... deu-me o frio.
Fui buscar um casaco.
Pelo caminho passei a sopa, fiz pão e iogurtes - só então me sentei ao computador.
Mãe que é mãe levanta-se para fazer 1 coisa e faz 10.
É ou não é?
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Dizer bem
Do Centro de Saúde, local que é alvo das maiores críticas por cá, mas também merece elogios quando as coisas correm bem.
A nossa médica de família reformou-se, pelo que integrámos há uns tempos a infindável lista de utentes sem médico.
Esta semana quando lá fui com a mais nova para as vacinas descobri que abriu uma nova unidade para onde fomos transferidos, com instalaçoes novas e mais médicos, e que nos foi atribuído um novo médico de família.
Gostei do espaço, do atendimento, e da enfermeira que deu as vacinas.
Falta conhecer a nova médica, mas fiquei com uma boa impressão de tudo, o que é raro. E bom.
A nossa médica de família reformou-se, pelo que integrámos há uns tempos a infindável lista de utentes sem médico.
Esta semana quando lá fui com a mais nova para as vacinas descobri que abriu uma nova unidade para onde fomos transferidos, com instalaçoes novas e mais médicos, e que nos foi atribuído um novo médico de família.
Gostei do espaço, do atendimento, e da enfermeira que deu as vacinas.
Falta conhecer a nova médica, mas fiquei com uma boa impressão de tudo, o que é raro. E bom.
segunda-feira, 21 de maio de 2012
A genética é uma cena estranha
Vejo as fotos do meu sobrinho mais velho no FB, e só me vem à memória as fotos antigas do meu pai, nos anos 60.
O meu pai não teve filhos homens, mas duvido que tivesse algum tão parecido com ele como este neto.
O meu pai não teve filhos homens, mas duvido que tivesse algum tão parecido com ele como este neto.
O sósia
Este sábado, no batizado da filha do Naish (comentador assíduo aqui do QA), estava um sósia do meu filho.
Mal entrei na igreja topei-o logo, pois chamaram-me a atenção os caracóis exactamente iguais no formato e na cor, aos do meu rapaz.
Em conversa com os pais durante o lanche percebemos que têm o mesmo nome.
E a mesma idade, com apenas15 dias de diferença.
E para cúmulo, estavam quase vestidos de igual.
O pai do outro andou à séria a correr atrás do meu filho, e só percebeu quando ele se virou de frente.
Tive de prestar muita atenção na hora de ir embora, não fosse vir para casa com o Henrique errado.
Mal entrei na igreja topei-o logo, pois chamaram-me a atenção os caracóis exactamente iguais no formato e na cor, aos do meu rapaz.
Em conversa com os pais durante o lanche percebemos que têm o mesmo nome.
E a mesma idade, com apenas15 dias de diferença.
E para cúmulo, estavam quase vestidos de igual.
O pai do outro andou à séria a correr atrás do meu filho, e só percebeu quando ele se virou de frente.
Tive de prestar muita atenção na hora de ir embora, não fosse vir para casa com o Henrique errado.
O sono
É incrível como acordam bem dispostos depois de 12 (ele) ou 13 (ela) horas de sono.
A manhã flui, sem birras, gritos e choros.
E o mundo até parece melhor.
A manhã flui, sem birras, gritos e choros.
E o mundo até parece melhor.
sexta-feira, 18 de maio de 2012
O desfralde
Ah pois é, que isto não é um babyblog (ou pelo menos eu tento que não seja) mas ele há temas que são incontornáveis.
E se desgracei os meus leitores com pormenores detalhados sobre os meus partos, também não posso perder a oportunidade de conspurcar ainda mais este meu blog com esse maravilhoso tema que envolve muito cocó e xixi que é o desfralde.
Mas é com orgulho que posso afirmar que temos oficialmente rapaz desfraldado cá em casa.
Ufa ufa.
Ao contrario do aconselhado começámos em pleno inverno, em Janeiro.
A razão principal foi ele já estar mais que preparado, e também porque na escola já tinham começado o processo nos meninos da idade dele e seria mais fácil que ele o fizesse em conjunto com os amigos.
Não foi fácil, nem rápido.
E porquê?
Porque o rapaz fazia tudo o que tinha a fazer no sítio certo, mas continuava a fazer nas cuecas - o que é perfeitamente normal - mas pura e simplesmente não se importava nada com isso.
Era vê-lo brincar animadamente, até que percebíamos um rasto pelo chão, ou um cheiro pestilento, e ele ali na boa. Ou seja, não só não avisava que ia fazer, como nem avisava que já tinha feito!
Resultado: tínhamos de andar sempre atrás dele para ir ao wc, e no intervalo verificar se não tinha feito.
Na semana das férias - como por magia, ou talvez não - fez-se o click, e ele começou (finalmente!) a pedir para ir à casa-de-banho.
Será que éramos nós que andávamos tão em cima que nem lhe dávamos oportunidade de vir ter connosco?
Não sabemos.
Sei que tivemos alguns truques na manga, uns funcionaram outros nem por isso, que passo a partilhar, para quem estiver a viver esta fase:
Foi um processo algo longo, que claro, está longe de concluído (ainda há e haverá acidentes, claro), mas que já está bastante avançado.
Temos agora 1 ano para o completar com o desfralde nocturno, que deverá coincidir com o desfralde da miúda.
Aí mais uns dois anitos no total e estaremos livres de fraldas.
(estou a contar os dias!)
E se desgracei os meus leitores com pormenores detalhados sobre os meus partos, também não posso perder a oportunidade de conspurcar ainda mais este meu blog com esse maravilhoso tema que envolve muito cocó e xixi que é o desfralde.
Mas é com orgulho que posso afirmar que temos oficialmente rapaz desfraldado cá em casa.
Ufa ufa.
Ao contrario do aconselhado começámos em pleno inverno, em Janeiro.
A razão principal foi ele já estar mais que preparado, e também porque na escola já tinham começado o processo nos meninos da idade dele e seria mais fácil que ele o fizesse em conjunto com os amigos.
Não foi fácil, nem rápido.
E porquê?
Porque o rapaz fazia tudo o que tinha a fazer no sítio certo, mas continuava a fazer nas cuecas - o que é perfeitamente normal - mas pura e simplesmente não se importava nada com isso.
Era vê-lo brincar animadamente, até que percebíamos um rasto pelo chão, ou um cheiro pestilento, e ele ali na boa. Ou seja, não só não avisava que ia fazer, como nem avisava que já tinha feito!
Resultado: tínhamos de andar sempre atrás dele para ir ao wc, e no intervalo verificar se não tinha feito.
Na semana das férias - como por magia, ou talvez não - fez-se o click, e ele começou (finalmente!) a pedir para ir à casa-de-banho.
Será que éramos nós que andávamos tão em cima que nem lhe dávamos oportunidade de vir ter connosco?
Não sabemos.
Sei que tivemos alguns truques na manga, uns funcionaram outros nem por isso, que passo a partilhar, para quem estiver a viver esta fase:
- cuecas novas, com bonecos. Comprámos umas do Mickey, e a tia deu-lhe umas muito giras com um boneco para cada dia da semana. Ele gosta sempre de ver qual é o boneco do dia. Na escola tinham dito para comprar cuecas simples e baratas porque se estragam muito, mas eu acho que os bonecos fazem falta.
- fraldas de treino - usámos no início, mas ele assumiu que eram fraldas. Desapareceram por uns tempos. Voltaram a aparecer com o nome de "cuecas do construtor (boneco que aparece) que servem para apanhar as pinguinhas que saem por fora quando se faz xixi". Resultou. Ele deixou de as ver como fraldas e nós estávamos mais descansados. Nas férias andou com elas na rua, e talvez devido à nossa descontracção por saber que ele estava de fralda-cueca, começou a pedir para fazer xixi.
- truque da minha irmã para o meu sobrinho: de cada vez que faz qualquer coisa no penico, recebe um smartie - funcionou até certo ponto, pois era uma espécie de chantagem quando não queria interromper a brincadeira para ir à casa de banho, mas ele não começou a pedir para ir por causa do smartie. Quando demos por ela já ia com 2 ou 3 caixas de smarties, e continuava a fazer nas cuecas, e o que é importante , sem se incomodar minimamente com isso.
- truque do autocolante: quando fui à Holanda comprei no Hema (claro!) uns autocolantes de animais para colar no calendário.Ao fim do dia, se as cuecas estiverem secas, pode colar o autocolante. Depois de muitos autocolantes, vai receber o que ele mais quer: uma bicicleta. Adora! De manhã pede para colar o autocolante, e fala nele durante o dia, fica na excitação na hora de colar. E é com orgulho que esta semana, pela 1ª vez, temos 7 dias com autocolante (yeahhh!)
- comprámos um penico, que ele usou no princípio por se sentir mais seguro, depois rapidamente passou para o redutor - que tem a vantagem de ele não conseguir sair sozinho, não se vira quando se levanta, e a mais nova que gatinha não tem acesso ao que não deve
- ter sido no Inverno não dificultou, acho eu, porque como quase não choveu, a roupa secou sempre, e como as calças são compridas, nunca chegou a molhar os sapatos.
- o Tê muitas vezes desesperou e achou que ele se calhar não estava preparado, mas uma vez iniciado o processo, não se pode parar
- acho sinceramente que não foi por acaso que foi na semana em que está 24h com os pais que ele deu o passo à frente. Por um lado, achou piada a fazer xixi na árvore, no castelo, na rua. Por outro, nós não andávamos tão em cima dele (porque ele estava com a fralda-cueca e por isso não estávamos preocupados). Por último, é connosco que ele tem mais à vontade, e não sei se não será vantajoso começar esta aventura numa altura de férias com os pais.
Foi um processo algo longo, que claro, está longe de concluído (ainda há e haverá acidentes, claro), mas que já está bastante avançado.
Temos agora 1 ano para o completar com o desfralde nocturno, que deverá coincidir com o desfralde da miúda.
Aí mais uns dois anitos no total e estaremos livres de fraldas.
(estou a contar os dias!)
O meu sistema imunitário, outrora inabalável, já não é o mesmo
E estas variações de temperatura giras giras que fazem com que haja aí umas duas ou três estações do ano por dia, mais os pólens a pairar pelo ar (e a malta a ir ao parque com a criançada ao final da tarde), quase que me derrubam de vez.
Esta semana estive com o nariz feito num 8, os olhos a chorar, uma dor de cabeça de cair para o lado. Houve um dia em que usei 5 pacotes de lenços - o que perfaz a módica quantia de 50 ou mais assoadelas, fiquei com uma dor nos músculos da cara que nem me aguentava.
Estou numa de aerossóis, soro, anti-alérgicos e coisas que tais.
Viva a Primavera!
Viva!
Esta semana estive com o nariz feito num 8, os olhos a chorar, uma dor de cabeça de cair para o lado. Houve um dia em que usei 5 pacotes de lenços - o que perfaz a módica quantia de 50 ou mais assoadelas, fiquei com uma dor nos músculos da cara que nem me aguentava.
Estou numa de aerossóis, soro, anti-alérgicos e coisas que tais.
Viva a Primavera!
Viva!
quinta-feira, 17 de maio de 2012
O contrário também acontece
Hoje foi feriado na Holanda e não cá.
Por isso eu não trabalhei, e a maior parte de vocês sim.
Mas o meu feriado é mais exótico que os vossos, porque é estrangeiro.
(não fiquem com inveja porque, eu tive um dia bom, sim que tive, mas estou com uma carraspana - mistura de alergia com constipação e dor de garganta - que mal me aguento)
Por isso eu não trabalhei, e a maior parte de vocês sim.
Mas o meu feriado é mais exótico que os vossos, porque é estrangeiro.
(não fiquem com inveja porque, eu tive um dia bom, sim que tive, mas estou com uma carraspana - mistura de alergia com constipação e dor de garganta - que mal me aguento)
terça-feira, 15 de maio de 2012
Pronto, eu admito...
... gosto mesmo é de andar com o rapaz de roupa interior na praia.
Hoje a cena repetiu-se.
Uma caminhada com a cunhada rapidamente se tornou numa "ida" à praia.
O rapaz tinha vomitado à vinda da escola, pelo que estava com roupa emprestada do primo (e insistiu em vestir a t-shirt das riscas azuis, quando os únicos calções eram às riscas encarnadas, mas adiante). Ou seja, ainda nem tínhamos saído de casa já eu rezava para não encontrar ninguém conhecido.
Chegados à praia de Oeiras lá encontrámos uma sombra (se bem que desta vez levei chapéu e água, oh pra mim tão organizada!), mas ele não descansou enquanto não ficou mesmo de cuecas na areia.
A mais nova, tal como o primo, estava de t-shirt e calções desta vez - e manteve a indumentária. Menos mal.
Vou meter um fato de banho no carro para quando tropeçar na praia outra vez, mas acho sinceramente que o rapaz já lhe tomou o gosto.
Hoje a cena repetiu-se.
Uma caminhada com a cunhada rapidamente se tornou numa "ida" à praia.
O rapaz tinha vomitado à vinda da escola, pelo que estava com roupa emprestada do primo (e insistiu em vestir a t-shirt das riscas azuis, quando os únicos calções eram às riscas encarnadas, mas adiante). Ou seja, ainda nem tínhamos saído de casa já eu rezava para não encontrar ninguém conhecido.
Chegados à praia de Oeiras lá encontrámos uma sombra (se bem que desta vez levei chapéu e água, oh pra mim tão organizada!), mas ele não descansou enquanto não ficou mesmo de cuecas na areia.
A mais nova, tal como o primo, estava de t-shirt e calções desta vez - e manteve a indumentária. Menos mal.
Vou meter um fato de banho no carro para quando tropeçar na praia outra vez, mas acho sinceramente que o rapaz já lhe tomou o gosto.
A Família
Ontem, a meio das compras no Continente, realizei quando pegava num cacho de bananas, que já somos uma família.
Um cacho de bananas não chega, pego noutro.
A panela da sopa já só dura 3 dias, tenho de passar a comprar os legumes a dobrar para que chegue para todos.
Somos uma família.
Mais um e somos família numerosa.
Já não somos aquele casal com um bebé, e já quase não somos aquele casal com dois bebés.
Cada vez mais, uma família.
Feliz Dia da Família!
Um cacho de bananas não chega, pego noutro.
A panela da sopa já só dura 3 dias, tenho de passar a comprar os legumes a dobrar para que chegue para todos.
Somos uma família.
Mais um e somos família numerosa.
Já não somos aquele casal com um bebé, e já quase não somos aquele casal com dois bebés.
Cada vez mais, uma família.
Feliz Dia da Família!
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Começou há coisa de 2 semanas...
... e tem-se repetido 1 vez por dia.
Alguém pergunta:
"São gémeos?"
Quanto tempo irá durar esta fase?
Alguém pergunta:
"São gémeos?"
Quanto tempo irá durar esta fase?
Feira do Livro
Fomos ontem.
Tuga que é tuga vai no último dia.
Achava que só me tinha escapado no ano passado, mas acho que afinal a última vez que lá fui foi mesmo em 2009, com o mais velho na barriga. Na altura comprei a bíblia do Braselton, e mais uma quantidade de livros que li nas férias.
Desta vez queria comprar um único livro para mim, de que ouvi (e li) falar (escrever) muito bem: O filho de mil homens, de Valter Hugo Mãe.
Sorte das sortes, o autor estava presente para uma sessão de autógrafos - fomos no dia e hora certas, está visto.
Acabei por trazer também outro livro dele - o nosso reino - com direito a desconto muito jeitoso, e vim para casa com os dois volumes com dedicatória especial, diferente em cada um.
Fiquei feliz.
Fora isso, só livros infantis.
Eu ainda sou do tempo em que perdia a cabeça com enciclopédias de História e livros de arte, mas assim se vê como a vida evolui.
É nisso e na crise: dois livros para mim e três para os mais novos, e mais nada.
O mais velho adorou o programa, e escolheu trazer o livro do Carteiro Paulo (personagem que ele não conhecia, mas agarrou-se ao livro e nem hesitou). A mais nova não se queixou e aguentou-se na cadeira todo o tempo sem histerias.
Saldo mais que positivo.
Para o ano, lá estaremos.
Tuga que é tuga vai no último dia.
Achava que só me tinha escapado no ano passado, mas acho que afinal a última vez que lá fui foi mesmo em 2009, com o mais velho na barriga. Na altura comprei a bíblia do Braselton, e mais uma quantidade de livros que li nas férias.
Desta vez queria comprar um único livro para mim, de que ouvi (e li) falar (escrever) muito bem: O filho de mil homens, de Valter Hugo Mãe.
Sorte das sortes, o autor estava presente para uma sessão de autógrafos - fomos no dia e hora certas, está visto.
Acabei por trazer também outro livro dele - o nosso reino - com direito a desconto muito jeitoso, e vim para casa com os dois volumes com dedicatória especial, diferente em cada um.
Fiquei feliz.
Fora isso, só livros infantis.
Eu ainda sou do tempo em que perdia a cabeça com enciclopédias de História e livros de arte, mas assim se vê como a vida evolui.
É nisso e na crise: dois livros para mim e três para os mais novos, e mais nada.
O mais velho adorou o programa, e escolheu trazer o livro do Carteiro Paulo (personagem que ele não conhecia, mas agarrou-se ao livro e nem hesitou). A mais nova não se queixou e aguentou-se na cadeira todo o tempo sem histerias.
Saldo mais que positivo.
Para o ano, lá estaremos.
domingo, 13 de maio de 2012
The Boss
É o que o meu mais velho se julga.
Põe o primo (4 meses mais novo) de castigo.
Pega num bloco e lápis e passa multas à irmã.
Se não me ponho a pau, qualquer dia vou dentro.
Põe o primo (4 meses mais novo) de castigo.
Pega num bloco e lápis e passa multas à irmã.
Se não me ponho a pau, qualquer dia vou dentro.
Ui
Tantos dias sem posts.
Um apanhado: andei a derreter com o calor, apanhei um escaldão, a minha filha teve um dia inteiro de birra, passeei no paredão, fomos ao parque, tive dois jantares de amigos, deitei-me tarde.
Tive muitas ideias de posts brilhantes, mas nada que valesse tanto a pena escrever como este.
Foi isto.
Um apanhado: andei a derreter com o calor, apanhei um escaldão, a minha filha teve um dia inteiro de birra, passeei no paredão, fomos ao parque, tive dois jantares de amigos, deitei-me tarde.
Tive muitas ideias de posts brilhantes, mas nada que valesse tanto a pena escrever como este.
Foi isto.
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Assim não brinco
Eu sei que é detestável queixar do tempo, além de muito pouco original, mas eu não me conformo com o desaparecimento da minha estação do ano preferida - a Primavera.
Eu ainda sou do tempo em que em Maio se podia ir para o paredão passear ao final do dia com uma temperatura agradável.
Agora não.
Na 2ª uma chuvada que não se pode, hoje 40 graus à sombra.
Resolvi aproveitar o sol de Maio, que nunca se sabe quanto dura, e ir dar uma volta ao paredão com as crias e a progenitora (a minha).
Épico.
18h e um calooooor que nem se podia. Eu apanhada completamente de surpresa - lá está, sabia que vinha bom tempo nestes 5 dias, não sabia que vinha era um verão tropical.
Os miúdos vestidos normalmente, a mais nova com collants e tudo, eu de calças de ganga e ténis, a minha mãe (também desprevenida) de manga comprida, todos a derreter.
Chegados ao paredão claro que o mais velho quis foi ir para areia brincar.
Chegados ao areal era só mães e crianças com o kit completo: chapéu, calções de banho e t-shirt, água para beber, lanchinhos, baldes e pás e artefactos de todo o tipo.
Os meus, nada.
Lá descalcei e despi os collants da miúda, tirei-lhe a t-shirt e ficou de body de manga curta e saia - tentei por a t-shirt na cabeça a fazer de chapéu, qual quê, nem 2 segundos aguentou.
A ele arregacei as mangas, tirei os ténis e as meias, e depois acabei por tirar as calças também - e ele descobriu uma tampa de um balde e ficou todo contente a fazer castelos e a cantar os parabéns em cuecas.
E eu ali fiquei, a derreter, a tentar fazer-lhes sombra para que não lhes derreta a mioleira, a dizer mal da minha vida, mas porque é que eu não decidi ficar na minha varanda que pelo menos é mais fresca!
Acabámos por vir embora todos com um belo par de rosetas nas bochechas e eu com uma falta de energia que nem vos conto...
Na hora de vir embora é que a temperatura baixou, e ficou minimamente suportável.
Primavera, volta que estás perdoada. A sério.
Esta coisa de passar da gola alta ao bikini na mesma semana não é para mim.
Eu ainda sou do tempo em que em Maio se podia ir para o paredão passear ao final do dia com uma temperatura agradável.
Agora não.
Na 2ª uma chuvada que não se pode, hoje 40 graus à sombra.
Resolvi aproveitar o sol de Maio, que nunca se sabe quanto dura, e ir dar uma volta ao paredão com as crias e a progenitora (a minha).
Épico.
18h e um calooooor que nem se podia. Eu apanhada completamente de surpresa - lá está, sabia que vinha bom tempo nestes 5 dias, não sabia que vinha era um verão tropical.
Os miúdos vestidos normalmente, a mais nova com collants e tudo, eu de calças de ganga e ténis, a minha mãe (também desprevenida) de manga comprida, todos a derreter.
Chegados ao paredão claro que o mais velho quis foi ir para areia brincar.
Chegados ao areal era só mães e crianças com o kit completo: chapéu, calções de banho e t-shirt, água para beber, lanchinhos, baldes e pás e artefactos de todo o tipo.
Os meus, nada.
Lá descalcei e despi os collants da miúda, tirei-lhe a t-shirt e ficou de body de manga curta e saia - tentei por a t-shirt na cabeça a fazer de chapéu, qual quê, nem 2 segundos aguentou.
A ele arregacei as mangas, tirei os ténis e as meias, e depois acabei por tirar as calças também - e ele descobriu uma tampa de um balde e ficou todo contente a fazer castelos e a cantar os parabéns em cuecas.
E eu ali fiquei, a derreter, a tentar fazer-lhes sombra para que não lhes derreta a mioleira, a dizer mal da minha vida, mas porque é que eu não decidi ficar na minha varanda que pelo menos é mais fresca!
Acabámos por vir embora todos com um belo par de rosetas nas bochechas e eu com uma falta de energia que nem vos conto...
Na hora de vir embora é que a temperatura baixou, e ficou minimamente suportável.
Primavera, volta que estás perdoada. A sério.
Esta coisa de passar da gola alta ao bikini na mesma semana não é para mim.
terça-feira, 8 de maio de 2012
Pensamento do momento, às 00h54
Se não estiver sentada no sofá aí entre as 22h e as 23h, passa-se a hora crítica da soneira e desperto completamente.
A small step for men
De registar que a mais nova cá de casa deu ontem os seus primeiros, e tímidos, passos.
(Foi logo abalroada pelo irmão, para não se armar em esperta.)
Daqui a nada deixamos de ter seres rastejantes cá em casa.
(Foi logo abalroada pelo irmão, para não se armar em esperta.)
Daqui a nada deixamos de ter seres rastejantes cá em casa.
Baby steps II
Desde sábado que a pequena cá de casa se mudou para o quarto do irmão, agora quarto dos dois.
Já o podia ter feito antes, é certo, mas por questões logísticas só foi possível agora.
Ainda assim, mudar de quarto é um passo importante da vida de uma pessoa, no seu caminho para a maioridade e independência.
Os pais cá de casa, desde que foram pais, tiveram o quarto só para os dois apenas por 3 meses.
Para os dois é um eufemismo, porque coincidiram com os últimos 3 meses de gravidez, pelo que éramos praticamente 3.
Estamos muito contentes por ter o nosso quarto de volta.
Mais um pouco e vamos conquistando o resto da casa também.
Já o podia ter feito antes, é certo, mas por questões logísticas só foi possível agora.
Ainda assim, mudar de quarto é um passo importante da vida de uma pessoa, no seu caminho para a maioridade e independência.
Os pais cá de casa, desde que foram pais, tiveram o quarto só para os dois apenas por 3 meses.
Para os dois é um eufemismo, porque coincidiram com os últimos 3 meses de gravidez, pelo que éramos praticamente 3.
Estamos muito contentes por ter o nosso quarto de volta.
Mais um pouco e vamos conquistando o resto da casa também.
segunda-feira, 7 de maio de 2012
sexta-feira, 4 de maio de 2012
De regresso
Das férias com castelos, vacas, comida da boa, vinho do bom, alguma chuva, muito vento, e ainda tempo para visitar a família.
As nossas primeiras férias a 4.
Do melhor.
As nossas primeiras férias a 4.
Do melhor.
segunda-feira, 30 de abril de 2012
sexta-feira, 27 de abril de 2012
O post que eu ia escrever mas encontrei já escrito
Este.
Pura verdade. Estava tudo a correr tão bem até aos anos da minha filha. Depois a Páscoa. Depois a viagem à Holanda.
E de excepção em excepção, está tão difícil entrar na linha outra vez.
Raio do plano, que nos foge como areia entre os dedos.
Quando chega aquela altura em que eu só como coisas saudáveis e me deixa de apetecer comer coisas boas (aka porcarias)?
Alguém me sabe dizer?
Pura verdade. Estava tudo a correr tão bem até aos anos da minha filha. Depois a Páscoa. Depois a viagem à Holanda.
E de excepção em excepção, está tão difícil entrar na linha outra vez.
Raio do plano, que nos foge como areia entre os dedos.
Quando chega aquela altura em que eu só como coisas saudáveis e me deixa de apetecer comer coisas boas (aka porcarias)?
Alguém me sabe dizer?
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Neste dia 25 de Abril...
... deixo-vos com uma música que nos últimos tempos tem andado na minha cabeça com frequência, e por isso marca esta fase da minha vida com a idade de Cristo.
Baby steps
Aos poucos, muito lentamente, os traços de termos dois bebés a viver nesta casa vão-se atenuando.
O parque já foi fechado e arrumado, desde o dia em que ela fez 1 ano.
Já só temos uma cadeira da papa na cozinha (ela passou para a dele, ele para a mesa "dos grandes").
Só há fraldas de um tamanho cá em casa - ela passa agora a usar o tamanho maior, que é o tamanho dele, que já só usa fralda para dormir.
Esta semana fiz, pela primeira vez, uma única panela de sopa, igual para todos.
Passo a passo, estão a ficar uns crescidos.
O parque já foi fechado e arrumado, desde o dia em que ela fez 1 ano.
Já só temos uma cadeira da papa na cozinha (ela passou para a dele, ele para a mesa "dos grandes").
Só há fraldas de um tamanho cá em casa - ela passa agora a usar o tamanho maior, que é o tamanho dele, que já só usa fralda para dormir.
Esta semana fiz, pela primeira vez, uma única panela de sopa, igual para todos.
Passo a passo, estão a ficar uns crescidos.
Este tem etiqueta:
Baby Girl Santos,
Baby Santos,
Vida de mãe e pai
terça-feira, 24 de abril de 2012
In the end, it all comes down to this
Sei que alguma coisa hei de estar a fazer bem quando ouço o mais velho dizer para o pai:
"A mãe gosta de eu."
"A mãe gosta de eu."
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Regresso a Amsterdam
Foi a primeira vez, e quem sabe a única em muito tempo, que fiquei tantos dias (5) longe da minha descendência.
Tal como previsto, nos dias anteriores quase morri com a perspectiva da separação.
Mais valia arrancarem-me o coração à colherada, que me teria custado menos.
Como o avião era cedo, dormiram nos avós logo na noite anterior (onde ficaram aliás toda a semana, só com os avós nessa noite, com o pai também nas que se seguiram), e eu fiz questão de os adormecer e de sair apenas e só depois de estarem ferrados.
Custou-me como só eu sei. Saí de lá de rastos.
Mas ao fechar a porta de casa pensei "se tem mesmo de ser, então ao menos vou aproveitar".
Não podia dizer que não ia, e ficar a morrer de amor não me levava a lado nenhum.
E depois, quem é a mãe que não deseja secretamente uma semana sem ter de pensar em jantares, dar banhos, tratar de roupas, com o tempo só para si?
Sei lá eu quando volto a ter uma oportunidade destas!
As últimas 3 vezes que fui a Amsterdam - Abril de 2009, Junho 2010, Outubro 2010 - estava ou grávida ou com um bebé nos braços - ou seja desde Setembro de 2008 que eu não ia lá sem ser no papel de mãe.
Foi, sem dúvida, o verdadeiro regresso da Mary-de-Amsterdam.
Com tudo o que tenho direito, para o bem e para o mal.
Para o bem: andei de bicicleta naquela cidade linda de morrer, saí do trabalho e fiz o que me apeteceu, jantei com amigos, tomei cervejas a por a conversa em dia, bebi café com outros amigos, fiz compras, fui às minhas lojas preferidas, bebi capuccinos da máquina do escritório, conheci os meus colegas novos, fiquei na conversa até altas horas da noite, li um livro e várias revistas, fiz o que me apeteceu (sim, outra vez).
Para o mal: andei de bicicleta contra o vento e à chuva (e só quem o fez antes de ir trabalhar sabe ao que me refiro), apanhei um frio do caraças com graus negativos e tudo, tive de trabalhar num escritório como toda a gente e não no conforto da minha casinha, apanhei comboios que invariavelmente se atrasam, assumi todos os meus comportamentos alimentares de quando lá vivi que inclui beber 5 ou 6 capuccinos (sendo que a máquina de café da altura era uma Senseo (acho) - paz à sua alma - e agora é uma Nespresso - viva o upgrade! - o que me fez andar acelerada todo o tempo), comer sandwiches e sumos do Albert Hein e outras coisas saudáveis tipo batatas fritas, chocolates e tudo o mais, que eu não engordei 8 kilos nos 2 anos que lá vivi por causa da água da torneira da Holanda.
E sim, claro que tive muitas saudades (chegava quase a doer mesmo), mas sim, também me soube muito bem.
Pela primeira vez (e quem sabe a única em muito tempo) pude regressar à vida despreocupada de solteira, a quando o tempo era o que eu fazia com ele, a quando não tinha ninguém à minha espera nem a precisar de mim.
Foi sem dúvida um salto no tempo, o verdadeiro regresso ao passado.
E foi mesmo giro.
Mas o melhor de tudo foi ver duas cabeças com cabelos aos caracóis à minha espera no aeroporto, e ver a alegria deles por me ter de regresso.
Impagável.
Quem quer ser a Mary-de-2007 quando pode ser a Mary-de-2012?
Tal como previsto, nos dias anteriores quase morri com a perspectiva da separação.
Mais valia arrancarem-me o coração à colherada, que me teria custado menos.
Como o avião era cedo, dormiram nos avós logo na noite anterior (onde ficaram aliás toda a semana, só com os avós nessa noite, com o pai também nas que se seguiram), e eu fiz questão de os adormecer e de sair apenas e só depois de estarem ferrados.
Custou-me como só eu sei. Saí de lá de rastos.
Mas ao fechar a porta de casa pensei "se tem mesmo de ser, então ao menos vou aproveitar".
Não podia dizer que não ia, e ficar a morrer de amor não me levava a lado nenhum.
E depois, quem é a mãe que não deseja secretamente uma semana sem ter de pensar em jantares, dar banhos, tratar de roupas, com o tempo só para si?
Sei lá eu quando volto a ter uma oportunidade destas!
As últimas 3 vezes que fui a Amsterdam - Abril de 2009, Junho 2010, Outubro 2010 - estava ou grávida ou com um bebé nos braços - ou seja desde Setembro de 2008 que eu não ia lá sem ser no papel de mãe.
Foi, sem dúvida, o verdadeiro regresso da Mary-de-Amsterdam.
Com tudo o que tenho direito, para o bem e para o mal.
Para o bem: andei de bicicleta naquela cidade linda de morrer, saí do trabalho e fiz o que me apeteceu, jantei com amigos, tomei cervejas a por a conversa em dia, bebi café com outros amigos, fiz compras, fui às minhas lojas preferidas, bebi capuccinos da máquina do escritório, conheci os meus colegas novos, fiquei na conversa até altas horas da noite, li um livro e várias revistas, fiz o que me apeteceu (sim, outra vez).
Para o mal: andei de bicicleta contra o vento e à chuva (e só quem o fez antes de ir trabalhar sabe ao que me refiro), apanhei um frio do caraças com graus negativos e tudo, tive de trabalhar num escritório como toda a gente e não no conforto da minha casinha, apanhei comboios que invariavelmente se atrasam, assumi todos os meus comportamentos alimentares de quando lá vivi que inclui beber 5 ou 6 capuccinos (sendo que a máquina de café da altura era uma Senseo (acho) - paz à sua alma - e agora é uma Nespresso - viva o upgrade! - o que me fez andar acelerada todo o tempo), comer sandwiches e sumos do Albert Hein e outras coisas saudáveis tipo batatas fritas, chocolates e tudo o mais, que eu não engordei 8 kilos nos 2 anos que lá vivi por causa da água da torneira da Holanda.
E sim, claro que tive muitas saudades (chegava quase a doer mesmo), mas sim, também me soube muito bem.
Pela primeira vez (e quem sabe a única em muito tempo) pude regressar à vida despreocupada de solteira, a quando o tempo era o que eu fazia com ele, a quando não tinha ninguém à minha espera nem a precisar de mim.
Foi sem dúvida um salto no tempo, o verdadeiro regresso ao passado.
E foi mesmo giro.
Mas o melhor de tudo foi ver duas cabeças com cabelos aos caracóis à minha espera no aeroporto, e ver a alegria deles por me ter de regresso.
Impagável.
Quem quer ser a Mary-de-2007 quando pode ser a Mary-de-2012?
sábado, 21 de abril de 2012
De regresso
... de uma viagem que começou por ser no espaço, mas que acabou por ser no tempo também.
Mais notícias em breve.
Mais notícias em breve.
domingo, 15 de abril de 2012
Pausa
Podem pôr este blog em pausa durante 1 semana, que em principio não haverá actualizações.
Na próxima semana retomamos a emissão, como habitualmente.
Doei!
Na próxima semana retomamos a emissão, como habitualmente.
Doei!
sexta-feira, 13 de abril de 2012
A galinha que há em mim...
... está a ficar impossível de aturar.
Só de pensar que daqui a 2 dias vai ficar 5 dias sem os seus pintos, até se arrepia, a estúpida.
Fica literalmente com pele de galinha.
Prevejo um domingo complicado para esta galinha, coitada.
Só de pensar que daqui a 2 dias vai ficar 5 dias sem os seus pintos, até se arrepia, a estúpida.
Fica literalmente com pele de galinha.
Prevejo um domingo complicado para esta galinha, coitada.
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Biggest Looser 2012 report
No fim-de-semana da Páscoa teve lugar a 1ª pesagem intermédia do meu "grupo da dieta".
Os resultados foram inspiradores.
Esta que vos escreve perdeu dois kilinhos nestes 3 meses, muito suadinhos, raquíticos quase, mas pronto.
Em termos de perda, fui a que perdeu menos (apesar de ser das que precisa mais!), mas houve quem ficasse abaixo de mim da tabela: um elemento com 0 kilos perdidos (ah ah ah sorry, não podia perder a oportunidade de enxovalhar) e ainda um que não fez a coisa por menos e ganhou 4 kilos! (é o maior, já ganhou!)
Para mim: 2 down, 8 more to go.
Já me juntei a outro grupo da dieta (este só de mulheres, em que partilhamos o plano alimentar diário com direito a dicas e a refilar quando as outras fazem asneira, e eu tenho visto resultados), e sei aquilo que me falta para dar o salto em frente, uma vez que em termos de alimentação até está a correr bastante bem - o belo do exercício físico.
Não basta ter ido correr, tenho mesmo de continuar a correr.
Já só faltam 3 meses para a próxima pesagem.
We can do this!
Os resultados foram inspiradores.
Esta que vos escreve perdeu dois kilinhos nestes 3 meses, muito suadinhos, raquíticos quase, mas pronto.
Em termos de perda, fui a que perdeu menos (apesar de ser das que precisa mais!), mas houve quem ficasse abaixo de mim da tabela: um elemento com 0 kilos perdidos (ah ah ah sorry, não podia perder a oportunidade de enxovalhar) e ainda um que não fez a coisa por menos e ganhou 4 kilos! (é o maior, já ganhou!)
Para mim: 2 down, 8 more to go.
Já me juntei a outro grupo da dieta (este só de mulheres, em que partilhamos o plano alimentar diário com direito a dicas e a refilar quando as outras fazem asneira, e eu tenho visto resultados), e sei aquilo que me falta para dar o salto em frente, uma vez que em termos de alimentação até está a correr bastante bem - o belo do exercício físico.
Não basta ter ido correr, tenho mesmo de continuar a correr.
Já só faltam 3 meses para a próxima pesagem.
We can do this!
segunda-feira, 9 de abril de 2012
De hoje a 1 semana
Estarei aqui.
O tempo passa, a vida muda, mas acabo sempre por regressar "a casa".
E desta vez, para variar, vou sozinha mesmo, sem filhos no carrinho nem na barriga - vai ser o verdadeiro regresso da Mary-de-Amsterdam (do tempo em que não tinha banhos para dar, nem sopas para fazer depois do trabalho).
Apetece-me muito, claro.
Mas estou que nem posso porque vou ficar, pela 1ª vez na vida, 5 dias (CINCO!) sem ver as minhas crias. Até me dói só de pensar.
Mas não há nada a fazer, tenho mesmo de ir.
A galinha que há em mim terá de cacarejar em holandês
O tempo passa, a vida muda, mas acabo sempre por regressar "a casa".
E desta vez, para variar, vou sozinha mesmo, sem filhos no carrinho nem na barriga - vai ser o verdadeiro regresso da Mary-de-Amsterdam (do tempo em que não tinha banhos para dar, nem sopas para fazer depois do trabalho).
Apetece-me muito, claro.
Mas estou que nem posso porque vou ficar, pela 1ª vez na vida, 5 dias (CINCO!) sem ver as minhas crias. Até me dói só de pensar.
Mas não há nada a fazer, tenho mesmo de ir.
A galinha que há em mim terá de cacarejar em holandês
Domingo de Páscoa - dia de experiência alimentar...
... da minha filha.
Ontem provou pela 1ª vez:
- chocolate - ovo kinder
- cocó - o seu próprio
Em minha defesa, não fui eu que lhe dei nenhuma das coisas.
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Concordo plenamente
A minha cunhada explicou ao meu sobrinho onde ele estava quando era muito pequenino.
Quando lhe pergunta, ele responde orgulhoso: na barriga da mãe!
Estavamos nesta conversa, e ela explicou-lhe também que o primo veio da barriga da tia (eu).
Onde estava o primo quando era muito pequenino?
Na barriga da tia!
Palmas!
E a prima, onde estava a prima quando era pequenina??
Silencio.
A minha cunhada deu a dica: então... estava também na barriga da tia!
Responde ele prontamente: não! Na barriga do tio!
Tem ou não tem lógica?
2 anos acabados de fazer e um profundo sentido de justiça.
Quando lhe pergunta, ele responde orgulhoso: na barriga da mãe!
Estavamos nesta conversa, e ela explicou-lhe também que o primo veio da barriga da tia (eu).
Onde estava o primo quando era muito pequenino?
Na barriga da tia!
Palmas!
E a prima, onde estava a prima quando era pequenina??
Silencio.
A minha cunhada deu a dica: então... estava também na barriga da tia!
Responde ele prontamente: não! Na barriga do tio!
Tem ou não tem lógica?
2 anos acabados de fazer e um profundo sentido de justiça.
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Livros ou O Fim das Mudanças
Finalmente tenho todos os meus livros reunidos sob o mesmo tecto, espalhados há 6 anos atrás por diversas casas de familiares guarda-livros - nomeadamente os meus pais, a minha irmã e os pais do Te (que ficaram com a maior parte)
4 anos depois do nosso regresso da Holanda, trouxemos os meus últimos livros que tinham ficado na minha antiga estante em casa dos pais do Te (a estante ficou, para albergar brinquedos).
Andávamos a adiar e adiar, com uma preguicite aguda que só visto, e depois de já termos trazido tudo de casa dos meus pais (que se mudaram também entretanto) e de casa da minha irmã (que ficou com uma estante mais pequena), foi a vez de trazer os últimos exemplares para casa.
No fim-de-semana fomos comprar 2 estantes ao Ikea (não tenho móveis de outra loja), numa cena tipicamente nossa.
Fomos directos às estantes mais baratas, que tinhamos visto no site - já aqui referi que ninguém compra móveis mais rápido do que nós - mas quando chegámos a casa, uma tinha defeito e à outra faltava uma peça. Ainda tentámos montar uma (com a peça que faltava da outra), mas não conseguimos acertar com a parte de trás, que não entrava na calha como nos desenhos.
Tivemos um ataque de nervos com aquela porcaria, que era sempre a mesma coisa, vamos sempre pelo mais barato e depois dá nisto.
Toda a razão.
Se as estantes são para durar, mais vale investir numa coisa melhor.
Dia seguinte, de novo rumo ao Ikea, para trocar as ditas.
Resolvemos gastar um pouco de tempo a analisar todas as hipóteses, em vez de fazer o que fazemos sempre de agarrar no 1o que aparece e fugir dali para fora. Munidos de lápis e fita métrica vimos todas as estantes, uma a uma.
Comparámos, medimos, imaginámos diferentes cenários.
Acabámos por trazer na mesma as mais baratas (iguais às do dia anterior), com fé que tinha sido um azar, e que desta vez íamos conseguir montar tudo, sem tábuas lascadas, peças em falta ou partes de trás que não encaixam.
E assim foi.
Quanto aos livros, passa-se um fenómeno estranho.
Quando a mãe do Te os tirou da estante, onde estavam todos encafuadinhos, parece que se multiplicaram por 10.
Numa simples estante com 8 quadrados cabiam caixas e caixas de livros, que ocuparam o corredor, o chão do quarto e ainda a entrada de casa.
Trouxemos tudo para nossa casa, e mal conseguíamos andar no corredor, com caixas de livros por todos os lados (e muitos livros e dossiers à solta).
Pensámos que nunca iriam caber nas estantes que comprámos e que teriamos de usar algumas prateleiras que temos livres na sala.
Quando os comecei a colocar nas estantes parece que acaba o efeito do fermento, e encolhem outra vez como a Alice no País das Maravilhas.
Couberam todos, e ainda sobraram 2 prateleiras.
E pronto, agora sim, todos os meus objectos estão em minha casa, e a mudança - 1 ano e meio depois de iniciada - ficou assim, finalmente, concluida.
6 anos depois da nossa partida podemos dizer que fechámos de vez este ciclo.
4 anos depois do nosso regresso da Holanda, trouxemos os meus últimos livros que tinham ficado na minha antiga estante em casa dos pais do Te (a estante ficou, para albergar brinquedos).
Andávamos a adiar e adiar, com uma preguicite aguda que só visto, e depois de já termos trazido tudo de casa dos meus pais (que se mudaram também entretanto) e de casa da minha irmã (que ficou com uma estante mais pequena), foi a vez de trazer os últimos exemplares para casa.
No fim-de-semana fomos comprar 2 estantes ao Ikea (não tenho móveis de outra loja), numa cena tipicamente nossa.
Fomos directos às estantes mais baratas, que tinhamos visto no site - já aqui referi que ninguém compra móveis mais rápido do que nós - mas quando chegámos a casa, uma tinha defeito e à outra faltava uma peça. Ainda tentámos montar uma (com a peça que faltava da outra), mas não conseguimos acertar com a parte de trás, que não entrava na calha como nos desenhos.
Tivemos um ataque de nervos com aquela porcaria, que era sempre a mesma coisa, vamos sempre pelo mais barato e depois dá nisto.
Toda a razão.
Se as estantes são para durar, mais vale investir numa coisa melhor.
Dia seguinte, de novo rumo ao Ikea, para trocar as ditas.
Resolvemos gastar um pouco de tempo a analisar todas as hipóteses, em vez de fazer o que fazemos sempre de agarrar no 1o que aparece e fugir dali para fora. Munidos de lápis e fita métrica vimos todas as estantes, uma a uma.
Comparámos, medimos, imaginámos diferentes cenários.
Acabámos por trazer na mesma as mais baratas (iguais às do dia anterior), com fé que tinha sido um azar, e que desta vez íamos conseguir montar tudo, sem tábuas lascadas, peças em falta ou partes de trás que não encaixam.
E assim foi.
Quanto aos livros, passa-se um fenómeno estranho.
Quando a mãe do Te os tirou da estante, onde estavam todos encafuadinhos, parece que se multiplicaram por 10.
Numa simples estante com 8 quadrados cabiam caixas e caixas de livros, que ocuparam o corredor, o chão do quarto e ainda a entrada de casa.
Trouxemos tudo para nossa casa, e mal conseguíamos andar no corredor, com caixas de livros por todos os lados (e muitos livros e dossiers à solta).
Pensámos que nunca iriam caber nas estantes que comprámos e que teriamos de usar algumas prateleiras que temos livres na sala.
Quando os comecei a colocar nas estantes parece que acaba o efeito do fermento, e encolhem outra vez como a Alice no País das Maravilhas.
Couberam todos, e ainda sobraram 2 prateleiras.
E pronto, agora sim, todos os meus objectos estão em minha casa, e a mudança - 1 ano e meio depois de iniciada - ficou assim, finalmente, concluida.
6 anos depois da nossa partida podemos dizer que fechámos de vez este ciclo.
domingo, 1 de abril de 2012
Marginal sem carros
Hoje foi dia de caminhada/tricicloada na marginal sem carros.
Já soube desta iniciativa várias vezes, mas nunca tinha ido.
Adorei.
Para já, aquela sensação estranha de estar a andar, e a ver o mais velho a andar de triciclo, em plena marginal.
Havia várias iniciativas a decorrer, aulas de ginástica, disponibilizavam biciletas e trotinetes, água e fruta para todos.
Apesar disso, e de haver bastante gente a andar, correr, de bicicleta ou patins, foi possível desfrutar do silencio e caminhar a ouvir o mar, sem o barulho dos carros.
Impagável.
Viemos de lá com uma grande vontade de restaurar as nossas bicicletas e arranjar umas cadeirinhas para pôr os babies atrás.
(isto se eu me conseguir aventurar a andar com cadeirinha e criança atrás, que é coisa que nunca fiz).
Um programa de domingo de manhã a repetir, sem dúvida.
Já soube desta iniciativa várias vezes, mas nunca tinha ido.
Adorei.
Para já, aquela sensação estranha de estar a andar, e a ver o mais velho a andar de triciclo, em plena marginal.
Havia várias iniciativas a decorrer, aulas de ginástica, disponibilizavam biciletas e trotinetes, água e fruta para todos.
Apesar disso, e de haver bastante gente a andar, correr, de bicicleta ou patins, foi possível desfrutar do silencio e caminhar a ouvir o mar, sem o barulho dos carros.
Impagável.
Viemos de lá com uma grande vontade de restaurar as nossas bicicletas e arranjar umas cadeirinhas para pôr os babies atrás.
(isto se eu me conseguir aventurar a andar com cadeirinha e criança atrás, que é coisa que nunca fiz).
Um programa de domingo de manhã a repetir, sem dúvida.
sexta-feira, 30 de março de 2012
Era mais um Março aqui para a mesa do canto, sff...
... que este já quase acabou, e eu nem o vi passar...
quinta-feira, 29 de março de 2012
Run to the hills
Pois é, caros leitores, esta que vos escreve, como boa bloguista, e recém-mãe-com-pouco-tempo-pouco-dinheiro-para-gastar-e-uns-kilinhos-ou-melhor-kilões-para-perder (vai assim tudo junto porque é um estado que marca esta fase da vida), resolvi, tal como já previa aqui, render-me à moda da corrida (assumindo que ainda está na moda ir correr, que em termos de moda ando sempre atrasada).
Na 2a feira, enchi-me de coragem, calcei os meus ténis (não, não vou deixar aqui a foto dos ténis de corrida xpto, porque são os velhos ténis do ginásio normalíssimos, bem como a roupa de corrida, que são calças de fato-de-treino e t-shirt velha, já bem me basta o esforço de tentar estar gira e fashion o resto do tempo), fiz um mini-aquecimento ali na sala, e depois dos dois a dormir, ala para a rua dar voltas ao quarteirão.
Ai.
Que coisa mais sem graça, senhores.
Eu sei que não levei música, mas ainda assim... a correr feita ursa para lado nenhum... enfim... não posso dizer que tenha adorado.
Não sei porque adoraria, porque eu detesto correr, sempre detestei, mas bolas, uma pessoa evolui em tantos sentidos, porque não haveria eu de começar a gostar de correr? (e deixar de gostar de chocolate também, já agora).
Dei um total de 2 voltas ao quarteirão (em minha defesa, eu moro no cimo de um monte, pelo que a volta inclui uma descida e uma subida) num total de, ora deixa cá ver... aí uns 7 minutos a correr! E fiquei esfalfada, oh se fiquei!
Demorei mais tempo a tomar um duche e vestir o pijama do que de facto, a correr.
Mas gostei da sensação, devo dizer.
Gostei de ser capaz de o fazer, sozinha, depois de um dia de trabalho e essas coisas todas, gostei de regressar a casa cansada e a transpirar (e ainda fiz uns abdominais na sala), gostei muito da sensação de dever cumprido, de poder fazer exercício sem gastar 1 tostão, sem ter sequer de pegar no carro, e sem gastar muito tempo (que irá aumentando progressivamente, espero eu).
Dizem-me que se insistir hei-de me habituar, e a verdade é que eu conheço muitas pessoas que sempre detestaram correr e agora o fazem diariamente, participam em maratonas e tudo.
Por todas as vantagens que traz, vou mesmo tentar insistir nesta prática sempre que puder (ontem e anteontem não consegui ir) e tentar fazer sempre melhor que a vez anterior.
A vontade de o fazer, no entanto, é que é pouca, ou nenhuma...
Resta-me esperar que, num passe de mágica, o meu corpo decida que correr é a melhor coisa do mundo, e que não pode viver sem uma corrida diária.
A Naide Gomes que se cuide!
Na 2a feira, enchi-me de coragem, calcei os meus ténis (não, não vou deixar aqui a foto dos ténis de corrida xpto, porque são os velhos ténis do ginásio normalíssimos, bem como a roupa de corrida, que são calças de fato-de-treino e t-shirt velha, já bem me basta o esforço de tentar estar gira e fashion o resto do tempo), fiz um mini-aquecimento ali na sala, e depois dos dois a dormir, ala para a rua dar voltas ao quarteirão.
Ai.
Que coisa mais sem graça, senhores.
Eu sei que não levei música, mas ainda assim... a correr feita ursa para lado nenhum... enfim... não posso dizer que tenha adorado.
Não sei porque adoraria, porque eu detesto correr, sempre detestei, mas bolas, uma pessoa evolui em tantos sentidos, porque não haveria eu de começar a gostar de correr? (e deixar de gostar de chocolate também, já agora).
Dei um total de 2 voltas ao quarteirão (em minha defesa, eu moro no cimo de um monte, pelo que a volta inclui uma descida e uma subida) num total de, ora deixa cá ver... aí uns 7 minutos a correr! E fiquei esfalfada, oh se fiquei!
Demorei mais tempo a tomar um duche e vestir o pijama do que de facto, a correr.
Mas gostei da sensação, devo dizer.
Gostei de ser capaz de o fazer, sozinha, depois de um dia de trabalho e essas coisas todas, gostei de regressar a casa cansada e a transpirar (e ainda fiz uns abdominais na sala), gostei muito da sensação de dever cumprido, de poder fazer exercício sem gastar 1 tostão, sem ter sequer de pegar no carro, e sem gastar muito tempo (que irá aumentando progressivamente, espero eu).
Dizem-me que se insistir hei-de me habituar, e a verdade é que eu conheço muitas pessoas que sempre detestaram correr e agora o fazem diariamente, participam em maratonas e tudo.
Por todas as vantagens que traz, vou mesmo tentar insistir nesta prática sempre que puder (ontem e anteontem não consegui ir) e tentar fazer sempre melhor que a vez anterior.
A vontade de o fazer, no entanto, é que é pouca, ou nenhuma...
Resta-me esperar que, num passe de mágica, o meu corpo decida que correr é a melhor coisa do mundo, e que não pode viver sem uma corrida diária.
A Naide Gomes que se cuide!
terça-feira, 27 de março de 2012
Irmãos
Fixe fixe, é ver a relação deles a crescer e a ficar com muita piada.
Vão no carro os dois atrás (ou à frente, depende da perspectiva) e fazem parvoíces, riem, imitam-se um ao outro.
Fazem festa quando se vêem de manhã, fazem festinhas nos caracóis um do outro quando bebem o biberon na nossa cama.
Tomam banho os dois e fazem uma algazarra.
Amigos, companheiros, cúmplices (e inimigos e rivais também, claro).
Mesmo fixe, esta ideia da Natureza de nos dar 2 filhos com tão pouca diferença.
Vão no carro os dois atrás (ou à frente, depende da perspectiva) e fazem parvoíces, riem, imitam-se um ao outro.
Fazem festa quando se vêem de manhã, fazem festinhas nos caracóis um do outro quando bebem o biberon na nossa cama.
Tomam banho os dois e fazem uma algazarra.
Amigos, companheiros, cúmplices (e inimigos e rivais também, claro).
Mesmo fixe, esta ideia da Natureza de nos dar 2 filhos com tão pouca diferença.
Hora
O fim-de-semana foi tão bem aproveitadinho que nem dei pela falta da hora a menos que teve.
Acho sempre uma roubalheira ter menos 1 hora de fim-de-semana (apesar da devolução no fim de Outubro), mas depois há a compensação de ter fins de dia que são de facto fins de dia e não noites antecipadas para as 18h.
Gosto.
Acho sempre uma roubalheira ter menos 1 hora de fim-de-semana (apesar da devolução no fim de Outubro), mas depois há a compensação de ter fins de dia que são de facto fins de dia e não noites antecipadas para as 18h.
Gosto.
domingo, 25 de março de 2012
Mais magra
Hoje numa reunião de família várias tias me disseram que estou mais magra (pulinhos de alegria!)... e que se nota especialmente na cara.
Na cara?
Eu quero ficar mais magra é na pança e no rabiosque, a cara pode ficar como está, que está muito bem!
Mas pronto.
Tendo em conta que mudei os meus hábitos alimentares (fazer dieta é demodé) há três meses, e que desde então perdi um total de... ora deixa cá ver... zero (leram bem ZERO!) gramas, tenho de me contentar de estar a perder gordura em algum lado, nem que seja nas bochechas...
Na cara?
Eu quero ficar mais magra é na pança e no rabiosque, a cara pode ficar como está, que está muito bem!
Mas pronto.
Tendo em conta que mudei os meus hábitos alimentares (fazer dieta é demodé) há três meses, e que desde então perdi um total de... ora deixa cá ver... zero (leram bem ZERO!) gramas, tenho de me contentar de estar a perder gordura em algum lado, nem que seja nas bochechas...
sábado, 24 de março de 2012
O mundo ao contrário
A cadeira do carro do meu mais velho vai virada para trás.
Para ele, vai virada para a frente. Nós é que vamos atrás, a conduzir.
Quando paramos o carro diz que quer ir brincar para trás, para o volante.
Às vezes quando o quero sentar na sua cadeira, faz birra que não quer ir ali, quer ir atrás.
E eu respondo "os meninos têm de ir sempre à frente!".
Para ele, vai virada para a frente. Nós é que vamos atrás, a conduzir.
Quando paramos o carro diz que quer ir brincar para trás, para o volante.
Às vezes quando o quero sentar na sua cadeira, faz birra que não quer ir ali, quer ir atrás.
E eu respondo "os meninos têm de ir sempre à frente!".
sexta-feira, 23 de março de 2012
Não são os filhos que me fazem velha II
Mas sim ter este sobrinho, que resolveu dedicar-se a uma vida mais saudável de há uns meses para cá e pediu para participar neste grupo, a dar-me na cabeça pelas asneiras que vou fazendo, e a completar com conselhos de nutrição.
Relembro que, quando ele nasceu, já eu andava provavelmente em dieta, e que até há bem pouco tempo havia birras de cada vez que ele tinha de comer a sopa.
Ah e tal que não devias ter comido isto aqui, e que tens de parar com aquilo e o outro.
Toma lá tia*, que é para aprenderes!
(* não, ele não me trata por tia, ainda bem que tive essa brilhante ideia de o pôr a tratar-me pelo nome quando começou a falar - assim podemos ter estas conversas e outras, e quem nos vir nem desconfia que ele é meu sobrinho! Bem jogado, Mary de 1996!)
Relembro que, quando ele nasceu, já eu andava provavelmente em dieta, e que até há bem pouco tempo havia birras de cada vez que ele tinha de comer a sopa.
Ah e tal que não devias ter comido isto aqui, e que tens de parar com aquilo e o outro.
Toma lá tia*, que é para aprenderes!
(* não, ele não me trata por tia, ainda bem que tive essa brilhante ideia de o pôr a tratar-me pelo nome quando começou a falar - assim podemos ter estas conversas e outras, e quem nos vir nem desconfia que ele é meu sobrinho! Bem jogado, Mary de 1996!)
terça-feira, 20 de março de 2012
Álcool - espero que este post não tenha nada a ver com o anterior
Só para partilhar que já comprei mais garrafas de vinho desde que deixei de amamentar (há 1 mês) do que na minha vida toda!
Digo isto, mas eu nunca fui de comprar vinho.
Agora, pelos vistos, sim.
Tinto alentejano, a acompanhar um jantar em boa companhia.
De um modo geral, estava sem poder beber quase desde Janeiro de 2009.
Tive ali uma curta janela de oportunidade (que eu não sabia que ia ser curta) em 2010, que aproveitei o melhor que consegui - guardo na memória com saudade e nostalgia a fantástica sangria de espumante do casamento do P. (comentador assíduo aqui do blog) - mas quando dei por ela, engravidei outra vez e só agora pude voltar à vida normal, à ocasional bebida em ocasiões especiais (que têm sido muitas eh eh eh).
Tinha saudades.
Poder beber tem algo de libertador, tenho de admitir.
E no meio de toda esta crise, deixo-vos com uma célebre frase do meu avô:
"Haja saúde... e dinheiro para vinho!"
Nem mais.
Digo isto, mas eu nunca fui de comprar vinho.
Agora, pelos vistos, sim.
Tinto alentejano, a acompanhar um jantar em boa companhia.
De um modo geral, estava sem poder beber quase desde Janeiro de 2009.
Tive ali uma curta janela de oportunidade (que eu não sabia que ia ser curta) em 2010, que aproveitei o melhor que consegui - guardo na memória com saudade e nostalgia a fantástica sangria de espumante do casamento do P. (comentador assíduo aqui do blog) - mas quando dei por ela, engravidei outra vez e só agora pude voltar à vida normal, à ocasional bebida em ocasiões especiais (que têm sido muitas eh eh eh).
Tinha saudades.
Poder beber tem algo de libertador, tenho de admitir.
E no meio de toda esta crise, deixo-vos com uma célebre frase do meu avô:
"Haja saúde... e dinheiro para vinho!"
Nem mais.
A crise dos 33
Diz que a idade de Cristo vem acompanhada de uma crise de identidade.
Confirmo.
Já tinha ouvido falar, sem ligar nenhuma, claro, e passei os primeiros meses dos 33, de bem com a vida, feliz e contente a curtir o verão de licença de maternidade.
Pois que de repente, sem nada o fazer prever, há um olhar para mim de fora para dentro, e de dentro para dentro também, parece que nada está bem, ou que pelo menos, poderia estar melhor.
No meu caso, é uma crise de identidade ao nível profissional.
Já fiz contas à minha vidinha e sei que não me posso esticar, mas anda para aqui uma revolução a tentar instalar-se que vamos ver no que vai dar.
Ele há dias em que acordo e sinto-me capaz de tudo (de deixar o emprego que não gosto, de me dedicar só ao que gosto, de fazer outras coisas que me apetecem também) e há dias em não me sinto capaz de coisa nenhuma, que carrego o peso do mundo nos ombros e não consigo nem respirar.
Entre uma coisa e a outra, alguma coisa irá surgir com certeza.
O quê?
Ainda não sei...
Confirmo.
Já tinha ouvido falar, sem ligar nenhuma, claro, e passei os primeiros meses dos 33, de bem com a vida, feliz e contente a curtir o verão de licença de maternidade.
Pois que de repente, sem nada o fazer prever, há um olhar para mim de fora para dentro, e de dentro para dentro também, parece que nada está bem, ou que pelo menos, poderia estar melhor.
No meu caso, é uma crise de identidade ao nível profissional.
Já fiz contas à minha vidinha e sei que não me posso esticar, mas anda para aqui uma revolução a tentar instalar-se que vamos ver no que vai dar.
Ele há dias em que acordo e sinto-me capaz de tudo (de deixar o emprego que não gosto, de me dedicar só ao que gosto, de fazer outras coisas que me apetecem também) e há dias em não me sinto capaz de coisa nenhuma, que carrego o peso do mundo nos ombros e não consigo nem respirar.
Entre uma coisa e a outra, alguma coisa irá surgir com certeza.
O quê?
Ainda não sei...
domingo, 18 de março de 2012
É coisa que nunca tive, nem quero vir a ter...
Ouvido hoje no paredão, por um senhor que engraçou com o mais velho que andava aos saltos, surpreendido quando percebeu que afinal havia outra na outra cadeirinha:
"Os senhores deviam arranjar uma televisão. (pausa) Para o quarto."
"Os senhores deviam arranjar uma televisão. (pausa) Para o quarto."
quarta-feira, 14 de março de 2012
Gripe II
Já passou.
Agora é apenas uma constipação que me dá cabo dos nervos, mas pronto.
Eu a achar que me tinha safado este ano, mas afinal não...
Agora é apenas uma constipação que me dá cabo dos nervos, mas pronto.
Eu a achar que me tinha safado este ano, mas afinal não...
segunda-feira, 12 de março de 2012
sexta-feira, 9 de março de 2012
Não são os filhos que me fazem velha...
... mas sim ter um sobrinho (que nasceu já eu era quase adulta) de 1.90m que está igual ao James Dean.
Blusão de cabedal e tudo.
Giro como tudo, o raio do miúdo.
Blusão de cabedal e tudo.
Giro como tudo, o raio do miúdo.
quinta-feira, 8 de março de 2012
Depois do pão...
... os iogurtes.
Estou a ficar fã de tudo o que é home made.
Roubei a iogurteira dos 70's da mãe à mana do meio, e estou deliciada a reviver o paladar dos melhores iogurtes do mundo.
Adoro.
(quanto à máquina de fazer pão - aka MFP - também adoro, estou super fã e uso-a quase todos os dias. O pão fica 1000 vezes melhor e só compro pão para ter no congelador para alguma emergencia.)
Estou a ficar fã de tudo o que é home made.
Roubei a iogurteira dos 70's da mãe à mana do meio, e estou deliciada a reviver o paladar dos melhores iogurtes do mundo.
Adoro.
(quanto à máquina de fazer pão - aka MFP - também adoro, estou super fã e uso-a quase todos os dias. O pão fica 1000 vezes melhor e só compro pão para ter no congelador para alguma emergencia.)
quarta-feira, 7 de março de 2012
Porque é que este blog não muda de nome
Porque a sua autora, apesar de aparentemente ser uma pessoa adulta - conduz, trabalha, tem filhos e empréstimos para pagar - continua a ter borbulhas de adolescente.
Adulto que é adulto tem rugas e preocupa-se com pés de galinha.
Quase adulto que é quase adulto tem as características acima descritas, mas apresenta também acne juvenil ao melhor estilo.
Daquele que as pessoas ficam a olhar para a borbulha quando se fala com elas.
Giro.
Adulto que é adulto tem rugas e preocupa-se com pés de galinha.
Quase adulto que é quase adulto tem as características acima descritas, mas apresenta também acne juvenil ao melhor estilo.
Daquele que as pessoas ficam a olhar para a borbulha quando se fala com elas.
Giro.
terça-feira, 6 de março de 2012
segunda-feira, 5 de março de 2012
10 anos sem fumo
Completei ontem 10 anos sem fumar.
Como já disse aqui, não posso nunca dizer que estou curada, mas bolas, para mim é um motivo de orgulho ter vencido esta batalha.
Para quem está a deixar de fumar, aqui deixo o meu aplauso, a minha vénia, os maiores votos de sucesso.
Não se deixem vencer que estão no caminho certo.
É um caminho difícil, mas não é, de todo, impossível.
Procurem ajuda,sigam as minhas dicas, mas façam o que fizerem, não peguem num cigarro.
E não se deixem influenciar pelos vossos amigos fumadores, que nem sempre são bons conselheiros...
Lembrem-se que um dia vão acordar e perceber que já não pensam em fumar o dia todo.
Fumar faz mal, é feio, é caro, pode matar-vos a vocês e aos que vos rodeiam, e além do mais está fora de moda (pelo menos eu acho).
Para quem fuma e não está a deixar: estão à espera de quê?
10 anos.
Parabéns para mim :)
Como já disse aqui, não posso nunca dizer que estou curada, mas bolas, para mim é um motivo de orgulho ter vencido esta batalha.
Para quem está a deixar de fumar, aqui deixo o meu aplauso, a minha vénia, os maiores votos de sucesso.
Não se deixem vencer que estão no caminho certo.
É um caminho difícil, mas não é, de todo, impossível.
Procurem ajuda,sigam as minhas dicas, mas façam o que fizerem, não peguem num cigarro.
E não se deixem influenciar pelos vossos amigos fumadores, que nem sempre são bons conselheiros...
Lembrem-se que um dia vão acordar e perceber que já não pensam em fumar o dia todo.
Fumar faz mal, é feio, é caro, pode matar-vos a vocês e aos que vos rodeiam, e além do mais está fora de moda (pelo menos eu acho).
Para quem fuma e não está a deixar: estão à espera de quê?
10 anos.
Parabéns para mim :)
sexta-feira, 2 de março de 2012
Vertigem
Chegou-me este vídeo por e-mail, não resisto a partilhar.
Tenho vertigens desde que me conheço, e fiquei com suores frios só de o ver - aquela última parte então, ia tendo um ataque cardíaco, com franqueza!
É que haviam de ser meus filhos - um puxão de orelhas e um tabefe bem dado e nem se fala mais nisto.
(façam clique no nome do vídeo e depois aumentem a imagem)
I Believe I can Fly ( flight of the frenchies ). Free segment from sebastien montaz-rosset on Vimeo.
Tenho vertigens desde que me conheço, e fiquei com suores frios só de o ver - aquela última parte então, ia tendo um ataque cardíaco, com franqueza!
É que haviam de ser meus filhos - um puxão de orelhas e um tabefe bem dado e nem se fala mais nisto.
(façam clique no nome do vídeo e depois aumentem a imagem)
I Believe I can Fly ( flight of the frenchies ). Free segment from sebastien montaz-rosset on Vimeo.
Memória
Não me posso queixar, não foi das coisas mais afetadas por este fenómeno chamado maternidade que me atingiu como um raio e quase me derrubou.
É verdade que conheço casos muito piores, mas já pude contar mais com ela, e muitas vezes tenho de pôr todo o tipo de informação como lembrete no telemóvel, para não me esquecer.
E são inúmeras as saídas de casa sem a mochila, sem o próprio telemóvel, sem a lancheira, sem alguma coisa essencial.
Por isso mesmo fico surpreendida quando me acontece como hoje - e tem acontecido com frequência.
O cliente liga e eu, pelo nome penso "já falei com este cliente", procuro no sistema e vai-se a ver e falei sim... em 2008 ou 2009.
Com tanta coisa importante na vida, porque raio a minha memória perde as suas preciosas capacidades com informação que não interessa para nada?
Fica o mistério.
É verdade que conheço casos muito piores, mas já pude contar mais com ela, e muitas vezes tenho de pôr todo o tipo de informação como lembrete no telemóvel, para não me esquecer.
E são inúmeras as saídas de casa sem a mochila, sem o próprio telemóvel, sem a lancheira, sem alguma coisa essencial.
Por isso mesmo fico surpreendida quando me acontece como hoje - e tem acontecido com frequência.
O cliente liga e eu, pelo nome penso "já falei com este cliente", procuro no sistema e vai-se a ver e falei sim... em 2008 ou 2009.
Com tanta coisa importante na vida, porque raio a minha memória perde as suas preciosas capacidades com informação que não interessa para nada?
Fica o mistério.
Dente
... e aos 10 meses e 3 semanas apareceu, finalmente, o 1º dente à minha mais nova.
É um record absoluto ou conhecem algum bebé que tenha tido o 1º dente mais tarde??
É um record absoluto ou conhecem algum bebé que tenha tido o 1º dente mais tarde??
quinta-feira, 1 de março de 2012
Cortinas
15 meses depois de nos mudarmos esta casa recebe o seu primeiro par de cortinas.
No escritório, que é onde fazem mais falta.
Talvez daqui a 15 anos estejam as cortinas todas penduradas.
(o espírito cigano do ah-e-tal-e-qualquer-dia-mudamos-outra-vez teima em não nos abandonar)
No escritório, que é onde fazem mais falta.
Talvez daqui a 15 anos estejam as cortinas todas penduradas.
(o espírito cigano do ah-e-tal-e-qualquer-dia-mudamos-outra-vez teima em não nos abandonar)
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
29 de Fevereiro - e tu, onde estavas há 4 anos atrás?
Eu, curiosamente, estava aqui.
Não fiz nenhum post no dia 29/02/2008, mas foi o meu último dia de trabalho na empresa... onde trabalho agora!
Na altura estava longe, longe, de saber que me iriam convidar para continuar com eles a partir de casa, em Portugal.
Muita coisa mudou desde então, mas a verdade é que o trabalho, com todas as mudanças que também sofreu (o big chefe saiu, da equipa dessa altura restam apenas 2 ou 3, entre outras mudanças estruturais), é o mesmo.
E tenho a certeza que se eu pudesse perguntar à Mary de 2008 "onde estarás daqui a 4 anos?" a resposta não mencionaria trabalhar na mesma empresa - de certeza!
Quanto ao resto, até estou mais ou menos dentro das previsoes...
E agora, onde estarás tu, Mary de 2012, no próximo dia 29 de Fevereiro??
Não fiz nenhum post no dia 29/02/2008, mas foi o meu último dia de trabalho na empresa... onde trabalho agora!
Na altura estava longe, longe, de saber que me iriam convidar para continuar com eles a partir de casa, em Portugal.
Muita coisa mudou desde então, mas a verdade é que o trabalho, com todas as mudanças que também sofreu (o big chefe saiu, da equipa dessa altura restam apenas 2 ou 3, entre outras mudanças estruturais), é o mesmo.
E tenho a certeza que se eu pudesse perguntar à Mary de 2008 "onde estarás daqui a 4 anos?" a resposta não mencionaria trabalhar na mesma empresa - de certeza!
Quanto ao resto, até estou mais ou menos dentro das previsoes...
E agora, onde estarás tu, Mary de 2012, no próximo dia 29 de Fevereiro??
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
A procurar fotografias dos meus filhos...
... para ilustrar um resumo de como são eles nesta idade, reparo que são poucas, muito poucas as fotografias que tenho dela sozinha (se juntarmos a isto o facto de não ser fotogénica, fiquei com 0 fotografias).
Tive de recortar uma fotografia em que aparecem os dois.
Quantas fotos tenho eu do mais velho com 10 meses?
Aproximadamente quinhentas mil, mais coisa menos coisa.
Ser irmão mais novo é lixado.
Tive de recortar uma fotografia em que aparecem os dois.
Quantas fotos tenho eu do mais velho com 10 meses?
Aproximadamente quinhentas mil, mais coisa menos coisa.
Ser irmão mais novo é lixado.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Ontem foi dia de...
... The Help.
Gostei q.b, porque apesar de achar muito importante contar esta história, não é, de todo, o meu tipo de filme.
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Blog de sonho
Hoje, pela 1ª vez desde que o comecei há 4 anos e qualquer coisa, sonhei com este blog.
Era um encontro de blogueiros, nem sei onde, onde estavam várias pessoas que não consigo identificar, nem aos seus blogs.
Pronto, foi isso.
Era um encontro de blogueiros, nem sei onde, onde estavam várias pessoas que não consigo identificar, nem aos seus blogs.
Pronto, foi isso.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Quarta-feira de cinzas
A única música com as palavras "quarta-feira de cinzas" na letra, que eu conheça pelo menos: esta.
Um dia faço um post sobre a capacidade que a música tem de nos transportar para outros lugares e momentos da vida.
(não deu para por aqui o video)
Um dia faço um post sobre a capacidade que a música tem de nos transportar para outros lugares e momentos da vida.
(não deu para por aqui o video)
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
A ver fotos do ano 2000
Ontem a minha irmã postou umas fotos do batizado da minha sobrinha, há 12 anos atrás.
Reparei que a roupa completamente estruturada era a moda: calças a direito e blazer (estão todas, menos eu), camisolas de gola alta, camisas cintadas. E uma predominância de preto, beje, cinzento e pouco mais.
Devíamos estar todas numa de look-escritório.
Olho para as fotos do batizado da minha filha e vejo muito mais diversidade.
Daqui a 10 anos com certeza que olharei para elas e conseguirei ver que também estávamos todas de igual, incrivelmente datadas e aborrecidas.
A ver vamos...
Reparei que a roupa completamente estruturada era a moda: calças a direito e blazer (estão todas, menos eu), camisolas de gola alta, camisas cintadas. E uma predominância de preto, beje, cinzento e pouco mais.
Devíamos estar todas numa de look-escritório.
Olho para as fotos do batizado da minha filha e vejo muito mais diversidade.
Daqui a 10 anos com certeza que olharei para elas e conseguirei ver que também estávamos todas de igual, incrivelmente datadas e aborrecidas.
A ver vamos...
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Do Carnaval
Gostava de gostar mais do Carnaval.
Não porque não goste, porque gosto, mas porque acabo sempre por não fazer nada de especial.
E tenho pena.
Tenho boas recordações de outros carnavais.
Lembro-me da excitação de arranjar as máscaras na infância - sempre à ultima da hora, sempre com aquilo que tínhamos em casa, e sempre diferente do que era moda na altura. Com as roupas do baú da avó (até lhes sinto o cheiro, caramba), mais algumas fatiotas antigas (uma de criada e uma de saloia que rodaram todas as meninas da família), mais as roupas dos anos 70 da minha mãe, a festa ficava feita e era sempre um sucesso na festinha da escola. Lembro-me de me mascarar de D. Pombinha do Roque Santeiro (quando todas as minhas amigas foram de Viúva Porcina lol), e também de grávida, com um nenuco no carrinho e uma almofada na barriga (disfarce que se veio a concretizar no ano passado lol outra vez!).
E não esqueço um jantar em casa dos meus avós em que foram todos mascarados - adultos incluídos. Penso que aconteceu apenas 1 vez, mas nunca esquecemos.
Em adulta foram poucas as vezes que brinquei ao Carnaval, mas quando o fiz diverti-me à grande - ora a passar despercebida vestida normalmente e usando apenas 1 peruca verdadeira (e ninguém me reconheceu de cabelo preto, liso e de franja), ora com um vestido prateado e peruca azul num jantar a 4 super divertido que acabou numa festa improvisada à porta do restaurante.
No entanto, foram muitos mais os carnavais que me passaram ao lado, ainda mais porque desde 2006 que o passo a trabalhar.
Muita gente diz não ligar nenhuma ao Carnaval, como ao dia de S. Valentim ou à passagem de ano.
Que não gostam de festejar só porque aparece a data no calendário.
Ora, eu compreendo, mas não concordo.
Claro que nenhum destes eventos tem importância, mas eu gosto porque marcam a passagem do tempo, são dias especiais, fora do comum, que convidam a sair da rotina.
Muitas vezes passei estes dias sem fazer nada de especial (excepto na passagem de ano), mas muitas vezes basta um pequeno pormenor para marcar a diferença (mesmo sem gastar um tostão).
Assim sendo, aqui fica o plano para 2013 - começar a construir uma memória carnavalesca para a criançada cá de casa e quem sabe aproveitar para voltar a lançar estalinhos, papelinhos e serpentinas pelo ar!
Não porque não goste, porque gosto, mas porque acabo sempre por não fazer nada de especial.
E tenho pena.
Tenho boas recordações de outros carnavais.
Lembro-me da excitação de arranjar as máscaras na infância - sempre à ultima da hora, sempre com aquilo que tínhamos em casa, e sempre diferente do que era moda na altura. Com as roupas do baú da avó (até lhes sinto o cheiro, caramba), mais algumas fatiotas antigas (uma de criada e uma de saloia que rodaram todas as meninas da família), mais as roupas dos anos 70 da minha mãe, a festa ficava feita e era sempre um sucesso na festinha da escola. Lembro-me de me mascarar de D. Pombinha do Roque Santeiro (quando todas as minhas amigas foram de Viúva Porcina lol), e também de grávida, com um nenuco no carrinho e uma almofada na barriga (disfarce que se veio a concretizar no ano passado lol outra vez!).
E não esqueço um jantar em casa dos meus avós em que foram todos mascarados - adultos incluídos. Penso que aconteceu apenas 1 vez, mas nunca esquecemos.
Em adulta foram poucas as vezes que brinquei ao Carnaval, mas quando o fiz diverti-me à grande - ora a passar despercebida vestida normalmente e usando apenas 1 peruca verdadeira (e ninguém me reconheceu de cabelo preto, liso e de franja), ora com um vestido prateado e peruca azul num jantar a 4 super divertido que acabou numa festa improvisada à porta do restaurante.
No entanto, foram muitos mais os carnavais que me passaram ao lado, ainda mais porque desde 2006 que o passo a trabalhar.
Muita gente diz não ligar nenhuma ao Carnaval, como ao dia de S. Valentim ou à passagem de ano.
Que não gostam de festejar só porque aparece a data no calendário.
Ora, eu compreendo, mas não concordo.
Claro que nenhum destes eventos tem importância, mas eu gosto porque marcam a passagem do tempo, são dias especiais, fora do comum, que convidam a sair da rotina.
Muitas vezes passei estes dias sem fazer nada de especial (excepto na passagem de ano), mas muitas vezes basta um pequeno pormenor para marcar a diferença (mesmo sem gastar um tostão).
Assim sendo, aqui fica o plano para 2013 - começar a construir uma memória carnavalesca para a criançada cá de casa e quem sabe aproveitar para voltar a lançar estalinhos, papelinhos e serpentinas pelo ar!
domingo, 19 de fevereiro de 2012
O último post sobre amamentação (durante uns tempos) II
2 anos passaram desde que escrevi este post (que desde então figura sempre no top ten dos posts mais lidos deste blog) e eis que chegou a altura de novamente acabar com este tema por aqui.
Em Fevereiro de 2010 deixei de amamentar o meu filho, em Fevereiro de 2012 foi a vez de deixar de amamentar a minha filha.
E pronto, as coincidências acabam aqui, pois a experiência não poderia ter sido mais diferente.
Tinha a minha filha apenas alguns minutos de vida quando lhe dei de mamar pela 1ª vez.
Juro que aquilo que senti foi a minha maminha a pensar "oh não, outra vez...".
Lá no fundo parecia que ainda não se tinha recomposto da experiência traumática por que tinha passado - 4 meses de sofrimento, que culminaram num episódio infeliz que ultrapassou tudo aquilo que a amamentação deve ser.
No entanto,desta vez tudo seria diferente.
Não posso dizer que não tenha tido dificuldades, pois tive.
Ainda na maternidade comecei a sofrer com gretas e dores, não tanto por o bebé não saber pegar, mas acho que pela necessidade de habituação do meu corpo a essa nova realidade.
Custou-me muito, nos primeiros dias na maternidade, e isso ainda me valeu um momento muito traumatizante com uma enfermeira que veio fazer o teste auditivo ao bebé.
Eu compreendo que para as enfermeiras, médicos, etc, é apenas mais um dia de trabalho, que todos temos direito a ter dias maus, e a estarmos mal dispostos, mas bolas, nós enquanto parturientes além de estarmos ultra-sensíveis, estamos a viver um momento mais que marcante nas nossas vidas, que vamos recordar para sempre.
E para sempre ficarão gravadas na minha memória as palavras dessa enfermeira, que ao ver que eu estava cheia de dores quase me insultou, que eu não estava a fazer nada bem, que a miúda estava de cueiro que não dá jeito nenhum para amamentar ("vocês vestem-lhes estas coisas que não dão jeito nenhum!"), que a posição era incorreta (mas até me deu uma dica importante - de colocar a cabeça do bebé no nosso braço exatamente na dobra interna do cotovelo), que eu tinha mais é que usar bicos de silicone, que iria desistir no primeiro dia em casa, que a continuar assim estava condenada a falhar seguramente.
E mais valia ter desatado aos pontapés e aos murros à minha pessoa, que não me teria magoado tanto.
Estava redondamente enganada, a senhora enfermeira.
Em casa, com calma, longe do stress da maternidade, as feridas foram sarando, e a coisa, naturalmente, deu-se.
Se eu não tivesse tido dificuldades quando foi do meu filho talvez achasse que estes 2 ou 3 dias com dores tinham sido o fim do mundo, mas comparativamente, não foram. De todo.
Talvez eu estivesse de mente mais aberta e mais preparada para tentar outras opções, e se calhar, essa descontração também fez com que as coisas corressem melhor.
Mas a maior diferença, mais do que uma mãe mais descontraída e com mais experiência, foi ter um bebé que sabe o que tem de fazer. Que chega à hora de mamar e, sem filmes, choros, rejeições, gritos, interrupções ou que quer que seja, mama.
Nada a ver.
E esta é a razão de estar a escrever este post.
Para que as mães que por alguma razão não tiveram boas experiências, não deixem de tentar à 2ª vez, porque pode não ter nada a ver.
Sempre me chocou quando me perguntavam se iria tentar amamentar o 2º filho, depois de ter passado um mau bocado com o 1º.
Ora logo eu, que sendo 3ª filha estou sempre a reivindicar os mesmos direitos que as minhas irmãs, seria incapaz de privar o meu 2º filho de ter contacto com o que é melhor para ele só porque do 1º a coisa não correu bem.
Que culpa teria ela de o irmão não saber mamar?
Além do mais, sempre soube que a estatística estava do meu lado. Depois de uma má experiência, a seguinte só pode ser melhor.
E assim foi.
Após aqueles primeiros dias de adaptação, não podia ter corrido melhor.
Foram 6 meses de amamentação em exclusivo, e 10 meses a amamentar no total.
Terminamos há coisa de 2 semanas, por mútuo acordo, e nenhuma das duas lamenta a decisão.
Foram 10 meses fantásticos.
Vou recordar para sempre com o maior carinho aqueles momentos só nossos, quer sozinhas que no meio da multidão.
Pura magia, a natureza a seguir o seu curso.
Dizem-me muitas vezes "oh Mary, mas tu merecias que fosse assim..."
E eu acrescento, ela também.
Em Fevereiro de 2010 deixei de amamentar o meu filho, em Fevereiro de 2012 foi a vez de deixar de amamentar a minha filha.
E pronto, as coincidências acabam aqui, pois a experiência não poderia ter sido mais diferente.
Tinha a minha filha apenas alguns minutos de vida quando lhe dei de mamar pela 1ª vez.
Juro que aquilo que senti foi a minha maminha a pensar "oh não, outra vez...".
Lá no fundo parecia que ainda não se tinha recomposto da experiência traumática por que tinha passado - 4 meses de sofrimento, que culminaram num episódio infeliz que ultrapassou tudo aquilo que a amamentação deve ser.
No entanto,desta vez tudo seria diferente.
Não posso dizer que não tenha tido dificuldades, pois tive.
Ainda na maternidade comecei a sofrer com gretas e dores, não tanto por o bebé não saber pegar, mas acho que pela necessidade de habituação do meu corpo a essa nova realidade.
Custou-me muito, nos primeiros dias na maternidade, e isso ainda me valeu um momento muito traumatizante com uma enfermeira que veio fazer o teste auditivo ao bebé.
Eu compreendo que para as enfermeiras, médicos, etc, é apenas mais um dia de trabalho, que todos temos direito a ter dias maus, e a estarmos mal dispostos, mas bolas, nós enquanto parturientes além de estarmos ultra-sensíveis, estamos a viver um momento mais que marcante nas nossas vidas, que vamos recordar para sempre.
E para sempre ficarão gravadas na minha memória as palavras dessa enfermeira, que ao ver que eu estava cheia de dores quase me insultou, que eu não estava a fazer nada bem, que a miúda estava de cueiro que não dá jeito nenhum para amamentar ("vocês vestem-lhes estas coisas que não dão jeito nenhum!"), que a posição era incorreta (mas até me deu uma dica importante - de colocar a cabeça do bebé no nosso braço exatamente na dobra interna do cotovelo), que eu tinha mais é que usar bicos de silicone, que iria desistir no primeiro dia em casa, que a continuar assim estava condenada a falhar seguramente.
E mais valia ter desatado aos pontapés e aos murros à minha pessoa, que não me teria magoado tanto.
Estava redondamente enganada, a senhora enfermeira.
Em casa, com calma, longe do stress da maternidade, as feridas foram sarando, e a coisa, naturalmente, deu-se.
Se eu não tivesse tido dificuldades quando foi do meu filho talvez achasse que estes 2 ou 3 dias com dores tinham sido o fim do mundo, mas comparativamente, não foram. De todo.
Talvez eu estivesse de mente mais aberta e mais preparada para tentar outras opções, e se calhar, essa descontração também fez com que as coisas corressem melhor.
Mas a maior diferença, mais do que uma mãe mais descontraída e com mais experiência, foi ter um bebé que sabe o que tem de fazer. Que chega à hora de mamar e, sem filmes, choros, rejeições, gritos, interrupções ou que quer que seja, mama.
Nada a ver.
E esta é a razão de estar a escrever este post.
Para que as mães que por alguma razão não tiveram boas experiências, não deixem de tentar à 2ª vez, porque pode não ter nada a ver.
Sempre me chocou quando me perguntavam se iria tentar amamentar o 2º filho, depois de ter passado um mau bocado com o 1º.
Ora logo eu, que sendo 3ª filha estou sempre a reivindicar os mesmos direitos que as minhas irmãs, seria incapaz de privar o meu 2º filho de ter contacto com o que é melhor para ele só porque do 1º a coisa não correu bem.
Que culpa teria ela de o irmão não saber mamar?
Além do mais, sempre soube que a estatística estava do meu lado. Depois de uma má experiência, a seguinte só pode ser melhor.
E assim foi.
Após aqueles primeiros dias de adaptação, não podia ter corrido melhor.
Foram 6 meses de amamentação em exclusivo, e 10 meses a amamentar no total.
Terminamos há coisa de 2 semanas, por mútuo acordo, e nenhuma das duas lamenta a decisão.
Foram 10 meses fantásticos.
Vou recordar para sempre com o maior carinho aqueles momentos só nossos, quer sozinhas que no meio da multidão.
Pura magia, a natureza a seguir o seu curso.
Dizem-me muitas vezes "oh Mary, mas tu merecias que fosse assim..."
E eu acrescento, ela também.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
E depois...
... de ultrapassado este túnel da maternidade, conseguimos encontrar-nos outra vez?
Estará alguma coisa da Mary-ainda-não-mãe à minha espera quando eles não precisarem tanto de mim?
Ando a sentir que a maternidade me engoliu.
(às vezes tenho dificuldade em descobrir-me no meio disto tudo, e sei que algumas pessoas também.)
Estará alguma coisa da Mary-ainda-não-mãe à minha espera quando eles não precisarem tanto de mim?
Ando a sentir que a maternidade me engoliu.
(às vezes tenho dificuldade em descobrir-me no meio disto tudo, e sei que algumas pessoas também.)
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Como deixar de gostar de uma coisa ou Como fazer o tempo passar devagar
Como deixar de gostar de uma coisa:
Ontem estive a fazer um dia desintoxicação alimentar, aconselhado pela nutricionista da minha cunhada, que consiste em passar o dia a comer maçã, iogurte natural e flocos de aveia (e também outras frutas, e sopa nas refeiçoes principais).
Depois de um fim-de-semana especialmente rico, que incluiu entre outras coisas este bolo de chocolate em casa da Sofia (várias fatias), achei que era mesmo melhor um dia de limpeza.
Esta história do iogurte com maçã era perfeito, pois para mim é um verdadeiro pitéu. Ou melhor, era. Sempre adorei a combinação dos dois, e muitas vezes é o meu jantar, juntamente com um prato de sopa.
Ontem o pequeno-almoço até correu bem. Ao almoço a coisa já não teve tanta graça. Ao lanche já entrou a custo apesar da fominha, e ao jantar já esqueci o assunto e comi comida de jeito.
Não sei se era do frio, se era das maçãs não serem excelentes, mas palavra de honra que já não podia ver o meu ex-pitéu saudável à frente.
E isto é triste, porque era uma coisa que eu gostava bastante, e que agora não me apetece. Espero que não seja para sempre.
Será que se eu passar um dia a comer o tal bolo de chocolate obtenho o mesmo efeito??
Como fazer o tempo passar devagar:
Comer os mesmo alimentos saudáveis e sem graça o dia todo.
Garanto que ainda não tinha chegado a hora do lanche e já eu sonhava com o pequeno-almoço do dia seguinte.
E o dia arrastou-se, que parecia que nunca mais acabava.
Será que encontrei o truque para fazer esticar o tempo??
Ontem estive a fazer um dia desintoxicação alimentar, aconselhado pela nutricionista da minha cunhada, que consiste em passar o dia a comer maçã, iogurte natural e flocos de aveia (e também outras frutas, e sopa nas refeiçoes principais).
Depois de um fim-de-semana especialmente rico, que incluiu entre outras coisas este bolo de chocolate em casa da Sofia (várias fatias), achei que era mesmo melhor um dia de limpeza.
Esta história do iogurte com maçã era perfeito, pois para mim é um verdadeiro pitéu. Ou melhor, era. Sempre adorei a combinação dos dois, e muitas vezes é o meu jantar, juntamente com um prato de sopa.
Ontem o pequeno-almoço até correu bem. Ao almoço a coisa já não teve tanta graça. Ao lanche já entrou a custo apesar da fominha, e ao jantar já esqueci o assunto e comi comida de jeito.
Não sei se era do frio, se era das maçãs não serem excelentes, mas palavra de honra que já não podia ver o meu ex-pitéu saudável à frente.
E isto é triste, porque era uma coisa que eu gostava bastante, e que agora não me apetece. Espero que não seja para sempre.
Será que se eu passar um dia a comer o tal bolo de chocolate obtenho o mesmo efeito??
Como fazer o tempo passar devagar:
Comer os mesmo alimentos saudáveis e sem graça o dia todo.
Garanto que ainda não tinha chegado a hora do lanche e já eu sonhava com o pequeno-almoço do dia seguinte.
E o dia arrastou-se, que parecia que nunca mais acabava.
Será que encontrei o truque para fazer esticar o tempo??
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Filhos a dormir fora
= mãe a fazer coisas que não fazia há séculos:
- ler na cama (seguramente não o fazia há mais de 2 anos, foi só 1 página e nem me lembro do que estava escrito, mas conta na mesma)
- acordar e não tratar de mais ninguém a não ser de mim :)
- dormir bem, bem, bem
A galinha que há nesta mãe de vez em quando cai para o lado de cansaço.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Não era altura de parar?
10 meses passaram já desde que a mais nova nasceu. Já passou o outono, e a primavera ainda está longe.
Mas a queda de cabelo, essa, continua.
E reparem que já me queixo dela desde aqui.
(o que vale é que tenho muito, e vão nascendo outros para compensar, mas já não há pachorra para tanto cabelo no chão, roupa, banheira, cama, sofá, prato, etc!)
Mas a queda de cabelo, essa, continua.
E reparem que já me queixo dela desde aqui.
(o que vale é que tenho muito, e vão nascendo outros para compensar, mas já não há pachorra para tanto cabelo no chão, roupa, banheira, cama, sofá, prato, etc!)
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
E agora uma pergunta verdadeiramente importante
As pessoas que andam a participar num desafio do mês de fevereiro (que consiste em postar fotografias de 1 coisa por dia, segundo uma lista), arrumaram os seus frigoríficos antes de os fotografar??
Humm? Ora digam lá.
É que o meu como está, palavra de honra, que nem que me pagassem eu o fotografaria e publicaria aqui a foto.
Humm? Ora digam lá.
É que o meu como está, palavra de honra, que nem que me pagassem eu o fotografaria e publicaria aqui a foto.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
No masculino
Um grande amigo está a gozar 4 meses de licença de parentalidade do filho que nasceu em Novembro, uma vez que a mulher trabalha por conta própria e não o pode fazer.
Olhem as tiradas que ele foi mandando ao longo da tarde, e vejam lá se já ouviram isto em algum lado...
"Ainda bem que combinamos, estou a precisar de ver adultos."
"Estou muita cansado, estou sempre em casa mas não consigo fazer nada."
"Já estou um bocado a dar em doido."
"Mas eu visto-me sempre como se fosse sair de casa! Faço a barba e tudo, como se fosse trabalhar!"
"Eh pá, ando sempre com nódoas de bolsado nos ombros!"
Achamos que ah e tal e as hormonas e o coiso, mas afinal os homens sentem exatamente o mesmo que nós!
Olhem as tiradas que ele foi mandando ao longo da tarde, e vejam lá se já ouviram isto em algum lado...
"Ainda bem que combinamos, estou a precisar de ver adultos."
"Estou muita cansado, estou sempre em casa mas não consigo fazer nada."
"Já estou um bocado a dar em doido."
"Mas eu visto-me sempre como se fosse sair de casa! Faço a barba e tudo, como se fosse trabalhar!"
"Eh pá, ando sempre com nódoas de bolsado nos ombros!"
Achamos que ah e tal e as hormonas e o coiso, mas afinal os homens sentem exatamente o mesmo que nós!
Ao espelho
A brincar às comidas com o mais velho (e a mais nova também lá estava a brincar, é certo), vejo-me ao espelho nas palavras dele:
"Isto é café, tu não podes!"
"A sopa está quente, mas a massa não. Sopra"
"Toma a colher, queres um garfo?"
Delicioso.
"Isto é café, tu não podes!"
"A sopa está quente, mas a massa não. Sopra"
"Toma a colher, queres um garfo?"
Delicioso.
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Cupões
Sinto-me com um ataque de dona-de-casice aguda quando, ao pagar a conta no continente, saco do cartão de cliente, mais da folha de cupões, para destacar pelo picotado o desconto das fraldas.
E o orgulho que tenho em não deixar passar os prazos,ãh?
Ai crise, a quanto obrigas!
(e na busca por uma imagem para ilustrar este post fui dar a este site. Mais um bocado e estou assim, a verdadeira coupon mom! lol)
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Esta semana, como em qualquer outra:
- penso que é o 1º momento da semana em que me sento com calma a escrever um post (talvez seja exagero, mas é a minha sensação)
- houve manhãs caóticas com choros e birras, com quer vestir, quer comer, não quer vestir, quer ir andar de trotineta, berros e birras
- houve manhãs tranquilas, em que conseguimos fazer tudo no seu timing, tac tac tac, trata tu dum que eu trato do outro, lava rabo, lava dentes, veste o gorro, mete no ovo, e zás, tudo empacotado e porta fora à hora certa
- houve noites em que tudo correu mal, em que não querem comer, querem brincar, não querem esta colher, falta o babete, não quer fruta, quer mais massa, e gritos e berros e mais gritos e mais berros
- houve noites em que tudo correu bem, foram para a cama sem filmes, e nós até vimos um filme
- houve noites que dormimos bem
- outras que dormimos mal
- dormimos sempre 3 na nossa cama se não me engano
- desfiz uma abóbora caseira, cortei-a em cubos e congelei-a em sacos, como uma boa dona de casa
- com um bocado da dita, fiz compota de abóbora, e saiu bem (na máquina do pão). Ponto para mim.
- quase nem fiz exercício esta semana e isso enerva-me
- fiz algumas asneiras no campo alimentar e isso também me enerva (tudo inocente, na gama das bolachas marias, nada grave mas ainda assim)
- ando a beber mais cafés por dia
- tive muito trabalho, muito, muito, muito
- escrevi pouco aqui no blog, e comentei pouco nos outros
Uma semana, como tantas outras.
Mais um filme
Um dia destes esta semana foi a vez deste filme.
Ando numa de não perder oportunidades, e de ver filmes aos bochechos se for preciso.
Gostei, não adorei. Mas acabei por ficar até ao fim, apesar do adiantado da hora, porque a história me agarrou. Eu adoro ballet clássico, e por isso a expectativa era grande.
E é verdade, verdadinha, que muitas vezes o nosso pior inimigo somos nós próprios.
Ando numa de não perder oportunidades, e de ver filmes aos bochechos se for preciso.
Gostei, não adorei. Mas acabei por ficar até ao fim, apesar do adiantado da hora, porque a história me agarrou. Eu adoro ballet clássico, e por isso a expectativa era grande.
E é verdade, verdadinha, que muitas vezes o nosso pior inimigo somos nós próprios.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Post do momento
Este blog anda parado, porque eu não tenho parado... ou quando paro, não é por aqui.
A minha vida tem girado, entre outras coisas, em torno de xixis, cocós, ranho e vomitado.
E eu pergunto: as mães da high society desta vida, também mudam cocós?
A Madonna também leva com vomitado à porta da escola?
Será a Leticia que muda as fraldas de diarreia das pequenas infantas? E será que a Vitoria festejou os cocós no penico dos pequenos Beckham's?
Coisas que me ocorrem, no meio de todo este glamour que me rodeia...
A minha vida tem girado, entre outras coisas, em torno de xixis, cocós, ranho e vomitado.
E eu pergunto: as mães da high society desta vida, também mudam cocós?
A Madonna também leva com vomitado à porta da escola?
Será a Leticia que muda as fraldas de diarreia das pequenas infantas? E será que a Vitoria festejou os cocós no penico dos pequenos Beckham's?
Coisas que me ocorrem, no meio de todo este glamour que me rodeia...
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Ontem foi dia de...
Ver este filme.
Nunca tive grande vontade de o ver, apesar de ser fã incondicional do Woody Allen.
O filme despertava em mim sentimentos contraditórios.
Adoro o Woody Allen, e eu quando adoro não consigo ser imparcial - gosto de tudo e pronto.
Adoro o Javier Bardem, acho-o tudo de bom: giro, sexy, excelente actor.
Detesto a Penélope Cruz, mas reconheço-lhe talento.
Detesto a Scarlett Johansen, acho-a irritante e não consigo entrar nas personagens dela - a rapariga enerva-me, pronto.
Tinha-o gravado há meses, uma vez que passou na tv, e ontem, perante uma pilha de roupa p passar/dobrar achei que era altura de deixar a embirração com as senhoras de lado, e ver o filme de uma vez.
Não adorei, mas gostei de ter visto. Tantas vezes fico a passar a ferro em frente a programas parvos ou séries cómicas, que foi bom ver um filme de seguida para variar. E é um bom filme, divertido, com bastantes coisas boas.
Porém, confirma tudo o que disse acima sobre os actores. A opinião mantém-se, mas o saldo é positivo.
Nota: como se consegue ver um filme inteiro numa noite a meio da semana: a) jantámos com eles à mesa (leia-se, comemos a sopa), em vez de o fazermos depois de deitar b) o mais velho estava KO, foi directo para a cama sem história nem Noddy c) a mais nova ainda resistiu um bocado na sala enquanto eu montava o meu arraial, mas depois adormeceu sem esforço d) o pai, que a foi deitar, não adormeceu com ela. Condiçoes reunidas para começar a ver um filme antes das 22h. Fixe.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Ciclistas na marginal
Porque raio quando andam ciclistas na marginal (ou pessoas a andar de bicicleta com equipamento completo), não param nos semáforos?
Ah e tal o meu veículo não tem motor, por isso não respeito as regras de trânsito.
Não percebo.
Tudo bem, os senhores, à falta de uma ciclovia, têm todo o direito de ocupar quase uma faixa para fazer o seu treino/exercício. A malta faz pisca e desvia-se, sem problema.
Agora, estar tudo parado no semáforo e ver o grupito de ciclistas (que tanto trabalhinho deu a ultrapassar) a passar o vermelho como se nada fosse, não me parece bem.
Ah e tal o meu veículo não tem motor, por isso não respeito as regras de trânsito.
Não percebo.
Tudo bem, os senhores, à falta de uma ciclovia, têm todo o direito de ocupar quase uma faixa para fazer o seu treino/exercício. A malta faz pisca e desvia-se, sem problema.
Agora, estar tudo parado no semáforo e ver o grupito de ciclistas (que tanto trabalhinho deu a ultrapassar) a passar o vermelho como se nada fosse, não me parece bem.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Só hoje consegui ver o último Masterchef Australia
E agora, segue-se o vazio. Mas já sou amiga (fã) do Adam no FB, ah pois sou.
Acho que é a 1ª vez que um favorito meu ganha de facto um concurso!
Alguém sabe se vai passar a versão junior na nossa tv?
Podia ser que, ao ser feita por crianças, desse para nos inspirar para cozinhar cá em casa.
Se houvesse em Portugal conheço um rapaz que gostava de participar, de certeza (o meu afilhado de 10 anos cozinha melhor que eu, e que muitos vocês também!).
Acho que é a 1ª vez que um favorito meu ganha de facto um concurso!
Alguém sabe se vai passar a versão junior na nossa tv?
Podia ser que, ao ser feita por crianças, desse para nos inspirar para cozinhar cá em casa.
Se houvesse em Portugal conheço um rapaz que gostava de participar, de certeza (o meu afilhado de 10 anos cozinha melhor que eu, e que muitos vocês também!).
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Fomos ver...
Gostei muito.
E não sou nada fã do George Clooney, mas aqui tem mesmo o papel da vida.
Actor de corpo inteiro.
Recomendo.
(1 ano depois, regresso ao cinema!)
domingo, 22 de janeiro de 2012
De como as coisas se vão resolvendo
Dois posts que fiz recentemente já merecem um update.
- em relação ao facto de a minha filha não desgrudar da nossa cama, como podem ler aqui há boas hipóteses de estarmos no bom caminho. Na 4a feira passada, ela foi pela 1ª vez dormir a casa dos avós. E eu, inspirada por aquilo que vi as minhas irmãs fazerem vezes sem fim, mandei uma fronha de uma das almofadas da nossa cama, para que ela dormisse com ela (quando a minha sobrinha nasceu prematura, a minha tia pediatra ofereceu à minha irmã um bonequinho de peluche macio para que dormisse junto a ela por 1 noite, que depois foi colocado na incubadora). Pode ser uma fraldinha, ou mesmo a camisa de noite da mãe, algo que fique com o cheirinho da mãe para os confortar. Pois que a minha mãe colocou a fronha na cama dela, e ela lá dormiu a noite toda, sem acordar. Regressada a casa, resolvemos experimentar a técnica - colocamos a fronha na cama dela, e a verdade é que, coincidência ou não, ela dormiu já 2 noites inteiras na cama dela. A continuar assim, podemos muda-la de quarto em breve. Vamos ver como correm estas noites...
- depois de fazer este post, e aproveitando para agradecer às mães que responderam, andei a dar voltas à cabeça para encontrar a melhor hora de encaixar o exercício no meu dia. Sim, eu trabalho só 3 dias por semana, mas os outros são para dedicar aos meus filhos, não para os depositar na avó para ir ao ginásio. No dia a seguir a escrever o post, o meu chefe pergunta-me se não posso trabalhar umas horas extra, às 2ª e 6ª de manhã durante as próximas semanas. Assunto resolvido. Acabo o trabalho as 12h, hora a que não me compensa ir busca-la, pois está a almoçar e depois vai dormir a sesta. Assim sendo, aproveito eu para a essa hora, dar pulos e saltos em frente à televisão, num dvd de exercícios. A ver vamos, também, se a motivação de mantém...
Mesmo quan do achamos que não, a solução está sempre ao virar da esquina-
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Irritante
É estar aqui a ver blogs sentada na ponta do sofá, enquanto o ferro aquece porque tenho uma pilha de roupa para passar (a senhora que nos ajuda(va) nessa tarefa está doente).
E a sensação é a mesma de quando estava na escola e tinha tpc para fazer, mas ficava a ler livros do tio Patinhas, ou a ver o Agora Escolha, não totalmente sentada, para não dar aquela que estava a relaxar com tanto para fazer...
Quando é que me tornei esta fadinha do lar, que diz "ah e tal não posso ficar a fazer o que me apetece porque tenho rolos de carne para fazer"?
Buuuuuuu.
E a sensação é a mesma de quando estava na escola e tinha tpc para fazer, mas ficava a ler livros do tio Patinhas, ou a ver o Agora Escolha, não totalmente sentada, para não dar aquela que estava a relaxar com tanto para fazer...
Quando é que me tornei esta fadinha do lar, que diz "ah e tal não posso ficar a fazer o que me apetece porque tenho rolos de carne para fazer"?
Buuuuuuu.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Ninho vazio
Hoje a mai nova ficou, pela 1a vez, a dormir em casa dos avós.
Por um lado, estou contente de não partilhar a almofada hoje.
Por outro, custou-me tanto, mas taaaanto vir embora...
Ui que dores senhores, que me cortam o coração ao meio...
Mãe galinha de ninho meio vazio. Not good.
Por um lado, estou contente de não partilhar a almofada hoje.
Por outro, custou-me tanto, mas taaaanto vir embora...
Ui que dores senhores, que me cortam o coração ao meio...
Mãe galinha de ninho meio vazio. Not good.
Mães com filhos pequenos, respondei por favor:
Quando é que fazem exercício físico?
A que horas, quanto tempo, e que tipo.
Obrigada.
A que horas, quanto tempo, e que tipo.
Obrigada.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Respeito
Uma vez apanhei um blog de uma mãe de 4 filhos, que os tinha tido todos de empreitada, antes que o 1º fizesse 3 anos já ela tinha mais 3 (com gémeos pelo meio).
1 palavra: respeito.
Por ela e por todas as mães que têm mais de 2 filhos pequenos.
Respeito.
Eu tenho 2, dos bonzinhos, e às vezes, juro que dou em louca.
E sempre quis ser mãe, e estava mais que preparada para tal, e tudo e tudo.
Ainda assim...
As birras, senhores, os choros em uníssono e depois em separado, e as birras, as birras e mais birras. E eles, repito, nem são muito birrentos.
As saídas de casa com horas para estar nos sítios quando estou sozinha com os dois.
Loucura.
Imagino com 3 ou mais...
Respeito, queridas mães.
Muuuito respeito.
1 palavra: respeito.
Por ela e por todas as mães que têm mais de 2 filhos pequenos.
Respeito.
Eu tenho 2, dos bonzinhos, e às vezes, juro que dou em louca.
E sempre quis ser mãe, e estava mais que preparada para tal, e tudo e tudo.
Ainda assim...
As birras, senhores, os choros em uníssono e depois em separado, e as birras, as birras e mais birras. E eles, repito, nem são muito birrentos.
As saídas de casa com horas para estar nos sítios quando estou sozinha com os dois.
Loucura.
Imagino com 3 ou mais...
Respeito, queridas mães.
Muuuito respeito.
sábado, 14 de janeiro de 2012
Os gordos que não choram
Tudo começou no dia 1 de Janeiro, no almoço de ano novo em casa dos meus pais.
Conversa puxa conversa, surgiu o acordo entre mim e o meu cunhado. Logo as minhas irmãs se juntaram à festa, o Tê meio arrastado, e depois disso mais dois primos se lançaram no desafio.
Criámos uma tabela com a situação actual, e os nossos objectivos.
Criámos um grupo secreto no FB, e partilhamos tudo o que nos passa pela cabeça.
Há picanços e tentações, muita conversa, mas muita troca de ideias e de truques e dicas.
A motivação está em alta, e espero que se mantenha ao longo do ano.
Não somos homens não somos nada, se não estivermos todos mais magros no dia 1 de Janeiro de 2013.
Conversa puxa conversa, surgiu o acordo entre mim e o meu cunhado. Logo as minhas irmãs se juntaram à festa, o Tê meio arrastado, e depois disso mais dois primos se lançaram no desafio.
Criámos uma tabela com a situação actual, e os nossos objectivos.
Criámos um grupo secreto no FB, e partilhamos tudo o que nos passa pela cabeça.
Há picanços e tentações, muita conversa, mas muita troca de ideias e de truques e dicas.
A motivação está em alta, e espero que se mantenha ao longo do ano.
Não somos homens não somos nada, se não estivermos todos mais magros no dia 1 de Janeiro de 2013.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
She wins II
Desde 2ª feira que a minha mai nova não encosta o lombo na sua caminha.
Nesse dia ficou em casa comigo, e de manhã foi um tormento para dormir a sesta na sua cama. A rapariga tosse, ou sonha, ou mexe-se ou o que seja, e acorda, e em estando na sua cama, chora até que a tirem de lá.
Na sesta da tarde, deitei-me com ela na minha cama, e deixei-a ficar, rodeada pelas nossas almofadas. Remédio santo. As vezes que acordou, bastou deitar-me 2 segundos a seu lado que ela voltava ao sono que era uma beleza.
Depois do jantar, resolvi repetir a dose. E o nosso serão, que costuma ser interrompido vezes sem fim, com chora-tira da cama-põe a chucha-embala até à exaustão, foi vivido com paz e harmonia, com a menina a dormir a sono solto do meio da cama, feita princesa. Não sei o que a atrai na nossa cama, mas ela prefere-a à dela, mesmo sem estar lá ninguém.
À noite, nem me atrevi a mete-la na cama dela - para quê? é só adiar uma situação inevitável, o raio da miúda acaba sempre por vir dormir connosco, mais vale esquecer o assunto.
E tem sido assim desde então. A caminha dela segue imaculada, a nossa, super lotada.
Nós, estamos os dois com dores nas costas - de dormir tortos, com medo de a magoar, que isto de dormir com bebés não é para nós, definitivamente, mas ela é mais forte (ou o nosso sono, também pode ser isso)- e a pensar seriamente comprar um sofá-cama para a sala, para podermos dormir sozinhos outra vez.
Nesse dia ficou em casa comigo, e de manhã foi um tormento para dormir a sesta na sua cama. A rapariga tosse, ou sonha, ou mexe-se ou o que seja, e acorda, e em estando na sua cama, chora até que a tirem de lá.
Na sesta da tarde, deitei-me com ela na minha cama, e deixei-a ficar, rodeada pelas nossas almofadas. Remédio santo. As vezes que acordou, bastou deitar-me 2 segundos a seu lado que ela voltava ao sono que era uma beleza.
Depois do jantar, resolvi repetir a dose. E o nosso serão, que costuma ser interrompido vezes sem fim, com chora-tira da cama-põe a chucha-embala até à exaustão, foi vivido com paz e harmonia, com a menina a dormir a sono solto do meio da cama, feita princesa. Não sei o que a atrai na nossa cama, mas ela prefere-a à dela, mesmo sem estar lá ninguém.
À noite, nem me atrevi a mete-la na cama dela - para quê? é só adiar uma situação inevitável, o raio da miúda acaba sempre por vir dormir connosco, mais vale esquecer o assunto.
E tem sido assim desde então. A caminha dela segue imaculada, a nossa, super lotada.
Nós, estamos os dois com dores nas costas - de dormir tortos, com medo de a magoar, que isto de dormir com bebés não é para nós, definitivamente, mas ela é mais forte (ou o nosso sono, também pode ser isso)- e a pensar seriamente comprar um sofá-cama para a sala, para podermos dormir sozinhos outra vez.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Calendários
Sempre fui adepta de agendas. Em papel, pequeninas de preferência, com vista semanal - acho que até já escrevi sobre isso aqui no blog.
Nos últimos anos (desde 2009), deixei de as usar, e este ano nem sequer cheguei a comprar. Com o trabalho em casa, e a vida social pouco agitada, acho que não me vai fazer falta.
Já calendários, é outra conversa.
Adoro.
Há anos, acho mesmo que desde que saí de casa dos meus pais, que tenho sempre um calendário pendurado em lugar de destaque em casa.
Foram os poemários, foram calendários feitos com desenhos dos sobrinhos, foram outros na Holanda que se arrancavam as folhas - sendo que o 1º era muito giro, com imagens urbanas em que apareciam números de cada dia e outro com imagens ilusórias. Gosto do ritual de retirar a folha do calendário, ou virar a página de cada mês. Tenho no frigorífico a folha do calendário do dia 17 de Outubro de 2009, dia em que fui mãe pela 1ª vez.
No ano passado recebemos dos nossos cunhados um calendário fantástico, com fotografias nossas ao longo do ano. Não há quem cá venha a casa que não comente e folheie o calendário. Este ano antecipámo-nos e fizemos também um para eles, porque achámos que não havia melhor presente
Nele apontei as ecografias e consultas, e também a contagem das semanas da gravidez. E fui apontando mais ou menos aquilo que íamos fazendo ao longo do ano, tornando-se uma espécie de diário de 2011.
No de 2012 já fui escrevendo o que fizemos na semana passada, e hoje marcámos já as nossas férias.
Tantas folhas ainda em branco, e tantos dias para preencher.
Gosto!
Nos últimos anos (desde 2009), deixei de as usar, e este ano nem sequer cheguei a comprar. Com o trabalho em casa, e a vida social pouco agitada, acho que não me vai fazer falta.
Já calendários, é outra conversa.
Adoro.
Há anos, acho mesmo que desde que saí de casa dos meus pais, que tenho sempre um calendário pendurado em lugar de destaque em casa.
Foram os poemários, foram calendários feitos com desenhos dos sobrinhos, foram outros na Holanda que se arrancavam as folhas - sendo que o 1º era muito giro, com imagens urbanas em que apareciam números de cada dia e outro com imagens ilusórias. Gosto do ritual de retirar a folha do calendário, ou virar a página de cada mês. Tenho no frigorífico a folha do calendário do dia 17 de Outubro de 2009, dia em que fui mãe pela 1ª vez.
No ano passado recebemos dos nossos cunhados um calendário fantástico, com fotografias nossas ao longo do ano. Não há quem cá venha a casa que não comente e folheie o calendário. Este ano antecipámo-nos e fizemos também um para eles, porque achámos que não havia melhor presente
Nele apontei as ecografias e consultas, e também a contagem das semanas da gravidez. E fui apontando mais ou menos aquilo que íamos fazendo ao longo do ano, tornando-se uma espécie de diário de 2011.
No de 2012 já fui escrevendo o que fizemos na semana passada, e hoje marcámos já as nossas férias.
Tantas folhas ainda em branco, e tantos dias para preencher.
Gosto!
Fim de semana de...
- jantar de primos, o segundo da temporada, acho que estamos bem lançados e que foi uma excelente ideia a geração "do meio" juntar-se sem filhos nem pais. A repetir. Parabéns aos anfitriões pela casa fantástica, onde cabemos todos à vontade.
- parque da Gandarinha, com compras na feira de produtos biológicos
- ida ao Ikea - não conheço ninguém que compre móveis mais rápido que nós (depois o resultado está à vista, que as outras casas são sempre mais giras que a nossa, mas pronto)
- jantar, lanche e almoço com os avós
- exposição "A perspectiva das Coisas - a Natureza-Morta na Europa" na Gulbenkian, ou os primeiros Van Goghs e Cezannes da minha filha (o mais velho já os viu em Amsterdam, que é mais fino). E foi o clássico "síndroma da Expo", ou seja, de enchente no último dia. Aposto que esteve às moscas semanas a fio. Estava uma fila com 1h30 de espera, mas como levámos as crias tivemos prioridade. Adorei, apesar da enchente, dos 1000 carrinhos, da multidão.
- praia ao final da tarde, com céu cor-de-laranja e brincadeiras na areia
E ainda conseguimos passar algum tempo em casa, que tanta falta faz.
Pena que acabou com o mais velho com febre, e os dois cheios de ranho e tosse.
sábado, 7 de janeiro de 2012
Hoje esta casa torna-se mais segura para a mais nova
Vamos (finalmente) desfazer a árvore de Natal.
Gosto muito de a montar, mas depois de dia 25, por mim, desmontava-a logo.
Este ano os ramos de baixo já estão todos despidos e puxados, as bolas lambidas, há laços que aparecem no chão todos os dias.
Time to go!
Para o ano há mais.
Gosto muito de a montar, mas depois de dia 25, por mim, desmontava-a logo.
Este ano os ramos de baixo já estão todos despidos e puxados, as bolas lambidas, há laços que aparecem no chão todos os dias.
Time to go!
Para o ano há mais.
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Várias de 2012
- passámos o ano em casa dos nossos compadres (nome giro de usar) com o grupo do costume e a criançada do costume também. Correu tudo muito bem, pela 1ª vez desde que há memória acabámos de jantar por volta das 23h e não passámos da mesa para a meia-noite na maior correria. Gostei.
- os meus filhos passaram a meia-noite acordados,e foi giro passar o ano a 4 pela 1ª vez.
- no 1º dia do ano estreei uma camisola preta, única peça de roupa recebida no Natal, guardada especialmente para vestir no 1º dia do ano. Combinei com jeans escuras e botas pretas, que experimentei por fora das calças e até gostei de ver. Ontem ao olhar para a dita camisola reparo que não é preta, mas sim, azul escura. Assim começa o meu ano em termos de moda.
- em Outubro prometi a mim mesma não comprar nenhuma peça de roupa até 2012, e assim foi. Apesar de andar sempre com a mesma roupa, continuo a achar um desperdício ter armários cheios de roupa (pois tanto quanto sei, a malta continua a achar que não tem nada para vestir anyway...).
- seguindo o post anterior, anteontem fui com o Tê aos saldos e a coisa até correu bem. Devido às minhas gravidezes consegui estragar quase todas as minhas t-shirts básicas que uso por dentro, que têm os elásticos todos a rebentar. Fui à Massimo Dutti, onde compro t-shirts básicas há anos, que valem o preço porque duram muito tempo com óptimo aspecto, e dizem-me que já não têm essa coleção nem sabem se voltam a ter. Ora bolas!
- mesmo sem comprar as t-shirts básicas, comprei uma ou outra coisita que faziam falta, pelo que o saldo é positivo. Próximo passo é ir sem o Tê, para ver as coisas com mais calma, e espreitar a roupa de criança.
- estou a ficar muito cansada, muito mesmo, com o pessimismo em redor do ano 2012. Parece que vai acabar o mundo, senhores! Eu sei que há muita gente que está a passar por grandes dificuldades, e que vai apertar ainda mais, mas acho desnecessário andar sempre a mandar o ânimo abaixo em tudo o que é telejornal de todos os canais. No outro dia até havia um programa chamado "2012, o ano que ninguém quer" no canal 1 da RTP - há necessidade de criar este alarido na tv do Estado? Mensagens positivas, e dicas práticas para contornar a crise é o que se quer!
- contas feitas, este ano gastei exactamente metade em presentes de Natal, em relação ao ano passado. E acho que fiz bem! Nos grupos de amigos criou-se o amigo-secreto para crianças e adultos, ambos de valor simbólico, e na família dei presentes feitos por mim aos casais e não um presente a cada pessoa. Foi essa a maior diferença, que permitiu poupar uns euros valentes (não que eu desse grandes presentes, mas 5 euros aqui mais 10 ali tudo somado, faz uma fortuna).
- o ano 2011 começou mal (comigo de pneumonia e grávida de 25 semanas) e acabou bem - comigo a trabalhar naquilo que gosto, e a ser bem sucedida (o que nem sempre acontece). Foi muito bom para Lisboa, com sol e sem trânsito, o mais velho no banco de trás, chegar a Campo de Ourique e beber um café no Sr. António, onde toda a gente se conhece e trata pelo nome, sabendo que tinha um dia cheio pela frente. Muito fixe.
- cá em casa as coisas andam mais organizadas: arranjámos quem nos passe a ferro (1 manhã) o que é uma grande ajuda, e passámos a jantar (só o Tê e eu, claro) apenas sopa, o que faz com que aquilo que cozinho dure para mais almoços. Prático, económico e bom para a linha - só vantagens e é de aproveitar agora que ainda não jantamos todos à mesa.
- amanhã a minha mai nova já faz 9 meses, e eu continuo parva com a rapidez com que o tempo passa.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Porque é que as pessoas normais esperam mais do que nove meses para voltar a engravidar XVI
As maravilhas dos "terrible 2" e das raivinhas dos dentes, ao mesmo tempo.
Esta casa, em determinados momentos, é uma animação!
domingo, 1 de janeiro de 2012
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