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terça-feira, 6 de dezembro de 2022

O que se ouve por aqui (segundo o Spotify na lista de 2022)


Chamber Of Reflection - Mac DeMarco (Extended Version)

Nunca sequer tinha ouvido falar neste tal Mac de Marco, mas a verdade é que gosto muito desta música, e apesar de não ser deste ano, está no meu top de músicas mais ouvidas de 2022.

Apreciem.

segunda-feira, 13 de junho de 2022

Armas e rosas

 No dia 4 foi dia de realizar o sonho da Mary de 14 anos, e ir ver o concerto dos Guns'n'Roses.

Recordo como se fosse ontem a frustração que foi não poder ir ao concerto em 1992... Foram meses a tentar convencer o meu pai (completamente irredutível, nem valia a pena tentar!), arranjei imensas estratégias, pessoas conhecidas, grupos que envolviam até um adulto minimamente conhecido mas para ele foi igual ao litro... alguma vez uma filha sua num concerto de uma banda hard rock, cheios de tatuagens e cabelo comprido? Eu na minha ingenuidade (queria tanto tanto ir!) acalentei mesmo a esperança de conseguir, e lembro-me tão bem do dia do próprio concerto, e do triste que eu estava por estar a perder uma noite memorável - e que o foi de facto, não necessariamente pelas melhores razões, mas que ficou para a História, ficou! Mais tarde voltaria a ter muita pena de não me deixarem ir aos Nirvana, mas já nem esperança tive (e talvez já tivesse um bocadinho mais noção do perigo, não sei!) - mas este concerto dos Guns ficou-me mesmo atravessado!
Foi a primeira banda a sério de que gostei, logo depois dos New Kids on the Block (claramente uma banda para crianças!), e os álbuns Use Your Ilusion marcaram profundamente a entrada a sério na adolescência.

E apesar de todas as diferenças (toooodaaaaas!) senti-me como uma adolescente e vibrei, diverti-me, cantei, saltei e dancei como se estivesse em 1992!
Dos 14 aos 44 nem tudo mudou!

quinta-feira, 13 de maio de 2021

Inquietação


Tenho andado com esta música na cabeça ultimamente, em diferentes momentos (mesmo sem a ter, de facto, ouvido).
Recordo que há exactamente 10 anos tive também uma crise existencial, e lá andava este refrão e esta inquietação sempre latente.
Na altura, como agora, consigo perfeitamente identificar a origem - o trabalho, claro está.
Pode ser efeito da pandemia, desta reviravolta que estou (estamos) a viver, e que no meu caso virou do avesso o meu percurso profissional, e pôs em cheque tudo aquilo que eu fazia profissionalmente. No entanto não deixa de ser uma coincidência terem passado exactamente 10 anos desde que senti também esta inquietação cá dentro, que deu para ganhar balanço para a reviravolta que dei algum tempo depois.
Por agora não sei bem onde isto vai parar, pelo que estou como diz a canção ainda sem saber o que vai acontecer, mas a sentir que alguma coisa está para mudar.
Será que esta crise-existencial-profissional me iria assaltar outra vez 10 anos depois vinda do nada? Ou será efeito da pandemia e de tudo o que estamos a viver?
Vamos ver o que acontece daqui a 10 anos...

sexta-feira, 30 de abril de 2021

A Noite Passada (um post que não é sobre trabalho!)


... mas sobre música, para variar!
Sobre a capacidade que a música tem de nos transportar no tempo e no espaço para outros momentos da nossa vida.
Neste caso, apesar de tudo, é uma viagem bastante recente, até ao confinamento de 2020, em que os meus filhos viram a série Conta-me como foi de uma ponta à outra, episódio atrás de episódio. Se bem se lembram, esta é a música do romance entre a Isabel e o Vítor (o padre da paróquia que entretanto deixa de o ser).
E só vos digo que quando a ouço sinto verdadeiramente uma onda de nostalgia - não no sentido negativo, curiosamente - do confinamento, e desses dias de profunda incerteza, de medo, de cansaço, de exaustão, mas ao mesmo tempo de união entre nós (pois, que remédio!), do momento em que a minha vida parou e me dediquei a eles e só a eles - depois de um ano em que, deixem-me recordar-vos, mal os vi tantos dias, entre o trabalho e os hospitais com o meu pai.
Há uma memória bastante agridoce associada a esses dias, que já não se repetiu neste segundo confinamento (nem poderia, ele há coisas que não se repetem mesmo...). Aquele momento em que eles paravam finalmente (depois da ginástica, e das idas ao campo, e das caminhadas e das aulas online e tudo e tudo), e ficavam deitados no chão da sala, a vibrar com as aventuras do Carlitos e a sonhar com uma infância mais livre (em tempos de ditadura, o paradoxo!)
E no meio disso tudo, a voz inconfundível do Sérgio Godinho e esta música maravilhosa.
Desfrutem.

quarta-feira, 31 de março de 2021

Música do momento


Além de lindíssima tem este videoclip fantástico, filmado mesmo aqui ao pé, num túnel onde temos passado tantas vezes nos últimos tempos.

sexta-feira, 4 de outubro de 2019

Esta capacidade de nos fazer viajar no tempo...



... que só a música  tem.

Sem aviso prévio, no carro a caminho da escola da mais nova e Bam! aos primeiros acordes estou na nossa casa no norte de Rotterdam. Vivemos os três, vamos de bicicleta para o trabalho, vemos séries no nosso sofá ao fim do dia, comemos falafel e turks pizza e kapsalon e vivemos por cima de um centro comercial. Ninguém tem filhos, a minha mãe está viva, a vida é simples.

(não consegui mesmo conter as lágrimas)

.

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Aquele tempo...

...em que as músicas a meio tinham uma guitarrada valente.

Estou saudosista, pronto.

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Música

Nunca ouvi a música dos meus filhos.

Cá em casa, e no carro, os filhos é que ouvem a música dos pais.

Temos pena, mas o 25 de Abril não chegou mesmo à nossa parentalidade (mesmo!).

Sendo
assim nunca houve CD dos Caricas, das Músicas da Carochinha, da
Leopoldina, o que quer que seja. A criançada ouve o que os pais gostam e
ponto.

No infantário ouviam a Rádio Comercial, e vinham para casa a trautear músicas que eu nunca tinha ouvido.

Agora cresceram e abriram horizontes.

O
mais velho não liga muito, mas a do meio diz que quer ser cantora, e
aos poucos foi descobrindo videoclips no Youtube e até já tem uma lista
de autores favoritos: Katy Perry, Shakira, Justin Timberlake, Marron 5, Enrique Iglesias
e Bruno Mars têm sido nossos companheiros de danças na
cozinha ao fim do dia, enquanto fazemos o jantar.

Estão muito longe de ser os meus favoritos, mas pelos filhos fazemos quase tudo. Quase.



segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

E quando achamos que vamos ser adolescentes para sempre...

... surgem estas verdadeiras "wake up calls" para nos lembrar que não.

Na véspera de Natal falei sobre ele às minhas sobrinhas adolescentes, de como foi um sex-symbol para todas nós nos anos 80, antes de percebermos a sua verdadeira orientação sexual já nos 90.

Ontem depois de saber a notícia da sua morte tentei explicar-lhes o que é ver os ídolos da adolescência, no fundo não assim tão mais velhos que nós, a partir deste mundo sem nota prévia. Um dia elas saberão que a Rihanna ou o Justin Bibier morreram e vão ficar impressionadas, tenho a certeza.



Até sempre, George Michael. Tanto pediste que te acordássemos antes de partir, e afinal partiste tu sem acordar ninguém...

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Músicas por que vale a pena viver

Daquelas que não ouvimos há anos e de repente nos fazem parar e pensar "caramba, que bom que isto é!"
Enjoy!

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

25 anos de Nevermind

Fez 25 anos no sábado passado que foi lançado o álbum Nevermind, e passei a semana a recordar temas na rádio que ouço no carro.
Há 25 anos o Nevermind e os Nirvana marcaram a minha vida, e mudaram o mundo.
Há 25 anos eu andava no 8º ano. Usava calças Levis, ténis All Star e camisolas da Quebra-Mar (as da Amarras eram demasiado caras). Tinha um cabelão louro quase branco, cheio de ondas a cair pelos ombros. Andava no colégio de sempre, e odiava. Tinha uma mochila da Hang Loose cinzenta e preta. O walkam da Sony também cinzento, com Mega Bass, que permitia ouvir com melhor ou menor qualidade de som. Rebobinava as cassetes com a caneta para não gastar pilha.
O quarto com a porta fechada. Os amigos surfistas e do rugby, as tardes passadas na praia, as parvoíces com a melhor amiga, numa amizade intensa que acabou apenas por durar esse mesmo ano.
A stora de ciências que gritava e deitava perdigotos por todos os lados, a stora de inglês que não se calava com os Beatles, a stora de português e directora de turma, sempre de saia-casaco e salto altíssimo.
As paixões assolapadas, fulminantes, os namoros de uma semana, o coração partido e recomposto em menos de nada
E aquela vontade de mudar, de sair, de conhecer mais.
Aquela sensação de que a adolescência chegou, e já não há como voltar atrás.
O 8º ano acabou, e com ele muita coisa mudou, de facto.
O mundo da música não voltou a ser o mesmo. Nem eu.




segunda-feira, 19 de setembro de 2016

quarta-feira, 2 de março de 2016

O que é que se ouve aqui?

Descoberta mais ou menos recente. Adoro.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

O que se ouve aqui

Passa todo o santo dia na rádio que tenho posto no carro (são duas, vou alternando entre a Vodafone e a Marginal) e por isso marca este outono de 2015.

Eu até digo que o dia não é dia sem a ouvir...

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Banda sonora do momento



Além da música, este vídeoclip é maravilhoso, e esta miúda parece a mistura de duas sobrinhas minhas - uma ginasta, e outra super criativa a dançar.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Rádio Smooth

Desde dezembro que é a rádio que me acompanha no carro.
Descobri que fico infinitamente mais relaxada com este tipo de música "smooth" quando estou ao volante.
Depois comecei a reparar que o repertório é bastante curto. As músicas são quase sempre as mesmas, o que mudam são as interpretações.
Se querem fazer uma rádio smooth com 24 horas de música smooth no ar, recolham todas as versões que encontrarem de:
As time goes by
Beyond the sea
I've got you under my skin
Cry me a river
Depois salpiquem com algumas do Michael Bublé (que também tem versões das acima citadas, pois claro, mas podem juntar outras) e está a rádio feita.
Garanto que vai haver condutores/as stressadas e sempre de um lado para o outro que vão apreciar os momentos verdadeiramente smooth no meio do trânsito. Mesmo que seja a 15ª vez que ouvem a mesma canção nesse dia.


segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Banda sonora do momento

Já não ouvia Beck há anos. Em 2000/2001 ouvi-o até à exaustão, durante o Erasmus. Depois disso, nunca mais.
O meu guru musical recomendou-o e, como sempre, acertou em cheio.
E tem sido a banda sonora do momento, nestes últimos dias de trabalho sozinha em casa.
Nada a ver com o registo de há 13 anos atrás.
Crescemos todos.