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terça-feira, 7 de fevereiro de 2023

O que se tem visto aqui

 Ainda o ano mal começou e já fui mais vezes ao cinema do que em 2022 - não era difícil, bastava ir mais do que uma vez mas a verdade é que já aconteceu este ano - e nenhum filme era de crianças, o que é de estranhar!




Comecei com este documentário sobre a vida da Patti Smith: Patti Smith Poeta do Rock.
Fui desafiada por uma amiga e colega de trabalho, com quem conversei na altura em que estava a ler este livro. O filme passou num ciclo de cinema, fomos ver ao auditório de uma biblioteca em Lisboa - e antes fomos jantar as duas na Mouraria, um programa completo!
O filme confirmou algumas coisas que já sabia, mas ressaltou mais uma vez a capacidade artística desta geração, este viver e morrer pela arte que se calhar não se voltou a repetir. E salienta o paradigma dela como ícon da androgenia, de quem nunca quis parecer aquilo que não é, para quem as mulheres podem vestir o que quiserem, ser o que quiserem, sem precisar de corresponder a ideais de mais ninguém que não de si próprias. Uma poeta a quem a música chegou quase por acaso, uma artista no mais completo significado do termo, uma mãe que se afastou dos palcos para criar os filhos pequenos.
Uma grande boss.



Na sexta feira passada fui com o Tê ver este filme.
Sou muito fã de Amadeo, tenho a sorte de colaborar com o Museu onde se encontra a maioria das suas obras, e já tive a oportunidade de mediar muitas delas, muitas vezes. É um pintor que me fascina profundamente, com uma vida tão à frente do seu tempo.
O filme ficou muito aquém da expectativa. Não é que o que aparece seja mau - não é, os cenários são brilhantes, o guarda-roupa, está tudo muito bem feito. Mas a parte da vida dele que aparece não é a que interessa! Não há nada sobre como e quando começou a pintar, nem as exposições espetaculares em que participou, dos anos de Paris vemos uma só cena, enfim. Aparece mais tempo a irmã a morrer do que ele a pintar. Valeu pelo programa (que já nem sei quando tínhamos ido ao cinema os dois!).




Nas últimas semanas, persuadidos por várias pessoas à nossa volta vimos esta série - a primeira e segunda temporadas de White Lotus. Inédito, já que não sou de ver séries (nem filmes, já agora).
Mais do que nada foi um exercício de teimosia, para tentar perceber o hype à volta da série que toda a gente falava! Não achamos nada de especial. A primeira temporada tem uma banda sonora espetacular, que dá o tom à série e tem bastante piada. Inclui também uma personagem bastante engraçada. A segunda gostámos menos, sinceramente.
Valem ambas pelas paisagens que são maravilhosas, e pelas personagens, que estão muito bem construídas.
Perde por serem locais de férias onde nada se faz (já não os podia ver a tomar o pequeno-almoço sem ter nada planeado para o dia, depois andavam ali a arrastar-se todo o tempo, que nervos!).
Isto de ter expectativas altas nunca dá bom resultado...


segunda-feira, 25 de outubro de 2021

O Fazedor de Nadas

 Ou a primeira ida ao teatro pós-pandemia.
Mesmo antes já ia tão pouco, e é das coisas que me custa, quero mesmo mudar este paradigma este ano!

Tenho uma prima atriz, e acabo por ir apenas e só às suas peças - o que é de lamentar porque sei bem que tantas vezes ela representa para salas vazias, e tantos outros farão o mesmo todos os dias em muitas salas pela cidade fora.
Por isso mesmo ela está de partida para fora do país, e a sua intenção é mesmo não voltar. (e o triste que é ver as pessoas da cultura nesta situação...)

Fui pela primeira vez ao Teatro Taborda, um espaço incrível com um café e esplanada com uma das melhores vistas de Lisboa. A sala de espetáculos é pequena e cheia de encanto.

A peça era indecifrável, daquelas que nos faz pensar se nos está a escapar alguma coisa, das que cada um interpreta à sua maneira, tão longe da realidade e de tudo o que conhecemos como de facto a arte deve ser.
Adorei!


terça-feira, 20 de abril de 2021

Regresso ao museu II

 Sábado de manhã os astros alinharam-se e conseguimos arrancar os 5 para a primeira visita cultural em família de 2021.
Fomos ao Museu de Arqueologia  - porque eu precisava de lá ir - sítio onde queria ir com os miúdos há anos, na certeza que iam adorar.

Não me enganei.
Ainda está por conhecer o miúdo que não fique fascinado com a cultura egípcia da Antiguidade.
Sejamos sinceros, ver um sarcófago ao vivo é uma experiência inesquecível! (para qualquer idade)
E uma múmia envolta em faixas de linho, em que até conseguimos ver bocados de osso - é verdadeiramente imbatível!

No fim, eu ainda consegui assistir a uma visita a uma exposição temporária - para celebrar o Dia dos Monumentos e Sítios havia várias atividades a decorrer. Enquanto isso eles foram para o jardim.
Foi um excelente regresso à vida cultural e uma manhã muito bem passada (e sem gastar um tostão).

sexta-feira, 26 de abril de 2019

Emília - Palco 13

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Hoje foi dia de ir ao teatro. Uma peça em que tudo e nada acontece, onde público e actores se misturam, onde soltei umas boas gargalhadas mas com cenas bastante intensas.
É só até 28 de Abril, mas recomendo 
(vou tão pouco ao teatro... é uma vergonha!)

domingo, 2 de dezembro de 2018

Sonho de uma noite de verão - Teatro Villaret


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E o primeiro evento natalício foi uma ida ao teatro em família.
Em família mesmo, com direito a manas, sobrinhos, primos e tios e ainda mais alguém.
Meia plateia estava por nossa conta.
A peça está fantástica, e os actores são mesmo muito bons.
Os meus filhos riram agarrados à barriga e eu fui às lágrimas também de tanto rir. Adorei.

(e com muita vergonha admito que não me lembro da última vez que tinha ido ao teatro...)

Recomendadíssimo.

terça-feira, 11 de setembro de 2018

Dor no coração

O incêndio no Museu Nacional do Brasil.
Fiquei sem palavras.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Vida cultural

 



Hoje foi dia de ir a Sintra visitar os palácios da Vila e da Pena.
Gostaram de ambos. O mais velho ficou fas-ci-na-do com o quarto-prisão de D. Afonso VI (no da Vila) e com a sala verde (na Pena, não percebi porquê).
E uma pessoa percebe que quem nasce lagartixa nunca chega a jacaré quando em ambos os palácios a parte preferida foi... a cozinha. Se é para não ser princesa, ao menos que cozinhasse alguma coisa de jeito, mas nem isso. Mas é o que me fascina, o que se há-de fazer?
Foi um dia muito bem passado.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

História Partilhada

Domingo de manhã tivemos direito a algum "quality time" em família, e fomos a esta exposição.
Basicamente, eu pensava que já tinha acabado e quando vi que termina só a 25 de Janeiro arrastei os 3 elementos da família e nem dei hipótese de escolherem outro programa...
A mais nova adorou as princesas antigas (até havia uma princesa Mariana, foi o auge!) o mais velho ficou fascinado com as armaduras e adorou a história do D. Sebastião. Até o Tê pode ver uma obra do seu pintor preferido - Caravaggio.
Ganhámos todos.

Historiapartilhada

domingo, 24 de novembro de 2013

Amadeo

Hoje foi dia de ir ver esta exposição.
Eu adoro o Amadeo de Souza Cardoso, e estava na expectativa desta exposição há meses, ainda antes de inaugurar. Com tanta antecedência que até já me tinha esquecido, e foi por pouco que não me escapou!
Falaram-me nela na 6ª e combinei logo irmos no domingo, antes de começar a azáfama dos encontros de Natal/festas de anos que temos no próximo mês. "Irmos" não, que desta vez fui sozinha (o Tê ficou com os miúdos no jardim) para eu poder ver as coisas como deve ser.
Gostei tanto, tanto.
É, de facto, um artista incrível, sempre a inovar, sempre pioneiro, sempre a rasgar caminhos e a reinventar-se.
Uma exposição em que parece que passam décadas desde o primeiro quadro até ao último, mas que passam pouco mais de 10 anos.
À saída estava um casal de velhotes completamente extasiados com as obras, e o senhor só dizia "mas esta exposição é imperdível, é imperdível!".
É mesmo.

domingo, 19 de maio de 2013

Dia dos Museus

Conseguimos ir ao fim do dia à Casa das Histórias da Paula Rego, e chegámos a meio de uma ópera contada.
O piano, a voz, as telas gigantes nas paredes... fiquei (à séria) de lágrimas nos olhos.
Uma sala cheia de gente rendida àquele momento. Até as crianças estavam estagnadas com o espectáculo.
Muito, muito bom.
E gratuito, ainda por cima.
5 estrelas.

(e quando eles começaram a aparvalhar o Tê saiu com eles para o relvado cá fora, para que eu pudesse ficar mais um bocadinho - vim embora no fim de coração cheio, e chego cá fora e eles estão lindos e maravilhosos, a correr de mão dada e a dar abraços. Caraças, podia morrer naquele instante, que morria feliz)

domingo, 25 de novembro de 2012

Domingo cultural

Domingo passado, em Londres, fomos ao British Museum.
Estava cheio, a abarrotar de famílias com crianças de todas as idades, grupos de velhotes, adolescentes com professores, casais jovens e menos jovens, gente por todos os lados. Enfim, uma animação.

Hoje fomos os 4 à exposição As Idades do Mar, na Gulbenkian.
Estava cheia, a abarrotar de famílias com crianças de todas as idades, grupos de velhotes, adolescentes com professores, casais jovens e menos jovens, gente por todos os lados. Enfim, uma animação.

Isto é para todos os que dizem ah e tal, lá fora é que se dá valor à cultura, e tal e coiso.


segunda-feira, 12 de novembro de 2012

A melhor exposição: Hélio Oiticica – museu é o mundo

Na opinião dos meus filhos.

Fomos no domingo.
Quando disse que íamos ao museu o mais velho torceu o nariz. Não que ele saiba o que é um museu - culpa minha mas não sabe, casa de ferreiro... - pois poucas foram as vezes que foi a um museu, mas o que ele queria mesmo era ir ao parque.
Chegados lá, foi a loucura.
Desde as instalações cá fora (como uma estrutura tipo labirinto, em que se pode entrar), a uma rede de franjas azuis em que eles se podem esconder, a uma gaiola com papagaios, caixas de palha (onde podem entrar e mexer), música, e o auge dos auges: uma salinha com chão de espuma e diversos pufs de formas geométricas, que permitem saltar, pular, dançar, atirar para o chão sem ninguém se magoar.



Adoraram eles, e adorámos nós.
Foi o máximo!
Até tenho medo da próxima vez que formos a um museu - o meu mais velho estará com certeza à espera de uma piscina de bolas ou escorregas gigantes!

E como se não bastasse: grátis!
Recomendo!

Com isto tudo foi toda uma nova experiência numa exposição, mal li as tabelas, não percebi nada do que o artista queria dizer com aquilo, mas vim de lá feliz por termos estado todos juntos num museu, a divertirmo-nos à grande!
O tempo de passar momentos divertidos em frente a uma pintura virá depois, para já, foi perfeito!

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Museu do Brinquedo

Fomos os 4.
Mais parecia o museu da tortura, tanto brinquedo e eles sem poder tocar em nada.
A ela passou-lhe tudo ao lado, claro, mas ele esteve sempre a pedir para abrir as vitrinas para brincar com o que lá havia.
Eu por mim, tinha aberto.
Tantas coisas giras, giras :)

domingo, 9 de outubro de 2011

Teatro


Hoje foi dia de ir ver a ante-estreia desta peça, ao teatro Tivoli, com o Tê e o baby grande - programinha de filho único, que ele merece.
Adorámos.
O baby gostou imenso, principalmente por que uma das personagens principais tem o nome da nossa baby girl!
Ela desaparecia do palco e ele perguntava logo: " a Ema?" (à maneira dele, que soa assim: aiema?)
Gostou do coelho e do mocho, bateu palmas na altura certa, repetiu algumas coisas que ouviu, e no fim vibrou com os parabéns que a plateia cantou à responsável dos cenários.
Foi mesmo giro, e ele provou que aprecia e sabe comportar-se neste tipo de ambientes. Aliás, fomos ao Disney on Ice antes da baby girl nascer e correu também muito bem (ele tinha menos de 18 meses).
Recomendo a peça, tem a duração certa, os momentos de música e dança adequados, e está tudo muito giro.
É um novo mundo, este dos espectáculos infantis, mas sem dúvida, a repetir.