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quarta-feira, 20 de setembro de 2023

Cenas fixes

 É ver a filha do meio a aplicar as técnicas de parentalidade positiva com a irmã e até comigo mesma.

segunda-feira, 24 de julho de 2023

Outro domingo

 Mais uma semana passou, e tive direito ao primeiro fim de semana do mês, com direito ao regresso dos adolescentes cá de casa que andavam nas suas vidas (ficámos com uma filha única e adotamos uma sobrinha).
Houve praia, almoço a 5 na hamburgueria do bairro, festa de anos em casa de amigos queridos (com uma filha que fez 16 e cujo nascimento este blog acompanhou com certeza).
No domingo, o primeiro dia de praia completo - de manhã com os primos, à tarde com os amigos de sempre.

Serve este post para recordar, para memória futura, que é isto mesmo que se leva desta vida.

terça-feira, 17 de novembro de 2020

Resolução pós-férias 2020

 Nas nossas férias na costa vicentina resolvemos um dia alugar uma prancha de surf.

Combinámos que no Verão 2021 faremos uma surf trip, a famosa "descida da costa" e para isso temos treinado todos os fins de semana.

Comprámos uma prancha, e fomos resgatar os fatos de surf que estavam guardados há anos, e assim temos aproveitado e bem as nossas manhãs de sábado e domingo - ainda mais agora com recolher obrigatório às 13h.

Uns vão para dentro de água, eu faço caminhada (não tenho fato ainda!), a mais nova brinca na areia.
Apanhamos todos uma boa dose de vitamina D (e chuva, às vezes) e regressamos a casa cheios de coisas boas.

Se há coisa que 2020 nos ensinou foi a aproveitar o momento - e enquanto pudermos nós vamos aproveitar!

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Cena fixe

Ao fim de 9 anos para um e quase 8 anos para outra, depois de inúmeras vezes em que insistimos, sugerimos, quase obrigámos, demos o exemplo, incentivámos de mil e uma maneiras, de um momento para o outro os dois mais velhos pegam voluntariamente cada um no seu livro e põe-se a ler onde quer que estejam, qualquer que seja a hora.
Parece que se fez o click, e o bichinho da leitura - abençoado! - entrou naquelas cabeças.

Resultado de imagem para diário de um banana 

Resultado de imagem para o diário da Ema
Obrigada ao Jeff Kinney e à Meredith Costain. Valeu!

sábado, 29 de dezembro de 2018

E depois de 5 filhos por uns dias...

... uma noite e um dia sem filhos.
Muito fixe.

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Cenas fixes

A alegria genuína da mais nova quando vê os irmãos de manhã.
A surpresa, os gritinhos, os saltos que dá na sua cama agarrada às grades, o abraço sentido quando eles se aproximam.
Toda ela é sorriso, dos cabelos à ponta do pé. Não há resmunguice matinal que lhe resista.

(já aqui disse que foi a melhor ideia de sempre termos tido este bebé? Foi mesmo.)

domingo, 19 de novembro de 2017

O post que nunca imaginei escrever

Estou oficialmente a ficar deprimida pela falta de chuva.

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Cenas fixes

Ir a uma entrevista de trabalho com o meu barrigão de 30 semanas, para um museu giro que farta, e combinarmos que a minha colaboração se inicia depois da licença.
Tanta e tanta gente que enfrenta tantos problemas laborais só por engravidar, tantas mães que perdem o emprego, eu sei que ninguém me está a oferecer um contrato nem um salário todos os meses, e que para poder receber vou ter de dar o litro, trabalhar aos fins de semana, fazer propostas, preparar projectos que muitas vezes nem saem do papel; mas ainda assim, e tendo em conta que foi a vida que escolhi (e que tenho a sorte de poder ter escolhido) que fixe que é que a minha barriga gigante não seja um impedimento para a minha realização profissional.
Nesta gravidez já vão duas entrevistas, duas novas colaborações - tecnicamente são três, mas na primeira nem eu própria sabia que estava grávida - que se adaptam ao meu estado, ao meu tempo, à minha disponibilidade.
Passei tanto tempo à espera disto. Tantas e tantas vezes que bati a portas e mais portas sem me deixarem entrar, numa altura em que se calhar até tinha sido mais fácil. Ver o meu CV valorizado independentemente que carregar o terceiro filho na barriga, é coisa que me deixa mesmo contente.

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Nova moda (já antiga)

A das lavandarias self-service. Nova moda por cá, antiga lá fora, a avaliar pela quantidade de filmes que incluem cenas passadas na "laundry".

Na Holanda, na nossa primeira casa não tínhamos máquina de lavar (nem espaço para a ter), mas havia uma lavandaria ao fundo da rua que me deixou desde logo rendida.
As máquinas são muito maiores que as de casa, tal como as máquinas de secar (que nunca sequer tive em casa). Levava a roupa toda dos dois, fazia duas máquinas (separadas por cores), e uma de secar (onde cabia a roupa toda), no final a roupa sai sequinha e direitinha e é só dobrar ali mesmo. A roupa toda lavada e pronta a usar no tempo em que lemos alguns capítulos de um livro (e ainda me lembro dos livros que li sentadinha à espera da roupa nessa lavandaria). Um mimo.

No ano passado, como sabem, fartou-se de chover, e o drama da roupa acompanhou-nos e de que maneira. Tinha um estendal sempre cheio de roupa no escritório, com o desumidificador a funcionar dia e noite, e aquecedores espalhados pela casa sempre com roupa por cima também (coisa que eu sei que não se deve fazer...). Um tormento.
Às tantas uma colega de trabalho a quem me queixei deste problema sugeriu ir a uma lavandaria, nem que seja só para secar a roupa, e a verdade é que nos últimos anos surgiram algumas nas redondezas. Lá foi o Tê com dois ou três sacos de roupa molhada para descobrir que havia filas de horas de espera em todas as lavandarias da zona! Faz sentido, estava toda a gente com o mesmo problema... Mas regressar a casa com a roupa na mesma estava longe de fazer parte do plano...
E pois que há uns dias inaugurou mais uma lavandaria self-service mesmo ao pé da escola dos miúdos (e de minha casa), e hoje lá levei uma máquina de roupa para secar.
Que maravilha! Em pouco mais de meia hora - nem deu para ler quase nada - regressava a casa com a roupa seca, dobrada e pronta para por na gaveta.
Que saudades desta rapidez, desta eficácia de pôr a roupa a lavar e poder usar pouco depois!
Têm aqui uma cliente fiel!
Espero que tenham muito sucesso para se manterem abertos muito tempo (bem vou precisar quando formos 5 cá em casa) mas que esse sucesso aconteça fora do meu horário!
Terei um problema mesmo resolvido!

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Ser free lancer...

... e não ter vínculo profissional com quem quer que seja, é ir a uma entrevista/reunião de trabalho para um novo projecto com uma barriga de 5 meses e ainda assim ouvir no fim:
"Bem vinda à equipa!"

E sim, eu tinha avisado anteriormente por e-mail que estou grávida, que o meu tempo é escasso e será nenhum a partir de Janeiro.
Ainda assim, há espaço para fazer parte do projecto, na medida da minha vontade e possibilidade.
Adoro.

Cena fixe

Sentir um bebé a mexer dentro da barriga.
Esta, ainda por cima, mexe-se bastante mais que os irmãos, e em muitas mais ocasiões, pelo que é dar comigo a sorrir para mim mesma ao longo do dia, nas mais variadas situações.

Aposto que já tinha feito um post como este, mas é mesmo mesmo bom!

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Cenas fixes

Ver o meu mais velho a ler o seu primeiro "tio Patinhas". De repente é todo um novo mundo que se abre. Cada livro é uma descoberta.
Espero que assim se mantenha. Quem gosta de ler nunca está sozinho.

terça-feira, 29 de março de 2016

Cenas fixes

Consigo distinguir os palácios onde trabalho pelo cheiro.
Cada um é diferente dos outros, e eu sinto-me tão bem lá que gosto de todos (apesar de ser cheiro a mofo, a humidade e a coisas antigas, adoro!).

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Coisas boas da vida

Um encontro de amigas que não acontecia há mais de 10 anos.

E perceber, claro, que nada mudou.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Cenas fixes

Uma coisa fixe de ter o mais velho na escola pública aqui da zona é que os seus colegas moram todos aqui perto. Só na nossa rua há dois colegas, e pelo menos mais dois vivem a dois ou três minutos de distância. Imagino-os daqui a uns anos a correr aqui a zona de bicicleta, ou a jogar ali no parque de baixo e gosto disso.
Também gosto de ir com ele na rua e de o ver a reconhecer as pessoas, os miúdos mais velhos, os pais e irmãos dos amigos. É um bocadinho a sensação de viver numa terra pequena. que para os miúdos como se sabe, é o melhor.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Cenas fixes

Sair da escola às 17h45 e ainda não ser de noite.

domingo, 23 de novembro de 2014

Cenas fixes

Ir jantar a casa de uma amiga cheia de estilo e que veste o mesmo número (a única, penso eu) e sair de lá com 2 casacos e um vestido novos, quase a estrear.


terça-feira, 4 de novembro de 2014

Mês e meio depois...

...e o meu mais velho profere a frase que dizia todo o santo dia na escola antiga:
"Mãe, amanhã podes vir buscar mais tarde?"

(e eu vou às 18h senhores, noite fechada e para ele, ainda assim, não é suficiente.)

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Fim-de-semana de vindima

Para celebrar o outono em beleza.
Que maravilha.
Cortei uvas e ensinei a cortar uvas (inspirada no texto do post abaixo, claro), também acartei baldes e ensinei a acartar baldes. Depois eu mantive-me nas uvas e eles correram e brincaram no campo, chafurdaram na lama, andaram de tractor, deram de comer às galinhas e ao cão.
Também apanhámos tomates, pimentos, couves, figos, e não há nada que bata estes sabores, ainda para mais acabados de apanhar.
E ouvimos o silêncio e o sino a tocar ao longe.
Confirmámos que no campo o tempo passa mais devagar. O sábado rendeu tanto que deu para tudo.
E voltámos com o carro cheio de coisas boas.

Que pena ser tão longe...

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Cenas fixes

Ao fim de 8 ou 9 anos, volto a usar agenda de papel.
Adoro.