sábado, 28 de maio de 2016

Ainda sobre o post anterior

E a escolha da boneca. Fomos trocar um presente que recebeu nos anos.
Esteve 3 dias a dizer que ia comprar uma Monster High, que são as bonecas mais parvas, monstruosas e feias que há na secção dos brinquedos. Não há piores, a sério.
Menos mal que lá a consegui convencer e acabou por trazer (outra) Anna do Frozen, mas até quando meus amigos, até quando até eu ter a casa cheia de zombies fashion, hã?

E vou-me calar com isto, Se não ainda alguém se lembra de fazer bonecos da série-ódio de estimação WD!
(vómito)

Bons exemplos

Percebes que estás a dar um bom exemplo quando na hora de escolher uma boneca a tua filha opta pela Barbie Ginasta, porque faz ginástica como a mãe!!!

(que amor!)

(mas acabou por trazer a Anna do Frozen, atenção...)

Aquele momento

...em que vais na rua com os dois e vês um ajuntamento de gente bem vestida, e um carro com balões e fitas de casamento. Ficas à espera para ver a noiva. A mais nova no excitex!
Quando aparecem os noivos... Eram dois homens.
Apesar de não haver vestido, ela não ficou decepcionada. Ele teve mais curiosidade e fez algumas perguntas.
No geral, ambos acharam normal.

E é para isto que se mudam as leis, para que as novas gerações mudem as mentalidades também.

(e estavam todos tão felizes!)

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Ferramenta criativa

O Pinterest.
Não há como ele.
Mas a verdade é que por vezes se põe a inventar e dá muitos tiros ao lado...
Não sei lá o que foi que eu pesquisei, mas ultimamente tem aparecido toda uma panóplia de receitas feitas "no liquidificador" (vindas do país-irmão, está visto...).
Ele é bolos de liquidificador, queques de liquidificador, quiches variadas de liquidificador, até pizza de liquidificador!
Credo!!! Que obsessão!!!
E eu nem uso liquidificador!!!

terça-feira, 24 de maio de 2016

Leite sem lactose

Eis a definição da minha mais nova, para o leite sem lactose:
"É um leite normal, mas depois eles pões um remédio para não darmos puns."

Eu não diria melhor.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

És mãe...

... E estás cansada quando em conversa com amigos relembras o desenho animado do Marco,  e já não tens pena do miúdo. Tens pena é da mãe.
Porque tinha uma vida difícil e teve de emigrar?
Não.
Porque estava descansada da vida na Argentina, a trabalhar mas sem miúdos a cargo, e pois que o filho a persegue e vai ter com ela. E acabou a boa vida, toca a ter de lavar roupa e fazer jantar e assoar narizes. Ao puto e ao macaco.
Ninguém merece, pá!

A festa dos anos, como o Natal...

... é quando o homem quiser, e pois que 1 mês depois dos 5 anos da mais nova, lá nos decidimos a fazer-lhe uma festinha cá em casa.
Verdade seja dita que desde Outubro que a rapariga falava nisso, e na altura até fez uma lista que se manteve guardada até agora, já na altura bastante completa com as amigas que acabara de conhecer, e que se mantiveram fielmente na lista de convidados até agora.
Correu tudo pelo melhor, tivemos casa cheia. Além dos amigos novos vieram também os da escola antiga, que são um grupo muito giro, com pais porreiros que se dão bastante bem entre si.
Não houve confusão de maior (os brinquedos tinham sofrido uma razia na semana anterior, e tudo o que era supérfluo foi fora), nem gelatina ou batatas fritas debaixo das almofadas. Brincaram com os bebés, com as Barbies e os Pin y Pons, os rapazes fizeram Legos ou jogaram à bola na varanda.
Foi bom ver a relação que ainda mantém com os amigos mais antigos, e foi muito bom perceber a relação com as novas amigas da escola. De há uns tempos para cá tenho percebido que há ali meninas com personalidades muito fortes, que nem sempre estariam a influenciar a minha miúda da melhor forma - até cheguei a falar com a educadora sobre isso. Bastou uma tarde de festa para perceber como funciona a dinâmica, e perceber que não tenho com o que me preocupar. Também é bom ficar a conhecer os pais, saber quem é quem num grupo de crianças que irão ser da mesma turma pelo menos até aos 9 anos de idade.
Não tive muito trabalho, bastaram duas ou três guloseimas, pãezinhos com queijo e fiambre e um bolo de chocolate feito com amor e carinho, e temos uma filha feliz com a sua primeira festa de anos sem ser só em família.
A repetir, sem dúvida.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Shame on her

A fada dos dentes esta noite não apareceu.
A parva.

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Aquele estranho momento...

... em que vais buscar a tua filha a uma festa, e a mãe da aniversariante te apresenta à sua melhor amiga, que é uma figura pública.

Convém explicar que me dou bastante bem com esta mãe, daquelas com quem fico à conversa horas e horas de cada vez que nos encontramos. E já tinha ouvido falar desta melhor amiga várias vezes, só não sabia de quem se tratava.
 

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Mundo cão

Ontem no pequeno jardim aqui mesmo ao pé de casa estavam nada mais nada menos do que 8 pessoas a passear os seus cães, das quais apenas 1 era uma rapariga.
Quase que aconselhava as moças solteiras a arranjarem um cão para passear.
Casados e solteiros, entre os 18 e os 70 anos, em menos de 10 minutos ali se juntaram homens para todos os gostos. E cães também.

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Japonesices

Pela 1ª vez comi sushi e não desgostei.

(já tinha provado noutras ocasiões e nunca me disse nada, mas desta vez até fiquei com vontade de repetir)

2016 quase a meio e eu só agora chego ao séc. XXI...


terça-feira, 10 de maio de 2016

Pensamento positivo

Estou a fazer a mudança de roupa da estação.
Agora só falta mudar a estação mesmo.

Continuamos à espera.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

A vida continua

E quer queiramos quer não, o mundo continua a girar, aconteça(-nos) o que acontecer.
Mas de repente dou de caras com uma fotografia que não vejo há muito, ou recordo um episódio engraçado, ou uma reportagem qualquer sobre pessoas a fazer tratamento do cancro, e páro e penso: Aconteceu mesmo? É mesmo verdade que passamos todos por aquilo tudo?

Era mesmo este o fim que lhe estava destinado?

Ou foi só um pesadelo?

Isto de ser freelancer II

Também é estar a trabalhar num sábado de sol e ter uma folga inesperada a uma 2ª feira de chuva.

sexta-feira, 6 de maio de 2016

A nova moda dos fatos de banho

Quem é adepta do bikini provavelmente não sabe o que é o tormento de comprar um fato de banho.
Cada marca comercializa apenas um ou dois modelos, desses dois temos de ver se são adequados ao tipo de corpo (peito grande, barriga grande, costas largas) e minimamente se gostamos do padrão. Depois é ver se existe o nosso tamanho - o meu anda ali pelo L, ou seja, são 7 cães a 1 osso - porque quem usa S normalmente opta pelo bikini. Já para não falar do preço... enfim, toda uma odisseia.
De há uns tempos para cá começou-se a ver mais gente na praia de fato de banho - até em miúdas novas, coisa que há uns anos era impensável.
E surgiram os trikinis. E os fatos de banho que são quase trikinis.
E pronto, as marcas decidem inovar e começar a inventar. Os fatos de banho já não são só para quem não tem o corpo perfeito, pelo que começam a surgir rasgões inesperados, decotes até ao umbigo, buracos na zona da barriga. E com toda a dificuldade que já havia em comprar um simples fato de banho - minimamente giro, nem muito tapado nem muito decotado, com um padrão que não me faça parecer uma senhora de 70 anos - junta-se agora a de perceber se o raio do fato-de-banho sofreu com a nova moda dos recortes, que mais parece que foram atacados por um animal selvagem...
Senhores do mundo da moda, há lugar para todos! Podem fazer os novos modelos fashion, mas não deixem de fazer os fatos de banho de sempre, porque as consumidoras fiéis - as que usam fato de banho independentemente da moda - são as que vão estar aqui, a usar o elegante fato de banho completo, quando toda a gente voltar a usar bikini como dantes.
Não nos ignorem, e tratem-nos bem faz favor.







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Isto de ser freelancer

É ver conferências interessantíssimas em imensos dias em que já temos trabalho (semana ou fim-de-semana), ou no único sábado disponível em meses.
Raios, pá.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Melhores filhos de sempre*

Ao jantar, diz a mais nova para mim, guia em diversos palácios e adepta de idas a museus em família:
"Mãe, sabes que eu queria ir outra vez àquele palácio... Aquele que estava a senhora à procura dos príncipes, que tinham fugido para o telhado..." (visita com animação que fizemos nas férias do Natal ao Palácio da Ajuda, disse isto vindo do nada, nunca mais tínhamos falado no assunto)

Diz o mais velho para o pai, viciado em futebol desde sempre, e com memória fotográfica para todo o tipo de jogos que vê:
"Oh pai, diz lá qual foi o melhor golo de sempre que tu já viste!"

Não fosse o resto e eu diria que estes são os filhos mais fixes de sempre!

quarta-feira, 4 de maio de 2016

O caso do Nemo

 
E porque uma viagem sem aventuras não é uma viagem, e porque pode haver boas almas que estejam prestes a ir à Disney com crianças pequenas, aqui fica a nossa experiência com o Nemo.
Desde o princípio que estava na nossa lista de prioridades.
A nossa ideia é de que seria uma viagem ao fundo do mar, embalados por pequenas tartarugas.
Os vídeos e imagens que vimos eram nessa onda, e depois, é o Nemo, que é um desenho animado fofinho.
Estava a chover, e por isso nem nos importámos com a fila. Enquanto esperámos os miúdos entretiveram-se com um jogo disponibilizado no site deles, de uma tartaruga a apanhar estrelinhas.
Tudo muito querido fofinho.
Antes mesmo de entrar, uma senhora que tinha acabado de sair olhou para eles e disse "C'est pas bon!" e nós ficámos sem perceber. Pois se a altura mínima eram 1,07m, se eles advertiam que as crianças com menos de 7 têm de ir acompanhadas, era óbvio que a diversão era adequada às nossas crianças.
Deixem que quebre aqui o suspense, para quem nunca lá foi: aquilo é uma montanha russa! Sem tirar nem pôr.
Começa com uma viagem fofinha, mas rapidamente se transforma numa amálgama de subidas e descidas, voltas e mais voltas, ao nível da Space Mountain (só sem o looping).
Agora devem imaginar a nossa cara...
Eu ia de costas com o mais velho, ainda soltei uns Uhuuuu! nas primeiras voltas, mas claro, rapidamente perdi o pio. O meu filho, sempre tão pronto a verbalizar as suas emoções, estava furioso e cheio de medo também - desatou aos gritos que queria sair e não queria mais (e eu de olhos fechados só lhe gritava que não havia nada a fazer, que fechasse os olhos também e se deixasse ir...). A mais nova ia de frente com o pai e acabou a choramingar. Os meus sogros, que nunca tinham andado numa montanha russa, foram literalmente apanhados na curva...
No final, antes de nos podermos por a andar dali para fora, acendem-se as luzes porque houve um problema técnico, pelo que fomos mesmo os últimos a andar...
No fim, eu só tinha vontade de rir. Logo eu, a maior mariquinhas das montanhas russas, a meter os meus filhos numa situação destas!
Resultado, dali para a frente o mais velho ficou com medo das descidas (e obrigou-me a perguntar em todas as atrações se havia descidas) e a mais nova ficou com medo do escuro (só andou em coisas ao ar livre).
Na minha opinião o limite de 1,07 é inadequado, e esta montanha russa não deveria ser para menores de 10 anos.
Foi muito giro, e sobrevivemos com uma história para contar, mas lá que foi um momento para lá de insólito, lá isso foi...

Rescaldo da viagem à Disney

Já parece que foi há imenso tempo, mas aqui fica o rescaldo da viagem do ano, a primeira com a criançada e em família.
Confesso que o destino não estaria nas minhas escolhas se não fosse pela família... Nunca tive curiosidade de ir à Disney, nem nunca me tinha passado pela cabeça, mas de facto eles estavam já com idade para apreciar a  viagem e as 1001 atrações.
E sim, foram na idade perfeita - 5 e 6 anos. Acho que a partir desta idade já percebem, apreciam, dão valor e vão lembrar-se de alguma coisa com certeza.
Mais tarde voltaremos para fazer o que ficou a faltar, na certeza de que a magia que sentiram desta vez não se voltará a repetir.
Apesar do meu cepticismo, a verdade é que me diverti bastante, mesmo nas coisas mais simples.
E apesar do pânico andei numa montanha russa (aliás, em duas, mas isso é matéria para outro post).

Daqui a uns anos lá estaremos.