terça-feira, 27 de fevereiro de 2018
Ser atenta às coisas da moda
Compra certa
"Sintra em dia de chuva" quase parece uma redundância, pois que chove todo o ano, mas quando está mesmo a chover em todo o lado, em Sintra está sempre muito mais.
domingo, 25 de fevereiro de 2018
Percebes que cresceste quando...
... Domingo, 23h30, compras feitas, jantares e sopa da semana feitos ou adiantados, roupa acabada de chegar da lavandaria (secadora) dobrada e pronta a arrumar. Roupas dos três separadas para amanhã, marmitas prontas no frigorífico, lanches destinados. Cozinha arrumada e chão varrido depois da azáfama terminar.
E a sentir-me a super mulher.
Viver o momento
Tanto quero aproveitar o aqui e agora e largar o telemóvel, que depois vou a um batizado giríssimo e não tiro nem uma fotografia....
terça-feira, 20 de fevereiro de 2018
1st world problem
terça-feira, 13 de fevereiro de 2018
Ser cool
Ser cool como eu é abrir a ultima edição da revista cool do momento (a Time Out Lisboa) e descobrir :
1) uma colega de trabalho que também é atriz na divulgação da sua última peça
2) o frigorífico de um querido primo amante de comida (ou food lover, como for mais cool) e grande instagrammer (além de leitor e comentador assíduo deste blog)
3) um ex colega do colégio, que abriu um negócio de comida em casa
4) duas notícias de exposições onde trabalho ou já trabalhei
Ora eu que já tinha desistido de ler a Time Out por achar que estou sempre Out, assim venho a descobrir que afinal estou super In!
domingo, 11 de fevereiro de 2018
Tendências virtuais (o meu insta)
Já foram os blogs de comida saudável, dietas de todos os tipos, gente que perdeu peso e toda a panóplia de malta do fitness e também gente famosa inspiradora. Museus e palácios de todo o mundo, directores de galerias, plataformas de arte contemporânea.
Depois engravidei e enjoei a comida saudável, desliguei a maioria da malta do fitness e procurei marcas de bebés. Encontrei amigas que tiveram bebés ao mesmo tempo que eu (e passamos a amizade para o plano real). Deixei os famosos e passei a seguir mães cheias de pinta, cheias de filhos, giras que farta.
Recomecei a trabalhar e tive de reduzir as contas ao máximo, foram as coisas de bebé, foram as mães giras e cheias de pinta, foram os museus de todo o mundo, ficou só o essencial - museus e palácios portugueses, alguma comida saudável, algum fitness e os amigos da vida real.
Nesta procura pela simplicidade e minimalismo a tendência do momento são as contas que me ajudam a organizar a casa, a organizar refeições, a viver com menos.
O que virá a seguir?
segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018
Estudar ou não estudar?
Ui, tanta coisa para dizer sobre este assunto, tanta mesmo, até porque não sei muito bem para onde me virar...
Detesto as comparações com a nossa geração, porque acho que há coisas que não se comparam... Nós brincámos na rua, íamos sozinhos para a escola, a maioria só tinha aulas ou de manhã ou de tarde, e agora não é nada assim. A escola mudou, os miúdos mudaram, e os pais e professores também. Que seria se agora o prof dos meus filhos aparecesse de régua de madeira para bater em quem falha a tabuada ou dá erros no ditado, coisa normal nos anos 80 como sabeis.
Dito isto, nunca na minha vida estudei antes do 8o ou 9o ano, nunca na vida me ocorreu estudar no 1o ciclo - fazia TPC e não eram poucos, mas era só.
Agora vejo os pais todos a estudar com os filhos, as famílias a deixar de fazer programas nas semanas dos testes, e por muito que ache que os miúdos precisam de ser acompanhados, não sei se não estamos a cair no exagero...
Principalmente no exagero da importância dos testes. É mesmo importante ter boa nota? Haverá miúdos que se importam com isso, sei que sim, mas será que não é mais por influência dos pais?
A prof do mais velho pediu que os ajudassemos a estudar estudo do meio, pois a matéria começa a complicar e é importante ganhar hábitos de estudo. Ontem lá estivemos, ele a ler e eu a fazer perguntas durante um bocado.
Hoje de manhã à porta da escola desejei boa sorte no teste.
Resposta dele: "mas eu hoje tenho teste??"
Fiquei espantada mas contente por ele não saber. Pois se estivemos a estudar ontem deveria saber que tem teste, mas gosto que não dê demasiada importância.
Vim confirmar o calendário dos testes.
Hoje é o de matemática.
I rest my case.
*disclaimer: esta descontração tem por base o facto de ambos terem muito boas notas e andarem felizes com isso, nós não valorizamos as notas em demasia, mas claro que se não fosse assim teríamos de andar mais em cima. Ou se calhar é melhor não....
terça-feira, 30 de janeiro de 2018
Aquele momento para lá de espetacular
É raro mesmo raro, mas de vez em quando acontece.
Cenas fixes
A surpresa, os gritinhos, os saltos que dá na sua cama agarrada às grades, o abraço sentido quando eles se aproximam.
Toda ela é sorriso, dos cabelos à ponta do pé. Não há resmunguice matinal que lhe resista.
(já aqui disse que foi a melhor ideia de sempre termos tido este bebé? Foi mesmo.)
segunda-feira, 29 de janeiro de 2018
sexta-feira, 26 de janeiro de 2018
Defeito profissional (ao contrário)
quinta-feira, 25 de janeiro de 2018
A melhor do mundo fez 1 ano
É assustadoramente igual a mim na sua idade.
Só se pôs de pé há muito pouco tempo.
Fala e diz muita coisa, imita sons na perfeição e diz já claramente cão (1ª palavra), mãe e pai.
Exprime-se muito bem, conseguimos perceber perfeitamente o que quer.
Sabe onde está o pé e a mão.
Adora animais.
Põe tudo na boca.
Adora interruptores, adora rasgar guardanapos de papel, e tirar e por coisas de dentro de caixas.
Come tudo sem pestanejar. Se estivermos a comer fruta pede insistentemente um bocado (pede tudo, nós é que só lhe damos quando é fruta!)
Adora tomar banho.
Adora os manos e vibra com a sua chegada.
Continua a custar a adormecer, e vai passando diversas fases, ora adormece ao colo, ora deitada connosco, mas na cama dela só durante o dia, de noite nunca.
Dorme uma grande parte da noite na nossa cama.
É um bebé previsível, e só mesmo sendo a 3ª é que nos apercebemos disso e damos valor - desde que nasceu que há coisas em que permanece igual (caso do ponto anterior e do seguinte também), e conseguimos perfeitamente prever quando é que vai haver choro ou birra.
Detesta barulhos fortes - batedeira, secador de cabelo, varinha mágica.
Faz diferença entre quem conhece e quem não conhece, mas não é estranhona, e numa festa anda de colo em colo com pessoas que nunca viu na vida, sem problema nenhum.
Não veio mudar nada na nossa vida, não é a primeira em coisa nenhuma, mas ao mesmo tempo mudou tudo - veio baralhar e dar de novo a nossa vida "certinha" de família de 4.
Continua o melhor bebé do mundo e eu só posso agradecer a sorte de ser sua mãe, e bem dizer o dia em que nos lembrámos que se calhar podíamos tentar ir ao 3º - melhor ideia de sempre!
quinta-feira, 18 de janeiro de 2018
Coisas que nos ajudam cá em casa
Já não precisam de ser os adultos ir buscar e arrumar os casacos.
Uma coisa tão simples, e a diferença que faz no nosso dia a dia.
quarta-feira, 17 de janeiro de 2018
Mega desafio
Essa mesma, que deixei de acompanhar no 7º ano, corria o ano de 1991 ou coisa parecida.
E pois que hoje foi o dia de, pela primeira vez em toda a minha vida, receber um elogio de um professor de matemática!
Ele há coisas...
Orgulho de mãe
"Oh mãe, o D. Carlos morreu 70 anos antes de tu nasceres - em 1908, e tu nasceste em 1978! Já viste, só 70 anos antes e o D. Carlos ainda era vivo!"
E isto deixa-me cheia de orgulho a tantos níveis, que nem vos ocorre.
Que ele escolha histórias de reis para eu lhes contar.
Que ele saiba fazer contas assim do nada.
Que ele sinta uma coisa que normalmente só quando crescemos e gostamos muito de História nos apercebemos: 70 anos no decorrer da História parece muito, mas não é nada.
Em 70 anos tanta coisa muda, mas passa num piscar de olhos.
terça-feira, 16 de janeiro de 2018
Em actualização
Depois de nos meses de licença ter adicionado uma data de contas ao meu Instagram - ele eram coisas de bebés, marcas fofinhas, marcas de roupa gira para mim, mães artesãs, mães com muita pinta, blogs da moda, blogs que toda a gente lê - porque digamos que com tantas horas de amamentação tinha tempo para me manter a par - em 2018 fiz uma limpeza geral, que chegou até a este blog e tudo.
Não há paciência, não há tempo, já não se aguenta.
Não há paciência para as bloggers sempre a impingir marcas, não há paciência para fotos de miúdos que não conheço de lado nenhum, não há paciência para ver catálogos de marcas de roupa que nunca vou comprar. E salvo raras excepções, as contas mais inspiradoras rapidamente deixam de me inspirar.
Fiquei com as pessoas que admiro mesmo muito, ou que são minhas amigas de verdade.
O resto, foi à vida.
domingo, 14 de janeiro de 2018
A minha agenda
Sim, eu sei que por estes dias tudo quanto é blogger anda a mostrar as suas agendas giríssimas, cada uma apetece mais que a outra, é verdade, mas é ainda mais verdade que a agenda do telemóvel é agora a minha preferida.
Se calhar alguns de vós já nem usam há muito tempo, mas provavelmente poucos de vós a usariam tanto como eu até ao ano passado: tenho os dias todos diferentes, trabalho em 5 ou mais sítios diferentes com horários diferentes, sem agenda não consigo viver!
Mas dá muito jeito ter avisos no telemóvel e ter as duas agendas sempre sincronizadas é uma perda de tempo.
Simplificar também é abrir mão de coisas de que até gostávamos muito, mas afinal vivemos perfeitamente sem elas.
quinta-feira, 11 de janeiro de 2018
Ainda sobre "cada vez menos"
E basicamente, não só a rubrica, mas toda a plataforma tem tudo a ver com o caminho que tenho vindo a tentar percorrer.
Cada vez menos coisas, cada vez maior consciência, cada vez menos pressas, cada vez mais tempo com quem gostamos, fazer menos para fazer melhor. Menos pressa para ir para a praia àquela hora, menos pressa para "aproveitar" o que quer que seja (que está sol, que não chove, que o filme ainda está em cena), menos pressa para tentar fazer tudo e andar sempre a correr (ir à festa de anos, lanchar com os amigos, jantar de família e ainda ir àquela exposição) - no fundo desacelerar o ritmo onde e quando possível.
Com a subscrição da newsletter recebemos um guia prático para destralhar a nossa casa - só falta mesmo colocar o guia em prática (virem cá fazer isso é que era, mas pronto).
Depois de um verão que me pareceu infindável por ter decorrido a viver devagar, sem demasiados programas, e de uma rentré que entrou com tudo e nos obrigou a reorganizar as rotinas à bruta, foi bom encontrar um espaço com o mesmo comprimento de onda.
E não fiquem com a ideia idílica de que as autoras vivem devagar, elas mesmas admitem que andam muitas vezes a mil e com prazos apertados mas no meio da loucura tentam encontrar o equilíbrio possível (o que para mim é ainda mais inspirador).
O ponto de chegada não é o mais importante, o que importa é o processo.
quarta-feira, 10 de janeiro de 2018
O que vemos por aqui
(é como quem diz, o Tê vê e eu dou uma espreitadela enquanto faço outras coisas)