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quarta-feira, 19 de junho de 2019

Notas soltas

  • semana de viroses cá por casa, houve cenas para limpar um pouco por todo o lado, capa de sofá, tapetes vários, cama, não de um nem de dois mas dos três filhos cá de casa (um de cada vez). A mais nova ainda não está a 100%, pelo que ainda não respiramos de alívio.
  • ando com cada vez menos paciência para cozinhar. Não tenho de todo. Mesmo.
  • o meu pai anda cada vez mais independente mas muito dependente ainda. Uma pessoa habitua-se a ter um pai que faz tudo (mas tudo mesmo) em casa, e depois estranha vê-lo sem fazer. Dio isto, da parte do médico só vieram boas notícias, por isso está tudo bem (o resto aguenta-se tudo!)
  • neste momento trabalho em sítios que têm gente alternadamente: num sítio é mais escolas, pelo que durante o ano lectivo não tenho mãos a medir, no outro é mais turistas, pelo que quando a escola acaba o trabalho intensifica-se noutro lado. Chego a esta altura do ano completamente KO
  • percebo que estou crescida quando chego a esta altura do ano, quase no verão, e quase (quase!) agradeço que não esteja bom tempo no fim de semana, para poder fazer tudo aquilo que tenho para fazer. É triste, mas é verdade.
  • tenho um telemóvel novo e preciso urgentemente de começar a usar o blogger por lá. Continuo a ter, como há 10 anos, mil ideias de posts ao longo do dia, e claro, quando chego ao portátil não me lembro nem de metade.
  • o portátil está que nem se aguenta, mas eu nem quero falar nisso. Já lhe decretei o óbito e ele ressuscitou, por isso tenho fé que a saúde esteja para ficar, mas nunca fiando.

segunda-feira, 25 de março de 2019

Há vida para além dos livros? (uma espécie de post da semana)

Aqui no blog parece que não, mas por cá há sim senhor e tem sido bem recheada.
Coisas a acontecer neste momento:
Um repensar da relação laboral por parte de quem, como eu, trabalha a recibos verdes.
Uma nova exposição, com guião por fazer.
Uma desmarcação de uma semana de trabalho, que por muito que custe financeiramente, vai saber bem em termos de descanso (vão ser só dois dias , mas pronto).
Mês de Março bastante ocupado e com muito trabalho, e a época alta já se nota e está mesmo aí à porta.
Dias mais compridos e quentes, criançada já de calções e manga curta, e fins de dia passados no campo/jardim ao pé de casa. O mais velho a jogar futebol (e a aprender todo o tipo de palavrões com os adolescentes do bairro, mas é a vida), a do meio de bicicleta já com grande andamento (já sabe andar em pé e tudo e já se espetou umas quantas vezes e esfolou os joelhos), a mais nova esparrama-se na terra e na relva, eu aprecio o por do sol com vista para o mar e para a serra e agradeço a vida que tenho.
Fins de dia e noites complicadas, sem tempo para nada, uma correria.
Fins de semana em que fica difícil (mas continuamos a tentar) enfiar uma actividade que gostamos mesmo, que não seja obrigação (é muito difícil!).
Todos os momentos em que tenho hipótese, leio. E que bem que sabe.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Post da semana

  • mais um passo no caminho da organização e limpeza desta casa, desta vez a roupa e sapatos dos miúdos - e não é que eles, sem eu ter dito nada, começaram a fazer a sua escolha de sapatos voluntariamente e até a agradecer aos sapatos que não queriam manter, antes de os meter no saco? Marie Kondo ia ficar orgulhosa dos meus pequenos.
  • orgulhosa fiquei eu também quando o treinador de futsal do mais velho me veio dizer que recebeu um e-mail de um clube rival, contra quem ele jogou, a dizer que gostaram muito de o ver jogar e o convidam a juntar-se à equipa na próxima época. Sempre bom saber que o nosso menino tem talento e que é reconhecido. Espero que esteja sempre ao nível do seu potencial. No entanto o convite não veio de um clube muito maior, pelo que o rapaz vai permanecer onde está até querer mudar para outra modalidade. De qualquer modo fica a história de como aos 9 anos recebeu o seu primeiro convite para uma "contratação".
  • 6ª e sábado de manhã estive numa conferência, e que bem que soube. Aquela sensação de entrar numa sala, sentar e ouvir o que pessoas interessantes têm para dizer. O tema era coleccionismo, as pessoas eram muitas e variadas, e com apresentações muito diferentes, e foi tudo muito interessante.
  • numa hora de almoço passei numa livraria e não resisti a trazer o livro que já comentei noutro post. Por muito que saiba que tenho a biblioteca, uma pessoa não é de ferro. De qualquer modo houve outros que anotei o nome e não trouxe. Ponto para mim.
  • ando a rever a série Friends. Melhor dito, ando a ver, porque a verdade é que quando passou na tv portuguesa a primeira vez eles resolveram dobrar em vez de por legendas, e claro, não teve sucesso nenhum. E pronto, já passou na tv muitas vezes depois disso mas nunca lhe peguei, até agora, passados quê? 20 anos do fim da série? Isso. Claro que já tinha visto muitos episódios, mas sem nunca chegar a seguir a história. É gira sim senhora, são episódios pequenos, perfeitos para quando tenho roupa para passar ou meias para dobrar. Os anos 90 foram pródigos em boas séries, tenho a dizer.
  • falando em séries dos anos 90 cá em casa os miúdos já usam a expressão "no double dip!" muito adequadamente. Orgulho da sua mãe. (e se não sabem de onde vem esta expressão, não sabem o que perdem).
  • comprei um termos e tenho levado chá quentinho para beber no trânsito, ou de manhã antes de começar a trabalhar. Não imaginam o bem que me sabe.
  • fim de semana de conferência (para mim), festas de anos (cada um na sua primeiro e os dois na mesma depois), um amigo do mais velho a dormir cá em casa, almoço de amigos num sítio bem giro onde os miúdos podem brincar à vontade e ainda lanche de família em casa do pai (com direito a todos os mimos). Não fosse o domingo ter acabado comigo a sair da lavandaria às 23h e tinha sido perfeito

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Post da semana (passada)

  • o processo Marie Kondo continua cá por casa, devagar devagarinho, mas às vezes com algumas precipitações - é que na altura em que escreveu o livro a rapariga não tinha filhos, e a categoria "coisas dos filhos" não entra no processo. Comecei pela roupa da mais nova, e deitei fora (=doei) os seus sapatos antigos no sábado de manhã. Temos agora aqueles caixotes quase à porta, é só descer a rua, não custa nada. No sábado à noite tivemos um jantar, e os sapatos da mais nova tinham desaparecido (descalçou-se sozinha e esteve a brincar). Cá em casa as crianças têm poucos sapatos, mas os bebés só têm um par mesmo. Vimos a nossa vida a andar para trás, e maldissemos o momento em que eu decidi deitar fora os sapatos antigos, por muito velhos que estivessem podia ser que ainda servissem... Mas tudo se resolveu com um telefonema para a do meio (que já tinha ido para a festa mais cedo), que sabia perfeitamente onde andavam os sapatos da mais nova. Marie Kondo levada ao extremo também não é bom. E ter uns sapatos de reserva é capaz de ser boa ideia.
  • a minha roupa já foi toda passada a pente fino e neste momento já só tenho coisas de que gosto realmente. Quase que aposto que sou a pessoa que conhecem que tem menos roupa. Para ficarem com uma ideia entre vestidos, casacos, camisas, tops e calças perfaz um total de 25 peças. Também devo ser a pessoa mais monocromática que conhecem: das 25 peças só 2 ou 3 é que não são pretas, brancas ou cinzentas.
  • no seguimento do post anterior fico sem saber como resolver a questão das roupas dos miúdos mais velhos - deixo-os escolher com o que querem ficar? E os brinquedos então nem se fala... nenhum dos dois é amigo de dar as suas coisas e as arrumações acabam sempre com eles a re-descobrir brinquedos que não viam há muito e que de repente são essenciais e não se podem dar a ninguém.
  • estamos oficialmente sem máquina da loiça. Iniciámos um processo de lavagem de loiça à antiga - um lava e o outro passa por água. Os miúdos, bem entendido. Estão muito entusiasmados com a novidade. Cheira-me que não vai durar muito...
  • no outro dia num dos palácios onde trabalho dei de caras com a Ministra da Cultura. Tinha tanta coisa para lhe dizer, mas entre perceber quem era, ir ao google confirmar e ganhar coragem, perdi a oportunidade.
  • a semana acabou em beleza com um jantar de amigas (num restaurante de comida saudável), um lanche improvisado em que comemorámos 23 anos de namoro do casal mais antigo do nosso grupo (e que no fundo acabou por ser o início do grupo também, amigos há 23 anos não é para todos!) e ainda uma jantarada de anos de outro amigo. Depois de um ano em que faltei a praticamente todos os eventos de amigos, sabe bem retomar estes rituais.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Post da semana (passada)

  • acabei há dias de ler o livro da Marie Kondo. Estamos (estou?) mesmo empenhados em fazer as coisas funcionar. Queremos fazer obras este ano e até lá ter a casa destralhada, funcional, simplificada, para podermos por aquilo que falta ao nosso gosto. Agora é tempo de por mãos à obra e eu penso "será muito caro mandar vir a Marie cá a casa acompanhar-nos neste processo?". Disseram-me entretanto que andava aí uma moda nas redes sociais que andava tudo doido com a própria, e lá percebi que ela tem uma série no Netflix. Espreitei dois episódios e confirmo aquilo que todos sabemos: o livro é sempre melhor.
  • andamos a tentar fazer cada vez mais receitas vegetarianas cá em casa, umas com melhor aceitação que outras.
  • percebemos que o mais velho, do alto dos seus 9 anos, precisava de começar a usar desodorizante. Comprei uma pedra de alumen, e resolvi experimentar também (não sei se é suposto duas pessoas usarem a mesma pedra, mas pronto). Já lá vão três dias e até agora, tudo OK, para ambos.
  • no sábado fomos ao jardim de Belém e o mais velho foi atacado por uma gaivota, que lhe arrancou metade do croissant da mão. Ele ficou tão furioso que atirou o resto do croissant para o chão. A do meio ficou com medo e resolveu atirar também o seu croissant para o chão. Resultado, levantam voo umas cinquenta gaivotas que mais parecia que nos iam atacar (sendo que a mais nova também ia com um pedaço de croissant na mão). Lá as conseguimos espantar sem apanhar com uma cagadela em cima, o que foi muito positivo. É que gaivotas não são pombos, são muito maiores! Foi tudo muito cómico.
  • estou a ler um livro que me vai ajudar no trabalho, mas que é tão técnico que se torna um bocadinho chato, o que me faz desmotivar e perder o ritmo de leitura... Este ano queria tomar nota de quantos livro leio, porque não tenho noção, metade deles esqueço-me ao fim de pouco tempo. Tenho sempre aquela meta mínima dos 12 livros num ano, e acho que a consigo sempre atingir, mas não sei mesmo quantos foram ao certo. Em Janeiro, já li um, vou no segundo.

sábado, 12 de janeiro de 2019

Post da semana

O que marcou a semana foi o regresso às caminhadas matinais. Ou nocturnas, melhor dito. Confirmo que é muito fácil o corpo habituar-se às coisas más (aka açúcar e sofá) mas verdade seja dita que há coisas boas a que também se habitua, e estas caminhadas são a prova disso.
Só mesmo com muita vontade (MUITA VONTADE) é que se sai da cama às 5h50 com este frio (esteve uma média de 4 ou 5 graus esta semana) para fazer exercício. Mas compensa e muito, o dia até corre melhor, e no único dia que não fomos até parece que o corpo estranha.
O outro evento marcante da semana foram as reuniões de pais dos dois mais velhos. São sempre encontros úteis, mais que não seja para conhecer um pouco mais os outros pais, o que pensam, as atitudes que têm. Há sempre os pais que insistem em falar de assuntos que dizem respeito só ao seu filho, é muito irritante. Ainda mais irritante é ver o professor responder e não por ordem na mesa. A directora da escola às vezes também está presente, e também não consegue controlar minimamente os pais - o que me leva a crer que com os miúdos ainda deve ser pior... A plataforma dos almoços ainda não funciona, tem faltado água semana sim semana não, temos uma nova assistente e a partir desta semana vamos ter de fazer bolos para vender  para juntar dinheiro para o passeio do fim do ano. Nada de novo, portanto.
Tive um dia de folga e fiquei com a mais nova todo o dia. Quando os outros eram desta idade eu trabalhava em part time, pelo que muitas vezes ficava com eles assim também. Com a mais nova acontece menos vezes porque acabo por ter trabalho todos os dias, mas soube muito bem. Aproveitei e fiz uma coisa que eles me pediam há séculos: fui busca-los à escola e fomos almoçar fora. Foi o delírio.
O mais velho voltou ao desporto, logo os fins de semana voltam a andar à roda do futsal. Entre isso e as festas de anos passa o sábado e domingo e nem damos por nada. A ver se intercalamos com outras coisas se não voltamos a cair nas rotinas do ano passado, e isso é que não pode ser.
Para que fique registado não fiz grandes asneiras alimentares, e fiz exercício 4 dias.
Se não é em 2019 que eu regresso ao bikini, não sei quando será!