sexta-feira, 16 de setembro de 2011

H2M1

Não sei há quanto tempo não ia ao teatro, mas hoje foi o dia.
Fui ver esta peça.
Toda a correria de banhos, fazer jantar, vestir bebés, dar de mamar, arranjar-me e estar pronta, valeu bem a pena.
Até tive de levar o jantar no tupperware e comer à porta, porque não tinha mesmo tido tempo (isto de ser mãe torna-nos mesmo práticas!) porque estive a tentar aplacar uma birra da mais nova até à altura de sair.
Consta que a birra se manteve durante umas duas horas, até à miúda cair para o lado de cansaço. (mal sabe ela que vai ficar longe de mim o dia todo muito em breve, mas pronto...)
Mas isso, como diz a outra, não interessa nada, porque o importante é que eu fui ao teatro com duas amigas, ri-me com gosto, gostei da peça e da interpretação, gostei de ver a sala cheia e de conhecer mais um espaço cultural que desconhecia.
Porque eu - apenas Mary - também existo!
A repetir.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Cenas fixes

  • a verbalização, o repetir tudo o que ouve, começar a dar respostas cómicas, chamar-nos para brincar, juntar primeiro duas, depois três, agora já 4 ou 5 palavras para formar frases
  • o início do faz-de-conta, do mundo da fantasia e do a-fingir: depois dos bolos com "acuca" por cima na praia, começámos com os chás e cafés e bolinhos imaginários, e até a baby girl, no alto dos seus 5 meses, bebe um cafézinho de vez em quando...
  • o início do que pode vir a ser uma grande amizade - ele acha-lhe graça desde o princípio, ela começou agora a perceber que dali só vêm coisas boas e disparates, pelo que basta ele aproximar-se, que ela já se desmancha a rir.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Momentos embaraçosos

  • o meu mais velho na praia começa a brincar com um menino mais o menos da sua idade (por sinal, nu), e eu mantenho-me por perto, tal como a mãe da criança. Quando reparo, vejo que a mãe da criança é uma figura pública, das que aparecem em programas de televisão e nas revistas cor-de-rosa. E ali estamos, de braços cruzados, a ver os meninos brincar, sendo que eu sei uma data de coisas da vida dela e do marido, que também é figura pública, e ela, nada sabe sobre mim. Fiquei ali sem saber o que dizer...
  • numa festa de anos, um menino de 4 ou 5 anos empurra o meu filho de um cavalinho. A mãe do rapaz, óbvio, saltou da cadeira para o repreender e o miúdo estalou na MAIOR BIRRA! Com direito a muitos gritos, nomes, pontapés no ar, murros no chão, e toda a teatralidade possível. O meu filho, como sempre, recuperou rapidamente, levantou-se e disse apenas "menino purrou..." E ali ficámos os dois, diante do cavalinho, a assistir à cena... eu, mais uma vez, sem saber o que fazer. Sei que a atitude do outro miúdo é super-normal, e que um dia estarei eu no papel da outra mãe, mas estar ali, no papel da mãe da "vítima" com toda a gente a olhar... não foi feliz...

O mês de Setembro...

... tem algo da nostalgia de domingo à tarde.
Eu gosto...

sábado, 10 de setembro de 2011

Fobia do momento

Acabar os álbuns de fotografias, antes de começar a trabalhar.
O álbum do mais velho tinha parado com as fotografias do dia em que fez 4 meses. Ou seja, quando eu comecei a trabalhar, mais coisa menos coisa.
Isto de ser mais barato a partir das 300 trocou-me as voltas.
De qualquer modo estou agora a escolher, imprimir e colocar no álbum furiosamente, fotos e mais fotos com meses de atraso. E depois vou fazendo comentários tipo "novidade da semana: põe-se de pé agarrado às grades da cama!", "a cadeira da papa nova!", "o 1º dia de escola".
Tudo fora de tempo, mas enfim.
Já está tudo em dia até ao 1º aniversário do rapaz, e imprimido até ao final de 2010. Já só faltam 9 meses de fotos. Com calma, a coisa vai.
Tudo para que a minha filha não se possa queixar de que ah e tal, ele teve direito a álbum até aos 4 meses e eu não.
Uma empreitada, é o que vos digo...

Nota: já agora, tenho feito as fotos na fnac, que fica a 10 cêntimos cada, a partir das 300. Alguém faz mais barato?

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Mas quantos programas de culinária é preciso passar na televisão?

Hummm?
Entre os canais nacionais e a tv cabo, parece que não há ninguém que não queira aparecer a cozinhar na televisão!

(não é uma queixa, que eu, na minha imensidão de tempo livre, papo todos. E depois não faço receita nenhuma, mas pronto)

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Cúmulo da bestialidade

Um Smart para duas pessoas.
Um adulto e uma criança de uns 6 ou 7 anos.
A criança ia, claro, à frente.
Como se isso não bastasse, ia sem cinto.
Como se isso não bastasse, ia a tentar sentar-se ao colo do adulto, que a tentava ajudar a subir para se sentar ao volante.
Como se isso não bastasse, o adulto ia ao telemóvel.

Não sei se o adulto era ou não o pai da criança, só sei que era uma grande besta.
Fiquei parva!

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Momentos perfeitos

Fim da tarde na praia, em Setembro.
Os finais de dia em Setembro são os que têm a luz mais bonita do ano.

domingo, 4 de setembro de 2011

A ressaca

Mesmo sem beber álcool, a ressaca é sempre do pior.
E eu bem tento ser cool, mas ontem fui mesmo o ovo podre do casamento, e fomos dos primeiros a ir embora.
Hoje, oh céus, as dores nos pés e pelas pernas fora, a vontade de dormir e de não fazer mais nada... puf!
Já não tenho 20 anos...

sábado, 3 de setembro de 2011

Chegada do cabeleireiro...

... com o cabelo esticado, pronta para o casamento.
Comentário do meu filho: ca-acóis pente!

Nem mais!


Lembrete para as próximas férias

Não desligar a electricidade antes de partir.

Chegar de férias e ter de deitar fora kilos e kilos de comida do frigorífico e congelador (alguma já cozinhada com todo o amor), não é simpático.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Confirma

Faço mesmo tudo à última da hora.

E podem muito bem dizer das pessoas organizadas "ah e tal, ela é assim porque não tem mais nada que fazer", que a mim não se aplica.
É que nem quando não tenho mais nada que fazer eu me organizo.
Nada feito.

Licença de maternidade

A minha terminou hoje, mas não, não vou regressar ao trabalho na 2ª feira.
Tenho ainda 1 mês inteirinho de férias para gozar, e decidi fazê-lo todo de seguida, quando ela mais precisa de mim. A entidade patronal aprovou, e eu agradeço.
Assim sendo, hoje podia ter sido um dia muito deprimente.
Cheguei ontem do paraíso (que merece post à parte), parece que chegou o outono (mas não chegou) e amanhã tenho o casamento de um primo que me lembro perfeitamente de ver na barriga da mãe. Já não vamos para novas quando vemos malta que conhecemos antes de nascer, a subir ao altar.
Mas não foi.
Cheguei do paraíso, sim, mas com energias renovadas, e amanhã vou comer e dançar como se não houvesse depois de amanhã.
E depois... férias!
Em cheio.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Nos próximos dias...

... estarei por aqui.

Estou de volta a 1 de Setembro.
Fui!

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

O gancho


E pronto, agora já não há retorno: hoje comprei o primeiro gancho para o cabelo da minha filha.
:)
Sim, podem dizer que sou exagerada, que ah e tal e dizes que queres uma filha intelectual mas depois alinhas nas futilidades. É verdade, sim senhor, mas eu bem sei que pode-se ser gira e inteligente ao mesmo tempo.

Vamos ter um casamento em Setembro, e depois de viver o drama do que eles vão vestir (que ainda não está 100% decidido), achei que ficava bem pôr-lhe um laço na cabeça.
Assim um laço branco bem farfalhudo, "super BCBG", o verdadeiro laçarote, como se dizia quando eu era pequena.
Como se estava à espera, foi missão impossível.
Eu sei que não procurei nas lojas de Campo de Ourique, que aí tenho a certeza que há, mas achei que em lojas que vendem ganchos se devia encontrar.
Errado.
Há muitos laçarotes sim, mas cheios de dourados e hello-kitties, e não é o que se pretende.
A minha mãe ofereceu-se então para lhe fazer o laço, bastando comprar um gancho branco e a fita.
Fui à HM e deparei-me com toda uma nova realidade, toda uma panóplia de acessórios para o cabelo que é possível imaginar.
Escolhi um branco, na secção de criança e resolvi experimentar.
Não têm noção do ridículo que lhe ficava!
Já aqui referi que a minha filha tem um cabelo de menina crescida - imenso e cheio de caracóis e de personalidade. O pobre do gancho ficava perdido no meio do cabelo dela!
Resultado: tive de ir à secção de adulto, para encontrar ganchos do tamanho adequado!
Ainda nem tem 5 meses, e já precisa de ganchos tamanho XL para controlar a trunfa.
Não lhe prevejo um futuro fácil no que toca ao cabelo...

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Pergunta do dia (sem interesse nenhum, ficam avisados)

Haverá bloguistas-fashion-advisors ou mesmo bloguistas-apenas-amantes-da-moda, das que dão dicas boas e mostram o que está na moda e tudo e tudo, que não sejam magras e boazonas, com um corpinho de que tudo lhes fica bem??
Ah e tal estão na moda os calções e pimba, uma foto das próprias com os ditos e umas pernas espetaculares! Ai agora são os macacões cai-cai, e elas lá estão, sem um pneu, com tudo no lugar.
Será que não há gordinhas que gostem de moda??

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Curiosidade

Tenho uma curiosidade tremenda em saber quem me lê de fora de Portugal.
As estatísticas apontam para leitores nos EUA, na Eslovénia e mesmo na Holanda (e não é ninguém que eu conheça, porque não divulguei o blog por lá).

Caros leitores emigrantes, viajantes, ou mesmo estrangeiros: pedir-vos que deixem um comentário a este post a dizer quem são e onde estão, é pedir demais??
Agradecida!

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Reflexão preguiçosa

Prefiro acordar mais cedo e dormir uma sesta, do que acordar tarde e perder toda a manhã a dormir.

(sim, podem odiar-me, os meus dois filhos bebés dormem até às 11h30 se os deixar, e permitem-me fazer experiências deste tipo para tirar estas brilhantes conclusões! Ah! Vida boa!)

Lição do dia (de ontem)

Não voltar a chamar nenhum tipo de assistência técnica cá para casa sem confirmar que os orçamentos são grátis.

22,45€ deitados ao lixo, para um senhor que não deve fazer mais nada na vida do que deslocar-se a casa das pessoas, fazer um orçamento estapafúrdio (só para verem, fizemos o arranjo por menos 110€ do que ele orçamentou), receber o preço da deslocação e ir-se embora.
Ladrão!

domingo, 14 de agosto de 2011

A macaca Marta é irritante!

E eu sei que a maior parte de vocês sabe do que estou a falar...

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Os vícios são tramados

Hoje sonhei que estava animadamente numa varanda a fumar um cigarro.
De notar que não fumo desde Março de 2002, mas ainda assim o meu sub-consciente decidiu pregar-me esta partida.

Sempre em recuperação, é o que vos digo. Não podemos achar que estamos curados nunca.
Ora bolas...

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

9 de Agosto

12 anos já cá cantam, e pela 1ª vez em muito tempo (mais de 2 anos seguramente - tempo demais, portanto) fomos jantar fora só os dois.
Crianças com avós, que deram jantar e aturaram birras de tal ordem que só conseguimos sair de casa quase às 22h.
Mas fomos na mesma, e foi bom.
A repetir.

Promessa do dia: não nos tornarmos naqueles casais a quem os filhos têm de dizer "mas porque é que não vão jantar/ao cinema/de férias só os dois??" e eles encolhem os ombros porque acham que fazer programas a dois já não tem graça.
Buuuu!

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Detesto (de verão)

... ver os miúdos nus na praia.
A que propósito?
Se não andam nus em mais lado nenhum, porque raio chegam à praia e as mães resolvem tirar a roupa toda e já está?

E é para quê? Para fazerem as necessidades mais à vontade?
Toda a gente sabe que para fazer xixi na água não é preciso tirar o fato de banho.

Custa muito pôr uma fralda?? E nem vale a pena daquelas XPTO, que devem ser caríssimas, que podem ir à água. As fraldas normais marca branca também podem que eu sei.
Hoje em dia nem dá para dar a desculpa de os fatos de banho serem caros, que nos hipermercados há-os giros e baratos!

Mas não, a malta gosta do rabo ao léu mesmo, não há nada a fazer...

De-tes-to!

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Ouço em repeat no carro

Podia habituar-me a viver assim...

... entre praia, esplanada, dar de mamar de cabelo molhado a ver o mar, jantares em família porque é verão, os dias são compridos e apetece.

Que bela ideia estar de licença nesta altura do ano.
Prevejo um duríssimo embate com a realidade no próximo outono...

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Porque é que as pessoas normais esperam mais do que nove meses antes de voltar a engravidar XIV

Para que quando o filho mais velho entra nos famosos e badalados "terrible 2", e testa os limites e faz asneirada da grossa e desafia tudo e todos, a mãe não esteja sentada, a dar de mamar (ao mais novo, bem entendido).


terça-feira, 2 de agosto de 2011

Novidades de domingo passado

  • ele estreou-se a ter galos na cabeça - tropeçou e bateu com a cabeça na esquina de um armário, ficando com um valente galo na testa, e uma marca que lhe valeu a alcunha de "Harry Poter" entre os primos
  • num outro registo, estreou-se a fazer obras de arte nas paredes e chão de casa dos avós, e também nos seus próprios pés e pernas. Hoje repetiu a graça e andou a exibir uma mono-sobrancelha.
  • ela descobriu os pés. Já andava encantada com as suas próprias mãos há uns tempos, agora percebeu que tem mais com que brincar. Muito fixe.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Facto

Ter uma filha gorducha e sossegada reduz 99% dos bitaites mandados pelos outros (pais e não-pais, que na hora de mandar bitaites vale tudo).
No início ainda achei que era por ser a 2ª filha, que pensassem ah e tal esta mãe já deve saber da coisa.
Mas não, nada a ver.
Ter uma miúda que aparenta estar bem alimentada, que dorme todo o tempo nos eventos sociais, e quando acordada anda de colo em colo a distribuir sorrisos, faz com que a malta fique sem nada a dizer.
Porreiro.

Tudo mérito dela, mas eu agradeço o silêncio :)

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Pensamento do dia

Ter um filho complica, ter dois simplifica.

domingo, 24 de julho de 2011

Ter filhos que usam 95% de roupa emprestada é...

  • ouvir os sobrinhos dizer cá em casa "olha! Eu tinha um pijama igualzinho a este!"
  • ter sacos e sacos de roupa guardada no armário com indicação do nome e da data de quando deverão servir
  • ter tirado fotografias a cada peça emprestada, organizando-as depois por pastas com o nome de quem emprestou, nos primeiros 3 meses do 1º baby, e agora já não saber quem emprestou o quê
  • ter comprado um total de 2 ou 3 peças de roupa para esta estação para o rapaz, e zero para a rapariga (como acabou de nascer, recebeu muitos presentes além dos empréstimos)
  • andar sempre com sacos para trás e para a frente e a separar roupas para trás e para a frente
  • ter filhos que usam roupa com outros nomes nas etiquetas
  • ter um filho que recebeu uma mala de roupa de rapaz vinda de uma família chique de Lisboa que tem 3 rapazes (são amigos da mulher de um primo do meu pai, que enviou pela minha tia), que continha todo um enxoval desde os 0 aos 6 anos (fato de surf incluído), e ver depois essa família numa revista cor-de-rosa
  • poupar um dinheirão em roupas que servem durante pouquíssimo tempo
  • ficar muito contente de ter um sobrinho rapaz e uma sobrinha-prima menina a quem passar os tais sacos e sacos e caixas de roupa que deixa de servir, que não há nada pior do que ter pesos mortos em casa!

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Tenho de deixar de ver o Masterchef Austrália

Hoje foi dia de bolo de chocolate "floresta negra", num desafio eliminatório.
E as bolachas Maria com copo de leite (que são um verdadeiro pitéu) vão perdendo a graça...

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Sabemos que já não há volta a dar...

... quando ainda não chegámos à parte do "uma salva de palmas" e já temos o nosso filho a gritar "BOLO BOLO BOLOOOOO!!!!".

Era tão bom quando ele não sabia o que isso era...

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Conselho gratuito às mães de 2ª viagem...

... que têm dois filhos a usar fraldas ao mesmo tempo:
Comprar fraldas de marcas diferentes, ou pelo menos verificar que as fraldas têm desenhos diferentes consoante o tamanho.
O meu saco das fraldas é o perfeito caos, com fraldas cheias de desenhos com motivos marinhos (golfinhos, estrelas do mar, polvos - já falei sobre isto) de tamanhos diferentes, tudo misturado.
E a primeira a sair é - claro - sempre do tamanho errado...

domingo, 17 de julho de 2011

Férias

Ficamos por cá, mas estamos de férias e como tal, posso ausentar-me durante uns tempos, ok?
Dentro de 2 semanas estarei de regresso a escrever com a habitual frequência, que eu bem sei que alguns de vós não conseguem viver sem os meus posts e eu não quero que vos falte nada.
Nos entretantos, pode ser que me apeteça cá vir de vez em quando...

Fiquem todos bem, que nós também faremos por isso!
;)

Filha XXL

Percebemos que temos uma filha tamanho XXL quando...
  • a maior parte dos comentários que recebe é sobre o seu tamanho - principalmente das pernas
  • ela veste aos 3 meses roupa que o irmão vestiu com 8 meses, e ainda custa a apertar
  • começamos a ver que as roupas que lhe comprámos nos saldos de inverno não lhe vão servir
  • ela usa fraldas apenas 1 tamanho abaixo do irmão (de 21 meses)

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Medo

Passar num cruzamento onde passo quase todos os dias, perto de casa dos meus pais e do paredão onde vou caminhar muitas vezes, e ver um mega acidente, com um carro capotado, de rodas para o ar, e outro espetado contra o muro.
Pensar que passo ali quase todos os dias com os meus filhos, paralisa-me.
De medo.
Fico sem palavras, e nem me apetece sair de casa.

Frustração

Ver o Masterchef Australia a comer bolacha Maria e um copo de leite.
Acabo de ver uma sobremesa que me deixou a babar...

terça-feira, 12 de julho de 2011

Sabemos que fizemos a escolha certa quando...

... ao passar à porta da escola para ir para a praia ouvimos uma mega-birra no banco de trás:
"Escoooooooolaaaaaaa!!!"
... porque não parámos.

Portanto, a caminho da praia, e o rapaz queria ficar na escola.
Esta vou-lhe contar quando for adolescente.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Excursão

O meu mais velho foi hoje na sua primeira excursão/passeio de final de ano com a escolinha, a uma quinta pedagógica.
Quando soube deste passeio, há umas semanas atrás, obviamente decidi logo que ele não ia.
Para quê? Nunca se vai lembrar, é perfeitamente escusado, para o ano há outra vez e ele desfruta melhor, não há necessidade de estar a ir numa camioneta, em grupo, ai credo que ainda me perdem o menino (lagarto, lagarto).
O pai, claro, disse logo que ele ia adorar, e que eu estava a ser, claro, galinha demais.
A verdade é que há 1 mês fomos visitar a minha irmã ao Alentejo, num fim de semana. Como estavam em mudanças, o meu cunhado esteve ausente praticamente todo o tempo, mas lá arranjou um tempinho para mostrar ao sobrinho a quinta onde trabalha. Mostrou-lhe alguns animais, andou com ele de tractor, e deixou-o guiar o jipe lá na herdade.
Ele adorou, claro.
No total, passou umas 2 horas com o tio, mas foi o suficiente para passar as 3 semanas seguintes a perguntar por ele todo o santo dia (agora continua a perguntar, mas já não todos os dias). Ou seja, não se esqueceu, e foi uma experiência que o marcou.
A directora e a educadora lá me explicaram que a quinta é pequena, fica aqui perto, só recebe 1 escola de cada vez, eles entram na quinta no autocarro e fecham logo o portão, que vão todos os meninos, que andam com coelhinhos e patinhos na mão, blá, blá blá... isso mais o comentário da minha irmã com um ar desaprovador "mas tu vais privar o teu filho de uma experiência destas só porque tens medo???", lá me convenceram.
Deixei-o na escola, vestido com o equipamento, como todos os dias, e vim embora sem me agarrar a ele aos gritos, sem soltar nenhuma lágrima, sem fazer nenhuma cena que o envergonhasse. Ponto para mim.
Mas pedi o telemóvel à educadora, e já lhe liguei depois do almoço.
Ela disse que esteve feliz toda a manhã, com os cães, patos e coelhos, e que estavam a dormir a sesta numa salinha que têm para o efeito.
Tudo bem, portanto.
Eu sei, eu sei, que é suposto darmos asas às nossas crias, e não prende-las debaixo da nossa asa, mas é mais forte que eu.
Estou aqui numa angustia, mortinha por o ir buscar outra vez.
E agora sim, sei o que é ser mãe.
Porque isto é só o começo. A partir daqui é sempre a descer.
Começa com a excursão fofinha à quinta pedagógica e antes de nada está a ir de viagem de finalistas para Ibiza, a fazer um inter-rail, a passar fins de semana em casa de amigos que não conheço, a dar saltos em queda livre ou bungee jumping, a sair à noite como se não houvesse amanhã.
E esta angústia, é basicamente o que me resta. É bom que me vá habituando...

Ainda falta muito para as 17h??

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Nota mental...

...para uma mãe que se quer organizada, e dentro do possível fashion. Ou não-desleixada, vá, que eu de fashion não tenho mesmo nada:
Andar com uma roupa sobressalente para si mesma.
Sim, é típico andar com nódoas de bolsado, e restos de bolacha no ombro e faz parte das alegrias da maternidade e tudo e tudo.
Mas uma mancha megalómana de cocó na minha pança, amarela, pegajosa e mal cheirosa, ultrapassa todos os limites.
Menos mal que estava em casa da minha mãe, que tem alguma roupa que me serve, se não seria o desastre.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Senhores fabricantes de fraldas:

Não se incomodem a fazer desenhos nas fraldas de bebé. A sério.
Ignorem essa parte, porque nós, mães, preferimos uma fralda branquinha, sem bonecada.
Podem achar que as fraldas ficam mais divertidas com bonequinhos, sapos, motivos do fundo do mar, riscas, coelhinhos... mas não ficam.
Ficam feias.
E as crianças não gostam mais de as usar por causa da decoração.
E essa decoração, caros senhores fabricantes, choca com a roupa que queremos pôr aos nossos filhos.
Se com os rapazes a coisa escapa, com as meninas, meus senhores, é um problema.
Porque a menos que eu vista a minha menina com vestidos verdes com pegadas de sapos, ou com bonecos da rua sésamo, às pintas verde água com animais da quinta, ou de azul com motivos marinhos (polvos incluídos), os vestidos não vão combinar nunca com as vossas fraldas.
Obrigada.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Viciado na bola

Que o meu rapaz, cada vez menos baby, é louco por bolas, acho que já referi aqui.
É de longe o brinquedo favorito, onde está uma bola lá está ele a chutar (com o pé esquerdo, para orgulho do pai), e se não houver bola ele chuta outra coisa qualquer. No parque rouba as bolas dos outros meninos, e quando não está a jogar à bola está muitas vezes com uma bola pequenina na mão. Como o pai era assim, e ainda é viciado na bola, é uma brincadeira que todo o santo dia ocorre nesta casa: pai e filho a dar toques na bola horas a fio.
Convém também explicar que ele ultimamente tem estado muito mais meigo. Desde que a irmã nasceu nota-se uma crescente meiguice, principalmente comigo. E nestes últimos tempos tem feito aquelas cenas dignas de filme lamechas de vir a correr ter comigo, de braços abertos a gritar "mãe!" para eu lhe dar um abraço. E sim, eu fico a babar.
Ontem no Parque das Nações eu vinha com ele no colo a ir ter com o pai, que tinha ficado com a baby girl na sombra.
O pai faz-me sinal para o por no chão e agacha-se de braços abertos para que o filho corresse na sua direcção. O rapaz corre, a rir de braços abertos, e eu quase que o via em câmara lenta com música de fundo, numa cena ultra-romântica.
Nisto, quando está a uns 3 metros do pai, pára e pergunta:
"Pai, a bola??"

domingo, 3 de julho de 2011

E assim de repente...

... eu sou a mãe que faz queques de bolo de iogurte para levar para a festa da escola.
Mentira.
A massa do bolo foi o pai que fez porque eu estava a braços com uma crise de cólicas (da baby girl, não minhas).
Anyway, fui eu que pus nas forminhas, que controlei o forno, que levei para a escola numa caixa, juntamente com uma garrafa de sumo. E senti-me verdadeiramente mãe.
Como é que cheguei até aqui é que não faço a menor ideia, que ainda ontem eu era apenas filha.
Mas cheira-me que não saio deste papel tão cedo.... E gosto.

sábado, 2 de julho de 2011

Recebido por e-mail

O pai cá de casa deixou de fumar há dois meses, e eu não podia estar mais orgulhosa.
E contente.
E aliviada.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Licença parental...

... com sabor a férias.
O Tê tirou mais uns dias da sua licença na semana passada.
Ainda pesquisámos sítios para ir passar uns dias perto da praia (ou numa casa com piscina, lá está, a tal que nos faz tanta falta!), mas acabámos por não o fazer e não nos arrependemos.
Não gastámos 1 tostão, fomos sempre à praia na mesma, e estivemos com parte da família sempre que possível. Pelo caminho ainda conseguimos arranjar algumas coisitas cá em casa que andamos sempre a adiar.
Não gosto de estar sempre a bater na mesma tecla, mas esta semana de "licenférias" não teve NADA a ver com a licença do baby grande, que decorreu de entre Outubro e Abril, como bem sabeis.
Eu bem que mato a cabeça mas até agora não consegui encontrar nem 1 vantagem em ter um filho no Outono/Inverno. Nem uma.

O fim da eco-bola

Perto de dois anos depois da sua aquisição, não sei precisar há quanto tempo a comprei, acabei por "matar" a nossa eco-bola - a bola detergente - e decidi não voltar a comprar.
Não tenho nada de concreto contra a dita, mas sinceramente, não me apetece.
Sim, foram dois anos sem comprar detergente, mas não sei se isso se traduz em poupança, porque não tenho nem ideia de quanto se gasta em detergente de roupa.
A principal razão é que resolvi acabar com uma "guerra" provocada pela eco-bola cá em casa. O Tê, além de ser céptico em relação à dita desde o início, não gostava nada de ter a roupa sem cheirar a nada. Qualquer defeito na lavagem era culpa da bola, qualquer nódoa que não saía era culpa da bola.
Um dia destes apareceu roupa com umas manchas que me pareceram ser uma das esferas de cerâmica desfeita (mas também podia ser qualquer outra coisa que estivesse esquecida num bolso) e resolvi que mais vale acabar com a bola do que estar sempre a defende-la!
A par disso, porque uma desgraça nunca vem só, também deixei de usar o detergente e amaciador de roupa ecológico - uso apenas na roupa da baby girl até acabar a embalagem, depois logo vejo se volto a comprar ou se opto por um detergente normal de bebés.
Comecei a usa-los não só por uma consciência ecológica, mas também porque enjoei o cheiro do detergente da roupa na 1ª gravidez. Deve haver um componente comum a muitos detergentes, que faz com que até hoje não suporte esse cheiro. No entanto, também eu tinha saudades de ter a roupa com cheirinho a lavado. Detesto aqueles com cheiros fortes mas foi só uma questão de ir cheirando vários detergentes no supermercado e experimentar.
E sim, a roupa não fica melhor lavada, e há nódoas que continuam sem sair, mas pelo menos o acto de abrir a máquina e estender a roupa sempre é mais agradável. E fica um cheirinho a roupa lavada pela casa toda, que me agrada bastante também.
Eu sei que é um passo atrás no nosso caminho por uma pegada ecológica cada vez mais pequena, mas havemos de encontrar uma maneira de compensar a Mãe Natureza por esta falha...

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Fascinante, o mundo dos tamanhos de roupa para criança...

... que permite que os meus dois filhos, um de 1 ano e 8 meses (aka 20 meses) e uma de 2 meses, tenham roupa do mesmo número.
Não do mesmo tamanho, mas do mesmo número: 6-9 meses (que nenhum deles tem!).
A saber: body interior marca Zippy para ele, body com gola marca Zara para ela.
Vá lá a gente entender...

domingo, 26 de junho de 2011

Arrependimento

Acho sempre graça quando vejo em entrevistas nas revistas cor-de-rosa frases como "não me arrependo de nada", ou "se voltasse atrás fazia tudo igual".
Eu não penso assim.
Sim, claro que tudo o que se passou me trouxe até aqui, mas claro que há algumas coisas que faria diferente, e outras das quais me arrependo de ter ou não ter feito.
Arrependo-me, por exemplo, de não me ter casado.
Não pelo casamento, que esse sei que posso sempre vir a ter, mas sim pela lua-de-mel.
Raios, não há nada como a lua-de-mel, e eu deixei escapar essa oportunidade!
E não me venham com o ah e tal, podes sempre ir de lua-de-mel quando eles forem mais crescidos.
Não é a mesma coisa!
Quando se tem filhos acciona-se um chip de preocupação, que nada faz desligar. Nem quando eles estão com a pessoa em quem mais confiamos. E diz que é assim a vida toda.
Ora, ir de lua-de-mel e ter de ligar todos os dias para saber se comeram a sopa e dormiram a sesta (o que equivale basicamente, a saber se estão bem), qual é a graça?
Quer dizer, graça até tem, que preocupada com eles estou sempre, e assim sempre estava preocupada numa ilha qualquer do Pacífico, que tem mais glamour.
Mas, lá está, não é a mesma coisa...
Aquela leveza, aquela frescura de recém-casados, não se tem depois de ter filhos!
E sim, eu se pudesse teria feito o programa clássico de ir a Nova Iorque 1 semana, e outra semana numa praia paradisíaca qualquer. E ia estar gira e sorridente, e tirar muitas fotografias e não ia telefonar nem dar notícias a ninguém durante 2 semanas.
E sim, claro que posso vir a fazer tudo isso no futuro, mas galinha como sou estou mesmo a ver-me a ir com os dois debaixo do braço.
O que, já se sabe... não é a mesma coisa!

quarta-feira, 22 de junho de 2011

O domínio

Ter os dois filhos a fazer a sesta ao mesmo tempo.
Muito bom.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Poder fraternal

Hoje pela 1ª vez o baby grande referiu-se à irmã como "a minha mana".
Disse "minha mana" ao almoço, e o primo de 15 meses respondeu qualquer coisa na língua dele (provavelmente um comentário ao livro de animais que estava a ver, mas pronto).
Ele vira-se para ele e grita:
"Não! É minha mana!"
Gostei de ouvir o seu primeiro grito protector em relação à irmã.

Que assim se mantenha.

Quando achamos que já vimos tudo...

... pois que aparecem duas senhoras ao nosso lado na praia a bezuntarem-se com azeite.
De azeitona, não azeite corporal.
Daquele de temperar a salada, com garrafa de vidro e tudo. Esse mesmo.
O nojo.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

A casa com piscina

É aquilo que me faz falta.
E perguntam vocês: oh Mary, mas tu, que vives a 2 minutos da praia (7 minutos, vá), precisas de uma casa com piscina para quê?
De facto, parece um bocado supérfluo, mas no fundo, era um pequeno luxo que eu adorava ter.
Sim, vivo perto da praia (e tiro muito partido disso), mas nesta fase da vida, uma casa com piscina é que era!
Já me visualizo em casa, no verão, as praias à pinha, os estacionamentos cheios, sem um lugar para pôr a toalha, e eu a curtir um sol na beira da piscina. A baby girl a dormir a sesta na sala, no parque ou na alcofa - porque a casa com piscina tem a sala com grandes portas de vidro a dar para a piscina - e eu a dar mergulhaças e a nadar debaixo de água.
Que bom que era...
E perguntam vocês: oh Mary, mas numa família tão grande, e com tantos amigos, não há ninguém que tenha uma casa com piscina??
E respondo eu: por incrível que pareça... não!
Conheço grupos de amigos em que cada um tem uma casa de férias num sítio diferente, todas com piscina.
Pois que os meus amigos são os melhores do mundo, mas nenhum é afortunado nesse sentido...
Minto. Na adolescência havia uma amiga do grupo que tinha casa com piscina na Praia Grande. Grandes tardes lá passámos, uns a mandar mergulhos do telhado, uns a atirar outros à piscina vestidos, outros ainda (eu) esparramados ao sol a fumar cigarros na espreguiçadeira.
Bons tempos...
Pois que a dona da casa foi a única pessoa do grupo com quem perdemos totalmente o contacto. A rapariga escapuliu, e nós ficámos todos a ver navios.
Para ajudar ainda mais a esta minha vontade de ter uma casa com piscina, no outro dia vi numa tv no centro comercial um programa de arquitectura na Austrália que me deixou com água na boca.
Dizia o proprietário que tinha pedido ao arquitecto uma casa que transmitisse os verdadeiros valores australianos. Pensei eu que se tratasse de uma grande mesa de refeições para toda a família, ou de um espaço comum onde todos pudessem conviver. Não.
Os valores australianos a que se referia eram, basicamente, o prazer de vir da praia (a casa ficava nas dunas) e dar um mergulho na piscina para tirar o sal.
Eu fiquei, claro, a babar - com os valores australianos com os quais me identifico, com a casa em si, com a praia, com a piscina...
E assim sendo, porque nada nos cai no colo, o Tê e eu temos agora o projecto "casa de piscina": aquela que vamos comprar quando nos sair o euromilhões/recebermos uma herança de uma tia desconhecida/formos mega-promovidos (riscar o que não interessa), que vai ter uma super piscina, muitas espreguiçadeiras, uma rede para dormir a sesta, o grelhador para fazermos churrascos, aquela mesa onde nos podemos sentar todos horas a fio. Tudo valores que prezamos muito, claro!
I can't wait!

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Menino ou menina?

Os espanhóis têm uma maneira de ver infalível.
Esta semana estava eu na esplanada no paredão de Cascais (sim tenho uma vida dura, podem odiar-me!) com a baby girl ao colo, vestida de branco.
Passam duas senhoras espanholas que acham graça ao bebé e metem conversa. Às tantas uma dela pergunta:
Es niño o ninã?
Es una niña - respondi eu.
Ah! Es que estava buscando los pendientes...

Lá expliquei à senhora que por cá não se usa furar as orelhas às meninas logo que nascem - é coisa que aliás me faz impressão, porque acho que devem ser elas a querer furar as orelhas, quando tiverem idade para expressar esse desejo.
Mas não há dúvida que o facto de um bebé ter brincos ou não torna muito mais fácil de identificar, e evita as famosas perguntas embaraçosas ou comentários a medo quando a criança está vestida de azul, mas tem golinha de renda e coisas que tais...

Caracóis

Deixo o baby grande uns minutos sozinho com o pai no barbeiro e quando regresso já só há caracóis no chão!
Ia tendo um ataque, que tentei disfarçar - tão bem ou tão mal que a barbeira pediu desculpa umas 10 vezes.
É bom que regressem os caracóis quando o cabelo crescer, se não vou lá pedir indemnização.

Em 2011 como em 1970...

... continua a haver quem use o clássico óleo Johnson's na praia.
Please...

quinta-feira, 16 de junho de 2011

A minha casa de banho cheira ao ano 2000

O Tê trouxe o seu perfume antigo de casa dos pais.
Uma verdadeira viagem no tempo.

Prazer

Ver os meus bebés a dormir.
Do melhor.

Perigosa combinação (e mal cheirosa também)

Fraldas com cocós de dois bebés no lixo, e calor.
Mais um bocadinho e tenho a polícia à porta para ver a origem deste mau cheiro.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Morangos


É uma pena que a época dos morangos dure tão pouco tempo, mas sei que faz parte do seu encanto.
Entre os primeiros morangos que sabem a água e a adubo, até haver só uma ou duas caixas de morangos delegados para segundo plano nas prateleiras de supermercado cheias de cerejas, vai coisa de mês e meio.
Muito pouco tempo para apreciar a fruta preferida.

Porque é que as pessoas normais esperam mais do que nove meses antes de voltar a engravidar XIII

Para terem um filho mais velho com motricidade fina suficiente para acertar com a chucha na boca do bebé à primeira.
É um espetáculo digno de se ver: ela com a boca aberta a fazer aqueles trejeitos à procura da chucha, ele a espetar-lhe com a chucha na bochecha, no nariz, na testa...
Em última análise, para terem um filho mais velho que perceba quando o bebé não quer mesmo a chucha, e pare de insistir sem ser preciso ir lá a mãe tirar-lhe a chucha da mão de uma vez antes que a coisa dê para o torto.


Porque é que as pessoas normais esperam mais do que nove meses antes de voltar a engravidar XII

Para terem um filho mais velho que consiga fazer recados de jeito, tipo ir buscar as toalhitas na gaveta, ou o pacote das fraldas no armário, quando estão sozinhas com os dois.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Post assim a dar para o egoísta

Fico contente quando não está tempo de praia.
Mesmo contente.
Sorry.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Novo vício (mais um, ora bolas...)

Bolacha Maria marca É (já aqui referidas) mergulhadas durante o número certo de segundos no leite de soja (ou leite normal) fresco.

E caso estejam atentos aos vícios anteriores aqui referidos, um mantém-se, o outro não.
Mantenho os morangos com iogurte de manga, não mantenho as amêndoas de chocolate.
Do mal, o menos.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

A ver se também me lembro...

... de não me voltar a esquecer do saco das fraldas em casa quando saio para ir às compras com a rapariga.
E mais não digo...

A ver se me lembro...

... de não voltar a sair de casa com o cabelo semi-molhado num dia de humidade e vento como o de hoje.
E perguntam vocês "porquê, Mary? Parece que viste um bicho?"
E respondo eu "não, caros leitores, eu pareço o próprio do bicho..."
Ainda para mais nem levei um elástico para tentar remediar a situação...

Ontem também foi dia...

... de me estrear em fato de banho 2 meses depois de ter sido mãe.
E uma vez que tem de ser, ainda bem que na praia não há espelhos.

Ontem foi dia...

...de 1º mergulho no mar.
Que bálsamo...

sexta-feira, 3 de junho de 2011

A desculpa perfeita

... para não ter de regressar ao ginásio.
Fechou! O meu ginásio fechou!
E agora não tenho dinheiro para estar a ir pagar outra matrícula noutro qualquer, além de que esses 40 euros mensais vão dar muito jeito!
Pronto, não preciso inventar mais desculpas para não ir ao ginásio!

Nota: é desta que me vou pôr a correr pela vida a partir de Setembro...
Nota 2: faz-me impressão ver o ginásio a fechar porque quando eu o frequentava (até há 1 ano atrás) estava sempre cheio, mesmo de manhã havia sempre gente no circuito e as aulas estavam sempre a abarrotar. Dizer que a malta não pagava a mensalidade está fora de questão porque era por débito directo. Imagino o que se terá passado (desistências em massa) para em apenas 1 ano o espaço ter mesmo de fechar... é triste...

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Sling

A minha filha é adepta.
Todas as noites, na hora da cólica temos usado o dito, porque a rapariga só se cala no meu colo e eu às tantas também preciso das mãos.
Também já o usei fora de casa, para ir ao parque sozinha com os dois.
A coisa até corre bem, excepto quando o mais velho resolve trepar uma escada e cai e quer colo - é difícil pegar ao colo aos dois! - ou quando quer ir para um sítio dos mais crescidos, eu vou busca-lo e ele faz birra, manda-se para o chão, eu tento puxa-lo e ele faz-se de mole e deita-se no chão de barriga para baixo numa cena típica que não sei onde aprende, devem ensinar na maternidade porque são todos iguais!
Nesses momentos era melhor tê-la no carrinho, mas de resto acho que até dá jeito.

Padeira

É o que eu posso vir a ser.
Recebi uma máquina do pão nos anos, e hoje já houve pão quentinho ao pequeno almoço!
Do melhor!

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Dia da Criança

Não tenho grandes recordações dos dias da criança de quando eu era criança, talvez por ser o dia a seguir ao dos anos, pelo que em comparação ficava apagadito.
Presentes sei que não recebia (tinha recebido na véspera!), eventualmente uma lembrança, e também não me lembro se fazíamos algo especial na escola.
Hoje já o encarei de maneira diferente.
Fiz questão de ir com os babies ao parque depois da escola, e ofereci um livro ao baby mais velho.
Senti-me importante, e crescida, a fazer este papel de mãe no Dia da Criança.

Sobrinho-gémeo

E ontem foi dia de receber o melhor presente de anos de todos: nasceu o meu sobrinho!
Tanto usei a expressão "grávidas-gémeas" durante a gravidez que pimba, calhou que um dos babies acertasse em cheio nos meus anos.
Eu, claro, não queria nada perder o protagonismo - ora bolas, era o único dia do ano em que eu era a coisa mais importante! - e já tinha avisado a minha irmã. Aliás pelos vistos, de todas as pessoas que fazem anos em Maio (e são muitas), fui a única a querer manter o exclusivo. Desde a família, aos amigos, aos alunos e conhecidos nascidos em Maio, toda a gente comentava que queria que nascesse no seu dia. Eu, claro, expliquei logo que ele podia roubar-me a semana dos anos, mas não o dia, faz favor, que o 31 de Maio é meu!
Toma lá que é para te calares!
A piada é que o rapaz estava para nascer há semanas.
A minha mãe mudou-se para casa da minha irmã para a ajudar nos últimos preparativos há quase 1 mês. Ele nada. As semanas a passar, e ele fantástico, dentro da barriga.
A minha irmã foi ao hospital umas 10 vezes, fez inúmeros ctg, teve contracções diversas vezes, e acabou sempre por voltar para casa. Sempre todos a acharmos que estava quase, que estava por um fio, mas ainda não era a hora.
E claro que não era a hora, pois ele sabia muito bem quando é que ia nascer: no melhor dia do ano - o meu!
E foi assim que eu perdi o protagonismo, mas ganhei um sobrinho lindo de morrer com quem vou partilhar o dia dos anos. Vai ser sempre um sobrinho especial, e mesmo quando eu for velhinha, ele não se há-de esquecer nunca do dia dos meus anos!
E claro, ontem já tive um jantar de anos quase partilhado com o sobrinho-gémeo, com direito a brinde ao sobrinho-gémeo, com parabéns cantados a mim e ao sobrinho-gémeo e inúmera piadolas a propósito.
Foi-se o exclusivo do dia, mas ele é tão querido que merece mesmo ter todo o protagonismo!

terça-feira, 31 de maio de 2011

Diga 33

Eu não digo, faço. Hoje.
:)

domingo, 29 de maio de 2011

Olha eu a fazer um post sobre os Globos de Ouro!

Acho irritante quando anunciam um vencedor e o mesmo não sorri.
"E o vencedor é... aquele que ali está com um trombil de meio metro e com cara de quem fuzilava alguém caso não ganhasse!"
É estúpido, pronto.
Ganhas o globo tens de fazer cara de surpreendido e sorrir. Devia ser regra.
Pronto, hoje é só isto que tenho para dizer.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Dona de casa perfeita

Das primeiras coisas que notei quando o Tê recomeçou a trabalhar depois da licença da nossa baby girl, é que fazer o jantar antes da hora de jantar é uma "no go situation".
Bastou 1 dia para perceber que a hora de fazer o jantar, normalmente na hora do banho do baby grande que é sempre o pai a dar, passaria a ser a hora da cólica da baby girl, e dos ciúmes do baby grande, e por isso o jantar ficava para 2º plano.
Vai daí, de há umas semanas para cá, 3 para ser mais precisa, tenho cozinhado por atacado à 5ª feira (calhou ser neste dia, podia ser noutro qualquer) e tenho feito uns quantos jantares que vou descongelando durante a semana.
Sabe quem me conhece que eu até nem sou uma péssima cozinheira, mas a verdade é que me faltam ingredientes-base para ser um Ás da cozinha: criatividade e paciência.
Faço sempre as mesmas coisas e cada vez tenho menos pachorra para estar com o umbigo colado ao fogão - pelo que tenho optado por fazer pratos de forno, que são rápidos de executar e depois é só dar uma olhadela para não queimar. Aproveito o calor do dito e faço logo mais do que um.
E sinto-me tão dona de casa perfeita, a tirar do forno dois ou três jantares, que é só congelar e tirar no dia certo!
Aqui fica a sugestão dos pratos feitos.
Critérios: rápidos de fazer e que resultem bem depois de descongelados.
Ora então, cá vai:
Semana 1: peitos de frango com molho de tomate e queijo mozzarela (basicamente é isto, peitos de frango no pirex, molho de tomate de lata e de frasco para cima, tempero a gosto, no fim deitei o queijo mozzarella ralado por cima só para gratinar); peitos de frango com sopa de cebola (peitos de frango, 1 pacote de sopa de cebola para cima, água e um pouco de natas de soja - tb fica bom com sumo de laranja mas eu não tinha).
Semana 2: tarte de cogumelos e bacon (que comemos nesse dia, não sei como ficam as tartes depois de congeladas); lombo de porco assado (comprei já fatiado, e temperei com massa de pimentão e vinho branco); pernas de frango com cebola e cenoura (pirex com azeite, cebola e cenoura no fundo, pernas de frango, tempero para frangos marca PD, vinho branco).
Semana 3: peito de perú (temperei com o tempero para frango) e bolonhesa (o único prato que não fiz no forno).

Assim sendo, no dia apenas tenho que descongelar e fazer o acompanhamento.
Nada de novo, mas fica a dica ;)

Passam-se coisas estranhas...

... por essa blogosfera fora.
Muita gente se calhar nem dá por isso, e a mim também me passa muita coisa ao lado, mas um dia tenho aqui mais tempo, vou de blog em blog e é com cada uma que se encontra, que até parecem duas.
Muita amizade desfeita, blogs criados para dizer mal de outros blogs, perfis copiados e usados indevidamente, you name it...
Até aqui no QA - blog familiar cuja maioria dos leitores são pessoas que conheço na vida real - já apareceu no outro dia um comentário que removi por ser completamente estúpido e desadequado (e eu sei que não foi feito por ninguém que eu conheço)...
Começo a pensar seriamente em fazer moderação de comentários, e a deixar de aceitar comentários anónimos (o que vai impedir que os meus comentadores criativos usem nomes engraçados para deixar as suas bocas foleiras...).
Não sei que faça...

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Miss fotogenia...

...é aquilo que a minha filha não é.
Quando nasceu muita gente comentava quando a vinha conhecer que ela era muito melhor ao vivo do que nas fotos.
Muitas vezes tenho de tirar umas 10 fotos até ela ficar com uma cara de jeito.
O auge foi hoje.
Enviei uma mms à minha tia com ela a sorrir. Recebo uma sms de resposta:
"Que querida! Estava a bocejar??"

I rest my case.

terça-feira, 24 de maio de 2011

O drama da roupa

Muito se fala sobre a moda para grávidas, no quanto evoluiu nestes últimos tempos, mas para mim muito mais difícil é a roupa do pós-parto/amamentação.
Entre aquilo que me serve, o que se adapta à amamentação, o que me favorece e o que se adequa ao clima de cada dia, tenho o meu guarda-roupa (já de si pouco extenso) reduzido a duas ou três hipóteses de escolha (que já inclui algumas de empréstimo).
Todos os dias é um martírio para escolher uma roupa...
Há umas semanas, com as únicas calças jeans que me servem e o único top lavado e passado que serve e que se adequa a todos os requisitos (que abre à frente e é folgado na barriga), pronta para sair para uma festa de anos, apanhei com um cocó da baby girl desde o ombro até à ponta do sapato! Foi o caos! Claro que chegámos super atrasados porque eu tive de desencatar outras calças (que servem mas com as quais não posso nem sentar, nem comer, nem mesmo respirar!), e ir passar a ferro o outro top que tinha lavado que ia vestir no dia seguinte.
Resultado, no dia seguinte tive de desenterrar uma túnica (bem gira por sinal), mas que não dava jeito nenhum para dar de mamar...
E os exemplos como este repetem-se dia após dia...
A juntar a isto tudo, uma pouca vontade de ir comprar roupa números acima do meu, para usar apenas durante esta fase...
Um pequeno drama diário!

domingo, 22 de maio de 2011

Mais uma música...



...que canto para embalar os babies.
Gosto tanto...

sábado, 21 de maio de 2011

Dia de verão

Com direito a muito sol, esplanada na praia e gelado do Santini.
Não percebo como há quem goste mais do inverno...

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Simpatias

Mais duas para o grupo de coisas simpáticas que vou ouvindo:
  • "Ah, vem aí mais um bebé??" - numa festa de anos em que a anfitriã está grávida. Não foi muito mau porque fui mãe há pouco mais de 1 mês (se voltar a ouvir daqui a um tempo é que me começo a preocupar!), mas ainda assim nunca é agradável... vou passar a andar sempre com ela debaixo do braço a ver se acabam os equívocos...
  • "Mas a Mary nunca chegou a recuperar a forma depois da 1ª gravidez, pois não??" Obrigada, muito obrigadinha, sim? O que é que se pode responder a isto?
Enfim...

terça-feira, 17 de maio de 2011

Cúmulo do arrepio

Apanhei o baby grande a roer a minha lima das unhas.

Sozinha em casa com os dois

... e ainda não me decidi se prefiro que chorem os dois ao mesmo tempo, se um de cada vez...

domingo, 15 de maio de 2011

Ciumes

Apareceram esta semana.
Não o censuro. Deve ser duro perceber que o mundo, tal como o conhecemos toda a vida, deixou definitivamente de existir.

Não tem nada de nada contra a irmã, acha-lhe graça, pede para a ver, diz-lhe olá e tenta por-lhe a chucha, mas quando estamos sozinhos e eu estou com ela no colo ele quer o meu colo, e alapa-se à minha perna (coisa que nunca tinha acontecido até aqui), e pede colo, colo, colo. Depois eu coloco-a na cama e ele segue a sua vida, já não quer o meu colo. Até que lhe estou a dar de mamar e ele quer cavalinho, e quer ler um livro no meu colo, e quer fazer-me festinhas na cara, e tudo e tudo.
Tudo normal, portanto.
Eu, pelo caminho, fico a ganhar uns abraços fantásticos e festinhas no cabelo.
Sem ter de implorar!
Sweet!

Infelizmente...

... não me enganei.
Resta-me a consolação de não ter gasto dinheiro...
:(

Porque é que as pessoas normais esperam mais do que nove meses antes de voltar a engravidar XI

Fraldas, fraldas, fraldas, fraldas.
50% dos habitantes desta casa usam fraldas.
Vamos ao supermercado e compramos sempre fraldas (tamanho 2 ou tamanho 4 ou mesmo dos dois tamanhos). Chegamos a casa e faltam sempre fraldas.
Ficamos em casa com os dois e mudamos 1000 fraldas.
O caixote do lixo atulhado de fraldas.
Fecho os olhos e só vejo fraldas...

sábado, 14 de maio de 2011

O cliché

Portugal dar 12 pontos (twelve points) à Espanha no Festival Eurovisão.
Sempre foi assim, e pelos vistos, sempre será...

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Pelo sim pelo não...

...já fiz um backup* do blog.
Isto do blogger ter chiliques de vez em quando não tem graça nenhuma...

*aprendi aqui


quarta-feira, 11 de maio de 2011

Iron(ia)

Depois de passar umas belas 2 horas a passar a ferro, faço uma pausa (porque nem a meio do monte vou, que ainda não me habituei a sermos 4 em casa, bolas!), vou ao FB, e não é que tenho um convite para ser amigo de uma tal Iron Engomadoria??
Isto é que é um bom departamento de marketing!

Devia ter tirado Gestão

Não pelas oportunidades de trabalho, mas para ver se me organizo a gerir esta casa.
Entre as roupas de inverno e de verão dos babies, mais aquilo que deixa de servir, mais as ementas semanais e o que falta na despensa/congelador, acho que estou prestes a dar em doida.
E não, não é falta de tempo, é mesmo falta de capacidade de organização...

terça-feira, 10 de maio de 2011

Cheira-me a parvalheira...



...da grossa!
Mas eu fartei-me de rir no domingo e ontem também...

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Dilema

Ou muito me engano ou este ano, devido à situação actual das nossas finanças, nem vou pôr o pé na Feira do Livro. E com muita pena, muita mesmo.
Tenho vontade de ir, nem que seja pelo programa em si, para cheirar os livros e comer pipocas. Depois olho para o saldo bancário e acho melhor estar quieta...

domingo, 8 de maio de 2011

Sobre o programa do momento...

... para quem não sabe, o da perda de peso, dois comentários que ouvi:
  • do Tê "este programa é tão deprimente, tão deprimente, que era escusado passar ao domingo à noite, que já é deprimente por si"
  • a avó do Tê referiu-se ao programa (na altura a versão americana, mas aplica-se à portuguesa também) como "o programa dos gordos que choram". Achei genial! mesmo na mouche!

Trunfa

Confirma-se que aquilo que toda a gente repara/comenta/acha graça na minha baby girl é mesmo o cabelo.
Tenho de admitir que um bebé de um mês com uma farta carapinha escura tem uma certa graça.
Vamos ver se ela também acha quando crescer...

sábado, 7 de maio de 2011

Não sei como...

... há mães de filhos pequenos que conseguem ter as unhas compridas.
Nem falo de as estar sempre a partir ou estragar, que para isso já há remédios, é mesmo o tratar/alimentar/vestir um bebé com as unhas compridas...
Eu, que as uso sempre redondas e curtas, quando começam a crescer começo logo à unhada na criançada a torto e a direito!

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Ida à segurança social

Não percebo o que leva um casal acabado de parir a ir para a segurança social tratar das questões da licença, com o bebé acabado de nascer.
A mãe mal se podia mexer e estava com uma pança que parecia que estava grávida, o baby era minúsculo, esteve vento e chuva hoje, há necessidade de o sujeitar a estar numa sala de espera, com gente a tossir e espirrar e correntes de ar?
Mas claro, o belo do tuga quer é ter prioridade, e em vez de ir o pai tratar dessas coisas, não, vai a família toda que assim despacham-se mais cedo!
Certo, eu também lá estive (mais de 1 hora) com a minha baby girl, mas não tinha mesmo outra hipótese porque ainda não me posso afastar dela mais de 3 horas (e na segurança social, sem prioridade, é coisa para durar o dia todo) e não tinha quem lá fosse por mim.
Agora, quando foi de tratar da licença, claro que foi lá o Tê sozinho passar o dia.
Antes um dia perdido assim do que sujeitar um recém-nascido de poucos dias e uma sala de espera apinhada de gente.
Mas se calhar sou só eu que sou paranóica...

1 mês

... que parece que é tão pouco mas é tanto ao mesmo tempo.
A minha baby girl é um doce, a coisa mais querida que se pode imaginar.
Super calminha, só chora quando tem realmente razão, fica sozinha na cama acordada, dorme horas a fio, faz intervalos de 3 e 4 horas de dia e mais do que isso à noite (e dentro de pouco estará a dormir a noite toda de certeza), mama que é uma maravilha.
No dia seguinte a chegarmos a casa eu acordei super cedo, ainda cheia de adrenalina, e o baby grande também. Ela e o pai ficaram a dormir. Eu pude passar o tempo que quis com o baby grande (de quem estava a morrer de saudades, cheia de culpa de o ter "abandonado" para ir parir), tomámos o pequeno-almoço juntos, brincámos com os legos, jogámos à bola. E ela sempre a dormir (e eu a ir lá verificar de vez em quando, porque não me parecia normal!). E nesse momento caiu-me a ficha: se por acaso calhava ela ter saído como ele (que, para quem não sabe, chorou ininterruptamente durante os primeiros 15 dias, e não comeu nem dormiu nada de jeito e berrou por tudo e por nada durante 4 meses) a minha vida seria bem mais complicada!
A partir desse momento, foi sempre assim. Tirando alguma indisposição entre as 21h e as 23h mais coisa menos coisa, a rapariga está na dela, acorda na hora de comer (sem chorar) e depois fica a dormir ou acordada mas sem chatear ninguém.
Depois, gosta muito de miminhos, gosta de festinhas na cabeça, gosta de colo, gosta de se enroscar e de adormecer depois de mamar juntinho a mim. Um amor.
A minha filha, por ser assim, é sem dúvida a minha melhor amiga.
E apesar de só estar efectivamente nas nossas vidas há um mês, não sei como vivemos sem ela durante tanto tempo.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Vida boa

Tenho aproveitado estes dias sem chuva para ir passear para o paredão com a baby girl, depois de deixar o mais velho na escola.
A rapariga ainda não tem 1 mês e eu já fui caminhar mais vezes com ela do que fui com ele durante os 5 meses de licença.
Mais um ponto positivo na minha teoria pró-gravidez-no-Inverno/bebé-a-nascer-na-primavera.

Bad hair day...

Ou muito me engano ou a minha filha vai saber muito bem o que quer dizer esta expressão.
Nunca vi um recém-nascido com cabelo tão encaracolado.
É que não se consegue fazer nada dele!

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Dia da mãe (day after)

Hoje quando fui levar o baby grande à escola - ovo com a mai nova pendurado num braço, pacotão de fraldas na mão, baby grande pela outra mão e ainda uma grande atrapalhação de mãe pouco habituada a ter duas crias - vira-se um senhor na rua para mim e diz:
"Olha-me para isto cheia de filhos, nem sabes no que te metes, tens trabalho para o resto da vida!"

Agradeci a informação.
Feliz Dia da Mãe (que são todos os dias) a todas as mães que me lêem!