sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Back on track





6h15 da manhã e lá estou eu em frente à televisão.
É desta senhores, é desta que fico boazona em boa forma.

This is us X Walking dead

(sobre o This is us)
"Esta série não é um bocado parada?"
Diz o fã de Walking Dead - série que vai em sei lá quantas temporadas em que não saem da cepa torta, os mortos-vivos continuam mortos-vivos, os vivos continuam vivos, os mesmos actores a fazer sempre a mesma coisa, espingarda para aqui, mocada para ali, casas abandonadas  e zombies a grunhir e arrastar os pés em toda a parte. Passam os anos e não se passa mais nada, e ainda assim há quem não perca um episódio. E critique a série nova por ser "parada".

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Coisas que nos têm ajudado na organização cá de casa

1) cozinhamos por atacado, para a semana toda. No dia fazemos só o acompanhamento ou apenas aquecemos. Inspirámos-nos no blog da Joana Roque As Minhas Receitas, mas em vez de deixar tudo preparado nós vamos mais além e cozinhamos logo tudo de uma vez. Coisas que não dá para fazer antecipadamente não fazemos, mas também não comemos. Cozinhar antes de jantar durante a semana é praticamente impossível. Tudo o que seja mais que cozer arroz ou massa fica mesmo fora do nosso alcance. Estamos muito fãs desta técnica e recomendamos a toda a gente.

2) secar a roupa na lavandaria. Já fiz um post sobre isto, é mesmo uma das melhores invenções e não sabemos viver sem. Ah e tal mas não tem chovido - nós vamos na mesma. É a única maneira de ter a roupa toda pronta ao mesmo tempo, de chegar efectivamente ao fundo do cesto da roupa suja concentrando o trabalho todo num momento da semana. De outro modo acabo a fazer máquinas todos os dias, a apanhar e estender todos os dias e ainda assim ter as gavetas vazias.

A nossa 3ª filha trouxe muitas coisas boas a esta casa, e uma delas foi mesmo esta necessidade fulcral de ter as coisas (mais) organizadas.

Foram precisas 3 crianças para disciplinar estes pais caóticos...

Coisas de miúda

Ter uma filha (crescida), é comprar um rímel novo e ter alguém que repara logo mal olha para as nossas pestanas.

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Um dos temas quentes do momento: refeições escolares

Começou logo a abrir o ano lectivo com um atraso de duas horas na entrega das refeições. Foram três dias a almoçar à hora que deviam estar a entrar na sala.
A partir daqui, foi sempre a piorar. Não nos atrasos, mas na comida em si.
Inconformidade com a ementa (todos os dias!), sopa de cor branca cheia de fécula de batata, salada inexistente, arroz mal cozido. Não houve frango cru como noutros sítios, pelo menos que eu saiba.
A Associação de Pais organizou uma fiscalização e a comida mesmo quando era boa, era má.
Eu olho para as fotos e só penso que há cães que comem melhor que as nossas crianças! Sem dúvida!
Com tudo isto, desde a semana passada que me rendi às evidências e eles passaram a levar almoço de casa. Agora que são três e tenho menos tempo é que me meto nisto, mas pronto, tem mesmo de ser.
E não foi antes porque a escola não permitia - por falta de pessoal todos os meninos tinham de almoçar da escola, ou então vinham a casa, não havia hipótese de levar almoço.
Com toda esta polémica quando informei a directora da escola que eles iam passar a levar a comida de casa, ela aceitou logo e nem pestanejou - a situação está para lá de descontrolada.
Ando eu a gastar dinheiro em comida de qualidade, produtos frescos e biológicos, para depois almoçarem ao mais baixo nível?
Não!
Estou bastante contente com esta decisão. Tenho mais trabalho, é uma grande seca, mas estou descansada quanto àquilo que almoçam e eles também ficaram felizes.
Para já noto que não chegam a casa esganados de fome como antes, a longo prazo a saúde deles também agradece de certeza.

Para que as coisas mudem, assinem a petição.

Mood do momento







Ser freelancer

É ter de contar sempre, sempre, sempre com imprevistos.
Ia ter o Novembro mais ocupado e lucrativo de sempre, mas uma reviravolta do destino quis que afinal não.
Ou reviravolta do destino ou uma falta de escrúpulos de quem tem poder para decidir, também pode ser isso.

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Ser mãe também é ser actriz

E organizar uma festa (minimamente) divertida com 25 crianças à mistura, quando tudo falha e só te apetece enfiar dentro da cama.

Sobrevivemos todos, e eles gostaram, que é o mais importante.

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

No olho do furacão

... tanta coisa a acontecer, vamos lá ver se não deixo mesmo cair um prato...

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Aquele tempo...

...em que as músicas a meio tinham uma guitarrada valente.

Estou saudosista, pronto.

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Novo desafio

Temos oficialmente um ser rastejante cá em casa.

Sacos (e sacos e sacos) de roupa

Sabes que estás atrasada no tratamento das roupas de verão quando a tua irmã já te passou uns quantos sacos de roupa, a tua amiga também, e até o primo que tem 5 filhos (com entrega ao domicílio e tudo), e a roupa dos teus filhos que não serve ainda está nas gavetas...

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Coisas que te fazem parecer mais velha

Não é usar óculos (óbvio), é usar óculos com aquelas fitas para pendurar os ditos ao pescoço.
Aquelas desportivas para óculos escuros ainda vá, mas eh pá, a fita ou corrente nos óculos de ver ao perto... fica-se mesmo logo com ar de velha.

São práticas de usar?
Calculo que sim. Mas metem logo 10 anos em cima de quem as usa.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

domingo, 1 de outubro de 2017

Sr. Sinal

Esta semana fui tirar um sinal na barriga.
Não é a primeira vez, pelo que ia bastante descontraída e a par do esquema.
Só que este não era um sinal. Era um Sr. Sinal, médio por fora mas grande por dentro, pelo que o procedimento foi quase uma cirurgia à séria, e o resultado foi um grande buraco na barriga.
(ao menos aproveitavam e faziam lipoaspiração mas nem isso).
Mas pronto, por mim até estava tudo bem, até me dizerem que não podia molhar o penso (que vai ficar por 15 dias!).
A sério que em 2017 não há pensos impermeáveis??
Como é que se toma um duche sem molhar a barriga?
E agora que ao que tudo indica vou poder voltar ao biquíni em 2018, vou ficar com uma mega cicatriz!
Oh sorte...

Post fútil ou nem por isso

Aos 8 meses regresso ao peso que tinha ao engravidar.
Longe de ser o meu peso ideal, é motivo de alegria e orgulho voltar a caber nas calças (apesar de ainda não ficarem a matar, mas já apertam, nada mau).
E não, não foi por obra e graça do espírito santo ou da natureza que é minha amiga. Foi obra de mudanças alimentares profundas que têm a ver com outros problemas mas que por acréscimo permitem também perder peso. (o truque já sabemos qual é: fechar a boca!)
Os primeiros 8kg já foram, agora é a valer.
Consiga eu meter o exercício físico na minha rotina (meu querido Shaun T que tantas saudades tenho!) e garanto que chego aos 40 em melhor forma do que estava aos 30.
Bora lá!

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Ainda a aprender a ser mãe de três

Assim foi com o primeiro e a segunda, e assim é com a terceira também.
Está tudo bem quando estamos de licença (ou não, mas isso dá outro post), a verdade verdadinha começa quando voltamos ao trabalho.
Tudo o que fazíamos antes deixa de funcionar, toda a lógica e rotina tem de se repensar e reajustar. E pelo meio deixar muita margem para o jogo de cintura que é preciso ter.
Neste momento acho que nem que não dormisse à noite eu iria ter tempo para ter tudo organizado (e tudo é só o básico porque nem sou pessoa muito organizada!).

Hoje foi o primeiro dia em que tive mesmo mesmo de sair a tempo e horas. A do meio acordou a vomitar. Pronto, instalou-se o caos. Foi o mais velho a dar o biberon à mais nova, o Tê esqueceu-se do antibiótico e teve de voltar para trás, e até houve uma vassoura que caiu pela janela (juro!), quando estávamos finalmente prontos a sair (mochila as costas de um, balde para vómito debaixo do braço da outra) ainda houve tempo para mudar um cocó na fralda antes de sair!
E chegamos todos a tempo!
No meio do caos até correu tudo bem.

O que falhou afinal? Regresso a casa para almoçar e reparo que os lanches ficaram no frigorífico...

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

O fim do verão que parecia não ter fim

Já tive muitos verões especiais na minha vida, e o de 2017 ficará na minha memória como um deles, seguramente.
O melhor de tudo não foram os dias de praia (na melhor do mundo), nem as idas à piscina nem nada disso.
O melhor de tudo foi o tempo que tive com eles.
Tirando duas semanas de trabalho intensivo, em que eles foram para o ATL (e a mais nova para a avó), o resto do tempo foi passado comigo.
Foram quase três meses quase sempre juntos.
Com tudo de bom e bonito e idílico e sufocante e desgastante e desesperante que possa ser - e ainda para mais marcado pelo facto de não podermos fazer praia à nossa vontade por causa do bebé.
Nos anos anteriores tive a sensação de que eles andaram o verão inteiro de actividade em actividade, muitas delas comigo, é certo, mas sempre com horários, com pausas de almoço, com coisas planeadas para fazer até irmos para fora daqui.
Este foi o verão de fazer o que apetece.
Tiveram tempo para tudo, até para se aborrecerem (que é tão importante!).
Preguiçaram em casa, viram televisão (coisa rara em tempos de aulas), fizeram desenhos e pintaram, brincaram de facto com a carrada de brinquedos que têm, desfrutaram do seu quarto, da varanda, trouxeram legos e casinhas para a sala. Andámos de bicicleta e de patins, fomos ao parque e à praia e à piscina, mas tudo sem fazer muitos planos.
Que bom que foi poder proporcionar-lhes estes dias, que não sei se algum dia vão valorizar, mas que eu acho que foram tão importantes.
Chegaram ao fim das férias fartos de não ter nada para fazer, e eu farta de os ter por perto!
Foram para a escola felizes e com aquela vontade de voltar à rotina, e eu feliz por eles e feliz por mim também.
Foi tão bom que até foi um fartote!

Cada vez mais há mais ofertas giras para ocupar os miúdos nas férias (e eu trabalho nessa área, sei muito bem), mas foi um privilégio termos um verão sem rotinas, como os de antigamente.