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terça-feira, 7 de março de 2023

Outro filme


Marriage Story

Num dia em que o pai foi ao futebol com o mais velho e as miúdas foram dormir a casa dos avós.
Sobre o divórcio de um casal com um filho de 8 anos, ele encenador e ela atriz em NY.

Cheio de clichés e coisas que tais, mas com um ator giro que se farta - o Adam Driver.


segunda-feira, 27 de fevereiro de 2023

O que se vê aqui

 

O poder do cão

Esta que vos escreve, ao fim de sei lá eu quanto tempo, percebeu finalmente como funcionam os comandos cá de casa para ver outra coisa que não youtube - que vejo religiosamente todas as manhãs para fazer ginástica.
E pronto, até aprendi a fazer uma lista de cenas que quero ver no futuro, e então vai que coloquei este filme pois tinha ouvido falar há um ano aquando dos Óscares. Até fui ao grupo de Whatsapp de colegas de um museu em específico que são todos grandes apreciadores de filmes e séries e de tudo o que está a dar e com gostos muito diferentes (é uma maravilha!) e pesquisei pela palavra "cão" (que por acaso no sistema de procura pode ser confundido com "caos" que é palavra que usamos com muita frequência no grupo, mas adiante) - o único comentário ao filme era do mais cinéfilo de todos os colegas, amante de cinema clássico, que dizia "Jane Campion é para ver em sala".

E sim, imagino que este filme em sala, e não na minha sala, será com certeza muito mais interessante, pois mais do que um filme de personagens e de atores (que são belíssimos), é um filme de imagens, de paisagens, uma autêntica poesia visual.
Adormeci ali um bocadito a meio, ao que parece na parte mais interessante, mas vi o resto com interesse qb - não se passa muita coisa, e o que se passa não é evidente.
Mas é um filme, e eu vi-o, o que por si só já é digno de nota e de post.


Os Reis de Dogtown

Noutro registo bem diferente, vi outro filme com o mais velho cá de casa que gosta de skate- aconselhada por uma das colegas do grupo supra citado.
Sempre bom poder partilhar estas coisas com eles, que é cada vez mais difícil (em separado, e todos juntos então fica impossível).

A existência de "cão" e "dog" em ambos os títulos foi pura coincidência.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2023

O que se tem visto aqui

 Ainda o ano mal começou e já fui mais vezes ao cinema do que em 2022 - não era difícil, bastava ir mais do que uma vez mas a verdade é que já aconteceu este ano - e nenhum filme era de crianças, o que é de estranhar!




Comecei com este documentário sobre a vida da Patti Smith: Patti Smith Poeta do Rock.
Fui desafiada por uma amiga e colega de trabalho, com quem conversei na altura em que estava a ler este livro. O filme passou num ciclo de cinema, fomos ver ao auditório de uma biblioteca em Lisboa - e antes fomos jantar as duas na Mouraria, um programa completo!
O filme confirmou algumas coisas que já sabia, mas ressaltou mais uma vez a capacidade artística desta geração, este viver e morrer pela arte que se calhar não se voltou a repetir. E salienta o paradigma dela como ícon da androgenia, de quem nunca quis parecer aquilo que não é, para quem as mulheres podem vestir o que quiserem, ser o que quiserem, sem precisar de corresponder a ideais de mais ninguém que não de si próprias. Uma poeta a quem a música chegou quase por acaso, uma artista no mais completo significado do termo, uma mãe que se afastou dos palcos para criar os filhos pequenos.
Uma grande boss.



Na sexta feira passada fui com o Tê ver este filme.
Sou muito fã de Amadeo, tenho a sorte de colaborar com o Museu onde se encontra a maioria das suas obras, e já tive a oportunidade de mediar muitas delas, muitas vezes. É um pintor que me fascina profundamente, com uma vida tão à frente do seu tempo.
O filme ficou muito aquém da expectativa. Não é que o que aparece seja mau - não é, os cenários são brilhantes, o guarda-roupa, está tudo muito bem feito. Mas a parte da vida dele que aparece não é a que interessa! Não há nada sobre como e quando começou a pintar, nem as exposições espetaculares em que participou, dos anos de Paris vemos uma só cena, enfim. Aparece mais tempo a irmã a morrer do que ele a pintar. Valeu pelo programa (que já nem sei quando tínhamos ido ao cinema os dois!).




Nas últimas semanas, persuadidos por várias pessoas à nossa volta vimos esta série - a primeira e segunda temporadas de White Lotus. Inédito, já que não sou de ver séries (nem filmes, já agora).
Mais do que nada foi um exercício de teimosia, para tentar perceber o hype à volta da série que toda a gente falava! Não achamos nada de especial. A primeira temporada tem uma banda sonora espetacular, que dá o tom à série e tem bastante piada. Inclui também uma personagem bastante engraçada. A segunda gostámos menos, sinceramente.
Valem ambas pelas paisagens que são maravilhosas, e pelas personagens, que estão muito bem construídas.
Perde por serem locais de férias onde nada se faz (já não os podia ver a tomar o pequeno-almoço sem ter nada planeado para o dia, depois andavam ali a arrastar-se todo o tempo, que nervos!).
Isto de ter expectativas altas nunca dá bom resultado...


terça-feira, 14 de junho de 2022

Coisas mais estranhas

 


Ou o milagre de ter os dois mais velhos a ver a mesma série outra vez.

quarta-feira, 11 de agosto de 2021

A Elsa foi (em parte) destronada

 


E a obsessão do momento é a Vaiana.
Já estamos na fase em que as músicas não me saem da cabeça, e já sei os diálogos de cor.
Passamos do gelo às ilhas da Polinésia, de uma princesa que faz birra e congela tudo a uma miúda fixe que se aventura mar adentro, com a vantagem de não haver nem 1/10 do merchandising nas lojas, logo não haver pedidos de tudo e mais alguma coisa. Só pontos positivos!
Se desse para incluir alguma desenvoltura dentro de água, isso é que era, mas já devo estar a pedir demais... (a minha mai nova é a criança menos aquática que existe!)

segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

Série 1- 2021


The Queen's Gambit 

Ah meus caros, 2021 já está mesmo a ganhar a 2020 aos pontos - ao fim de 25 dias já consegui fazer o que não consegui em 365 que foi ver uma série.

Muito recomendada, de repente muita gente falava no assunto e curta como me convém.
Gostar gostei, mas não achei assim nada do outro mundo - a expectativa estava demasiado alta.
Pontos positivos: a música, a fotografia, os cenários, o guarda-roupa - uma viagem aos anos 60, a sério (às vezes senti-me num livro da Anita!).
Ide ver, que se eu demorei 25 dias, vocês papam a série em 1 semana (são mesmo só 8 episódios).

terça-feira, 12 de janeiro de 2021

Filme 2/2021

 

Este ano ainda mal começou e já está a dar uma abada a 2020, não é? (não!)

Eu sei que não, mas a verdade é que já vi este ano em 10 dias um terço dos filmes de 2020, por isso já está a valer, nem que seja por isso.
Vimos este no fim de semana, tinha chegado à Netflix dois dias antes (pelo que percebi). É uma história bastante crua e dura, e muito bem interpretada, principalmente pela atriz principal - Vanessa Kirby (papelaço! Eu acho que não a conhecia, mas entrou no The Crown, que muitos de vocês viram de certeza).
Há uma cena importante muito bem feita, em que estamos ali de corpo e alma (quase senti que estava lá) -  está muito bem feito, a meu ver.
Há no entanto algumas pontas soltas, principalmente no final - a personagem do marido tem ali umas atitudes que me pareceram um bocado fora, e o final mesmo do filme também esteve aquém da expectativa.

Mas é um bom filme, e recomendo.

sábado, 2 de janeiro de 2021

Dia 1 de 2021


 

E já cá canta um filme.

Tendo em conta que em 2020 vi três, arrisco dizer que já vou melhor lançada.
Mais filmes, mais livros, mais viagens, mais espetáculos. É o que se quer.

(Gostei do filme, porque sou fã do Variações e porque está muito bem interpretado pelo Sérgio Praia - papelaço! - de resto, ficou muito por contar e há coisas que se arrastam e outras que se sucedem rapidamente sem que tenhamos tempo de absorver o que se está a passar. Recomendo mas a expectativa estava alta.)

domingo, 29 de novembro de 2020

O filme do livro


O 2º filme que vi este ano! Ainda bem que estamos e estivemos confinados, se não não via mesmo filme nenhum!
Na quarentena da 1ª vaga vi o 1917 num sábado à tarde sozinha - uma coisa inédita e que desconfio que vai demorar a repetir-se - e ontem à noite fiz finca-pé e exigi ver o filme do livro, que também tenho direito a ser dona do comando por uma vez que seja!
Claro que houve motim e reivindicações, que sou a mais injusta de todas as mães por os mandar para a cama mais cedo, mas caramba, ou bem que a sessão começa cedo ou então não consigo terminar de olhos abertos.
E assim foi.
Gostei bastante do filme, e faz justiça ao livro (que é pequeno, por isso o filme não deixa muitas coisas de fora).
Recomendo.

segunda-feira, 30 de março de 2020

O inédito de sábado à tarde

1917 - Cinecartaz


Para que fique registado, sob o tema "coisas que só acontecem na quarentena", esta que vos escreve fez uma coisa que não fazia seguramente há mais de 10 anos:
Sábado à tarde, eram aí umas 17h30, abanquei no sofá e vi um filme.
Inteiro.
Sozinha
(porque o pai cá de casa já o tinha visto, parece que tem uma vida paralela quando todos nos vamos deitar.)

Claramente, tenho de fazer isto mais vezes.

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Um post sobre cinema (para variar dos livros)



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Ao fim de 6 anos (seis!) fomos outra vez ao cinema só os dois, ver o último do Tarantino Era uma vez em Hollywood.
Acho que já devo ter aqui referido que sou fã do Tarantino, e por isso a opinião nunca é totalmente imparcial.
Gostei muito do filme, apesar de achar que o ritmo às vezes é lento, e que é longo demais.
É genial como sempre, mas é um filme mais contido.
Papelão do Leonardo di Caprio, personagem tão interessante e profunda (adorei).
Gostei muito do Brad Pitt também, que continua giro nas horas, a envelhecer como o vinho do Porto (para quando um filme que apresente uma mulher da mesma forma, cada vez mais velha e mais gira?).
Recomendadíssimo.

quinta-feira, 11 de julho de 2019

Friends

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Não vi a série na altura devida porque a Sic resolveu transmitir os Friends dobrados em português. Sim, dobrados, com vozes por cima, sem legendas.
Ainda me lembro do episódio que vi, na altura, e não consegui mesmo.
Rapidamente a Sic resolveu o erro e começou a usar legendas, mas eu já tinha perdido o fio à meada, e nos 20 anos seguintes vi apenas um ou outro episódio.
Agora que voltou a dar no Fox Comedy resolvi ver pela primeira vez, e gostei imenso.
Está com piada, bem pensada e escrita, e gostei especialmente de ver a evolução das personagens e do mundo à sua volta (o aparecimento da internet, dos beeps, do telemóvel).
E surpreendeu-me a quantidade de piadas que são recuperadas depois noutras séries, principalmente no How I met your mother, mas também Modern family (ideias que aparecem alinhavadas no Friends e que se vê que foram recuperadas/adaptadas/roubadas por outras séries).
E no fim só penso que ainda bem que tive a oportunidade, quando andava pela casa dos 20, de viver com amigos. É uma experiência única, de que guardo tantas boas recordações.
Só não foi em Nova Iorque (e que pena que eu tenho!), mas foi em Santiago e em Amsterdam.
Nada mau.

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Ver séries em 2018

Neste momento para mim ver uma série é ver bocados de episódios e pedir ao Tê que me conte o resto.
Ele já deixou de esperar por mim para ver o que quer que seja, porque entre deixar tudo preparado para o dia seguinte e arranjar-me a mim mesma vai quase um serão e meio de séries.
Vai daí que eu entre um body de golinha para passar e um par de meias para dobrar vou apanhando aqui e ali umas coisas, e o resto imagino, ou peço-lhe para me por a par.

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Foi assim que vimos a série do momento (ou do momento até há pouco tempo, fica difícil saber o que é "do momento" hoje em dia) - La Casa de Papel.
(Do que vi) Gostei bastante. (mas calma também não achei assim aquela coisa do outro mundo que me tinham pintado - mas pode ser que haja coisas que me escaparam, lá está...).
O último episódio fiz questão de ver inteiro, mas adormeci a meio. De vez em quando abri um olho e até vi que estavam numa cena muito emocionante, mas o cansaço era mais forte e voltei a adormecer. Acordei a tempo de ver a última cena, como é que eles chegaram ali não sei nem quero saber, fiquei a saber como acaba e isso é que é o importante.

Diz que em 2019 vem a próxima temporada. Pode ser que nessa altura ver um episódio inteiro seja mais fácil do que planificar um assalto sem falhas.

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

O que vemos por aqui



(é como quem diz, o Tê vê e eu dou uma espreitadela enquanto faço outras coisas)

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

E dura, e dura, e dura...

É assim tão difícil para um grupo de zombies dar cabo de uma vez por todas do raio da comunidade que anda a fugir deles desde a 1ª temporada?
Ou para os humanos acabarem de vez com os zombies, não quero saber!
Dava para acabar de vez com esta porcaria desta série???
AAAARRRGGGHHHHH!!!!

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Filme 8/2015

 
Foi um pouco para me redimir do post anterior, em que anuncio ao mundo que o meu realizador favorito é o Iñarritu, pondo fim a um reinado de quase 20 anos do Woody Allen. Não sendo o meu preferido, este Blue Jasmine não desilude. Gostei bastante.

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Filme 7/2015

 
Deste gostei tanto que vi todo de uma vez, o que nestes dias raramente acontece. Gostei mesmo. Mas só no fim percebi porquê - não sabia que o realizador era o Alejandro Iñarritu, que foi quem realizou um dos meus filmes preferidos - Amores Perros - que me marcou profundamente, e também Biutiful, Babel e 21 Gramas, todos eles filmes que me marcaram de uma forma ou de outra, aos quais regresso volta não volta. Acho mesmo que posso afirmar que é o meu realizador preferido (sem ofensa, Woddy Allen). Não fazia ideia que era dele, já me tinham falado bem do filme, o Tê até adormeceu (o que não é habitual) mas eu mantive o interesse até ao fim. Fascina-me este lado negro, estas personagens intrigrantes, muito mais complexas do que parece à primeira vista.
Recomendadíssimo.

Filme 6/2015

 
Visto em muitos dias, mas gostei bastante. Tem os ingredientes perfeitos para ser visto agora, é divertido e leve, mas sem ser a típica comédia romântica.

Por oposição tentei começar a ver o The Judge, mas fiz questão de adormecer logo a seguir. Começa logo com a morte da mãe, e mais lá à frente abri os olhos e percebi que uma personagem tem cancro. Não quis ver, nem quero ver tão cedo. Talvez nunca, mesmo. Mas ouvi dizer bem, e que o Robert Downey Jr tem aqui o papel da sua vida.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Filmes 5 e 6/2015 Jogos de Fome

No seguimento da resolução de 2015 de ver mais filmes em vez do Masterchef, vi nestes últimos dias os dois primeiros da saga Hunger Games.
Fui vendo aos bochechos, um bocadinho cada noite, que não há tempo para mais, mas gostei.
Vê-se bem, a história é engraçada (eu tenho um fraquinho por histórias sociedades alternativas) e a Jennifer Lawrence é gira que se farta e faz um bom papel. Recomendo.
hunger-games-teaser-poster-01