Sabe quem me conhece que eu adoro museus. Fazem parte do meu mundo, e sonho com o dia em que poderei voltar a trabalhar num (lá chegaremos).
No entanto, por razoes várias, nem sempre os frequento.
Quando fomos a Sevilla fomos ao Museu de Belas Artes. Que saudades.
Desde Amsterdam que não ia a um museu, ou seja, há mais de 6 meses!
(e passam assim, sem se dar por ela)
Fomos ao domingo de manhã. Museu cheio.
Turistas, casais, famílias, velhotes, mães com crianças. Uma alegria.
De repente, a tuga que há em mim desceu a terra (por vezes acontece) e comentei: "que giro, o museu cheio, em Portugal vamos a um museu e está vazio". O que vale é que imediatamente caí em mim, e rectifiquei: "quer dizer...como vou eu saber como estão os museus em Portugal, se eu própria não os visito?".
Típico. O queixume fácil, sem mesmo pensar no assunto.
(e que nervos que me dá quando me dou conta que, mesmo sem querer, sou levada na maré da queixa e do dizer mal por dizer mal, coisa que tanto critico nos outros)
Os museus em Portugal, ou pelo menos em Lisboa, são óptimos, e ao domingo de manhã até são gratuitos. Não há desculpa. Se não vou é porque não quero, porque se tenho tempo para fazer outras coisas também tenho para ir a um museu. Mai nada.
Chegados a Portugal fomos então visitar o Museu Berardo, que já estava na minha lista de coisas para fazer há 1 ano - e este é mesmo gratuito todos os dias pelo menos até ao final do ano pelo que não há desculpa mesmo.
Foi uma agradável surpresa ver o museu com tanto movimento. Era 3a feira de manhã e havia bastantes turistas, velhotes, casais (como nós), não havia famílias, mas havia imensos estudantes de arte a desenhar sentados nos bancos ou no chão das várias salas.
Um museu cheio de vida, de movimento, cheio de obras do melhor, e com bastante gente a visita-lo (que é para isso que ele existe).
As vezes gosto mesmo estar errada.
terça-feira, 21 de outubro de 2008
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Notas soltas sobre o fim-de-semana
- adorei o jantar de sexta, não sei porque não vamos mais vezes. Aquela sensação de ter tanto para contar que até fica o bife frio!
- estamos a realizar a nossa primeira "extreme makeover" de uns armários/estantes que vieram do escritório do meu pai, e acho que vão ficar muito giros.
- ultimamente adormeço sempre a ver filmes, o que é uma grande seca (mas não sou a única e desta vez nem fui a primeira!)
- adoro alheira
- o meu sobrinho Grinny é o meu sucessor no "freak show" - sabe fazer todas as minhas proezas faciais que tanto vos impressionam (houve até ideias de fazer um DVD!) e ainda mais! É o caso do aprendiz que supera o mestre - mas estas coisas, como sabeis, não se aprendem, ou se fazem ou não
- a Zazá é mestre na arte da ginástica ritmica (e tem um "freak-show of her own")
- a Afilhada faz asneiras e quando é repreendida dá "tau-tau" a si própria na mão (linda de morrer, e inteligente porque depois ninguém é capaz de lhe dar mesmo tau-tau nenhum), já anda no escorrega sozinha (sobe escadas, senta-se e desce ou vem mesmo deitada como os mais velhos, tudo sem ajuda nenhuma), manda chapadas nos outros meninos no parque mas depois dá beijinhos - está um show!
- a princesa Sousa tem umas botas novas e acha que eu sou uma super-madrinha que a salva de todos os problemas! Quando estava a brincar ao pé do lago no parque uma senhora disse-lhe "Não faças isso, olha que cais ao lago!" e ela respondeu "Se eu cair a Mary apanha-me!".
- comi o talvez-último gelado do Santini
- comi castanhas pela primeira vez este ano
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
As férias num minuto (ou talvez um pouco mais)
Sábado partimos rumo a Sevilla. Com uns episódios insólitos pelo meio (of course) e com passagem rápida pela família alentejana, chegámos a Sevilla.
Chovia.
Domingo era feriado. Quando o o feriado calha a um fim-de-semana passa para 6ª ou 2ª feira, conforme, pelo que na 2ª feira também foi feriado e havia muita coisa fechada.
Fartámo-nos de comer, mas não comemos chocolate com churros (que era um dos objectivos).
2ª de manhã pusemo-nos a caminho de Évora, com intenção de passar na mana alentejana outra vez.
Quando estávamos quase a chegar a Portugal vimos uma seta a indicar "praias" e percebemos que nos tínhamos enganado no caminho - não há nada parecido com praia perto de casa da minha irmã!
Assim desistimos da ideia de Évora e fomos almoçar a Tavira.
Também chovia.
Resolvemos assim regressar a casa.
Na 3ª fomos ao Museu Berardo, e à tarde lançamos o papagaio de papel na praia.
Na 4ª estive numa esplanada de manhã e à tarde fomos à praia. Mergulhámos no mar no dia 15 de Outubro, e acho que nos despedimos da época balnear (nunca se sabe...).
Sei que não é nada normal este tempo nesta época (que se quer de castanhas, dias cinzentos e chuva miudinha) mas para mim foi o final de férias perfeito!
Chovia.
Domingo era feriado. Quando o o feriado calha a um fim-de-semana passa para 6ª ou 2ª feira, conforme, pelo que na 2ª feira também foi feriado e havia muita coisa fechada.
Fartámo-nos de comer, mas não comemos chocolate com churros (que era um dos objectivos).
2ª de manhã pusemo-nos a caminho de Évora, com intenção de passar na mana alentejana outra vez.
Quando estávamos quase a chegar a Portugal vimos uma seta a indicar "praias" e percebemos que nos tínhamos enganado no caminho - não há nada parecido com praia perto de casa da minha irmã!
Assim desistimos da ideia de Évora e fomos almoçar a Tavira.
Também chovia.
Resolvemos assim regressar a casa.
Na 3ª fomos ao Museu Berardo, e à tarde lançamos o papagaio de papel na praia.
Na 4ª estive numa esplanada de manhã e à tarde fomos à praia. Mergulhámos no mar no dia 15 de Outubro, e acho que nos despedimos da época balnear (nunca se sabe...).
Sei que não é nada normal este tempo nesta época (que se quer de castanhas, dias cinzentos e chuva miudinha) mas para mim foi o final de férias perfeito!
Pensamento do dia
A solução passa por olhar o problema de um modo diferente.
Mudar a perspectiva muitas vezes resolve.
Mudar a perspectiva muitas vezes resolve.
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Ainda sobre o regresso
Não sei como as pessoas que tiram assim um mes de férias lidam com o regresso ao trabalho.
Eu tirei 3 dias, e só de pensar que ontem a esta hora estava a ir para a praia - sim, fui a praia e mergulhei no mar a 15 de Outubro, e não foi em nenhum local exótico, foi ali mesmo em Carcavelos - e hoje estou aqui em frente ao computador...
Que seca... custa-me tanto...
Eu tirei 3 dias, e só de pensar que ontem a esta hora estava a ir para a praia - sim, fui a praia e mergulhei no mar a 15 de Outubro, e não foi em nenhum local exótico, foi ali mesmo em Carcavelos - e hoje estou aqui em frente ao computador...
Que seca... custa-me tanto...
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Regresso
Estou de volta e com uma grande neura pós-férias.
Não quero trabalhar amanhããããããã! Não querooooooooooo!!!!
Não quero trabalhar amanhããããããã! Não querooooooooooo!!!!
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Férias férias férias iiiuuuuppppiiii
Depois de colocar 1001 hipóteses de destino para estes 3-dias-de-férias-mais-dois-do-fim-de-semana-faz-5, acabámos agora de decidir para onde vamos.
Sevilla, olé!
Mais uma vez o blog pode ir onde quiser (vive na world wide web, é só escolher), e cá nos encontraremos na próxima 5ª feira!
Sevilla, olé!
Mais uma vez o blog pode ir onde quiser (vive na world wide web, é só escolher), e cá nos encontraremos na próxima 5ª feira!
Sem sinal
Ontem foi dia de dermatologista.
Ao fim de 3 anos sem ir , o que é um record absoluto pois desde os 17 anos que frequento consultórios de dermatologia (na minha vida já fui muito mais vezes ao dermatologista que ao dentista), lá me enchi de coragem para ir mostrar as marcas e sinais que esta vida me vai deixando na pele.
Nada de novo, tudo OK. Suspiro de alívio.
O único detalhe foi mesmo um sinal que mudou de forma e me incomodava pela sua localizaçao. Apesar de ser benigno e de não ter feito mal a ninguém, teve de ir á vida*. Uma micro anestesia, uma tesourada e uns apontamentos de laser e estava pronta.
Foram a volta de 20 minutos de consulta, ou menos.
Chegando ao fim: 180 euros!!!
180 euros? Nem no meu sonho mais louco eu imaginei que fosse pagar tanto!
No meu optimismo tinha levantado 100 euros, e achei sinceramente que ainda ia levar troco para casa.
Jovem: acabaste o 9 ano e queres ser rico, muito rico?
Vai para dermatologia!
:(
* eu sei que o acento está ao contrário mas não consigo encontrar o carater correcto no meio desta salgalhada de Alt+ números (que é como eu faço os acentos, cedilhas e coisas que tais neste teclado).
Ao fim de 3 anos sem ir , o que é um record absoluto pois desde os 17 anos que frequento consultórios de dermatologia (na minha vida já fui muito mais vezes ao dermatologista que ao dentista), lá me enchi de coragem para ir mostrar as marcas e sinais que esta vida me vai deixando na pele.
Nada de novo, tudo OK. Suspiro de alívio.
O único detalhe foi mesmo um sinal que mudou de forma e me incomodava pela sua localizaçao. Apesar de ser benigno e de não ter feito mal a ninguém, teve de ir á vida*. Uma micro anestesia, uma tesourada e uns apontamentos de laser e estava pronta.
Foram a volta de 20 minutos de consulta, ou menos.
Chegando ao fim: 180 euros!!!
180 euros? Nem no meu sonho mais louco eu imaginei que fosse pagar tanto!
No meu optimismo tinha levantado 100 euros, e achei sinceramente que ainda ia levar troco para casa.
Jovem: acabaste o 9 ano e queres ser rico, muito rico?
Vai para dermatologia!
:(
* eu sei que o acento está ao contrário mas não consigo encontrar o carater correcto no meio desta salgalhada de Alt+ números (que é como eu faço os acentos, cedilhas e coisas que tais neste teclado).
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Nada mudou
Ainda em relação ao post anterior foi bom constatar que apesar de terem passado 3 anos foi como se tivessem passado 3 dias.
De repente damos por nós e ali estamos a tomar um café em Campo de Ourique como se nada se tivesse passado.
Eu já fui e já vim. Ela tinha dois filhos bebés e tem agora duas crianças que brincam com cavalos de pau e jogam matraquilhos.
Igual.
Tudo igual. Ainda bem.
De repente damos por nós e ali estamos a tomar um café em Campo de Ourique como se nada se tivesse passado.
Eu já fui e já vim. Ela tinha dois filhos bebés e tem agora duas crianças que brincam com cavalos de pau e jogam matraquilhos.
Igual.
Tudo igual. Ainda bem.
3 anos e nada de novo
Quando alguém que não nos ve há 3 anos nos diz:
"Estás na mesma!"
Isso é bom sinal, ou não?
Se tivermos em conta a idade, se pensarmos que eu tinha 27 anos e agora tenho 30 (que, como bem sabeis, faz diferença!), acho que é bom.
Mas por outro lado, bolas, eu acho que estou muito diferente e para melhor desde aquela altura!
(Mas se calhar não estou. Deve ser isso.)
"Estás na mesma!"
Isso é bom sinal, ou não?
Se tivermos em conta a idade, se pensarmos que eu tinha 27 anos e agora tenho 30 (que, como bem sabeis, faz diferença!), acho que é bom.
Mas por outro lado, bolas, eu acho que estou muito diferente e para melhor desde aquela altura!
(Mas se calhar não estou. Deve ser isso.)
terça-feira, 7 de outubro de 2008
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Há stress na vinha
A ideia era ir vindimar por diversão. Estar ali no meio da vinha, no meio da paz, em contacto com a Natureza, a respirar fundo o ar puro do campo, e no entretanto cortar umas uvas.
Errado.
Tal como no nosso trabalho do dia-a-dia nas cidades, na vindima também há stress, também há colegas que nos querem passar a perna, também há os que se entretêm a criticar o trabalho dos outros!
Chegámos um pouco mais tarde, já um grupo de homens e mulheres da terra vindimavam há mais de uma hora. Mantivemos uma certa distância do grupo e metemos tesouras ao caminho, atrás da uva branca que a preta é só para a semana.
Ao fim de pouco tempo já o grupo nos tinha apanhado, e foi aí que ocorreu o momento de stress.
Ao que parece o Tê meteu-se a vindimar a mesma videira da Dona Ester, e pelos vistos trocou-lhe as voltas, e deve ter-lhe ferido o orgulho também quando andou para trás quando devia ter andado para a frente (ou ao contrário, ninguém percebeu).
Estávamos nós ainda a apreciar o momento zen de estar ali, e começa ela:
"Então vai para cima, e depois vai para baixo...oh, oh, oh...ai a minha vida, ai a minha vida, então era para cima e agora é para baixo, ai meu Deus"...
Até aqui tudo bem, não fosse a senhora manter a mesma ladaínha durante mais meia hora!
Já ninguém a podia ouvir, tal foi o escândalo que ela quis criar - e o que valeu foi que ninguém resolveu fazer coro. Aquilo é que foi indignação! Aquilo é que foi irritação perante tamanha incompetência!
O Tê resolveu basicamente ignorá-la e foi vindimar para mais longe (e ela bem o chamava "Ó patrão, ó patrão, então vinha para cima e depois ia para baixo, oh, oh, oh ai a minha vida, olha-me este..."), e nós ali ficámos um bom bocado a ouvi-la refilar, barafustar, dizer mal da vida dela com o sucedido (que ninguém percebeu o que foi, mas pronto).
Já me estava a dar um nervoso miudinho!
Foi preciso vir uma prima da avó pôr água na fervura, e dizer que ele era neto, e não um ucraniano como ela pensava que era.
Coitado do ucraniano se fosse esse o caso.
Escusado será de dizer que ficámos vistos como os betinhos da vindima...
Ficou provado que a Dona Ester não tem espírito de equipa, e também não tem capacidade de liderança nem consegue delegar tarefas. Devia participar em mais actividades de team building.
Mas para o ano já temos a estratégia montada: vamos pedir à avó para nos dar um briefing, vamos estabelecer objectivos pessoais e de equipa, e traçar todo um plano para não ficar nem uma uva para trás, dentro do prazo estabelecido!
O mundo empresarial é uma selva, e nós para o ano não queremos ser a chacota da vindima!
Eu cá tenho o meu orgulho profissional.
Oh, se tenho!
Errado.
Tal como no nosso trabalho do dia-a-dia nas cidades, na vindima também há stress, também há colegas que nos querem passar a perna, também há os que se entretêm a criticar o trabalho dos outros!
Chegámos um pouco mais tarde, já um grupo de homens e mulheres da terra vindimavam há mais de uma hora. Mantivemos uma certa distância do grupo e metemos tesouras ao caminho, atrás da uva branca que a preta é só para a semana.
Ao fim de pouco tempo já o grupo nos tinha apanhado, e foi aí que ocorreu o momento de stress.
Ao que parece o Tê meteu-se a vindimar a mesma videira da Dona Ester, e pelos vistos trocou-lhe as voltas, e deve ter-lhe ferido o orgulho também quando andou para trás quando devia ter andado para a frente (ou ao contrário, ninguém percebeu).
Estávamos nós ainda a apreciar o momento zen de estar ali, e começa ela:
"Então vai para cima, e depois vai para baixo...oh, oh, oh...ai a minha vida, ai a minha vida, então era para cima e agora é para baixo, ai meu Deus"...
Até aqui tudo bem, não fosse a senhora manter a mesma ladaínha durante mais meia hora!
Já ninguém a podia ouvir, tal foi o escândalo que ela quis criar - e o que valeu foi que ninguém resolveu fazer coro. Aquilo é que foi indignação! Aquilo é que foi irritação perante tamanha incompetência!
O Tê resolveu basicamente ignorá-la e foi vindimar para mais longe (e ela bem o chamava "Ó patrão, ó patrão, então vinha para cima e depois ia para baixo, oh, oh, oh ai a minha vida, olha-me este..."), e nós ali ficámos um bom bocado a ouvi-la refilar, barafustar, dizer mal da vida dela com o sucedido (que ninguém percebeu o que foi, mas pronto).
Já me estava a dar um nervoso miudinho!
Foi preciso vir uma prima da avó pôr água na fervura, e dizer que ele era neto, e não um ucraniano como ela pensava que era.
Coitado do ucraniano se fosse esse o caso.
Escusado será de dizer que ficámos vistos como os betinhos da vindima...
Ficou provado que a Dona Ester não tem espírito de equipa, e também não tem capacidade de liderança nem consegue delegar tarefas. Devia participar em mais actividades de team building.
Mas para o ano já temos a estratégia montada: vamos pedir à avó para nos dar um briefing, vamos estabelecer objectivos pessoais e de equipa, e traçar todo um plano para não ficar nem uma uva para trás, dentro do prazo estabelecido!
O mundo empresarial é uma selva, e nós para o ano não queremos ser a chacota da vindima!
Eu cá tenho o meu orgulho profissional.
Oh, se tenho!
domingo, 5 de outubro de 2008
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Ainda as praxes
Não me vou pronunciar porque quem me conhece sabe o que penso sobre a praxe académica.
Assino por baixo deste post, que eu não escreveria melhor.
Até me dá aqui nervos só de ver a reportagem que está a dar na SIC.
Tive à séria de mudar de canal porque já me estava a irritar aquele bando de idiotas auto-intitulados "doutores".
Doutores? Pleaaaaaase...esta malta ainda nem acabou o curso!
Não digo mais nada sobre este assunto.
Assino por baixo deste post, que eu não escreveria melhor.
Até me dá aqui nervos só de ver a reportagem que está a dar na SIC.
Tive à séria de mudar de canal porque já me estava a irritar aquele bando de idiotas auto-intitulados "doutores".
Doutores? Pleaaaaaase...esta malta ainda nem acabou o curso!
Não digo mais nada sobre este assunto.
Blog
A propósito do post anterior andei no outro dia a vasculhar os post's antigos, de há 1 ano atrás, da época do Natal e dos dias anteriores a nossa vinda.
Ainda bem que decidi ter um blog.
Fartei-me de rir com algumas coisas que já nem me lembrava, e foi giro ver aquilo que me preocupava na altura, coisas que agora já nem dou valor outra vez (tipo ter uma cama alta, ou stressar com as vindas a Portugal por não ter tempo para fazer tudo).
Deu para ver também muita evolução na própria blogoesfera: há um ano atrás havia imensos "desafios" lançados de blog para blog, e selos de tudo e mais alguma coisa: "Blog da amizade" "Melhor blog dos últimos tempos" etc etc. Nunca mais vi por aí nem uma coisa nem a outra. Passou a moda.
Apesar de achar que este blog, como é óbvio, perdeu muito interesse com o nosso regresso - eu sei que tinha muito mais glamour na época em que eu punha aqui fotos do Vondel park com neve e imagens dos canais e tudo e tudo - acho que continua a fazer sentido ter um blog.
Nem que seja para daqui a um ano me rir/chorar/criticar/ter saudades de mim própria.
Ainda bem que decidi ter um blog.
Fartei-me de rir com algumas coisas que já nem me lembrava, e foi giro ver aquilo que me preocupava na altura, coisas que agora já nem dou valor outra vez (tipo ter uma cama alta, ou stressar com as vindas a Portugal por não ter tempo para fazer tudo).
Deu para ver também muita evolução na própria blogoesfera: há um ano atrás havia imensos "desafios" lançados de blog para blog, e selos de tudo e mais alguma coisa: "Blog da amizade" "Melhor blog dos últimos tempos" etc etc. Nunca mais vi por aí nem uma coisa nem a outra. Passou a moda.
Apesar de achar que este blog, como é óbvio, perdeu muito interesse com o nosso regresso - eu sei que tinha muito mais glamour na época em que eu punha aqui fotos do Vondel park com neve e imagens dos canais e tudo e tudo - acho que continua a fazer sentido ter um blog.
Nem que seja para daqui a um ano me rir/chorar/criticar/ter saudades de mim própria.
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