terça-feira, 30 de novembro de 2010

Fim-de-semana de mudança

A noite passada veio no seguimento de um fim-de-semana de mudança. Não conheço ninguém que mude de casa tranquilamente... parece que nos tiram o chão, deixamos de ter as coisas básicas nos sítios de sempre, e leva sempre algum tempo até o pó assentar.

6a feira o baby foi dormir a casa de uns avós, e os outros vieram ajudar-nos a empacotar. Os avós Santos fazem uma bela equipa, empacotaram a cozinha toda, trouxeram coisas que podiam vir andando, embrulharam copos, pratos e sei lá mais o que. Foram embora era 1h da manhã. Eu a essa hora já só fazia disparates: fechava caixas com a tesoura lá dentro, contava horas tipo 1,2,3,7,8. Completamente KO.
Enquanto isso, a noite do baby era quase digna de filme. As 3h da manhã vomitou, o meu pai a querer limpar e... faltou a luz! De manhã sujou a fralda de tal maneira que deixou rasto na cama dos avós, na própria avó, na cortina da banheira... um autentico filme!
Sábado lá vieram os meninos da empresa da mudança, pobres coitados até me dava pena ve-los subir e descer os 3 andares vezes sem fim...
De tarde, veio uma equipa de recepção de avós Santos e tios Marinheiro ajudar a montar tudo (e carregar com coisas também). Entre mesas a passar de uma varanda para outra, a armários que destruiram um pouco do estore, à vizinha da frente que veio dar as boas vindas, à mega-estante da sala que eles desmontaram e não estavam a conseguir montar, decorreu tudo dentro da (possível) normalidade. Nessa noite o baby foi dormir a casa dos outros avós, onde também acordou de noite, com febre e tudo, uma chatice.
Domingo foi passado a arrumar caixas. Eu comecei no escritório, depois o quarto do baby (e gostei da sensação de arrumar as coisas num cantinho só dele), depois a cozinha (o que faltava, que muita coisa já estava arrumada pela equipa-maravilha no dia anterior). O Te passou o dia a montar a mega-estante que os senhores não conseguiram montar (confirma, os móveis do Ikea tem de ser montados segundo as instruçoes, passo a passo), a arrumar a sala e a ir à casa velha recolher o que faltava, que era muita coisa. Ainda assim muita coisa ficou feita, e à noite a casa até estava habitavel.

Coisas essenciais que nos faltam: acabar de arrumar as caixas do nosso quarto, acabar a sala (que está bastante atrasada), e muito importante, comprar os acessórios da casa-de-banho (espelho, armários, cenas para pendurar as toalhas), porque temos o básico na bolsa de toilette, e o resto em sacos, sabe-se lá onde...

Ontem o baby ficou por casa para ver se melhora, e para ressacar dos dias anteriores (fim-de-semana a dormir de casa em casa, com febre, dentes a nascer, rabiosque assado, sem comer nada de jeito, os pais à beira de um ataque de nervos a qualquer momento, coitadito, é normal que se ressinta) mas hoje já foi à escola.
Com muitos pormenores a afinar, é uma nova rotina que se instala.
Hoje é, em parte, o primeiro dia do resto das nossas vidas.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Noite épica

Ontem, depois do 1o post na casa nova, estava eu podre no sofá, sem adivinhar a noite que se seguiu.
Foi a 1 a vez que dormimos cá os 3, e foi também a 1a noite do baby no quarto dele - ena, ena, que crescido e independente que ele está!
O Te estava muito preocupado com o assunto, com medo de não o ouvirmos se chorasse (ele não ouvia mesmo com o baby na cama do lado), e ainda perguntou pelos inter-comunicadores, que hão-de estar algures, numa caixa qualquer perdida no meio da casa nova.
A casa nova é fria, pelo que pusemos o radiador no quarto dele, que dorme sempre destapado e não pára quieto nem a dormir. Depois ficámos preocupados porque o dito não era usado desde o ano passado, e se queima um fusível, e se explode, e se, e se...
Deitámo-nos vencidos pelo cansaço. Devemos ter dormido umas 2 horas. Chorou. Tentámos dar biberon na cama dele - não quis. Mais viagem, menos viagem, de pijama pela casa fria, pegamos nele e ala para a nossa cama.
Não queria leite, não queria nada, só colo, e chorava por tudo e por nada. Nós sem candeeiros na mesa-de-cabeceira, a ter de levantar para acender a luz de cada vez que ele abria a goela - o Te às tantas foi abrir a caixa para os tirar porque não dava para aguentar.
Resolvemos dar água, a tampa estava mal posta, entornamos água por ele abaixo, tivemos de o re-vestir a meio da noite.
Para completar o rapaz, que já referi aqui que nunca vem para a nossa cama sem ser só para brincar,m resolveu que o melhor era estar mesmo em cima de mim. Chorava baba e ranho de cada vez que mudava de posição (coisa que acontece de meia em meia hora), e depois esparramava-se em cima de mim, como calhava. Perdi a conta às cabeçadas, pontapés, narizadas, encontroes na barriga que levei. E depois, toca de ficar quieta e calada com ele nessa posição estrambólica, para não o acordar e ter choradeira de novo. No entretanto, o outro, coitadito, em forma de protesto, fartou-se de mexer. Foi giro. Foi uma bela noite.
De manhã, não melhorou. Tentei po-lo na cama dele - berros. Berrou durante todo o meu banho. Tive de me vestir com ele no colo. Giro. Vestir collants de grávida com um baby no colo é fantástico, ajuda imenso.
Fui ligar o computador - primeiro dia de trabalho no escritório novo - e havia um cabo mal ligado. Tive de o ir ligar debaixo da mesa, adivinhem, com ele no colo também!

E pronto, pouco passava das 8h e estava pronta a começar (começar??) um dia de trabalho.
Menos mal que estou em casa senão hoje teria mesmo de abusar da maquilhagem (que está sabe-se lá onde...).

E penso em mim quando escrevi o tal post, no cansaço que sentia, na vontade de me meter na cama e dormir como se não houvesse amanhã, que (pensava eu) não ia aguentar nem o esforço de lavar os dentes... que inocente!

Half way to go II

Mais uma vez posso dizer: este domingo completei as 20 semanas, estando por isso a meio da gravidez.
Se tudo correr como da outra vez estamos a mais de meio e já só faltam 19 semanas, mais coisa menos coisa.

Se por um lado apetece dizer "já??", por outro apetece dizer "ainda?"; é que a brincar a brincar, já me parece que estou grávida há uma eternidade.
Pensar no fim de semana em Monchique (em Agosto) que parece que foi noutra vida, e eu já estava grávida nessa altura...

Mas este baby é muito fofo, e ontem à noite mexeu com tanta força que acho que já deve dar para sentir do lado de fora.
Coitadito, devia estar pior que estragado, que este fim-de-semana (que vale post à parte) e esta noite foi de derrubar qualquer um!

domingo, 28 de novembro de 2010

1º post na casa nova

... como não podia deixar de ser: estou PODRE!

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

3, 2, 1....

Estamos quase a levantar voo desta casa, se bem que olhando para ela agora, dificilmente acredito que está quase.
Ainda falta muita coisa.
Da casa nova, tudo OK.
Com a preciosa ajuda do avo Santos, que tirou um dia de férias para ficar na nossa casa todo o dia, ontem tivemos visita do Sr. Electricista (fichas e interruptores mudados, luzes por baixo dos armários da cozinha instaladas, cabo da tv colocado na calha), do Sr. Empreiteiro (espero que seja a última, desentupiu o cano que provocava a saída de água pelo poliban acima - que, só por acaso, estava cheio de massa de colocar azulejos, imagine-se como foi ali parar - e ajustou o lavatório da outra casa-de-banho), e ainda do Sr. Inspector do Gás (depois do primeiro chumbo, com 1000 alteraçoes a fazer no tubo do esquentador, e até numa gaveta em frente à torneira do gás, passámos com distinção e nota máxima, com zero emissoes de gás pela cozinha dentro).
Agora sim, temos casa pronta!
Por aqui, como já disse 345 vezes, a gravidez e um bebé em casa não ajudam. Por volta das 22h, hora em que numa situação normal estaria com a pica toda para arrumar tudo, estou podre de cansaço, e com muita falta de vontade. Olho para os armários a meio e só me apetece fechar os olhos e acordar com tudo pronto. Já nem temos sítio para por os pés!
O baby, claro, está outra vez com algum dente a aparecer (foi portanto um total de umas 5 noites a dormir bem), e está também a ressentir-se deste stress todo, que o rapaz tem bom feitio e está sempre na boa, mas também não é de pedra. Resultado, hoje, que foi a sua última noite nesta casa que o viu nascer (hoje dorme nos avós), fartou-se de acordar, chorar e sei mais lá o que. Sei que às tantas, eram umas 4h ou 5h da manhã e o Te no mais perfeito desespero pergunta-me onde está o livro do cão (um livro lindo de morrer, com uma cadela grávida e bebés na barriga, que ele adora e costuma ver na cama nestas situaçoes em que acorda e não quer nada) - relembro que temos a casa atulhada de caixas e malas de viagem, e sacos pelo chão, sabia lá eu àquela hora onde estava esse livro especificamente!!! Enfim, lá o encontrou, mas não resolveu, acabando por vir dormir para a nossa cama. Isto dito assim não parece nada de especial, mas quem o conhece sabe que ele nunca, mas nunca, vem dormir na nossa cama - a última vez deve ter acontecido quando ele ainda mamava, pelo que antes dos 4 meses seguramente.
Foi assim sui generis esta noite, e muito boa para recuperar de um dia cansativo para outro dia ainda mais cansativo.
Mas para o bem e para o mal, já falta pouco. Amanhã de manhã todas as nossas coisas estarão a zarpar daqui para fora.
Se vejo tudo pronto... nem acredito!

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Nova música de embalar do meu baby

Quando ele nasceu percebi que os bebés não precisam de cançoes de embalar de criança, basta cantar-lhes uma canção calminha que serve perfeitamente.
A primeira e principal canção, que comecei a cantar por acaso e pegou, e que ele até hoje reconhece perfeitamente (mesmo quando pomos o original a tocar!) é o Here Comes the Sun, dos Beatles (numa versão curta e adaptada por mim). Cantei-a vezes sem fim durante os meses de licença, sempre com esperança que o longo inverno acabasse e o sol finalmente aparecesse...

No outro dia re-descobri esta, que não ouvia há anos.
A letra não pode ser mais adequada. Gosto muito.
Vamos ver se o baby novo a ouve também e percebe a mensagem quando chegar cá fora.

Pequeno prazer

O pequeno-almoço.
Vou levar o baby à escola e antes de sair como só um kiwi, para não sair sem comer nada.
No regresso, já sentada na secretária, regalo-me com uma caneca de café com leite quentinho e duas torradas com manteiga (magra, mas pronto).
Tão bom.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Paradoxo

Na altura da minha vida em que tenho mais dias de férias para tirar - como tive 5 meses de licença até Março (estando a trabalhar em full time na altura) e em Abril do próximo ano vou ter outros 5, fiquei com uma espécie de 186 dias de férias por tirar antes disso, mais coisa menos coisa - é também a altura da minha vida em vou trabalhar (eu e mais 2 ou 3 gatos pingados na empresa) no dia 24 de Dezembro de manhã e no dia 31 de Dezembro o dia todo.
Uma estreia absoluta.
E perguntam voces: oh Mary, então tens tantos dias livres, porque não tiras esses dias de férias como as pessoas?
E a resposta é: porque na situação actual em que se encontra o país, parece-me mais inteligente fazer pequenas cedencias e mostrar flexibilidade, do que fazer finca-pé que quero tirar férias quando toda a gente tira.
Porque sim, eu também queria tirar férias nesses dias. E sim, vou estar bem chateada e de trombil quando me sentar à secretária.
Mas também não me apetece ser eu a sair borda fora caso haja redução de pessoal, e acho que estes pormenores podem fazer a diferença.
Enfim...

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Caixas de mudanças

Sei que é muito pouco ecológico e económico comprar caixas de propósito para fazer mudanças, mas a verdade é que acaba por compensar. Têm pegas, o tamanho indicado para transportar, e algumas até uma linha-limite para colocar as coisas.
Das melhores que vi até hoje são as do Blocker, loja tipo dos 300 da Holanda.
Ainda nos resta uma, que vai ser novamente usada.
Lê-se na parte de cima: toalhas de mesa, panos de cozinha e bolsa dos remédios a verde, riscado por cima. Ao lado, a preto, Livros Sala, também riscado. Ao lado aparece um 5 gigante, que foi da última vez que a usámos, quando veio da Holanda na camioneta do Sr. Rebelo. Numerei as caixas e tinha uma lista com tudo o que cada uma continha. Isto porque as caixas foram enviadas e chegaram a Portugal algumas semanas depois, e nós na altura não tínhamos casa, pelo que eu fiz a lista detalhada para não haver enganos, porque não sabia quando nem onde a ia abrir novamente. Fica a dica.
Agora vou ali riscar o 5 e escrever Livros Escritório Estante Preta.
Será a última vez que a vou usar??

Para mim o blog com o nome mais giro...

... e original, é este.

Nunca li, não me interessa o conteúdo, mas acho o título genial!

Mudanças e outras andanças

  • fim-de-semana a limpar a casa nova. Já cá deixei o aviso: se engravidar não mude de casa, se mudar de casa, não engravide. Depois não venham com o ah e tal e podias ter avisado...
  • reconciliei-me com a casa-de-banho pequena, a verde-escura que fui eu que idealizei e que não tinha ficado fã. Havia um problema estrutural por parte do Sr. Empreiteiro (que merece post à parte) e estivemos vai-não vai para ignorar (a paciencia é muito pouca), mas eu resolvi ligar-lhe e ele lá veio no sábado de manhã acabar o que ficou por fazer. Faz toda a diferença.
  • A casa-de-banho grande também ficou gira, gira, e a cozinha ainda mais, ficou mesmo, mesmo gira!
  • apesar do ponto anterior, continuamos firmes na convicção de que a nossa próxima casa vai ter de estar renovada quando comprarmos. Não, não queremos perder fins-de-semana sem fim a comprar chão e azulejos e retretes. Temos coisas muito mais giras para fazer, trust me. E não, não nos faz confusão/pena não sermos nós a escolher. Desde que seja giro, pode seguir.
  • pormenores que falham: o lava-louça pinga, o lavatório do WC grande também, e no pequeno quando se abre a torneira do lavatório com muita pressão começa a sair água pelo poliban acima. Giro.
  • em relação ao ponto anterior, se dúvidas houvesse, deixariam de haver: se estivessemos a pensar tornar-nos proprietários de várias casas para arrendar, já tinhamos abandonado a ideia. Só de pensar na quantidade de pormenores que agora somos nós a tratar e multiplicar por todas as hipotéticas casas que pudessemos ter... blaaaagh. Estamos habituados a chamar o senhorio quando temos problemas, mas agora já não há senhorio para tratar. Seca.
  • 5a feira afinam-se os últimos detalhes, temos inspeção do gás, temos mudança das tomadas que faltam , aplicação da calha no fio da tv na sala, e arranjo dos problemas acima indicados.
  • sábado temos empresa de mudanças contratada
  • já começo a trabalhar no meio de caixas, mas ainda assim apenas temos meia estante vazia. Falta o resto dessa estante, e tudo o resto da casa toda
  • desde sábado, com este exercício físico forçado, que durmo que nem um anjo. Nem uma dor nas costas, nem uma insónia, nem uma deixa-lá-por-aqui-a-almofada-a-jeito, nem uma ida à casa-de-banho, nada. Ao baby nasceram dois dentes na semana passada pelo que agora anda a dormir de seguida também. Eu adormeço e acordo na mesma posição. Maravilha.
  • incrível a nossa capacidade de acumular tralha. Sem saber bem como, temos uma casa cheia. Em breve, a casa nova, maior, estará cheia também. Raios.
  • ainda nos falta muita coisa, mas muita coisa já está encaminhada, e isso é bom!

domingo, 21 de novembro de 2010

14

Faz hoje 14 anos que a minha vida mudou.
A minha família transformou-se, o mundo como o conhecera alterou-se, ganhou uma nova perspectiva.
Foi uma nova faceta, uma nova realidade para todos nós, que a vivemos com tanta, mas tanta alegria, muitas lágrimas, uma enorme emoção.
Foi o início de uma grande viagem, de um papel que assumo com o maior prazer, de tenho o maior orgulho em desempenhar o melhor possível.

Faz hoje 14 anos que fui tia pela primeira vez.

A ver se me lembro...

De nunca mais, repito NUNCA MAIS, fazer uma mudança durante a gravidez.

E ainda a procissão vai no adro, meus amigos...,

sábado, 20 de novembro de 2010

Chegada para 2011 II

Desde que escrevi este post mais malta fez a sua requisição à cegonha, tanta que é possível que me esqueça de alguém...
Às futuras mães que referi no post comecei por juntar-me eu própria - ou melhor, na altura já estava e sabia que estava grávida, mas ainda não tinha sido anunciado oficialmente.
E porque os meus filhos têm de ter primos com idade perto para brincar, eis que a cegonha anuncia a sua chegada lá para fins de Maio onde menos se espera: no meio do Alentejo. A minha irmã mais velha resolve lançar a sua última (talvez, nunca se sabe) cartada e apostar tudo na sua 4ª cria! De se lhe tirar o chapéu pela coragem, não só por ir ao 4º filho que cada vez é mais raro, mas também por o fazer quando já tem 3 filhos criados (o mais novo com quase 9 anos). Um regresso às fraldas quando os outros estão em provas de aferição é sem dúvida um acto de muita coragem, e alguma loucura também! Vai ser tão giro!
A ida ao 4º filho é também partilhada pela sua cunhada, minha amiga da adolescência. Com a minha idade e a caminho do 4º filho, é no mínimo inesperado, e louco também, devo dizer!
Na categoria das leitoras deste blog juntou-se a Joaninha - e eu feita ursa, quando li no seu blog um post intitulado "14 semanas" achei que se referisse a 14 semanas de dieta! A Joaninha, contrariamente ao que é comum hoje em dia, não quer saber o sexo do bebé, pelo que há que esperar até Março para saber. Outra leitora do blog, a Molinhas, que também foi minha companheira de gravidez no ano passado, acompanha-me também acto de ter filhos com 1 ano e meio de diferença! Como vamos à mesma médica e ela tem menos umas semanas que eu, quando foi à primeira consulta a dra comentou "O que se passa com estas mães de 1ª viagem, que estão com pressa para ir ao 2º?". A Molinhas só soube uns dias mais tarde, que a médica se estava a referir a mim! Mais uma vez havemos de nos encontrar na sala de espera do consultório, ou nas salas da MAC a fazer o ctg!

Pelo que, pelo menos até fins de Maio de 2011, temos pelo menos mais 7 crianças no mundo.
Ainda sobram muitos meses até 2011 acabar...
Quem se segue??

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Rugby sub12

Ali nos outros blogs para ler há mais um para seguir.

E o jogador mais giro, mais fantástico, mais inteligente e cheio de estilo que aparece nas fotografias, é meu sobrinho.
:)

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Livros

Depois de ter chegado à vergonhosa conclusão que em 2010 li apenas e só 1 (um!) livro - vergonha, vergonha, muita vergonha - ontem fui recuperar A Viagem do Elefante, que comecei a ler sei lá quando, e que tinha misteriosamente desaparecido após os primeiros capítulos.
Interpretei a coisa como "não era altura de o ler", e desisti de o procurar (tinha a certeza que estava cá em casa).
Fui dar com ele tempos depois, dentro do cesto das revistas, bem lá no fundo e devolvi-o à prateleira.
Ontem foi dia de voltar a pegar nele e retomar a leitura.
Vamos ver se o acabo antes de chegar 2011.

Explicação do post anterior

Fiz a pergunta, como devem calcular, porque depois de o meter na cama regressei à sala e o cenário era o do costume: diversos montes de livros no chão, cubos e legos espalhados, carrinhos, bolas e sei lá mais o que. Quase sem espaço para pisar o chão.
E de repente fez-se o clic. Olhando para a sala eu diria que estiveram aqui a brincar duas ou tres crianças no mínimo, não apenas 1 mísero bebé.
E caiu a ficha - se um só faz isto, será que dois vão fazer o dobro? Não consegui imaginar a sala com o dobro da desarrumação. Pensei, naaaahhhh, impossível, de certeza que os dois acabam por desarrumar o mesmo. Ou não?
Vamos esperar para ver... stay tuned!

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Só 1 perguntinha a quem tem mais do que 1 filho

O nível de desarrumação que produz um filho de 1 ano, digamos que enérgico mas nada do outro mundo, é multiplicado consoante o número de filhos que se tem?
Quem tem dois, três ou quatro filhos tem o dobro, triplo ou quádruplo da desarrumação, de brinquedos e livros espalhados pelo chão, do que quem tem só um?
Ou a desarrumação não se ressente com a multiplicação da criançada?

Constatação

Acabo de me aperceber (por ter ido calhar a um blog com fotografias lindíssimas de um quarto de bebé) que cá em casa não houve e em princípio não vai haver nunca, um quarto de bebé.
O meu bebé ainda não tem quarto, dorme no nosso porque o outro, o "quarto do bebé" que nunca o foi, é o meu escritório.
Na casa nova o meu bebé, que o é cada vez menos, já não vai ter um quarto de bebé, mas um quarto de menino, com bolas, carrinhos, livros e legos.
Quando o novo bebé se mudar para o quarto do irmão, terá um cantinho de bebé num quarto de rapaz (como o mais velho tem um canto de bebé no quarto dos pais), mas não vai ter um quarto inteirinho, todo de bebé, porque já haverá quem o habite, e não será um bebé.
Não me faz pena nenhuma nem nada - até porque estes quartos normalmente são de menina, que pode manter a decoração suave por mais tempo - mas ao olhar para aquelas fotografias, o móbil pendurado, as roupas penduradas direitinhas, o papel de parede fofinho, as cores pastel, todo um ambiente completamente de bebé pequenino de que quase consegui sentir o cheiro - a bebé, já se está a ver - lembrei-me que por cá não há, nem vai haver, nada disso.
Era só.

Erro

Ter o relógio do telemóvel atrasado mais de 5 minutos, quando toda uma família de 3 elementos e 1/2 depende do seu alarme para sair da cama.