Aquele momento em que já nem te apercebes quem está ou não está na cama. De repente estás a sonhar e dás um pontapé numa coisa, sem perceber o que é.
A coisa cai da cama abaixo, bate com a cabeça na mesa de cabeceira, e chora perdidamente.
E tu, mesmo sem saber bem o que aconteceu, só pensas "será que é desta que ela deixa de vir cá parar a meio da noite??"
Mas não.
quarta-feira, 16 de julho de 2014
Liberté, égalité, fraternité
Mãe licenciada em História da Arte, e filho que adora ouvir histórias verdadeiras.
No dia 14 de Julho, contei-lhe a história da Revolução Francesa. De como o rei era tão, mas tão rico, e o povo (o polvo? não, o povo) era tão pobre, pobre, pobre que um dia decidiu que não aguentava mais e invadiu o palácio e matou o rei e a rainha!
Resposta-pergunta dele:
"E depois, mãe? O povo é que ficou Rei?"
(Ver estas cabeças a funcionar é para lá de delicioso!)
No dia 14 de Julho, contei-lhe a história da Revolução Francesa. De como o rei era tão, mas tão rico, e o povo (o polvo? não, o povo) era tão pobre, pobre, pobre que um dia decidiu que não aguentava mais e invadiu o palácio e matou o rei e a rainha!
Resposta-pergunta dele:
"E depois, mãe? O povo é que ficou Rei?"
(Ver estas cabeças a funcionar é para lá de delicioso!)
terça-feira, 15 de julho de 2014
O engate
Almoço numa esplanada de uma escola artística em Lisboa.
Ao meu lado um rapaz e uma rapariga em plena fase de engate.
Ele, feioso e gabarolas, de t-shirt de alças e barbicha mal amanhada, dizia umas piadolas secas e metia os pés pelas mãos de vez em quando.
Ela, mais caladinha e discreta, não percebi se estava a ir na conversa dele ou nem por isso.
Passado um bocado, entraram.
Quando fui pagar ele estava sentado ao piano, a tocar maravilhosamente.
Ela completamente a seus pés.
Nailed it.
Ao meu lado um rapaz e uma rapariga em plena fase de engate.
Ele, feioso e gabarolas, de t-shirt de alças e barbicha mal amanhada, dizia umas piadolas secas e metia os pés pelas mãos de vez em quando.
Ela, mais caladinha e discreta, não percebi se estava a ir na conversa dele ou nem por isso.
Passado um bocado, entraram.
Quando fui pagar ele estava sentado ao piano, a tocar maravilhosamente.
Ela completamente a seus pés.
Nailed it.
domingo, 13 de julho de 2014
sábado, 12 de julho de 2014
2 casamentos e 1 baptizado
... em menos de 1 mês, e o resultado é estarem os dois a brincar no quarto e a cantarolar:
"Hossana, hossana, hossana nas alturas..."
"Hossana, hossana, hossana nas alturas..."
Ainda a passarada
... que anda aqui a sobrevoar.
O resultado é que esta semana tenho não uma, mas duas entrevistas de emprego.
Duas entrevistas em menos de 24 horas é inédito.
(e o que eu aguardei que me chamassem, senhores)
Começar dois empregos na mesma semana é que já não é inédito.
Aconteceu-me na Holanda.
Comecei um trabalho em Rotterdam na 2ª feira, e na 3ª ligaram-me a dizer que uma empresa a que eu tinha ido à entrevista me aceitava. Vim embora na 3ª, na 4ª fiz anos (28), e na 5ª apresentei-me em Hoofddorp para começar na empresa onde estou até hoje. True story.
Portanto, esta semana toca a torcer aqui por esta vossa bloguista, que se tudo for pelo melhor este blog vai ser ainda mais interessante.
Aguardemos.
O resultado é que esta semana tenho não uma, mas duas entrevistas de emprego.
Duas entrevistas em menos de 24 horas é inédito.
(e o que eu aguardei que me chamassem, senhores)
Começar dois empregos na mesma semana é que já não é inédito.
Aconteceu-me na Holanda.
Comecei um trabalho em Rotterdam na 2ª feira, e na 3ª ligaram-me a dizer que uma empresa a que eu tinha ido à entrevista me aceitava. Vim embora na 3ª, na 4ª fiz anos (28), e na 5ª apresentei-me em Hoofddorp para começar na empresa onde estou até hoje. True story.
Portanto, esta semana toca a torcer aqui por esta vossa bloguista, que se tudo for pelo melhor este blog vai ser ainda mais interessante.
Aguardemos.
terça-feira, 8 de julho de 2014
A esperança é a última a morrer*
Pelo que se o meu marido diz que vai deixar de fumar, eu acredito e confio que sim.
Mesmo que ele tenha comprado um saco de 25 saquetas de filtros numa papelaria em liquidação total.
Cada saqueta tem à volta de 150 filtros.
Mas ele diz que vai deixar de fumar, e eu, pronto, acredito.
E aguardo, pacientemente.
*porque com certeza não fuma, claro.
Mesmo que ele tenha comprado um saco de 25 saquetas de filtros numa papelaria em liquidação total.
Cada saqueta tem à volta de 150 filtros.
Mas ele diz que vai deixar de fumar, e eu, pronto, acredito.
E aguardo, pacientemente.
*porque com certeza não fuma, claro.
Fingers crossed II
Um dos pássaros já o mandei ao ar a ver se ele volta.
Já não está nas minhas mãos. Agora é esperar a resposta.
Isto é quase a saca-rolhas, mas eu chego lá. E ainda este ano.
(que é para salvar a honra do convento de 2014 e concretizar a minha profecia de que este ano vai ser em grande!)
Já não está nas minhas mãos. Agora é esperar a resposta.
Isto é quase a saca-rolhas, mas eu chego lá. E ainda este ano.
(que é para salvar a honra do convento de 2014 e concretizar a minha profecia de que este ano vai ser em grande!)
segunda-feira, 7 de julho de 2014
Quase equivalente a ser vegetariano em 1995
No serviço educativo do museu onde faço voluntariado, uma rapariga que se ia embora resolveu comprar um bolo na cafetaria, para festejar o seu último dia.
Era um cheesecake com molho de frutos vermelhos, uma especialidade da casa, dizem que o melhor cheesecake de Lisboa e arredores.
E eu vivi aquele momento em que, com toda a gente em roda de prato e colher na mão, recuso uma fatia do famoso bolo, e sinto toda a gente a olhar para mim de soslaio. E quando explico que não como açucar habitualmente, senti-me o próprio do bicho raro na montra do zoo...
Não me alonguei em explicações exactamente porque estava toda a gente a enfardar bolo como se não houvesse amanhã, mas foi a primeira vez que senti na pele a estranheza no olhar dos outros de ser "aquela que não come açucar".
Era um cheesecake com molho de frutos vermelhos, uma especialidade da casa, dizem que o melhor cheesecake de Lisboa e arredores.
E eu vivi aquele momento em que, com toda a gente em roda de prato e colher na mão, recuso uma fatia do famoso bolo, e sinto toda a gente a olhar para mim de soslaio. E quando explico que não como açucar habitualmente, senti-me o próprio do bicho raro na montra do zoo...
Não me alonguei em explicações exactamente porque estava toda a gente a enfardar bolo como se não houvesse amanhã, mas foi a primeira vez que senti na pele a estranheza no olhar dos outros de ser "aquela que não come açucar".
quinta-feira, 3 de julho de 2014
Blogs na tv
Sendo eu uma blogger de sucesso desde 2007, pois que resolvi experimentar ver o programa "A Minha Vida dava um Blog".
Digo experimentar porque não consegui ver mais do que os primeiros minutos.
Que falta de interesse senhores. Só se for para angariar novos leitores que estejam alheios ao que se passa na blogoesfera porque para quem anda por aqui não houve nada de nada de novo.
Que falta de interesse, senhores.
Digo experimentar porque não consegui ver mais do que os primeiros minutos.
Que falta de interesse senhores. Só se for para angariar novos leitores que estejam alheios ao que se passa na blogoesfera porque para quem anda por aqui não houve nada de nada de novo.
Que falta de interesse, senhores.
Fingers crossed
Eu sei que mais vale um pássaro na mão que dois a voar, mas eu ando aqui com dois pássaros a voar (talvez três) e caraças se pelo menos um deles não me vem parar às mãos.
Podem vir os dois (ou três), que até se complementam bastante bem e eu chego para todos.
Podem vir os dois (ou três), que até se complementam bastante bem e eu chego para todos.
quarta-feira, 2 de julho de 2014
Quase adultos uma ova
Já tenho uma colega de trabalho nascida nos anos 90.
Sim, já tive outros colegas bem novinhos, até mais novos do que esta quando entraram na empresa, mas tinham todos nascido nos 80's...
Sim, já tive outros colegas bem novinhos, até mais novos do que esta quando entraram na empresa, mas tinham todos nascido nos 80's...
Aquele momento...
... em que vais ver um filme de adolescentes e já não te identificas com a adolescente, mas sim com a sua mãe.
terça-feira, 1 de julho de 2014
Dizer bem
Já aqui disse muito bem do SNS, que continuo a defender com unhas e dentes, mas hoje permitam-me dizer bem de um pormenor do grupo CUF.
Podia dizer bem de 1001 coisas, pois graças ao seguro de saúde temos várias consultas lá (oftalmologista, clínica geral, o Tê tirou lá o apêndice, para dar uns exemplos), mas o pormenor que faz toda a diferença a uma pessoa como eu é que mandam uma sms a lembrar que temos consulta - na véspera e no próprio dia.
Excelente.
Amanhã tenho consulta no alergologista, e garanto-vos que se não fosse o lembrete eu não ia aparecer.
Podia dizer bem de 1001 coisas, pois graças ao seguro de saúde temos várias consultas lá (oftalmologista, clínica geral, o Tê tirou lá o apêndice, para dar uns exemplos), mas o pormenor que faz toda a diferença a uma pessoa como eu é que mandam uma sms a lembrar que temos consulta - na véspera e no próprio dia.
Excelente.
Amanhã tenho consulta no alergologista, e garanto-vos que se não fosse o lembrete eu não ia aparecer.
segunda-feira, 30 de junho de 2014
Ainda o Mundial
Este ano, pela primeira vez em muitos anos, não vi nenhum jogo da selecção no Mundial.
Pura e simplesmente não me apeteceu, não achei que valesse a pena.
Sempre tinha ouvido que o país parava para ver os jogos da selecção, mas deixem-me que vos diga que tal não é verdade.
Fiz várias coisas durante os jogos achando que estariam às moscas... e nada.
Salas de espera do médico à pinha, filas no supermercado, trânsito na estrada.
E ninguém muito preocupado com isso.
Pura e simplesmente não me apeteceu, não achei que valesse a pena.
Sempre tinha ouvido que o país parava para ver os jogos da selecção, mas deixem-me que vos diga que tal não é verdade.
Fiz várias coisas durante os jogos achando que estariam às moscas... e nada.
Salas de espera do médico à pinha, filas no supermercado, trânsito na estrada.
E ninguém muito preocupado com isso.
terça-feira, 24 de junho de 2014
Eu no "A culpa (não) é sempre da mãe"
Pois, caros leitores, quem me segue há algum tempo sabe que uma das coisas que me acompanha desde o dia em que fui mãe pela 1ª vez (talvez antes, mesmo) é a culpa.
Toda a gente me falou das fraldas e das noites sem dormir, e das birras e da falta de tempo.
Ninguém me avisou da culpa.
E eu acho que tem sido das coisas com que mais me tem custado lidar.
Não sei se se lembram deste meu episódio, que é, até hoje, o meu post mais lido de todos.
Na altura o episódio virou entrevista pela mão da jornalista Sónia Morais Santos, e tive a oportunidade de contar a todo o país a história de como a minha obstinação fez com que o meu sonho caísse por terra (que é uma maneira bonita de dizer que andei a falar das minhas maminhas a todo o Portugal, mas pronto). Na altura a entrevista foi sob o ponto de vista do excesso de informação a que estamos sujeitos enquanto pais, e de como isso às vezes traz resultados desastrosos.
No entanto, a culpa que sinto em relação ao episódio - por minha culpa o meu filho não mamou até mais tarde, não tenham dúvidas disso - não passou despercebida e quando a Sónia resolveu escrever um livro sobre o tema voltou a contactar-me para poder incluir a minha história.
E é assim, meus amigos, que na página 66 têm a minha contribuição (pequenina) no pequeno-grande livro "A culpa (não) é sempre da mãe".
Se ainda não o leram não deixem de o fazer .
Lê-se num fôlego, e está tão, mas tão bem escrito.
Partindo da sua própria culpa de mãe, a Sónia vai dando exemplos de outras mães, como nós, que carregam a culpa nos ombros. E alterna os testemunhos mais leves (onde se inclui o meu), com outros de cortar a respiração. Isto de ser mãe tem mesmo muito que se lhe diga.
Eu só vos digo que ri, chorei e chorei a rir com o livro. Foi uma montanha russa de emoções.
E não consigo por em palavras o profundo orgulho que sinto por ver a minha pequenina história ao lado do testemunho de grandes mulheres, que viveram histórias incríveis mas souberam lidar com a culpa e ser mães excepcionais.
Que orgulho, senhores, que orgulho!
Um blog e uma revista até podem ser passageiros, mas um livro? Caramba, um livro fica para sempre!
Obrigada, Sónia. Um obrigada do tamanho da minha culpa :)
Toda a gente me falou das fraldas e das noites sem dormir, e das birras e da falta de tempo.
Ninguém me avisou da culpa.
E eu acho que tem sido das coisas com que mais me tem custado lidar.
Não sei se se lembram deste meu episódio, que é, até hoje, o meu post mais lido de todos.
Na altura o episódio virou entrevista pela mão da jornalista Sónia Morais Santos, e tive a oportunidade de contar a todo o país a história de como a minha obstinação fez com que o meu sonho caísse por terra (que é uma maneira bonita de dizer que andei a falar das minhas maminhas a todo o Portugal, mas pronto). Na altura a entrevista foi sob o ponto de vista do excesso de informação a que estamos sujeitos enquanto pais, e de como isso às vezes traz resultados desastrosos.
No entanto, a culpa que sinto em relação ao episódio - por minha culpa o meu filho não mamou até mais tarde, não tenham dúvidas disso - não passou despercebida e quando a Sónia resolveu escrever um livro sobre o tema voltou a contactar-me para poder incluir a minha história.
E é assim, meus amigos, que na página 66 têm a minha contribuição (pequenina) no pequeno-grande livro "A culpa (não) é sempre da mãe".
Se ainda não o leram não deixem de o fazer .
Lê-se num fôlego, e está tão, mas tão bem escrito.
Partindo da sua própria culpa de mãe, a Sónia vai dando exemplos de outras mães, como nós, que carregam a culpa nos ombros. E alterna os testemunhos mais leves (onde se inclui o meu), com outros de cortar a respiração. Isto de ser mãe tem mesmo muito que se lhe diga.
Eu só vos digo que ri, chorei e chorei a rir com o livro. Foi uma montanha russa de emoções.
E não consigo por em palavras o profundo orgulho que sinto por ver a minha pequenina história ao lado do testemunho de grandes mulheres, que viveram histórias incríveis mas souberam lidar com a culpa e ser mães excepcionais.
Que orgulho, senhores, que orgulho!
Um blog e uma revista até podem ser passageiros, mas um livro? Caramba, um livro fica para sempre!
Obrigada, Sónia. Um obrigada do tamanho da minha culpa :)
A ilusão da imagem
Mais uma vez esta coisa da imagem partilhada no FB, que é coisa que tem tanto que se lhe diga.
Uma ex-colega do colégio, que não vejo há 20 anos, praí.
Tal como eu, tem filhos com 1 ano e meio de diferença, tendo o mais novo agora 6 meses.
As fotos do 2º aniversário da filha mais velha parecem saídas de uma revista.
Ela linda. A festa impecável. Tudo a condizer, os meninos vestidos à altura do acontecimento. Ela, repito, linda, magra, bem penteada e maquilhada, com ar de ter tudo no lugar.
Eu, que já estive na situação (de ter filhos com estas idades) sei como me senti, e como estava eu nessa fase. Linda (como o sol), descabelada e gorda. (Mas muito feliz, atenção.)
Não partilhei fotos dos 2 anos do meu mais velho, porque não faz o meu estilo, mas eis o que iriam ver: eu gorda e esbaforida, a tentar adormecer a mais nova (que, guess what, não adormeceu até que todos saíssem de casa), a mais nova de pijama (porque ia dormir, lá está), o mais velho vestido impecavelmente mas de capacete do Noddy, o melhor bolo de chocolate do mundo (o verdadeiro, feito pela minha irmã) meio desfeito, com bonecos do Noddy espetados, todos os convidados com rosetas e suados porque a minha casa fica muito quente quando está muita gente, e a família, graçasaosdeuses, é grande.
E eu a sentir como se tudo me escapasse, a tentar ter controlo nas coisas, e a fingir que consigo ser tudo - mãe e anfitriã de festas - e sem conseguir fazer coisa nenhuma.
Será que ela também se sente assim?
Será que as fotos são no fundo, uma ilusão?
Será que eu se tivesses fotos assim, sem suor na testa nem pneu a sair das calças, nem miúdos despenteados, também as partilharia?
Fica a questão...
Uma ex-colega do colégio, que não vejo há 20 anos, praí.
Tal como eu, tem filhos com 1 ano e meio de diferença, tendo o mais novo agora 6 meses.
As fotos do 2º aniversário da filha mais velha parecem saídas de uma revista.
Ela linda. A festa impecável. Tudo a condizer, os meninos vestidos à altura do acontecimento. Ela, repito, linda, magra, bem penteada e maquilhada, com ar de ter tudo no lugar.
Eu, que já estive na situação (de ter filhos com estas idades) sei como me senti, e como estava eu nessa fase. Linda (como o sol), descabelada e gorda. (Mas muito feliz, atenção.)
Não partilhei fotos dos 2 anos do meu mais velho, porque não faz o meu estilo, mas eis o que iriam ver: eu gorda e esbaforida, a tentar adormecer a mais nova (que, guess what, não adormeceu até que todos saíssem de casa), a mais nova de pijama (porque ia dormir, lá está), o mais velho vestido impecavelmente mas de capacete do Noddy, o melhor bolo de chocolate do mundo (o verdadeiro, feito pela minha irmã) meio desfeito, com bonecos do Noddy espetados, todos os convidados com rosetas e suados porque a minha casa fica muito quente quando está muita gente, e a família, graçasaosdeuses, é grande.
E eu a sentir como se tudo me escapasse, a tentar ter controlo nas coisas, e a fingir que consigo ser tudo - mãe e anfitriã de festas - e sem conseguir fazer coisa nenhuma.
Será que ela também se sente assim?
Será que as fotos são no fundo, uma ilusão?
Será que eu se tivesses fotos assim, sem suor na testa nem pneu a sair das calças, nem miúdos despenteados, também as partilharia?
Fica a questão...
GPS
O meu mais velho, do alto dos seus 4 anos, tem um sentido de orientação muito, mas muito maior do que o meu.
O rapaz não perde o norte, esteja onde estiver.
Já eu, enfim, ou bem que sigo os caminhos de sempre ou então meus amigos, é ver-me a andar em círculos.
"Estamos a andar em círculos" já é, aliás, frase recorrente no carro.
Muitas vezes me perco no caminho, mas claro, acabo sempre por me encontrar. Ele, por enquanto, ainda fica maravilhado, "ena mãe, como fizeste esta magia? Nunca tinha estado nesta rua!"
Tão fofinho, e que jeito me vai dar este GPS daqui a um tempo.
Não dava para vir também com o chip da arrumação?
O rapaz não perde o norte, esteja onde estiver.
Já eu, enfim, ou bem que sigo os caminhos de sempre ou então meus amigos, é ver-me a andar em círculos.
"Estamos a andar em círculos" já é, aliás, frase recorrente no carro.
Muitas vezes me perco no caminho, mas claro, acabo sempre por me encontrar. Ele, por enquanto, ainda fica maravilhado, "ena mãe, como fizeste esta magia? Nunca tinha estado nesta rua!"
Tão fofinho, e que jeito me vai dar este GPS daqui a um tempo.
Não dava para vir também com o chip da arrumação?
segunda-feira, 23 de junho de 2014
Porreiro, pá
Uma pessoa tira 2 dias de férias no início do verão e leva com aviso amarelo em todo o território nacional.
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