quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Uma questão de segurança

Foi um tema que surgiu nas férias com as minhas irmãs, e que agora está a dar que falar na blogoesfera - a questão do risco/segurança com que estamos a educar as nossas crianças.
Sendo mãe de crianças pequenas ainda não posso falar muito, não sei se vou conseguir deixar as minhas crias irem sozinhas para a escola, ou brincar longe da minha vista num espaço público. Mas sei que as minhas memórias de infância mais fixes passam exactamente por esses momentos longe da vista dos adultos.

Sobre este assunto, um verdadeiro "eye opener" para mim foi este artigo: The overprotected kid .
O filho de uma amiga deu este verão um passo em frente na sua liberdade/responsabilidade, e passou a ir à mercearia da terra sozinho.
O João Miguel Tavares no seu Pais de Quatro tem lançado um debate interessante, neste post, neste, neste e neste e também na caixa de comentários. Leiam e vejam os vídeos.
Nunca fui mãe de ir atrás quando caem, nem de ficar aflita quando se magoam, por outro lado acho que se tiver de lhes acontecer alguma coisa (porque não os podemos proteger de tudo) que não seja por algo que eu pudesse evitar.
Até onde o que é melhor para eles é também o melhor para mim?

Nomes da moda

O meu pai em conversa com o meu mais velho, a tentar adivinhar os nomes dos meninos da escola nova.
Há algum Ricardo? E Vanessa? Sandra? Patrícia?

Parece-me que alguém parou de tentar adivinhar nomes nos anos 80.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Trabalhar com companhia

Uma das coisas que me queixo de trabalhar em casa é o estar sempre sozinha.
Queixo? Queixava!
Pois que estão a pintar o nosso prédio, e desde 2ª feira que tenho sempre 1 ou 2 homens enfiados aqui na varanda a fazer buracos, tapar buracos e coisas que tais. E fazem um barulho desgraçado, e quando não fazem barulho assobiam e andamos nisto.
E sinto-me assim uma espécie de peixinho no aquário, a trabalhar muito quietinha em frente ao computador, e eles a assistir.
E só queria era estar sozinha outra vez, claro...

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Mãe

Mas que mania têm as pessoas que tomam conta dos meus filhos, de me tratarem por mãe?
Entro na escola "olá mãe", vou busca-lo ao ATL "boa tarde, mãe", já na maternidade as enfermeiras me tratavam por mãe!
Mãe? Está tudo doido?
Ainda que fosse mãe do A ou do B, ou mãe Mary, ainda vá mas só mãe acho ridículo.
E não me venham com histórias de que são muitas mães e muitos meninos e é mais prático, porque eu sei que não andam lá a tratar as crianças todas por "filho".

domingo, 21 de setembro de 2014

E ao fim de 5 dias na escola...

... o rapaz aparece com piolhos pela primeira vez.

Enfim.

(e quem conseguiu ler este post sem coçar a cabeça ganha o prémio!)

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Poucas são as coisas que invejo nos outros

...(ah ah ah esta frase dita assim é tão politicamente correcta, claro que invejo mil coisas nos outros, mas é tudo inveja da boa, não se preocupem)

... dizia eu que são poucas as coisas que eu invejo nos outros, principalmente nas outras mães, mas há uma que foge à regra: invejo profundamente a capacidade e possibilidade de acordar antes de toda a gente, e fazerem coisas com calma e terem tudo pronto quando a casa desperta e poderem tratar dos filhos em exclusivo porque o resto, lá está, já foi tratado antes.
Para começar sou tudo menos uma morning person, admito. Mas até faria um esforço, porque acho que compensaria, mas depois tenho uma filha chata de sono leve, que acorda ao mínimo som que ouça pela casa, e claro, vem ter comigo toda rabugenta porque não dormiu tudo.
E o duche tranquilo com a casa em silencio transforma-se no duche em stress com uma miúda aos berros que quer colo do outro lado da cortina.
Enfim.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

A tecnologia

A estudar para o meu novo desafio profissional e dou por mim a usar em simultâneo o tablet, o portátil e ainda vou deitando o olho ao telemóvel.
Quando fiz o mestrado - para não falar na licenciatura que foi há mais tempo -  nem tinha ligação à internet em casa...
(sou mesmo dinossáurica, pá...)

A pressa do tempo

As semanas de férias passam a correr, as semanas passam normalmente a correr, mas não esta primeira semana de escola nova.
Parece que entrou há séculos, e ainda só lá foi 3 dias...

(e eu cá, estava pronta para ir de férias outra vez)

Pais de 1ª viagem

A gente pensa que lá por já sermos pais há quase 5 anos até estamos a ficar experientes nestas coisas da parentalidade, mas depois... somos uns verdadeiros maçaricos.
O mais velho entrou na escola pública, e na reunião deram-nos a lista do material. Meia dúzia de coisecas, nada de especial, tudo dentro dos conformes. O rapaz precisava ainda de uma lancheira, para levar o lanche para a escola, claro está, e precisavamos também de comprar um presente para uma sobrinha.
Sábado ao final do dia, lembro que estava um dia de chuva, lá fomos nós cantando e rindo, a um centro comercial.
Tudo ok, nem parecia estar muito cheio.
Até entrarmos no continente e nos depararmos com um fenómeno que desconheciamos por completo e que se chama: REGRESSO ÀS AULAS!!! Assim, em maiúsculas e tudo.
Parecia Natal. Ou pior que Natal.
Meio continente está atulhado de tudo quanto há para a escola dos petizes. Livros, mochilas, canetas, réguas de todos os tipos, e gente, senhores, gente e mais gente por todos os lados. E como se trata de escolher o material, o que faz esta gente (como nós - ah que inocentes!)? Leva os putos atrás para escolherem as cenas. E os putos, como se sabe, fazem birras, e correm, e gritam, e remexem em tudo.
O horror, senhores. O ho-rr-o-r.
Foi entrar, dar meia volta e sair outra vez.

E ao sair, de mãos a abanar, só pensavamos "como é que fomos cair nesta?".
A sério... como se só o nosso filho tivesse começado a escola. Só nós é que tinhamos uma lista de material para comprar.
Que verdinhos...
Sempre a aprender, malta. Sempre.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

O dia sem rede


Literal e metaforicamente.
No mesmo dia que dei mais um passo (o mais definitivo até agora) para me lançar no precipício sem rede que vai ser a minha vida profissional, veio o senhor retirar as redes das varandas cá de casa (porque vão pintar o prédio).


Dá assim uma certa sensação de liberdade.
Literal e metaforicamente.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Roleta russa das amêndoas

A minha alteração de hábitos alimentares inclui a ingestão de frutos secos em determinadas ocasiões.
Esta semana comprei amêndoas na feira aqui da zona (numa banca que vende tudo, todas as sementes, bagas, frutos secos que possam imaginar). Havia nacional e importada, e eu, claro, optei pela nacional. O senhor alertou-me que ambas eram boas, mas que na nacional poderá haver uma ou outra amêndoa amarga. Eu, que gosto de viver perigosamente, aceitei o desafio.
E pronto, a hora do lanche é uma roleta russa, ganhou toda uma nova dimensão.
Parece que estou a comer "pimientos de Padrón, que unos pican y otros no".

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Sabes que a tua casa nunca, mas nunca entrará numa revista de decoração

Quando ao rever as fotografias do telemóvel páras numa que tiraste com certeza sem querer, e pensas:
"Que sítio para crianças seria este? Um ATL? Uma escolinha?".
E não.
Era mesmo a nossa sala.

1ª reunião de pais na escola pública

Foi ontem.
Conhecemos a directora pedagógica, a educadora e a auxiliar.
Conhecemos também alguns pais. Falam-nos do projecto educativo e das coisas práticas, a lancheira, dois chapéus, uma fotografia para por na sala.
Quanto ao resto, ao que é verdadeiramente importante... vamos ver ao longo do ano.
Não há escolas perfeitas, não há mesmo.
Espero que esta seja perfeita para ele.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Coisas que não me fazem sentido

Por razões alheias à minha vontade, já aqui disse que este ano de 2014 está a ser rico em experiências... diferentes. Daquelas que nos mudam por dentro, mas que passavamos melhor sem elas (isto é para não dizerem que não sou optimista, caramba, até estou orgulhosa de mim pela maneira que encontrei de dizer que este ano está a ser uma grande bosta e que muito pouca coisa boa tem acontecido. Adiante).
Algumas dessas experiências incluem visitas mais ou menos frequentes ao serviço de oncologia do Hospital de Sta Maria - não, não é nada comigo, e por isso não falo mais neste assunto.
E pronto, é toda uma realidade paralela, o que ali se passa e se vê. E se me faz muita, muita confusão os senhores e senhoras que vejo, ainda maior confusão me faz ver jovens (porque ali não há crianças, que disso então nem se fala). E pior que jovens, jovens com deficiência. Ora bolas, caraças, um rapaz que não tem uma perna ou uma rapariga totalmente imobilizada da cintura para baixo, e com várias deficiências aparentes, não têm já a sua cota parte de sofrimento? É mesmo preciso passarem por isto?? E eu olho para aqueles pais, que nem consigo descrever o estado em que se encontram, e penso "isto é justo?".

Eu até me considero uma pessoa que vê sempre o copo meio cheio, mas caraças que esta vida às vezes é uma grande merda.

domingo, 7 de setembro de 2014

Obrigada S.Pedro

Por, depois das 1000 previsões de chuva para este domingo, teres proporcionado uma manhã de praia fantástica, com a praia quase só para nós.
Tantas e tantas vezes que fazemos planos de ir à praia e depois afinal está a chover, que por uma vez acontecer o inverso soube mesmo bem.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Mudanças

Eu na iminência de mudar de trabalho.
O mais velho a entrar numa escola nova.
O Tê vai (oficialmente) deixar de fumar.

Dizem os livros, e as pessoas que encontro na rua, que estava na altura da mais nova deixar a chucha, mas acho que vai ficar para depois.
Não é que ela não esteja preparada (que não está, mas pronto) mas é que tem de haver alguém a manter a sanidade mental cá em casa.

Decisões, decisões

Que os deuses me dêem clarividência para distinguir o certo do errado, o arriscado do estúpido, o possível do impossível.
E que depois me dêem força de seguir em frente, por mais errada, estúpida e impossível que seja a decisão tomada.

Descoberta recente

Descobri-os através do spotify, nunca tinha ouvido falar nem falei com ninguém sobre estes Chvrches. O início da música, a parte instrumental, o tom de voz da menina não têm nada a ver comigo, mas no geral, gosto imenso desta música e de outras também.
Tudo uma questão de abertura de horizontes.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

1 de Setembro, 2ª feira

Se isto não é um dia propício a tomar boas resoluções, não sei o que será...

Hoje já 3 pessoas me comentaram que foram/vão retomar/iniciar o exercício físico (ginásio e corrida).

E vocês, de que estão à espera?

(e eu, que não preciso nada destes incentivos para tomar decisões importantes, até sou mulher para fazer uma Cindy Crawford - Shape your body ao fim do dia...)

domingo, 31 de agosto de 2014

Soltas das férias

  •  baixar as expectativas continua a dar resultado. Foi tudo combinado à última, com o que se pode arranjar, e correu tudo muito bem.
  • não se deixem enganar pelo que ouvem por aí - ainda há sítios do Algarve onde se consegue estar muito bem, a escassos metros da maior multidão - é um fenómeno que não percebo, mas pronto... estivemos numa das praias mais populosas do Algarve com vários metros de areal por nossa conta, apenas porque andámos uns 200 metros na areia depois de acabar a passadeira. Parece que as pessoas gostam é de andar em cima umas das outras, mesmo havendo opção.
  • o meu mais velho, coisa mai linda, aprendeu a nadar quase quase oficialmente - à cão, mas com a cabeça de fora, que no fundo, é o que importa.
  • ter primos da nossa idade é das melhores coisas que a vida tem para nos oferecer. Eu tenho muitos e com eles passei muitas férias, e é do melhor ver os meus filhos a ter essa oportunidade também. 
  • uma pessoa nota que tem uma certa idade quando dorme numa cama antiga com colchão de espuma e fica à rasca das costas
  • ter sobrinhos adolescentes é outro dos presentes que a vida me deu (ou as minhas irmãs, vá) que permitem animação permanente nas férias: jogos ao serão (charadas e comédia à la carte), canções tocadas à viola, jogos de tabuleiro variados, cartas. Sim, eles também passam o seu tempo agarrados ao telemóvel, mas não todo o tempo.
  • ficámos fãs de fazer férias mais repartidas, 1 semana em Julho e 2 em Agosto, em vez de 3 semanas seguidas como no ano passado
  • dito isto, era bem capaz de voltar a ir de férias outra vez, mas pronto... para o ano há mais.

Regresso

O regresso das férias é sempre doloroso, mesmo quando a rentreé se avizinha com algumas mudanças.

Logo vos contarei, quando as mesmas se verificarem de facto.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Férias!!!


E pois que parece que estamos na altura delas outra vez!
Ora então fiquem bem e até ao meu regresso!

Poupo-vos às fotozinhas do pé descalço à beira mar, na borda da piscina, alçado na esplanada com um livro no regaço. Não digam que não sou vossa amiga.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Não se pode fugir ao que se é

Ai caraças, que isto é tão verdade...
Por um lado, andamos a vida toda a tentar descobrir quem somos e sem chegar a lado nenhum.
Coisas que detestávamos passamos a gostar, outras que nem imaginávamos passam a fazer parte do dia a dia.
Depois... há aquela coisa que nunca muda.
No meu primeiro dia da 1ª classe a professora mandou pintar um palhacinho em casa, eu esqueci-me e tive de o pintar à pressa já na hora de ir para a cama.
E assim se resume toda a minha vida escolar, até sair da faculdade - fazer tudo à pressa, na véspera de entregar. Nada, repito, nada planeado, feito com antecedência.
No mestrado, já mulher feita e a trabalhar - mais do mesmo.
10 anos depois, mãe de filhos, casa inteira para organizar, meto-me a fazer trabalho de investigação.
E quando é que faço as coisas? Isso mesmo madrugada fora, na véspera da entrega.
Ele há coisas que nunca mudam mesmo!

Silly season?

Por onde andará?
Esta tem sido a season mais séria que já vi, bolas.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Ter um filho que gosta de números

É, além de deveras estranho, estar a trabalhar e tê-lo a contar ao meu lado.
158, 159, 160...

De vez em quando perde-se, depois encontra-se e continua.
É muito mau eu colocar os headphones??

domingo, 10 de agosto de 2014

Agosto, malta, estamos em A-gos-to

Eu sei que até tem estado de chuva, ou nevoeiro, e que este verão tem sido pouco veranesco mas hoje já me deparei com a) coleção regresso às aulas no continente (vómito) e b) ideias de decoração de halloween no fb (vómito maior).

Já me estou a preparar para os anúncios de Natal que devem estar aí a aparecer daqui a nada.

15 anos ontem

O nosso amor está um crescido.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Sair do quarto ao lado

Que é como um amigo meu chamou a esta nova fase, em que me preparo para deixar o emprego fixo em casa pela incógnita de ser free-lancer.
Tem-me feito tão bem. Os sítios onde já estive, as coisas que descobri e aprendi, e principalmente as pessoas com quem tenho tido contacto.
Desde o voluntariado no museu (que entretanto tive de abandonar), à formação que estou a fazer por um lado, ao trabalho de investigação que estou a fazer por outro, tenho sido tão bem recebida que só me faz lamentar não me ter metido nisto mais cedo.
Não fazia mal nenhum ser apenas isto que levo deste ano de 2014, mas não, quis o destino que este ano viesse carregadinho de coisas negativas para algumas pessoas muito próximas (e por isso não conto nada aqui, porque não é nada directamente comigo), mas isso ainda me faz dar mais valor a estas oportunidades.
Porque no meio desta confusão toda, eu estou mesmo contente com isto, caraças!

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Depois da tempestade...

...a bonança.

Sempre.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Nova fase

É mesmo oficial que temos o nosso mais velho no ensino público.
Não sabíamos bem onde ver as colocações, mas lá encontrámos a lista  no site da câmara municipal.
Ver o nome dele no meio das centenas de outros meninos foi uma emoção. Pensar que aquele nome não existia há tão pouquinho tempo, e agora já está ele num site oficial, todo importante.
Ontem já recebemos a carta em papel, e a convocatória para a primeira reunião de pais.
Ele está feliz, porque vai para a escola dos crescidos, que tem um campo de futebol e onde anda o seu amigo mais antigo.
Eu só quero que ele apanhe uma boa educadora, que nesta fase é o que faz toda a diferença.
Vai ser toda uma nova realidade, à qual nos teremos de adaptar a partir de Setembro.

domingo, 3 de agosto de 2014

Início de Agosto

E já estamos a perder o bronze...

Sol no verão é pedir demais??

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Cumprimentos

A brincar, a brincar, já não trabalho (a sério) no mercado português há quase 9 anos.Durante esse tempo, trabalhei sempre em inglês ou espanhol.
Agora estou finalmente a dar os primeiros passos para voltar a trabalhar na minha área, o que tem implicado contactos profissionais via e-mail, em português.
E percebo que... não sei escrever e-mails profissionais na minha própria língua!
Para começar detesto usar o "Caro..." pelo que opto pelo "Bom dia" ou "Boa tarde", mas se calha (e calha muitas vezes) de escrever o e-mail à noite não me parece muito correcto escrever "Boa noite"...
Depois, não sei se me despeça com "melhores cumprimentos", se só com "cumprimentos". E quando passa essa barreira mais formal despeço-me como? Com "beijinhos"?? "Até breve"?
Fico mesmo sem saber...

Digam lá a esta ex-emigrante, como começam e terminam os vossos e-mails de trabalho??

terça-feira, 29 de julho de 2014

Um resumo das férias

Ou uma lista das coisas a reter para férias futuras.
  • Estas férias só os 4 são essenciais e prioritárias
  • Uma semana em Julho sabe que nem ginjas, porque sabemos que em Agosto temos mais férias, e sabe mesmo mesmo bem
  • Este ano, aprendendo comigo mesma em relação aos meus anos, resolvi baixar as expectativas ao mínimo - resultado: férias que superaram as expectativas ao máximo! Muito fixe! Não ia com a fisgada de fazer isto e aquilo e o outro, nem que iam ser os melhores dias do ano, e por isso consegui fazer mais coisas do que imaginava, e sim, foram os melhores dias do ano até agora.
  • Ignorei o relógio completamente. Um grande factor de stress nas férias passadas era a pressa em ir para a praia, em ter tudo pronto para sair de casa e aproveitar a praia ao máximo. Esquece. O pequeno-almoço também são férias, o vestir e arranjar tudo também são férias, pelo que demorámos o tempo que quisemos e colámos cromos, fizemos pulseiras de elásticos, vimos tv os 4 e contámos histórias, sem olhar para o relógio. Resultado: nunca conseguimos ir para a praia de manhã (que verdade seja dita, devia estar maravilhosa), mas foi o preço a pagar por 0 stress. Balanço positivo.
  • Simplifiquei na alimentação, e quebrei todas as regras vigentes durante o ano. Não fiz nem levei sopa (nós e a sopinha, é uma grande pancada...), durante o dia eles comeram o que quiseram, apenas ao jantar houve comida de jeito (prato e salada), de resto, quando quiseram bolachas comeram, houve bolas de berlim e gelados quando lhes apeteceu. Correu tudo muito bem, mas cheguei à conclusão que tenho de continuar com a mão de ferro na alimentação deles o resto do ano, porque principalmente o mais velho quanto mais doces come, mais doces quer, e mesmo ao fim de 7 dias de liberdade, continua a pedir doces ao mesmo ritmo - pensei que fosse acalmar ao tornar os doces banais, mas não.
  • Tb resolvi dar liberdade quanto à tv - em casa vêem 10 minutos por dia, à noite, ali deixei-os ligar a tv de manhã e ver o que queriam até sairmos de casa. Tb aqui aprendi a lição de que tenho de continuar com a mão de ferro, pq apesar de se fartarem de ver, continuaram a querer ver mais e mais, e havia sempre uma mini-birra na hora de desligar a tv e ir para a praia...
  • A compra das férias foi o corta-vento. Maravilhoso. Estávamos há anos para comprar mas nunca calhou, no primeiro dia de praia estava vento na hora do calor/da sesta, e eles, claro, sem conseguir dormir. Pegámos nas coisas e fomos à cidade comprar o dito (enquanto eles dormiam no carro). Melhor compra de sempre.
  • Esta até parecia de principiante, mas esqueci-me totalmente de levar o repelente de mosquitos. Resultado: na primeira noite servimos todos de refeição a várias famílias de mosquitos... até eu, que costumo escapar, não me safei...
Foram umas excelentes férias, e daqui a 3 semanas há mais.
(já disse o quanto adoro o verão? adoro mesmo, caraças!)

segunda-feira, 28 de julho de 2014

O primeiro passo...

... para um novo começo. Foi hoje (e gostei tanto).
Agora depende de mim fazer com que as coisas se desenrolem e aconteçam.
(tão bom)

(e depois se voltem a desenrolar e a acontecer outra e outra vez, mas só se pode dar um passo de cada vez, certo?)

domingo, 27 de julho de 2014

Pronto, pronto...

... já cá estou.
Descansada, bronzeada, revigorada com os melhores mergulhos de sempre, mas com uma grande moca nesta cabeça, que isto de regressar de férias tem muito que se lhe diga.
(andamos a fazer tudo tão ao contrário, as férias deviam ser tão maiores... enfim.)

sexta-feira, 18 de julho de 2014

De férias...

... até para a semana estaremos assim.
8 dias passam num instante, não façam drama, vá...

Da passarada

Correram muito bem as entrevistas, e os pássaros já cá cantam!
Agora aguardo um período de formação, e depois se tudo correr bem hei-de lançar-me no precipício com os meus passarinhos na mão, e esperar que as asas tenham força para me fazer levantar voo.

Sim, nos dias que correm trocar um emprego estável com contrato permanente, ainda mais a partir de casa, pela incerteza constante de trabalhar como freelancer (sendo que não temos cá nenhuma herança nem poupança rechonchuda a forrar o fundo do precipício) pode ser considerado uma loucura. Mas chega a um ponto na nossa vida em que a nossa felicidade e sanidade mental vale mais do que o nosso salário.
E este foi o momento.

Trabalhar em casa foi bom, mas já não é há muito tempo.
Não nestes moldes, em que tenho horário fixo, não posso gerir o meu tempo nem sequer ficar com eles em casa quando estão doentes.
Foi bom e muito prático por muitas razões, mas chega um ponto em que o silêncio da casa, a solidão, aliados a um trabalho que não me preenche, tudo me começou a pesar cada vez mais e mais. E por muito tempo fui aguentando, e deixando-me estar, por preguiça, por conforto, por alguma incapacidade de sair da zona de conforto, lá está.
Eu mesma tento ensinar-me a minha própria lição de quando fui para a Holanda, de que somos donos do nosso destino, e que somos sempre capazes de mudar de rumo por muito que nos digam que não. Eu acredito muito nisto, mas uma coisa é ter 27 anos e outra é ter 36 e dois filhos... Com dois filhos pela mão fica mais difícil levantar voo - ou bem que as asas são mesmo fortes, ou bem  que lá em baixo tem de haver uma rede de segurança.
Ou então, tem de haver uma grande fé de que vai correr tudo bem. E há.
E vai correr tudo bem.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Tanta roupa...

... e nada de jeito para vestir.
Com estas entrevistas e voluntariado em pleno Julho, reparo que não tenho roupa de trabalho de verão.
Na Holanda é sempre inverno, quando lá vou as calças de ganga adequam-se sempre. Agora, quando que as levo para Lisboa quase derreto...
Trabalhar em casa tem destas coisas.
Isto lembra-me um episódio que se passou há dois ou três verões.
Depois de um dia intensíssimo de trabalho com 40 graus à sombra, eu podre de cansada e cheia de stress, fui com a mais nova à pediatra.
Pergunta-me ela quando me vê "Ah! Está de férias??"
E eu com o ar mais alucinado, cansado e stressado do mundo disse que não e não percebi a pergunta.
Só depois reparei que estava de vestidinho de praia e havaianas...

Coisas em que sou profundamente tuga

Férias requerem grelhador e jantares de peixe grelhado ou churrascada.

Coisas em que sou profundamente tradicional/conservadora (beta, vá) no que toca à criançada

  • as meninas pequenas usam cabelo curto (acima dos ombros)
  • os rapazes usam cabelo "à rapaz"
  • as meninas até aos 8 ou 9 anos não se vestem de preto
  • os rapazes até terem idade para escolher a roupa, não se vestem de cor-de-rosa
  • os rapazes não usam sandálias

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Ainda e sempre o co-sleeping (raios pá, que nunca mais acaba!)

Aquele momento em que já nem te apercebes quem está ou não está na cama. De repente estás a sonhar e dás um pontapé numa coisa, sem perceber o que é.
A coisa cai da cama abaixo, bate com a cabeça na mesa de cabeceira, e chora perdidamente.
E tu, mesmo sem saber bem o que aconteceu, só pensas "será que é desta que ela deixa de vir cá parar a meio da noite??"
Mas não.

Liberté, égalité, fraternité

Mãe licenciada em História da Arte, e filho que adora ouvir histórias verdadeiras.
No dia 14 de Julho, contei-lhe a história da Revolução Francesa. De como o rei era tão, mas tão rico, e o povo (o polvo? não, o povo) era tão pobre, pobre, pobre que um dia decidiu que não aguentava mais e invadiu o palácio e matou o rei e a rainha!
Resposta-pergunta dele:
"E depois, mãe? O povo é que ficou Rei?"

(Ver estas cabeças a funcionar é para lá de delicioso!)

terça-feira, 15 de julho de 2014

O engate

Almoço numa esplanada de uma escola artística em Lisboa.
Ao meu lado um rapaz e uma rapariga em plena fase de engate.
Ele, feioso e gabarolas, de t-shirt de alças e barbicha mal amanhada, dizia umas piadolas secas e metia os pés pelas mãos de vez em quando.
Ela, mais caladinha e discreta, não percebi se estava a ir na conversa dele ou nem por isso.
Passado um bocado, entraram.
Quando fui pagar ele estava sentado ao piano, a tocar maravilhosamente.
Ela completamente a seus pés.
Nailed it.


domingo, 13 de julho de 2014

A moda tarda mas não falha

Já se fazem pulseiras de elásticos cá em casa.

sábado, 12 de julho de 2014

2 casamentos e 1 baptizado

... em menos de 1 mês, e o resultado é estarem os dois a brincar no quarto e a cantarolar:
"Hossana, hossana, hossana nas alturas..."

Ainda a passarada

... que anda aqui a sobrevoar.
O resultado é que esta semana tenho não uma, mas duas entrevistas de emprego.
Duas entrevistas em menos de 24 horas é inédito.
(e o que eu aguardei que me chamassem, senhores)

Começar dois empregos na mesma semana é que já não é inédito.
Aconteceu-me na Holanda.
Comecei um trabalho em Rotterdam na 2ª feira, e na 3ª ligaram-me a dizer que uma empresa a que eu tinha ido à entrevista me aceitava. Vim embora na 3ª, na 4ª fiz anos (28), e na 5ª apresentei-me em Hoofddorp para começar na empresa onde estou até hoje. True story.

Portanto, esta semana toca a torcer aqui por esta vossa bloguista, que se tudo for pelo melhor este blog vai ser ainda mais interessante.
Aguardemos.

terça-feira, 8 de julho de 2014

A esperança é a última a morrer*

Pelo que se o meu marido diz que vai deixar de fumar, eu acredito e confio que sim.
Mesmo que ele tenha comprado um saco de 25 saquetas de filtros numa papelaria em liquidação total.
Cada saqueta tem à volta de 150 filtros.
Mas ele diz que vai deixar de fumar, e eu, pronto, acredito.
E aguardo, pacientemente.

*porque com certeza não fuma, claro.

Fingers crossed II

Um dos pássaros já o mandei ao ar a ver se ele volta.
Já não está nas minhas mãos. Agora é esperar a resposta.

Isto é quase a saca-rolhas, mas eu chego lá. E ainda este ano.
(que é para salvar a honra do convento de 2014 e concretizar a minha profecia de que este ano vai ser em grande!)

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Quase equivalente a ser vegetariano em 1995

No serviço educativo do museu onde faço voluntariado, uma rapariga que se ia embora resolveu comprar um bolo na cafetaria, para festejar o seu último dia.
Era um cheesecake com molho de frutos vermelhos, uma especialidade da casa, dizem que o melhor cheesecake de Lisboa e arredores.
E eu vivi aquele momento em que, com toda a gente em roda de prato e colher na mão, recuso uma fatia do famoso bolo, e sinto toda a gente a olhar para mim de soslaio. E quando explico que não como açucar habitualmente, senti-me o próprio do bicho raro na montra do zoo...
Não me alonguei em explicações exactamente porque estava toda a gente a enfardar bolo como se não houvesse amanhã, mas foi a primeira vez que senti na pele a estranheza no olhar dos outros de ser "aquela que não come açucar".

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Blogs na tv

Sendo eu uma blogger de sucesso desde 2007, pois que  resolvi experimentar ver o programa "A Minha Vida dava um Blog".
Digo experimentar porque não consegui ver mais do que os primeiros minutos.
Que falta de interesse senhores. Só se for para angariar novos leitores que estejam alheios ao que se passa na blogoesfera porque para quem anda por aqui não houve nada de nada de novo.
Que falta de interesse, senhores.

Fingers crossed

Eu sei que mais vale um pássaro na mão que dois a voar, mas eu ando aqui com dois pássaros a voar (talvez três) e caraças se pelo menos um deles não me vem parar às mãos.
Podem vir os dois (ou três), que até se complementam bastante bem e eu chego para todos.


quarta-feira, 2 de julho de 2014

Quase adultos uma ova

Já tenho uma colega de trabalho nascida nos anos 90.

Sim, já tive outros colegas bem novinhos, até mais novos do que esta quando entraram na empresa, mas tinham todos nascido nos 80's...

Aquele momento...

... em que vais ver um filme de adolescentes e já não te identificas com a adolescente, mas sim com a sua mãe.

terça-feira, 1 de julho de 2014

Dizer bem

Já aqui disse muito bem do SNS, que continuo a defender com unhas e dentes, mas hoje permitam-me dizer bem de um pormenor do grupo CUF.
Podia dizer bem de 1001 coisas, pois graças ao seguro de saúde temos várias consultas lá (oftalmologista, clínica geral, o Tê tirou lá o apêndice, para dar uns exemplos), mas o pormenor que faz toda a diferença a uma pessoa como eu é que mandam uma sms a lembrar que temos consulta - na véspera e no próprio dia.
Excelente.
Amanhã tenho consulta no alergologista, e garanto-vos que se não fosse o lembrete eu não ia aparecer.


segunda-feira, 30 de junho de 2014

Ainda o Mundial

Este ano, pela primeira vez em muitos anos, não vi nenhum jogo da selecção no Mundial.
Pura e simplesmente não me apeteceu, não achei que valesse a pena.
Sempre tinha ouvido que o país parava para ver os jogos da selecção, mas deixem-me que vos diga que tal não é verdade.
Fiz várias coisas durante os jogos achando que estariam às moscas... e nada.
Salas de espera do médico à pinha, filas no supermercado, trânsito na estrada.
E ninguém muito preocupado com isso.

terça-feira, 24 de junho de 2014

Eu no "A culpa (não) é sempre da mãe"

Pois, caros leitores, quem me segue há algum tempo sabe que uma das coisas que me acompanha desde o dia em que fui mãe pela 1ª vez (talvez antes, mesmo) é a culpa.
Toda a gente me falou das fraldas e das noites sem dormir, e das birras e da falta de tempo.
Ninguém me avisou da culpa.
E eu acho que tem sido das coisas com que mais me tem custado lidar.

Não sei se se lembram deste meu episódio, que é, até hoje, o meu post mais lido de todos.
Na altura o episódio virou entrevista pela mão da jornalista Sónia Morais Santos, e tive a oportunidade de contar a todo o país a história de como a minha obstinação fez com que o meu sonho caísse por terra (que é uma maneira bonita de dizer que andei a falar das minhas maminhas a todo o Portugal, mas pronto). Na altura a entrevista foi sob o ponto de vista do excesso de informação a que estamos sujeitos enquanto pais, e de como isso às vezes traz resultados desastrosos.
No entanto, a culpa que sinto em relação ao episódio - por minha culpa o meu filho não mamou até mais tarde, não tenham dúvidas disso - não passou despercebida e quando a Sónia resolveu escrever um livro sobre o tema voltou a contactar-me para poder incluir a minha história.
E é assim, meus amigos, que na página 66 têm a minha contribuição (pequenina) no pequeno-grande livro "A culpa (não) é sempre da mãe".
Se ainda não o leram não deixem de o fazer .
Lê-se num fôlego, e está tão, mas tão bem escrito.
Partindo da sua própria culpa de mãe, a Sónia vai dando exemplos de outras mães, como nós, que carregam a culpa nos ombros. E alterna os testemunhos mais leves (onde se inclui o meu), com outros de cortar a respiração. Isto de ser mãe tem mesmo muito que se lhe diga.
Eu só vos digo que ri, chorei e chorei a rir com o livro. Foi uma montanha russa de emoções.
E não consigo por em palavras o profundo orgulho que sinto por ver a minha pequenina história ao lado do testemunho de grandes mulheres, que viveram histórias incríveis mas souberam lidar com a culpa e ser mães excepcionais.
Que orgulho, senhores, que orgulho!
Um blog e uma revista até podem ser passageiros, mas um livro? Caramba, um livro fica para sempre!


Obrigada, Sónia. Um obrigada do tamanho da minha culpa :)

A ilusão da imagem

Mais uma vez esta coisa da imagem partilhada no FB, que é coisa que tem tanto que se lhe diga.
Uma ex-colega do colégio, que não vejo há 20 anos, praí.
Tal como eu, tem filhos com 1 ano e meio de diferença, tendo o mais novo agora 6 meses.
As fotos do 2º aniversário da filha mais velha parecem saídas de uma revista.
Ela linda. A festa impecável. Tudo a condizer, os meninos vestidos à altura do acontecimento. Ela, repito, linda, magra, bem penteada e maquilhada, com ar de ter tudo no lugar.
Eu, que já estive na situação (de ter filhos com estas idades) sei como me senti, e como estava eu nessa fase. Linda (como o sol), descabelada e gorda. (Mas muito feliz, atenção.)
Não partilhei fotos dos 2 anos do meu mais velho, porque não faz o meu estilo, mas eis o que iriam ver: eu gorda e esbaforida, a tentar adormecer a mais nova (que, guess what, não adormeceu até que todos saíssem de casa), a mais nova de pijama (porque ia dormir, lá está), o mais velho vestido impecavelmente mas de capacete do Noddy, o melhor bolo de chocolate do mundo (o verdadeiro, feito pela minha irmã) meio desfeito, com bonecos do Noddy espetados, todos os convidados com rosetas e suados porque a minha casa fica muito quente quando está muita gente, e a família, graçasaosdeuses, é grande.
E eu a sentir como se tudo me escapasse, a tentar ter controlo nas coisas, e a fingir que consigo ser tudo - mãe e anfitriã de festas - e sem conseguir fazer coisa nenhuma.
Será que ela também se sente assim?
Será que as fotos são no fundo, uma ilusão?
Será que eu se tivesses fotos assim, sem suor na testa nem pneu a sair das calças, nem miúdos despenteados, também as partilharia?
Fica a questão...

GPS

O meu mais velho, do alto dos seus 4 anos, tem um sentido de orientação muito, mas muito maior do que o meu.
O rapaz não perde o norte, esteja onde estiver.
Já eu, enfim, ou bem que sigo os caminhos de sempre ou então meus amigos, é ver-me a andar em círculos.
"Estamos a andar em círculos" já é, aliás, frase recorrente no carro.
Muitas vezes me perco no caminho, mas claro, acabo sempre por me encontrar. Ele, por enquanto, ainda fica maravilhado, "ena mãe, como fizeste esta magia? Nunca tinha estado nesta rua!"
Tão fofinho, e que jeito me vai dar este GPS daqui a um tempo.

Não dava para vir também com o chip da arrumação?


segunda-feira, 23 de junho de 2014

O "must have been" do momento

O Mercado da Ribeira.
E eu já lá estive. E gostei sim senhora.

Porreiro, pá

Uma pessoa tira 2 dias de férias no início do verão e leva com aviso amarelo em todo o território nacional.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Queridos velhotes e velhotas com quem me vou cruzando na rua...

... não, a minha filha não vos quer dar a sua chupeta.
Nem a vocês, nem aos vossos netos, nem aos gatinhos que têm em casa.
Eu também não vos pergunto se me dão os vossos óculos ou bengalas para a minha avozinha, pois não?
Então PAREM COM ESSA HISTÓRIA!
Caraças, pá.

Prazer amigo do ambiente

Mandar as garrafas para o vidrão com toda a força, e ouvi-las partir em estilhaços.
Adoro.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Passo a passo

A passo de caracol, a minha situação profissional começa a encaminhar-se no sentido que procuro.
E a oportunidade surge de onde menos se espera (e onde eu não me lembraria de procurar, claro).
É um emprego novo? Não, é voluntariado.
É num museu de arte? Também não, mas é num museu.
E permite-me ir começando a (re)criar a minha rede de contactos na minha área, que tinha ficado meia perdida no tempo.
Se não servir para mais nada (que vai servir), que sirva só para isso, que já vale a pena.

domingo, 15 de junho de 2014

Fim de semana de...

... noitada de santos, praia, petiscos, praia, arraial do bairro, praia, camarões na varanda, praia.
Praia com amigos, com primos e tios. De sair quase às 9 da noite.
De mergulhos nas ondas e conversas longas sentadas nas rochas.

Ah e tal e eu gosto é do inverno, e coiso?
Eh pá: Não-me-li-xem!

sábado, 14 de junho de 2014

Aquele momento...

... em que olhas para a tua sobrinha de 8 anos, que podia ser tua filha de tão parecida que é, com os lábios pintados de vermelho-vivo daquelas pinturas faciais de festas de anos, e pensas:
"É isso, vou comprar um baton vermelho!"

E pedi-lhe para ir perguntar à Minnie (a monitora que a pintou) onde tinha arranjado esse baton, que lhe ficava tão bem a ela (e ficará a mim, já que temos as mesmas cores).
Ela foi, e voltou com a resposta - em qualquer loja de produtos de festas de crianças.
Acham que comece a procurar logo nas lojas dos palhaços, ou ainda passo numa perfumaria a sério primeiro?

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Liso mais liso

Na 6ª passada, antes de ir para a Bairrada, fui a um cabeleireiro aqui perto esticar o cabelo.
Caso não se lembrem, chovia a potes nesse dia e eu estava portanto com o meu melhor look afro.
Entrei e expliquei que queria esticar a trunfa, mas que tinha de durar, já que o casamento era só no dia seguinte.
"Pó deixá comigo", respondeu-me a cabeleireira brasileira, seguramente experiente em alisamentos de cabelos quase afro.
Esticou-me o cabelo com todo o empenho.
Depois, quando já estava liso, passou-o todo, madeixa a madeixa, por umas "chapinhas".
E o liso ficou ainda mais liso. Liso, liso, lisinho, como nunca eu tinha tido.
No fim ainda me aplicou umas gotas e achatou-me a cabeça ainda mais.
Quando me levantei da cadeira as outras senhoras que me tinham visto entrar, quase que aplaudiram.
E a autora estava para lá de orgulhosa com o meu look lambido.
Eu, nem me reconhecia ao espelho. E sim, houve mesmo quem não me reconhecesse nesse dia, de tão diferente que estava.
Mas só vos digo que apanhei chuva e apanhei humidade, e 3 dias depois o liso-lisinho mantinha-se impecável.

Se algum dia me ocorresse fazer um alisamento mais definitivo (que ela perguntou logo se eu não queria fazer, claro!), seria ali com toda a certeza.

Estás definitivamente velha quando...

... em noite de santos populares ficas abismada, mesmo, com a quantidade de malta a tirar selfies, umas atrás das outras.
A sério.
Se calhar o fenómeno já exisita em anos anteriores, mas não a este nível seguramente.
Se quando eu era mai nova e saía à noite com os amigos não tirava selfies? Claro que tirava!
Mas depois ninguém as via além de nós, não as partilhávamos com o mundo (nem com os pais!).
O prazer que dava em sair à noite era exactamente ninguém saber onde estamos nem para onde vamos. Vi grupos que parecia que só se divertiam a sacar a foto, depois cada um pegava no seu telemóvel e ali ficavam a olhar para o ecrã durante uns minutos.
Não me interepretem mal, que eu não estou aqui a dizer que no meu tempo é que era, nada disso.
Mas lá que esta absoluta necessidade de sacar fotos todos divertidos e depois mostrar a toda a gente onde estavam, com quem e a que horas, é coisa que me faz confusão... é.
(tou a ficar velha, é o que é. Não se deixem enganar pelo título do blog)

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Do fim de semana e do casório

Foi bom, foi muito bom.
E o melhor é poder proporcionar fins de semana destes à criançada, que brincam com os primos como se não houvesse amanhã, e criam laços que (esperamos) não se desprendem tão cedo.
Há lá coisa melhor do que ter primos para brincar no jardim, ou explorar os brinquedos no sotão?

No casório, esteve-se muito bem.
Esta que vos escreve até nem estava muito bem disposta na cerimónia, mas foi só entrar na quinta e pegou logo numa taça de espumante da Bairrada (a primeira de algumas, vá). Não há remédio melhor.
Conversou-se, comeu-se muito e bem, bebeu-se qb (ahahah, bebeu-se muito mas é) e dançou-se até não poder mais.
Acham que estes noivos ainda vão ao 3º casamento um com o outro?

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Casamento

Amanhã é dia de mais um casamento.
Ora eu nem sou pessoa de ir a casamentos - não me perguntem porquê mas no meu grupo de amigos somos mais pelas "uniões de facto", eu incluída.
Ainda assim já fui a vários casamentos, uns de noivos solteiros e outros de noivos em união de facto, com e sem filhos,e até já fui a um casamento surpresa.
 O de amanhã vai ser diferente.
14 anos depois de terem casado pelo civil, os noivos decidiram agora dar o passo de casar pela igreja.
Casamento de noivos já casados é uma estreia absoluta.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Nesta semana de vírus...

... e portanto de muita diarreia (muuuuita) e muito vomitado (muuuuito), em todas as divisões desta casa, tenho um agradecimento especial a fazer:
Agradeço do fundo do coração a quem quer que seja que teve a brilhante ideia de inventar as toalhitas.
Das normais, das que se deitam na retrete, e também das de limpeza do WC.
Obrigada mesmo.

(quem estiver a fazer dieta e quiser perder o apetite posso partilhar umas histórias lindas, lindas que se passaram esta semana. É só deixar o e-mail. Garantidamente que não vos vai apetecer comer nada a seguir. De nada.)

quarta-feira, 4 de junho de 2014

MFP - o regresso

A odisseia que foi, senhores...
No dia em que publiquei este post recebi um e-mail de uma leitora querida (que não costuma comentar, mas a quem deixo um beijinho de agradecimento) com fotos da sua máquina do pão, que disponibilizava por um preço tentador.
Olhando para as fotos percebi que não era bem o modelo que eu queria, já que a minha máquina tem duas pás e aquela tinha apenas uma.
Para vos exemplificar, a vós que sois leigos nestas coisas da panificação caseira, deixo-vos duas imagens em que se pode ver as diferenças no resultado final:
 Exemplo de MFP com duas pás
Exemplo de MFP com 1 só pá
(imagens encontradas na net)

Agora comparem os resultados dos pães.
O de duas pás fica com o aspecto de um pão de forma normal, com a crosta por cima, o de uma pá fica um pão alto, com uma crosta no topo, que ou bem que se corta na horizontal, ou bem que se corta na vertical  ficando fatias gigantes sem jeito nenhum.
Isto para dizer que na minha cabeça havia dois tipos de MFP e que seria só escolher.
Além disso, quando recebi a minha há 3 anos o que mais havia eram MFP em tudo o que era loja de electrodomésticos.
Recusei a máquina da minha leitora, e resolvi iniciar uma busca (rápida, pensava eu) por uma MFP com duas pás.
O drama, senhores, o horror e a tragédia.
Não sei porque raio, mas praticamente deixaram de existir. Fui a 3 ou 4 grandes superfícies, e duas lojinhas de bairro e nada - só havia modelos com 1 pá, e pouca oferta.
Sem eu saber os meus sogros já tinham andado na mesma busca e foram a outras tantas lojas, grandes e pequenas, e nada.
Só encontrámos uma única, mas custava 90 euros.
90 euros? Quanto pão é preciso fazer para compensar esse preço?
A razão pela qual se deixaram de fazer máquinas com 2 pás é coisa que desconheço. A máquina não ocupa mais espaço, e tem muito mais lógica fazer um pão na horizontal que na vertical, mas pronto. Fica o mistério.
Bem, se nas lojas não há, siga para as lojas em segunda mão, já que o que não falta por aí são pessoas com MFP paradas, usadas 2 vezes, ou nem isso sequer (coisa que eu, como sabeis, também não percebo, mas pronto).
Nova odisseia, novo horror, nova tragédia... andámos de loja em loja, e nada, só havia com 1 pá.
Houve mesmo um senhor que me disse que nem sabia que as havia com 2 pás, e que nunca tinham tido nenhuma... ora claro, quem tem a máquina com 2 pás fica com certeza satisfeito e não se desfaz da dita cuja!!!
Ao fim de muita busca, lá encontrei num cantinho abandonada, uma MFP fofinha, com 2 pás como eu queria.
Aleleuia!
O pormenor é que lhe faltava exactamente uma das pás (ah ah ah, a ironia!), mas como eu guardei as da minha antiga (graçasaosdeuses que me lembrei disso), não houve problema, e ainda me fizeram um descontinho. Trouxe a máquina quase ao preço que lhes custou a eles, e com 1 ano de garantia. Cash Converters têm uma nova cliente.
E a paz voltou ao reino da panificação cá em casa. Não há mais stress, não há mais congelador a abarrotar de pão, não há mais comprar pão caríssimo à última da hora.
A padeira (e a comilona de pão) que há em mim, rejubila.

(Disse-me uma das senhoras de uma Cash Converters que após alguns anos sem muitas vendas de MFP as ditas voltaram a ter grande procura, pelo que aqui fica o recado para quem as tem a ganhar pó na arrecadação - é uma boa altura de as vender)

terça-feira, 3 de junho de 2014

Sobre o melhor bolo de chocolate de todo o universo, versão mais saudável

Peguem na vossa receita de bolo de chocolate favorita e retirem o açúcar (todo, sem medos).
Fica excelente na mesma (o chocolate de culinária já tem açúcar) e sempre faz menos mal.

Já o tinha feito nos anos da mais nova, mas deixei o bolo (que é tipo mousse por dentro) cozer demasiado - ficou óptimo para mim, mas pouco doce para a quase totalidade das outras pessoas.
Desta vez a minha mana do meio resolveu fazer a mesma receita (que é uma receita antiga da família, que ela resgatou e tem feito sempre nos últimos 25 anos ou coisa que o valha), acrescentou um pouco de chocolate para compensar a falta de açúcar e deixou ficar no forno o tempo suficiente para o bolo não se desmontar, mas ficar completamente mole e macio por dentro.
Toda a gente adorou - comedores de doces incluídos. E se eu não dissesse ninguém acreditava que não tinha levado açúcar.
O que é que o açúcar estava ali a fazer na receita estes anos todos?
Nada.




segunda-feira, 2 de junho de 2014

Virose

Anda cá por casa uma virose que atacou os membros mais novos.
Passaram a noite com a cara ou com o rabo enfiado na retrete.
Esperemos que passe depressa...

Do dia dos meus anos

Foi bom, senhores, foi mesmo, mesmo bom.
Este ano resolvi baixar as expectativas ao máximo. Não fiz planos de fazer nada de especial, e no fundo fiz tudo o que queria, e por isso foi super-especial.
Comecei por brindar a mim mesma com um cálice de vinho do Porto à meia-noite. Parabéns para mim, ah pois que sim!
Depois, acordei a receber os presentes da minha malta, pouco depois das 8h da manhã.
Li o jornal numa esplanada na praia, com os filhos e 2 sobrinhas a brincar ali ao pé.
Pela primeira vez estive com o meu sobrinho-gémeo neste dia, já que nestes 3 anos nunca tínhamos conseguido. Foi uma e-mo-ção! Achei melhor juntar-me a ele para assim conseguir ter pelo menos um pouco de protagonismo no meu nosso dia. Atendi telefonemas de parabéns que eram para ele, e ajudámo-nos mutuamente a abrir os presentes, pois é assim que se partilha uma festa de anos.
Almocei com os meus pais, irmãs e sobrinhos, e tive o melhor bolo de chocolate de todo o universo.
As expectativas de ter algum protagonismo eram tão baixas que até me emocionei por haver velas 3 e 6 para o meu bolo! Sim, comprados de propósito para mim!
Jantei com os amigos de sempre, com direito a um grito de SURPRESA quando entrei em casa (não, não era um jantar surpresa, mas sim, apanhei um susto e gritei e foi muito cómico), pusemos a conversa em dia, rimos e no fim da noite ainda abrimos uma garrafa de espumante (que é o meu fim de dia de anos preferido).
Entrei nos 36 com o pé direito, e com a certeza de que é a idade certa para se ter. 
Diz que a idade é um posto, e este... é o meu.

sábado, 31 de maio de 2014

36 anos é uma vida

E é a minha, hoje.

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Gato politicamente correcto

O que os meus filhos cantam agora cá em casa.
Música: "Atirei o pau ao gato" numa nova versão

"Não se atira o pau ao ga-to-to
Porque i-sso-sso, não se faz-az-az
A mamã ensinou-me
A amar, a amar os animais!"

Really?
É que nem o pau ao gato resiste a esta onda do politicamente correcto?
Havia assim tantos gatos a levar pauladas que tiveram de mudar a canção?
Sinceramente...

A Dona Chica é que deve estar super zen.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Dona de casa perfeita

Moi.
Hoje peguei num resto de peixe e de queijo ralado e fiz um souflé.
Souflé minhas amigas, eu mesma. E o bom que ficou.

(Como é que era mesmo o nome que se dava às fãs da Yammi??)

Afinal havia outras

E há.
Playlists no Spotify.
Ontem descobri uma para motivar o dia no escritório, e depois percebi que aquilo é um mundo.
Músicas para cozinhar (que já ouvi ontem na cozinha), para correr, para ficar sentado, para começar bem o dia, para os corações partidos, até para quem quer arreganhar os dentes (true story).
Todo um mundo senhores, ide ver.

terça-feira, 27 de maio de 2014

A ver se isto anima

Tenho andado a ouvir música através do Spotify, e hoje descobri uma playlist chamada "Pop no Trabalho - hits para animar o dia no escritório!".
Não faz de todo o meu género de música, mas tendo em conta que estou a trabalhar sozinha em casa, dia após dia vai para 6 anos, já me começam a faltar ideias para animar o meu dia-a-dia laboral...
Uma pessoa faz tudo para se manter focada... venha de lá esse pop electónico ou o que seja!
Pode ser que tenha mensagens subliminares de motivação, que bem ando a precisar.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Passo a passo

Deixar uma ideia de lado completamente, para depois perceber que estávamos no caminho certo, e acabar por voltar ao ponto onde estávamos, mas já com uma prespectiva completamente diferente.
Dar um passo atrás, mas que no fundo, é um passo em frente na mesma.
E devagar, devagarinho, as coisas fazem-se.
Ou pelo menos, é esse o plano...

domingo, 25 de maio de 2014

Porque raio...

... canta o Robbie Williams uma canção dos Oasis no seu concerto no Rock in Rio??
Não percebo.
E as pessoas cantam, todas contentes.
Também não percebo.

(transmissões em directo na Sic Radical. Adoro)

PS. Acabou a dos Oasis e começou uma dos Blur. Mas este homem não tem originais?
E não, ele não está a cantar uma versão, é um cover mesmo.
Continuo em perceber.

sábado, 24 de maio de 2014

Ainda a caminhada pela alimentação saudável

Basicamente, é isto.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Futebol old school

O amor da minha vida é pessoa que aprecia muito assistir um bom jogo de futebol.
E um assim-assim ou mesmo mau também. Se estiver a dar futebol na tv, ele fica a ver. Mesmo que sejam as distritais B que dão no canal 2 ao domingo à tarde, ou que seja uma repetição de um jogo que ele já viu.

Pois que agora a Sic Radical, e a RTP Memória, talvez em honra do Mundial, resolveram repor os "grandes" (e médios e pequenos também) jogos do passado.
Hoje já papou a final do Mundial de 1990 (em Itália), Alemanha contra Argentina. Agora assiste ao Mundial de 2002 na Coreia, Alemanha contra o Brasil.
E depois recorda as jogadas, e sabe o que vai acontecer a seguir.
Eh pá, ninguém merece...

(e o que o jogo de 2002 parece ser de há muito mais tempo?? A qualidade da imagem, os anúncios, mesmo os equipamentos tudo parece desactualizado. Não percebo como... 2002 foi anteontem...)

Coisas com que eu embirro

Livros com a foto do autor em grande plano na contra-capa.
Não me perguntem porquê, mas eh pá... não.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Sobre esta nova moda da alimentação saudável

A minha opinião está aqui, sem tirar nem por.

Comer a comida saudável, natural, simples e local não é novidade nenhuma.
Perguntem aos vossos avós.

Cenas que seguramente não me acontecem só a mim

Abro o FB no portátil, e desato a fazer likes nas parvalheiras das minhas amigas.
Só depois percebo que estou na conta do Tê.

Ainda a minha alergia

Onde andava esta chuvinha jeitosa quando eu não estava medicada e nem podia respirar com tanto pólen a passear pelo ar, hã?

Coisas irritantes

Ir para a cama cheia de sono.
Deitar a cabeça na almofada, e ficar sem sono.
Sem sono, sem sono, sem sono... a ver as horas passar.
Finalmente, adormecer.
Sonhar coisas parvas, parvas, parvas.
Acordar com uma grande moca.

E repete tudo na noite seguinte.

Eh pá, com franqueza...

terça-feira, 20 de maio de 2014

CR7, dia 1

O meu mais velho foi ontem, pela 1ª vez, experimentar uma aula de futebol.
Confirma-se que o rapaz tem muito jeito para a coisa, deu para ver que se integra com facilidade apesar de ser o mais novo, que presta atenção ao que se está a fazer e imita muito bem os outros nos exercícios, mas também se confirma que ainda é muito novo, que podemos esperar um pouco mais antes de iniciar a sua carreira.
Mas estava tão, mas tão giro a "jogar" com os outros meninos, todos bastante mais velhos que ele. Um orgulho. (menos na parte em que finalmente consegue pegar na bola e segue triunfante para a sua própria baliza! Não marcou golo, menos mal, mas foi para lá de cómico!)
Foi muito giro, mas porque foi só uma vez, que estar ali a ver miúdos aos chutos às bolas ao fim de um tempo é uma grande seca... principalmente quando temos uma pequena melga de 3 anos sempre atracada a nós.
A nossa intenção é esperar até ao próximo ano lectivo para o inscrever, vamos ver se o pequeno Cristiano aguenta a espera.

domingo, 18 de maio de 2014

Coisas boas

Ler um livro na varanda.
Caminhar no meio da serra.
Ir a um museu.
Beber uma imperial numa esplanada fresquinha, no meio da cidade.
Ver os meus filhos pular em insufláveis ou mergulhar na piscina, felizes.

Tudo neste fim-de-semana.
As coisas mais especiais estão no nosso dia a dia. Só temos de estar atentos.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

O barro e a parede

Será que quem espera sempre alcança?
Será que neste turbilhão que tem sido este ano, eu consigo começar a ouvir os mecanismos a preparar-se para mexer?
Será que um pedaço das toneladas de barro que tenho mandado às paredes tem uma ínfima hipótese de agarrar?
Esperar e não desesperar, é o mote do momento.
Aguardemos.


quinta-feira, 15 de maio de 2014

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Almost grown

Eis se não quando encerrámos oficialmente a época das fraldas cá em casa!
Yeahhhhhh!
Foram quase 5 anos a mudar fraldas diariamente, mas o Tê e eu conseguimos sobreviver e estamos radiantes com isso!
Não era nossa intenção tirar as fraldas da noite à mais nova tão cedo, mas a rapariga decidiu que estava na hora (não são adoráveis os filhos mais novos??) e começou a mandar vir connosco e a não querer fralda à noite porque já é crescida. Durante uns dias fomos lá por-lhe a fralda depois dela adormecer, mas claro, anteontem esquecemo-nos... e a rapariga acordou seca e impecável!
Esta noite a cena repetiu-se sem acidentes a assinalar.
E assim de repente um bem de primeira necessidade passa a ser superfluo cá em casa.
Desde o dia 17 de Outubro de 2009 podem contar-se pelos dedos das mãos os dias em que não mudei nenhuma fralda (só quando fui à Holanda) mas são incontáveis aqueles em que mudámos fraldas e mais fraldas, de noite e de dia, ao mais velho e à mais nova, semana após semana, mês após mês.
Mas pelos vistos, não há mal que sempre dure, e esse filme para nós acabou!

E só falta mesmo exterminar o uso da chucha, que ficamos oficialmente livres de bebés cá em casa :)
(mas a chucha, sinceramente, não me incomoda nada!)

(e para aqueles que vão comentar - que eu sei que vão! - ah e tal então está na altura de ter outro bebé, ficam já a saber que não. Não, não é que não possa vir a haver, mas não, não está nada na altura.)

terça-feira, 13 de maio de 2014

RIP MFP

A minha MFP (máquina de fazer pão, para quem não sabe) morreu. Paz à sua alma.
Fomos muitos felizes juntas, nestes quase 3 anos.
Sim, eu sei, é o típico electrodoméstico que se usa um par de vezes pela piada, e depois é votado ao abandono por quase toda a gente, mas cá em casa não.
É o objecto perfeito, basta mandar as coisas lá para dentro e ela faz tudo sozinha (nem a bimby é assim, meus amigos!), deixa tudo pronto à hora que queremos.
E o prazer de acordar com o cheirinho de pão fresco pela casa toda? E podermos fazer o pão como queremos, à nossa maneira (escuro, claro, integral, de centeio, com sementes, com mais ou menos sal...)? E sabermos exactamente tudo o que estamos a comer? Maravilha.
E não, não fica mais caro do que comprar pão no supermercado - a conta da luz não se ressente, e o preço da farinha e fermento é muito inferior. Aliás acho que a minha querida máquina valeu e muito cada cêntimo dos 40 ou 50 euros que custou.
Há umas semanas para cá que andamos a comprar pão, como toda a gente, e eu não sei como é que as pessoas se organizam. Tem de se comprar quase todos os dias (secaaa) ou ter um mega espaço disponível no congelador (outra secaaaa). Uma canseira.
No domingo as saudades do pão caseiro eram tantas que até fiz um pão na yammi - ficou bom, mas não é nada a mesma coisa (faz a massa, espera que levede, por no forno, controlar se está cozido, puf, uma trabalheira)
Assim sendo, minha querida MFP, não há amor como o primeiro, mas serás rapidamente substituída por outra.
Até deixamos o espaço na bancada livre e tudo.
Não é um luxo. É mesmo uma necessidade.

Alguém tem uma MFP como nova que queira vender baratinha?
Ou depois deste post ficaram todos rendidos e vão virar padeiros profissionais, hein?

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Quase a meio do ano

Diz quem entende destas coisas que o ano começa a melhorar a partir de Junho, e que todas as coisas negativas que aconteceram até agora terão a sua compensação.
Eu ando a dizer que este ano vai ser para lá de espetacular desde Janeiro, mas até agora o plano tem saído furado.
Estou com grande expectativa para o que a segunda metade do ano nos vai trazer.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Nova companheira para a vida

A minha querida rinite alérgica.
Desde 2007, ainda na Holanda, que tinha episódios esporádicos de alergias na primavera. Nada de especial, em 1 ou 2 dias a coisa resolvia-se e eu ficava descansada da vida.
Este ano a coisa ficou mesmo feia.
Andei 3 semanas sem conseguir respirar. Nada. Tudo bloqueado.
Os olhos a chorar, o nariz a pingar, e eu a respirar pela boca. Dia e noite.
Tentei levar a coisa de modo natural, com chás e mezinhas, e até acumpuntura, também tentei a auto-medicação, primeiro ligeira e depois mais forte, mas tive de desistir e assumir que isto só ia lá com a ajuda de um especialista.
Têm noção do que é falar inglês e espanhol ao telefone, com a voz mais dasex do dariz que existe?
As vezes que tive de repetir a mesma coisa? As vezes que tive de interromper a chamada para me assoar? A quantidade de lenços que gastei?
Uma canseira. E o pior era de noite, a ver as horas passar sem conseguir respirar, ou a acordar de hora a hora com a boca a parecer cortiça.
Todo um filme.
Na semana passada lá fui ao médico.
E pronto, pelo aspecto da coisa sou alérgica ao pólen, que diz que não estamos na época dos ácaros.
Vim com toda uma panóplia de vaporizadores para fazer, e comprimidos para tomar à noite (menos mal que não fazem sono, que eu já de mim sou amiga de fazer uma sesta, se tiver drogada então ninguém me tira da cama), e a verdade é que desde a 1ª aplicação fiquei logo muuuuito melhor.
Hoje é dia de ir mostrar os resultados e marcar os testes, para confirmar a que tipo(s) de pólen sou particularmente sensível.
E sim, é normal as alergias aparecerem na idade adulta (eu também pensava que se manifestavam logo em criança).
Entretanto, a primavera era (era...) a minha estação do ano preferida. O verão é o verão, mas eu adorava aqueles dias de primavera, sem frio nem calor, na antecipação de toda a euforia do verão, a fazer piqueniques no parque...
Este ano mal veio um raio de sol fomos logo inaugurar a época balnear, e agora quando os miúdos me pedem para ir ao parque eu escolho o mais urbano, mais empedrado e sem natureza possível.
Quero distância!
Vamos ver qual será a solução a longo prazo...

terça-feira, 6 de maio de 2014

A roupa de criança...

... deixa mesmo de servir de um dia para o outro, ou os nossos filhos andam apertados e com mangas a 3/4 durante uns tempos até que nós reparamos??

domingo, 4 de maio de 2014

O day after do grande dia

A ressaca é uma coisa tramada.
E as dores nas pernas e nos pés também.

(mas que foi um grande, grande dia, ou melhor uma graaaaanda noite, ah isso foi!)

sexta-feira, 2 de maio de 2014

O grande dia

É hoje (dia 3) o casamento de uma prima muuuuito querida.
Vai ser um grande, grande dia!
Falta muito para as 16h30??

O bálsamo

1º mergulho do ano: check.
Para variar não foi na Parede, mas na praia da Poça, onde não ia praí desde 1996.
E soube bem como tudo!
Há muito tempo que eu não iniciava a minha época balnear tão cedo.
Eu bem disse que este 2014, no meio de tudo, ainda vai ser um ano incrível. Vão ver.