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domingo, 16 de janeiro de 2022

Menina crescida

 Só para informar que a nossa mais nova está crescida (por dentro e por fora):

  • já lhe caiu um dente
  • pede para fazer o teste covid sozinha, entra, senta-se na cadeira, respira fundo e espirra no fim. Nem uma hesitação, nem uma lágrima, nem uma mão dada à mãe ou ao pai, nada. Assumiu que tem de fazer e faz.
É a maior.
(e esta semana faz 5!)

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

5 anos e oito meses

E a miúda teve hoje o seu primeiro ataque de choro por causa do cabelo.
Um aviso, a minha miúda tem o cabelo mais giro à face da terra e há mesmo muita gente que o elogia e diz "quem me dera..." (e com razão).
Mas não é um cabelo liso, nem faz tudo o que ela quer...
No meio da histeria só dizia "eu detesto o meu cabelo, é gordo e é curto, e não vai para baixo!"
Quem não a compreende?
Não me lembro de não gostar do meu cabelo, para ser sincera, mas tenho a certeza que passei por isto a dada altura. Também sei que há muitas de nós que passam uma vida inteira sem o aceitar, a começar pela minha mãe que tinha o cabelo muito encaracolado e passou a vida (literalmente) a contraria-lo, a viver em função do que podia ou não fazer por causa do cabelo, a gerir o seu tempo de forma a poder (sempre) dar-lhe "um jeitinho" antes de sair.
Muitas vezes ouvi ao longo da vida que aceito os meus caracóis porque "são giros" ou "se o meu fosse assim eu também não esticava". Eu não acredito nisso. Acredito é que o meu cabelo seja giro porque eu o aceito e assumo tal como é - espetado, despenteado, com tendência a crescer para cima e não para baixo.
Depois de anos de cabelos lisos na moda, leio ultimamente que os caracóis estão de volta, até há movimentos nas redes sociais para todas as mulheres os assumam, se bem que não é qualquer uma que o faz...
Espero que a minha filha, com tempo, perceba que o seu cabelo, tal como ela, é único e especial, e que ela só tem de aprender a viver com ele, a tirar o melhor partido, a aceita-lo nos dias de chuva e franja frisada, a sacudi-lo  depois de um mergulho, a passar-lhe um pente antes de sair, encolher os ombros e acreditar que há dias em que não vale mesmo a pena perder tempo com ele.
É que não há nada mais cansativo que ser escrava do próprio cabelo. Acreditem.

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Não é o grande irmão que olha para nós...

... Mas sim os nossos filhos.
Mesmo quando achamos que não.

A conversa no outro dia de manhã antes da escola foi sobre um anel que uso diariamente, aliás nunca o tiro, e que era da minha mãe (que também nunca o tirou desde que o recebeu).
Ela perguntou porque é que eu o usava e se era porque me lembrava a minha mãe.
Respondi que sim.
Comentário do mais velho:
"oh mãe, eu sei como é que foi. Depois da Teté morrer tu e as tuas irmãs espalharam tudo em cima da cama. Depois uma dizia que queria ficar com uma coisa e as outras diziam que sim. E quando não sabiam, tiravam à sorte. Foi assim, não foi, mãe?"

E foi. Foi mesmo assim.
Obviamente sem bulhas, sem discordâncias, tudo pacífico entre as três e com apontamentos de humor até, como não podia deixar de ser.
E o que mais me surpreendeu é que eu diria que eles não tinham visto nada, porque estivemos sempre à porta fechada.
Mas viram, e o mais importante, retiveram aquilo que viram, e nunca mais se esqueceram.
Que se lembrem sempre, e que sigam o exemplo quando for a sua vez de dividir as coisas.
Estão sempre a olhar para nós, nunca nos esqueçamos disso.

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Sotaque

A minha miúda repara com facilidade nos diferentes sotaques, e vai perguntando o porquê dos primos alentejanos dizerem as coisas de certa maneira, da bisavó da Beira Alta falar de um modo um pouco diferente.
Além de reparar, imita na perfeição.
Passámos férias no norte do país, com a minha família do Porto, e pois que ao fim de dois dias já ela brincava com os primos com uma pronuncia do Nuorte perfeita.

As aulas começaram há dois dias, e ela arranjou uma nova amiga.
Brasileira.
E vocês já sábem o qui mi ispera, né?

Haja paciência...


terça-feira, 24 de maio de 2016

Leite sem lactose

Eis a definição da minha mais nova, para o leite sem lactose:
"É um leite normal, mas depois eles pões um remédio para não darmos puns."

Eu não diria melhor.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

A festa dos anos, como o Natal...

... é quando o homem quiser, e pois que 1 mês depois dos 5 anos da mais nova, lá nos decidimos a fazer-lhe uma festinha cá em casa.
Verdade seja dita que desde Outubro que a rapariga falava nisso, e na altura até fez uma lista que se manteve guardada até agora, já na altura bastante completa com as amigas que acabara de conhecer, e que se mantiveram fielmente na lista de convidados até agora.
Correu tudo pelo melhor, tivemos casa cheia. Além dos amigos novos vieram também os da escola antiga, que são um grupo muito giro, com pais porreiros que se dão bastante bem entre si.
Não houve confusão de maior (os brinquedos tinham sofrido uma razia na semana anterior, e tudo o que era supérfluo foi fora), nem gelatina ou batatas fritas debaixo das almofadas. Brincaram com os bebés, com as Barbies e os Pin y Pons, os rapazes fizeram Legos ou jogaram à bola na varanda.
Foi bom ver a relação que ainda mantém com os amigos mais antigos, e foi muito bom perceber a relação com as novas amigas da escola. De há uns tempos para cá tenho percebido que há ali meninas com personalidades muito fortes, que nem sempre estariam a influenciar a minha miúda da melhor forma - até cheguei a falar com a educadora sobre isso. Bastou uma tarde de festa para perceber como funciona a dinâmica, e perceber que não tenho com o que me preocupar. Também é bom ficar a conhecer os pais, saber quem é quem num grupo de crianças que irão ser da mesma turma pelo menos até aos 9 anos de idade.
Não tive muito trabalho, bastaram duas ou três guloseimas, pãezinhos com queijo e fiambre e um bolo de chocolate feito com amor e carinho, e temos uma filha feliz com a sua primeira festa de anos sem ser só em família.
A repetir, sem dúvida.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

5 anos

Pois que sim, parece que foi ontem que escrevi este post (ou anteontem, vá) mas a minha menina já fez 5 anos.

5 anos é um marco, e eu tinha muita curiosidade em saber como ela iria reagir.
Isto porque 5 anos foi a idade que eu não quis fazer. Eu queria muito ter ficado com 4 anos, e na véspera dos meus 5 anos a minha mãe apanhou-me a chorar (ainda na cama de grades, clássico de 3ª filha...) porque não queria fazer anos. Não conheço mais nenhuma criança que não queira fazer anos, mas a verdade é que este momento marca a minha primeira crise existencial.
E marca também um momento em que tomei consciência de mim mesma enquanto pessoa. Eu lembro-me perfeitamente de mim com 5 anos, e vê-la assim tão crescida é giro, mas não deixa de ser estranho também.
Os meus medos foram infundados. A minha filha há-de ter crises existenciais com certeza, mas só mais tarde. Estava que não se aguentava de felicidade e excitação por fazer anos, por ser a rainha do dia, por receber presentes. Foi à escola de manhã e levou bolo, almoçou com os avós e prima, passou a tarde comigo e no fim tivemos um lanchinho cá em casa para os avós e padrinhos.
Estava tão contente que todos os dias me diz que queria que fosse 6 de Abril outra vez.
Tão bom que a minha "mini-me" não seja assim tão parecida comigo.

quarta-feira, 16 de março de 2016

Á-ona-á-ona-dê

Ando a ensinar-lhes aqueles jogos de mãos, mas já não me lembro de muitas músicas nem "coreografias".

Se tu visses o que eu vi - dó-mi-nó...

Eh pó e taitai-ê.... eh pó e taitai-ê.....

Quem me ajuda com mais??

É tão giro vê-los a fazer, todos entusiasmados e diferentes, claro.
Ele, todo competitivo, a querer fazer sempre mais rápido e cheio de força.
Ela, toda ritmo, e dança e graciosidade.

Também percebemos que ele já sabe o que são números pares e ímpares (no 1º ano? fico de boca aberta!), pelo que também se joga ao Par ao Ímpar.
E aos poucos começam a ter brincadeiras que não acabam com um a chorar. (ou que demoram um pouco mais a lá chegar, vá...)

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Altos e baixos

Mega birra de manhã para tudo aquilo que é preciso fazer: comer,  despir, vestir, lavar  os dentes, pentear.
Finalmente conseguimos sair, eu exausta, ela ainda de lágrimas nos olhos.
Abrimos a porta e está o mais magnífico arco-íris no céu.
"Oh mãe, sabias que quando há arco-íris também há unicórnios nas nuvens? "
Da mais irritante à mais fofa no mesmo minuto.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Filosofia para crianças

Conversa dos dois hoje de manhã, acabadinhos de acordar, antes mesmo de sair do quarto:
Ela: ...mas então hoje já é amanhã?
Ele: Não. Hoje não é o amanhã. O amanhã vem noutro tempo.



Isto porque estavam a combinar usar uns chinelos em forma de sapo (que alguém nos passou) em dias alternados. Repito, estavam a combinar - civilizadamente, sem moches, nem lutas, nem lágrimas - usar os chinelos hoje um, amanhã o outro.
Estão tão crescidos, pá!

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

4 anos e meio

... e pintei-lhe hoje as unhas pela primeira vez.
(tão, mas tão contente, senhores...)

Quanto tempo até ela ter destreza suficiente para me pintar as unhas a mim como deve ser?

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Deitar cedo e cedo erguer

Alguém explique à minha querida filha, por favor, que não precisa de se levantar às 6h40 da manhã.
Que pode dormir até às 7h30 na boa, se acordar às 8h ainda vamos mais do que a tempo.
É que não há pachorra, mesmo.
Acorda rabujenta porque não dormiu tudo, não me desampara a loja, e à hora de sair já está pronta para ir dormir outra vez. Já chegou mesmo a adormecer na mesa do pequeno-almoço.
Já não sei que lhe faça...
A rapariga salta da cama mal nós nos levantamos, por muito pouco (ou nenhum) barulho que façamos.
Sugestões aceitam-se.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Aquele momento...

... em que reencontras uma amiga de infância no parque com os filhos, exactamente no dia em que a tua filha se sujou na escola e vem vestida com roupa da caixa dos perdidos e achados.
(estava bonita, portanto)

E que amiga era essa?
A filha de uma figura pública, de quem fui acompanhando a vida através das revistas do social.
Sim, o casamento dela saiu nas revistas e sim, as gravidezes e nascimentos dos filhos também.

Ainda comecei a explicar a figura da miúda, mas depois desisti. Para quê?
O mais certo é voltar a encontrá-la e a mais nova continuar a parecer uma maltrapilha porque foi ela a escolher a roupa, ou porque era o que estava seco, enfim.
Isto quem nasce lagartixa...

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Impressões do 1º dia

Ele: "Mãe, já sei escrever o meu nome em letra estranha!"

Ela esteve a brincar com uma menina que conheceu no dia da apresentação (em que ela foi com o pai porque eu estava na reunião do mais velho):
"Sabes, mãe, no dia em que o pai veio cá nós éramos desconhecidas, mas agora somos amigas."

Tudo a correr sobre rodas, portanto.

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Primeiro dia de escola

Não houve choros nem birras, correu tudo muito bem.
No ano passado o acolhimento aos meninos do pré-escolar foi feito de modo mais organizado, mas ainda assim, e apesar de haver um menino a chorar baba e ranho, ela ficou muito concentrada, nem parecia muito nervosa, agarrada ao seu Little Poney e sentadinha na roda com os colegas.
Ele entrou com os amigos, foi-se sentar ao lado de um deles, não fez cara feia quando perguntei se podia tirar uma fotografia mas depois disse-me discretamente "já podes ir embora, mãe".
Com isto tudo o que mais me "preocupa" são as logísticas de lancheiras, chapéus, passagens para o ATL etc, porque se ela ainda tem algum acompanhamento, os do 1º ciclo pelo que percebi são logo responsabilizados para tomar conta das suas coisas... e eu bem vejo com os meus alunos (que são 3º e 4º ano) a quantidade de casacos, lancheiras e outras coisas que ficam na sala depois de todos saírem...
Estou para ver a quantidade de bonés e casacos que vou ter de comprar ao longo do ano...

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Um primeiro passo numa nova etapa

Hoje foi dia de reuniões na escola que passou agora a ser dos dois.
Ela sai do seu infantário para se juntar ao irmão na escola dos crescidos (onde ficarão até ao 4º ano). Vai ficar com a educadora e a sala que era do irmão, e também alguns dos colegas que eram mais novos. Facilita muito eu já conhecer as pessoas, os ritmos, aquilo em que a educadora acredita e defende. Não fui nada com a cara dela no início do ano passado, mas ao longo do ano percebi que estamos em perfeita sintonia e por isso penso que a adaptação da minha mais nova se fará de modo suave.
Ele entrou oficialmente no 1º ano e hoje foi dia de conhecer o seu professor. Gostei. Pareceu-me dinâmico, gosta de desporto, é formado também em Belas Artes (é que nem por encomenda!) e acho que para o meu mais velho é capaz de funcionar bastante bem. Ao que parece não vai mandar muitos TPC - a ver vamos.
2ª  feira entramos nesta nova fase.
Assim sendo, e como a maioria de vós que me lê também anda metido nisto de ser encarregado de educação de malta em idade escolar, um bom ano para todos!

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

O regresso da Heidi



Foi sem dúvida a nossa companheira este verão.
Os meus filhos não vêem muita televisão durante o ano (só ao fim-de-semana) mas nas férias, claro, as regras são quebradas e este verão foi mesmo marcado pelo regresso da Heidi.
Não sei quem teve a ideia de re-fazer estes desenhos animados, mas tiro-lhe o chapéu, pois estão muito fiéis ao original e a essência é a mesma.
Eles adoraram, tanto um como o outro, e eu acho que se deve ao facto de não ter nada a ver com os desenhos animados de hoje em dia.
Não há bons e maus, nem vestidos cor-de-rosa ou super poderes. O ambiente é o mais simples. A complexidade está mesmo nas personagens que compõem esta história.
Desde o avô ao Pedro, à família deste, a tia Dete, a família da Clara, são todos personagens tão ricas, tão humanas, que cometem erros, que são bons mas fazem maldades (por vezes com as melhores intenções), que choram a tomar decisões difíceis, que são felizes com pouco, que se transformam ao longo dos episódios.
Vi muitos episódios com eles (não resisti mesmo) e percebi de facto que eles estavam rendidos e que aquilo os faz mesmo ficar a pensar. E a mais nova comoveu-se vezes sem fim (quando a Clara começa a andar, quando a Heidi percebe que a tia não enviou as cartas ao avô), e o mais velho chegou mesmo a verbalizar "oh mãe, este episódio faz-me ficar triste" (e eu lá expliquei que temos de ver até ao fim para perceber que afinal não é assim tão triste, e que tudo tem solução).
Um desenho animado que os ajuda a perceber a vida tal como ela é, que os faz ver as coisas de maneira diferente, que os faz ficar a pensar.
E depois... é vê-los a correr de braços abertos mal encontram um bocado de relva, a fingir que estão nas montanhas.
5 estrelas.

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Shaun T is waiting for you

Acabei de fazer a minha ginástica (que acaba sempre com um vídeo de alongamentos) e como eles estavam a discutir, pus na pausa já no fim do vídeo para os ir separar, ficando o portátil aberto com a imagem do Shaun T em pausa.
Passado um bocado a minha mais nova vai à sala e diz:
"Oh mãe, ainda tens de fazer os limentos (alongamentos)!"
Respondi-lhe que não, que já tinha terminado.
Responde ela:
"Não, mãe, ainda não acabaste. Tens o senhor na sala à tua espera!"

sexta-feira, 19 de junho de 2015

O último post sobre co-sleeping?

Não quer dizer que tenha acabado cá em casa, mas posso afirmar que reduziu drasticamente.
Descobri na net uma dica que se dizia infalível para evitar que as crianças acordem a meio da noite e venham para a cama dos pais.
Dizia o artigo (não o consigo encontrar) que eles acordam devido aos seus ritmos de sono. Entre um ciclo de sono e outro eles despertam e ao ver-se na sua cama sozinhos, ganham o hábito de se levantar e ir para a cama dos pais.
O truque está, basicamente, em quebrar esse ciclo. Como?
Eles deitam-se por volta das 21h, e ela aparecia na nossa cama por volta das 3h.
Agora, antes de eu me ir deitar (por volta das 24h) vou ao quarto e perco uns minutos a fazer-lhe festinhas, dar beijinhos, mudo-a de posição, abraço-a, tudo com suavidade mas quase quase que a acordo. Ela precisa de se aperceber que eu estou ali, muitas vezes abraça-me também ou ela mesma muda de posição. O importante é fazer ali uma "pausa" no sono que ela está a ter.
Depois deixo-a a dormir e vou embora.
E só vos digo que tem funcionado muito bem.
Não funciona sempre, é certo, mas a verdade é que o saldo é mais do que positivo. Em cada 7 noites ela tem vindo para a nossa cama 2. Ora 2 é bem melhor que 7!
Depende muito dos ritmos, e se altera alguma coisa na rotina já não funciona tão bem, mas ainda assim eu estou encantada.
Fica a dica, para quem dela precisar.



quinta-feira, 4 de junho de 2015

Não é bom sinal...

... quando ao pente dos piolhos começam a cair dentes com tanto uso que tem.

Mas os teus filhos têm muitas vezes piolhos, Mary QA??
Não, não têm, mas parece que andam rodeados de crianças que têm, pelo que volta não volta lá vem o pente ao barulho*.
Saiu-me de bela qualidade, o estúpido. Ontem**comecei toda lançada e cheguei ao fim com o pente todo desdentado. Haja paciência...

Mães com filhos em colégios chiques, digam-me que isto não é exclusivo da escola pública por favor!!! Também há piolhame nas cabeças dos vossos rebentos??

*Já houve mas não tem havido desde que lhes encho a cabeça com água de colónia todas as manhãs. na parte de trás da nuca e atrás das orelhas, todos os dias sem excepção. Vale o que vale, mas fica a dica.
** Ontem a mais nova chegou a casa a dizer que tinha de fazer o tratamento porque lhe tinham visto um bicho na cabeça ao secar o cabelo depois da natação. Estranhei, porque quando assim é costumam avisar na escola. Lá vai a Mary QA besuntar as cabeças com óleo de coco, espera 15 minutos e siga de passar o pente. Nada. A única coisa que se viam eram os dentes do próprio a cair. Tanto um como o outro estavam limpos. Hoje comentei na escola, e lá se fez o clique...uma amiga dela teve piolhos há pouco tempo, pelo que a minha rica filha deve ter achado que ter piolhos é cool. Haja paciência, mesmo!