1,5l de gel de banho mesmo em cheio na cabeça.
Auch.
(sim, leram bem, 1,5l de gel de banho - estava em promoção)
Auch.
(sim, leram bem, 1,5l de gel de banho - estava em promoção)
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Estão à vontade para inventar
... um detergente de roupa com cheirinho calmante, para lavar a roupa da cama da criançada.
Eles deitam-se na cama, pousam a cabeça no lençol e automaticamente adormecem.
E ali permanecem até ser dia, sem vir para a cama dos pais, sem pesadelos, sem xixis, sem chuchas perdidas e coisas que tais.
Que tal?
Quem se chega à frente?
Eles deitam-se na cama, pousam a cabeça no lençol e automaticamente adormecem.
E ali permanecem até ser dia, sem vir para a cama dos pais, sem pesadelos, sem xixis, sem chuchas perdidas e coisas que tais.
Que tal?
Quem se chega à frente?
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Medidas saudáveis adoptadas neste início de ano
- abolimos todo e qualquer vestígio de adoçantes cá em casa, que apenas existiam nos iogurtes magros do Tê - passa a comer iogurtes normais, iguais aos dos filhos que é mais prático e tudo
- o açafrão, juntamente com a pimenta preta, são duas especiarias altamente anti-cancerígenas - arroz de açafrão sempre foi um must em casa dos meus pais, e agora é na nossa também
- acabou o almoço aquecido no tupperware no micro ondas do escritório - agora há embalagens de vidro com tampa para esse efeito
- já tinha comprado leite de aveia e de arroz (que fica maravilhoso na papa de aveia), hoje foi a vez de experimentar fazer granola caseira (maravilhosa), e de adicionar trigo sarraceno ao pão de amanhã
- após anos e anos a beber café com leite de manhã, desde há 3 semanas foi substituído por uma bela caneca de chá (e que bem que me sabe)
- os meus filhos começaram, finalmente, ao fim de anos de tentativas, a comer pão ao pequeno-almoço
Andamos armados em família-saudável, só falta irmos passear de bicicleta todos juntos a assobiar canções alegres...
(e bem pena temos, mas não temos bicicleta...)
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Aquela altura do ano
... em que vejo um aquecedor e não descanso enquanto não lhe espeto com roupa a secar em cima.
Maravilha.
Maravilha.
domingo, 12 de janeiro de 2014
A genética
Diz hoje o meu mais velho, depois de perguntar quando vai poder vestir t-shirts de manga curta outra vez:
"Eu no Verão era feliz... agora não tenho a certeza..."
(é que podiam taaanto ser minhas estas palavras!)
E quando eu o fiz ver que ah e tal o Inverno também é divertido, e que ele no Natal estava feliz, ele respondeu:
"O Natal é fixe, mas eu gosto mais do Verão e da praia."
Quantas vezes, quantas, é que eu já escrevi isto aqui no blog?
A genética é de facto, uma cena estranha.
"Eu no Verão era feliz... agora não tenho a certeza..."
(é que podiam taaanto ser minhas estas palavras!)
E quando eu o fiz ver que ah e tal o Inverno também é divertido, e que ele no Natal estava feliz, ele respondeu:
"O Natal é fixe, mas eu gosto mais do Verão e da praia."
Quantas vezes, quantas, é que eu já escrevi isto aqui no blog?
A genética é de facto, uma cena estranha.
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Pessoas que não consigo entender
As que gostam de arrumações.
Foi o que estive a fazer hoje... pleaaaaaaase... tanta coisa gira para fazer e eu a andar de trás para a frente com isto e aquilo, que secaaaaaaaaaaaaa...
E acho um piadão, porque quem gosta de fazer arrumações fica muito orgulhoso de demonstrar o seu método - "ah e tal e eu faço assim, e depois assim, e quando começo já ninguém me pára, e quando meto uma coisa na cabeça só descanso quando está feito e blá, blá, blá" - e eu tento, mas juro que tento, mas só me dá é um graaaaande vómito.
Para mim só há 2 maneiras de fazer arrumações:
Ou começo cheia de pica, e quando vou a meio já estou mais do que farta e com vontade de mandar tudo às urtigas.
Ou já começo sem pica nenhuma, e a menos de meio já estou mais do que farta e com vontade de mandar tudo às urtigas. Foi o caso de hoje.
Foi o que estive a fazer hoje... pleaaaaaaase... tanta coisa gira para fazer e eu a andar de trás para a frente com isto e aquilo, que secaaaaaaaaaaaaa...
E acho um piadão, porque quem gosta de fazer arrumações fica muito orgulhoso de demonstrar o seu método - "ah e tal e eu faço assim, e depois assim, e quando começo já ninguém me pára, e quando meto uma coisa na cabeça só descanso quando está feito e blá, blá, blá" - e eu tento, mas juro que tento, mas só me dá é um graaaaande vómito.
Para mim só há 2 maneiras de fazer arrumações:
Ou começo cheia de pica, e quando vou a meio já estou mais do que farta e com vontade de mandar tudo às urtigas.
Ou já começo sem pica nenhuma, e a menos de meio já estou mais do que farta e com vontade de mandar tudo às urtigas. Foi o caso de hoje.
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Dicas para sobreviver à nuvem negra que paira sobre a nossa cabeça
Começar a decidir datas para as férias.
Sweet.
Sweet.
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
We all need a day off
Quem nunca sentiu vontade de mandar tudo às urtigas por um dia?
De sair porta fora, não ir trabalhar, não tratar da casa, das roupas, de nada?
Ou melhor, de ignorar tudo e todos e passar o dia na cama?
Pura e simplesmente desaparecer do mapa durante 24 horas?
Foi o que fez o meu telemóvel.
Na 2a à noite, depois de uma dia complicado e a meio de uma extensa sms, o aparelho resolve dar o tilt.
Desligou-se. Nem estranhei, porque o menino tem vontade própria, e muitas vezes lhe dava para se auto-re-iniciar por sua livre iniciativa.
Só que desta vez, não se ligou.
Tentei uma, e outra,. e outra vez. Nada.
Tirei bateria umas quantas vezes. Nada.
Carreguei a bateria durante a noite. Nada
Ontem de manhã declarei o óbito.
Avisei família e amigos, o tlm estava morto. Paz à sua alma.
Claro que o telemóvel de substituição cá de casa se tinha evaporado, pelo que estive mesmo todo o dia sem telemóvel.
O Te, quando chegou a casa tentou fazer um reset total. Nada.
Outra vez. Nada.
Outra vez e... funcionou!
Ligou-se timidamente. Fez as suas actualizaçoes, fez-me perder tudo o que eram fotos, mensagens e coisas que tais, e pronto!
Está como novo.
Meu amigo, se o que querias era um dia de férias, bastava avisar, que eu dou-te uma folga ao domingo sempre que quiseres.
Mas não me voltes a fazer uma coisa destas, sob pena de eu (com a fúria) te mandar pela janela fora.
Estamos conversados.
De sair porta fora, não ir trabalhar, não tratar da casa, das roupas, de nada?
Ou melhor, de ignorar tudo e todos e passar o dia na cama?
Pura e simplesmente desaparecer do mapa durante 24 horas?
Foi o que fez o meu telemóvel.
Na 2a à noite, depois de uma dia complicado e a meio de uma extensa sms, o aparelho resolve dar o tilt.
Desligou-se. Nem estranhei, porque o menino tem vontade própria, e muitas vezes lhe dava para se auto-re-iniciar por sua livre iniciativa.
Só que desta vez, não se ligou.
Tentei uma, e outra,. e outra vez. Nada.
Tirei bateria umas quantas vezes. Nada.
Carreguei a bateria durante a noite. Nada
Ontem de manhã declarei o óbito.
Avisei família e amigos, o tlm estava morto. Paz à sua alma.
Claro que o telemóvel de substituição cá de casa se tinha evaporado, pelo que estive mesmo todo o dia sem telemóvel.
O Te, quando chegou a casa tentou fazer um reset total. Nada.
Outra vez. Nada.
Outra vez e... funcionou!
Ligou-se timidamente. Fez as suas actualizaçoes, fez-me perder tudo o que eram fotos, mensagens e coisas que tais, e pronto!
Está como novo.
Meu amigo, se o que querias era um dia de férias, bastava avisar, que eu dou-te uma folga ao domingo sempre que quiseres.
Mas não me voltes a fazer uma coisa destas, sob pena de eu (com a fúria) te mandar pela janela fora.
Estamos conversados.
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
domingo, 5 de janeiro de 2014
A pergunta que realmente importa, agora que 2013 acabou
Então afinal a não sei quantas sempre conseguiu comprar a tal mala Chanel preta, ou não?
Como é que o ano acaba sem ninguém saber isto, hã?
(é que nem me perguntem como é que me lembrei disto agora)
Como é que o ano acaba sem ninguém saber isto, hã?
(é que nem me perguntem como é que me lembrei disto agora)
As crianças, como os cães...
... têm de ser levadas a passear. Não tanto para fazer as necessidades (se bem que às vezes aconteça), mas mais para espairecer, esticar as pernas, correr de um lado para o outro.
Ao fim de 2 semanas de férias de Natal, hoje lá conseguimos ir ao parque, finalmente!
O mais velho estava que nem podia acreditar, ele era bicicleta, corrida, escorrega, caiu na lama, jogou à bola, tudo o que conseguiu.
Íamos só um bocado de manhã, porque parecia que estava prestes a chover, mas acabámos por almoçar lá e ficar a tarde toda, sempre com a sensação de que a qualquer momento ia cair uma carga de água.
Não caiu.
Espero que hoje durmam bem e se portem bem cá em casa.
Isto de aturar feras enjauladas não é pêra doce...
Ao fim de 2 semanas de férias de Natal, hoje lá conseguimos ir ao parque, finalmente!
O mais velho estava que nem podia acreditar, ele era bicicleta, corrida, escorrega, caiu na lama, jogou à bola, tudo o que conseguiu.
Íamos só um bocado de manhã, porque parecia que estava prestes a chover, mas acabámos por almoçar lá e ficar a tarde toda, sempre com a sensação de que a qualquer momento ia cair uma carga de água.
Não caiu.
Espero que hoje durmam bem e se portem bem cá em casa.
Isto de aturar feras enjauladas não é pêra doce...
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
2014 so far II
Falta de paciência, muita falta de paciência para estes lados. E nervos.
No final de 2013 adivinhou-se uma mudança que não chegou a concretizar-se por enquanto, o que me deixou muito chateada. Em princípio será uma oportunidade adiada e não perdida, mas ainda assim...
Depois, nos últimos dias do ano tive uma notícia triste, daquelas mesmo tristes, que me deixou também revoltada (além de profundamente triste) e que me fez ficar ainda com mais pena da oportunidade não se ter concretizado.
E de modos que ando nisto.
Puf
No final de 2013 adivinhou-se uma mudança que não chegou a concretizar-se por enquanto, o que me deixou muito chateada. Em princípio será uma oportunidade adiada e não perdida, mas ainda assim...
Depois, nos últimos dias do ano tive uma notícia triste, daquelas mesmo tristes, que me deixou também revoltada (além de profundamente triste) e que me fez ficar ainda com mais pena da oportunidade não se ter concretizado.
E de modos que ando nisto.
Puf
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
2014 so far
Trabalhei e não fiz nada de jeito. Não mexi uma palha quanto aos meus projectos paralelos.
Gritei com os miúdos e perdi a paciência.
Fiz uma sopa que ficou com o pior aspecto que há memória (mas não está péssima, menos mal).
Não fiz exercício, e antes de jantar fartei-me de picar aqui e ali queijinhos e tostas que ofereceram no Natal.
Hoje acordei 15 minutos antes do trabalho, vesti a primeira coisa que me apareceu e nem sequer pus o meu querido BB cream.
E pronto, 48 horas de 2014 e já consegui ignorar praticamente todas as minhas resoluções de ano novo.
Este ano promete.
Gritei com os miúdos e perdi a paciência.
Fiz uma sopa que ficou com o pior aspecto que há memória (mas não está péssima, menos mal).
Não fiz exercício, e antes de jantar fartei-me de picar aqui e ali queijinhos e tostas que ofereceram no Natal.
Hoje acordei 15 minutos antes do trabalho, vesti a primeira coisa que me apareceu e nem sequer pus o meu querido BB cream.
E pronto, 48 horas de 2014 e já consegui ignorar praticamente todas as minhas resoluções de ano novo.
Este ano promete.
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
2014
E já cá estamos!
Bom ano a todos os leitores, passados, presentes e futuros, deste fantástico blog que é o Quase Adultos!
Bom ano a todos os leitores, passados, presentes e futuros, deste fantástico blog que é o Quase Adultos!
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