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quarta-feira, 11 de janeiro de 2023

2022 em revista

 Mais um ano que passou, e se até a minha do meio me diz que passou rápido (com 11 anos), calculo que passou a voar mesmo para toda a gente.

Se o tivesse de resumir numa palavra, já o fiz, seria Trabalho. Olho para trás e é só isso que vejo (e que bom que é, acreditem).

Foi um ano que começou tranquilamente (confinados e com covid!) a que se seguiu uma sensação muito grande de liberdade - a liberdade de (supostamente) não apanhar covid de novo!
Percebi que mesmo sem dar por ela estive sempre com aquela tensão latente ao longo de 2020 e 2021 - será que apanhei? Será que vou apanhar? É arriscado ou não é? 
Comecei o ano com covid e a verdade é que foi de facto muito libertador - além de ter sido um covid muito fracalhote, que nem sintomas me deu. Uma sorte.

Depois de praticamente dois anos com muito pouco trabalho, senti que tentei agarrar tudo com quantas forças tinha. Não disse que não a quase nada, e fiz de tudo para me manter em todo o lado quase ao mesmo tempo. Fui assim uma espécie de polvo laboral.
Resultado: em 53 fins de semana só não trabalhei em 21 deles - menos de metade! - e isto inclui os fins de semana que calharam nas férias. Cheguei a trabalhar 10, 12, 14 dias de seguida muitas vezes, chegando ao cúmulo em Outubro de passar 27 dias a trabalhar sem ter um único dia de folga.
Foi uma loucura, em todos os sentidos, e o mínimo que seria de esperar era ter ficado milionária, mas tal como imaginam, não aconteceu...
Foi má gestão da minha parte, sim, mas foi também medo de ficar sem trabalhar outra vez.
E sim, foi um cansaço muito grande, mas também sim, deu-me muitas vezes um gozo enorme porque efetivamente trabalhar para mim não é um fardo, gosto mesmo muito de fazer o que faço, e os anos passam mas eu não esqueço o infeliz que fui sentada à secretária, e continuo a agradecer (sempre!) esta oportunidade.

Tudo o resto parece que passou para 2º plano, e isso é bom, pois é sinal que não houve problemas de maior.
Temos oficialmente dois adolescentes e uma criança em casa.
Sinto sinceramente que este ano mal os vi, e que pouco ou nada acompanhei o que se passa na escola. Já aceitei que não sou uma mãe muito participativa nos estudos - a verdade é que nunca precisei de ser! - mas tenho muita dificuldade em acompanhar tudo que têm para fazer. Por isso confio, e deixo andar - não me lembro da minha mãe saber as datas dos meus testes nem trabalhos, aliás, eu sei que ela não sabia, e nisso pareço-me com ela.

Devido a tudo o que foi escrito em cima, foi um ano em que senti claramente que quase tudo me passou ao lado. Houve almoços, jantares, lanches, saídas à noite, encontros de família, cafés... Parece-me que faltei a tudo, ou estive a trabalhar, ou o programa estava acima das minhas possibilidades (o que infelizmente foi verdade, muitas vezes).
Passei o 2022 a trabalhar muito e a receber pouco, pois por vezes o dinheiro tardou a chegar. Mas chegou. E 2022 terminou um pouco melhor do que 2020 e 2021, neste aspeto.

Mantive -me fiel à minha PT do Youtube Heather Robertson, e já comecei 2023 muito motivada. A verdade é que o corpo não muda (muito), mas a cabeça sim, e a forma como olho para ele vai sendo com cada vez mais admiração! O objetivo é continuar em 2023.

Foi o ano em que comecei a usar óculos, e fui percebendo ao longo dos meses que preciso mesmo. Em muito pouco tempo as letras encolheram bastante, os contornos deixaram de estar nítidos e quando pego em qualquer coisa para ler faço aquele gesto típico - à idoso! - de afastar e aproximar o papel a ver se vejo melhor. Não os uso sempre, porque por enquanto ainda depende do tipo e tamanho da letra, mas já aconteceu não conseguir ajudar uma turistas com um mapa de Lisboa por não conseguir mesmo ler a legenda...

Em 2023 não viajei e fui ao cinema uma vez. Vi muito poucos filmes, e acho que nenhuma série. Fui ao teatro uma vez e a um concerto. Li 21 livros, ficando aquém dos 24 a que me tinha proposto.
Tudo coisas a retificar em 2023.

Em 2022 morreram 3 mulheres da minha idade, com diferentes tipos de cancro - e isso é assustador. E muito triste.
No entanto, em 2022 não passei tempo nenhum em hospitais, nem por mim nem pelos que me são mais próximos, e isso por si só já faz de 2022 um ano fabuloso.

Objetivos para 2023 tenho muitos, mas se nada mudar já não me posso queixar.
Venha de lá este 2023!



terça-feira, 4 de janeiro de 2022

2021 em revista

 Esse grande clássico ano após ano, este grande momento que reflexão que é o início de um novo ano.

2021 foi, como todos sabem, profundamente estranho, e por aqui não foi diferente.
Começou com o novo confinamento, logo após o advento das vacinas, e eu sinceramente jamais o esperei - achei mesmo que as escolas não iam voltar a fechar, e foi para mim um confinamento muito difícil de gerir por isso mesmo.
Em muita coisa foi "melhor" que o primeiro - nunca confinamos completamente, mantivemos o contacto com avós e tios e primos mais próximos - mas a mim parece que custou o dobro, talvez pela gestão de expectativas, não sei...
Esta nova chapada com a realidade, com a minha situação laboral descartável (a escola fechou e eu que estava a dar aulas fiquei outra vez sem nada), mais os miúdos em escola online outra vez... foi chato, foi deprimente e foi complicado.
A meio comecei a dar explicações online, e foi de certa forma a minha tábua de salvação. O centro de explicações tem uma filosofia muito gira, e de certa forma apostaram em mim às cegas - foi sem dúvida uma lufada de ar fresco na minha vida, apesar de toda a complicação e nervos que acarretou.
Com isto, os primeiros meses do ano levaram-me a pensar e repensar a minha vida profissional - cada vez mais longe dos museus e mais ligada à escola. Questionei se deveria dedicar-me à educação, voltar a estudar, tirar uma especialização em ensino, ir dar aulas.
Depois chegou o Dia dos Museus, e fui passar o sábado a fazer atividades com miúdos no Museu de Arqueologia. E cheguei ao fim do dia, respirei fundo, e decidi que não quero mesmo afastar-me dos museus, é onde de facto me sinto feliz.
A partir de Junho a vida profissional animou, houve exposições novas e outros desafios, e uma confirmação do que senti nesse Dia dos Museus - sacrifícios e investimento da minha parte serão nesta área, tudo o resto será para a complementar (sem fechar portas a nada, claro, que a situação de recibo verde mantém-se e não há perspetiva de se alterar...).

Fora destas questões profissionais, foi um ano em que fiz exercício a maioria dos dias, e acho que sempre com a minha "amiga" Heather Robertson - foi uma descoberta do fim de 2020, e sem dúvida vejo resultados e mantenho a motivação. Comecei ontem um novo programa de 12 semanas. Tendo tido algum cuidado com a alimentação, acabo sempre por cair nos mesmos erros, e vou alternando entre fases mais regradas e outras de festas (seja de anos, de Páscoa, férias, Natal) e por isso apesar de me ter sentido muito bem durante o verão (operação bikini 2021 em pleno!), sinto que tenho de me esforçar mais para dar um passo além na boa forma. Não saio da cepa torta.

Foi um ano em que senti claramente que a minha situação financeira se ressentiu da pandemia, e decidimos cortar em algumas coisas (restaurantes, por exemplo) para poder aproveitar outras (viagem a Roma).

A viagem a Roma foi o ponto alto. Foi o aceitar que de facto não dá para viajar todos, mas podemos ir só nós, que só nos faz bem. Aproveitámos ao máximo, apesar de não ter preparado a viagem (tive stresses de trabalho até à véspera!), sinto que foi um bálsamo para nós e uma óptima maneira de começar um novo ano letivo.

Os miúdos cá de casa cresceram bastante, como seria de esperar. Houve mudanças de escola (2), de atividades (algumas), de rotinas, de dinâmicas entre eles também. Parece que vamos alternando entre momentos 24h juntos (como agora!) e outros em que mal nos vemos.

Foi um ano em que mais uma vez perdemos um bocado a noção do tempo, porque os marcadores habituais perderam-se. Lembro-me de algumas situações e não consigo identificar quando aconteceram exactamente. Ter sido um verão sem grande sol e calor também não ajudou.

Em 2021 li 23 livros, fui ao cinema 1 vez (filme infantil), ao teatro 1 vez. Não fui a nenhum concerto nem bailado. Vi 2 séries de 6 episódios (Queen's Gambit e La Casa de Papel - uma em Janeiro e uma em Dezembro) e não me lembro se vi algum filme mais do que os dois que referi aqui no blog - ambos em Janeiro (Variações e Pieces of a Woman). Vi notícias quase todos os dias, e li o jornal no telemóvel também quase diariamente (os títulos, vá). 

Para 2022 não há expectativas nem grandes resoluções.
Há uma lista de coisas que gostava de fazer, mas se não for agora, olhem... fica para o ano!

Feliz ano novo, caros leitores!!!

quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

2020 em revista

 Eu sei que este ano tem muitas faces, e que foi acima de tudo o ano da pandemia, mas para mim foi, antes de tudo o resto, o ano em que perdi o meu pai.
Comecei a perde-lo em 2019, é certo, e penso que ele nem teve muita consciência de ter entrado em 2020, mas caramba foi o pior início de ano de que há memória. Dias passados nos corredores do hospital, tão longos que nem temos noção do seu tamanho (os dias, não os corredores)... o sol nascia e a noite chegava e o tempo parecia que estava em suspenso.
Foi em 2020 que o perdemos, que o enterramos, que ficámos sem chão e sem raizes.
Foi em 2020 que desfizemos a casa dos pais, que é talvez um processo tão transformador como ter um filho (ou quase) - foi duro, difícil, trabalhoso, demorado, uma montanha russa de emoções (acho que rimos e chorámos na mesma proporção). 
Foi em 2020 que cumprimos uma promessa feita há tantos anos, e fomos deitar as cinzas dos dois no sítio combinado.
Foi em 2020 que fizemos um luto onde couberam dois, e foi tão mais difícil como foi solitário e isolado, um processo muito íntimo a que a pandemia obrigou.

Em Março o mundo parou, e vivemos aquilo que nunca imaginámos.
Para mim foi uma quarentena de luto, em que me vi privada da companhia das minhas irmãs e sobrinhos e de todos os lugares onde me refugio quando preciso de encher o coração de boas energias. E foi difícil.

Da quarentena cá em casa guardo a mãe-nazi que emergiu, e que eu bem desconfiava que existia, mas tive a certeza. Em caso de caos eu sou a mãe que organiza, nada tendes a temer - fiz planos, estabeleci horários, cumpri rotinas, obriguei a sair, a fazer exercício, controlei tecnologias, estabeleci tempos de leitura. Fiz litros e litros de sopa, caramba, tanta sopa que se come nesta casa! Limpei o chão e a bancada da cozinha mais vezes do que consigo contar. Fiz pizza todas as sextas feiras durante meses.
Tentei controlar o caos, e o caos tentou controlar-me a mim. Ficámos quites, acho eu.
Tentei não dar em louca com a escola em casa, mas nisto acho que não fui bem sucedida. Os miúdos odiaram, eu odeiei e jurei para nunca mais.
Passeámos muito, caminhámos muito, descobrimos muitos caminhos desconhecidos aqui na zona. Os fins de semana tornaram-se muito mais calmos sem as 1001 atividades a que estavamos habituados.

Senti muito a falta do trabalho que perdi. E perdi-me um bocado no meio disto tudo, perdi o fio à meada. Muitos colegas encontraram outras coisas, eu não consegui - profissionalmente demorei a reagir, talvez porque não consegui ter cabeça para me reinventar (estava ocupada a fazer sopa e apagar fogos, se bem que ninguém me atribuiu essas funções!). Passada a crise ficou o que tinha de ficar, foi o que tinha de ir (e que eu espero que regresse) e aos poucos tudo se há-de compor.

O verão passou marcado por um desconfinamento progressivo, uma semana de trabalho intenso, uma formação importante e transformadora, uma pausa no ter os miúdos 24h connosco que nos soube tão bem (a todos).
Das férias guardo as melhores recordações (para que fique registado: Armona, Anadia e Aljezur).

O último trimestre trouxe o tão desejado regresso às aulas, regresso às atividades extra curriculares, ao leva e trás que tanto sentia a falta, mas ainda assim muito diferente dos anos anteriores. 
Trouxe também uma oportunidade de voltar a dar aulas, um projeto giro porque depende só de mim e que me faz acreditar que talvez deva voltar a transformar a minha vida profissional.
Ficámos isolados 14 dias, e eu jurei para nunca mais.
Também tive um maior foco na minha saúde, melhores hábitos alimentares e exercício feito com mais empenho, e com resultados visíveis, o que é sempre motivador. A operação bikini 2021 está em alta!

Em 2020 li 28 livros, não fui ao cinema, nem ao teatro nem a um concerto nem uma vez. Vi poucas exposições. Vi um total de 3 filmes e nenhuma série. Devo ter passado demasiado tempo nas redes sociais (e a fazer sopa, já se sabe).

Foi um ano difícil, esquizofrénico, transformador e inesquecível.

2021 vem já com altas expectativas - vamos ver se consegue superar.
Feliz ano novo, leitores!

(anos anteriores em revista aqui e aqui)

domingo, 30 de dezembro de 2018

2018 em revista

E pois que é chegada a altura de balanços, assim o dita o calendário e assim o dita a nossa vontade também.
Na vida tudo são fases, e normalmente as fases alternam entre mais intensas e mais tranquilas. Depois de um 2017 profundamente transformador, 2018 foi um ano de consolidação.
Sinto que apesar de tudo, foi um ano bastante bom.
Foi o ano em que consolidámos e aprendemos a sério a ser uma família de 5. Já não somos 4 e um bebé, somos 5 e é tão mas tão fixe.
Ver a relação da mais nova com os irmãos, a forma como veio baralhar e dar de novo a família, é delicioso. É um elemento agregador e tantas vezes é ela que no meio do caos nos põe a rir (é o bebé melhor do mundo, já o disse).
Foi um ano que, na continuação do final de 2017, me senti muitas vezes no olho do furacão, e nestas alturas temos tendência de agarrar apenas no que é essencial. Senti muitas vezes que não tinha mãos para tudo, que nem se fosse um polvo conseguiria agarrar tudo o que queria. Isso obrigou a que nos tivéssemos de organizar (muito!) e focar na antecipação (de tudo), e levou a que passássemos uma parte do ano apenas focados nas rotinas. Passámos fins de semana totalmente ocupados de tarefa em tarefa, de obrigação em obrigação, seja a assistir a jogos de futsal e apresentações de ballet, seja a ir à lavandaria, às compras e a cozinhar para a semana. Foi esgotante, mas foi a solução que arranjámos para que o dia a dia funcionasse com menos percalços.
Foi também um ano de muita preocupação com a saúde do meu pai, com internamentos e uma cirurgia, mas com tudo encaminhado no bom sentido.
Profissionalmente foi também um ano de consolidação, em que optei por agarrar mesmo aquilo que consigo, em vez de andar metida em mil projectos diferentes. É um pouco a sina do recibo verde, tendemos a dizer a tudo que sim, com medo dos dias em que o trabalho escasseia - e depois andamos estafados, a trabalhar dias seguidos sem folgas, e a viver na penúria na mesma. Este ano deixei de sentir remorsos em dizer não só porque quero ficar com a família. Penúria por penúria pois que aproveito a maior riqueza de todas que é ter tempo.
Ainda profissionalmente sinto sempre que podia fazer mais, que me podia dedicar mais, que podia ser melhor, que tenho tanto, mas tanto a aprender. Mas também sinto que (mais uma vez) tudo são fases, e que um dia poderei dedicar-me ao meu trabalho com mais afinco.
Em 2018 fiz 40 anos com muita serenidade e aceitação (que pode bem ser outra palavra para definir este ano). Não me senti nostálgica, nem com medo, nem eufórica. Os 40 assentam-me bastante bem, atrevo-me a dizer.
Festejei-os em Madrid, na nossa primeira viagem de carro a 5 e não podia ter corrido melhor. Fomos a um parque de diversões (que eles amaram!), fomos a museus (que eu amei e eles gostaram também), até deu para rever um amigo da Holanda. Foi mesmo muito giro.
Tenho vindo, desde 2017, a tratar mais de mim, a ter cuidado com o que como e a fazer exercício físico. Acho mesmo que foi o ano em que fui mais consistente neste aspecto, tendo parado por muito poucos dias desde Janeiro até agora. Faço ginástica de manhã, com vídeos do youtube de 30 minutos ou menos, de 2a a 5ª feira, e na 6ª escolho um vídeo de yoga (descanso ao sábado e domingo). Desde Setembro escolho vídeos mais pequenos e faço uma caminhada no paredão antes mesmo do dia começar. E isso nota-se - mais do que nos kilos perdidos e na melhoria da imagem por fora, noto eu por dentro como me sinto: com mais energia (muito mais!), mais focada, com força para enfrentar o mundo se for preciso. É tudo um grande cliché, eu sei, mas é verdade. E o segredo é mesmo ser persistente, cuidar da alimentação e fazer exercício. Dia, após dia, após dia. Depois de um dia de asneiras, voltar à linha uma e outra vez, e sempre. Ainda tenho um longo caminho a percorrer, por isso 2019 será para continuar.
Com os meus ricos filhos correu sempre tudo bem, e sinto que foi um ano muito dedicado a eles e às suas agendas.
A mais nova cresceu num piscar de olhos. Aprendeu a andar e a falar, e mal acredito que não fazia nenhuma das duas há um ano atrás.
A do meio terminou o 1º ano com excelentes notas, e só ouvimos coisas boas dela na escola. Cresceu
muito a minha menina grande, a quem a mais nova chama (e não é por acaso) de "mamã".
O mais velho também manteve as excelentes notas na escola, e evoluiu muito no futsal. Partiu o braço e encarou as dificuldades com um à vontade que nos deixou surpreendidos. Também cresceu.
Tentamos incutir-lhes responsabilidade, torna-los independentes e participativos nas rotinas e tarefas cá de casa, mas é uma coisa que temos de continuar a trabalhar.
Com todos os altos e baixos o saldo é mais que positivo, e 2018 foi de facto um ano bastante bom.

Para 2019 os planos são continuar o que está bem, e mudar o que está menos bem.
Quero ler mais, continuar a ter tempo para eles, e ter mais tempo para o resto da família e para os amigos (que foi o que fui deixando para trás por causa das tarefas e agendas apertadas).
Quero atingir o meu peso ideal, quero ter a casa mais arrumada, quero viver com menos e de forma mais sustentável. Quero ir a concertos e ao cinema e ter uma vida cultural mais activa. E se não for pedir muito, quero sair à noite com os amigos de vez em quando também!

E se tiverem curiosidade espreitem os anos anteriores em revista:
2017
2016
2015
2014
2013
2012 
2011
2010
2009
2008

(e a viagem emocional que foi ler estes posts assim todos de enfiada? Ui! Se alguma vez pensar em acabar com o blog tenho de me lembrar disto, caramba! Este registo escrito que me faz reviver cada momento, cada ano, vale ouro!)

E com isto, agora sim, um excelente 2019 para todos vocês que continuam aí!