domingo, 16 de outubro de 2011

Ainda sobre os programas de cozinha

Aqueles em que os ingredientes aparecem cortados/descascados/pesados/na quantidade certa em tacinhas de diferentes tamanhos,que é só despejar para o tacho, não têm ritmo nenhum.
Prefiro esta nova vaga de programas de culinária em que eles preparam de facto os alimentos à nossa frente, vão buscar à despensa, cortam em tábuas de madeira usadas, abrem armários cheios de coisas que apetecem imenso.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Deste tempo

Que a malta gosta de se queixar do tempo, já toda a gente sabe.
Que 30 graus nesta altura do ano não é normal, também.

Agora virem dizer que têm saudades do frio, que o Outono nunca mais chega... eh, pá... sinceramente!
Ah e tal tenho saudades das camisolas, ah e tal e os casacos de inverno a ganhar pó, e as castanhas e as lareiras e coiso e tal...
What?
Está tudo louco??
Olhem para este céu azulão, para este sol fantástico, para a lua, que esta semana estava mesmo espetacular e digam-me: têm mesmo saudades do outono verdadeiro?
De andar de sapatos fechados, de guarda-chuva atrelado?

Já aí vem, pessoal! Calma!
Daqui a nada já lá estamos,o melhor é aproveitar este verão-que-se-estende-até-ao-verão-de-S.Martinho enquanto dura!

E aposto que estas mesmas pessoas que se queixam agora, chega a Abril (águas mil, lá diz o ditado) e queixam-se com saudades do verão.

É ou não é vontade de queixar do tempo??

Avós vs Escola

Quando vamos buscar o filho à escola, não nos dão uma caixa de comida para o nosso jantar.
:))))


Avós - 1
Escola -0

terça-feira, 11 de outubro de 2011

A fashion victim que há em mim...

Sentada à mesa na sala, olho para as fotografias na estante.
A da família toda no Natal, na casa da avó do Tê.
A das 3 amigas e os seus filhos, com o baby grande ainda pequenino, tirada na festa de anos da cunhada-amiga.
A de nós os 4, com a mais nova ainda na barriga, num sábado de manhã cá em casa em que fizemos uma sessão fotográfica para marcar as 35 semanas de gravidez.

Diferentes momentos, todos felizes, em diferentes alturas e em diferentes locais.

Em todas, eu com o mesmo casaco.

domingo, 9 de outubro de 2011

Porque é que as pessoas normais esperam mais do que nove meses para voltar a engravidar XV

Para que, enquanto dão de mamar, o mais velho não decida ir à casa de banho e
a) fazer xixi no chão
b) fazer xixi no penico e entorna-lo no chão

... e ficarem sem saber o que realmente se passou.
Ter um filho sem fraldas quando se tem o segundo, sem dúvida que deve amenizar o processo.

(Nota: não estamos no desfralde, mas temos cá um penico que ele (não) usa quando lhe dá na gana.)

Teatro


Hoje foi dia de ir ver a ante-estreia desta peça, ao teatro Tivoli, com o Tê e o baby grande - programinha de filho único, que ele merece.
Adorámos.
O baby gostou imenso, principalmente por que uma das personagens principais tem o nome da nossa baby girl!
Ela desaparecia do palco e ele perguntava logo: " a Ema?" (à maneira dele, que soa assim: aiema?)
Gostou do coelho e do mocho, bateu palmas na altura certa, repetiu algumas coisas que ouviu, e no fim vibrou com os parabéns que a plateia cantou à responsável dos cenários.
Foi mesmo giro, e ele provou que aprecia e sabe comportar-se neste tipo de ambientes. Aliás, fomos ao Disney on Ice antes da baby girl nascer e correu também muito bem (ele tinha menos de 18 meses).
Recomendo a peça, tem a duração certa, os momentos de música e dança adequados, e está tudo muito giro.
É um novo mundo, este dos espectáculos infantis, mas sem dúvida, a repetir.

Outra coisa fixe

Ontem foi dia de despedida oficial do verão, com o último mergulho de 2011.

Já me tinha despedido oficialmente há um tempo atrás, mas estava com uma réstia de esperança de ir mais uma vez.
Daqui para a frente, quem sabe, se calhar ainda volto, mas acho um bocado abusado...

Hoje no supermercado vi uma caixa de morangos pousada em cima das castanhas.
It's a new world...

Fixe

Ter feedback positivo em relação ao meu blog.
Motivador e muito fixe:)

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

6 meses

É um doce, uma querida, meiguinha, a melhor filha do mundo.
Dá abraços e beijinhos e quer abocanhar a nossa cara inteira.
Ri-se para toda a gente, mas sabe muito bem quem conhece e não conhece.
Está sempre bem, gosta de colo e refila se passamos por ela no parque sem lhe pegar.
Enrosca-se no colo para dormir e cheira tão bem.
Acorda sempre bem disposta e faz o melhor sorriso do mundo.
Adora o irmão e fica na excitação quando ele se aproxima.
Sentou-se hoje pela primeira vez.
Há 6 meses atrás dormi com ela enroscada no meu colo pela 1ª vez, e fui a mulher mais feliz do mundo.
Olho para ela e penso como é possível termos feito uma coisa assim, tão perfeita.
Ainda para mais, sem querer.
Amazing.

Para compensar o post anterior

Porque minhas amigas eu sou uma pessoa cheia de sorte.

Acho que não sou a única a ter uma dificuldade ENORME em comprar calças de ganga (mais uma dificuldade, a par com os vestidos).
Pois que desde que desengravidei, tenho apenas um par que me sirva.
Perguntam vocês: então porquê, os outros não te servem?
Não.
Os outros já não moram cá em casa, foram despachados para a irmã magra acho que antes de engravidar pela 1ª vez.
Depois, no período entre-gravidezes, usei sempre as mesmas achando eu que ia emagrecer antes de comprar outro par.
Errado.
Engordei, e pois que aqui estou com o mesmo par, que já me serve desde o dia que fomos fazer o teste do pezinho, com grande orgulho da minha parte sim senhora.

No meio do drama dos vestidos, ainda cheguei a experimentar umas calças na Primark (loja que não me convenceu grande coisa, mas pronto), mas claro, sem sucesso.

Estava eu a contar isso à minha cunhada, quando ela surge com umas calças de ganga giríssimas - passadas por uma amiga nossa que emagreceu bastante e por isso tem roupa de vários tamanhos que lhe estão grandes - que tinha lá para experimentar, mas que agora não lhe fazem falta!
Foi chegar a casa, vestir e mai nada!
Estão-me fantásticas? Não estão não senhora, que quando as aperto fico quase sem respirar.
Mas são giras, ficam bem e nem bainha preciso de fazer!
Um luxo!

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

A rapariguinha do shopping

Na 2ª feira passada tive mais uma experiência frustrante de compras.
Podem vocês achar que nesta altura do campeonato, com duas gravidezes de seguida e tal e coiso, é normal não arranjar roupa que me fique bem.
No entanto, este tipo de experiência persegue-me.
A malta que desenha roupas ainda não inventou um vestido que me fique bem. E pois que eu insisto em tentar arranjar vestidos para certas ocasiões.
Fui ao Sintra Forum, com esperança na Primark e noutras lojas que não há aqui na zona.
Mais valia estar quieta.
Devo ter experimentado uns 300 vestidos ao todo. Depois, feita ursa, levei uma roupa complicada de despir e vestir. Mais o carrinho da baby para trás e para a frente.
Foi giro.
Como sempre, nuns vestidos pareço uma bola, noutros um quadrado, às tantas já nem olho para cores nem preços, só para modelos.
E não julguem que não estou informada, que eu fui a um site de fashion advisors ver o tipo de vestido que me assentaria bem: vestidos estruturados, com corte direito.
E há, mas todos em cinzento. Ora, um vestido cinzento já eu tenho, só que já usei em 1000 ocasiões!
Tento outros modelos sem sucesso: mais fluidos, a direito, tipo anos 60. Nada.
Às tantas estou farta de tanto vestido, de tanto terilene , de tanto fecho éclair dourado por fora da roupa (não sei que lhes deu, foram buscar o mais feio dos anos 90, mas pronto eu já nem a isso ligava), de tanta cor viva, de tanto despe-veste-despe-veste.
À saída de uma das lojas, vinha tão esbaforida que saí com a t-shirt vestida de trás para a frente! (a humilhação, senhores, a humilhação...)
Só dei conta uns metros à frente, e lá fui ao WC fazer a troca (menos mal que era de decote redondo, não se notava).
Saí de lá umas 5 horas, 300 lojas e 1000 vestidos depois, tal e qual como entrei: de mãos a abanar, mas furiosa comigo mesma, por estar a perder o meu tempo ali, em vez de ir para a praia ou para a esplanada!
Cheguei a casa e lembrei-me que tinha um vestido comprado na Holanda, em 2007, que nunca mais tinha usado (comprado para uma festa da empresa, em que soube na véspera que era com traje formal, e fui a correr a Den Haag, que tem as lojas abertas até à noite às 5ª feiras, entrei na HM e disse " só saio daqui com um vestido" - saí com um vestido preto que não me ficava nada bem, e que só vesti nessa ocasião). Na altura eu estava bastante gordinha, e o vestido até me estava um pouco grande, tanto que levei com um top por baixo, porque estava bastante folgado na parte de cima (e não havia mais números). Fui procurar o dito vestido, refundido nas malas debaixo da cama, tirei-o para o experimentar (mais um despe-veste, menos mal que estava em casa) e qual não foi o meu espanto quando o filho-da-mãe não me servia.
Porreiro.
Foi mesmo a cereja em cima do bolo.

Uma tarde de compras fantástica.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

1 down

O 1º dia já está, e eu sobrevivi!
A partir daqui será sempre melhor, espero eu.
De facto, por muito que não custe deixa-los na escola, deixar na avó é infinitas vezes mais fácil. No fundo parecia um dia normal, em que a deixei com a avó para ir num instante ao supermercado. Só que durante mais horas.
É um descanso, e não poderia ter corrido melhor.
No entanto, na hora da partida, o aperto que se sente cá dentro, só mesmo quem passou por ele pode compreender.
Hoje crescemos um bocadinho mais enquanto mulheres. Ela e eu.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

E o sentimento do dia é...

... uma grande tristeza por esta fase fantástica da minha vida ter acabado.
Foi tudo tão maravilhoso que só posso mesmo agradecer por ter tido esta oportunidade.
Os primeiros 6 meses da minha filha foram do melhor, e inesquecíveis.
Estou com aquela sensação de fim de festa, quando olhamos para trás e pensamos "ca' ganda noite!" mas sabemos que a festa acabou e é hora de voltar para casa.
E o regresso custa tantooooo...

Amanhã começa um novo ciclo.
Amanhã somos uma família de 4, cada um no seu sítio até ao final do dia.
Uma família normal, como tantas outras, numa rotina que se prolongará durante muito tempo.

Falta muito para as próximas férias??

domingo, 2 de outubro de 2011

Andamos a ver


E já nos fartámos de rir algumas vezes. Gosto.

E ao fim de 4 anos de blog...

... descobri como se agendam posts.

Não pretendo usar essa função, mas pronto já sei como o fazer.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

The time of my life

Amanhã acabam-se as férias, depois da licença e das férias que a antecederam.
Foram 6 meses e meio de pausa para me dedicar apenas ao que é mais importante.
Quando entrei de férias, dia 16 de Março, era Inverno. Passei as primeiras semanas a relaxar, a passear no paredão de manhã, e a descansar em casa à tarde, enquanto ia arrumando as coisas do bebé.
Depois chegou a Primavera, e depois dela nascer ficámos em casa os 4 durante 2 semanas. O fim de Abril e o mês de Maio foram passados a ir com ela para o paredão, depois de deixar o mais velho na escola.
Em Junho veio o Verão, o Tê esteve de licença uma semana e começámos a ir para a praia. Em Julho continuou a boa vida, o baby grande deixou de ir para a escola, fomos os três para a praia da Parede com a minha mãe muitas vezes, e o Tê teve 2 semanas de férias - em que fomos para a praia de Carcavelos com a mãe dele e o sobrinho. Em Agosto o Tê foi trabalhar, mas nós continuámos a ir à praia com a família, já que o pai dele e a irmã estiveram de férias, e a prima do Porto veio passar 4 semanas a Lisboa. O Tê juntava-se a nós para um mergulho ao final do dia, e que finais de dia apanhámos...
No fim de Agosto estivemos com a minha família em Monchique, quase no paraíso.
Em Setembro o Tê esteve novamente de férias, e continuámos a fazer praia, na Parede, com a minha irmã e sobrinhos.
Na semana passada chegou o Outono, o mais velho regressou à escola, e eu fico com a baby girl, a ir passear no paredão, a pôr a casa em ordem para o que aí vem, e a aproveitar cada minuto.
Há 6 meses atrás eu tinha um bebé pequenino, que nem falava, e uma grande barriga; agora tenho um menino que diz muita coisa, um bebé que já quase se senta e uma barriga consideravelmente mais pequena, se bem que longe da perfeição...
Foi o melhor verão... o mais longo, o melhor aproveitado, e que vou recordar para sempre.
Foi uma grande sorte ter a oportunidade de fazer esta longa pausa, e é uma pena que não o possamos fazer todas...

Agora, 6 meses passados, sinto que chegou a altura de regressar ao trabalho, de deixar de ser apenas mãe, de ter outras coisas em que pensar além da realidade doméstica.
Não estou feliz e contente por voltar a trabalhar, principalmente porque tenho um trabalho nada interessante, mas sinto que esta pausa me encheu as medidas, e que não podia pedir mais.
Os primeiros 6 meses da minha filha, tive-os só para mim, e da melhor maneira.
Agora é tempo dela conhecer o mundo, ter contacto com outras realidades, receber outros mimos (vai ficar com as avós, a sortuda!).
Além disso, tipo bónus, pude passar o verão todo com o baby grande, dar-lhe praia, sestas, parque, tudo o que ele tem direito e muitas vezes não podemos proporcionar.

Sem dúvida que "I had... the time of my life"... mas agora é tempo de voltar à realidade.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Facto (sem interesse nenhum)

Tenho muito mais, mas mesmo muuuuito mais curiosidade em saber o sexo dos bebés das outras pessoas, do que tive dos meus.

Aquela coisa irritante do ah e tal, o que interessa é que venha com saúde (como se tivesse alguma coisa a ver com o sexo!) é mesmo verdade!
Quando são meus acho o sexo completamente secundário, quero é ver se está tudo bem.
Quando é dos sobrinhos, fico a roer-me de curiosidade para saber se é menino ou menina. E também para saber se está tudo bem, claro, mas pronto...

terça-feira, 27 de setembro de 2011

A imagem que explica parte do post anterior



Aqui fica a cabeleira da minha filha.
Reparei que já fiz vários posts sobre o cabelo dela, que de facto é a sua característica mais marcada.
Estão a ver aquelas escovas de bebé? Esqueçam.

Vamos ver como fica quando crescer...

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Cabelos


Os da filha, já o referi, são de tal maneira rebeldes que têm de levar com o amaciador depois do banho, se não não entra o pente.

Os do filho, que têm uns caracóis perfeitos e lindos de morrer, levaram uma tosquia que o deixaram quase careca. A reação de toda a gente é digna de ser vista.

Os do pai estão cada vez mais brancos, apesar de ainda não ter sequer 30 anos.

Os meus, nem sei por onde começar. Sempre tive cabelo ondulado, forte e pesado, mas estas duas gravidezes deram cabo dele.
Primeiro, cai-me cabelo como nunca, tenho a casa cheia de cabelos no chão, mais parece um cabeleireiro.
Depois, a própria textura mudou completamente. Está fino, quebradiço, leve, irreconhecível ao toque.
E como estão a nascer os cabelos novos, pareço uma bruxa todo o tempo. Para amenizar, resolvi escadea-lo, e a minha cabeleireira, que conhece o meu cabelo como ninguém, mas não nestas condições, fez-me a vontade.
Erro. Tenho uma franja que não obedece à lei da gravidade - faça chuva ou faça sol, aponta sempre para o céu. E não há gancho nem fita que a domine.
Resta esperar que seja uma fase...

domingo, 25 de setembro de 2011

Com que idade é suposto começar a usar amaciador de cabelo?

5 meses.

A dificuldade em pentear aqueles caracóis, não vos passa...

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

O mito do "Henrique, o terrível"


Ontem no parque um menino de 10 meses chamado Henrique aproximou-se, de mão dada com a mãe, da minha baby girl.
Comentei que também tenho um Henrique, que estava na altura nos escorregas, e ela pergunta se ele é terrível.
Respondi que não, e ela contou que todos os Henriques que conhece as mães comentam que são terríveis, fazendo jus à coleção de livros "Henrique, o terrível".
Eu disse que não, que o meu filho come bem, adormece sozinho, raramente faz birras, pelo que não o posso considerar terrível.
E a mãe responde: "ah o meu também dorme 12 horas por noite, dorme sozinho, dorme sesta, come de tudo e também não faz birras, mas não pára quieto, olhe lá" e aponta para ele, que, claro, no alto dos seus 10 meses, quer é explorar tudo à sua volta e mexer em tudo o que vê.
E ela ainda perguntou "mas o seu é calminho?", ora, calminho não é, ele de facto anda sempre a correr, a jogar à bola e tudo mais, mas daí a ser terrível vai um grande passo, na minha opinião.
Já no dia anterior encontrámos uma antiga colega do colégio, com o filho - que não se chama Henrique - também de 10 meses na cadeirinha.
Comentava ela, vezes seguidas, que ele era super irrequieto, super agitado, que não pára quieto, que é um terrorista. Ficámos à conversa praí uns 20 minutos e durante esse tempo todo o miúdo esteve sempre sentadinho na cadeira, impávido e sereno, a comer uma bolacha Maria. Não querendo comparar, o meu filho com essa idade não ficava na cadeira a menos que esta estivesse em movimento, e em sítios com interesse... E para mim, ainda assim, não o considerava terrível, porque, lá está, apesar de na altura não dormir uma noite seguida, adormecia sozinho na cama, comia de tudo, e apenas tinha a curiosidade e a energia normal da idade. Acho eu...
Não sei o que estas mães querem... um filho que fica sentado, quieto, calado virado para a frente o dia todo?
Ou apenas acham cool dizer que o filho é super activo e lhes dá muito trabalho?
Dizer que se tem um filho sossegado, já não se usa?

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Avó "legalize"

A minha mãe comprou no chinês um baralho de cartas para os meus sobrinhos, entre os 10 e 12 anos de idade.
O baralho, que tinha um "inocente" motivo herbal na caixa, quando aberto não deixou margem para dúvidas: era digno de ser vendido em qualquer coffeshop de Amsterdam.
No domingo à tarde, numa jogatana de miúdos ouviam-se as seguintes pérolas: "o trunfo é charros"; " já saiu o Ás de marijuana?"; "só me saíram cachimbos e cogumelos mágicos!".
Uma família legalize, portanto...

terça-feira, 20 de setembro de 2011

O 1º do ano

Bolo-rei.
Já há no PD, para quem quiser.
Por mim, passo... (por enquanto...)

domingo, 18 de setembro de 2011

Acabada de ver as fotografias do casamento do ano...

... havia mil comentários a fazer, mas ocorre-me apenas este: e a quantidade de meninas com vestido igual que me passaram ao lado?

Na volta estava alguém de igual a mim e eu nem dei por isso...

Nojo

O anúncio do creme de baba de caracol.
Nem tanto pelo creme de baba de caracol, que já é nojento por si só, mas pelas imagens do antes e depois que apresentam.
Manchas, estrias, cicatrizes.
Que dispensável...

sábado, 17 de setembro de 2011

É vontade de dizer qualquer coisa!

Ouvido numa festa de anos de criança, a que fui só com o mais velho.
Diz-me o avô da criança: "Então e tu? Quando é que dás um mano ao teu filho? Ele está a precisar..."
Respondi eu "Ele já tem! Tem uma mana, com 5 meses!"
Ele não se deixou ficar: "Ah... e quando é que lhe dás outro???"


O mundo é lixado para as mulheres

Na praia, um casal com filhos da idade dos nossos, mais coisa, menos coisa.
A mãe, de bikini, denunciava ainda uma barriguita saliente (tal como eu, só que eu nem me atrevo a por de bikini!) de quem claramente ainda não recuperou a forma ( com aquela flacidez - perdoem-me as grávidas que me lêem! - aquele pneuzito e celulite estomacal que não enganam ninguém, ou isso pensava eu!).
Comentário do Tê: "vês, aqueles têm filhos da idade dos nossos, mas a mulher já está grávida outra vez!"

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Ouve-se no carro, mas canta-se cá em casa (para a mais nova, que é tão bonita!)

H2M1

Não sei há quanto tempo não ia ao teatro, mas hoje foi o dia.
Fui ver esta peça.
Toda a correria de banhos, fazer jantar, vestir bebés, dar de mamar, arranjar-me e estar pronta, valeu bem a pena.
Até tive de levar o jantar no tupperware e comer à porta, porque não tinha mesmo tido tempo (isto de ser mãe torna-nos mesmo práticas!) porque estive a tentar aplacar uma birra da mais nova até à altura de sair.
Consta que a birra se manteve durante umas duas horas, até à miúda cair para o lado de cansaço. (mal sabe ela que vai ficar longe de mim o dia todo muito em breve, mas pronto...)
Mas isso, como diz a outra, não interessa nada, porque o importante é que eu fui ao teatro com duas amigas, ri-me com gosto, gostei da peça e da interpretação, gostei de ver a sala cheia e de conhecer mais um espaço cultural que desconhecia.
Porque eu - apenas Mary - também existo!
A repetir.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Cenas fixes

  • a verbalização, o repetir tudo o que ouve, começar a dar respostas cómicas, chamar-nos para brincar, juntar primeiro duas, depois três, agora já 4 ou 5 palavras para formar frases
  • o início do faz-de-conta, do mundo da fantasia e do a-fingir: depois dos bolos com "acuca" por cima na praia, começámos com os chás e cafés e bolinhos imaginários, e até a baby girl, no alto dos seus 5 meses, bebe um cafézinho de vez em quando...
  • o início do que pode vir a ser uma grande amizade - ele acha-lhe graça desde o princípio, ela começou agora a perceber que dali só vêm coisas boas e disparates, pelo que basta ele aproximar-se, que ela já se desmancha a rir.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Momentos embaraçosos

  • o meu mais velho na praia começa a brincar com um menino mais o menos da sua idade (por sinal, nu), e eu mantenho-me por perto, tal como a mãe da criança. Quando reparo, vejo que a mãe da criança é uma figura pública, das que aparecem em programas de televisão e nas revistas cor-de-rosa. E ali estamos, de braços cruzados, a ver os meninos brincar, sendo que eu sei uma data de coisas da vida dela e do marido, que também é figura pública, e ela, nada sabe sobre mim. Fiquei ali sem saber o que dizer...
  • numa festa de anos, um menino de 4 ou 5 anos empurra o meu filho de um cavalinho. A mãe do rapaz, óbvio, saltou da cadeira para o repreender e o miúdo estalou na MAIOR BIRRA! Com direito a muitos gritos, nomes, pontapés no ar, murros no chão, e toda a teatralidade possível. O meu filho, como sempre, recuperou rapidamente, levantou-se e disse apenas "menino purrou..." E ali ficámos os dois, diante do cavalinho, a assistir à cena... eu, mais uma vez, sem saber o que fazer. Sei que a atitude do outro miúdo é super-normal, e que um dia estarei eu no papel da outra mãe, mas estar ali, no papel da mãe da "vítima" com toda a gente a olhar... não foi feliz...

O mês de Setembro...

... tem algo da nostalgia de domingo à tarde.
Eu gosto...

sábado, 10 de setembro de 2011

Fobia do momento

Acabar os álbuns de fotografias, antes de começar a trabalhar.
O álbum do mais velho tinha parado com as fotografias do dia em que fez 4 meses. Ou seja, quando eu comecei a trabalhar, mais coisa menos coisa.
Isto de ser mais barato a partir das 300 trocou-me as voltas.
De qualquer modo estou agora a escolher, imprimir e colocar no álbum furiosamente, fotos e mais fotos com meses de atraso. E depois vou fazendo comentários tipo "novidade da semana: põe-se de pé agarrado às grades da cama!", "a cadeira da papa nova!", "o 1º dia de escola".
Tudo fora de tempo, mas enfim.
Já está tudo em dia até ao 1º aniversário do rapaz, e imprimido até ao final de 2010. Já só faltam 9 meses de fotos. Com calma, a coisa vai.
Tudo para que a minha filha não se possa queixar de que ah e tal, ele teve direito a álbum até aos 4 meses e eu não.
Uma empreitada, é o que vos digo...

Nota: já agora, tenho feito as fotos na fnac, que fica a 10 cêntimos cada, a partir das 300. Alguém faz mais barato?

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Mas quantos programas de culinária é preciso passar na televisão?

Hummm?
Entre os canais nacionais e a tv cabo, parece que não há ninguém que não queira aparecer a cozinhar na televisão!

(não é uma queixa, que eu, na minha imensidão de tempo livre, papo todos. E depois não faço receita nenhuma, mas pronto)

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Cúmulo da bestialidade

Um Smart para duas pessoas.
Um adulto e uma criança de uns 6 ou 7 anos.
A criança ia, claro, à frente.
Como se isso não bastasse, ia sem cinto.
Como se isso não bastasse, ia a tentar sentar-se ao colo do adulto, que a tentava ajudar a subir para se sentar ao volante.
Como se isso não bastasse, o adulto ia ao telemóvel.

Não sei se o adulto era ou não o pai da criança, só sei que era uma grande besta.
Fiquei parva!

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Momentos perfeitos

Fim da tarde na praia, em Setembro.
Os finais de dia em Setembro são os que têm a luz mais bonita do ano.

domingo, 4 de setembro de 2011

A ressaca

Mesmo sem beber álcool, a ressaca é sempre do pior.
E eu bem tento ser cool, mas ontem fui mesmo o ovo podre do casamento, e fomos dos primeiros a ir embora.
Hoje, oh céus, as dores nos pés e pelas pernas fora, a vontade de dormir e de não fazer mais nada... puf!
Já não tenho 20 anos...

sábado, 3 de setembro de 2011

Chegada do cabeleireiro...

... com o cabelo esticado, pronta para o casamento.
Comentário do meu filho: ca-acóis pente!

Nem mais!


Lembrete para as próximas férias

Não desligar a electricidade antes de partir.

Chegar de férias e ter de deitar fora kilos e kilos de comida do frigorífico e congelador (alguma já cozinhada com todo o amor), não é simpático.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Confirma

Faço mesmo tudo à última da hora.

E podem muito bem dizer das pessoas organizadas "ah e tal, ela é assim porque não tem mais nada que fazer", que a mim não se aplica.
É que nem quando não tenho mais nada que fazer eu me organizo.
Nada feito.

Licença de maternidade

A minha terminou hoje, mas não, não vou regressar ao trabalho na 2ª feira.
Tenho ainda 1 mês inteirinho de férias para gozar, e decidi fazê-lo todo de seguida, quando ela mais precisa de mim. A entidade patronal aprovou, e eu agradeço.
Assim sendo, hoje podia ter sido um dia muito deprimente.
Cheguei ontem do paraíso (que merece post à parte), parece que chegou o outono (mas não chegou) e amanhã tenho o casamento de um primo que me lembro perfeitamente de ver na barriga da mãe. Já não vamos para novas quando vemos malta que conhecemos antes de nascer, a subir ao altar.
Mas não foi.
Cheguei do paraíso, sim, mas com energias renovadas, e amanhã vou comer e dançar como se não houvesse depois de amanhã.
E depois... férias!
Em cheio.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Nos próximos dias...

... estarei por aqui.

Estou de volta a 1 de Setembro.
Fui!

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

O gancho


E pronto, agora já não há retorno: hoje comprei o primeiro gancho para o cabelo da minha filha.
:)
Sim, podem dizer que sou exagerada, que ah e tal e dizes que queres uma filha intelectual mas depois alinhas nas futilidades. É verdade, sim senhor, mas eu bem sei que pode-se ser gira e inteligente ao mesmo tempo.

Vamos ter um casamento em Setembro, e depois de viver o drama do que eles vão vestir (que ainda não está 100% decidido), achei que ficava bem pôr-lhe um laço na cabeça.
Assim um laço branco bem farfalhudo, "super BCBG", o verdadeiro laçarote, como se dizia quando eu era pequena.
Como se estava à espera, foi missão impossível.
Eu sei que não procurei nas lojas de Campo de Ourique, que aí tenho a certeza que há, mas achei que em lojas que vendem ganchos se devia encontrar.
Errado.
Há muitos laçarotes sim, mas cheios de dourados e hello-kitties, e não é o que se pretende.
A minha mãe ofereceu-se então para lhe fazer o laço, bastando comprar um gancho branco e a fita.
Fui à HM e deparei-me com toda uma nova realidade, toda uma panóplia de acessórios para o cabelo que é possível imaginar.
Escolhi um branco, na secção de criança e resolvi experimentar.
Não têm noção do ridículo que lhe ficava!
Já aqui referi que a minha filha tem um cabelo de menina crescida - imenso e cheio de caracóis e de personalidade. O pobre do gancho ficava perdido no meio do cabelo dela!
Resultado: tive de ir à secção de adulto, para encontrar ganchos do tamanho adequado!
Ainda nem tem 5 meses, e já precisa de ganchos tamanho XL para controlar a trunfa.
Não lhe prevejo um futuro fácil no que toca ao cabelo...

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Pergunta do dia (sem interesse nenhum, ficam avisados)

Haverá bloguistas-fashion-advisors ou mesmo bloguistas-apenas-amantes-da-moda, das que dão dicas boas e mostram o que está na moda e tudo e tudo, que não sejam magras e boazonas, com um corpinho de que tudo lhes fica bem??
Ah e tal estão na moda os calções e pimba, uma foto das próprias com os ditos e umas pernas espetaculares! Ai agora são os macacões cai-cai, e elas lá estão, sem um pneu, com tudo no lugar.
Será que não há gordinhas que gostem de moda??

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Curiosidade

Tenho uma curiosidade tremenda em saber quem me lê de fora de Portugal.
As estatísticas apontam para leitores nos EUA, na Eslovénia e mesmo na Holanda (e não é ninguém que eu conheça, porque não divulguei o blog por lá).

Caros leitores emigrantes, viajantes, ou mesmo estrangeiros: pedir-vos que deixem um comentário a este post a dizer quem são e onde estão, é pedir demais??
Agradecida!

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Reflexão preguiçosa

Prefiro acordar mais cedo e dormir uma sesta, do que acordar tarde e perder toda a manhã a dormir.

(sim, podem odiar-me, os meus dois filhos bebés dormem até às 11h30 se os deixar, e permitem-me fazer experiências deste tipo para tirar estas brilhantes conclusões! Ah! Vida boa!)

Lição do dia (de ontem)

Não voltar a chamar nenhum tipo de assistência técnica cá para casa sem confirmar que os orçamentos são grátis.

22,45€ deitados ao lixo, para um senhor que não deve fazer mais nada na vida do que deslocar-se a casa das pessoas, fazer um orçamento estapafúrdio (só para verem, fizemos o arranjo por menos 110€ do que ele orçamentou), receber o preço da deslocação e ir-se embora.
Ladrão!

domingo, 14 de agosto de 2011

A macaca Marta é irritante!

E eu sei que a maior parte de vocês sabe do que estou a falar...

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Os vícios são tramados

Hoje sonhei que estava animadamente numa varanda a fumar um cigarro.
De notar que não fumo desde Março de 2002, mas ainda assim o meu sub-consciente decidiu pregar-me esta partida.

Sempre em recuperação, é o que vos digo. Não podemos achar que estamos curados nunca.
Ora bolas...

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

9 de Agosto

12 anos já cá cantam, e pela 1ª vez em muito tempo (mais de 2 anos seguramente - tempo demais, portanto) fomos jantar fora só os dois.
Crianças com avós, que deram jantar e aturaram birras de tal ordem que só conseguimos sair de casa quase às 22h.
Mas fomos na mesma, e foi bom.
A repetir.

Promessa do dia: não nos tornarmos naqueles casais a quem os filhos têm de dizer "mas porque é que não vão jantar/ao cinema/de férias só os dois??" e eles encolhem os ombros porque acham que fazer programas a dois já não tem graça.
Buuuu!

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Detesto (de verão)

... ver os miúdos nus na praia.
A que propósito?
Se não andam nus em mais lado nenhum, porque raio chegam à praia e as mães resolvem tirar a roupa toda e já está?

E é para quê? Para fazerem as necessidades mais à vontade?
Toda a gente sabe que para fazer xixi na água não é preciso tirar o fato de banho.

Custa muito pôr uma fralda?? E nem vale a pena daquelas XPTO, que devem ser caríssimas, que podem ir à água. As fraldas normais marca branca também podem que eu sei.
Hoje em dia nem dá para dar a desculpa de os fatos de banho serem caros, que nos hipermercados há-os giros e baratos!

Mas não, a malta gosta do rabo ao léu mesmo, não há nada a fazer...

De-tes-to!

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Ouço em repeat no carro

Podia habituar-me a viver assim...

... entre praia, esplanada, dar de mamar de cabelo molhado a ver o mar, jantares em família porque é verão, os dias são compridos e apetece.

Que bela ideia estar de licença nesta altura do ano.
Prevejo um duríssimo embate com a realidade no próximo outono...

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Porque é que as pessoas normais esperam mais do que nove meses antes de voltar a engravidar XIV

Para que quando o filho mais velho entra nos famosos e badalados "terrible 2", e testa os limites e faz asneirada da grossa e desafia tudo e todos, a mãe não esteja sentada, a dar de mamar (ao mais novo, bem entendido).


terça-feira, 2 de agosto de 2011

Novidades de domingo passado

  • ele estreou-se a ter galos na cabeça - tropeçou e bateu com a cabeça na esquina de um armário, ficando com um valente galo na testa, e uma marca que lhe valeu a alcunha de "Harry Poter" entre os primos
  • num outro registo, estreou-se a fazer obras de arte nas paredes e chão de casa dos avós, e também nos seus próprios pés e pernas. Hoje repetiu a graça e andou a exibir uma mono-sobrancelha.
  • ela descobriu os pés. Já andava encantada com as suas próprias mãos há uns tempos, agora percebeu que tem mais com que brincar. Muito fixe.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Facto

Ter uma filha gorducha e sossegada reduz 99% dos bitaites mandados pelos outros (pais e não-pais, que na hora de mandar bitaites vale tudo).
No início ainda achei que era por ser a 2ª filha, que pensassem ah e tal esta mãe já deve saber da coisa.
Mas não, nada a ver.
Ter uma miúda que aparenta estar bem alimentada, que dorme todo o tempo nos eventos sociais, e quando acordada anda de colo em colo a distribuir sorrisos, faz com que a malta fique sem nada a dizer.
Porreiro.

Tudo mérito dela, mas eu agradeço o silêncio :)

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Pensamento do dia

Ter um filho complica, ter dois simplifica.

domingo, 24 de julho de 2011

Ter filhos que usam 95% de roupa emprestada é...

  • ouvir os sobrinhos dizer cá em casa "olha! Eu tinha um pijama igualzinho a este!"
  • ter sacos e sacos de roupa guardada no armário com indicação do nome e da data de quando deverão servir
  • ter tirado fotografias a cada peça emprestada, organizando-as depois por pastas com o nome de quem emprestou, nos primeiros 3 meses do 1º baby, e agora já não saber quem emprestou o quê
  • ter comprado um total de 2 ou 3 peças de roupa para esta estação para o rapaz, e zero para a rapariga (como acabou de nascer, recebeu muitos presentes além dos empréstimos)
  • andar sempre com sacos para trás e para a frente e a separar roupas para trás e para a frente
  • ter filhos que usam roupa com outros nomes nas etiquetas
  • ter um filho que recebeu uma mala de roupa de rapaz vinda de uma família chique de Lisboa que tem 3 rapazes (são amigos da mulher de um primo do meu pai, que enviou pela minha tia), que continha todo um enxoval desde os 0 aos 6 anos (fato de surf incluído), e ver depois essa família numa revista cor-de-rosa
  • poupar um dinheirão em roupas que servem durante pouquíssimo tempo
  • ficar muito contente de ter um sobrinho rapaz e uma sobrinha-prima menina a quem passar os tais sacos e sacos e caixas de roupa que deixa de servir, que não há nada pior do que ter pesos mortos em casa!

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Tenho de deixar de ver o Masterchef Austrália

Hoje foi dia de bolo de chocolate "floresta negra", num desafio eliminatório.
E as bolachas Maria com copo de leite (que são um verdadeiro pitéu) vão perdendo a graça...

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Sabemos que já não há volta a dar...

... quando ainda não chegámos à parte do "uma salva de palmas" e já temos o nosso filho a gritar "BOLO BOLO BOLOOOOO!!!!".

Era tão bom quando ele não sabia o que isso era...

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Conselho gratuito às mães de 2ª viagem...

... que têm dois filhos a usar fraldas ao mesmo tempo:
Comprar fraldas de marcas diferentes, ou pelo menos verificar que as fraldas têm desenhos diferentes consoante o tamanho.
O meu saco das fraldas é o perfeito caos, com fraldas cheias de desenhos com motivos marinhos (golfinhos, estrelas do mar, polvos - já falei sobre isto) de tamanhos diferentes, tudo misturado.
E a primeira a sair é - claro - sempre do tamanho errado...

domingo, 17 de julho de 2011

Férias

Ficamos por cá, mas estamos de férias e como tal, posso ausentar-me durante uns tempos, ok?
Dentro de 2 semanas estarei de regresso a escrever com a habitual frequência, que eu bem sei que alguns de vós não conseguem viver sem os meus posts e eu não quero que vos falte nada.
Nos entretantos, pode ser que me apeteça cá vir de vez em quando...

Fiquem todos bem, que nós também faremos por isso!
;)

Filha XXL

Percebemos que temos uma filha tamanho XXL quando...
  • a maior parte dos comentários que recebe é sobre o seu tamanho - principalmente das pernas
  • ela veste aos 3 meses roupa que o irmão vestiu com 8 meses, e ainda custa a apertar
  • começamos a ver que as roupas que lhe comprámos nos saldos de inverno não lhe vão servir
  • ela usa fraldas apenas 1 tamanho abaixo do irmão (de 21 meses)

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Medo

Passar num cruzamento onde passo quase todos os dias, perto de casa dos meus pais e do paredão onde vou caminhar muitas vezes, e ver um mega acidente, com um carro capotado, de rodas para o ar, e outro espetado contra o muro.
Pensar que passo ali quase todos os dias com os meus filhos, paralisa-me.
De medo.
Fico sem palavras, e nem me apetece sair de casa.

Frustração

Ver o Masterchef Australia a comer bolacha Maria e um copo de leite.
Acabo de ver uma sobremesa que me deixou a babar...

terça-feira, 12 de julho de 2011

Sabemos que fizemos a escolha certa quando...

... ao passar à porta da escola para ir para a praia ouvimos uma mega-birra no banco de trás:
"Escoooooooolaaaaaaa!!!"
... porque não parámos.

Portanto, a caminho da praia, e o rapaz queria ficar na escola.
Esta vou-lhe contar quando for adolescente.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Excursão

O meu mais velho foi hoje na sua primeira excursão/passeio de final de ano com a escolinha, a uma quinta pedagógica.
Quando soube deste passeio, há umas semanas atrás, obviamente decidi logo que ele não ia.
Para quê? Nunca se vai lembrar, é perfeitamente escusado, para o ano há outra vez e ele desfruta melhor, não há necessidade de estar a ir numa camioneta, em grupo, ai credo que ainda me perdem o menino (lagarto, lagarto).
O pai, claro, disse logo que ele ia adorar, e que eu estava a ser, claro, galinha demais.
A verdade é que há 1 mês fomos visitar a minha irmã ao Alentejo, num fim de semana. Como estavam em mudanças, o meu cunhado esteve ausente praticamente todo o tempo, mas lá arranjou um tempinho para mostrar ao sobrinho a quinta onde trabalha. Mostrou-lhe alguns animais, andou com ele de tractor, e deixou-o guiar o jipe lá na herdade.
Ele adorou, claro.
No total, passou umas 2 horas com o tio, mas foi o suficiente para passar as 3 semanas seguintes a perguntar por ele todo o santo dia (agora continua a perguntar, mas já não todos os dias). Ou seja, não se esqueceu, e foi uma experiência que o marcou.
A directora e a educadora lá me explicaram que a quinta é pequena, fica aqui perto, só recebe 1 escola de cada vez, eles entram na quinta no autocarro e fecham logo o portão, que vão todos os meninos, que andam com coelhinhos e patinhos na mão, blá, blá blá... isso mais o comentário da minha irmã com um ar desaprovador "mas tu vais privar o teu filho de uma experiência destas só porque tens medo???", lá me convenceram.
Deixei-o na escola, vestido com o equipamento, como todos os dias, e vim embora sem me agarrar a ele aos gritos, sem soltar nenhuma lágrima, sem fazer nenhuma cena que o envergonhasse. Ponto para mim.
Mas pedi o telemóvel à educadora, e já lhe liguei depois do almoço.
Ela disse que esteve feliz toda a manhã, com os cães, patos e coelhos, e que estavam a dormir a sesta numa salinha que têm para o efeito.
Tudo bem, portanto.
Eu sei, eu sei, que é suposto darmos asas às nossas crias, e não prende-las debaixo da nossa asa, mas é mais forte que eu.
Estou aqui numa angustia, mortinha por o ir buscar outra vez.
E agora sim, sei o que é ser mãe.
Porque isto é só o começo. A partir daqui é sempre a descer.
Começa com a excursão fofinha à quinta pedagógica e antes de nada está a ir de viagem de finalistas para Ibiza, a fazer um inter-rail, a passar fins de semana em casa de amigos que não conheço, a dar saltos em queda livre ou bungee jumping, a sair à noite como se não houvesse amanhã.
E esta angústia, é basicamente o que me resta. É bom que me vá habituando...

Ainda falta muito para as 17h??

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Nota mental...

...para uma mãe que se quer organizada, e dentro do possível fashion. Ou não-desleixada, vá, que eu de fashion não tenho mesmo nada:
Andar com uma roupa sobressalente para si mesma.
Sim, é típico andar com nódoas de bolsado, e restos de bolacha no ombro e faz parte das alegrias da maternidade e tudo e tudo.
Mas uma mancha megalómana de cocó na minha pança, amarela, pegajosa e mal cheirosa, ultrapassa todos os limites.
Menos mal que estava em casa da minha mãe, que tem alguma roupa que me serve, se não seria o desastre.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Senhores fabricantes de fraldas:

Não se incomodem a fazer desenhos nas fraldas de bebé. A sério.
Ignorem essa parte, porque nós, mães, preferimos uma fralda branquinha, sem bonecada.
Podem achar que as fraldas ficam mais divertidas com bonequinhos, sapos, motivos do fundo do mar, riscas, coelhinhos... mas não ficam.
Ficam feias.
E as crianças não gostam mais de as usar por causa da decoração.
E essa decoração, caros senhores fabricantes, choca com a roupa que queremos pôr aos nossos filhos.
Se com os rapazes a coisa escapa, com as meninas, meus senhores, é um problema.
Porque a menos que eu vista a minha menina com vestidos verdes com pegadas de sapos, ou com bonecos da rua sésamo, às pintas verde água com animais da quinta, ou de azul com motivos marinhos (polvos incluídos), os vestidos não vão combinar nunca com as vossas fraldas.
Obrigada.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Viciado na bola

Que o meu rapaz, cada vez menos baby, é louco por bolas, acho que já referi aqui.
É de longe o brinquedo favorito, onde está uma bola lá está ele a chutar (com o pé esquerdo, para orgulho do pai), e se não houver bola ele chuta outra coisa qualquer. No parque rouba as bolas dos outros meninos, e quando não está a jogar à bola está muitas vezes com uma bola pequenina na mão. Como o pai era assim, e ainda é viciado na bola, é uma brincadeira que todo o santo dia ocorre nesta casa: pai e filho a dar toques na bola horas a fio.
Convém também explicar que ele ultimamente tem estado muito mais meigo. Desde que a irmã nasceu nota-se uma crescente meiguice, principalmente comigo. E nestes últimos tempos tem feito aquelas cenas dignas de filme lamechas de vir a correr ter comigo, de braços abertos a gritar "mãe!" para eu lhe dar um abraço. E sim, eu fico a babar.
Ontem no Parque das Nações eu vinha com ele no colo a ir ter com o pai, que tinha ficado com a baby girl na sombra.
O pai faz-me sinal para o por no chão e agacha-se de braços abertos para que o filho corresse na sua direcção. O rapaz corre, a rir de braços abertos, e eu quase que o via em câmara lenta com música de fundo, numa cena ultra-romântica.
Nisto, quando está a uns 3 metros do pai, pára e pergunta:
"Pai, a bola??"

domingo, 3 de julho de 2011

E assim de repente...

... eu sou a mãe que faz queques de bolo de iogurte para levar para a festa da escola.
Mentira.
A massa do bolo foi o pai que fez porque eu estava a braços com uma crise de cólicas (da baby girl, não minhas).
Anyway, fui eu que pus nas forminhas, que controlei o forno, que levei para a escola numa caixa, juntamente com uma garrafa de sumo. E senti-me verdadeiramente mãe.
Como é que cheguei até aqui é que não faço a menor ideia, que ainda ontem eu era apenas filha.
Mas cheira-me que não saio deste papel tão cedo.... E gosto.

sábado, 2 de julho de 2011

Recebido por e-mail

O pai cá de casa deixou de fumar há dois meses, e eu não podia estar mais orgulhosa.
E contente.
E aliviada.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Licença parental...

... com sabor a férias.
O Tê tirou mais uns dias da sua licença na semana passada.
Ainda pesquisámos sítios para ir passar uns dias perto da praia (ou numa casa com piscina, lá está, a tal que nos faz tanta falta!), mas acabámos por não o fazer e não nos arrependemos.
Não gastámos 1 tostão, fomos sempre à praia na mesma, e estivemos com parte da família sempre que possível. Pelo caminho ainda conseguimos arranjar algumas coisitas cá em casa que andamos sempre a adiar.
Não gosto de estar sempre a bater na mesma tecla, mas esta semana de "licenférias" não teve NADA a ver com a licença do baby grande, que decorreu de entre Outubro e Abril, como bem sabeis.
Eu bem que mato a cabeça mas até agora não consegui encontrar nem 1 vantagem em ter um filho no Outono/Inverno. Nem uma.

O fim da eco-bola

Perto de dois anos depois da sua aquisição, não sei precisar há quanto tempo a comprei, acabei por "matar" a nossa eco-bola - a bola detergente - e decidi não voltar a comprar.
Não tenho nada de concreto contra a dita, mas sinceramente, não me apetece.
Sim, foram dois anos sem comprar detergente, mas não sei se isso se traduz em poupança, porque não tenho nem ideia de quanto se gasta em detergente de roupa.
A principal razão é que resolvi acabar com uma "guerra" provocada pela eco-bola cá em casa. O Tê, além de ser céptico em relação à dita desde o início, não gostava nada de ter a roupa sem cheirar a nada. Qualquer defeito na lavagem era culpa da bola, qualquer nódoa que não saía era culpa da bola.
Um dia destes apareceu roupa com umas manchas que me pareceram ser uma das esferas de cerâmica desfeita (mas também podia ser qualquer outra coisa que estivesse esquecida num bolso) e resolvi que mais vale acabar com a bola do que estar sempre a defende-la!
A par disso, porque uma desgraça nunca vem só, também deixei de usar o detergente e amaciador de roupa ecológico - uso apenas na roupa da baby girl até acabar a embalagem, depois logo vejo se volto a comprar ou se opto por um detergente normal de bebés.
Comecei a usa-los não só por uma consciência ecológica, mas também porque enjoei o cheiro do detergente da roupa na 1ª gravidez. Deve haver um componente comum a muitos detergentes, que faz com que até hoje não suporte esse cheiro. No entanto, também eu tinha saudades de ter a roupa com cheirinho a lavado. Detesto aqueles com cheiros fortes mas foi só uma questão de ir cheirando vários detergentes no supermercado e experimentar.
E sim, a roupa não fica melhor lavada, e há nódoas que continuam sem sair, mas pelo menos o acto de abrir a máquina e estender a roupa sempre é mais agradável. E fica um cheirinho a roupa lavada pela casa toda, que me agrada bastante também.
Eu sei que é um passo atrás no nosso caminho por uma pegada ecológica cada vez mais pequena, mas havemos de encontrar uma maneira de compensar a Mãe Natureza por esta falha...

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Fascinante, o mundo dos tamanhos de roupa para criança...

... que permite que os meus dois filhos, um de 1 ano e 8 meses (aka 20 meses) e uma de 2 meses, tenham roupa do mesmo número.
Não do mesmo tamanho, mas do mesmo número: 6-9 meses (que nenhum deles tem!).
A saber: body interior marca Zippy para ele, body com gola marca Zara para ela.
Vá lá a gente entender...

domingo, 26 de junho de 2011

Arrependimento

Acho sempre graça quando vejo em entrevistas nas revistas cor-de-rosa frases como "não me arrependo de nada", ou "se voltasse atrás fazia tudo igual".
Eu não penso assim.
Sim, claro que tudo o que se passou me trouxe até aqui, mas claro que há algumas coisas que faria diferente, e outras das quais me arrependo de ter ou não ter feito.
Arrependo-me, por exemplo, de não me ter casado.
Não pelo casamento, que esse sei que posso sempre vir a ter, mas sim pela lua-de-mel.
Raios, não há nada como a lua-de-mel, e eu deixei escapar essa oportunidade!
E não me venham com o ah e tal, podes sempre ir de lua-de-mel quando eles forem mais crescidos.
Não é a mesma coisa!
Quando se tem filhos acciona-se um chip de preocupação, que nada faz desligar. Nem quando eles estão com a pessoa em quem mais confiamos. E diz que é assim a vida toda.
Ora, ir de lua-de-mel e ter de ligar todos os dias para saber se comeram a sopa e dormiram a sesta (o que equivale basicamente, a saber se estão bem), qual é a graça?
Quer dizer, graça até tem, que preocupada com eles estou sempre, e assim sempre estava preocupada numa ilha qualquer do Pacífico, que tem mais glamour.
Mas, lá está, não é a mesma coisa...
Aquela leveza, aquela frescura de recém-casados, não se tem depois de ter filhos!
E sim, eu se pudesse teria feito o programa clássico de ir a Nova Iorque 1 semana, e outra semana numa praia paradisíaca qualquer. E ia estar gira e sorridente, e tirar muitas fotografias e não ia telefonar nem dar notícias a ninguém durante 2 semanas.
E sim, claro que posso vir a fazer tudo isso no futuro, mas galinha como sou estou mesmo a ver-me a ir com os dois debaixo do braço.
O que, já se sabe... não é a mesma coisa!

quarta-feira, 22 de junho de 2011

O domínio

Ter os dois filhos a fazer a sesta ao mesmo tempo.
Muito bom.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Poder fraternal

Hoje pela 1ª vez o baby grande referiu-se à irmã como "a minha mana".
Disse "minha mana" ao almoço, e o primo de 15 meses respondeu qualquer coisa na língua dele (provavelmente um comentário ao livro de animais que estava a ver, mas pronto).
Ele vira-se para ele e grita:
"Não! É minha mana!"
Gostei de ouvir o seu primeiro grito protector em relação à irmã.

Que assim se mantenha.

Quando achamos que já vimos tudo...

... pois que aparecem duas senhoras ao nosso lado na praia a bezuntarem-se com azeite.
De azeitona, não azeite corporal.
Daquele de temperar a salada, com garrafa de vidro e tudo. Esse mesmo.
O nojo.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

A casa com piscina

É aquilo que me faz falta.
E perguntam vocês: oh Mary, mas tu, que vives a 2 minutos da praia (7 minutos, vá), precisas de uma casa com piscina para quê?
De facto, parece um bocado supérfluo, mas no fundo, era um pequeno luxo que eu adorava ter.
Sim, vivo perto da praia (e tiro muito partido disso), mas nesta fase da vida, uma casa com piscina é que era!
Já me visualizo em casa, no verão, as praias à pinha, os estacionamentos cheios, sem um lugar para pôr a toalha, e eu a curtir um sol na beira da piscina. A baby girl a dormir a sesta na sala, no parque ou na alcofa - porque a casa com piscina tem a sala com grandes portas de vidro a dar para a piscina - e eu a dar mergulhaças e a nadar debaixo de água.
Que bom que era...
E perguntam vocês: oh Mary, mas numa família tão grande, e com tantos amigos, não há ninguém que tenha uma casa com piscina??
E respondo eu: por incrível que pareça... não!
Conheço grupos de amigos em que cada um tem uma casa de férias num sítio diferente, todas com piscina.
Pois que os meus amigos são os melhores do mundo, mas nenhum é afortunado nesse sentido...
Minto. Na adolescência havia uma amiga do grupo que tinha casa com piscina na Praia Grande. Grandes tardes lá passámos, uns a mandar mergulhos do telhado, uns a atirar outros à piscina vestidos, outros ainda (eu) esparramados ao sol a fumar cigarros na espreguiçadeira.
Bons tempos...
Pois que a dona da casa foi a única pessoa do grupo com quem perdemos totalmente o contacto. A rapariga escapuliu, e nós ficámos todos a ver navios.
Para ajudar ainda mais a esta minha vontade de ter uma casa com piscina, no outro dia vi numa tv no centro comercial um programa de arquitectura na Austrália que me deixou com água na boca.
Dizia o proprietário que tinha pedido ao arquitecto uma casa que transmitisse os verdadeiros valores australianos. Pensei eu que se tratasse de uma grande mesa de refeições para toda a família, ou de um espaço comum onde todos pudessem conviver. Não.
Os valores australianos a que se referia eram, basicamente, o prazer de vir da praia (a casa ficava nas dunas) e dar um mergulho na piscina para tirar o sal.
Eu fiquei, claro, a babar - com os valores australianos com os quais me identifico, com a casa em si, com a praia, com a piscina...
E assim sendo, porque nada nos cai no colo, o Tê e eu temos agora o projecto "casa de piscina": aquela que vamos comprar quando nos sair o euromilhões/recebermos uma herança de uma tia desconhecida/formos mega-promovidos (riscar o que não interessa), que vai ter uma super piscina, muitas espreguiçadeiras, uma rede para dormir a sesta, o grelhador para fazermos churrascos, aquela mesa onde nos podemos sentar todos horas a fio. Tudo valores que prezamos muito, claro!
I can't wait!

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Menino ou menina?

Os espanhóis têm uma maneira de ver infalível.
Esta semana estava eu na esplanada no paredão de Cascais (sim tenho uma vida dura, podem odiar-me!) com a baby girl ao colo, vestida de branco.
Passam duas senhoras espanholas que acham graça ao bebé e metem conversa. Às tantas uma dela pergunta:
Es niño o ninã?
Es una niña - respondi eu.
Ah! Es que estava buscando los pendientes...

Lá expliquei à senhora que por cá não se usa furar as orelhas às meninas logo que nascem - é coisa que aliás me faz impressão, porque acho que devem ser elas a querer furar as orelhas, quando tiverem idade para expressar esse desejo.
Mas não há dúvida que o facto de um bebé ter brincos ou não torna muito mais fácil de identificar, e evita as famosas perguntas embaraçosas ou comentários a medo quando a criança está vestida de azul, mas tem golinha de renda e coisas que tais...

Caracóis

Deixo o baby grande uns minutos sozinho com o pai no barbeiro e quando regresso já só há caracóis no chão!
Ia tendo um ataque, que tentei disfarçar - tão bem ou tão mal que a barbeira pediu desculpa umas 10 vezes.
É bom que regressem os caracóis quando o cabelo crescer, se não vou lá pedir indemnização.

Em 2011 como em 1970...

... continua a haver quem use o clássico óleo Johnson's na praia.
Please...

quinta-feira, 16 de junho de 2011

A minha casa de banho cheira ao ano 2000

O Tê trouxe o seu perfume antigo de casa dos pais.
Uma verdadeira viagem no tempo.

Prazer

Ver os meus bebés a dormir.
Do melhor.

Perigosa combinação (e mal cheirosa também)

Fraldas com cocós de dois bebés no lixo, e calor.
Mais um bocadinho e tenho a polícia à porta para ver a origem deste mau cheiro.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Morangos


É uma pena que a época dos morangos dure tão pouco tempo, mas sei que faz parte do seu encanto.
Entre os primeiros morangos que sabem a água e a adubo, até haver só uma ou duas caixas de morangos delegados para segundo plano nas prateleiras de supermercado cheias de cerejas, vai coisa de mês e meio.
Muito pouco tempo para apreciar a fruta preferida.

Porque é que as pessoas normais esperam mais do que nove meses antes de voltar a engravidar XIII

Para terem um filho mais velho com motricidade fina suficiente para acertar com a chucha na boca do bebé à primeira.
É um espetáculo digno de se ver: ela com a boca aberta a fazer aqueles trejeitos à procura da chucha, ele a espetar-lhe com a chucha na bochecha, no nariz, na testa...
Em última análise, para terem um filho mais velho que perceba quando o bebé não quer mesmo a chucha, e pare de insistir sem ser preciso ir lá a mãe tirar-lhe a chucha da mão de uma vez antes que a coisa dê para o torto.


Porque é que as pessoas normais esperam mais do que nove meses antes de voltar a engravidar XII

Para terem um filho mais velho que consiga fazer recados de jeito, tipo ir buscar as toalhitas na gaveta, ou o pacote das fraldas no armário, quando estão sozinhas com os dois.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Post assim a dar para o egoísta

Fico contente quando não está tempo de praia.
Mesmo contente.
Sorry.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Novo vício (mais um, ora bolas...)

Bolacha Maria marca É (já aqui referidas) mergulhadas durante o número certo de segundos no leite de soja (ou leite normal) fresco.

E caso estejam atentos aos vícios anteriores aqui referidos, um mantém-se, o outro não.
Mantenho os morangos com iogurte de manga, não mantenho as amêndoas de chocolate.
Do mal, o menos.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

A ver se também me lembro...

... de não me voltar a esquecer do saco das fraldas em casa quando saio para ir às compras com a rapariga.
E mais não digo...

A ver se me lembro...

... de não voltar a sair de casa com o cabelo semi-molhado num dia de humidade e vento como o de hoje.
E perguntam vocês "porquê, Mary? Parece que viste um bicho?"
E respondo eu "não, caros leitores, eu pareço o próprio do bicho..."
Ainda para mais nem levei um elástico para tentar remediar a situação...

Ontem também foi dia...

... de me estrear em fato de banho 2 meses depois de ter sido mãe.
E uma vez que tem de ser, ainda bem que na praia não há espelhos.

Ontem foi dia...

...de 1º mergulho no mar.
Que bálsamo...

sexta-feira, 3 de junho de 2011

A desculpa perfeita

... para não ter de regressar ao ginásio.
Fechou! O meu ginásio fechou!
E agora não tenho dinheiro para estar a ir pagar outra matrícula noutro qualquer, além de que esses 40 euros mensais vão dar muito jeito!
Pronto, não preciso inventar mais desculpas para não ir ao ginásio!

Nota: é desta que me vou pôr a correr pela vida a partir de Setembro...
Nota 2: faz-me impressão ver o ginásio a fechar porque quando eu o frequentava (até há 1 ano atrás) estava sempre cheio, mesmo de manhã havia sempre gente no circuito e as aulas estavam sempre a abarrotar. Dizer que a malta não pagava a mensalidade está fora de questão porque era por débito directo. Imagino o que se terá passado (desistências em massa) para em apenas 1 ano o espaço ter mesmo de fechar... é triste...

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Sling

A minha filha é adepta.
Todas as noites, na hora da cólica temos usado o dito, porque a rapariga só se cala no meu colo e eu às tantas também preciso das mãos.
Também já o usei fora de casa, para ir ao parque sozinha com os dois.
A coisa até corre bem, excepto quando o mais velho resolve trepar uma escada e cai e quer colo - é difícil pegar ao colo aos dois! - ou quando quer ir para um sítio dos mais crescidos, eu vou busca-lo e ele faz birra, manda-se para o chão, eu tento puxa-lo e ele faz-se de mole e deita-se no chão de barriga para baixo numa cena típica que não sei onde aprende, devem ensinar na maternidade porque são todos iguais!
Nesses momentos era melhor tê-la no carrinho, mas de resto acho que até dá jeito.

Padeira

É o que eu posso vir a ser.
Recebi uma máquina do pão nos anos, e hoje já houve pão quentinho ao pequeno almoço!
Do melhor!

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Dia da Criança

Não tenho grandes recordações dos dias da criança de quando eu era criança, talvez por ser o dia a seguir ao dos anos, pelo que em comparação ficava apagadito.
Presentes sei que não recebia (tinha recebido na véspera!), eventualmente uma lembrança, e também não me lembro se fazíamos algo especial na escola.
Hoje já o encarei de maneira diferente.
Fiz questão de ir com os babies ao parque depois da escola, e ofereci um livro ao baby mais velho.
Senti-me importante, e crescida, a fazer este papel de mãe no Dia da Criança.

Sobrinho-gémeo

E ontem foi dia de receber o melhor presente de anos de todos: nasceu o meu sobrinho!
Tanto usei a expressão "grávidas-gémeas" durante a gravidez que pimba, calhou que um dos babies acertasse em cheio nos meus anos.
Eu, claro, não queria nada perder o protagonismo - ora bolas, era o único dia do ano em que eu era a coisa mais importante! - e já tinha avisado a minha irmã. Aliás pelos vistos, de todas as pessoas que fazem anos em Maio (e são muitas), fui a única a querer manter o exclusivo. Desde a família, aos amigos, aos alunos e conhecidos nascidos em Maio, toda a gente comentava que queria que nascesse no seu dia. Eu, claro, expliquei logo que ele podia roubar-me a semana dos anos, mas não o dia, faz favor, que o 31 de Maio é meu!
Toma lá que é para te calares!
A piada é que o rapaz estava para nascer há semanas.
A minha mãe mudou-se para casa da minha irmã para a ajudar nos últimos preparativos há quase 1 mês. Ele nada. As semanas a passar, e ele fantástico, dentro da barriga.
A minha irmã foi ao hospital umas 10 vezes, fez inúmeros ctg, teve contracções diversas vezes, e acabou sempre por voltar para casa. Sempre todos a acharmos que estava quase, que estava por um fio, mas ainda não era a hora.
E claro que não era a hora, pois ele sabia muito bem quando é que ia nascer: no melhor dia do ano - o meu!
E foi assim que eu perdi o protagonismo, mas ganhei um sobrinho lindo de morrer com quem vou partilhar o dia dos anos. Vai ser sempre um sobrinho especial, e mesmo quando eu for velhinha, ele não se há-de esquecer nunca do dia dos meus anos!
E claro, ontem já tive um jantar de anos quase partilhado com o sobrinho-gémeo, com direito a brinde ao sobrinho-gémeo, com parabéns cantados a mim e ao sobrinho-gémeo e inúmera piadolas a propósito.
Foi-se o exclusivo do dia, mas ele é tão querido que merece mesmo ter todo o protagonismo!