Este ano, pela primeira vez em muitos anos, não vi nenhum jogo da selecção no Mundial.
Pura e simplesmente não me apeteceu, não achei que valesse a pena.
Sempre tinha ouvido que o país parava para ver os jogos da selecção, mas deixem-me que vos diga que tal não é verdade.
Fiz várias coisas durante os jogos achando que estariam às moscas... e nada.
Salas de espera do médico à pinha, filas no supermercado, trânsito na estrada.
E ninguém muito preocupado com isso.
segunda-feira, 30 de junho de 2014
terça-feira, 24 de junho de 2014
Eu no "A culpa (não) é sempre da mãe"
Pois, caros leitores, quem me segue há algum tempo sabe que uma das coisas que me acompanha desde o dia em que fui mãe pela 1ª vez (talvez antes, mesmo) é a culpa.
Toda a gente me falou das fraldas e das noites sem dormir, e das birras e da falta de tempo.
Ninguém me avisou da culpa.
E eu acho que tem sido das coisas com que mais me tem custado lidar.
Não sei se se lembram deste meu episódio, que é, até hoje, o meu post mais lido de todos.
Na altura o episódio virou entrevista pela mão da jornalista Sónia Morais Santos, e tive a oportunidade de contar a todo o país a história de como a minha obstinação fez com que o meu sonho caísse por terra (que é uma maneira bonita de dizer que andei a falar das minhas maminhas a todo o Portugal, mas pronto). Na altura a entrevista foi sob o ponto de vista do excesso de informação a que estamos sujeitos enquanto pais, e de como isso às vezes traz resultados desastrosos.
No entanto, a culpa que sinto em relação ao episódio - por minha culpa o meu filho não mamou até mais tarde, não tenham dúvidas disso - não passou despercebida e quando a Sónia resolveu escrever um livro sobre o tema voltou a contactar-me para poder incluir a minha história.
E é assim, meus amigos, que na página 66 têm a minha contribuição (pequenina) no pequeno-grande livro "A culpa (não) é sempre da mãe".
Se ainda não o leram não deixem de o fazer .
Lê-se num fôlego, e está tão, mas tão bem escrito.
Partindo da sua própria culpa de mãe, a Sónia vai dando exemplos de outras mães, como nós, que carregam a culpa nos ombros. E alterna os testemunhos mais leves (onde se inclui o meu), com outros de cortar a respiração. Isto de ser mãe tem mesmo muito que se lhe diga.
Eu só vos digo que ri, chorei e chorei a rir com o livro. Foi uma montanha russa de emoções.
E não consigo por em palavras o profundo orgulho que sinto por ver a minha pequenina história ao lado do testemunho de grandes mulheres, que viveram histórias incríveis mas souberam lidar com a culpa e ser mães excepcionais.
Que orgulho, senhores, que orgulho!
Um blog e uma revista até podem ser passageiros, mas um livro? Caramba, um livro fica para sempre!
Obrigada, Sónia. Um obrigada do tamanho da minha culpa :)
Toda a gente me falou das fraldas e das noites sem dormir, e das birras e da falta de tempo.
Ninguém me avisou da culpa.
E eu acho que tem sido das coisas com que mais me tem custado lidar.
Não sei se se lembram deste meu episódio, que é, até hoje, o meu post mais lido de todos.
Na altura o episódio virou entrevista pela mão da jornalista Sónia Morais Santos, e tive a oportunidade de contar a todo o país a história de como a minha obstinação fez com que o meu sonho caísse por terra (que é uma maneira bonita de dizer que andei a falar das minhas maminhas a todo o Portugal, mas pronto). Na altura a entrevista foi sob o ponto de vista do excesso de informação a que estamos sujeitos enquanto pais, e de como isso às vezes traz resultados desastrosos.
No entanto, a culpa que sinto em relação ao episódio - por minha culpa o meu filho não mamou até mais tarde, não tenham dúvidas disso - não passou despercebida e quando a Sónia resolveu escrever um livro sobre o tema voltou a contactar-me para poder incluir a minha história.
E é assim, meus amigos, que na página 66 têm a minha contribuição (pequenina) no pequeno-grande livro "A culpa (não) é sempre da mãe".
Se ainda não o leram não deixem de o fazer .
Lê-se num fôlego, e está tão, mas tão bem escrito.
Partindo da sua própria culpa de mãe, a Sónia vai dando exemplos de outras mães, como nós, que carregam a culpa nos ombros. E alterna os testemunhos mais leves (onde se inclui o meu), com outros de cortar a respiração. Isto de ser mãe tem mesmo muito que se lhe diga.
Eu só vos digo que ri, chorei e chorei a rir com o livro. Foi uma montanha russa de emoções.
E não consigo por em palavras o profundo orgulho que sinto por ver a minha pequenina história ao lado do testemunho de grandes mulheres, que viveram histórias incríveis mas souberam lidar com a culpa e ser mães excepcionais.
Que orgulho, senhores, que orgulho!
Um blog e uma revista até podem ser passageiros, mas um livro? Caramba, um livro fica para sempre!
Obrigada, Sónia. Um obrigada do tamanho da minha culpa :)
A ilusão da imagem
Mais uma vez esta coisa da imagem partilhada no FB, que é coisa que tem tanto que se lhe diga.
Uma ex-colega do colégio, que não vejo há 20 anos, praí.
Tal como eu, tem filhos com 1 ano e meio de diferença, tendo o mais novo agora 6 meses.
As fotos do 2º aniversário da filha mais velha parecem saídas de uma revista.
Ela linda. A festa impecável. Tudo a condizer, os meninos vestidos à altura do acontecimento. Ela, repito, linda, magra, bem penteada e maquilhada, com ar de ter tudo no lugar.
Eu, que já estive na situação (de ter filhos com estas idades) sei como me senti, e como estava eu nessa fase. Linda (como o sol), descabelada e gorda. (Mas muito feliz, atenção.)
Não partilhei fotos dos 2 anos do meu mais velho, porque não faz o meu estilo, mas eis o que iriam ver: eu gorda e esbaforida, a tentar adormecer a mais nova (que, guess what, não adormeceu até que todos saíssem de casa), a mais nova de pijama (porque ia dormir, lá está), o mais velho vestido impecavelmente mas de capacete do Noddy, o melhor bolo de chocolate do mundo (o verdadeiro, feito pela minha irmã) meio desfeito, com bonecos do Noddy espetados, todos os convidados com rosetas e suados porque a minha casa fica muito quente quando está muita gente, e a família, graçasaosdeuses, é grande.
E eu a sentir como se tudo me escapasse, a tentar ter controlo nas coisas, e a fingir que consigo ser tudo - mãe e anfitriã de festas - e sem conseguir fazer coisa nenhuma.
Será que ela também se sente assim?
Será que as fotos são no fundo, uma ilusão?
Será que eu se tivesses fotos assim, sem suor na testa nem pneu a sair das calças, nem miúdos despenteados, também as partilharia?
Fica a questão...
Uma ex-colega do colégio, que não vejo há 20 anos, praí.
Tal como eu, tem filhos com 1 ano e meio de diferença, tendo o mais novo agora 6 meses.
As fotos do 2º aniversário da filha mais velha parecem saídas de uma revista.
Ela linda. A festa impecável. Tudo a condizer, os meninos vestidos à altura do acontecimento. Ela, repito, linda, magra, bem penteada e maquilhada, com ar de ter tudo no lugar.
Eu, que já estive na situação (de ter filhos com estas idades) sei como me senti, e como estava eu nessa fase. Linda (como o sol), descabelada e gorda. (Mas muito feliz, atenção.)
Não partilhei fotos dos 2 anos do meu mais velho, porque não faz o meu estilo, mas eis o que iriam ver: eu gorda e esbaforida, a tentar adormecer a mais nova (que, guess what, não adormeceu até que todos saíssem de casa), a mais nova de pijama (porque ia dormir, lá está), o mais velho vestido impecavelmente mas de capacete do Noddy, o melhor bolo de chocolate do mundo (o verdadeiro, feito pela minha irmã) meio desfeito, com bonecos do Noddy espetados, todos os convidados com rosetas e suados porque a minha casa fica muito quente quando está muita gente, e a família, graçasaosdeuses, é grande.
E eu a sentir como se tudo me escapasse, a tentar ter controlo nas coisas, e a fingir que consigo ser tudo - mãe e anfitriã de festas - e sem conseguir fazer coisa nenhuma.
Será que ela também se sente assim?
Será que as fotos são no fundo, uma ilusão?
Será que eu se tivesses fotos assim, sem suor na testa nem pneu a sair das calças, nem miúdos despenteados, também as partilharia?
Fica a questão...
GPS
O meu mais velho, do alto dos seus 4 anos, tem um sentido de orientação muito, mas muito maior do que o meu.
O rapaz não perde o norte, esteja onde estiver.
Já eu, enfim, ou bem que sigo os caminhos de sempre ou então meus amigos, é ver-me a andar em círculos.
"Estamos a andar em círculos" já é, aliás, frase recorrente no carro.
Muitas vezes me perco no caminho, mas claro, acabo sempre por me encontrar. Ele, por enquanto, ainda fica maravilhado, "ena mãe, como fizeste esta magia? Nunca tinha estado nesta rua!"
Tão fofinho, e que jeito me vai dar este GPS daqui a um tempo.
Não dava para vir também com o chip da arrumação?
O rapaz não perde o norte, esteja onde estiver.
Já eu, enfim, ou bem que sigo os caminhos de sempre ou então meus amigos, é ver-me a andar em círculos.
"Estamos a andar em círculos" já é, aliás, frase recorrente no carro.
Muitas vezes me perco no caminho, mas claro, acabo sempre por me encontrar. Ele, por enquanto, ainda fica maravilhado, "ena mãe, como fizeste esta magia? Nunca tinha estado nesta rua!"
Tão fofinho, e que jeito me vai dar este GPS daqui a um tempo.
Não dava para vir também com o chip da arrumação?
segunda-feira, 23 de junho de 2014
Porreiro, pá
Uma pessoa tira 2 dias de férias no início do verão e leva com aviso amarelo em todo o território nacional.
quarta-feira, 18 de junho de 2014
Queridos velhotes e velhotas com quem me vou cruzando na rua...
... não, a minha filha não vos quer dar a sua chupeta.
Nem a vocês, nem aos vossos netos, nem aos gatinhos que têm em casa.
Eu também não vos pergunto se me dão os vossos óculos ou bengalas para a minha avozinha, pois não?
Então PAREM COM ESSA HISTÓRIA!
Caraças, pá.
Nem a vocês, nem aos vossos netos, nem aos gatinhos que têm em casa.
Eu também não vos pergunto se me dão os vossos óculos ou bengalas para a minha avozinha, pois não?
Então PAREM COM ESSA HISTÓRIA!
Caraças, pá.
Prazer amigo do ambiente
Mandar as garrafas para o vidrão com toda a força, e ouvi-las partir em estilhaços.
Adoro.
Adoro.
segunda-feira, 16 de junho de 2014
Passo a passo
A passo de caracol, a minha situação profissional começa a encaminhar-se no sentido que procuro.
E a oportunidade surge de onde menos se espera (e onde eu não me lembraria de procurar, claro).
É um emprego novo? Não, é voluntariado.
É num museu de arte? Também não, mas é num museu.
E permite-me ir começando a (re)criar a minha rede de contactos na minha área, que tinha ficado meia perdida no tempo.
Se não servir para mais nada (que vai servir), que sirva só para isso, que já vale a pena.
E a oportunidade surge de onde menos se espera (e onde eu não me lembraria de procurar, claro).
É um emprego novo? Não, é voluntariado.
É num museu de arte? Também não, mas é num museu.
E permite-me ir começando a (re)criar a minha rede de contactos na minha área, que tinha ficado meia perdida no tempo.
Se não servir para mais nada (que vai servir), que sirva só para isso, que já vale a pena.
domingo, 15 de junho de 2014
Fim de semana de...
... noitada de santos, praia, petiscos, praia, arraial do bairro, praia, camarões na varanda, praia.
Praia com amigos, com primos e tios. De sair quase às 9 da noite.
De mergulhos nas ondas e conversas longas sentadas nas rochas.
Ah e tal e eu gosto é do inverno, e coiso?
Eh pá: Não-me-li-xem!
Praia com amigos, com primos e tios. De sair quase às 9 da noite.
De mergulhos nas ondas e conversas longas sentadas nas rochas.
Ah e tal e eu gosto é do inverno, e coiso?
Eh pá: Não-me-li-xem!
sábado, 14 de junho de 2014
Aquele momento...
... em que olhas para a tua sobrinha de 8 anos, que podia ser tua filha de tão parecida que é, com os lábios pintados de vermelho-vivo daquelas pinturas faciais de festas de anos, e pensas:
"É isso, vou comprar um baton vermelho!"
E pedi-lhe para ir perguntar à Minnie (a monitora que a pintou) onde tinha arranjado esse baton, que lhe ficava tão bem a ela (e ficará a mim, já que temos as mesmas cores).
Ela foi, e voltou com a resposta - em qualquer loja de produtos de festas de crianças.
Acham que comece a procurar logo nas lojas dos palhaços, ou ainda passo numa perfumaria a sério primeiro?
"É isso, vou comprar um baton vermelho!"
E pedi-lhe para ir perguntar à Minnie (a monitora que a pintou) onde tinha arranjado esse baton, que lhe ficava tão bem a ela (e ficará a mim, já que temos as mesmas cores).
Ela foi, e voltou com a resposta - em qualquer loja de produtos de festas de crianças.
Acham que comece a procurar logo nas lojas dos palhaços, ou ainda passo numa perfumaria a sério primeiro?
sexta-feira, 13 de junho de 2014
Liso mais liso
Na 6ª passada, antes de ir para a Bairrada, fui a um cabeleireiro aqui perto esticar o cabelo.
Caso não se lembrem, chovia a potes nesse dia e eu estava portanto com o meu melhor look afro.
Entrei e expliquei que queria esticar a trunfa, mas que tinha de durar, já que o casamento era só no dia seguinte.
"Pó deixá comigo", respondeu-me a cabeleireira brasileira, seguramente experiente em alisamentos de cabelos quase afro.
Esticou-me o cabelo com todo o empenho.
Depois, quando já estava liso, passou-o todo, madeixa a madeixa, por umas "chapinhas".
E o liso ficou ainda mais liso. Liso, liso, lisinho, como nunca eu tinha tido.
No fim ainda me aplicou umas gotas e achatou-me a cabeça ainda mais.
Quando me levantei da cadeira as outras senhoras que me tinham visto entrar, quase que aplaudiram.
E a autora estava para lá de orgulhosa com o meu look lambido.
Eu, nem me reconhecia ao espelho. E sim, houve mesmo quem não me reconhecesse nesse dia, de tão diferente que estava.
Mas só vos digo que apanhei chuva e apanhei humidade, e 3 dias depois o liso-lisinho mantinha-se impecável.
Se algum dia me ocorresse fazer um alisamento mais definitivo (que ela perguntou logo se eu não queria fazer, claro!), seria ali com toda a certeza.
Caso não se lembrem, chovia a potes nesse dia e eu estava portanto com o meu melhor look afro.
Entrei e expliquei que queria esticar a trunfa, mas que tinha de durar, já que o casamento era só no dia seguinte.
"Pó deixá comigo", respondeu-me a cabeleireira brasileira, seguramente experiente em alisamentos de cabelos quase afro.
Esticou-me o cabelo com todo o empenho.
Depois, quando já estava liso, passou-o todo, madeixa a madeixa, por umas "chapinhas".
E o liso ficou ainda mais liso. Liso, liso, lisinho, como nunca eu tinha tido.
No fim ainda me aplicou umas gotas e achatou-me a cabeça ainda mais.
Quando me levantei da cadeira as outras senhoras que me tinham visto entrar, quase que aplaudiram.
E a autora estava para lá de orgulhosa com o meu look lambido.
Eu, nem me reconhecia ao espelho. E sim, houve mesmo quem não me reconhecesse nesse dia, de tão diferente que estava.
Mas só vos digo que apanhei chuva e apanhei humidade, e 3 dias depois o liso-lisinho mantinha-se impecável.
Se algum dia me ocorresse fazer um alisamento mais definitivo (que ela perguntou logo se eu não queria fazer, claro!), seria ali com toda a certeza.
Estás definitivamente velha quando...
... em noite de santos populares ficas abismada, mesmo, com a quantidade de malta a tirar selfies, umas atrás das outras.
A sério.
Se calhar o fenómeno já exisita em anos anteriores, mas não a este nível seguramente.
Se quando eu era mai nova e saía à noite com os amigos não tirava selfies? Claro que tirava!
Mas depois ninguém as via além de nós, não as partilhávamos com o mundo (nem com os pais!).
O prazer que dava em sair à noite era exactamente ninguém saber onde estamos nem para onde vamos. Vi grupos que parecia que só se divertiam a sacar a foto, depois cada um pegava no seu telemóvel e ali ficavam a olhar para o ecrã durante uns minutos.
Não me interepretem mal, que eu não estou aqui a dizer que no meu tempo é que era, nada disso.
Mas lá que esta absoluta necessidade de sacar fotos todos divertidos e depois mostrar a toda a gente onde estavam, com quem e a que horas, é coisa que me faz confusão... é.
(tou a ficar velha, é o que é. Não se deixem enganar pelo título do blog)
A sério.
Se calhar o fenómeno já exisita em anos anteriores, mas não a este nível seguramente.
Se quando eu era mai nova e saía à noite com os amigos não tirava selfies? Claro que tirava!
Mas depois ninguém as via além de nós, não as partilhávamos com o mundo (nem com os pais!).
O prazer que dava em sair à noite era exactamente ninguém saber onde estamos nem para onde vamos. Vi grupos que parecia que só se divertiam a sacar a foto, depois cada um pegava no seu telemóvel e ali ficavam a olhar para o ecrã durante uns minutos.
Não me interepretem mal, que eu não estou aqui a dizer que no meu tempo é que era, nada disso.
Mas lá que esta absoluta necessidade de sacar fotos todos divertidos e depois mostrar a toda a gente onde estavam, com quem e a que horas, é coisa que me faz confusão... é.
(tou a ficar velha, é o que é. Não se deixem enganar pelo título do blog)
quinta-feira, 12 de junho de 2014
Do fim de semana e do casório
Foi bom, foi muito bom.
E o melhor é poder proporcionar fins de semana destes à criançada, que brincam com os primos como se não houvesse amanhã, e criam laços que (esperamos) não se desprendem tão cedo.
Há lá coisa melhor do que ter primos para brincar no jardim, ou explorar os brinquedos no sotão?
No casório, esteve-se muito bem.
Esta que vos escreve até nem estava muito bem disposta na cerimónia, mas foi só entrar na quinta e pegou logo numa taça de espumante da Bairrada (a primeira de algumas, vá). Não há remédio melhor.
Conversou-se, comeu-se muito e bem, bebeu-se qb (ahahah, bebeu-se muito mas é) e dançou-se até não poder mais.
Acham que estes noivos ainda vão ao 3º casamento um com o outro?
E o melhor é poder proporcionar fins de semana destes à criançada, que brincam com os primos como se não houvesse amanhã, e criam laços que (esperamos) não se desprendem tão cedo.
Há lá coisa melhor do que ter primos para brincar no jardim, ou explorar os brinquedos no sotão?
No casório, esteve-se muito bem.
Esta que vos escreve até nem estava muito bem disposta na cerimónia, mas foi só entrar na quinta e pegou logo numa taça de espumante da Bairrada (a primeira de algumas, vá). Não há remédio melhor.
Conversou-se, comeu-se muito e bem, bebeu-se qb (ahahah, bebeu-se muito mas é) e dançou-se até não poder mais.
Acham que estes noivos ainda vão ao 3º casamento um com o outro?
sexta-feira, 6 de junho de 2014
Casamento
Amanhã é dia de mais um casamento.
Ora eu nem sou pessoa de ir a casamentos - não me perguntem porquê mas no meu grupo de amigos somos mais pelas "uniões de facto", eu incluída.
Ainda assim já fui a vários casamentos, uns de noivos solteiros e outros de noivos em união de facto, com e sem filhos,e até já fui a um casamento surpresa.
O de amanhã vai ser diferente.
14 anos depois de terem casado pelo civil, os noivos decidiram agora dar o passo de casar pela igreja.
Casamento de noivos já casados é uma estreia absoluta.
Ora eu nem sou pessoa de ir a casamentos - não me perguntem porquê mas no meu grupo de amigos somos mais pelas "uniões de facto", eu incluída.
Ainda assim já fui a vários casamentos, uns de noivos solteiros e outros de noivos em união de facto, com e sem filhos,e até já fui a um casamento surpresa.
O de amanhã vai ser diferente.
14 anos depois de terem casado pelo civil, os noivos decidiram agora dar o passo de casar pela igreja.
Casamento de noivos já casados é uma estreia absoluta.
quinta-feira, 5 de junho de 2014
Nesta semana de vírus...
... e portanto de muita diarreia (muuuuita) e muito vomitado (muuuuito), em todas as divisões desta casa, tenho um agradecimento especial a fazer:
Agradeço do fundo do coração a quem quer que seja que teve a brilhante ideia de inventar as toalhitas.
Das normais, das que se deitam na retrete, e também das de limpeza do WC.
Obrigada mesmo.
(quem estiver a fazer dieta e quiser perder o apetite posso partilhar umas histórias lindas, lindas que se passaram esta semana. É só deixar o e-mail. Garantidamente que não vos vai apetecer comer nada a seguir. De nada.)
Agradeço do fundo do coração a quem quer que seja que teve a brilhante ideia de inventar as toalhitas.
Das normais, das que se deitam na retrete, e também das de limpeza do WC.
Obrigada mesmo.
(quem estiver a fazer dieta e quiser perder o apetite posso partilhar umas histórias lindas, lindas que se passaram esta semana. É só deixar o e-mail. Garantidamente que não vos vai apetecer comer nada a seguir. De nada.)
quarta-feira, 4 de junho de 2014
MFP - o regresso
A odisseia que foi, senhores...
No dia em que publiquei este post recebi um e-mail de uma leitora querida (que não costuma comentar, mas a quem deixo um beijinho de agradecimento) com fotos da sua máquina do pão, que disponibilizava por um preço tentador.
Olhando para as fotos percebi que não era bem o modelo que eu queria, já que a minha máquina tem duas pás e aquela tinha apenas uma.
Para vos exemplificar, a vós que sois leigos nestas coisas da panificação caseira, deixo-vos duas imagens em que se pode ver as diferenças no resultado final:
A padeira (e a comilona de pão) que há em mim, rejubila.
(Disse-me uma das senhoras de uma Cash Converters que após alguns anos sem muitas vendas de MFP as ditas voltaram a ter grande procura, pelo que aqui fica o recado para quem as tem a ganhar pó na arrecadação - é uma boa altura de as vender)
No dia em que publiquei este post recebi um e-mail de uma leitora querida (que não costuma comentar, mas a quem deixo um beijinho de agradecimento) com fotos da sua máquina do pão, que disponibilizava por um preço tentador.
Olhando para as fotos percebi que não era bem o modelo que eu queria, já que a minha máquina tem duas pás e aquela tinha apenas uma.
Para vos exemplificar, a vós que sois leigos nestas coisas da panificação caseira, deixo-vos duas imagens em que se pode ver as diferenças no resultado final:
Exemplo de MFP com duas pás
Exemplo de MFP com 1 só pá
(imagens encontradas na net)
Agora comparem os resultados dos pães.
O de duas pás fica com o aspecto de um pão de forma normal, com a crosta por cima, o de uma pá fica um pão alto, com uma crosta no topo, que ou bem que se corta na horizontal, ou bem que se corta na vertical ficando fatias gigantes sem jeito nenhum.
Isto para dizer que na minha cabeça havia dois tipos de MFP e que seria só escolher.
Além disso, quando recebi a minha há 3 anos o que mais havia eram MFP em tudo o que era loja de electrodomésticos.
Recusei a máquina da minha leitora, e resolvi iniciar uma busca (rápida, pensava eu) por uma MFP com duas pás.
O drama, senhores, o horror e a tragédia.
Não sei porque raio, mas praticamente deixaram de existir. Fui a 3 ou 4 grandes superfícies, e duas lojinhas de bairro e nada - só havia modelos com 1 pá, e pouca oferta.
Sem eu saber os meus sogros já tinham andado na mesma busca e foram a outras tantas lojas, grandes e pequenas, e nada.
Só encontrámos uma única, mas custava 90 euros.
90 euros? Quanto pão é preciso fazer para compensar esse preço?
A razão pela qual se deixaram de fazer máquinas com 2 pás é coisa que desconheço. A máquina não ocupa mais espaço, e tem muito mais lógica fazer um pão na horizontal que na vertical, mas pronto. Fica o mistério.
Bem, se nas lojas não há, siga para as lojas em segunda mão, já que o que não falta por aí são pessoas com MFP paradas, usadas 2 vezes, ou nem isso sequer (coisa que eu, como sabeis, também não percebo, mas pronto).
Nova odisseia, novo horror, nova tragédia... andámos de loja em loja, e nada, só havia com 1 pá.
Houve mesmo um senhor que me disse que nem sabia que as havia com 2 pás, e que nunca tinham tido nenhuma... ora claro, quem tem a máquina com 2 pás fica com certeza satisfeito e não se desfaz da dita cuja!!!
Ao fim de muita busca, lá encontrei num cantinho abandonada, uma MFP fofinha, com 2 pás como eu queria.
Aleleuia!
O pormenor é que lhe faltava exactamente uma das pás (ah ah ah, a ironia!), mas como eu guardei as da minha antiga (graçasaosdeuses que me lembrei disso), não houve problema, e ainda me fizeram um descontinho. Trouxe a máquina quase ao preço que lhes custou a eles, e com 1 ano de garantia. Cash Converters têm uma nova cliente.
E a paz voltou ao reino da panificação cá em casa. Não há mais stress, não há mais congelador a abarrotar de pão, não há mais comprar pão caríssimo à última da hora.A padeira (e a comilona de pão) que há em mim, rejubila.
(Disse-me uma das senhoras de uma Cash Converters que após alguns anos sem muitas vendas de MFP as ditas voltaram a ter grande procura, pelo que aqui fica o recado para quem as tem a ganhar pó na arrecadação - é uma boa altura de as vender)
terça-feira, 3 de junho de 2014
Sobre o melhor bolo de chocolate de todo o universo, versão mais saudável
Peguem na vossa receita de bolo de chocolate favorita e retirem o açúcar (todo, sem medos).
Fica excelente na mesma (o chocolate de culinária já tem açúcar) e sempre faz menos mal.
Já o tinha feito nos anos da mais nova, mas deixei o bolo (que é tipo mousse por dentro) cozer demasiado - ficou óptimo para mim, mas pouco doce para a quase totalidade das outras pessoas.
Desta vez a minha mana do meio resolveu fazer a mesma receita (que é uma receita antiga da família, que ela resgatou e tem feito sempre nos últimos 25 anos ou coisa que o valha), acrescentou um pouco de chocolate para compensar a falta de açúcar e deixou ficar no forno o tempo suficiente para o bolo não se desmontar, mas ficar completamente mole e macio por dentro.
Toda a gente adorou - comedores de doces incluídos. E se eu não dissesse ninguém acreditava que não tinha levado açúcar.
O que é que o açúcar estava ali a fazer na receita estes anos todos?
Nada.
Fica excelente na mesma (o chocolate de culinária já tem açúcar) e sempre faz menos mal.
Já o tinha feito nos anos da mais nova, mas deixei o bolo (que é tipo mousse por dentro) cozer demasiado - ficou óptimo para mim, mas pouco doce para a quase totalidade das outras pessoas.
Desta vez a minha mana do meio resolveu fazer a mesma receita (que é uma receita antiga da família, que ela resgatou e tem feito sempre nos últimos 25 anos ou coisa que o valha), acrescentou um pouco de chocolate para compensar a falta de açúcar e deixou ficar no forno o tempo suficiente para o bolo não se desmontar, mas ficar completamente mole e macio por dentro.
Toda a gente adorou - comedores de doces incluídos. E se eu não dissesse ninguém acreditava que não tinha levado açúcar.
O que é que o açúcar estava ali a fazer na receita estes anos todos?
Nada.
segunda-feira, 2 de junho de 2014
Virose
Anda cá por casa uma virose que atacou os membros mais novos.
Passaram a noite com a cara ou com o rabo enfiado na retrete.
Esperemos que passe depressa...
Passaram a noite com a cara ou com o rabo enfiado na retrete.
Esperemos que passe depressa...
Do dia dos meus anos
Foi bom, senhores, foi mesmo, mesmo bom.
Este ano resolvi baixar as expectativas ao máximo. Não fiz planos de fazer nada de especial, e no fundo fiz tudo o que queria, e por isso foi super-especial.
Comecei por brindar a mim mesma com um cálice de vinho do Porto à meia-noite. Parabéns para mim, ah pois que sim!
Depois, acordei a receber os presentes da minha malta, pouco depois das 8h da manhã.
Li o jornal numa esplanada na praia, com os filhos e 2 sobrinhas a brincar ali ao pé.
Pela primeira vez estive com o meu sobrinho-gémeo neste dia, já que nestes 3 anos nunca tínhamos conseguido. Foi uma e-mo-ção! Achei melhor juntar-me a ele para assim conseguir ter pelo menos um pouco de protagonismo nomeu nosso dia. Atendi telefonemas de parabéns que eram para ele, e ajudámo-nos mutuamente a abrir os presentes, pois é assim que se partilha uma festa de anos.
Almocei com os meus pais, irmãs e sobrinhos, e tive o melhor bolo de chocolate de todo o universo.
As expectativas de ter algum protagonismo eram tão baixas que até me emocionei por haver velas 3 e 6 para o meu bolo! Sim, comprados de propósito para mim!
Jantei com os amigos de sempre, com direito a um grito de SURPRESA quando entrei em casa (não, não era um jantar surpresa, mas sim, apanhei um susto e gritei e foi muito cómico), pusemos a conversa em dia, rimos e no fim da noite ainda abrimos uma garrafa de espumante (que é o meu fim de dia de anos preferido).
Entrei nos 36 com o pé direito, e com a certeza de que é a idade certa para se ter.
Diz que a idade é um posto, e este... é o meu.
Este ano resolvi baixar as expectativas ao máximo. Não fiz planos de fazer nada de especial, e no fundo fiz tudo o que queria, e por isso foi super-especial.
Comecei por brindar a mim mesma com um cálice de vinho do Porto à meia-noite. Parabéns para mim, ah pois que sim!
Depois, acordei a receber os presentes da minha malta, pouco depois das 8h da manhã.
Li o jornal numa esplanada na praia, com os filhos e 2 sobrinhas a brincar ali ao pé.
Pela primeira vez estive com o meu sobrinho-gémeo neste dia, já que nestes 3 anos nunca tínhamos conseguido. Foi uma e-mo-ção! Achei melhor juntar-me a ele para assim conseguir ter pelo menos um pouco de protagonismo no
Almocei com os meus pais, irmãs e sobrinhos, e tive o melhor bolo de chocolate de todo o universo.
As expectativas de ter algum protagonismo eram tão baixas que até me emocionei por haver velas 3 e 6 para o meu bolo! Sim, comprados de propósito para mim!
Jantei com os amigos de sempre, com direito a um grito de SURPRESA quando entrei em casa (não, não era um jantar surpresa, mas sim, apanhei um susto e gritei e foi muito cómico), pusemos a conversa em dia, rimos e no fim da noite ainda abrimos uma garrafa de espumante (que é o meu fim de dia de anos preferido).
Entrei nos 36 com o pé direito, e com a certeza de que é a idade certa para se ter.
Diz que a idade é um posto, e este... é o meu.
sábado, 31 de maio de 2014
sexta-feira, 30 de maio de 2014
Gato politicamente correcto
O que os meus filhos cantam agora cá em casa.
Música: "Atirei o pau ao gato" numa nova versão
"Não se atira o pau ao ga-to-to
Porque i-sso-sso, não se faz-az-az
A mamã ensinou-me
A amar, a amar os animais!"
Really?
É que nem o pau ao gato resiste a esta onda do politicamente correcto?
Havia assim tantos gatos a levar pauladas que tiveram de mudar a canção?
Sinceramente...
A Dona Chica é que deve estar super zen.
Música: "Atirei o pau ao gato" numa nova versão
"Não se atira o pau ao ga-to-to
Porque i-sso-sso, não se faz-az-az
A mamã ensinou-me
A amar, a amar os animais!"
Really?
É que nem o pau ao gato resiste a esta onda do politicamente correcto?
Havia assim tantos gatos a levar pauladas que tiveram de mudar a canção?
Sinceramente...
A Dona Chica é que deve estar super zen.
Este tem etiqueta:
A minha mais nova,
música e esse tipo de coisa,
O meu mais velho
quarta-feira, 28 de maio de 2014
Dona de casa perfeita
Moi.
Hoje peguei num resto de peixe e de queijo ralado e fiz um souflé.
Souflé minhas amigas, eu mesma. E o bom que ficou.
(Como é que era mesmo o nome que se dava às fãs da Yammi??)
Hoje peguei num resto de peixe e de queijo ralado e fiz um souflé.
Souflé minhas amigas, eu mesma. E o bom que ficou.
(Como é que era mesmo o nome que se dava às fãs da Yammi??)
Afinal havia outras
E há.
Playlists no Spotify.
Ontem descobri uma para motivar o dia no escritório, e depois percebi que aquilo é um mundo.
Músicas para cozinhar (que já ouvi ontem na cozinha), para correr, para ficar sentado, para começar bem o dia, para os corações partidos, até para quem quer arreganhar os dentes (true story).
Todo um mundo senhores, ide ver.
Playlists no Spotify.
Ontem descobri uma para motivar o dia no escritório, e depois percebi que aquilo é um mundo.
Músicas para cozinhar (que já ouvi ontem na cozinha), para correr, para ficar sentado, para começar bem o dia, para os corações partidos, até para quem quer arreganhar os dentes (true story).
Todo um mundo senhores, ide ver.
terça-feira, 27 de maio de 2014
A ver se isto anima
Tenho andado a ouvir música através do Spotify, e hoje descobri uma playlist chamada "Pop no Trabalho - hits para animar o dia no escritório!".
Não faz de todo o meu género de música, mas tendo em conta que estou a trabalhar sozinha em casa, dia após dia vai para 6 anos, já me começam a faltar ideias para animar o meu dia-a-dia laboral...
Uma pessoa faz tudo para se manter focada... venha de lá esse pop electónico ou o que seja!
Pode ser que tenha mensagens subliminares de motivação, que bem ando a precisar.
Não faz de todo o meu género de música, mas tendo em conta que estou a trabalhar sozinha em casa, dia após dia vai para 6 anos, já me começam a faltar ideias para animar o meu dia-a-dia laboral...
Uma pessoa faz tudo para se manter focada... venha de lá esse pop electónico ou o que seja!
Pode ser que tenha mensagens subliminares de motivação, que bem ando a precisar.
segunda-feira, 26 de maio de 2014
Passo a passo
Deixar uma ideia de lado completamente, para depois perceber que estávamos no caminho certo, e acabar por voltar ao ponto onde estávamos, mas já com uma prespectiva completamente diferente.
Dar um passo atrás, mas que no fundo, é um passo em frente na mesma.
E devagar, devagarinho, as coisas fazem-se.
Ou pelo menos, é esse o plano...
Dar um passo atrás, mas que no fundo, é um passo em frente na mesma.
E devagar, devagarinho, as coisas fazem-se.
Ou pelo menos, é esse o plano...
domingo, 25 de maio de 2014
Porque raio...
... canta o Robbie Williams uma canção dos Oasis no seu concerto no Rock in Rio??
Não percebo.
E as pessoas cantam, todas contentes.
Também não percebo.
(transmissões em directo na Sic Radical. Adoro)
PS. Acabou a dos Oasis e começou uma dos Blur. Mas este homem não tem originais?
E não, ele não está a cantar uma versão, é um cover mesmo.
Continuo em perceber.
Não percebo.
E as pessoas cantam, todas contentes.
Também não percebo.
(transmissões em directo na Sic Radical. Adoro)
PS. Acabou a dos Oasis e começou uma dos Blur. Mas este homem não tem originais?
E não, ele não está a cantar uma versão, é um cover mesmo.
Continuo em perceber.
sábado, 24 de maio de 2014
quinta-feira, 22 de maio de 2014
Futebol old school
O amor da minha vida é pessoa que aprecia muito assistir um bom jogo de futebol.
E um assim-assim ou mesmo mau também. Se estiver a dar futebol na tv, ele fica a ver. Mesmo que sejam as distritais B que dão no canal 2 ao domingo à tarde, ou que seja uma repetição de um jogo que ele já viu.
Pois que agora a Sic Radical, e a RTP Memória, talvez em honra do Mundial, resolveram repor os "grandes" (e médios e pequenos também) jogos do passado.
Hoje já papou a final do Mundial de 1990 (em Itália), Alemanha contra Argentina. Agora assiste ao Mundial de 2002 na Coreia, Alemanha contra o Brasil.
E depois recorda as jogadas, e sabe o que vai acontecer a seguir.
Eh pá, ninguém merece...
(e o que o jogo de 2002 parece ser de há muito mais tempo?? A qualidade da imagem, os anúncios, mesmo os equipamentos tudo parece desactualizado. Não percebo como... 2002 foi anteontem...)
E um assim-assim ou mesmo mau também. Se estiver a dar futebol na tv, ele fica a ver. Mesmo que sejam as distritais B que dão no canal 2 ao domingo à tarde, ou que seja uma repetição de um jogo que ele já viu.
Pois que agora a Sic Radical, e a RTP Memória, talvez em honra do Mundial, resolveram repor os "grandes" (e médios e pequenos também) jogos do passado.
Hoje já papou a final do Mundial de 1990 (em Itália), Alemanha contra Argentina. Agora assiste ao Mundial de 2002 na Coreia, Alemanha contra o Brasil.
E depois recorda as jogadas, e sabe o que vai acontecer a seguir.
Eh pá, ninguém merece...
(e o que o jogo de 2002 parece ser de há muito mais tempo?? A qualidade da imagem, os anúncios, mesmo os equipamentos tudo parece desactualizado. Não percebo como... 2002 foi anteontem...)
Coisas com que eu embirro
Livros com a foto do autor em grande plano na contra-capa.
Não me perguntem porquê, mas eh pá... não.
Não me perguntem porquê, mas eh pá... não.
quarta-feira, 21 de maio de 2014
Sobre esta nova moda da alimentação saudável
A minha opinião está aqui, sem tirar nem por.
Comer a comida saudável, natural, simples e local não é novidade nenhuma.
Perguntem aos vossos avós.
Comer a comida saudável, natural, simples e local não é novidade nenhuma.
Perguntem aos vossos avós.
Cenas que seguramente não me acontecem só a mim
Abro o FB no portátil, e desato a fazer likes nas parvalheiras das minhas amigas.
Só depois percebo que estou na conta do Tê.
Só depois percebo que estou na conta do Tê.
Ainda a minha alergia
Onde andava esta chuvinha jeitosa quando eu não estava medicada e nem podia respirar com tanto pólen a passear pelo ar, hã?
Coisas irritantes
Ir para a cama cheia de sono.
Deitar a cabeça na almofada, e ficar sem sono.
Sem sono, sem sono, sem sono... a ver as horas passar.
Finalmente, adormecer.
Sonhar coisas parvas, parvas, parvas.
Acordar com uma grande moca.
E repete tudo na noite seguinte.
Eh pá, com franqueza...
Deitar a cabeça na almofada, e ficar sem sono.
Sem sono, sem sono, sem sono... a ver as horas passar.
Finalmente, adormecer.
Sonhar coisas parvas, parvas, parvas.
Acordar com uma grande moca.
E repete tudo na noite seguinte.
Eh pá, com franqueza...
terça-feira, 20 de maio de 2014
CR7, dia 1
O meu mais velho foi ontem, pela 1ª vez, experimentar uma aula de futebol.
Confirma-se que o rapaz tem muito jeito para a coisa, deu para ver que se integra com facilidade apesar de ser o mais novo, que presta atenção ao que se está a fazer e imita muito bem os outros nos exercícios, mas também se confirma que ainda é muito novo, que podemos esperar um pouco mais antes de iniciar a sua carreira.
Mas estava tão, mas tão giro a "jogar" com os outros meninos, todos bastante mais velhos que ele. Um orgulho. (menos na parte em que finalmente consegue pegar na bola e segue triunfante para a sua própria baliza! Não marcou golo, menos mal, mas foi para lá de cómico!)
Foi muito giro, mas porque foi só uma vez, que estar ali a ver miúdos aos chutos às bolas ao fim de um tempo é uma grande seca... principalmente quando temos uma pequena melga de 3 anos sempre atracada a nós.
A nossa intenção é esperar até ao próximo ano lectivo para o inscrever, vamos ver se o pequeno Cristiano aguenta a espera.
Confirma-se que o rapaz tem muito jeito para a coisa, deu para ver que se integra com facilidade apesar de ser o mais novo, que presta atenção ao que se está a fazer e imita muito bem os outros nos exercícios, mas também se confirma que ainda é muito novo, que podemos esperar um pouco mais antes de iniciar a sua carreira.
Mas estava tão, mas tão giro a "jogar" com os outros meninos, todos bastante mais velhos que ele. Um orgulho. (menos na parte em que finalmente consegue pegar na bola e segue triunfante para a sua própria baliza! Não marcou golo, menos mal, mas foi para lá de cómico!)
Foi muito giro, mas porque foi só uma vez, que estar ali a ver miúdos aos chutos às bolas ao fim de um tempo é uma grande seca... principalmente quando temos uma pequena melga de 3 anos sempre atracada a nós.
A nossa intenção é esperar até ao próximo ano lectivo para o inscrever, vamos ver se o pequeno Cristiano aguenta a espera.
domingo, 18 de maio de 2014
Coisas boas
Ler um livro na varanda.
Caminhar no meio da serra.
Ir a um museu.
Beber uma imperial numa esplanada fresquinha, no meio da cidade.
Ver os meus filhos pular em insufláveis ou mergulhar na piscina, felizes.
Tudo neste fim-de-semana.
As coisas mais especiais estão no nosso dia a dia. Só temos de estar atentos.
Caminhar no meio da serra.
Ir a um museu.
Beber uma imperial numa esplanada fresquinha, no meio da cidade.
Ver os meus filhos pular em insufláveis ou mergulhar na piscina, felizes.
Tudo neste fim-de-semana.
As coisas mais especiais estão no nosso dia a dia. Só temos de estar atentos.
sexta-feira, 16 de maio de 2014
O barro e a parede
Será que quem espera sempre alcança?
Será que neste turbilhão que tem sido este ano, eu consigo começar a ouvir os mecanismos a preparar-se para mexer?
Será que um pedaço das toneladas de barro que tenho mandado às paredes tem uma ínfima hipótese de agarrar?
Esperar e não desesperar, é o mote do momento.
Aguardemos.
Será que neste turbilhão que tem sido este ano, eu consigo começar a ouvir os mecanismos a preparar-se para mexer?
Será que um pedaço das toneladas de barro que tenho mandado às paredes tem uma ínfima hipótese de agarrar?
Esperar e não desesperar, é o mote do momento.
Aguardemos.
quinta-feira, 15 de maio de 2014
quarta-feira, 14 de maio de 2014
Almost grown
Eis se não quando encerrámos oficialmente a época das fraldas cá em casa!
Yeahhhhhh!
Foram quase 5 anos a mudar fraldas diariamente, mas o Tê e eu conseguimos sobreviver e estamos radiantes com isso!
Não era nossa intenção tirar as fraldas da noite à mais nova tão cedo, mas a rapariga decidiu que estava na hora (não são adoráveis os filhos mais novos??) e começou a mandar vir connosco e a não querer fralda à noite porque já é crescida. Durante uns dias fomos lá por-lhe a fralda depois dela adormecer, mas claro, anteontem esquecemo-nos... e a rapariga acordou seca e impecável!
Esta noite a cena repetiu-se sem acidentes a assinalar.
E assim de repente um bem de primeira necessidade passa a ser superfluo cá em casa.
Desde o dia 17 de Outubro de 2009 podem contar-se pelos dedos das mãos os dias em que não mudei nenhuma fralda (só quando fui à Holanda) mas são incontáveis aqueles em que mudámos fraldas e mais fraldas, de noite e de dia, ao mais velho e à mais nova, semana após semana, mês após mês.
Mas pelos vistos, não há mal que sempre dure, e esse filme para nós acabou!
E só falta mesmo exterminar o uso da chucha, que ficamos oficialmente livres de bebés cá em casa :)
(mas a chucha, sinceramente, não me incomoda nada!)
(e para aqueles que vão comentar - que eu sei que vão! - ah e tal então está na altura de ter outro bebé, ficam já a saber que não. Não, não é que não possa vir a haver, mas não, não está nada na altura.)
Yeahhhhhh!
Foram quase 5 anos a mudar fraldas diariamente, mas o Tê e eu conseguimos sobreviver e estamos radiantes com isso!
Não era nossa intenção tirar as fraldas da noite à mais nova tão cedo, mas a rapariga decidiu que estava na hora (não são adoráveis os filhos mais novos??) e começou a mandar vir connosco e a não querer fralda à noite porque já é crescida. Durante uns dias fomos lá por-lhe a fralda depois dela adormecer, mas claro, anteontem esquecemo-nos... e a rapariga acordou seca e impecável!
Esta noite a cena repetiu-se sem acidentes a assinalar.
E assim de repente um bem de primeira necessidade passa a ser superfluo cá em casa.
Desde o dia 17 de Outubro de 2009 podem contar-se pelos dedos das mãos os dias em que não mudei nenhuma fralda (só quando fui à Holanda) mas são incontáveis aqueles em que mudámos fraldas e mais fraldas, de noite e de dia, ao mais velho e à mais nova, semana após semana, mês após mês.
Mas pelos vistos, não há mal que sempre dure, e esse filme para nós acabou!
E só falta mesmo exterminar o uso da chucha, que ficamos oficialmente livres de bebés cá em casa :)
(mas a chucha, sinceramente, não me incomoda nada!)
(e para aqueles que vão comentar - que eu sei que vão! - ah e tal então está na altura de ter outro bebé, ficam já a saber que não. Não, não é que não possa vir a haver, mas não, não está nada na altura.)
terça-feira, 13 de maio de 2014
RIP MFP
A minha MFP (máquina de fazer pão, para quem não sabe) morreu. Paz à sua alma.
Fomos muitos felizes juntas, nestes quase 3 anos.
Sim, eu sei, é o típico electrodoméstico que se usa um par de vezes pela piada, e depois é votado ao abandono por quase toda a gente, mas cá em casa não.
É o objecto perfeito, basta mandar as coisas lá para dentro e ela faz tudo sozinha (nem a bimby é assim, meus amigos!), deixa tudo pronto à hora que queremos.
E o prazer de acordar com o cheirinho de pão fresco pela casa toda? E podermos fazer o pão como queremos, à nossa maneira (escuro, claro, integral, de centeio, com sementes, com mais ou menos sal...)? E sabermos exactamente tudo o que estamos a comer? Maravilha.
E não, não fica mais caro do que comprar pão no supermercado - a conta da luz não se ressente, e o preço da farinha e fermento é muito inferior. Aliás acho que a minha querida máquina valeu e muito cada cêntimo dos 40 ou 50 euros que custou.
Há umas semanas para cá que andamos a comprar pão, como toda a gente, e eu não sei como é que as pessoas se organizam. Tem de se comprar quase todos os dias (secaaa) ou ter um mega espaço disponível no congelador (outra secaaaa). Uma canseira.
No domingo as saudades do pão caseiro eram tantas que até fiz um pão na yammi - ficou bom, mas não é nada a mesma coisa (faz a massa, espera que levede, por no forno, controlar se está cozido, puf, uma trabalheira)
Assim sendo, minha querida MFP, não há amor como o primeiro, mas serás rapidamente substituída por outra.
Até deixamos o espaço na bancada livre e tudo.
Não é um luxo. É mesmo uma necessidade.
Alguém tem uma MFP como nova que queira vender baratinha?
Ou depois deste post ficaram todos rendidos e vão virar padeiros profissionais, hein?
Fomos muitos felizes juntas, nestes quase 3 anos.
Sim, eu sei, é o típico electrodoméstico que se usa um par de vezes pela piada, e depois é votado ao abandono por quase toda a gente, mas cá em casa não.
É o objecto perfeito, basta mandar as coisas lá para dentro e ela faz tudo sozinha (nem a bimby é assim, meus amigos!), deixa tudo pronto à hora que queremos.
E o prazer de acordar com o cheirinho de pão fresco pela casa toda? E podermos fazer o pão como queremos, à nossa maneira (escuro, claro, integral, de centeio, com sementes, com mais ou menos sal...)? E sabermos exactamente tudo o que estamos a comer? Maravilha.
E não, não fica mais caro do que comprar pão no supermercado - a conta da luz não se ressente, e o preço da farinha e fermento é muito inferior. Aliás acho que a minha querida máquina valeu e muito cada cêntimo dos 40 ou 50 euros que custou.
Há umas semanas para cá que andamos a comprar pão, como toda a gente, e eu não sei como é que as pessoas se organizam. Tem de se comprar quase todos os dias (secaaa) ou ter um mega espaço disponível no congelador (outra secaaaa). Uma canseira.
No domingo as saudades do pão caseiro eram tantas que até fiz um pão na yammi - ficou bom, mas não é nada a mesma coisa (faz a massa, espera que levede, por no forno, controlar se está cozido, puf, uma trabalheira)
Assim sendo, minha querida MFP, não há amor como o primeiro, mas serás rapidamente substituída por outra.
Até deixamos o espaço na bancada livre e tudo.
Não é um luxo. É mesmo uma necessidade.
Alguém tem uma MFP como nova que queira vender baratinha?
Ou depois deste post ficaram todos rendidos e vão virar padeiros profissionais, hein?
quinta-feira, 8 de maio de 2014
Quase a meio do ano
Diz quem entende destas coisas que o ano começa a melhorar a partir de Junho, e que todas as coisas negativas que aconteceram até agora terão a sua compensação.
Eu ando a dizer que este ano vai ser para lá de espetacular desde Janeiro, mas até agora o plano tem saído furado.
Estou com grande expectativa para o que a segunda metade do ano nos vai trazer.
Eu ando a dizer que este ano vai ser para lá de espetacular desde Janeiro, mas até agora o plano tem saído furado.
Estou com grande expectativa para o que a segunda metade do ano nos vai trazer.
quarta-feira, 7 de maio de 2014
Nova companheira para a vida
A minha querida rinite alérgica.
Desde 2007, ainda na Holanda, que tinha episódios esporádicos de alergias na primavera. Nada de especial, em 1 ou 2 dias a coisa resolvia-se e eu ficava descansada da vida.
Este ano a coisa ficou mesmo feia.
Andei 3 semanas sem conseguir respirar. Nada. Tudo bloqueado.
Os olhos a chorar, o nariz a pingar, e eu a respirar pela boca. Dia e noite.
Tentei levar a coisa de modo natural, com chás e mezinhas, e até acumpuntura, também tentei a auto-medicação, primeiro ligeira e depois mais forte, mas tive de desistir e assumir que isto só ia lá com a ajuda de um especialista.
Têm noção do que é falar inglês e espanhol ao telefone, com a voz mais dasex do dariz que existe?
As vezes que tive de repetir a mesma coisa? As vezes que tive de interromper a chamada para me assoar? A quantidade de lenços que gastei?
Uma canseira. E o pior era de noite, a ver as horas passar sem conseguir respirar, ou a acordar de hora a hora com a boca a parecer cortiça.
Todo um filme.
Na semana passada lá fui ao médico.
E pronto, pelo aspecto da coisa sou alérgica ao pólen, que diz que não estamos na época dos ácaros.
Vim com toda uma panóplia de vaporizadores para fazer, e comprimidos para tomar à noite (menos mal que não fazem sono, que eu já de mim sou amiga de fazer uma sesta, se tiver drogada então ninguém me tira da cama), e a verdade é que desde a 1ª aplicação fiquei logo muuuuito melhor.
Hoje é dia de ir mostrar os resultados e marcar os testes, para confirmar a que tipo(s) de pólen sou particularmente sensível.
E sim, é normal as alergias aparecerem na idade adulta (eu também pensava que se manifestavam logo em criança).
Entretanto, a primavera era (era...) a minha estação do ano preferida. O verão é o verão, mas eu adorava aqueles dias de primavera, sem frio nem calor, na antecipação de toda a euforia do verão, a fazer piqueniques no parque...
Este ano mal veio um raio de sol fomos logo inaugurar a época balnear, e agora quando os miúdos me pedem para ir ao parque eu escolho o mais urbano, mais empedrado e sem natureza possível.
Quero distância!
Vamos ver qual será a solução a longo prazo...
Desde 2007, ainda na Holanda, que tinha episódios esporádicos de alergias na primavera. Nada de especial, em 1 ou 2 dias a coisa resolvia-se e eu ficava descansada da vida.
Este ano a coisa ficou mesmo feia.
Andei 3 semanas sem conseguir respirar. Nada. Tudo bloqueado.
Os olhos a chorar, o nariz a pingar, e eu a respirar pela boca. Dia e noite.
Tentei levar a coisa de modo natural, com chás e mezinhas, e até acumpuntura, também tentei a auto-medicação, primeiro ligeira e depois mais forte, mas tive de desistir e assumir que isto só ia lá com a ajuda de um especialista.
Têm noção do que é falar inglês e espanhol ao telefone, com a voz mais dasex do dariz que existe?
As vezes que tive de repetir a mesma coisa? As vezes que tive de interromper a chamada para me assoar? A quantidade de lenços que gastei?
Uma canseira. E o pior era de noite, a ver as horas passar sem conseguir respirar, ou a acordar de hora a hora com a boca a parecer cortiça.
Todo um filme.
Na semana passada lá fui ao médico.
E pronto, pelo aspecto da coisa sou alérgica ao pólen, que diz que não estamos na época dos ácaros.
Vim com toda uma panóplia de vaporizadores para fazer, e comprimidos para tomar à noite (menos mal que não fazem sono, que eu já de mim sou amiga de fazer uma sesta, se tiver drogada então ninguém me tira da cama), e a verdade é que desde a 1ª aplicação fiquei logo muuuuito melhor.
Hoje é dia de ir mostrar os resultados e marcar os testes, para confirmar a que tipo(s) de pólen sou particularmente sensível.
E sim, é normal as alergias aparecerem na idade adulta (eu também pensava que se manifestavam logo em criança).
Entretanto, a primavera era (era...) a minha estação do ano preferida. O verão é o verão, mas eu adorava aqueles dias de primavera, sem frio nem calor, na antecipação de toda a euforia do verão, a fazer piqueniques no parque...
Este ano mal veio um raio de sol fomos logo inaugurar a época balnear, e agora quando os miúdos me pedem para ir ao parque eu escolho o mais urbano, mais empedrado e sem natureza possível.
Quero distância!
Vamos ver qual será a solução a longo prazo...
terça-feira, 6 de maio de 2014
A roupa de criança...
... deixa mesmo de servir de um dia para o outro, ou os nossos filhos andam apertados e com mangas a 3/4 durante uns tempos até que nós reparamos??
domingo, 4 de maio de 2014
O day after do grande dia
A ressaca é uma coisa tramada.
E as dores nas pernas e nos pés também.
(mas que foi um grande, grande dia, ou melhor uma graaaaanda noite, ah isso foi!)
E as dores nas pernas e nos pés também.
(mas que foi um grande, grande dia, ou melhor uma graaaaanda noite, ah isso foi!)
sexta-feira, 2 de maio de 2014
O grande dia
É hoje (dia 3) o casamento de uma prima muuuuito querida.
Vai ser um grande, grande dia!
Falta muito para as 16h30??
Vai ser um grande, grande dia!
Falta muito para as 16h30??
O bálsamo
1º mergulho do ano: check.
Para variar não foi na Parede, mas na praia da Poça, onde não ia praí desde 1996.
E soube bem como tudo!
Há muito tempo que eu não iniciava a minha época balnear tão cedo.
Eu bem disse que este 2014, no meio de tudo, ainda vai ser um ano incrível. Vão ver.
Para variar não foi na Parede, mas na praia da Poça, onde não ia praí desde 1996.
E soube bem como tudo!
Há muito tempo que eu não iniciava a minha época balnear tão cedo.
Eu bem disse que este 2014, no meio de tudo, ainda vai ser um ano incrível. Vão ver.
quarta-feira, 30 de abril de 2014
A relatividade
Há praticamente 1 ano atrás fiz este post, e desdenhei bravamente do chocolate com 85% de cacau.
Hoje é, para mim, um verdadeiro pitéu, reservado para dias mesmo especiais (ou dias de TPM, vá).
O mal que me soube há 1 ano, e o bem que me sabe agora.
O que mudou no meu paladar para conseguir apreciar verdadeiramente o (pouco) doce que há neste chocolate - que para mim é hoje o verdadeiro chocolate, já que os outros (de leite e afins) não me sabem a nada de nada.
Tudo muito relativo.
Será uma fase? Será que daqui a 1 ano estarei a enfardar milkas outra vez toda contente?
Espero mesmo que não.
Hoje é, para mim, um verdadeiro pitéu, reservado para dias mesmo especiais (ou dias de TPM, vá).
O mal que me soube há 1 ano, e o bem que me sabe agora.
O que mudou no meu paladar para conseguir apreciar verdadeiramente o (pouco) doce que há neste chocolate - que para mim é hoje o verdadeiro chocolate, já que os outros (de leite e afins) não me sabem a nada de nada.
Tudo muito relativo.
Será uma fase? Será que daqui a 1 ano estarei a enfardar milkas outra vez toda contente?
Espero mesmo que não.
Agora um post sobre beleza
Um report sobre o tema do body milk, já tratado aqui e aqui.
Passei o inverno a usar o body milk no banho, ou bem que aplicado directamente na esponja ou na pele. Tinha cá uma embalagem do tal creme nívea que foi até ao fim, e depois resolvi acabar com todos os restos de diversos body milks que tinha para aí que por uma razão ou outra tinha deixado de usar (não sou a única a ter vários frascos de creme a meio, pois não??)
O resultado não foi o mesmo com todos os cremes. Com uns funciona muito bem, outros são pura perda de tempo, pois ao passar por água perdem todo o efeito.
De qualquer modo, estou orgulhosa da minha capacidade de tratar de mim todos os dias.
Com o aproximar da primavera e após o fim de todos os restinhos de creme que cá tinha, achei melhor comprar um body milk normal, para usar normalmente (fora do banho).
Por completa coincidência fui dar outra vez com um Nivea (estava em promoção) Body milk Express (lá está, o marketing a funcionar para pessoas como eu eh eh) - ou seja, que absorve rapidamente.
E tenho-me portado muito bem, e aplicado todos os dias.
Muito desses dias foram feriados e fins-de-semana e não dias de correria matinal, mas isso não interessa para o caso.
Passei o inverno a usar o body milk no banho, ou bem que aplicado directamente na esponja ou na pele. Tinha cá uma embalagem do tal creme nívea que foi até ao fim, e depois resolvi acabar com todos os restos de diversos body milks que tinha para aí que por uma razão ou outra tinha deixado de usar (não sou a única a ter vários frascos de creme a meio, pois não??)
O resultado não foi o mesmo com todos os cremes. Com uns funciona muito bem, outros são pura perda de tempo, pois ao passar por água perdem todo o efeito.
De qualquer modo, estou orgulhosa da minha capacidade de tratar de mim todos os dias.
Com o aproximar da primavera e após o fim de todos os restinhos de creme que cá tinha, achei melhor comprar um body milk normal, para usar normalmente (fora do banho).
Por completa coincidência fui dar outra vez com um Nivea (estava em promoção) Body milk Express (lá está, o marketing a funcionar para pessoas como eu eh eh) - ou seja, que absorve rapidamente.
E tenho-me portado muito bem, e aplicado todos os dias.
Muito desses dias foram feriados e fins-de-semana e não dias de correria matinal, mas isso não interessa para o caso.
terça-feira, 29 de abril de 2014
A decisão
Depois de muito pensar, re-pensar, refletir, voltar a baralhar e dar de novo, decidimos oficialmente que os nossos filhos vão estudar no ensino público.
Não é por falta de opções, nem uma questão de dinheiro (embora pese bastante, claro), mas sim porque acreditamos mesmo que é a melhor para eles.
Assim sendo, dissemos não obrigada a uma vaga que surgiu entretanto num semi-privado onde os tínhamos em lista de espera, e ontem foi dia de ir entregar a inscrição na escola do agrupamento.
Pudesse eu ir ali mais à frente ver se estamos a tomar a decisão certa, e ia já, que isto de andar aqui a jogar com as vidas deles é coisa que me atormenta a cabeça.
Vivesse eu num sítio sem opções e a coisa ficava mais fácil - ah e tal correu tudo mal mas eu não tive opção - mas agora assim... vamos mesmo ter de acreditar na nossa convicção (que é forte), de que para eles vai ser melhor pela vida fora terem andado na escola pública.
Confiamos nisso.
Não é por falta de opções, nem uma questão de dinheiro (embora pese bastante, claro), mas sim porque acreditamos mesmo que é a melhor para eles.
Assim sendo, dissemos não obrigada a uma vaga que surgiu entretanto num semi-privado onde os tínhamos em lista de espera, e ontem foi dia de ir entregar a inscrição na escola do agrupamento.
Pudesse eu ir ali mais à frente ver se estamos a tomar a decisão certa, e ia já, que isto de andar aqui a jogar com as vidas deles é coisa que me atormenta a cabeça.
Vivesse eu num sítio sem opções e a coisa ficava mais fácil - ah e tal correu tudo mal mas eu não tive opção - mas agora assim... vamos mesmo ter de acreditar na nossa convicção (que é forte), de que para eles vai ser melhor pela vida fora terem andado na escola pública.
Confiamos nisso.
segunda-feira, 28 de abril de 2014
O impasse
Aqui no blog.
Sempre disse que este blog é sobre tudo e sobre nada e que está aqui à minha mercê, mas sempre evitei despejar aqui os meus problemas, porque não é para isso que serve.
No entanto, estou neste momento a passar por uma fase complicada na minha vida, e no meio de todo o meu optimismo (que eu sei que tenho) às vezes nem eu mesma sou capaz de arranjar uma parvoíce para aqui escrever.
Portanto andamos nisto, não sei se escreva se não escreva, não gosto de ficar muitos dias sem postar, mas depois chego aqui e não tenho nada para dizer.
Estamos num impasse.
Mas é uma fase. Vai passar.
Até lá podem sempre ir ao arquivo aqui ao lado. Eu diria que há por ali posts imperdíveis, mas sou suspeita...
Sempre disse que este blog é sobre tudo e sobre nada e que está aqui à minha mercê, mas sempre evitei despejar aqui os meus problemas, porque não é para isso que serve.
No entanto, estou neste momento a passar por uma fase complicada na minha vida, e no meio de todo o meu optimismo (que eu sei que tenho) às vezes nem eu mesma sou capaz de arranjar uma parvoíce para aqui escrever.
Portanto andamos nisto, não sei se escreva se não escreva, não gosto de ficar muitos dias sem postar, mas depois chego aqui e não tenho nada para dizer.
Estamos num impasse.
Mas é uma fase. Vai passar.
Até lá podem sempre ir ao arquivo aqui ao lado. Eu diria que há por ali posts imperdíveis, mas sou suspeita...
domingo, 27 de abril de 2014
quarta-feira, 23 de abril de 2014
O papel, qual papel?
Papéis para inscrever o mais velho na escola.
Sendo que a morada da criança, do pai da criança, da mãe da criança, do trabalho da mãe, do encarregado de educação e do trabalho do encarregado de educação são apenas uma e a mesma morada, têm noção da quantidade de vezes que eu tive de a escrever??
(sim, os papéis vêm a duplicar e alguns a triplicar).
Puf
Sendo que a morada da criança, do pai da criança, da mãe da criança, do trabalho da mãe, do encarregado de educação e do trabalho do encarregado de educação são apenas uma e a mesma morada, têm noção da quantidade de vezes que eu tive de a escrever??
(sim, os papéis vêm a duplicar e alguns a triplicar).
Puf
segunda-feira, 21 de abril de 2014
O inédito
A Páscoa passou e amêndoas de chocolate foram... zero.
Facto inédito, que me surpreenede mais a mim que a vocês com toda a certeza.
(mas sim, comi e como muitas amêndoas ao natural, e também comi chocolate, à minha maneira).
E custou-me igualmente... zero.
(quando eu começar a ser demasiado mete-nojo com esta história do ah e tal e eu não como açucar e nem lhe sinto a falta, e começarem a sentir aquela raiva e a pensar raisparta a miúda que está para aqui armadona em boa que só lhe falta dizer ah e tal e como uma folha de alface e fico cheia, avisem, tá?)
Facto inédito, que me surpreenede mais a mim que a vocês com toda a certeza.
(mas sim, comi e como muitas amêndoas ao natural, e também comi chocolate, à minha maneira).
E custou-me igualmente... zero.
(quando eu começar a ser demasiado mete-nojo com esta história do ah e tal e eu não como açucar e nem lhe sinto a falta, e começarem a sentir aquela raiva e a pensar raisparta a miúda que está para aqui armadona em boa que só lhe falta dizer ah e tal e como uma folha de alface e fico cheia, avisem, tá?)
Cena fixe
Ter sobrinhos adolescentes sempre prontos a dar banho, vestir,entreter, ajudar a dar de comer, lavar os dentes e tudo o mais que for preciso, aos nossos filhos.
sábado, 19 de abril de 2014
Como andar de bicicleta
Em 2004 descobri o prazer de (aprender) a andar de patins.
Nesse inverno houve uma pista de gelo em Lisboa, e eu praticamente passava lá a vida, com o Tê e os seus amigos.
Ganhámos o gosto, e fomos todos comprar patins em linha logo a seguir (sendo que de todos só o Tê sabia andar, e bem, pois jogou hóquei em criança). Assim se passou a primavera e o verão, com noitadas de patins, idas ao paredão de patins, tardes de sábado a andar de patins. Pelo caminho puxei também uma amiga cuja filha tinha 1 ano e muitas vezes fomos passear a empurrar a cadeirinha de bebé pela rua fora.
Depois fomos para a Holanda, e os meus patins ficaram cá.
Os do Tê foram connosco e ainda os usou quando não tinhamos bicicleta, mas os meus ficaram fechados na mochila e guardados.
Até hoje.
Hoje foi dia de os calçar outra vez e de me aventurar novamente a deslizar por aí fora.
Que saudades...
E é mesmo como andar de bicicleta, caramba. Parecia que tinha andado ontem. Ou vá, no mês passado, mas não há 10 anos atrás.
Há 10 anos atrás eu tinha 25 anos, e foi com essa idade que aprendi a andar de patins. A cair e a levantar-me, a perder o medo e largar o corrimão. Um dia num ringue aqui perto vi um miúdo com uns 5 ou 6 anos a aprender a andar e a fazer isto tudo em menos de 10 minutos. E nesse momento disse q mim mesma que os meus filhos iriam aprender a andar de patins em crinças e não em adultos como eu...
10 anos passados, cá estou a cumprir a promessa e hoje espero que tenha sido o primeiro de muitos programas a 4 de patins.
E que bem que soube fazer um programa em família que não é só dedicado aos putos, mas em que os pais se divertem também.
Muito fixe.
Nesse inverno houve uma pista de gelo em Lisboa, e eu praticamente passava lá a vida, com o Tê e os seus amigos.
Ganhámos o gosto, e fomos todos comprar patins em linha logo a seguir (sendo que de todos só o Tê sabia andar, e bem, pois jogou hóquei em criança). Assim se passou a primavera e o verão, com noitadas de patins, idas ao paredão de patins, tardes de sábado a andar de patins. Pelo caminho puxei também uma amiga cuja filha tinha 1 ano e muitas vezes fomos passear a empurrar a cadeirinha de bebé pela rua fora.
Depois fomos para a Holanda, e os meus patins ficaram cá.
Os do Tê foram connosco e ainda os usou quando não tinhamos bicicleta, mas os meus ficaram fechados na mochila e guardados.
Até hoje.
Hoje foi dia de os calçar outra vez e de me aventurar novamente a deslizar por aí fora.
Que saudades...
E é mesmo como andar de bicicleta, caramba. Parecia que tinha andado ontem. Ou vá, no mês passado, mas não há 10 anos atrás.
Há 10 anos atrás eu tinha 25 anos, e foi com essa idade que aprendi a andar de patins. A cair e a levantar-me, a perder o medo e largar o corrimão. Um dia num ringue aqui perto vi um miúdo com uns 5 ou 6 anos a aprender a andar e a fazer isto tudo em menos de 10 minutos. E nesse momento disse q mim mesma que os meus filhos iriam aprender a andar de patins em crinças e não em adultos como eu...
10 anos passados, cá estou a cumprir a promessa e hoje espero que tenha sido o primeiro de muitos programas a 4 de patins.
E que bem que soube fazer um programa em família que não é só dedicado aos putos, mas em que os pais se divertem também.
Muito fixe.
sexta-feira, 18 de abril de 2014
RIP
O livro que estou a ler há uns dias.
Nunca tal me tinha acontecido - estar a ler um livro no momento da morte do autor.
Ganha tudo outro significado.
(E faz-me ter de pensar muito bem no que vou ler a seguir...)
Nunca tal me tinha acontecido - estar a ler um livro no momento da morte do autor.
Ganha tudo outro significado.
(E faz-me ter de pensar muito bem no que vou ler a seguir...)
terça-feira, 15 de abril de 2014
Diz que tudo começou com um guarda-chuva amarelo
Acabou a minha série de culto.
Ouvi dizer que ia haver um grupo de apoio aos que se sentem perdidos com o fim do How I met...
Eu alinho. Chuif.
Ouvi dizer que ia haver um grupo de apoio aos que se sentem perdidos com o fim do How I met...
Eu alinho. Chuif.
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Update
As agulhas (ainda) não fizeram efeito, pelo que tenho de me render a outras drogas.
Já estou por tudo, só quero respirar em paz caraças!
Já estou por tudo, só quero respirar em paz caraças!
quinta-feira, 10 de abril de 2014
Mais um dia
... rico em lições e aprendizagens.
Ele há gente com uma força do caraças, é o que vos digo.
E com um optimismo que eu nem vos digo nada.
Ele há gente com uma força do caraças, é o que vos digo.
E com um optimismo que eu nem vos digo nada.
quarta-feira, 9 de abril de 2014
De 2014
Este ano, já aqui o referi, tem sido um desafio constante.
Começou com duas péssimas notícias, umas das quais tenho vindo a digerir porque nada mais posso fazer, a outra tem dado muita luta, e ainda vai continuar a dar.
Este ano já tive de enfrentar, fazer , dizer e ouvir coisas com as quais nunca me tinha deparado. E vou mandando a bola para a frente, um dia vou digerir isto tudo, mas não vai ser agora.
Também tem sido o ano em que mais tento remar contra a maré, em que mandei mais barro à parede que nunca, que muito dele vi cair, outro vejo despegar devagarinho, outro tanto que não sei se vai pegar.
No entanto, apesar de todas estas contrariedades, tenho a certeza de que este ano vai trazer uma reviravolta, das que quero muito que aconteça. Uma ou mais.
Tenho a certeza que no fim de contas, apesar de estar a ser difícil de engolir, este ano me vai trazer coisas boas, e que eu ainda vou pensar, ora bolas, 2014 foi um grande ano sim senhor.
Os dias passam, já estamos em Abril, e nada acontece, mas caraças se este ano não vai ser dos bons.
É que tenho a certeza que sim.
Começou com duas péssimas notícias, umas das quais tenho vindo a digerir porque nada mais posso fazer, a outra tem dado muita luta, e ainda vai continuar a dar.
Este ano já tive de enfrentar, fazer , dizer e ouvir coisas com as quais nunca me tinha deparado. E vou mandando a bola para a frente, um dia vou digerir isto tudo, mas não vai ser agora.
Também tem sido o ano em que mais tento remar contra a maré, em que mandei mais barro à parede que nunca, que muito dele vi cair, outro vejo despegar devagarinho, outro tanto que não sei se vai pegar.
No entanto, apesar de todas estas contrariedades, tenho a certeza de que este ano vai trazer uma reviravolta, das que quero muito que aconteça. Uma ou mais.
Tenho a certeza que no fim de contas, apesar de estar a ser difícil de engolir, este ano me vai trazer coisas boas, e que eu ainda vou pensar, ora bolas, 2014 foi um grande ano sim senhor.
Os dias passam, já estamos em Abril, e nada acontece, mas caraças se este ano não vai ser dos bons.
É que tenho a certeza que sim.
Yo no creo en las brujas...
... mas ainda assim resolvi meter-me nas agulhas, que é como quem diz, a fazer acumpuntura.
Tenho andado, de há uns anos para cá, com uma alergia parva que chega com a Primavera e decidi que era altura de dar cabo dela sem anti-alérgicos que a) ou me deixam a dormir ou b) não fazem muito efeito.
Já fiz 2 sessões e gostei. É uma cena um bocado estranha, mas muitas coisas fazem sentido.
Pelo caminho pedi também para me dar uns shots de energia, que bem preciso.
Depois de deixar o açucar e de comer coisas estranhas, agora meto-me na medicina alternativa. Quanto tempo até deixar de comer carnuça e de fazer a depilação, hã?
Quando derem por ela, mudei-me para o bosque ou para aquelas comunidades perdidas no meio do alentejo.
Já estive mais longe.
Tenho andado, de há uns anos para cá, com uma alergia parva que chega com a Primavera e decidi que era altura de dar cabo dela sem anti-alérgicos que a) ou me deixam a dormir ou b) não fazem muito efeito.
Já fiz 2 sessões e gostei. É uma cena um bocado estranha, mas muitas coisas fazem sentido.
Pelo caminho pedi também para me dar uns shots de energia, que bem preciso.
Depois de deixar o açucar e de comer coisas estranhas, agora meto-me na medicina alternativa. Quanto tempo até deixar de comer carnuça e de fazer a depilação, hã?
Quando derem por ela, mudei-me para o bosque ou para aquelas comunidades perdidas no meio do alentejo.
Já estive mais longe.
segunda-feira, 7 de abril de 2014
O bolo da escola
Ela pediu um bolo de chocolate das princesas, e para mim seus desejos são ordens, pois claro, e toca de por as mãos na massa.
O bolo da festa cá em casa foi uma adaptação de um bolo que a minha irmã faz há anos e que é o melhor bolo de chocolate de todo o universo. Mesmo. Mas claro, sem açucar, e com farinha integral, não ficou a mesma coisa.
Para ela levar para a escolinha resolvi experimentar fazer uma receita da minha querida Yammi. Como achei que ia ficar pequeno aumentei alguns ingredientes, mas não todos porque já não tinha.
Ficou com bom aspecto.
Hoje quando cheguei perguntei se o bolo estava bom, e a educadora disse-me que ah e tal, os meninos comeram todos, mas que elas como estavam a manter a linha... mau Maria, que essas mesmas educadoras e auxiliares deram cabo do bolo de iogurte da minha sogra nos anos do mais velho, e eu vim para casa com o prato e as migalhas e nunca ninguém se mostrou importado com dietas - cheirou-me logo a esturro.
Quando o vi, percebi. Por dentro estava enqueijado, e com ar de estar bastante duro.
Isto não se pode fugir ao que se é e quem nasce lagartixa nunca chega a jacaré...
Jeitinho para bolos é coisa que nunca me assistiu.
Quanto à decoração, deixo-vos as dicas faça-você-mesmo:
Google imagens - pesquisem por Princesas Disney
Imprimir
Recortar a imagem
Colar com fita cola duas palhinhas na parte de trás do desenho
Cortar as palhinhas à medida
Et voilá.
Tempo de execução - menos do que demora a untar a forma (ou quase).
Sucesso garantido.
(e ela estava tão contente com o seu bolo-quase-em-pedra das princesas-de-papel-e-palhinhas que só visto!)
O bolo da festa cá em casa foi uma adaptação de um bolo que a minha irmã faz há anos e que é o melhor bolo de chocolate de todo o universo. Mesmo. Mas claro, sem açucar, e com farinha integral, não ficou a mesma coisa.
Para ela levar para a escolinha resolvi experimentar fazer uma receita da minha querida Yammi. Como achei que ia ficar pequeno aumentei alguns ingredientes, mas não todos porque já não tinha.
Ficou com bom aspecto.
Hoje quando cheguei perguntei se o bolo estava bom, e a educadora disse-me que ah e tal, os meninos comeram todos, mas que elas como estavam a manter a linha... mau Maria, que essas mesmas educadoras e auxiliares deram cabo do bolo de iogurte da minha sogra nos anos do mais velho, e eu vim para casa com o prato e as migalhas e nunca ninguém se mostrou importado com dietas - cheirou-me logo a esturro.
Quando o vi, percebi. Por dentro estava enqueijado, e com ar de estar bastante duro.
Isto não se pode fugir ao que se é e quem nasce lagartixa nunca chega a jacaré...
Jeitinho para bolos é coisa que nunca me assistiu.
Quanto à decoração, deixo-vos as dicas faça-você-mesmo:
Google imagens - pesquisem por Princesas Disney
Imprimir
Recortar a imagem
Colar com fita cola duas palhinhas na parte de trás do desenho
Cortar as palhinhas à medida
Et voilá.
Tempo de execução - menos do que demora a untar a forma (ou quase).
Sucesso garantido.
(e ela estava tão contente com o seu bolo-quase-em-pedra das princesas-de-papel-e-palhinhas que só visto!)
Pequeno acrescento ao post anterior
1 - fez ontem também 3 anos que a Troika entrou em Portugal, coisa de que eu só tomei conhecimento no dia seguinte. Este ano foi a primeira vez que não ouvi nenhuma notícia a respeito, no dia dos anos dela
2 - o bolinho da foto é da minha autoria (bem como a elaborada decoração), e sim, foi feito sem açucar. Com chocolate de culinária normal, mas sem adicionar o açucar. Teve opiniões divergentes, mas eu cá que estou sem açucar (ou com muito pouco) desde janeiro, achei divinal (opinião suspeita...)
2 - o bolinho da foto é da minha autoria (bem como a elaborada decoração), e sim, foi feito sem açucar. Com chocolate de culinária normal, mas sem adicionar o açucar. Teve opiniões divergentes, mas eu cá que estou sem açucar (ou com muito pouco) desde janeiro, achei divinal (opinião suspeita...)
domingo, 6 de abril de 2014
3 anos hoje
Há 3 anos nasceu a minha mai nova, minha pequena fotocópia, princesa do nosso reino.
Nasceu e veio para o meu colinho enroscar-se caladinha, nesse dia como agora, sabendo que ali é o seu lugar, o seu porto de abrigo.
E a minha vida ficou mais completa com esta menina tão minha, tão minha, que às vezes mais parece uma extensão de mim própria.
Obrigada, minha filha, por existires.
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Zumba
Ora não seria eu uma blogger actualizada se não fosse experimentar a modalidade da moda, que anda nas bocas do mundo - a tal ginástica que mais parece uma coreografia e que promete por-nos em forma a rebolar o rabiosque, abanicar as pernas e agitar os braços no ar. Pois.
Houve samba, houve dança do ventre, houve kuduro e coisas que tais. E não, não houve nenhuma canção da Tonicha, pelo que não houve catrapumba. Menos mal.
Dancei (ou tentei), pulei, saltitei que me fartei, mas não sinto que tenha feito muito exercício para ser honesta. Se calhar é suposto fazer uma aula de localizada logo a seguir.
A professora, por seu lado, não sei é da zumba ou não, mas era a verdadeira boazona.
Igual à Shakira. O que faz com que o resto de nós se sinta, enfim, bastante achincalhada.
Mas não faz mal.
O truque é mesmo não tirar os olhos dela, e jamais olhar para a nossa figura no espelho. Mesmo.
Houve samba, houve dança do ventre, houve kuduro e coisas que tais. E não, não houve nenhuma canção da Tonicha, pelo que não houve catrapumba. Menos mal.
Dancei (ou tentei), pulei, saltitei que me fartei, mas não sinto que tenha feito muito exercício para ser honesta. Se calhar é suposto fazer uma aula de localizada logo a seguir.
A professora, por seu lado, não sei é da zumba ou não, mas era a verdadeira boazona.
Igual à Shakira. O que faz com que o resto de nós se sinta, enfim, bastante achincalhada.
Mas não faz mal.
O truque é mesmo não tirar os olhos dela, e jamais olhar para a nossa figura no espelho. Mesmo.
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Mais livros
Pequeno prazer que há muito não tinha: ficar acordada até às tantas só porque queria mesmo, mesmo acabar o livro que estava a ler.
Era este:
Foi-me oferecido por é um nome que me é familiar, mais do que pela história em si.
Acabei por gostar, porque é uma espécie de romance histórico, e porque acontecem coisas à protagonista que eu, de certa forma, queria mesmo que me acontecessem a mim.
Houve ali um momento no 2º ou 3º capítulo e que quase desisti, mas decidi embarcar na história e continuar. E ainda bem.
Não sendo muito o meu género de livro, lê-se muito bem (pelo que de certa forma é o meu tipo de livro neste momento eheh!) e deixou-me com vontade de pegar nele todos os dias para saber como a coisa se desenrola até ao fim.
Antes deste li outro, com uma imagem romântica e título igualmente pouco chamativo, mas não se julga um livro pela capa:
São histórias soltas, algumas com muita piada. Bom para quem tem pouco tempo, pode ler um capítulo solto que não há problema se no dia seguinte já não se lembrar de nada.
Agora estou aqui num dilema quanto ao próximo livro a ler, tenho tantos em lista de espera...
Era este:
Foi-me oferecido por é um nome que me é familiar, mais do que pela história em si.
Acabei por gostar, porque é uma espécie de romance histórico, e porque acontecem coisas à protagonista que eu, de certa forma, queria mesmo que me acontecessem a mim.
Houve ali um momento no 2º ou 3º capítulo e que quase desisti, mas decidi embarcar na história e continuar. E ainda bem.
Não sendo muito o meu género de livro, lê-se muito bem (pelo que de certa forma é o meu tipo de livro neste momento eheh!) e deixou-me com vontade de pegar nele todos os dias para saber como a coisa se desenrola até ao fim.
Antes deste li outro, com uma imagem romântica e título igualmente pouco chamativo, mas não se julga um livro pela capa:
São histórias soltas, algumas com muita piada. Bom para quem tem pouco tempo, pode ler um capítulo solto que não há problema se no dia seguinte já não se lembrar de nada.
Agora estou aqui num dilema quanto ao próximo livro a ler, tenho tantos em lista de espera...
segunda-feira, 31 de março de 2014
Ser mãe (ou pai) é...
...(entre outras coisas) jantar bordas de pizza, e comer côdeas de torrada ao pequeno-almoço.
domingo, 30 de março de 2014
De (sobre)viver sem açucar
Sabe quem me lê que estou desde Janeiro a viver sem consumir açucar.
Já aqui referi que está a correr muito bem, vivo muito bem sem este vício que me atormenta desde os 4 ou 5 anos de idade, talvez (que é quando a malta começa a perceber que há mais comida para além do que nos dão em casa, e começa a ir a festas de anos sem os pais ih ih ih).
Também já referi, para os mais distraídos, que agora quando como algo doce tenho uma desilusão, pois só me sabe a doce, acabo por não conseguir identificar os outros sabores, e por isso deixa de ter graça. Dou por mim a olhar com ar desiludido para a montra das sobremesas e a pensar que nada daquilo me vai saber bem (o que é deveras estranho) e por isso garanto que não me custa nada que estejam todos a enfardar bolos e mousses à minha frente. É que já nem me sabe bem...
É um prazer que se perde, pois é, mas há muitos outros que ganhei e ganho todos os dias, e o saldo é sem dúvida mais do que positivo.
A última constatação é a de que aquilo que mais falta me faz não é tanto o doce ou o açucar em si, mas mais a textura de determinadas sobremesas. Principalmente o crocante - bolachas, salame, tartes - mas também a textura de mousse.
Portanto a solução é mesmo adaptar as receitas de modo a recriar as sobremesas, mas com ingredientes mais saudáveis, e sem açucar, ou mesmo fazer uma versão salgada das mesmas.
Já fiz bolachas de queijo, e substituí a massa quebrada de compra pela feita em casa (na Yammi, claro) para as tartes salgadas. O iogurte grego misturado com fruta faz uma mousse que nem vos digo nada (receita da cunhada), e ando aqui a magicar uma maneira de fazer salame de chocolate.
Tudo uma questão de textura... e de imaginação!
Já aqui referi que está a correr muito bem, vivo muito bem sem este vício que me atormenta desde os 4 ou 5 anos de idade, talvez (que é quando a malta começa a perceber que há mais comida para além do que nos dão em casa, e começa a ir a festas de anos sem os pais ih ih ih).
Também já referi, para os mais distraídos, que agora quando como algo doce tenho uma desilusão, pois só me sabe a doce, acabo por não conseguir identificar os outros sabores, e por isso deixa de ter graça. Dou por mim a olhar com ar desiludido para a montra das sobremesas e a pensar que nada daquilo me vai saber bem (o que é deveras estranho) e por isso garanto que não me custa nada que estejam todos a enfardar bolos e mousses à minha frente. É que já nem me sabe bem...
É um prazer que se perde, pois é, mas há muitos outros que ganhei e ganho todos os dias, e o saldo é sem dúvida mais do que positivo.
A última constatação é a de que aquilo que mais falta me faz não é tanto o doce ou o açucar em si, mas mais a textura de determinadas sobremesas. Principalmente o crocante - bolachas, salame, tartes - mas também a textura de mousse.
Portanto a solução é mesmo adaptar as receitas de modo a recriar as sobremesas, mas com ingredientes mais saudáveis, e sem açucar, ou mesmo fazer uma versão salgada das mesmas.
Já fiz bolachas de queijo, e substituí a massa quebrada de compra pela feita em casa (na Yammi, claro) para as tartes salgadas. O iogurte grego misturado com fruta faz uma mousse que nem vos digo nada (receita da cunhada), e ando aqui a magicar uma maneira de fazer salame de chocolate.
Tudo uma questão de textura... e de imaginação!
Ouvido cá em casa
A minha sobrinha de 7 anos a brincar com a minha mais nova.
Diz a minha mai nova, com um pequeno pónei na mão pronto para ir para uma festa qualquer onde estavam outros bonecos:
"olha, este vai de patins!"
Resposta da prima: "não, não pode ir de patins, porque é um cavalo!"
(e eu por um momento achei que ela tinha perdido a imaginação, mas não disse nada)
E ela logo a seguir acrescentou, em tom de voz daaaaahhh:
"Não pode ir de patins porque vai a voar!"
:)
Diz a minha mai nova, com um pequeno pónei na mão pronto para ir para uma festa qualquer onde estavam outros bonecos:
"olha, este vai de patins!"
Resposta da prima: "não, não pode ir de patins, porque é um cavalo!"
(e eu por um momento achei que ela tinha perdido a imaginação, mas não disse nada)
E ela logo a seguir acrescentou, em tom de voz daaaaahhh:
"Não pode ir de patins porque vai a voar!"
:)
sábado, 29 de março de 2014
Mia Wallace
Uma personagem tão interessante, com tanto potencial, que é uma pena só ter entrado num só filme.
sexta-feira, 28 de março de 2014
Descoberta recente
Penso que descobri estes London Grammar por sugestão do Sr. Youtube (que também insiste em sugerir-me a Lana del Rey que eu dispenso, mas pronto).
Ora encostem-se para trás, respirem fundo, carreguem no play e apreciem...
Ora encostem-se para trás, respirem fundo, carreguem no play e apreciem...
O melhor presente de dia da mãe
Em conversa com a mais nova sobre os presentes do Dia do Pai, que eram um marcador em forma de gravata e um cartão em forma de camisola, diz-me ela assim:
"Oh mãe, no Dia da Mãe eu vou-te fazer uma saia! Uma saia e um vestido! E depois vou-te dar... um museu!"
Melhor filha de sempre. Conhece-me tão bem :)
"Oh mãe, no Dia da Mãe eu vou-te fazer uma saia! Uma saia e um vestido! E depois vou-te dar... um museu!"
Melhor filha de sempre. Conhece-me tão bem :)
quinta-feira, 27 de março de 2014
quarta-feira, 26 de março de 2014
Para o boneco
A minha mais nova, que ainda não tem 3 anos, ontem ao fim do dia a pedir-me para brincar com ela às bonecas. Disse-lhe que sim, mas que tinha de acabar de colocar a louça na máquina (excepcionalmente, que não é tarefa minha, mas adiante).
Durante o processo foi vindo à cozinha várias vezes sempre com a mesma pergunta:
"Oh mãe, podes vir brincar?"
E eu sempre "Sim, sim, deixa-me só acabar isto".
Acabo a louça, fecho a máquina, e como esta tem estado avariada, fico uns segundos a olhar para a dita, a ver se funciona ou se vai pifar.
A rapariga entra na cozinha e repete a pergunta da praxe, ao que eu respondo mais uma vez que sim, que estou só a acabar de tratar da louça.
Resposta dela: "ah... é que estás aí a olhar para o boneco!"
Menos de 3 anos. Tão tramada, senhores, tão tra-ma-da...
Durante o processo foi vindo à cozinha várias vezes sempre com a mesma pergunta:
"Oh mãe, podes vir brincar?"
E eu sempre "Sim, sim, deixa-me só acabar isto".
Acabo a louça, fecho a máquina, e como esta tem estado avariada, fico uns segundos a olhar para a dita, a ver se funciona ou se vai pifar.
A rapariga entra na cozinha e repete a pergunta da praxe, ao que eu respondo mais uma vez que sim, que estou só a acabar de tratar da louça.
Resposta dela: "ah... é que estás aí a olhar para o boneco!"
Menos de 3 anos. Tão tramada, senhores, tão tra-ma-da...
terça-feira, 25 de março de 2014
Cena "fixe"
Ter um filho suficientemente crescido para poder ficar em casa comigo, quando fica doente (daí as aspas no "fixe"). Já sabe que tem de ficar em silêncio absoluto quando entra no escritório, e que só fala se eu lhe fizer sinal. Um amor.
E que bem que me soube ter companhia para almoçar...
Ao fim de 4 anos como mãe a trabalhar em casa, já era altura de ter uma vantagem visível nestes dias excepcionais, e dar uma trégua aos avós, que são quem fica com eles sempre que não podem ir à escola. (a mais nova, claramente, ainda não tem maturidade para isso)
Isto de trabalhar a partir de casa mas por conta de outrem, tem muito que se lhe diga...
E que bem que me soube ter companhia para almoçar...
Ao fim de 4 anos como mãe a trabalhar em casa, já era altura de ter uma vantagem visível nestes dias excepcionais, e dar uma trégua aos avós, que são quem fica com eles sempre que não podem ir à escola. (a mais nova, claramente, ainda não tem maturidade para isso)
Isto de trabalhar a partir de casa mas por conta de outrem, tem muito que se lhe diga...
Ontem (e anteontem) vimos...
Gostei.
Nunca fui muito fã do Matthew McConaughey (tive de ir ver como se escreve lol), mas desde que o vi neste filme, em que faz um papel pequeno mas excelente (muito, muito bom) que resolvi dar-lhe uma oportunidade. Faz um bom papel neste filme, dá para esquecer o actor e entrar na personagem.
Nunca fui muito fã do Matthew McConaughey (tive de ir ver como se escreve lol), mas desde que o vi neste filme, em que faz um papel pequeno mas excelente (muito, muito bom) que resolvi dar-lhe uma oportunidade. Faz um bom papel neste filme, dá para esquecer o actor e entrar na personagem.
segunda-feira, 24 de março de 2014
Meiguice
Ao fazer o registo online de uma conhecida máquina de café deparei-me com esta pérola:
Sim! Quero receber por email informação exclusiva, ofertas, e promoções irresistíveis. Prometemos ser meigos na quantidade de emails enviados
(mas mesmo assim não quero. Ele há coisas que nem com meiguice...)
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(mas mesmo assim não quero. Ele há coisas que nem com meiguice...)
domingo, 23 de março de 2014
sexta-feira, 21 de março de 2014
Primavera que é Primavera...
... começa hoje, e não a dia 20 (mas quando é que começaram estas modernices?).
É a minha estação do ano preferida, porque a partir de aqui é sempre a subir.
Que assim seja, então.
É a minha estação do ano preferida, porque a partir de aqui é sempre a subir.
Que assim seja, então.
quarta-feira, 19 de março de 2014
A medida
Durante anos e anos da minha vida, o meu pai foi a medida para todos os homens.
Achava eu que tudo o que o meu pai fazia era de homem, pelo qual, homem que fosse diferente é porque era com certeza menos homem que o meu pai (única referência masculina numa casa com 4 mulheres).
Assim sendo, acreditava eu que, à semelhança do meu pai, todos os homens...
Que os homens têm frio e ficam a dormir até tarde e até, imagine-se, apanham gripe como toda e qualquer mulher.
Que desilusão.
Achava eu que tudo o que o meu pai fazia era de homem, pelo qual, homem que fosse diferente é porque era com certeza menos homem que o meu pai (única referência masculina numa casa com 4 mulheres).
Assim sendo, acreditava eu que, à semelhança do meu pai, todos os homens...
- nunca têm frio (nunca, nunca)
- nunca têm sono, acordam cedo e deitam-se tarde
- nunca estão doentes (nunca, nunca)
- são fortes e atléticos e fazem desporto
- não gostam de banana
- não gostam de empadões e outras "comidas de bebé"
- conduzem bem de dia ou de noite
- não têm medo de nada
- vão ao supermercado
- compram roupa para a mulher e as filhas
- dizem tudo o que têm a dizer e não ficam a remoer as coisas
Que os homens têm frio e ficam a dormir até tarde e até, imagine-se, apanham gripe como toda e qualquer mulher.
Que desilusão.
terça-feira, 18 de março de 2014
18 Março Dia do Pai
Hoje foi o Dia do Pai cá em casa.
O pai tem uma reunião amanhã no Porto e não sabe a que horas vai chegar, na 5ª feira vamos ao teatro, por isso esta manhã ao pequeno-almoço ficou decidido que hoje é Dia do Pai!
Houve jantar especial, houve decoração feita por nós os 3, houve presentes escondidos para o pai encontrar com o jogo "quente e frio" e até um vídeo dedicado ao pai! E eles estavam na maior excitação, todos contentes com a festa do pai!
Amanhã vai haver festinha na escola e o pai não vai poder ir, mas não faz mal*.
O Dia do Pai cá de casa já foi hoje.
*Não faz mal porque vai um avô, e o outro vai ver se consegue ir também, pelo que não estarão sozinhos.
O pai tem uma reunião amanhã no Porto e não sabe a que horas vai chegar, na 5ª feira vamos ao teatro, por isso esta manhã ao pequeno-almoço ficou decidido que hoje é Dia do Pai!
Houve jantar especial, houve decoração feita por nós os 3, houve presentes escondidos para o pai encontrar com o jogo "quente e frio" e até um vídeo dedicado ao pai! E eles estavam na maior excitação, todos contentes com a festa do pai!
Amanhã vai haver festinha na escola e o pai não vai poder ir, mas não faz mal*.
O Dia do Pai cá de casa já foi hoje.
*Não faz mal porque vai um avô, e o outro vai ver se consegue ir também, pelo que não estarão sozinhos.
segunda-feira, 17 de março de 2014
A carraspana
Afinal, querida Mary de Setembro de 2014 e Março de 2015, o que te espera é mesmo uma carraspana das valentes.
Narinas entupidas, tosse, soro, água do mar, toda uma panóplia de medicamentos homeopátios e da farmácia mesmo, para atacar de todas as frentes. E assim estamos.
Passo umas noites fantásticas sem conseguir respirar e a acordar com a boca tipo cortiça, e uns dias maravilhosos a assoar-me a cada 5 minutos.
Bonito.
Narinas entupidas, tosse, soro, água do mar, toda uma panóplia de medicamentos homeopátios e da farmácia mesmo, para atacar de todas as frentes. E assim estamos.
Passo umas noites fantásticas sem conseguir respirar e a acordar com a boca tipo cortiça, e uns dias maravilhosos a assoar-me a cada 5 minutos.
Bonito.
sexta-feira, 14 de março de 2014
Mensagem para a Mary de Setembro de 2014 e Março de 2015
Mudança de estação = constipação.
Certinho direitinho, como 2 e 2 serem 4.
Vê lá se te prevines, se tomas vitamina C, ou pelo menos se compras lenços de papel em barda com antecedência.
E não digas que eu não te avisei.
Certinho direitinho, como 2 e 2 serem 4.
Vê lá se te prevines, se tomas vitamina C, ou pelo menos se compras lenços de papel em barda com antecedência.
E não digas que eu não te avisei.
quinta-feira, 13 de março de 2014
Aquele estranho momento...
... em que vais a blogs de comida saudável, vegan, natural, alternativa, olhas para uma receita e percebes que tens todos esses ingredientes - mesmo os mais estranhos - em casa.
quarta-feira, 12 de março de 2014
Perguntas para quem faz uma vida saudável e sem açucar. Agradeço desde já as respostas.
Dores de garganta: como fazer um remédio home made, sem mel?
Caipirinhas: pois que uma pessoa compra uma imitação da bimby, e óbvio que gostaria de experimentar fazer as famosas caipirinhas. Como é? Pode-se fazer com mel? Quais as alternativas?
Vamos lá pôr o Quase Adultos nas listas de healthy blogs, pessoal!
Caipirinhas: pois que uma pessoa compra uma imitação da bimby, e óbvio que gostaria de experimentar fazer as famosas caipirinhas. Como é? Pode-se fazer com mel? Quais as alternativas?
Vamos lá pôr o Quase Adultos nas listas de healthy blogs, pessoal!
Do passado
O estranho que é ver numa pasta de e-mails tanta coisa escrita por mim mesma, de que não me lembro nada de nada.
Links para coisas interessantíssimas, de que se não fosse eu mesma a escrever, achava que nunca lhes tinha posto os olhos em cima.
A nossa capacidade de sermos nós (presente) e sermos outros (passado) é extraordinária. E a nossa memória selectiva, tão selectiva, também.
E a surpresa de nos lermos a nós próprios, de termos trocado e-mails com pessoas que julgavamos não conhecer, sobre coisas totalmente novas, é deveras estranha.
Links para coisas interessantíssimas, de que se não fosse eu mesma a escrever, achava que nunca lhes tinha posto os olhos em cima.
A nossa capacidade de sermos nós (presente) e sermos outros (passado) é extraordinária. E a nossa memória selectiva, tão selectiva, também.
E a surpresa de nos lermos a nós próprios, de termos trocado e-mails com pessoas que julgavamos não conhecer, sobre coisas totalmente novas, é deveras estranha.
O drama
A minha máquina do pão tem uma pá meia avariada e em vez de um pão, faz só meio pão, todo encostadinho do lado da pá que funciona bem.
Meio pão, senhores! Não chega para nada!
Meio pão, senhores! Não chega para nada!
terça-feira, 11 de março de 2014
Viver sem açucar
A sensação que tenho, ao fim de 2 meses a viver sem açucar, é a seguinte:
Imaginem que não gostam de picante, ou quando a comida tem demasiado picante. O que acontece é que o prato fica estragado, porque em vez de sentir o sabor dos alimentos, uma pessoa só sente o picante.
O mesmo se passa com o açucar.
Ao fim de um tempo - para mim foi este tempo, 2 meses - o paladar desabitua-se de tal maneira que, das vezes que provei alguma coisa doce acabo por ser uma desilusão, porque nem sinto o sabor de nada, só do doce.
E doce só por doce, como o picante só por picante, não tem gracinha nenhuma.
Imaginem que não gostam de picante, ou quando a comida tem demasiado picante. O que acontece é que o prato fica estragado, porque em vez de sentir o sabor dos alimentos, uma pessoa só sente o picante.
O mesmo se passa com o açucar.
Ao fim de um tempo - para mim foi este tempo, 2 meses - o paladar desabitua-se de tal maneira que, das vezes que provei alguma coisa doce acabo por ser uma desilusão, porque nem sinto o sabor de nada, só do doce.
E doce só por doce, como o picante só por picante, não tem gracinha nenhuma.
segunda-feira, 10 de março de 2014
A Princesa afinal sou eu
Hoje nos mimos com a mais nova, disse-lhe ao ouvido uma frase fofinha que lhes costumo dizer para que saibam o quanto gosto deles.
Resposta dela:
"E tu mãe, tu és a primeira princesa do Reino."
E é assim, meus amigos, que estas pequenas criaturas nos compram o coração.
Resposta dela:
"E tu mãe, tu és a primeira princesa do Reino."
E é assim, meus amigos, que estas pequenas criaturas nos compram o coração.
domingo, 9 de março de 2014
Memória olfativa
Esta semana fiz, pela primeira vez, um prato que a minha avó nos fazia em pequenos. Era um prato típico para a criançada, em dias de jantares de família.
A sensação de abrir o forno e de lhe sentir o cheiro, fez-me recuar anos e anos atrás.
Coisa estranha, esta, da memória olfativa e da capacidade de sermos recordados através dos nossos cozinhados. Naquela noite, a minha avó esteve na cozinha connosco.
Aqui fica a receita, porque sei que podem gostar.
Fica muito em conta, e faz-se com ingredientes que normalmente temos em casa, e claro, feito por mim já se sabe tem de ser super-rápida:
Pão fatiado (a minha avó também fazia com pão de leite, ficava uma delícia, eu fiz com um pão integral com sementes que não me saiu muito bem na máquina, e ficou óptimo também)
Queijo flamengo
Fiambre
Molho béchamel
Leite
Fatias de pão molhadas em leite no pyrex, camada de queijo e fiambre por cima, formam-se camadas alternadas, e no fim molho béchamel e queijo por cima e forno com ele.
Um sucesso.
A sensação de abrir o forno e de lhe sentir o cheiro, fez-me recuar anos e anos atrás.
Coisa estranha, esta, da memória olfativa e da capacidade de sermos recordados através dos nossos cozinhados. Naquela noite, a minha avó esteve na cozinha connosco.
Aqui fica a receita, porque sei que podem gostar.
Fica muito em conta, e faz-se com ingredientes que normalmente temos em casa, e claro, feito por mim já se sabe tem de ser super-rápida:
Pão fatiado (a minha avó também fazia com pão de leite, ficava uma delícia, eu fiz com um pão integral com sementes que não me saiu muito bem na máquina, e ficou óptimo também)
Queijo flamengo
Fiambre
Molho béchamel
Leite
Fatias de pão molhadas em leite no pyrex, camada de queijo e fiambre por cima, formam-se camadas alternadas, e no fim molho béchamel e queijo por cima e forno com ele.
Um sucesso.
quinta-feira, 6 de março de 2014
segunda-feira, 3 de março de 2014
Gata miadeira
É o que está a minha mais nova.
Eu não sei se é castigo por ter estado 1 semana longe, se é ressaca por ter estado com febre, só sei que a rapariga passa o dia a miar, a miar por tudo e por nada.
Se quer alguma coisa pede a miar; se não quer, mia, se o irmão a irrita, lá vem ela a miar ter comigo... puf!
Logo eu, que detesto gatos.
E os amantes de gatos dizem-me que não gosto de gatos porque nunca tive um, mas nem preciso.
Com tanta miadela daqui a nada sou eu que estou a trepar pelas cortinas...
Eu não sei se é castigo por ter estado 1 semana longe, se é ressaca por ter estado com febre, só sei que a rapariga passa o dia a miar, a miar por tudo e por nada.
Se quer alguma coisa pede a miar; se não quer, mia, se o irmão a irrita, lá vem ela a miar ter comigo... puf!
Logo eu, que detesto gatos.
E os amantes de gatos dizem-me que não gosto de gatos porque nunca tive um, mas nem preciso.
Com tanta miadela daqui a nada sou eu que estou a trepar pelas cortinas...
domingo, 2 de março de 2014
Estás claramente a precisar do verão e da praia...
... quando dás por ti a babar, mas completamente a babar, ao ver a ilha do Jake e os Piratas da Terra do Nunca.
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